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	<title>Arquivos derrubado - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos derrubado - FATO MT</title>
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		<title>Derrubado veto na lei do aumento do consignado de servidores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Apr 2023 21:45:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Congresso Nacional derrubou nesta quarta-feira (26) o veto parcial do ex-presidente Jair Bolsonaro à lei que aumentou para 45% dos vencimentos a margem do crédito consignado para servidores públicos federais, para desconto automático no contracheque. O veto (VET 61/2022) foi derrubado por 364 votos a 42 na Câmara e 64 votos a 1 no Senado. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Congresso Nacional derrubou nesta quarta-feira (26) o veto parcial do ex-presidente Jair Bolsonaro à lei que aumentou para 45% dos vencimentos a margem do crédito consignado para servidores públicos federais, para desconto automático no contracheque. O veto (<a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/vetos/-/veto/detalhe/15530" rel="noopener" target="_blank">VET 61/2022</a>) foi derrubado por 364 votos a 42 na Câmara e 64 votos a 1 no Senado. Com isso, passará a vigorar, na <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2022-12-27;14509" rel="noopener" target="_blank">Lei 14.509, de 2022,</a> um dispositivo que reserva 5 pontos percentuais desse limite para a amortização de despesas com cartão consignado de benefício.</p>
<p>A lei, sancionada em 28 de dezembro, tem origem na <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/154293" rel="noopener" target="_blank">Medida Provisória 1.132/2022</a>. O texto original do Poder Executivo aumentava a margem de crédito consignado para o equivalente a 40% do salário, mas esse percentual foi ampliado para 45% pela Câmara dos Deputados e <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/pauta/noticias/materias/2022/11/29/senado-confirma-aumento-da-margem-do-credito-consignado-para-servidores-publicos-federais" rel="noopener" target="_blank">confirmado pelo Senado</a>, com o senador Plínio Valério (PSDB-AM) na relatoria.</p>
<p>Com o veto, a margem ficou ampliada (45%), mas sem a limitação da reserva para os cartões de benefícios. Esse tipo de cartão é uma modalidade de cartão de crédito consignado, com desconto direto na folha de pagamento e outros benefícios vinculados obrigatoriamente, como descontos em farmácias conveniadas, auxílio funeral e seguro de vida.</p>
<h3><strong>Motivos</strong></h3>
<p>Ao vetar o trecho, a Presidência da República apontou contrariedade ao interesse público por promover “distorções na economia”. Além disso, de acordo com a mensagem de veto, “ao estabelecer o aumento da margem consignável para 45%, entende-se que o servidor já possui um benefício de 5% para as consignações, o que dispensa a inclusão da nova modalidade”.</p>
<p>De acordo com o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), a derrubada do veto 61 se deu após acordo entre governo e oposição.</p>
<p>O destaque para que o veto fosse votado separadamente foi apresentado pelo PDT. Segundo o deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), havia divergência sobre o tema dentro do partido. Caso o veto fosse rejeitado, o limite para o consignado ficaria menor, com uma parte que só poderia ser usada para amortização de despesas com cartão consignado de benefício. Para ele, o consignado é necessário porque permite um juro menor ao tomador.</p>
<p>— Alguns concordam, alguns discordam. Eu confesso que às vezes é um mal necessário a margem consignável. Se a pessoa não tem o dinheiro do consignado com o juro baixo, ela vai a um banco, vai a outro banco, às vezes vai até ao agiota no desespero de buscar o recurso — ponderou.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/04/26/derrubado-veto-na-lei-do-aumento-do-consignado-de-servidores#87acdba2-1552-442d-87fd-aae3e82657a0" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Derrubado veto de Bolsonaro a dedução de IR por doação a programa de saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Apr 2023 20:15:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em sessão nesta quarta-feira (26), o Congresso Nacional decidiu derrubar o veto (VET 59/2022) total do ex-presidente Jair Bolsonaro ao projeto que concede dedução no Imposto de Renda (IR) às doações feitas a programas voltados a pacientes com câncer e às pessoas com deficiência (PL 5.307/2020). O veto rejeitado vai à promulgação. Na Câmara dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em sessão nesta quarta-feira (26), o Congresso Nacional decidiu derrubar o veto (<a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/vetos/-/veto/detalhe/15510" rel="noopener" target="_blank">VET 59/2022</a>) total do ex-presidente Jair Bolsonaro ao projeto que concede dedução no Imposto de Renda (IR) às doações feitas a programas voltados a pacientes com câncer e às pessoas com deficiência (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/145619" rel="noopener" target="_blank">PL 5.307/2020</a>). O veto rejeitado vai à promulgação.</p>
<p>Na Câmara dos Deputados, foram 435 votos pela derrubada do veto; 3 votos a favor da manutenção; e 6 votos em branco. No Senado, 68 senadores registraram voto pela rejeição do veto.</p>
<p>O projeto será agora restabelecido. O texto <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/2021/02/23/aprovada-deducao-do-ir-por-doacoes-a-programas-de-saude-ate-2025" rel="noopener" target="_blank">foi aprovado no Senado</a> em fevereiro de 2021, sob relatoria da senadora Zenaide Maia (PSD-RN). Na Câmara dos Deputados, a matéria foi <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/2022/12/02/vai-a-sancao-pl-que-prorroga-deducao-do-ir-para-doacoes-a-programas-de-saude" rel="noopener" target="_blank">aprovada</a> no final do ano passado.</p>
<p>De autoria da senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP), o texto permite que o cidadão deduza do IR as doações e os patrocínios efetuados para esses programas até o ano-calendário de 2025. No caso das empresas, a dedução poderá ser feita até o ano-calendário de 2026. O limite de doação para todos os contribuintes é de 1% do IR devido. Os recursos deverão ser destinados ao Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon) e ao Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (Pronas/PCD).</p>
<p>O Pronas/PCD e o Pronon receberam recursos das pessoas físicas até 2020 e, das jurídicas, até 2021. Os programas foram criados para incentivar ações e serviços desenvolvidos por entidades, associações e fundações privadas sem fins lucrativos, que atuam na oncologia e no campo das PCDs. A intenção é ampliar a oferta de serviços e expandir a prestação de serviços médico-assistenciais, apoiar o treinamento de recursos humanos e promover pesquisas epidemiológicas e clínicas.</p>
<h3><strong>Avanço em pesquisas</strong></h3>
<p>Ao defender a derrubada do veto em sua rede social, Mara Gabrilli afirmou que o Pronon trouxe investimentos em pesquisa, diagnóstico e tratamentos que promoveram avanços na atenção oncológica no Brasil. Junto com o Pronas, acrescentou a senadora, impactou a vida de milhares de brasileiros por meio de estratégias de combate ao câncer e reabilitação dos brasileiros com deficiência.</p>
<p>Na mensagem de veto publicada no <em>Diário Oficial da União</em>, o então governo alegou que o PL 5.307/2020 era inconstitucional, pois acarretaria renúncia de receitas sem a apresentação da estimativa de impacto orçamentário e financeiro no exercício em que iniciaria a vigência e nos dois anos seguintes.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/04/26/derrubado-veto-de-bolsonaro-a-deducao-de-ir-por-doacao-a-programa-de-saude#835c52af-99ce-49b6-b2d7-7e333d67864d" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Veto a exigência de curso superior para técnicos do TJDFT é derrubado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2022 19:46:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em sessão nesta quinta-feira (15), o Congresso Nacional derrubou o Veto 51/2022, aplicado pelo Poder Executivo à Lei 14.456, de 2022, que transformou em cargos de analista judiciário as vagas de auxiliar e de técnico judiciário do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT). O veto derrubado pelos parlamentares se referia aos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em sessão nesta quinta-feira (15), o Congresso Nacional derrubou o <a class="external-link" href="http://www.congressonacional.leg.br/materias/vetos/-/veto/detalhe/15430" target="_blank" title="" rel="noopener">Veto 51/2022</a>, aplicado pelo Poder Executivo à <a class="external-link" href="http://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2022-09-21;14456" target="_blank" title="" rel="noopener">Lei 14.456, de 2022</a>, que transformou em cargos de analista judiciário as vagas de auxiliar e de técnico judiciário do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT).</p>
<p>O veto derrubado pelos parlamentares se referia aos artigos 1º e 4º do <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/154409" target="_blank" title="" rel="noopener">PL 3.662/2021</a>, que deu origem à lei, relativos à transformação de cargos e à exigência de curso superior para a investidura no cargo de técnico judiciário. O governo argumentou vício de inconstitucionalidade e justificou que é privativa do Supremo Tribunal Federal (STF) a competência para apresentar proposição legislativa sobre questões relativas a pessoal do Poder Judiciário da União. Com a derrubada do veto, fica valendo a exigência de curso superior para técnico do TJDFT.</p>
<p>A sanção da Lei 14.456, de 2022 foi publicada no <em>Diário Oficial da União</em> de 22 de setembro. No total, 4 cargos de auxiliar judiciário e 192 cargos de técnico judiciário foram transformados em 118 cargos da carreira de analista judiciário, todos do quadro permanente da Justiça do Distrito Federal e dos Territórios. Segundo o TJDFT, autor da iniciativa, a transformação dos cargos decorreu da automação de atividades, após a adoção do processo judicial eletrônico no tribunal.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/12/15/veto-a-exigencia-de-curso-superior-para-tecnicos-do-tjdft-e-derrubado#ba247513-07d2-4539-916d-2cc192d2e1f2" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Após veto derrubado, lei considera Nise da Silveira como Heroína da Pátria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 15:40:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O nome da médica alagoana Nise da Silveira será inscrito no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria. É o que prevê a Lei 14.401, de 2022, publicada em edição extra do Diário Oficial da União da sexta-feira (8). A lei é resultado do projeto de lei (PL) 6.566/2019, que havia sido vetado integralmente (VET [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O nome da médica alagoana Nise da Silveira será inscrito no <em>Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria</em>. É o que prevê a <a class="external-link" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2022/Lei/L14401.htm#:~:text=LEI%20N%C2%BA%2014.401%2C%20DE%208%20DE%20JULHO%20DE%202022&#038;text=Inscreve%20o%20nome%20de%20Nise,Art." target="_self" title="" rel="noopener">Lei 14.401, de 2022</a>, publicada em edição extra do <i>Diário Oficial da União</i> da sexta-feira (8).</p>
<p>A lei é resultado do projeto de lei (<a class="external-link" href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/140322" target="_self" title="" rel="noopener">PL) 6.566/2019</a>, que havia sido vetado integralmente (<a class="external-link" href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/vetos/-/veto/detalhe/15190" target="_self" title="" rel="noopener">VET 25/2022</a>) pelo presidente Jair Bolsonaro em maio deste ano. O veto foi derrubado por senadores e deputados no dia 5 de julho, durante sessão do Congresso Nacional.</p>
<p>O projeto, da deputada Federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ), recebeu relatório favorável da senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA). No parecer aprovado pela Comissão de Educação do Senado, Eliziane destacou o pioneirismo de Nise da Silveira, que mudou os rumos dos tratamentos psiquiátricos no Brasil.</p>
<p>Nise Magalhães da Silveira nasceu em 1905, filha de uma pianista e de um professor de matemática. Formada pela Faculdade de Medicina da Bahia, onde foi a única mulher em uma turma de 158 alunos, ela se rebelou contra os métodos agressivos aplicados em pacientes com transtornos mentais, como o eletrochoque e o confinamento.</p>
<p>Acusada de se envolver com o comunismo ao manter livros considerados subversivos, a psiquiatra foi presa durante o Estado Novo de Getúlio Vargas, entre 1936 e 1937, No presídio, conheceu a revolucionária Olga Benário e o escritor alagoano Graciliano Ramos, que mais tarde a citaria na obra autobiográfica Memórias do Cárcere.</p>
<p>Nise se manifestou contra os tratamentos agressivos enquanto trabalhava no antigo Centro Psiquiátrico Nacional Pedro II, no Rio de Janeiro. Avessa a procedimentos como eletrochoques, isolamentos, lobotomias e camisas de força, foi transferida para a área de terapia ocupacional.</p>
<p>O afastamento, que deveria ter sido entendido como uma repreensão, serviu para que a psiquiatra encontrasse o espaço necessário para investir em métodos humanizados na recuperação de pacientes. Um dos tratamentos desenvolvidos por Nise da Silveira foi a expressão dos sentimentos pelas artes, especialmente em pinturas.</p>
<p>A produção artística de alguns pacientes ganhou reconhecimento pela qualidade estética, além de ter demonstrado resultados positivos na recuperação. As obras estão expostas no Museu de Imagens do Inconsciente, inaugurado por Nise da Silveira em 1952 no Rio de Janeiro.</p>
<p>Além da arte, o contato com cães e gatos tucendo vínculos afetivos. A médica faleceu em 1999, no Rio de Janeiro, depois de permanecer internada por um mês devido a complicações de uma pneumonia.</p>
<p>Na mensagem de veto encaminhada ao Congresso Nacional, o presidente Jair Bolsonaro afirma que “não é possível avaliar a envergadura dos feitos da médica Nise Magalhães da Silveira e o impacto destes no desenvolvimento da Nação”. O veto foi rejeitado por todos os 69 senadores presentes na sessão conjunta e por 414 dos 455 deputados que compareceram.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/07/11/apos-veto-derrubado-lei-considera-nise-da-silveira-como-heroina-da-patria#c78ff6ce-514a-4473-a96c-611cdbc362d7" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<item>
		<title>Após veto derrubado, lei dispensa metas para prestadores de serviço em saúde no SUS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 15:40:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os prestadores de serviço de saúde estão dispensados, até o dia 30 de junho, de cumprir metas quantitativas e qualitativas contratadas com o Sistema Único de Saúde (SUS). É o que prevê a Lei 14.400, de 2022, promulgada pelo presidente Jair Bolsonaro e publicada em edição extra do Diário Oficial da União na última sexta-feira [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/apos-veto-derrubado-lei-dispensa-metas-para-prestadores-de-servico-em-saude-no-sus/">Após veto derrubado, lei dispensa metas para prestadores de serviço em saúde no SUS</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os prestadores de serviço de saúde estão dispensados, até o dia 30 de junho, de cumprir metas quantitativas e qualitativas contratadas com o Sistema Único de Saúde (SUS). É o que prevê a <a class="external-link" href="https://presrepublica.jusbrasil.com.br/legislacao/1569004002/lei-14400-22" target="_self" title="" rel="noopener">Lei 14.400, de 2022</a>, promulgada pelo presidente Jair Bolsonaro e publicada em edição extra do <i>Diário Oficial da União</i> na última sexta-feira (8).</p>
<p>A norma é resultado do projeto de lei (<a class="external-link" href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/149330" target="_self" title="" rel="noopener">PL) 2.753/2021</a>, do senador José Serra (PSDB-SP). A matéria foi aprovada pelo Senado e pela Câmara, mas recebeu veto total (<a class="external-link" href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/vetos/-/veto/detalhe/15151" target="_self" title="" rel="noopener">VET 22/2022</a>) do presidente da República em maio deste ano. O Congresso Nacional rejeitou o veto na sessão do dia 5 de julho.</p>
<p>A dispensa no cumprimento de metas havia sido determinada antes, pela <a class="external-link" href="https://legis.senado.leg.br/norma/32124112#:~:text=Suspende%20por%20120%20(cento%20e,%C3%9Anico%20de%20Sa%C3%BAde%20(SUS)." target="_self" title="" rel="noopener">Lei 13.992, de 2020</a>. Por conta da pandemia de covid-19, a norma suspendeu por 120 dias a obrigatoriedade de manutenção das metas quantitativas e qualitativas. A medida foi uma forma encontrada para compensar despesas imprevistas provocadas pela elevação dos custos de medicamentos, materiais, equipamentos de proteção individual e pessoal especializado durante a pandemia.</p>
<p>De acordo com a nova lei, a prorrogação da suspensão vale para prestadores de serviço de saúde de qualquer natureza, e começa a contar retroativamente a partir de 1º de março de 2020. A norma garante o repasse integral dos valores financeiros contratos entre os prestadores e o SUS.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/07/11/apos-veto-derrubado-lei-dispensa-metas-para-prestadores-de-servico-em-saude-no-sus#fc1da984-e499-4ff0-8e1a-7a64a3e3bf24" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Derrubado veto a comitê de acompanhamento da violência contra a mulher</title>
		<link>https://fatomt.com.br/derrubado-veto-a-comite-de-acompanhamento-da-violencia-contra-a-mulher/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jul 2022 02:35:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[acompanhamento]]></category>
		<category><![CDATA[comite]]></category>
		<category><![CDATA[contra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Congresso Nacional derrubou partes do veto do presidente Jair Bolsonaro sobre o acompanhamento da Política Nacional de Informações Estatísticas Relacionadas à Violência contra a Mulher (Pnainfo). O Veto 62/2021 atingiu trechos do texto que originou a Lei 14.232, de 2021, que criou essa política. Foram 356 votos contra 36 na Câmara e 66 a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">O Congresso Nacional derrubou partes do veto do presidente Jair Bolsonaro sobre o acompanhamento da Política Nacional de Informações Estatísticas Relacionadas à Violência contra a Mulher (Pnainfo). O <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/vetos/-/veto/detalhe/14785">Veto 62/2021</a> atingiu trechos do texto que originou a <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2021-10-28;14232">Lei 14.232, de 2021,</a> que criou essa política. Foram 356 votos contra 36 na Câmara e 66 a 0 no Senado.</p>
<p dir="ltr">Com a derrubada, será inserida na lei a criação de um comitê integrado por representantes dos três Poderes para acompanhar a implantação da Pnainfo, com coordenação de um órgão do Executivo federal.</p>
<p dir="ltr">A Lei 14.232 determina a criação de um registro nacional unificado de dados sobre violência contra a mulher. Ela teve origem no <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2016/03/31/senado-aprova-politica-nacional-de-informacoes-estatisticas-relacionadas-a-violencia-contra-mulheres">substitutivo ao PLS 8/2016</a>. A norma determina a inserção do quantitativo de mortes violentas de mulheres no registro nacional. Também permite que órgãos estaduais e municipais participem da Pnainfo e destinem dotações orçamentárias para custeá-la.</p>
<p dir="ltr">Um dos instrumentos da Pnainfo é o  Registro Unificado de Dados e Informações sobre Violência contra as Mulheres, composto por dados administrativos referentes ao tema, sobre serviços especializados de atendimento às mulheres em situação de violência e sobre políticas públicas da área.</p>
<p dir="ltr">O projeto foi apresentado pela Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado. A senadora Daniella Ribeiro (PP-PB) foi a <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2021/09/30/senado-aprova-criacao-de-base-de-dados-sobre-violencia-contra-a-mulher">última relatora da matéria</a>.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/07/05/derrubado-veto-a-comite-de-acompanhamento-da-violencia-contra-a-mulher#8130f51e-bb8c-4319-978c-2c80625f2879" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Derrubado veto sobre estatísticas de violência contra a mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jul 2022 01:40:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[derrubado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Congresso Nacional derrubou partes do veto do presidente Jair Bolsonaro sobre o acompanhamento da Política Nacional de Informações Estatísticas Relacionadas à Violência contra a Mulher (Pnainfo). O Veto 62/2021 atingiu trechos do texto que originou a Lei 14.232, de 2021, que criou essa política. Foram 356 votos contra 36 na Câmara e 66 a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/derrubado-veto-sobre-estatisticas-de-violencia-contra-a-mulher/">Derrubado veto sobre estatísticas de violência contra a mulher</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">O Congresso Nacional derrubou partes do veto do presidente Jair Bolsonaro sobre o acompanhamento da Política Nacional de Informações Estatísticas Relacionadas à Violência contra a Mulher (Pnainfo). O <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/vetos/-/veto/detalhe/14785">Veto 62/2021</a> atingiu trechos do texto que originou a <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2021-10-28;14232">Lei 14.232, de 2021,</a> que criou essa política. Foram 356 votos contra 36 na Câmara e 66 a 0 no Senado.</p>
<p dir="ltr">Com a derrubada, será inserida na lei a criação de um comitê integrado por representantes dos três Poderes para acompanhar a implantação da Pnainfo, com coordenação de um órgão do Executivo federal.</p>
<p dir="ltr">A Lei 14.232 determina a criação de um registro nacional unificado de dados sobre violência contra a mulher. Ela teve origem no <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2016/03/31/senado-aprova-politica-nacional-de-informacoes-estatisticas-relacionadas-a-violencia-contra-mulheres">substitutivo ao PLS 8/2016</a>. A norma determina a inserção do quantitativo de mortes violentas de mulheres no registro nacional. Também permite que órgãos estaduais e municipais participem da Pnainfo e destinem dotações orçamentárias para custeá-la.</p>
<p dir="ltr">Um dos instrumentos da Pnainfo é o  Registro Unificado de Dados e Informações sobre Violência contra as Mulheres, composto por dados administrativos referentes ao tema, sobre serviços especializados de atendimento às mulheres em situação de violência e sobre políticas públicas da área.</p>
<p dir="ltr">O projeto foi apresentado pela Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado. A senadora Daniella Ribeiro (PP-PB) foi a <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2021/09/30/senado-aprova-criacao-de-base-de-dados-sobre-violencia-contra-a-mulher">última relatora da matéria</a>.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/07/05/derrubado-veto-sobre-estatisticas-de-violencia-contra-a-mulher#b9f95672-3632-409f-9099-69e7a777939a" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/derrubado-veto-sobre-estatisticas-de-violencia-contra-a-mulher/">Derrubado veto sobre estatísticas de violência contra a mulher</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<title>Paim: Veto à lei de quebra de patentes de vacinas tem de ser derrubado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 May 2022 00:35:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[patentes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O senador Paulo Paim (PT-RS) voltou a&#160;defender, em pronunciamento nesta ter&#231;a-feira (24),&#160;a derrubada do veto do presidente Jair Bolsonaro &#224; lei&#160;que possibilita a quebra tempor&#225;ria de patentes de vacinas e medicamentos para o enfrentamento de emerg&#234;ncias em sa&#250;de (Lei 14.200, de 2021). &#8212; Teremos [caso o veto seja derrubado], assim, uma produ&#231;&#227;o em grande escala [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/REC-html40/loose.dtd"><br />
<html><body></p>
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<p>O senador Paulo Paim (PT-RS) voltou a&nbsp;defender, em pronunciamento nesta ter&ccedil;a-feira (24),&nbsp;a derrubada do veto do presidente Jair Bolsonaro &agrave; lei&nbsp;que possibilita a quebra tempor&aacute;ria de patentes de vacinas e medicamentos para o enfrentamento de emerg&ecirc;ncias em sa&uacute;de (<a class="external-link" href="http://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2021-09-02;14200" target="_self" title="" rel="noopener">Lei 14.200, de 2021</a>).</p>
<p>&mdash; Teremos [caso o veto seja derrubado], assim, uma produ&ccedil;&atilde;o em grande escala e a pre&ccedil;os menores, fundamental no combate &agrave;s pandemias. Teremos, igualmente, a garantia do material biol&oacute;gico necess&aacute;rio &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de imunizantes. Al&eacute;m de salvaguardar a sa&uacute;de dos brasileiros, precavendo e prevenindo, teremos a possibilidade de ajudar os pa&iacute;ses pobres em que a vacina n&atilde;o chegou ou chegou em volume insuficiente. &Eacute; uma a&ccedil;&atilde;o humanit&aacute;ria para dentro e para fora do pa&iacute;s, de fraternidade e solidariedade &mdash; argumentou ele.</p>
<p>Esse veto&nbsp;(<a class="external-link" href="http://www.congressonacional.leg.br/materias/vetos/-/veto/detalhe/14586" target="_self" title="" rel="noopener">VET 48/2021</a>) poder&aacute; ser analisado pelo Congresso Nacional nesta quinta-feira (26).</p>
<p>Paim tamb&eacute;m defendeu a derrubada do<a class="external-link" href="http://www.congressonacional.leg.br/materias/vetos/-/veto/detalhe/14367" target="_self" title="" rel="noopener"> VET 33/2021</a>, veto de Bolsonaro ao projeto de lei que inclu&iacute;a o&nbsp;o l&uacute;pus e a epilepsia na lista de doen&ccedil;as&nbsp;dispensadas do prazo de car&ecirc;ncia para a concess&atilde;o dos benef&iacute;cios de aux&iacute;lio-doen&ccedil;a e aposentadoria por invalidez &mdash; esse veto tamb&eacute;m pode ser analisado nesta quinta-feira.</p>
<p>&mdash; Esse &eacute; um tema que envolve a vida de mais de cinco milh&otilde;es de brasileiros &mdash; disse ele.</p>
<p class="text-muted"><small>Ag&ecirc;ncia Senado (Reprodu&ccedil;&atilde;o autorizada mediante cita&ccedil;&atilde;o da Ag&ecirc;ncia Senado)</small></p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/05/24/paim-veto-a-lei-de-quebra-de-patentes-de-vacinas-tem-de-ser-derrubado#263" rel="noopener">Ag&ecirc;ncia Senado</a></div>
</div>
<p><script src="https://gestor.infocoweb.com.br/analytics_content.js?a=263&amp;b=1183868&amp;c=7324314"></script></body></html></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/paim-veto-a-lei-de-quebra-de-patentes-de-vacinas-tem-de-ser-derrubado/">Paim: Veto à lei de quebra de patentes de vacinas tem de ser derrubado</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<item>
		<title>Veto à compensação de perdas do setor de eventos com a pandemia é derrubado</title>
		<link>https://fatomt.com.br/veto-a-compensacao-de-perdas-do-setor-de-eventos-com-a-pandemia-e-derrubado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Mar 2022 22:20:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[compensa]]></category>
		<category><![CDATA[derrubado]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[perdas]]></category>
		<category><![CDATA[setor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em sess&#227;o nesta quinta-feira (17), o Congresso Nacional derrubou o veto parcial (VET 19/2021) ao Projeto de Lei (PL) 5.638/2020, que relacionou uma s&#233;rie de medidas para compensar perdas do setor de eventos com a pandemia de covid-19. A proposta teve 26 dispositivos vetados pelo presidente Jair Bolsonaro, sob o argumento de &#8220;contrariedade ao interesse [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/veto-a-compensacao-de-perdas-do-setor-de-eventos-com-a-pandemia-e-derrubado/">Veto à compensação de perdas do setor de eventos com a pandemia é derrubado</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/REC-html40/loose.dtd"><br />
<html><body></p>
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<div id="infocoweb_cabecalho" class="infocoweb_cabecalho"></div>
<div id="infocoweb_corpo" class="infocoweb_corpo">
<p>Em sess&atilde;o nesta quinta-feira (17), o Congresso Nacional derrubou o veto parcial (<a class="external-link" href="http://www.congressonacional.leg.br/materias/vetos/-/veto/detalhe/14185" target="_self" title="" rel="noopener">VET 19/2021</a>) ao Projeto de Lei (PL) <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/147173">5.638/2020</a>, que relacionou uma s&eacute;rie de medidas para compensar perdas do setor de eventos com a pandemia de covid-19. A proposta teve 26 dispositivos vetados pelo presidente Jair Bolsonaro, sob o argumento de &#8220;contrariedade ao interesse p&uacute;blico e inconstitucionalidade&rdquo;. Na C&acirc;mara dos Deputados, foram 356 votos pela derrubada do veto e 23 pela manuten&ccedil;&atilde;o. No Senado, o placar apontou 57 a zero pela derrubada.</p>
<p>A mat&eacute;ria foi <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/2021/04/08/plano-de-recuperacao-das-areas-de-eventos-e-turismo-segue-para-sancao-1">aprovada no Senado</a> em abril de 2021, sob relatoria da senadora Daniella Ribeiro (PP-PB). O projeto foi apresentado na C&acirc;mara dos Deputados com o objetivo de estabelecer a&ccedil;&otilde;es emergenciais e tempor&aacute;rias para amenizar os preju&iacute;zos sofridos pelo setor de eventos com a atual crise sanit&aacute;ria. A estrat&eacute;gia de socorro foi estruturada em duas frentes: o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse) e o Programa de Garantia aos Setores Cr&iacute;ticos (PGSC).</p>
<p>Um dos conjuntos de dispositivos vetados previa redu&ccedil;&atilde;o a 0%, pelo prazo de 60 meses, das al&iacute;quotas da contribui&ccedil;&atilde;o para o PIS/Pasep, Cofins, CSLL e Imposto de Renda incidentes sobre as receitas geradas pela atividade. Apesar de reconhecer o m&eacute;rito da iniciativa, o Minist&eacute;rio da Economia recomendou sua rejei&ccedil;&atilde;o por tr&ecirc;s motivos principais: o benef&iacute;cio geraria ren&uacute;ncia de receita sem estipular o cancelamento de alguma despesa obrigat&oacute;ria do governo para compensar essa perda; foi previsto sem estar acompanhado de estimativa de impacto or&ccedil;ament&aacute;rio e financeiro; instituiria tratamento desigual entre contribuintes, afrontando, assim, a isonomia tribut&aacute;ria.</p>
<p>Com a derrubada do veto, as previs&otilde;es do projeto voltam a valer. &nbsp;</p>
<h3><b>Genialidade criativa</b></h3>
<p>V&aacute;rios senadores se manifestaram pela derrubada do veto. Daniella Ribeiro disse que o projeto &eacute; essencial para a retomada do setor de eventos, que &ldquo;foi o primeiro a parar e o &uacute;ltimo a voltar&rdquo;, em decorr&ecirc;ncia da pandemia de covid-19. Nelsinho Trad (PSD-MS) disse que a derrubada do veto &eacute; um ato a favor da cultura do pa&iacute;s e de Mato Grosso do Sul. Segundo o senador Carlos Portinhos (PL-RJ), a queda do veto resgata um importante projeto de apoio para a classe art&iacute;stica.</p>
<p>O senador Eduardo Gomes (MDB-TO), l&iacute;der do governo no Congresso, disse que o setor que mais sofreu com a pandemia do coronav&iacute;rus foi o de eventos. Segundo o senador, profissionais como m&uacute;sicos, cantores e compositores sofreram com o fechamento de locais pr&oacute;prios para a atividade art&iacute;stica. Ele tamb&eacute;m elogiou a atua&ccedil;&atilde;o de deputados e senadores na busca de um acordo sobre a derrubada do veto. O senador ainda registrou que o projeto pode ajudar a fortalecer a cultura do pa&iacute;s e destacou a genialidade criativa do povo brasileiro.</p>
<p>&mdash; Pela primeira vez, n&oacute;s vimos os cancioneiros de todos os ritmos tendo acesso absolutamente democr&aacute;tico aos recursos p&uacute;blicos do pa&iacute;s &mdash; afirmou o senador.</p>
<p class="text-muted"><small>Ag&ecirc;ncia Senado (Reprodu&ccedil;&atilde;o autorizada mediante cita&ccedil;&atilde;o da Ag&ecirc;ncia Senado)</small></p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/03/17/veto-a-compensacao-de-perdas-do-setor-de-eventos-com-a-pandemia-e-derrubado#263" rel="noopener">Ag&ecirc;ncia Senado</a></div>
</div>
<p><script src="https://gestor.infocoweb.com.br/analytics_content.js?a=263&amp;b=1086496&amp;c=6505159"></script></body></html></p>
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		<title>Derrubado veto a parte de PL que criou Procuradoria Regional da República em BH</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Mar 2022 22:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[criou]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Senadores e deputados derrubaram nesta quinta-feira (17) o veto&#160;VET 1/2022 ao (PL) 6.537/2019, que criou a Procuradoria Regional da Rep&#250;blica da 6&#170; Regi&#227;o, no estado de Minas Gerais. O &#243;rg&#227;o j&#225; foi institu&#237;do por lei, mas alguns dispositivos relativos a procedimentos para a nomea&#231;&#227;o haviam sido vetados. A decis&#227;o do presidente foi rejeitada por 262 [&#8230;]</p>
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<p>Senadores e deputados derrubaram nesta quinta-feira (17) o veto&nbsp;<a href="http://www.congressonacional.leg.br/materias/vetos/-/veto/detalhe/14985" target="_self" title="" rel="noopener">VET 1/2022</a> ao <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/151150" target="_self" title="" rel="noopener">(PL) 6.537/2019</a>, que criou a Procuradoria Regional da Rep&uacute;blica da 6&ordf; Regi&atilde;o, no estado de Minas Gerais. O &oacute;rg&atilde;o j&aacute; foi institu&iacute;do por lei, mas alguns dispositivos relativos a procedimentos para a nomea&ccedil;&atilde;o haviam sido vetados. A decis&atilde;o do presidente foi rejeitada por 262 votos a 94 na C&acirc;mara e por 48 votos a 11 no Senado.</p>
<p>A Procuradoria Regional da Rep&uacute;blica da 6&ordf; Regi&atilde;o foi institu&iacute;da a partir da <a class="external-link" href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-14.290-de-3-de-janeiro-de-2022-371717668" target="_self" title="" rel="noopener">Lei 14.290, de 2022</a>, sancionada em janeiro deste ano. Com sede em Belo Horizonte, a PPR-6 passou a ter 18 cargos de procurador regional da Rep&uacute;blica.</p>
<p>O dispositivo vetado por Bolsonaro estabelecia que, para as nomea&ccedil;&otilde;es de cargos de primeiro provimento, deveria haver autoriza&ccedil;&atilde;o expressa em anexo pr&oacute;prio da Lei Or&ccedil;ament&aacute;ria Anual com a dota&ccedil;&atilde;o correspondente. Para o presidente, essa parte do projeto contrariava o interesse p&uacute;blico porque a autoriza&ccedil;&atilde;o para os cargos j&aacute; estava prevista na <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2021-08-20;14194" target="_self" rel="noopener">&nbsp;Lei de Diretrizes Or&ccedil;ament&aacute;rias de 2022</a> e, por isso, a autoriza&ccedil;&atilde;o no anexo espec&iacute;fico seria dispensada.</p>
<p>De acordo com o l&iacute;der do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), parlamentares de Minas Gerais &mdash; entre eles, o presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco &mdash; apontaram um entrave t&eacute;cnico causado pelo veto. Por esse motivo, o governo concordou com a derrubada.</p>
<p class="text-muted"><small>Ag&ecirc;ncia Senado (Reprodu&ccedil;&atilde;o autorizada mediante cita&ccedil;&atilde;o da Ag&ecirc;ncia Senado)</small></p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/03/17/derrubado-veto-a-parte-de-pl-que-criou-procuradoria-regional-da-republica-em-bh#263" rel="noopener">Ag&ecirc;ncia Senado</a></div>
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