O concurso público da Polícia Civil, para cadastro reserva de investigadores e escrivães em Mato Grosso, continua suspenso. A decisão é do juiz Hiram Armênio Xavier Pereira, da 2ª Vara Federal de Mato Grosso, que, a pedido da Defensoria Pública da União, exigiu que a banca examinadora Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) fornecesse imagens das provas do Teste de Aptidão Física (TAF) para eventuais questionamentos e recursos dos participantes.
Dentre as reclamações que ocasionaram a suspensão, consta a suspeita de fraude envolvendo os avaliadores do TAF, que atuam como personal treiner e donos de academia e teriam beneficiado seus próprios alunos durante a realização da prova.
A UFMT já se manifestou sobre o caso e, inicialmente, a instituição negou as filmagens do TAF e alegou que as gravações seriam utilizadas por ela própria e que o edital não prevê a disponibilização aos candidatos. Logo depois emitiu uma nota afirmando que cumprirá a decisão judicial, disponibilizará as imagens e abrirá o prazo para recurso.
Enquanto isso o concurso continuará suspenso por tempo indeterminado.
Confira a nota:

