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	<title>Arquivos responsabilidade - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos responsabilidade - FATO MT</title>
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		<title>Lei de Responsabilidade Educacional exige aprimoramento, avaliam especialistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 22:15:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[aprimoramento]]></category>
		<category><![CDATA[avaliam]]></category>
		<category><![CDATA[educacional]]></category>
		<category><![CDATA[especialistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialistas defenderam nesta quinta-feira (1º) o aperfeiçoamento do projeto de lei que trata da responsabilidade educacional na garantia de oferta e de padrão de qualidade na educação básica pública. Durante debate interativo remoto na Comissão de Educação (CE), os estudiosos criticaram algumas regras contidas no PL 88/2023, especialmente aquelas relacionadas à bonificação de professores e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Especialistas defenderam nesta quinta-feira (1º) o aperfeiçoamento do projeto de lei que trata da responsabilidade educacional na garantia de oferta e de padrão de qualidade na educação básica pública.</p>
<p>Durante debate interativo remoto na Comissão de Educação (CE), os estudiosos criticaram algumas regras contidas no <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/155746" rel="noopener" target="_blank">PL 88/2023</a>, especialmente aquelas relacionadas à bonificação de professores e as consequências desse mecanismo, além da previsão de punição aos profissionais de educação, entre outras medidas</p>
<p>O projeto de lei vem sendo discutido em um ciclo de audiências públicas,  solicitado pela senadora Teresa Leitão (PT-PE) e pelo senador Flávio Arns (PSB-PR), que é o autor da proposição e preside a CE.</p>
<p>A Lei de Responsabilidade Educacional prevê que a qualidade e a oferta do ensino básico público serão medidas e acompanhadas, entre outros, por indicadores do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Também determina que a má gestão poderá ser punida civilmente, inclusive como crime de responsabilidade no caso de prefeitos e de governadores. </p>
<p>Durante o debate, a senadora Teresa reconheceu que a questão da responsabilidade educacional é complexa. Ela ressaltou ainda que a dinâmica da educação vai se tornando mais desafiadora, o que sugere a discussão de novas propostas.</p>
<p><span>—</span> A bonificação, apesar de ser coletiva, criou situações esdrúxulas. Artificializa demais o processo educacional e os vínculos que a lei enseja, principalmente com o Plano Nacional de Educação <span>—</span> afirmou.</p>
<h3><strong>Responsabilidade compartilhada</strong></h3>
<p>A coordenadora-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Andressa Pellanda, defendeu a elaboração de mecanismos de implementação da legislação de forma geral, mas sem a produção de normas legais “que gerem processos de perseguição, punição ou de apontar grandes culpados numa cruzada contra gestores, professores e profissionais da educação”. Propôs que a responsabilidade educacional seja compartilhada, em obediência ao artigo 208 da Constituição e seus dispositivos, com a participação ativa dos demais setores da sociedade.</p>
<p><span>—</span> Isso precisa ser olhado com maior cuidado. A gente tem necessidade de colaboração supletiva com os entes federados. Isso precisa ser tido em conta. Existem vários níveis de responsabilidade, e justamente por isso é muito complexa a responsabilidade educacional. Ela não acontece de forma linear e dentro de uma caixinha<span>— </span>alertou.</p>
<p>Andressa disse ainda que não há como cobrar responsabilidade pontual sem a existência de condições para que o direito à educação seja garantido e a responsabilidade possa ser executada.</p>
<p><span>—</span> Isso diz respeito às condições para o trabalho educacional a ser feito, a falta de formação, de carreira, de infraestrutura nas instituições educacionais, que têm sido ameaçadas por aspectos não só da falta de regulamentação do Fundeb [ Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica] para sua plena implementação, mas pelo arcabouço fiscal, que pressiona o financiamento da educação e vai impedir que as condições sejam garantidas para  cobrar alguma responsabilidade. [O projeto de lei] vai ter que ser modificado, não aconselhamos que seja votado às pressas para amadurecermos outros aspectos da legislação e chegarmos a uma discussão de forma mais azeitada<span>—</span> afirmou.</p>
<h3><strong>Padrão de qualidade</strong></h3>
<p>O professor titular aposentado da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) e diretor de Pesquisa e Avaliação do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), Romualdo Luiz Portela de Oliveira, avaliou que a responsabilização educacional e a oferta de padrão de qualidade deveriam ser tratadas separadamente, e não no bojo de um único projeto de lei.</p>
<p><span>—</span> Os temas não estão tratados de modo equilibrado. Existem problemas entre as condicionantes e os indicadores previstos no projeto. É saudável um prazo de validade da lei, até termos um amadurecimento suficiente para constitucionalizá-lo, a exemplo do Fundeb, para fugir da idealização que não sobrevive ao teste da prática. O padrão de oferta é regido pela lógica da igualdade. É justo que busquemos o padrão de oferta educacional que seja igual ou o menos desigual possível. A mistura de condicionantes com indicadores cria um problemão para a regulamentação, que eu acho que é o buraco desse projeto <span>—</span> avaliou.  </p>
<p>Oliveira defendeu também o detalhamento de recursos, que incluiria elementos de resultados e de processos, como forma de avançar para além da questão que envolve insumos e resultados.</p>
<p><span>—</span> Temos já um dispositivo na Constituição, o artigo 208, que usamos pouco. Temos que distinguir a responsabilidade do Estado da responsabilização do gestor, que ocorre por omissão, crime administrativo, e cuja sanção é sobre o indivíduo. Mas temos que ter também a sanção sobre a administração pública geral com caráter reparatório do gasto que não foi feito nos exercícios seguintes. Só é possível avançar no debate se garantirmos condições mínimas para todos. Os equívocos têm que ser retirados [do projeto de lei]. As bonificações de professores não produzem efeitos equalizadores e aumentam a desigualdade. As medidas de bônus são extremamente complexas, não conseguem controlar a diferença dos alunos <span>—</span> afirmou.</p>
<h3><strong>Responsabilidade do gestor</strong></h3>
<p>Embora tenha ressaltado que o Plano Nacional de Educação (PNE) previa que até 2015 o Brasil já contasse com uma Lei de Responsabilidade Educacional, o diretor de Políticas Públicas do Movimento Todos Pela Educação, Gabriel Barreto Correa, disse que a questão da responsabilidade do gestor não avança porque os projetos que tratam do tema apresentam uma série de indicadores não bem definidos e que fogem à responsabilidade daquele profissional.</p>
<p><span>— </span>O risco de judicialização excessiva é muito perigoso. Isso não significa que o tema não deva avançar. O projeto de lei não necessariamente deveria incidir sobre crimes de responsabilidade de gestores públicos. Os parâmetros precisam ainda ser definidos sobre o que é o Caq (custo aluno qualidade), a questão da bonificação, a evolução dos indicadores de aprendizagem. A aderência de práticas de responsabilidade e os planos de ação são meritórios, têm que avançar nesse sentido, com metas de visibilidade, de transparência, de indicadores de acesso e permanência já existentes, mas sem a ideia de punição dos profissionais de educação, mas de acompanhamento, de monitoramento e de apoio à rede de ensino, que é preciso melhorar<span>—</span> concluiu.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/06/01/lei-de-responsabilidade-educacional-exige-aprimoramento-avaliam-especialistas#dba907a4-ea82-4074-bc5f-2ff8625d4cd1" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>CE debate Lei de Responsabilidade Educacional na quinta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 May 2023 21:15:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>
		<category><![CDATA[educacional]]></category>
		<category><![CDATA[feira]]></category>
		<category><![CDATA[quinta]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) realiza na quinta-feira (1º), a partir das 14h, audiência pública interativa remota sobre o projeto de lei que trata da responsabilidade educacional na garantia de oferta e de padrão de qualidade na educação básica pública. Ela faz parte do ciclo de debates solicitado pela senadora Teresa Leitão [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/ce-debate-lei-de-responsabilidade-educacional-na-quinta-feira/">CE debate Lei de Responsabilidade Educacional na quinta-feira</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) realiza na quinta-feira (1º), a partir das 14h, audiência pública interativa remota sobre o projeto de lei que trata da <span style="background: white">responsabilidade educacional na garantia de oferta e de padrão de qualidade na educação básica pública.</span></p>
<p>Ela faz parte do ciclo de debates solicitado pela senadora Teresa Leitão (PT-PE) e pelo senador Flávio Arns (PSB-PR), que preside a CE e é o autor do <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/155746" rel="noopener" target="_blank">PL 88/2023</a>.</p>
<p>O projeto da Lei de Responsabilidade Educacional prevê que a qualidade e a oferta do ensino básico público serão medidas e acompanhadas, entre outros,</p>
<p>por indicadores do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Também determina que a má gestão poderá ser punida civilmente, inclusive como crime de responsabilidade no caso de prefeitos e governadores. <span style="font-size: 16.0pt"></span></p>
<p>A audiência pública terá a participação, já confirmada, do diretor de Políticas Públicas do Movimento Todos Pela Educação, Gabriel Correa; e do diretor de Pesquisa e Avaliação do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec) e professor titular aposentado da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), Romualdo Luiz Portela de Oliveira.</p>
<p>O debate deverá contar ainda com representantes da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, que ainda não confirmaram a participação nessa videoconferência.</p>
<p>Em 25 de maio, o PL 88/2023 foi debatido na CE com representantes do <span style="background: white">Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed),</span> do Fórum Nacional de Educação (FNE), do Ministério Público de Contas do Estado de São Paulo e da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).</p>
<table class="plain" style="background-color: #d3eef8">
<tbody>
<tr style="background-color: #d3eef8">
<td style="background-color: #d3eef8">
<h4 style="background-color: #d3eef8"><strong>Como participar</strong></h4>
<p style="background-color: #d3eef8">O evento será interativo: os cidadãos podem enviar perguntas e comentários pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou pelo <a class="external-link" href="https://www12.senado.leg.br/ecidadania" rel="noopener" target="_blank" title="">Portal e‑Cidadania</a>, que podem ser lidos e respondidos pelos senadores e debatedores ao vivo. O Senado oferece uma declaração de participação, que pode ser usada como hora de atividade complementar em curso universitário, por exemplo. O <a class="external-link" href="http://www12.senado.leg.br/ecidadania" rel="noopener" target="_blank" title="">Portal e‑Cidadania</a> também recebe a opinião dos cidadãos sobre os projetos em tramitação no Senado, além de sugestões para novas leis.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/29/ce-debate-lei-de-responsabilidade-educacional-na-quinta-feira#aa466d94-3bbd-4c66-9831-3606a58153cf" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Projeto da Lei de Responsabilidade Educacional precisa ser aprimorado, dizem especialistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2023 21:46:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[aprimorado]]></category>
		<category><![CDATA[dizem]]></category>
		<category><![CDATA[educacional]]></category>
		<category><![CDATA[especialistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os especialistas ouvidos nesta quinta-feira (25) defenderam, durante audiência pública na Comissão de Educação (CE), que o projeto da Lei de Responsabilidade Educacional (LRE) precisa ser melhor debatido e analisado para ser aprimorado. A reunião foi conduzida pelo senador Confúcio Moura (MDB-RO). — A aplicação criteriosa de recursos financeiros, a consolidação de uma verdadeira gestão [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/projeto-da-lei-de-responsabilidade-educacional-precisa-ser-aprimorado-dizem-especialistas/">Projeto da Lei de Responsabilidade Educacional precisa ser aprimorado, dizem especialistas</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os especialistas ouvidos nesta quinta-feira (25) defenderam, durante audiência pública na Comissão de Educação (CE), que o projeto da Lei de Responsabilidade Educacional (LRE) precisa ser melhor debatido e analisado para ser aprimorado. A <a href="https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoaudiencia?id=25450" rel="noopener" target="_blank">reunião</a> foi conduzida pelo senador Confúcio Moura (<span>MDB-RO)</span>.</p>
<p>— A aplicação criteriosa de recursos financeiros, a consolidação de uma verdadeira gestão democrática, a criação de programas eficazes e a elaboração e a aplicação de propostas pedagógicas consistentes representam faces distintas mas articuladas da responsabilidade que a sociedade espera e exige das autoridades públicas e dos demais gestores incumbidos de administrar a educação pública — afirmou <span>Confúcio Moura</span>.</p>
<p>O <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/155746" rel="noopener" target="_blank">PL 88/2023</a> é de autoria do presidente da CE, o senador Flávio Arns (PSB-PR), que pediu a audiência junto com a senadora Teresa Leitão (PT-PE).</p>
<p>— A contextualização do processo de avaliação é fundamental. [&#8230;] Nós não queremos uma avaliação meramente punitiva. Nós queremos uma avaliação que aponte onde é que a gente precisa redirecionar, onde a gente precisa repactuar, onde a gente precisa redimensionar as condições. As escolas são diferentes nas suas oportunidades, nas suas estruturas, nas suas condições, no perfil do corpo docente e dos estudantes — disse a senadora.</p>
<p>A <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/02/17/arns-propoe-indicadores-para-avaliar-qualidade-do-ensino-publico-basico?_gl=1*wtxa4n*_ga*MTk5NDc3NjkyOS4xNTg2MTk3NTky*_ga_CW3ZH25XMK*MTY4NTAzNDcxNS4xMDkuMS4xNjg1MDM0NzkwLjAuMC4w" rel="noopener" target="_blank">proposta</a> prevê que a qualidade e a oferta do ensino básico público serão medidos e acompanhados, entre outros, por indicadores do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Também determina que a má gestão poderá ser punida civilmente — inclusive como crime de responsabilidade no caso de prefeitos e governadores. De acordo com o texto, a LRE é um dos instrumentos que precisam ser criados no país por força do Plano Nacional de Educação (PNE) 2014-2024.</p>
<h3><strong>Indicadores</strong></h3>
<p>Representando o Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), o secretário da Educação do Pará, Rossieli Soares da Silva, defendeu a criação de um grupo de trabalho para discutir quais parâmetros e indicadores serão usados pela avaliação proposta pelo projeto. </p>
<p>Ele sugeriu que este grupo tenha representantes do Consed, do Ministério da Educação, da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), da Frente Nacional dos Prefeitos (FNP), do Conselho Nacional de Educação (CNE), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), além dos ministérios públicos e tribunais de contas.</p>
<p>— Como usar indicadores nacionais para estados tão diferentes como São Paulo e Pará? [&#8230;] Quais indicadores serão usados como parâmetros para a responsabilização? — indagou Silva.</p>
<p>O secretário disse que o uso de parâmetros avaliativos nacionais precisa levar em conta as realidades distintas entre as várias regiões do país. Para ele, os gestores precisam de metas que realmente possam ser alcançadas, de acordo com cada realidade regional.</p>
<p>— Nós temos inúmeros outros indicadores que estão fora da educação, mas que influenciam diretamente. Educação não é uma área isolada, a pobreza e a fome, por exemplo, são dois dos elementos que mais incidem sobre resultados dentro da educação e eles nunca serão resolvidos somente pela educação, apesar da educação ter um papel importante quando a gente fala na alimentação escolar — acrescentou o secretário.</p>
<h3><strong>Infraestrutura</strong></h3>
<p>Representando o Fórum Nacional de Educação (FNE), o presidente do Centro de Estudos Educação e Sociedade (Cedes), Sérgio Stoco, defendeu a criação de um Sistema Nacional de Educação que articule a cooperação entre União, estados e municípios. Em sua opinião, a LRE só será eficaz se houver um acompanhamento mais rigoroso das metas do PNE e dos planos de educação estaduais e municipais. </p>
<p>Para ele, a responsabilidade educacional e a consequente responsabilização dos gestores precisam levar em conta também as condições de infraestrutura do sistema escolar brasileiro e as condições efetivas de cada cidade e cada estado, inclusive sobre as remunerações dos professores e demais profissionais da educação, que variam muito no Brasil.</p>
<p>A procuradora do Ministério Público de Contas do Estado de São Paulo, a professora Élida Graziane Pinto, sugeriu a criação de uma responsabilidade solidária federativa, para que o país defina quais as obrigações de cada ente da Federação no sistema educacional. Em sua avaliação, o Brasil precisa fazer um diagnóstico completo das metas do PNE 2014-2024 que não foram cumpridas, “sem vilanizar os secretários de educação”.</p>
<p>— A gente tem que aprender com o que deu errado para projetar o próximo PNE, a começar pelo caminho do dinheiro — disse a procuradora.</p>
<p>Também participou da audiência pública o vice-presidente da <span>União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime),</span> Alessio Costa Lima. Para ele, o Congresso precisa tomar cuidado para que a futura LRE não acabe sendo judicializada.</p>
<p>— Como responsabilizar um secretário de educação de um município que tem uma realidade educacional e cultural diferente de outro município com realidade econômica diferente? Como posso responsabilizar um gestor de um município que tem menos condições de investimento?</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/25/projeto-da-lei-de-responsabilidade-educacional-precisa-ser-aprimorado-dizem-especialistas#ba100cbc-1fa7-47ea-bd7c-55219396e6f2" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/projeto-da-lei-de-responsabilidade-educacional-precisa-ser-aprimorado-dizem-especialistas/">Projeto da Lei de Responsabilidade Educacional precisa ser aprimorado, dizem especialistas</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Responsabilidade sanitária dos entes federados no SUS avança na CCJ</title>
		<link>https://fatomt.com.br/responsabilidade-sanitaria-dos-entes-federados-no-sus-avanca-na-ccj/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2023 16:45:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[entes]]></category>
		<category><![CDATA[federados]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[sanitaria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (24) projeto com objetivo de garantir mais transparência no Sistema Único de Saúde (SUS). Denominado projeto da Lei da Responsabilidade Sanitária, a proposta delimita melhor as responsabilidades da União, de estados e municípios na área da saúde. O PL 1.746/2019, do senador Rogério Carvalho (PT-SE), estabelece [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (24) projeto com objetivo de garantir mais transparência no Sistema Único de Saúde (SUS). Denominado projeto da Lei da Responsabilidade Sanitária, a proposta delimita melhor as responsabilidades da União, de estados e municípios na área da saúde.</p>
<p>O <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/135962" rel="noopener" target="_blank">PL 1.746/2019</a>, do senador Rogério Carvalho (PT-SE), estabelece instrumentos legais de governança, controle, fiscalização, responsabilização e prestação de contas para o SUS. O relator, senador Otto Alencar (PSD-BA), apresentou parecer favorável ao projeto, apenas com duas emendas de redação. A proposta seguirá para a decisão final da Comissão de Assuntos Sociais (CAS). </p>
<p>Rogério Carvalho explicou que seu projeto é &#8220;uma contribuição para a necessária reforma sanitária e gerencial, de modo a viabilizar a efetivação do papel do Estado brasileiro na prestação das ações e serviço de saúde e gestão do sistema, assentado sobre os princípios constitucionais da universalidade, descentralização e integralidade&#8221;.</p>
<h3><strong>Transparência</strong></h3>
<p>O texto estabelece instrumentos legais de governança e responsabilização sanitária dos entes federados na integração de suas ações e serviços de saúde, e consolida boa parte das ações interfederativas praticadas e expressas nas normas reguladoras do setor de saúde. Para isso, os governos federal, estaduais e municipais passariam a exigir uns dos outros o cumprimento de metas de desempenho, com cobrança de resultados e avaliação do grau de satisfação do usuário. Essas metas serão firmadas no Plano de Saúde, mediante Pacto Federativo.</p>
<p>Segundo Rogério Carvalho, o SUS precisa ter transparência. &#8220;Precisamos saber quem foi atendido, qual foi o tipo de atendimento, onde foi, em qual estado, cidade, quem foi o profissional que prestou o serviço e quanto custou esse atendimento. Dessa maneira, teremos como planejar melhor e cuidar da saúde do povo brasileiro&#8221;, afirmou o autor.</p>
<h3><strong>Regionais</strong></h3>
<p>“A Lei de Responsabilidade Sanitária tem o fito de estabelecer instrumentos para os gestores atenderem às exigências de desempenho previstas no Plano de Saúde”, explicou Rogério Carvalho. Para viabilizar essa iniciativa, o projeto determina que devem ser firmados contratos de ação pública com cada uma das regionais sanitárias em que seria dividido o país.</p>
<p>Também são previstos outros instrumentos para viabilizar a proposta central e concretizar a pactuação intrafederativa, entre eles: mapa sanitário; diretrizes para a descentralização; pactuação da responsabilidade sanitária de cada ente; sistema de garantia de acesso; rede interfederativa de saúde para viabilizar a governança; e outros.</p>
<h3><strong>Rede de ações</strong></h3>
<p>Otto Alencar afirmou que seu relatório na CCJ trata dos aspectos de direito constitucional e administrativo, e que a análise de mérito da parte específica da saúde e do SUS caberá à próxima comissão permanente a analisá-lo, a CAS, que dará a decisão final do Senado sobre o projeto.</p>
<p>Sendo assim, segundo o relator, a União pode estabelecer normas gerais sobre proteção e defesa da saúde, cabendo-lhe ainda, em concorrência com as demais entidades federativas, cuidar da saúde e da assistência pública. Isso se harmoniza com o fato de o SUS ser constituído por um conjunto de ações e serviços públicos de saúde que integram uma rede regionalizada e hierarquizada.</p>
<p>Otto acatou emenda apresentada pelo senador Marcio Bittar (União-AC) suprimindo dois artigos do projeto que pretendiam regulamentar aspectos orçamentários da saúde, como emprego de emendas e liberação de recursos, algo que só pode ser feito por meio de emenda constitucional, não cabendo, portanto, em projeto de lei ordinária. O relator também apresentou duas emendas para fazer ajustes de redação.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/24/responsabilidade-sanitaria-dos-entes-federados-no-sus-avanca-na-ccj#0779a50b-87e1-4213-ae05-1a49bf5693bd" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Projeto de Lei de Responsabilidade Educacional será tema de debate na quinta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 May 2023 18:45:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>
		<category><![CDATA[educacional]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
		<category><![CDATA[quinta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Educação (CE) realiza na quinta-feira (25), às 14h, a primeira audiência pública destinada a instruir o projeto do senador Flávio Arns (PSB-PR) da Lei de Responsabilidade Educacional (PL 88/2023). A proposição estabelece medições da qualidade e da oferta do educação básica e impõe o compromisso dos gestores públicos com o ensino, submetendo-os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Educação (CE) realiza na quinta-feira (25), às 14h, a primeira audiência pública destinada a instruir o projeto do senador Flávio Arns (PSB-PR) da Lei de Responsabilidade Educacional (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/155746" rel="noopener" target="_blank">PL 88/2023</a>). A proposição <span>estabelece medições da qualidade e da oferta do educação básica e impõe o compromisso dos gestores públicos com o ensino, submetendo-os a punições civis e criminais em caso de má gestão.</span></p>
<p><span>Foram convidados para o debate a </span><span>p</span><span>rocuradora do Ministério Público de Contas do Estado de São Paulo, Elida Graziane Pinto; o vice-presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Alessio Costa Lima</span><span>; o presidente do Centro de Estudos Educação &#038; Sociedade (Cedes), Sérgio Stoco; </span><span>e representantes do Ministério da Educação, da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e da Secretaria de Controle Externo da Educação, da Cultura e do Desporto do Tribunal de Contas da União (TCU).</span></p>
<p><span>A audiência será a primeira do ciclo de dois debates sobre a Lei de Responsabilidade Educacional, realizado a </span><span>requerimento </span><span>de </span><span>Arns e </span><span>da </span><span>senadora Teresa Leitão (PT-PE). </span><span>O PL 88/2023 é relatado pelo senador Confúcio Moura (MDB-RO).</span></p>
<table class="plain" style="background-color: #d3eef8">
<tbody>
<tr style="background-color: #d3eef8">
<td style="background-color: #d3eef8">
<h4 style="background-color: #d3eef8"><strong>Como participar</strong></h4>
<p style="background-color: #d3eef8">O evento será interativo: os cidadãos podem enviar perguntas e comentários pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou pelo <a class="external-link" href="https://www12.senado.leg.br/ecidadania" rel="noopener" target="_blank" title="">Portal e‑Cidadania</a>, que podem ser lidos e respondidos pelos senadores e debatedores ao vivo. O Senado oferece uma declaração de participação, que pode ser usada como hora de atividade complementar em curso universitário, por exemplo. O <a class="external-link" href="http://www12.senado.leg.br/ecidadania" rel="noopener" target="_blank" title="">Portal e‑Cidadania</a> também recebe a opinião dos cidadãos sobre os projetos em tramitação no Senado, além de sugestões para novas leis.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/19/projeto-de-lei-de-responsabilidade-educacional-sera-tema-de-debate-na-quinta#cc244e48-e2a2-4fc1-ba77-4f0529756b8b" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>EUA mantêm redes sociais isentas de responsabilidade sobre conteúdos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 May 2023 14:47:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[conteudos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Unsplash/Azamat E Redes sociais não podem ser punidas por conteúdo publicado por usuários A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu nesta quinta-feira (18) manter a interpretação sobre a Seção 230, lei que prevê que as plataformas digitais não podem ser responsabilizadas pelo que os usuários publicam nelas. No Brasil, uma regra similar será julgada pelo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5i/4k/oz/5i4kozque8zofaf6d4yiwhy2i.jpg" width="906" height="509" alt="Redes sociais não podem ser punidas por conteúdo publicado por usuários" title="Redes sociais não podem ser punidas por conteúdo publicado por usuários"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Unsplash/Azamat E</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Redes sociais não podem ser punidas por conteúdo publicado por usuários</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu nesta quinta-feira (18) manter a interpretação sobre a Seção 230, lei que prevê que as plataformas digitais não podem ser responsabilizadas pelo que os usuários publicam nelas. No Brasil, uma  <a href="https://tecnologia.ig.com.br/2023-05-17/stf-julga-artigo-marco-civil-internet-influencia-pl-fake-news.html" data-mce-href="https://tecnologia.ig.com.br/2023-05-17/stf-julga-artigo-marco-civil-internet-influencia-pl-fake-news.html">regra similar será julgada pelo Supremo Tribunal Federal</a>  (STF) em junho.  </p>
<p>A decisão da Suprema Corte dos EUA se referiu a duas ações que acusavam o Google e o Twitter de serem responsáveis por recomendarem conteúdos terroristas nas plataformas. As ações foram movidas pelas famílias de vítimas em atentados terroristas.</p>
<p>A manutenção da interpretação da Seção 230 foi unânime, impedindo que as empresas sejam responsabilizadas por conteúdos veiculados nas plataformas que incentivavam ataques terroristas. O Google comemorou a decisão, afirmando que ela garante a &#8220;liberdade de expressão online&#8221;.</p>
<h3>Caso brasileiro</h3>
<p>No Brasil, há uma regra similar à Seção 230 estadunidense, que é o artigo 19 do Marco Civil da Internet. O artigo prevê que as plataformas digitais só podem ser responsabilizadas civilmente por danos causados por conteúdos publicados por usuários caso descumpram uma ordem judicial.  </p>
<p>Isso significa, por exemplo, que se um usuário difama outro no Facebook, a rede social não pode ser responsabilizada pelas consequências deste conteúdo, a não ser que o caso tenha chegado a julgamento, um juiz tenha determinado a remoção do conteúdo e o Facebook não tenha removido a publicação em questão.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://tecnologia.ig.com.br/2023-04-17/twitter-rotular-restringir-publicacoes-discurso-odio.html" title="Twitter vai rotular e restringir publicações com discurso de ódio" target="_self" rel="noopener">Twitter vai rotular e restringir publicações com discurso de ódio</a> </li>
<li> <a href="https://tecnologia.ig.com.br/2023-05-17/youtube-mostra-videos-armas-ataques-escolas-criancas-gamers.html" title="YouTube mostra vídeos de armas e ataques em escolas a crianças gamers" target="_self" rel="noopener">YouTube mostra vídeos de armas e ataques em escolas a crianças gamers</a> </li>
<li> <a href="https://tecnologia.ig.com.br/2023-04-20/comite-meta-pede-investigacao-algoritmo-desinformacao.html" title="Comitê pede que Meta investigue se algoritmo aumenta desinformação" target="_self" rel="noopener">Comitê pede que Meta investigue se algoritmo aumenta desinformação</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Em junho, o STF vai julgar um caso que questiona a constitucionalidade do artigo 19 do Marco Civil da Internet. É possível que o Supremo decida que, em determinados casos, as redes sociais podem ser responsabilizadas se mantiverem conteúdos no ar, mesmo antes de determinação judicial.  </p>
<p>O caso tem potencial de afetar o Projeto de Lei 2630/2020 (PL das Fake News), que tramita na Câmara dos Deputados. Isso porque se o STF decidir que as plataformas podem ser responsabilizadas por conteúdos desinformativos e violentos, por exemplo, essa discussão pode ser deixada de lado no PL das Fake News.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://tecnologia.ig.com.br/2023-05-19/eua-mantem-redes-sociais-isentas-responsabilidade-sobre-conteudos.html#b43577b3-8207-4ad6-8588-e92faf3d8de6" rel="noopener">Tecnologia</a></p>
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		<item>
		<title>Lei de Responsabilidade Educacional está na pauta da CE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 May 2023 18:45:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[educacional]]></category>
		<category><![CDATA[pauta]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em reunião na terça-feira (16), às 10h, a Comissão de Educação (CE) poderá votar um projeto de lei que estabelece medições da qualidade e da oferta do educação básica e impõe o compromisso dos gestores públicos com o ensino, submetendo-os a punições civis e criminais em caso de má gestão. O projeto (PL 88/2023), apresentado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em reunião na terça-feira (16), às 10h, a Comissão de Educação (CE) poderá votar um projeto de lei que estabelece medições da qualidade e da oferta do educação básica e impõe o compromisso dos gestores públicos com o ensino, submetendo-os a punições civis e criminais em caso de má gestão. O <span>projeto (</span><a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/155746" rel="noopener" target="_blank"><span>PL 88/2023</span></a><span>), apresentado pelo senador Flávio Arns (PSB-PR), </span><span>tem relatório favorável do senador Confúcio Moura (MDB-RO). </span></p>
<p><span>Arns </span><span>argumenta que </span><span>a ausência de uma lei de </span><span>responsabilização educacional </span><span>trouxe resultados particularmente negativos durante a pandemia da covid-19, especialmente nos níveis de aprendizagem dos estudantes mais jovens. O autor ressalta que </span><span>“estamos muito habituados a ouvir sobre a Lei de Responsabilidade Fiscal&#8221;, mas também é necessária </span><span>uma legislação “capaz de incentivar o crescente fortalecimento da cultura de responsabilidade educacional por parte dos nossos gestores públicos”. </span></p>
<p>O PL 88/2023 prevê que o desempenho da qualidade na educação seja medido por indicadores que levam em conta metas e diretrizes previstas em leis como o <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2014-06-25;13005" rel="noopener" target="_blank">Plano Nacional de Educação</a> (PNE) e na própria Constituição Federal. A má gestão poderá ser punida civilmente e, no caso de prefeitos e governadores, até como crime de responsabilidade. D<span>anos causados à oferta regular e à qualidade da educação básica pública poderão ser objeto de reparação judicial via ação civil pública, estabelece o texto.</span></p>
<p>Por meio de uma emenda, Confúcio Moura sugere que a frequência de prestação de contas da gestão educacional para o Legislativo seja maior. No texto original, os relatórios seriam entregues até o final do quarto mês do último ano do mandato. Com a alteração, relatórios parciais devem ser enviados anualmente. Além disso, um levantamento geral sobre os avanços obtidos deverá ser apresentado por prefeitos e governadores no último ano do mandato.</p>
<p>Para o relator, por meio dessa medida, “a sociedade como um todo terá melhores condições de acompanhar, fiscalizar e monitorar os resultados da governança educacional em sua região ou localidade”.</p>
<p><span>A decisão da CE é terminativa: se for aprovado e não houver recurso para votação em Plenário, o texto seguirá diretamente para análise da Câmara dos Deputados.</span></p>
<h3><b><span>P</span><span>lano Nacional de Educação</span></b></h3>
<p><span>A Comissão de Educação também deverá votar requerimento </span><span>(<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/157312" rel="noopener" target="_blank">REQ 43/2023 — CE</a>)</span><span> da senadora Damares Alves (Republicanos-DF) para promoção de uma série de cinco audiências públicas no contexto da meta 7 do Plano Nacional de Educação (PNE) 2014-2024. A meta 7 do PNE prevê o fomento à “qualidade da educação básica em todas as etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem”, com o objetivo de elevação gradual das médias nacionais para o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).</span></p>
<p><span>As audiências propostas tratarão de questões como enfrentamento da violência escolar e sexual, métodos de avaliação de qualidade do ensino, oferta diferenciada de educação para pessoas com deficiência e situação da infraestrutura escolar.</span></p>
<p><span>As audiências deverão receber </span><span>“</span><span>especialistas e destinatários diretamente envolvidos com as ações adotadas, no desdobramento do PNE, com vistas a imprimir efetividade a essa política</span><span>“, explica Damares. </span></p>
<h3><b><span>Homenagens</span></b></h3>
<p>Também está na pauta da CE, em caráter terminativo, o projeto do senador Paulo Paim (PT-RS) que inscreve os nomes de <span>Nelson José da Silva, Eratóstenes de Almeida Gonsalves, João Batista Lage e Ailton Pereira de Oliveira no </span><span><i>Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria </i>(<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/156130" rel="noopener" target="_blank">PL 1.053/2023</a>)</span><span>. Os homenageados, servidores do Ministério do Trabalho, foram mortos em 28 de janeiro de 2004 na chamada Chacina de Unaí (MG), quando atuavam em fiscalização na zona rural. A senadora Teresa Leitão (PT-PE), relatora, recomenda a aprovação da matéria.</span></p>
<p><span>O nome </span><span>da médica</span><span> Maria José Camargo Aragão também poderá ser inscrito no </span><span><i>Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria</i></span><span>, segundo projeto (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/152517" rel="noopener" target="_blank">PL 761/2022</a>) da senadora Eliziane Gama (PSD-MA). </span><span>A homenageada se destacou pelo atendimento aos mais carentes e deixou, segundo Eliziane, “legado de coragem, desprendimento e determinação”. O relatório da senadora Jussara Lima (PSD-PI) é favorável ao projeto.</span></p>
<p align="left"><span>A CE ainda poderá votar o projeto que confere a Cerro Azul (PR) o título de Capital Nacional da Ponkan (<a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/155540" rel="noopener" target="_blank">PL 3.028/2022</a>); o que reconhece o cristianismo como manifestação cultural nacional (<a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/155095" rel="noopener" target="_blank">PL 4.168/2021</a>); a denominação de Prefeito Tico Pinheiro a trecho da BR-419 em Mato Grosso do Sul (<a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/150255" rel="noopener" target="_blank">PL 3.521/2021</a>); o reconhecimento do transporte </span><span>“pau de arara” em romarias religiosas como manifestação da cultura nacional (<a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/148478" rel="noopener" target="_blank">PL 1.849/2021</a>); a denominação de Joaquim Machado de Souza à ponte na BR-364, no Acre (<a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/148712" rel="noopener" target="_blank">PL 1.901/2019</a>); e a inclusão da Caminhada da Água nas comemorações do Dia Mundial da Água (<a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/150319" rel="noopener" target="_blank">PL 3.639/2021</a>).</span><span></span></p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/12/lei-de-responsabilidade-educacional-esta-na-pauta-da-ce#b6bb9fb4-22df-40f3-a0f4-48fd03539d2c" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/lei-de-responsabilidade-educacional-esta-na-pauta-da-ce/">Lei de Responsabilidade Educacional está na pauta da CE</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Arcabouço: texto não vai prever crime de responsabilidade, diz relator</title>
		<link>https://fatomt.com.br/arcabouco-texto-nao-vai-prever-crime-de-responsabilidade-diz-relator/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2023 13:16:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[arcabou]]></category>
		<category><![CDATA[crime]]></category>
		<category><![CDATA[prever]]></category>
		<category><![CDATA[relator]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[texto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agência Câmara Deputado federal Cláudio Cajado (PP-BA), relator do arcabouço fiscal na Câmara O relator do arcabouço fiscal na Câmara, deputado Cláudio Cajado (PP-BA), afirmou que pode inserir no texto do projeto o retorno dos bloqueios obrigatórios de despesas do governo, mas não deve fazer com que o descumprimento das metas fiscais seja considerado crime [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9t/u7/um/9tu7umu4ydpbfy72j8pp3qptt.jpg" width="906" height="509" alt="Deputado federal Cláudio Cajado (PP-BA), relator do arcabouço fiscal na Câmara" title="Deputado federal Cláudio Cajado (PP-BA), relator do arcabouço fiscal na Câmara"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Agência Câmara</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Deputado federal Cláudio Cajado (PP-BA), relator do arcabouço fiscal na Câmara</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O relator do <a href="https://economia.ig.com.br/2023-03-30/arcabouco-fiscal-o-que-e.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-03-30/arcabouco-fiscal-o-que-e.html">arcabouço fiscal</a>  na Câmara, deputado Cláudio Cajado (PP-BA), afirmou que pode inserir no texto do projeto o retorno dos bloqueios obrigatórios de despesas do governo, mas não deve fazer com que o descumprimento das metas fiscais seja considerado crime de responsabilidade.  </p>
<p class="">Após conversas com deputados, Cajado deve concluir as modificações no texto do arcabouço fiscal ainda nesta semana.</p>
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<p> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-18/arcabouco-fiscal-meta-descumprida-presidente-justificativa.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-04-18/arcabouco-fiscal-meta-descumprida-presidente-justificativa.html">O projeto enviado pelo governo ao Congresso não prevê infração à Lei de Responsabilidade Fiscal</a>  (LRF) caso o presidente da República descumpra as metas de resultado das contas públicas. O texto prevê somente que o governo preste explicações ao Congresso e sinalize medidas de correção. Esse é um dos maiores pontos de críticas de deputados da oposição.</p>
<p>&#8220;O que se desejaria é que se adicionassem gatilhos que contingenciassem algumas despesas. E nesse sentido, estamos conversando com as demais bancadas, conversando com os deputados e líderes para convergirmos em uma medida que não haja, em última consequência, a questão do crime de responsabilidade&#8221;, afirmou Cajado, em entrevista à Globonews neste domingo (7).</p>
<p>No texto apresentado pelo governo, o bloqueio de despesas para cumprimento das metas fiscais se tornou facultativo. No caso de descumprimento das metas fiscais, o crescimento de despesas fica limitado a 50% do aumento da receita &#8211; em cenários de cumprimento das metas, o crescimento pode ser de 70%.</p>
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<p class="">&#8220;Nós estamos construindo um meio termo que possamos fazer com que essas metas sejam perseguidas e os gestores têm de fato essa viabilidade de atingir esse objetivo, mas ao mesmo tempo, afastemos essa questão do crime de responsabilidade que em última análise seria o impeachment do presidente da República&#8221;, completou Cajado.  </p>
<p>O relator afirmou que ainda não concluiu as alterações no texto, mas que deve fazer isso até a próxima quarta-feira (10). Na semana passada, Cajado se reuniu com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e com a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, para discutir as alterações no projeto.</p>
<p>Na ocasião,  <a href="https://economia.ig.com.br/2023-05-04/haddad-punicao-descumprimento-metas-arcabouco-medieval.html?Foto1" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-05-04/haddad-punicao-descumprimento-metas-arcabouco-medieval.html?Foto1">Haddad disse</a> a jornalistas que a &#8220;espinha dorsal&#8221; do projeto foi mantida, e afirmou que estabelecer punição ao presidente da República no caso de descumprimento das metas de resultado das contas públicas &#8220;é uma coisa muito atrasada, quase medieval&#8221;.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-05-08/arcabouco-fiscal-texto-nao-vai-prever-crime-responsabilidade.html#44ca5fee-bded-48fa-ad6c-0bed53e25434" rel="noopener">Economia</a></p>
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		<title>PGR vai apurar responsabilidade de militares nos atos antidemocráticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Mar 2023 16:52:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[antidemocraticos]]></category>
		<category><![CDATA[apurar]]></category>
		<category><![CDATA[militares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) invadiram a Praça dos Três Poderes no dia 8 de janeiro A Procuradoria-Geral da República (PGR) abriu uma investigação para apurar a responsabilidade de militares nos atos extremistas nos prédios dos Três Poderes, em Brasília, no último 8 de janeiro . Segundo a PGR , o material [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/a1/fj/86/a1fj86l8ros581baxfx190rjx.jpg" width="906" height="509" alt="Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) invadiram a Praça dos Três Poderes no dia 8 de janeiro" title="Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) invadiram a Praça dos Três Poderes no dia 8 de janeiro"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) invadiram a Praça dos Três Poderes no dia 8 de janeiro</div>
</figcaption></figure>
</p>
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<p>A Procuradoria-Geral da República (PGR) abriu uma investigação para apurar a responsabilidade de militares nos <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2023-01-08/manifestantes-bolsonaristas-invasao-congresso-nacional.html" data-mce-href="https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2023-01-08/manifestantes-bolsonaristas-invasao-congresso-nacional.html">atos extremistas nos prédios dos Três Poderes, em Brasília, no último 8 de janeiro</a> .</p>
<p>Segundo a <strong>PGR</strong> , o material relacionado aos integrantes das Forças Armadas foi recebido no último final de semana e vai ser analisado pelo subprocurador Carlos Frederico dos Santos.</p>
<p>Outros inquéritos que investigam militares e tramitavam no MP Militar foram encaminhadas ao Ministério Público Federal (MPF) e cópias enviadas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes</p>
<p>O envio dessas investigações das <strong>Forças Armadas</strong> em relação aos <strong>atos de vandalismo</strong> contra os  <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-01-09/fotos-antes-depois-atos-vandalismo-brasilia.html?Foto1" data-mce-href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-01-09/fotos-antes-depois-atos-vandalismo-brasilia.html?Foto1">prédios do STF, do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto</a> cumpre uma decisão de Moraes. De acordo com ele, o Supremo é quem deve julgar os militares que cometeram supostos crimes durante o 8 de janeiro.  </p>
<p>Na ocasião, <strong>Moraes</strong> também autorizou a instauração de uma investigação pela Polícia Federal. </p>
<p>A atuação da Justiça Militar se restringe somente a crimes que são considerados infrações militares e que sejam identificados pelas investigações da <strong>PF</strong> .</p>
<h2>Prédios depredados</h2>
<p>Após os ataques aos prédios dos Três Poderes, os <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-01-09/fotos-antes-depois-atos-vandalismo-brasilia.html?Foto1" data-mce-href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-01-09/fotos-antes-depois-atos-vandalismo-brasilia.html?Foto1">edifícios públicos ficaram completamente depredados</a> . Na ocasião, instalações foram quebradas, câmeras de segurança arrancadas e destruídas e a fiação foi exposta.</p>
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<li> <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2023-01-08/manifestantes-bolsonaristas-invasao-congresso-nacional.html" title="Bolsonaristas invadem Congresso Nacional, Planalto e STF" target="_self" rel="noopener">Bolsonaristas invadem Congresso Nacional, Planalto e STF</a> </li>
<li> <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2023-01-09/vandalos-destruiram-obra-de-di-cavalcanti-estimada-em-r--8-milhoes.html" title="Vândalos rasgaram obra de Di Cavalcanti estimada em R$ 8 milhões" target="_self" rel="noopener">Vândalos rasgaram obra de Di Cavalcanti estimada em R$ 8 milhões</a> </li>
</ul>
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<p class="">Imagens tiradas de dentro do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal ( STF ) mostram a destruição causada pelos apoiadores do  <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-01-09/bolsonaro-internado-eua-dores-abdominais.html?Foto1" data-mce-href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-01-09/bolsonaro-internado-eua-dores-abdominais.html?Foto1">ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)</a> .</p>
<p>Os invasores destruíram, inclusive, <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2023-01-09/vandalos-destruiram-obra-de-di-cavalcanti-estimada-em-r--8-milhoes.html" data-mce-href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2023-01-09/vandalos-destruiram-obra-de-di-cavalcanti-estimada-em-r--8-milhoes.html">parte importante do acervo artístico e arquitetônico ali reunido e que &#8220;representa um capítulo importante da história nacional&#8221;</a> , conforme nota emitida pelo Palácio do Planalto.</p>
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<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-03-14/pgr-investigar-militares-atos-antidemocraticos.html#1064c52b-ef6a-4c2d-9c73-b29750b455d5" rel="noopener">IG Política</a></p>
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		<title>&#8220;Sou a prova viva de que os recursos para fomento à cultura podem ser usados com responsabilidade&#8221;, conta cantora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Mar 2023 00:15:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[fomento]]></category>
		<category><![CDATA[podem]]></category>
		<category><![CDATA[prova]]></category>
		<category><![CDATA[recursos]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[usados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Sou a prova viva de que o dinheiro público dá para ser usado com responsabilidade e para fazer arte com responsabilidade”. A fala de Karola Nunes, cantora que foi contemplada por dois editais da Secretaria de Estado de Cultura e Lazer (Secel), mostra a importância de políticas públicas voltadas para o fomento da cultura regional. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">“Sou a prova viva de que o dinheiro público dá para ser usado com responsabilidade e para fazer arte com responsabilidade”. A fala de Karola Nunes, cantora que foi contemplada por dois editais da Secretaria de Estado de Cultura e Lazer (Secel), mostra a importância de políticas públicas voltadas para o fomento da cultura regional. Karola foi a convidada do episódio desta semana do Conecta Jovem, podcast do Governo de Mato Grosso voltado ao público jovem.</p>
<p> “Com os recursos do edital é possível fazer materiais com responsabilidade, que você tenha orgulho de mostrar e de dizer que é resultado de uma política pública. Quando a gente fez o CD, uma coisa que pensava era que não dava para ficar ainda experimentando. Queria gravar um álbum que deixasse claro muito claro o que estou fazendo e para onde quero ir”, contou a cantora, que destacou que fazer um produto de qualidade, para usar a verba do edital com responsabilidade.</p>
<p> Para Karola, Cuiabá está em um momento cultural muito forte, muito potente quando o assunto é a arte local, não só musicalmente, mas também na questão das artes cênicas, cinema, entre outros. “Sorte a minha que estou junto nesse momento, nesse processo de fortalecimento da cultura”, disse.</p>
<p> <strong>Investimentos</strong></p>
<p> Nos últimos quatro anos, R$ 86,3 milhões foram investidos pelo Governo do Estado em editais de fomento à cultura em Mato Grosso, impactando a vida de cerca de 18 mil trabalhadores e atendendo diversos segmentos da classe e artistas que ainda não haviam tido acesso a estes recursos, além de proporcionar o acesso da população a bens culturais regionais.</p>
<p> O 18º episódio do Conecta Jovem, que trouxe a cantora como convidada, já está disponível no <a href="https://youtu.be/yhbl6KVmdpU">YouTube</a> e <a href="https://open.spotify.com/episode/2TkllmTQK9m7XsACrPu8dA">Spotify</a>.</div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://web.mt.gov.br/-/-sou-a-prova-viva-de-que-os-recursos-para-fomento-%C3%A0-cultura-podem-ser-usados-com-responsabilidade-conta-cantora#3af6d1fb-dd76-494f-8fff-ba478a49ee34" rel="noopener">GOV MT</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/sou-a-prova-viva-de-que-os-recursos-para-fomento-a-cultura-podem-ser-usados-com-responsabilidade-conta-cantora/">&#8220;Sou a prova viva de que os recursos para fomento à cultura podem ser usados com responsabilidade&#8221;, conta cantora</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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