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	<title>Arquivos facilita - FATO MT</title>
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	<description>A notícia de Fato!</description>
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	<title>Arquivos facilita - FATO MT</title>
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		<title>Divórcio digital: aplicativo facilita parentalidade após a separação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2023 10:46:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>FreePik Divórcio digital: aplicativo facilita parentalidade após a separação Desde 2014, com a sanção da Lei 13.058, a guarda compartilhada se tornou obrigatória no País, respondendo por quase 100% das decisões judiciais Brasil afora. E, cada vez mais, soluções digitais têm surgido para facilitar o cuidado com os filhos por casais divorciados. É o caso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bj/mu/2x/bjmu2x9eghvhia7k79xsf2yiz.jpg" width="906" height="509" alt="Divórcio digital: aplicativo facilita parentalidade após a separação" title="Divórcio digital: aplicativo facilita parentalidade após a separação"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>FreePik</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Divórcio digital: aplicativo facilita parentalidade após a separação</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Desde 2014, com a sanção da Lei 13.058, a guarda compartilhada se tornou obrigatória no País, respondendo por quase 100% das decisões judiciais Brasil afora. E, cada vez mais, soluções digitais têm surgido para facilitar o cuidado com os filhos por casais divorciados. É o caso do aplicativo Os Nossos. </p>
<p class=""> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGDelas" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">canal do iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais!</strong> </p>
<p>Criado em 2020 pela advogada de família Dora Awad, em parceria com outros sócios, o aplicativo tem um propósito aparentemente simples, mas que na realidade mostra-se desafiador: facilitar a comunicação entre pais separados, auxiliando na tomada conjunta de decisões, na organização da convivência e no compartilhamento dos custos envolvidos na criação dos filhos.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/filhos/2023-05-22/alienacao-parental-sinais.html" title="Como saber se seu filho está sendo vítima de alienação parental" target="_self" rel="noopener">Como saber se seu filho está sendo vítima de alienação parental</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/filhos/2023-05-25/dia-nacional-da-adocao-adocao-tardia.html" title="Dia Nacional da Adoção: Nunca é tarde para adotar" target="_self" rel="noopener">Dia Nacional da Adoção: Nunca é tarde para adotar</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/filhos/2023-05-17/transar-no-mesmo-quarto-onde-o-filho-dorme.html" title="Transar no mesmo quarto em que o filho dorme pode gerar traumas" target="_self" rel="noopener">Transar no mesmo quarto em que o filho dorme pode gerar traumas</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">“Vivemos na era da parentalidade digital, em que a internet e a tecnologia se tornaram centrais no cuidado com os filhos. E isso se aplica também às famílias em que os pais são divorciados. O aplicativo ajuda a criar um ambiente seguro para a tomada de decisões, resguardando o jovem e a criança e ajudando a minimizar os efeitos de uma relação que nem sempre é amigável entre os genitores”, explica Dora. </p>
<p>De acordo com ela, Os Nossos foi estruturado em quatro grandes funcionalidades: divisão de despesas, calendário de convivência, conversas  e tomada de decisão.</p>
<p>Advogada de família há 15 anos, Dora é especialista em mediação de conflitos familiares. Sua experiência na área foi o que a motivou a criar o aplicativo, como forma de pacificar a relação por vezes conturbada entre casais divorciados, “que é ruim para todos, especialmente para os filhos”. </p>
<p>Os usuários de Os Nossos são casais que querem uma melhor gestão da guarda e mais agilidade para decidir sobre o futuro do jovem ou da criança. “O aplicativo evita também que demandas mais simples vão parar na justiça. Tem casos, por exemplo, de judicialização para saber quem vai comprar o material escolar do filho. Até um juiz decidir, o ano letivo já acabou”, observa Dora.</p>
<p>É por isso que, para 2023, ela e os sócios estão planejando vender licenças corporativas de Os Nossos para escritórios de advocacia e tribunais de justiça. O objetivo é reduzir a burocracia e seguir uma tendência já existente hoje no judiciário brasileiro de priorizar ferramentas conciliatórias. </p>
<p> <strong>Acompanhe também perfil geral do <a href="https://t.me/portalig" data-mce-href="https://t.me/portalig">Portal iG no Telegram</a> !</strong> </p>
<p>“Para o advogado, a solução é muito positiva, pois o libera das questões do dia a dia das famílias . Muitas vezes, temos que atuar como secretários ou garotos de recados entre pais indispostos a conversarem um com o outro. Como o aplicativo foca no cuidado do filho, ajuda bastante. Já para os tribunais, significa não perder tempo com decisões que, na prática, não são de natureza legal”, defende.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/filhos/2023-05-30/divorcio-digital--parentalidade--os-nossos.html#defcf1be-e4b8-4cac-8878-943cde60c9c9" rel="noopener">Mulher</a></p>
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		<title>CRA vota projeto que facilita entrada de entidades privadas no Pronater</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2023 20:16:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[entidades]]></category>
		<category><![CDATA[entrada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) pode votar na próxima quarta-feira (24) o projeto de lei que facilita o credenciamento de entidades executoras do Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural na Agricultura Familiar e na Reforma Agrária, o Pronater (PL 5.019/2019). A reunião está marcada para as 14 horas, na sala [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) pode votar na próxima quarta-feira (24) o projeto de lei que facilita o credenciamento de entidades executoras do Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural na Agricultura Familiar e na Reforma Agrária, o Pronater (<a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/138716" rel="noopener" target="_blank">PL 5.019/2019</a>). A reunião está marcada para as 14 horas, na sala 19 da Ala Senador Alexandre Costa.</p>
<p>De acordo com a <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2010-01-11;12188" rel="noopener" target="_blank">Lei 12.188, de 2010</a>, a assistência técnica e a extensão rural são um serviço de educação não formal, de caráter continuado, no meio rural. A intenção é promover processos de gestão, produção, beneficiamento e comercialização das atividades e dos serviços agropecuários e não agropecuários, inclusive das atividades agroextrativistas, florestais e artesanais.</p>
<p>O <a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/138716" rel="noopener" target="_blank">PL 5.019/2019</a> , que veio da Câmara dos Deputados, tem por objetivo reduzir de cinco para um ano o tempo de existência exigido de entidades privadas para que possam se credenciar no programa. Uma vez credenciada, a entidade conta com recursos do Pronater para executar os serviços.</p>
<p>O parecer do relator, senador Sérgio Petecão (PSD-AC), é pela aprovação do projeto, com emenda que estende às entidades públicas a isenção de exigência de progressividade do número de famílias a serem atendidas pelo Pronater: “Não faria sentido exigir a progressividade de entidades públicas, sobretudo se um ente estatal a criasse exatamente para finalidade de assistência técnica e extensão rural, considerando a dimensão e a necessidade do próprio ente”, argumenta o relator.</p>
<h3><strong>Empreendedorismo</strong></h3>
<p>Também está na pauta da comissão o <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/154355" rel="noopener" target="_blank">PL 2.208/2022</a>, que cria a Política Nacional de Estímulo ao Empreendedorismo do Jovem do Campo (PNEEJC).  O objetivo do projeto é estimular o empreendedorismo entre os filhos de agricultores e apoiar iniciativas que deem a eles viabilidade econômica para permanecer no meio rural.</p>
<p>O projeto é um substitutivo (texto alternativo) da Câmara dos Deputados ao PLS 104/2015, do então senador José Agripino (RN). A relatora na CRA, senadora <span>Soraya Thronicke</span> (União-MS), presidente da Comissão, apresentou parecer favorável à proposta apenas com uma emenda de redação.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/22/cra-vota-projeto-que-facilita-entrada-de-entidades-privadas-no-pronater#660a4cd0-9cda-49b5-baa6-53bac3ae734e" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Portal Transparência de MT ganha novo layout e facilita acesso a informações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 May 2023 17:30:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Portal Transparência do Estado de Mato Grosso está de cara nova. O novo layout entrou no ar nesta quarta-feira (17.05), em alusão aos 11 anos de vigência da Lei de Acesso à Informação no Brasil. O objetivo é fornecer aos cidadãos uma experiência mais agradável e intuitiva ao acessar informações sobre as despesas e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">O Portal Transparência do Estado de Mato Grosso está de cara nova. O novo layout entrou no ar nesta quarta-feira (17.05), em alusão aos 11 anos de vigência da Lei de Acesso à Informação no Brasil. O objetivo é fornecer aos cidadãos uma experiência mais agradável e intuitiva ao acessar informações sobre as despesas e as atividades dos órgãos e das entidades do Poder Executivo Estadual.</p>
<p> Com a implementação do novo layout, o Portal Transparência se torna mais atraente visualmente, tornando a navegação mais fluida e acessível. O novo design busca facilitar o acesso às informações sobre licitações, contratos, despesas, receitas, recursos humanos e outras áreas relevantes, promovendo transparência e prestação de contas.</p>
<p> Um dos principais destaques do novo layout é a organização clara das seções, garantindo que os visitantes possam navegar rapidamente pelos menus do portal. Agora, os usuários poderão encontrar facilmente as informações desejadas por meio de uma estrutura mais amigável. </p>
<p> O novo design também se adapta automaticamente a diferentes dispositivos, como computadores, tablets e smartphones. Isso significa que os cidadãos poderão acessar o Portal Transparência em qualquer lugar e a qualquer momento, utilizando seus dispositivos preferidos, sem perder a qualidade da experiência.</p>
<p> “Com essa atualização, a CGE reafirma seu compromisso com a transparência e comunicação efetiva com a população. O novo layout do Portal Transparência foi desenvolvido com base nas melhores práticas de usabilidade e design, levando em consideração o feedback dos usuários e as necessidades de acesso à informação pública”, observa o secretário-controlador geral do Estado, Paulo Farias.</p>
<p> Além do novo design, desenvolvido pela Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI), a página passa a apresentar mais informações sobre as contratações do Poder Executivo Estadual.</p>
<p> “Entre elas estão colunas com número do contrato do órgão, subtipo de contrato e tipo de aquisição, e mais filtros de buscas para uma especificidade de contratação”, explica o auditor da Controladoria Geral do Estado (CGE-MT), Marcos Fujimura, responsável pela gestão de conteúdo do Portal Transparência.</p>
<p> Na consulta a editais e licitações também foi disponibilizada uma coluna com acesso direto às transmissões das licitações feitas pelos órgãos e entidades estaduais pelo canal de YouTube.</p>
<p> Outra inovação é a disponibilização de menu específico com informações sobre a gestão de meio ambiente em Mato Grosso, com destaque para o Cadastro Ambiental Rural, incluindo a localização geográfica e o status do imóvel (se ativo, suspenso ou cancelado).</p>
<p> <strong>Pilar fundamental</strong><br /> Para o Governo de Mato Grosso, a transparência é um pilar fundamental da administração pública e aprimorar a usabilidade do Portal Transparência é uma iniciativa estratégica para fortalecer a confiança e a participação cidadã.</p>
<p> “O Portal Transparência é uma ferramenta que permite ao cidadão conhecer, questionar e atuar como fiscal da aplicação de recursos públicos. O controle social das ações dos governantes é importante para assegurar que os recursos públicos sejam bem empregados em benefício da coletividade. Para cumprir esse objetivo, o Portal oferece recursos que permitem ao cidadão entender melhor o funcionamento do governo sob diversas perspectivas”, observa Fujimura.</p>
<p> <strong>Salto de qualidade</strong><br /> O Portal Transparência do Governo de Mato Grosso teve salto de qualidade entre os anos de 2019 e 2022. Foi o que comprovaram organizações não-governamentais em avaliações da página.  </p>
<p> Destaque para a conquista do Selo Ouro na primeira avaliação do Programa Nacional de Transparência Pública, da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), em 2022. Mato Grosso alcançou o índice de 92,19%, o 5º melhor do país. A média nacional entre os Poderes Executivos Estaduais foi de 82,53%.</p>
<p> O Estado também subiu da 15ª para a 9ª posição na 4ª edição da Escala Brasil Transparente, avaliação da Controladoria Geral da União (CGU), em 2021. A CGU atribuiu nota 9,74 à transparência do Poder Executivo do Estado de Mato Grosso, o que o colocou na faixa de estados com conceitos altos, já que a nota média foi 8,84.</p>
<p> Para o alcance dos resultados, o Portal Transparência do Estado passou por mais de 1.000 atualizações, melhorias de layout, manutenções e correções. O trabalho foi liderado pela CGE-MT e MTI, responsáveis pela gestão de conteúdo e tecnologia da página, respectivamente.</p>
<p> Para conhecer o novo layout do Portal Transparência do Estado, acesse o endereço: <a href="http://www.transparencia.mt.gov.br" target="_blank" rel="noopener"><span style="color:#3498db">www.transparencia.mt.gov.br.</span></a><span style="color:#3498db"> </span></div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.cge.mt.gov.br/-/portal-transpar%C3%AAncia-de-mt-ganha-novo-layout-e-facilita-acesso-a-informa%C3%A7%C3%B5es#e7d211a9-7877-4d82-8426-9eca61de2885" rel="noopener">Governo MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>CRA analisa projeto que facilita credenciamento no Pronater</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 May 2023 18:45:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[analisa]]></category>
		<category><![CDATA[credenciamento]]></category>
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		<category><![CDATA[pronater]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto de lei que facilita o credenciamento de entidades executoras do Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural na Agricultura Familiar e na Reforma Agrária, o Pronater, está na pauta da Comissão de Agricultura (CRA) desta quinta-feira (18), a partir das 8h. Originado da Câmara dos Deputados, o PL 5.019/2019, caso seja aprovado na comissão, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span>Projeto de lei que facilita o credenciamento de entidades executoras do Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural na Agricultura Familiar e na Reforma Agrária, o Pronater, está na pauta da Comissão de Agricultura (CRA) desta quinta-feira (1</span><span>8</span><span>), a partir das </span><span>8</span><span>h. </span><span>Originado da Câmara dos Deputados, </span><span>o </span><a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/138716" rel="noopener" target="_blank"><span>PL 5.019/2019</span></a><span>, </span><span>caso seja aprovado na comissão, </span><span>seguirá para o Plenário </span><span>do Senado.</span></p>
<p><span>O texto reduz de cinco para um ano o tempo de existência exigido de entidades privadas para que possam se credenciar no programa. Uma vez credenciada, uma entidade conta com recursos do Pronater para executar serviços de educação no meio rural para processos de gestão, produção, beneficiamento e comercialização de atividades e serviços, inclusive das atividades agroextrativistas, florestais e artesanais. </span></p>
<p><span>O parecer do relator, senador </span><span>Sérgio Petecão (PSD-AC),</span><span> é pela aprovação, </span><span>com emenda que estende às entidades públicas a isenção de exigência de progressividade do número de famílias a serem atendidas no Pronater: “Não faria sentido exigir a progressividade de entidades públicas, sobretudo se um ente estatal a criasse exatamente para finalidade de assistência técnica e extensão rural, considerando a dimensão e a necessidade do próprio ente”, argumenta o relatório.</span></p>
<h3><b>Reservatórios</b></h3>
<p><span>Também vão ao exame da CRA </span><span>duas emendas </span><span>de Plenário </span><span>apresentadas ao </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/135567" rel="noopener" target="_blank"><span>PL 1.282/2019</span></a><span>, do senador Luis Carlos Heinze (PP-RS). O projeto </span><a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/2022/07/07/cra-aprova-projeto-que-libera-projetos-de-irrigacao-em-apps-a-beira-de-rios" rel="noopener" target="_blank"><span>libera a construção de reservatórios de água para irrigação em áreas de preservação</span></a><span> à beira de rios e já havia sido aprovado em decisão terminativa </span><span>da comissão </span><span>em 2022. Mas recurso de senadores </span><span>levou </span><span>a proposta para análise do Plenário, onde recebeu emendas </span><span>do ex-</span><span>senador Paulo </span><span>Rocha</span><span> (</span><span>PA</span><span>) e </span><span>da senadora </span><span>Eliziane Gama (PSD-MA). </span>A primeira emenda estabelece <span>que seja excluída a previsão da aquicultura entre as hipóteses de intervenção em vegetação nativa; </span><span>a segunda altera regras de</span><span> </span><span>licenciamento ambiental para a construção de reservatórios. </span></p>
<p><span>Em seu relatório, porém, o senador Esperidião Amin (PP-RS) vota pela rejeição das duas emendas. Após o exame pela CRA, a matéria retornará ao Plenáiro.</span></p>
<h3><b><span>Microbacias</span></b></h3>
<p><span>Volta à pauta da CRA o </span><span>projeto que cria a Política Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável em Microbacias Hidrográficas. O </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/154381?_gl=1*e6dzbz*_ga*MTUwMzA0MzA3OC4xNjY0ODIwODg3*_ga_CW3ZH25XMK*MTY4MTkxODYwMy44LjEuMTY4MTkxODcwMC4wLjAuMA.." rel="noopener" target="_blank"><span>PL 4.778/2019</span></a><span> </span><span>orienta agricultores a usarem corretamente a vegetação e os recursos hídricos localizados nessas áreas. </span></p>
<p><span>Pelo projeto, a política buscará evitar a degradação de recursos renováveis e aumentar a produtividade da agropecuária de maneira sustentável, além de estimular a participação dos produtores rurais no alcance desses objetivos. Também visa à redução de migração de pessoas do campo para a cidade. </span><span>Apresentado pelo ex-deputado Chistino Aureo (RJ) e já aprovado na Câmara, o </span><span>projeto é relatado na CRA pelo senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), favorável à aprovação.</span></p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/15/cra-analisa-projeto-que-facilita-credenciamento-no-pronater#3440372b-cf05-41c8-94bd-649cb9fb09ba" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Aprovado acordo de facilitação de investimentos entre Brasil e Emirados Árabes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 May 2023 18:46:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[acordo]]></category>
		<category><![CDATA[aprovado]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Plenário do Senado aprovou nesta quinta-feira (4) o texto de um acordo de cooperação e facilitação de investimentos firmado em 2019 entre os governos do Brasil e dos Emirados Árabes Unidos (PDL 203/2021). Também foi acatado um acordo de cooperação e assistência mútua em matéria aduaneira entre as duas nações (PDL 331/2021), assinado no mesmo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Plenário do Senado aprovou nesta quinta-feira (4) o texto de um acordo de cooperação e facilitação de investimentos firmado em 2019 entre os governos do Brasil e dos Emirados Árabes Unidos (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/155631" rel="noopener" target="_blank">PDL 203/2021</a>). Também foi acatado um acordo de cooperação e assistência mútua em matéria aduaneira entre as duas nações (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/155004" rel="noopener" target="_blank">PDL 331/2021</a>), assinado no mesmo ano. Com a aprovação, a efetivação dos dois acordos segue para promulgação.</p>
<p>O relator de ambos os acordos, Esperidião Amin (PP-SC), destacou, durante a votação dos projetos na Comissão de Relações Exteriores (CRE), a recente viagem do presidente Lula aos Emirados Árabes, quando o governo brasileiro conseguiu fechar acordos de investimentos da nação árabe no Brasil.</p>
<p>— O acordo se ratifica em boa hora, pois, apesar de ter sido negociado no governo Bolsonaro, está sendo consolidado pelo governo atual. Tanto é verdade que Lula acaba de visitar os Emirados Árabes, quando anunciou um investimento de R$ 12 bilhões na produção de diesel verde a partir da carnaúba e do dendê — disse.</p>
<p>O senador acrescentou que o acordo com os Emirados Árabes tem como pilares a mitigação de riscos, a governança institucional e a definição de agendas temáticas. E busca atender pragmaticamente as necessidades dos investidores.</p>
<p>Na exposição de motivos do Itamaraty à CRE, a pasta defendeu que o acordo tem o potencial de atrair mais investimentos árabes ao Brasil, pois busca estimular os negócios por meio de garantias legais aos investidores, cooperação intergovernamental e solução de controvérsias.</p>
<p>Segundo dados de 2020 da Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade (InvestSP), os Emirados Árabes possuem alguns dos maiores fundos de investimentos do mundo, com montante superior a US$ 3 trilhões. Entre eles, estão o <span>Abu Dhabi Investment Authority (US$ 696 bilhões) e o </span><span>Mubadala Investment Company (US$ 229 bilhões). Também se destacam o Dubai Foreing Direct Investment Agency (Dubai FDI), o Waha Capital e a Dubai Holding.</span></p>
<h3><strong>Brasil e Canadá</strong></h3>
<p>Também nesta quinta-feira foi aprovado o texto de um acordo sobre transporte aéreo assinado entre<span> </span><span>Brasil e Canadá (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/155048" rel="noopener" target="_blank">PDL 1.100/2021</a>), que também segue para promulgação. </span>Esse acordo é semelhante a outros firmados pelo Brasil com base na “política de céus abertos”, em que duas nações flexibilizam as regras para voos comerciais entre ambos os países.</p>
<p>O acordo determina que nenhum dos países poderá limitar unilateralmente o volume de tráfego, a frequência, o número de destinos ou a regularidade do serviço da outra parte, exceto quando requerido por razões de natureza alfandegária e outros serviços de inspeção governamental; ou por razão técnica ou operacional, sob condições consistentes com a Convenção sobre Aviação Civil Internacional, da qual ambos os países são signatários.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/04/aprovado-acordo-de-facilitacao-de-investimentos-entre-brasil-e-emirados-arabes#112eee59-c360-4eed-ab46-e17956bf4f15" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Senado vota projeto que facilita certificação digital nesta terça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 May 2023 13:46:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[certifica]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
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		<category><![CDATA[nesta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Plenário pode votar nesta terça-feira (2), a partir das 14h, o projeto de lei (PL) 3.983/2019, pelo qual a certificação digital poderá relacionar diretamente os representantes e representados no caso de empresas, órgãos públicos e pessoas incapazes. Caso seja aprovada, a matéria seguirá para análise da Câmara dos Deputados.  A mudança na legislação é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Plenário pode votar nesta terça-feira (2), a partir das 14h, o projeto de lei (PL) <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/137691" rel="noopener" target="_blank"><span>3.983/2019</span></a>, pelo qual a certificação digital poderá relacionar diretamente os representantes e representados no caso de empresas, órgãos públicos e pessoas incapazes.</p>
<p>Caso seja aprovada, a matéria seguirá para análise da Câmara dos Deputados.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>A mudança na legislação é necessária, segundo o autor do projeto, senador Irajá (PSD-TO), para que os certificados digitais da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil) também atestem poderes de representação de órgãos públicos, de empresas e de pessoas incapazes.</p>
<p>Atualmente é preciso apresentar documentos físicos para comprovar tais poderes, “o que debilita a utilidade da certificação digital”, afirma o senador ao justificar a proposta.</p>
<h3><strong>Doações</strong></h3>
<p>O Plenário pode votar ainda o projeto (<a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/130907" rel="noopener" target="_blank"><span>PLS 338/2017</span></a>), do senador Romário (PL-RJ), que permite deduzir do Imposto de Renda as doações feitas aos fundos controlados pelos conselhos de direitos das pessoas com deficiência.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Hoje é possível deduzir doações feitas aos fundos controlados pelos conselhos estaduais, municipais e nacionais do idoso e das crianças e adolescentes. O limite é de 6% do imposto devido — percentual que é compartilhado também com doações a projetos culturais, esportivos e de audiovisual.</p>
<p>O projeto amplia essa possibilidade aos conselhos ligados às pessoas com deficiência, ao modificar a <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:1995-12-26;9250" rel="noopener" target="_blank"><span>Lei 9.250, de 1995</span></a>.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/02/senado-vota-projeto-que-facilita-certificacao-digital-nesta-terca#1ec9f15c-7ada-4094-b123-7b6dccc5e120" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Alteração legislativa facilita concessão de medidas protetivas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Apr 2023 20:15:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[altera]]></category>
		<category><![CDATA[concess]]></category>
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		<category><![CDATA[legislativa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alteração legislativa recente garante à mulher vítima de violência doméstica a obtenção de medida protetiva, independentemente da tipificação penal da violência, do ajuizamento de ação penal ou cível, da existência de inquérito policial ou do registro de boletim de ocorrência. A mudança trazida pela Lei Federal nº 14.550, de 19 de abril deste ano, de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:16px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif">Alteração legislativa recente garante à mulher vítima de violência doméstica a obtenção de medida protetiva, independentemente da tipificação penal da violência, do ajuizamento de ação penal ou cível, da existência de inquérito policial ou do registro de boletim de ocorrência. A mudança trazida pela Lei Federal nº 14.550, de 19 de abril deste ano, de acordo com o Centro de Apoio Operacional Sobre Estudos de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher e Gênero Feminino do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, representa um grande avanço.</p>
<p>  Em 2022, conforme levantamento realizado no Sistema de Controle de Processos do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, 219 pedidos de medidas protetivas foram negados pela Justiça. “Agora, basta a alegação da mulher que sofreu violência para ela receber as medidas protetivas. Antes, a depender do entendimento do juiz, o pedido poderia ser negado. Tivemos várias situações neste sentido, principalmente nos casos em que o ofensor era outra mulher ou que não caracterizava uma questão de gênero clássica, a exemplo das violências patrimoniais”, destacou a promotora de Justiça Ana Carolina Rodrigues Alves Fernandes de Oliveira.</p>
<p>  A partir de agora, segundo ela, basta a mulher vítima de violência solicitar a medida protetiva que já terá direito, independente da causa ou da motivação dos atos de violência e da condição do ofensor ou da ofendida. “Esta alteração legislativa representa um avanço para proteção às mulheres contra todo tipo de violência”, acrescentou.</p>
<p>  Ela explica que as medidas protetivas de urgência passam a ser concedidas em juízo de cognição sumária a partir do depoimento da ofendida perante a autoridade policial ou da apresentação de suas alegações escritas. As medidas protetivas de urgência vigorarão enquanto persistir risco à integridade física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral da ofendida ou de seus dependentes.</p>
<p>  De acordo com a Lei nº 11.340/06, conhecida como Lei Maria da Penha, configura violência doméstica e familiar contra a mulher qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial.</p>
<p>  A violência pode ocorrer no âmbito da unidade doméstica, compreendida como o espaço de convívio permanente de pessoas, com ou sem vínculo familiar, inclusive as esporadicamente agregadas;  no âmbito da família, compreendida como a comunidade formada por indivíduos que são ou se consideram aparentados, unidos por laços naturais, por afinidade ou por vontade expressa; e em qualquer relação íntima de afeto, na qual o agressor conviva ou tenha convivido com a ofendida, independentemente de coabitação.</span></span></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.mpmt.mp.br/conteudo/58/123783/alteracao-legislativa-facilita-concessao-de-medidas-protetivas#8b298d83-c141-45fd-b6ad-57e25058fcec" rel="noopener">Ministério Público MT &#8211; MT</a></p>
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		<item>
		<title>Divórcio digital: aplicativo facilita parentalidade após a separação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 14:16:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[divorcio]]></category>
		<category><![CDATA[facilita]]></category>
		<category><![CDATA[parentalidade]]></category>
		<category><![CDATA[separa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FreePik Divórcio digital: aplicativo facilita parentalidade após a separação Desde 2014, com a sanção da Lei 13.058, a guarda compartilhada se tornou obrigatória no País, respondendo por quase 100% das decisões judiciais Brasil afora. E, cada vez mais, soluções digitais têm surgido para facilitar o cuidado com os filhos por casais divorciados. É o caso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9y/on/ua/9yonuai5qhkmchdctqn0dqesr.jpg" width="906" height="509" alt="Divórcio digital: aplicativo facilita parentalidade após a separação" title="Divórcio digital: aplicativo facilita parentalidade após a separação"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>FreePik</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Divórcio digital: aplicativo facilita parentalidade após a separação</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Desde 2014, com a sanção da Lei 13.058, a guarda compartilhada se tornou obrigatória no País, respondendo por quase 100% das decisões judiciais Brasil afora. E, cada vez mais, soluções digitais têm surgido para facilitar o cuidado com os filhos por casais divorciados. É o caso do aplicativo Os Nossos. </p>
<p class=""> <strong>Entre no <a href="https://t.me/iGDelas" data-mce-href="https://t.me/iGDelas"> canal do iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais!</strong> </p>
<p>Criado em 2020 pela advogada de família Dora Awad, em parceria com outros sócios, o aplicativo tem um propósito aparentemente simples, mas que na realidade mostra-se desafiador: facilitar a comunicação entre pais separados, auxiliando na tomada conjunta de decisões, na organização da convivência e no compartilhamento dos custos envolvidos na criação dos filhos.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/amoresexo/2023-01-20/estudo-mostra-aumento-de-20--nos-divorcios.html" title="Estudo mostra aumento de 20% nos divórcios entre últimos meses do ano" target="_self" rel="noopener">Estudo mostra aumento de 20% nos divórcios entre últimos meses do ano</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/comportamento/2022-12-28/divorcio--trauma--separacao.html" title="Como lidar com o divórcio para que seja menos traumático" target="_self" rel="noopener">Como lidar com o divórcio para que seja menos traumático</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/2023-01-23/divorcio-marido-nao-quer-se-separar.html" title="O que é divórcio litigioso, quando uma das partes não quer se separar" target="_self" rel="noopener">O que é divórcio litigioso, quando uma das partes não quer se separar</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/filhos/2023-03-27/guarda-compartilhada.html" title="Guarda compartilhada: tudo o que você precisa saber" target="_self" rel="noopener">Guarda compartilhada: tudo o que você precisa saber</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">“Vivemos na era da parentalidade digital, em que a internet e a tecnologia se tornaram centrais no cuidado com os filhos. E isso se aplica também às famílias em que os pais são divorciados. O aplicativo ajuda a criar um ambiente seguro para a tomada de decisões, resguardando o jovem e a criança e ajudando a minimizar os efeitos de uma relação que nem sempre é amigável entre os genitores”, explica Dora. </p>
<p>De acordo com ela, Os Nossos foi estruturado em quatro grandes funcionalidades: divisão de despesas, calendário de convivência, conversas  e tomada de decisão.</p>
<p>Advogada de família há 15 anos, Dora é especialista em mediação de conflitos familiares. Sua experiência na área foi o que a motivou a criar o aplicativo, como forma de pacificar a relação por vezes conturbada entre casais divorciados, “que é ruim para todos, especialmente para os filhos”. </p>
<p>Os usuários de Os Nossos são casais que querem uma melhor gestão da guarda e mais agilidade para decidir sobre o futuro do jovem ou da criança. “O aplicativo evita também que demandas mais simples vão parar na justiça. Tem casos, por exemplo, de judicialização para saber quem vai comprar o material escolar do filho. Até um juiz decidir, o ano letivo já acabou”, observa Dora.</p>
<p>É por isso que, para 2023, ela e os sócios estão planejando vender licenças corporativas de Os Nossos para escritórios de advocacia e tribunais de justiça. O objetivo é reduzir a burocracia e seguir uma tendência já existente hoje no judiciário brasileiro de priorizar ferramentas conciliatórias. </p>
<p> <strong>Acompanhe também perfil geral do <a href="https://t.me/portalig" data-mce-href="https://t.me/portalig">Portal iG no Telegram</a> !</strong> </p>
<p>“Para o advogado, a solução é muito positiva, pois o libera das questões do dia a dia das famílias . Muitas vezes, temos que atuar como secretários ou garotos de recados entre pais indispostos a conversarem um com o outro. Como o aplicativo foca no cuidado do filho, ajuda bastante. Já para os tribunais, significa não perder tempo com decisões que, na prática, não são de natureza legal”, defende.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2023-04-03/divorcio-amigavel.html#4d22b5e2-6eba-4e85-8f65-5203a1f68655" rel="noopener">Mulher</a></p>
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		<item>
		<title>Vai à Câmara texto que facilita certificado digital para representantes de empresas e incapazes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Mar 2023 18:15:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[camara]]></category>
		<category><![CDATA[certificado]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[texto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (29) o projeto de lei (PL) 3.983/2019, pelo qual a certificação digital poderá relacionar diretamente os representantes e representados no caso de empresas, órgãos públicos e pessoas incapazes. O texto do senador Irajá (PSD-TO) teve relatório favorável do senador Esperidião Amin (PP-SC). A matéria segue [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (29) o projeto de lei (PL) <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/137691" rel="noopener" target="_blank">3.983/2019</a>, pelo qual a certificação digital poderá relacionar diretamente os representantes e representados no caso de empresas, órgãos públicos e pessoas incapazes. O texto do senador Irajá (PSD-TO) teve relatório favorável do senador Esperidião Amin (PP-SC). A matéria segue para a Câmara dos Deputados, se não houver recurso para votação no Plenário.</p>
<p>Segundo Irajá, a mudança é necessária para que os certificados digitais da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil) também possam atestar poderes de representação de órgãos públicos, empresas e pessoas incapazes. Hoje, é preciso apresentar documentos físicos para comprovar tais poderes. Segundo o parlamentar, a exigência “debilita a utilidade da certificação digital”.</p>
<p>Esperidião Amin destacou que os certificados atuais não são afetados pela mudança, uma vez que já podem conter informações sobre poderes de representação. A alteração, explica no relatório, afeta desenvolvedores e mantenedores de softwares, que passam a ter de processar a informação sobre quem está praticando o ato e se o faz representando alguém ou alguma entidade.</p>
<p>&#8220;Tal alteração resolverá, espera-se, um problema concreto, que toca especialmente à administração pública, mas também interessa àqueles que têm a função de representar pessoas incapazes&#8221;, avalia o relator. Para Amin, a medida moderniza o sistema de certificados digitais sem gerar despesas para o portador do certificado nem para o certificador.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/03/29/vai-a-camara-texto-que-facilita-certificado-digital-para-representantes-de-empresas-e-incapazes#cc003724-2302-42ac-b5df-25007ee37cf0" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Já está em vigor a lei que facilita a laqueadura e a vasectomia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Mar 2023 22:30:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[facilita]]></category>
		<category><![CDATA[laqueadura]]></category>
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		<category><![CDATA[vigor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aprovada no Senado em agosto de 2022, entrou em vigor no início de março a lei que reduziu para 21 anos a idade mínima de homens e mulheres para a esterilização voluntária e acabou com a exigência do consentimento do conjunge para realização da laqueadura e vasectomia (Lei 14.443, de 2022). Para a senadora Zenaide [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Aprovada no Senado em agosto de 2022, entrou em vigor no início de março a lei que reduziu para 21 anos a idade mínima de homens e mulheres para a esterilização voluntária e acabou com a exigência do consentimento do conjunge para realização da laqueadura e vasectomia (<a class="external-link" href="http://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2022-09-02;14443" target="_blank" title="" rel="noopener">Lei 14.443, de 2022</a>). Para a senadora Zenaide Maia (PSD-RN), as novas medidas representam um avanço na legislação.</p>
<p><audio preload="auto" src="https://www12.senado.leg.br/radio/@@audio/cb1003d3-6b5d-4ffc-91ef-c8dc2deeea6b?download"></audio></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2023/03/ja-esta-em-vigor-a-lei-que-facilita-a-laqueadura-e-a-vasectomia#09f1227a-e6e7-4d99-93ea-d5b48635f400" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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