Um servidor público de 62 anos, do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), foi preso na manhã desta terça-feira (23), suspeito de receber dinheiro para realizar o cadastramento de imóveis rurais em Cáceres.
A operação da Polícia Federal foi denominada “Propix” pois o alvo recebia propina através do pix de uma de suas filhas. Caso o valor da propina não fosse pago os procedimentos de cadastramento passariam para o “fim da fila”. Os que pagavam tinham seus processos concluídos rapidamente.
Além disso, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão que possibilitará a identificação de outros participantes nos delitos pois foi apurado que particulares atuavam junto ao servidor intermediando o recebimento do dinheiro da corrupção. Ele receberia cerca de R$ 600 por cada cadastro e a Polícia Federal está estimando o montante que ele teria recebido. O esquema seria desde 2018.
O nome da Operação é a junção da palavra propina e do meio de recebimento utilizado pelo investigado, o pix.

