O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) entrou na Justiça com um pedido de rejeição da denúncia que o acusa de chefiar um esquema na Saúde de Cuiabá. Sua defesa afirmou que toda acusação é “genérica e carente de fundamentação”.
Emanuel é acusado de contratar, de forma ilegal, funcionários temporários que atuavam na Secretaria Municipal de Saúde e no Pronto Socorro de Cuiabá. Além de fazer pagamento ilegais, denominado “Prêmio Saúde”.
Esses atos ilícitos seriam para obter e manter apoio político e causaram um rombo de mais R$ 16 milhões aos cofres do Palácio Alencastro.
Em outubro de 2021, Emanuel foi alvo da Operação Capistrum, deflagrada pela Polícia Civil, e foi afastado do cargo.
Desde então, diversos escândalos que prejudicam diretamente a área da saúde na capital tem sido descobertos. O esquema de fura fila da vacina da Covid-19, funcionários fantasmas e o sistema fraudulento de compra de medicamentos.
A primeira-dama Márcia Pinheiro, o ex-chefe de gabinete de Emanuel, Antônio Monreal Neto, a ex-secretária-adjunta de Governo e Assuntos Estratégicos Ivone de Souza e o ex-coordenador de Gestão de Pessoas da Secretaria Municipal de Saúde Ricardo Aparecido Ribeiro também são acusados de fazerem parte da associação criminosa.

