sábado, abril 25, 2026

‘Precisamos aprovar a reforma tributária neste ano’, diz Rui Costa

Rui Costa, ministro da Casa Civil, no Rova Viva
Reprodução TV Cultura

Rui Costa, ministro da Casa Civil, no Rova Viva

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, disse nesta segunda-feira (2) que o país precisa aprovar ainda neste ano uma  reforma tributária que conceda “justiça social”. Segundo ele, o tema será tratado com prioridade também pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). 

“Essa é uma medida que nós precisamos aprovar esse ano e será uma medida prioritária para o governo. O presidente Lula já sinalizou justiça fiscal, ter um país que seja mais justo na hora de cobrar impostos. A estrutura fiscal de Brasil é muito perversa, aqui se prática o Robin Hood ao contrário, se tira mais dinheiro dos pobres e menos dinheiro dos ricos. Para ser justa, cada um tem que contribuir proporcional ao tamanho da sua riqueza, do seu poder aquisitivo”, declarou em entrevista ao Roda Viva, da TV Cultura. 

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Ele também criticou a  reação negativa do mercado financeiro após as declarações do presidente sobre o teto de gastos. Segundo Rui Costa, essas oscilações temporárias são causadas por investidores de curto prazo, que são menos interessantes pra o desenvolvimento do país. 

Ele também tentou apaziguar a relação entre Lula e os investidores, disse que o presidente dará previsibilidade e estabilidade jurídica aos atores do mercado financeiro. 

O ministro confirmou que o governo revisará alguns marcos regulatórios, como o do Saneamento, a fim de atrair mais investidores para o setor. 

Perguntado sobre a instabilidade causada pela troca do comando e da política de preços da Petrobras, Costa afirmou que as mudanças visam “melhorar a atuação da empresa para o povo brasileiro”.

“O que nós precisamos fazer é utilizar as nossas riquezas para melhorar a produtividade e a rentabilidade do país, mas também para gerar empregos aqui no Brasil”, disse.

Nesta segunda-feira (2), as ações da estatal caíram mais de 6% na Bolsa de Valores, com temor dos investidores de uma possível intervenção estatal na companhia. 


Fonte: IG ECONOMIA

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