terça-feira, abril 21, 2026

Lula e equipe querem alternativa para preço dos combustíveis

Preço dos combustíveis é uma das pautas consideradas prioritárias pela equipe de Lula
Alessandra Nogueira

Preço dos combustíveis é uma das pautas consideradas prioritárias pela equipe de Lula

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e sua equipe buscam alternativas para o Preço de Paridade Internacional (PPI) usado pela Petrobras como política para calcular o preço dos combustíveis no Brasil. A ideia partiu de uma reunião realizada entre os membros da transição de governo e Lula na segunda-feira (7).

Segundo interlocutores, o novo governo quer ficar menos refém da volatilidade do mercado financeiro e pretende criar preços regionalizados. A medida, entretanto, desagrada parte do mercado.

Os petistas estudam um valor de referência decido pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), com base nas distribuições de combustíveis nas regiões do país. O time de Lula ainda pretende calcular o preço dos combustíveis com base na quantidade que cada região com refinarias conseguem produzir.

Internamente, o novo governo quer evitar a volatilidade, mas quer encontrar alternativas de não interferir tanto na política de preços. Por isso, a ideia ainda está em esboço inicial.

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Os combustíveis foram alvos de críticas nos últimos anos e tema que se tornou uma “pedra no sapato” do governo de Jair Bolsonaro. Desde o começo de 2021, o preço da gasolina e etanol subiram substancialmente, o que provocou a troca de três presidentes da Petrobras

A alta nos preços preocupou Bolsonaro, que encontrou na redução de impostos uma alternativa para reduzir sua rejeição e tentar alavancar a sua candidatura à presidência da República.

Embora tenha obtido sucesso inicialmente, provocando uma deflação por três meses seguidos, os preços dos combustíveis voltaram a subir nas últimas semanas. A situação pode ficar ainda pior quando a Petrobras repassar a defasagem dos combustíveis, segurada na última semana do pleito eleitoral a pedido da ala ligada a Bolsonaro.

Fonte: IG ECONOMIA

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