Foi concluído nesta quinta-feira (7) o inquérito da Operação Fake News, declarada em dezembro de 2021, a fim de investigar uma possível associação criminosa especializada na criação e divulgação de Fake News com motivações políticas.
Na conclusão do inquérito, conduzido pela Delegacia Especializada de Crimes Informáticos de Crimes Informáticos (DRCI), quatro pessoas foram indiciadas pelos crimes de injúria, difamação, calúnia, perseguição, falsa identidade e associação criminosa.
Os indiciados são: Marco Polo Pinheiro, irmão do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro; o ex-servidor da Prefeitura de Cuiabá Willian Sidney Araújo de Moraes; o ex-assessor de Emanuel, Luiz Augusto Vieira Silva; e o jornalista Alexandre Aprá.
As notícias falsas eram fabricadas em formato de fotos, vídeos, memes, textos apócrifos e conteúdos ofensivos contra políticos, empresários, servidores do Estado, vereadores municipais, detetives e delegados.
O ex-assessor de Emanuel, Luiz Augusto Vieira Silva já havia sido processado, em 2018, pelo ex-vereador Felipe Wellaton, por disseminação de fake news, tendo sido condenado a pagar indenização de R$ 10 mil ao ex-vereador. Já o ex-servidor William Sidney Araújo de Moraes foi condenado por roubo majorado, furto qualificado e por integrar quadrilha de roubo a banco, por isso cumpre pena de oito anos em regime aberto.

