quarta-feira, outubro 28, 2026

Governo prevê salário-mínimo em R$ 1.389 em 2024 e PIB a 2,3%

Congresso deve analisar proposta até junho
Reprodução: Senado Federal – 06/07/2022

Congresso deve analisar proposta até junho

O governo federal enviou nesta sexta-feira (14) o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2024 ao Congresso Nacional. O texto traz estimativas de despesas e receitas para o próximo ano e deve ser analisado pelo Congresso até junho.

A proposta eleva do salário-mínimo do ano que vem para R$ 1.389. O valor é 6,7% maior que o praticado atualmente, que está na casa dos R$ 1.302. Caso do Planalto cumpra a promessa subir a base salarial para R$ 1.320 em maio, a alta será de 5,2%.

Já a inflação do país em 2024 deve ficar na casa dos 3,5%, segundo o Ministério do Planejamento. O Produto Interno Bruto (PIB) do país deve crescer 2,3%, conforme as estimativas do Planalto.

A proposta enviada ao Congresso é uma base para a Lei Orçamentária Anual (LOA), que definirá com exatidão os gastos da União para o ano que vem. A LOA deve ser enviada aos congressistas apenas no segundo semestre, após a aprovação da LDO.

O texto ainda não considera a aprovação do novo arcabouço fiscal. A ideia é que o projeto seja enviado na próxima semana à Câmara dos Deputados e seja aprovado na primeira quinzena de maio.

Para aliviar as contas, a LDO abre brecha para elevar dos gastos em R$ 172 bilhões, condicionados a aprovação do novo arcabouço.

“Estima-se, por ora, que as despesas condicionadas à aprovação do novo arcabouço totalizarão R$ 172 bilhões em 2024. Essa autorização viabilizará a recomposição e a execução das políticas públicas prioritárias para o país, o funcionamento da máquina e o investimento da União”, afirmou o governo, em nota.

A proposta ainda reafirma a promessa já feita pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre zerar o rombo nas contas públicas em 2024, desconsiderando os juros das dívidas. A meta, porém, também foi condicionada a aprovação do arcabouço.

O Planalto tenta agilizar a aprovação da nova âncora fiscal e deve contar com a liderança dos presidentes da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), para conquistar maioria no Congresso. O primeiro relator da proposta será o deputado Cláudio Cajado (Progressistas-BA).

Fonte: Economia

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Obras da estação do BRT em frente ao Shopping Pantanal entram em fase final

A construção da estação do Sistema BRT em frente ao Shopping Pantanal, em Cuiabá, está na fase final. A estrutura faz parte do conjunto...

PM e PRF apreendem mais de 40 quilos de entorpecentes escondidos em fundo falso de caminhonete

Uma ação integrada entre policiais militares do 13º Comando Regional e a Polícia Rodoviária Federal resultou na apreensão de 43 quilos de entorpecentes diversos,...

Seduc intensifica ações do Projeto Pré-Enem Digit@l MT na reta final para o Exame Nacional do Ensino Médio

A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) prepara uma programação de aulas intensivas para estudantes da 3ª série do Ensino Médio...

Escola de Governo realiza consulta para definir cursos de 2027 e 2028

A Escola de Governo abriu uma consulta aos servidores públicos do Executivo Estadual para identificar e definir cursos de formação e desenvolvimento para 2027...