segunda-feira, abril 20, 2026

CI avalia serviços de telecomunicações, obras públicas e agências reguladoras

Entre os 14 colegiados permanentes do Senado, a Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) tem a atribuição de opinar sobre matérias relacionadas a obras públicas em geral, transportes de terra, mar e ar.

Cabe também à comissão, composta por 23 membros titulares e igual número de suplentes, debater proposições sobre recursos geológicos, serviços de telecomunicações, parcerias público-privadas e agências reguladoras.

É ainda na CI que são votadas as indicações do Executivo para os cargos de diretores das agências reguladoras, como a Agência Nacional de Aviação Civil, (Anac), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

Entre os 36 projetos que hoje aguardam designação de relator na CI estão o PL 1.496/2019, do senador Jaques Wagner (PT-BA), que dispõe sobre aplicações alternativas e sustentáveis aos resíduos e rejeitos decorrentes da exploração mineral; o PL 2.386/2019, da senadora Eliziane Gama (PSD-MA), que institui a caução obrigatória para garantia do descomissionamento ou da descaracterização de barragens de rejeitos de mineração e de resíduos industriais; e o PL 5.077/2019, do senador Alessandro Vieira (PSDB-SE), que trata de incentivo à geração de energia elétrica a partir da fonte solar fotovoltaica.

Assim como as outras comissões permanentes do Senado, a CI também realiza audiências públicas para debater temas pertinentes às suas atribuições. Entre os debates de 2022, a comissão discutiu a atividade de captura e armazenamento permanente de dióxido de carbono, gás que é um dos principais agentes causadores do efeito estufa, mas cujas emissões podem ser reduzidas por meio da tecnologia.

Ainda em 2022, a comissão debateu o processo de concessão da BR-163, que integra o Sul ao Centro-Oeste e Norte do país, com trechos entregues à iniciativa privada; a utilização dos créditos tributários obtidos pelas distribuidoras para efeitos de redução da tarifa de energia elétrica; e a outorga de autorizações para aproveitamento de potencial energético offshore, entre outros temas.

O Marco Legal das Ferrovias, sancionado em 2021, também foi discutido na CI. A avaliação dos senadores, entre eles o ex-presidente do colegiado, Dario Berger (SC), é de que o marco legal é inovador e contribuirá para o desenvolvimento das ferrovias do país. 

O marco legal cria alternativa viável e eficaz de transporte, que busca simplificar método, reduzir a burocracia e facilitar o investimento do setor privado interessado em investir em ferrovias. Em 2020 a CI também aprovou o marco legal para exploração da energia gerada em alto-mar. A proposta segue em análise na Câmara dos Deputados.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Alunos de projeto social do CBMMT conquistam nove medalhas em campeonato estadual de Jiu-Jitsu

Alunos do projeto social Bom-Jitsu, iniciativa do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso (CBMMT), conquistaram nove medalhas no Campeonato Mato-grossense 2026 de Jiu-Jitsu (GI),...

Arena Pantanal recebe segunda rodada do FIFA Series de futebol feminino nesta terça-feira (14)

A Arena Pantanal, em Cuiabá, recebe, nesta terça-feira (14.4), a segunda rodada do FIFA Series, com confrontos do futebol feminino internacional. A programação começa...

Sine Estadual oferta mais de 2.537 vagas de trabalho nesta semana

O Sistema Nacional de Emprego (Sine-MT), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), está ofertando 2.537 vagas de emprego...

Sejus articula ações com instituições para ampliar vagas e fortalecer sistema prisional em Mato Grosso

A Secretaria de Estado de Justiça (Sejus) sediou, nesta segunda-feira (13.4), uma reunião institucional com representantes do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e...