domingo, abril 19, 2026

Carro voador da Embraer recebe quase meio bilhão do BNDES para decolar

Projeto de carro voador da Embraer vai entrar em operação em 2026
Divulgação

Projeto de carro voador da Embraer vai entrar em operação em 2026

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) destinou R$ 490 milhões para financiar o novo carro voador nacional da Embraer. Projetado pela Eve Soluções de Mobilidade Aérea Urbana Ltda (Eve), companhia independente fundada pela fabricante brasileira de aeronaves, o modelo é uma aeronave elétrica de decolagem e pouso vertical – o mesmo princípio de operação de um helicóptero.

O valor de quase meio bilhão equivale a 75% do total investido na fase de desenvolvimento do projeto, uma etapa voltada à pesquisa e desenvolvimento, cujo montante é de R$ 652 milhões . Dos R$ 490 milhões, R$ 80 milhões serão oriundos do Programa BNDES Fundo Clima (subprograma de Mobilidade urbana) e R$ 410 milhões virão da linha Finem, voltada ao incentivo à inovação tecnológica.

Com previsão de lançamento comercial em 2026, o veículo será o primeiro do tipo do grupo Embraer.

Os chamados eVTOL (electrical vertical take off and landing, ou elétrico de decolagem e pouso vertical, em inglês) são veículos que se assemelham mais a pequenos helicópteros do que carros , mas que são assim comparados por terem quase o mesmo princípio de mobilidade urbana ponto a ponto dos automóveis.

O objetivo não é viajar longas distâncias, sendo apenas um meio voltado ao transporte urbano sem poluição sonora ou ambiental, uma vez que a eletricidade é um ponto comum de todos os projetos de “carros voadores”.

Com alcance de até 100 quilômetros, o veículo tem capacidade para quatro passageiros e um piloto – há outros que prometem funcionar autonomamente, mas são ainda mais distantes da realidade. De acordo com a Embraer, os ruídos emitidos pela aeronave serão em até 90% inferiores aos de helicópteros.

A empresa aposta que o mercado de mobilidade aérea urbana será impulsionado nas próximas décadas por fatores como populações urbanas cada vez maiores, limitações crescentes de espaços terrestres e altos custos de aprimoramento de infraestruturas – não é tão simples construir vias.

Ainda de acordo com a Eve, somente em 2035 o Rio de Janeiro pode contar com 245 aeronaves do tipo e transportar 4,5 milhões de pessoas em 100 rotas ao longo da cidade.

Fonte: IG CARROS

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