sexta-feira, abril 24, 2026

Entenda como a prática de pilates ajuda a prevenir a osteoporose

Entenda como a prática de pilates ajuda a prevenir a osteoporose
Redação EdiCase

Entenda como a prática de pilates ajuda a prevenir a osteoporose

A osteoporose é uma doença que deixa os ossos porosos e frágeis. Suas consequências mais graves são as fraturas que, em muitos casos, acontecem de maneira espontânea, sem que tenha havido algum tipo de acidente.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a osteoporose está ligada aos níveis do hormônio chamado estrógeno, responsável por manter o equilíbrio entre a perda e o ganho de massa óssea. Se o nível do estrógeno cai, os ossos incorporam menos cálcio, ficando doentes. Apesar de ser feminino, esse hormônio, em menor quantidade, também está presente nos homens.

Pilates contra a osteoporose

Conforme envelhecemos, a perda da massa óssea se torna inevitável. O pilates ajuda na luta contra a osteoporose porque promove um aumento da densidade óssea. “Por se tratar de uma técnica com um amplo repertório de exercícios (mais de 500), o pilates pode ser adaptado perfeitamente às demandas do aluno com osteoporose”, diz a instrutora de pilates Ludmila Pedroso. 

Cuidados antes de praticar os exercícios 

De acordo com Ludmila Pedroso, a execução dos movimentos com alta qualidade e em pouca quantidade, dentro dos princípios da contrologia (controle da mente sobre o corpo), torna a prática segura e efetiva para ajudar a prevenir a osteoporose. 

No entanto, a profissional ressalta que é importante ter liberação médica para fazer qualquer atividade física. “Além disso, um bom estúdio de pilates sempre faz uma avaliação física e anamnese do seu futuro aluno, para conhecê-lo profundamente e adaptar a técnica do pilates às suas demandas”, pondera Ludmila. 

Exercícios contra a osteoporose

De acordo com a instrutora de pilates, os exercícios mais indicados são aqueles que proporcionam: 

  1. Trabalhos compressivos e descarga de peso na medida apropriada para cada caso.
  2. Mobilidade para as articulações, sem amplitudes de movimentos exageradas.
  3. Mobilidade para a coluna de extensão.
  4. Força para a cadeia extensora.

Para as pessoas com essa doença é importante evitar exercícios que mobilizem a coluna na flexão/flexão com rotação ou qualquer um que exija do aluno mais do que ele pode executar.  

Fonte: IG SAÚDE

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