terça-feira, outubro 6, 2026

Vigilância Epidemiológica aponta que Cuiabá tem 36 casos confirmados de Monkeypox

Cuiabá contabiliza 36 casos confirmados de Monkeypox (Varíola dos Macacos), dos 56 que foram notificados até o momento. Sendo o primeiro deles registrado no dia 27 de julho deste ano. Segundo a Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde, é importante que pessoas que tiveram contato com casos positivos fiquem atentas aos sintomas e caso percebam aparecimento deles procurem uma unidade de saúde. Do total de notificações, 13 aguardam resultados e 7 deram negativos.

“O paciente é atendido em qualquer Unidade de Saúde. Se as lesões forem características de Monkeypox, é feita a notificação imediata para a Vigilância. Com essa notificação, a equipe vai a Unidade de Saúde, junto com os profissionais, fazer a investigação. É coletado o material e encaminhado para o Lacen que envia a amostragem para o laboratório de referência nacional. Importa dizer que em qualquer local que o paciente entrar na rede é feita a coleta”, explicou Flávia Guimarães, gerente de Vigilância Epidemiológica, informando ainda, que a maioria das pessoas alvo da doença é adulta com idade entre 18 e 40 anos.

Dos 36 positivados na Capital, dois deram entrada em unidades de saúde de Várzea Grande, mas são moradores de Cuiabá.

Os principais sintomas são febre, dor de cabeça, dores musculares, dor nas costas, ínguas, calafrios e cansaço em excesso. Em até três dias após o aparecimento da febre, começam a surgir lesões na pele. Na fase final, a lesão apresenta uma crosta. As lesões são características mais específicas para Monkeypox, a coleta é feita nas lesões.

Em caso de suspeita, o indivíduo deve procurar ajuda médica e permanecer em isolamento imediatamente. O médico também deve ser informado se teve contato com pessoas/casos positivos, com animal ou humano doente e material contaminado. Importante ressaltar que animais sadios não transmitem a doença.

Transmissão

A principal forma de transmissão da doença é por meio de relação sexual, mas não é a única. Ela ocorre quando uma pessoa entra em contato com o vírus, podendo ser através do contato com animal doente, materiais ou humanos contaminados. A transmissão entre humanos pode ocorrer por secreções respiratórias (gotículas), através de lesão na pele (mesmo que não seja visível), por meio de objetos recentemente contaminados e de fluidos corporais e secreções das membranas mucosas (olhos, nariz ou boca).

Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

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