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	<title>Arquivos publica - FATO MT</title>
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	<description>A notícia de Fato!</description>
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	<title>Arquivos publica - FATO MT</title>
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		<title>Escola Pública de Trânsito já capacitou 479 profissionais no Curso de Atualização de Agente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 17:16:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De fevereiro a maio deste ano, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), por meio da Escola Pública de Trânsito, já capacitou 479 agentes de segurança, entre profissionais do Detran e da Polícia Militar, no Curso de Atualização de Agente de Trânsito. Concluíram o curso 366 policiais militares de diversos Comandos Regionais, 77 agentes municipais de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">De fevereiro a maio deste ano, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), por meio da Escola Pública de Trânsito, já capacitou 479 agentes de segurança, entre profissionais do Detran e da Polícia Militar, no Curso de Atualização de Agente de Trânsito.</p>
<p> Concluíram o curso 366 policiais militares de diversos Comandos Regionais, 77 agentes municipais de Colíder, Lucas do Rio Verde, Rondonópolis e Sorriso, além de 36 servidores do Detran-MT.</p>
<p> A capacitação é ofertada durante todo o ano de 2023, por meio de dez turmas. As aulas são ministradas por servidores do Detran-MT e do Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário da Polícia Militar, com o objetivo de ressignificar conceitos e práticas de fiscalização de trânsito para aprimorar a atuação dos profissionais que executam as atividades de fiscalização, operação, policiamento e patrulhamento de trânsito municipal em seu dia a dia.</p>
<p> O curso possui carga horária de 32 horas/aulas e é realizado na modalidade de ensino à distância, através da plataforma virtual da Escola Pública de Trânsito (<a href="http://escola.detran.mt.gov.br/"><span style="color:#3498db">www.escola.detran.mt.gov.br</span></a>).</p>
<p> Segundo a coordenadora da Escola Pública de Trânsito do Detran-MT, Renata Freitas, a ampliação das ações de segurança viária demanda o investimento constante na qualificação dos seus agentes, a fim de que possam, efetivamente, garantir o cumprimento das leis de trânsito em defesa da vida.<br /><source></source><source></source><img decoding="async" alt="" src="https://www.secom.mt.gov.br/documents/9895421/0/IMG_1987.jpg/975bd039-99cd-604e-84ff-1b6b75059e30?t=1685633138583+&#038;imageThumbnail=3"><br /> O diretor coronel PM Januário Antônio Edwiges Batista, Diretoria de Ensino, Instrução e Pesquisa da Polícia Militar, evidenciou a importância de um aprimoramento constante dos policiais militares que atuam como agentes de trânsito, em virtude de diversas alterações no Código de Trânsito Brasileiro.</p>
<p> “Com a capacitação, preparamos nossos policiais para alcançarem a excelência no atendimento a população, contribuindo com a prevenção e conscientização das pessoas sobre a responsabilidade de todos para um trânsito mais seguro, satisfazendo assim os anseios da sociedade”, disse.</p>
<p> <strong>Escola Pública de Trânsito</strong><br /> A Escola Pública de Trânsito do Detran-MT é responsável pela oferta e certificação de cursos na área de trânsito. Os cursos promovidos pela Escola destinam-se à formação de servidores públicos vinculados aos órgãos integrantes do Sistema Nacional de Trânsito, profissionais credenciados, professores da rede pública e particular de ensino e sociedade em geral; envolvendo a construção de conhecimentos na área de segurança viária e temas como educação, engenharia, fiscalização e psicologia de trânsito.</div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.detran.mt.gov.br/-/escola-p%C3%BAblica-de-tr%C3%A2nsito-j%C3%A1-capacitou-479-profissionais-no-curso-de-atualiza%C3%A7%C3%A3o-de-agente#0603b8a5-e4be-45ff-86e6-092887a46b03" rel="noopener">Governo MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>Consulta pública sobre a Lei Paulo Gustavo fica aberta para a população até sexta-feira (02)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 13:45:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[aberta]]></category>
		<category><![CDATA[consulta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) está ouvindo a população sobre demandas da cultura para repasse dos recursos da Lei Paulo Gustavo, que prevê R$ 34,9 milhões para gestão do Estado e R$ 34 milhões para os municípios. Por meio de uma consulta pública online, a sociedade civil pode sugerir ações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) está ouvindo a população sobre demandas da cultura para repasse dos recursos da Lei Paulo Gustavo, que prevê R$ 34,9 milhões para gestão do Estado e R$ 34 milhões para os municípios. Por meio de uma <a href="https://formularios.cultura.mt.gov.br/index.php/274717?newtest=Y&#038;lang=pt-BR" target="_blank" rel="noopener">consulta pública online</a>, a sociedade civil pode sugerir ações e opinar sobre áreas prioritárias que receberão investimentos. A pesquisa ficará disponível no site da Secel até sexta-feira (02.06) e basta preencher o formulário até o final para participar.  </p>
<p> Ao todo, são 15 perguntas que abrangem questões como ações afirmativas, iniciativas a ser priorizadas no audiovisual e sugestões para aumentar o alcance dos recursos à população. “Estamos no momento de planejamento, fase em que estados e municípios se organizam, ouvem a sociedade e se preparam para obtenção deste recurso. É muito importante que os gestores municipais de Mato Grosso estejam atentos e elaborem seus planos de ação para não perdermos os recursos”, destaca o secretário-adjunto de Cultura, Jan Moura. </p>
<p> Desde a regulamentação da Lei Paulo Gustavo (Lei Complementar nº 195/2022), a Secel tem realizado iniciativas para garantir a participação social na elaboração das políticas públicas que serão implantadas com o recurso. Foram feitas escutas online agendadas, assim como há a opção de envio de sugestões pelo email leipaulogustavo@secel.mt.gov.br.  </p>
<p> Depois da consulta pública online, o próximo passo é a reunião presencial durante o 2º Encontro de Gestores Municipais de Cultura, que será realizado dia 07 de junho, no Cine Teatro Cuiabá. </p>
<p> Ao final dos eventos e ações, a Secel tem até 12 de julho para enviar ao Governo Federal um Plano de Ação com descritivo das iniciativas que serão implementadas em Mato Grosso. Entre elas, devem constar editais, chamamentos públicos, prêmios e outras. </p>
<p> Ao todo, no país, a Lei Paulo Gustavo dispõe de R$ 3,8 bilhões disponíveis para ações e projetos diretos no setor cultural. “A Lei Paulo Gustavo é o maior investimento na área da cultura da história, e com certeza marcará um novo momento para a nossa economia, com recursos sendo injetados nos quatro cantos deste país. As ações irão mobilizar não só trabalhadores da cultura, mas toda a rede de indústria e serviços que se beneficiarão direta e indiretamente”, ressalta Jan Moura.</p>
<p> <strong>Serviço | Consulta Pública sobre a Lei Paulo Gustavo</strong></p>
<p> Prazo: Aberta para a população até sexta-feira (02.06)<br /> Disponível no site da Secel: <a href="https://www.secel.mt.gov.br/pesquisas1">https://www.secel.mt.gov.br/pesquisas1</a><br /> Para mais informações sobre a Lei Paulo Gustavo: <a href="https://www.gov.br/cultura/pt-br/assuntos/lei-paulo-gustavo">https://www.gov.br/cultura/pt-br/assuntos/lei-paulo-gustavo</a></div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.secel.mt.gov.br/-/consulta-p%C3%BAblica-sobre-a-lei-paulo-gustavo-fica-aberta-para-a-popula%C3%A7%C3%A3o-at%C3%A9-sexta-feira-02-#b19ebeef-cc7b-4802-b8ef-af5fd361eb07" rel="noopener">Governo MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>Revisão de licenciamento ambiental têm apoios e críticas em audiência pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 17:45:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Representantes da indústria, da sociedade civil e do poder público defenderam nesta quarta-feira (31) a revisão do processo de licenciamento ambiental no Brasil. Eles participaram de audiência pública conjunta das comissões de Agricultura (CRA) e de Meio Ambiente (CMA) para analisar o projeto de lei (PL) 2.159/2021, que simplifica o licenciamento de atividades que possam [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Representantes da indústria, da sociedade civil e do poder público defenderam nesta quarta-feira (31) a revisão do processo de licenciamento ambiental no Brasil. Eles participaram de audiência pública conjunta das comissões de Agricultura (CRA) e de Meio Ambiente (CMA) para analisar o projeto de lei (PL) <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/148785" rel="noopener" target="_blank">2.159/2021</a>, que simplifica o licenciamento de atividades que possam causar degradação do meio ambiente.</p>
<p>O projeto de lei foi apresentado originalmente em 2004. Aprovado pela Câmara dos Deputados em 2021, o texto dispensa de licença ambiental obras de saneamento básico, manutenção em estradas e portos e distribuição de energia elétrica com baixa tensão, além de obras consideradas de porte insignificante pela autoridade licenciadora.</p>
<p>Davi Bomtempo, gerente executivo de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Confederação Nacional da Indústria (CNI), defende as medidas. Para ele, o licenciamento ambiental no Brasil &#8220;não corre na velocidade desejada&#8221;.</p>
<p>— Os principais gargalos são o excesso de procedimentos burocráticos, a superposição de competências, a complexidade regulatória, a insegurança jurídica e a falta de clareza de procedimentos. A indústria defende a desburocratização. Para aqueles procedimentos de baixo impacto, a gente poderia trabalhar de uma forma mais simplificada, veloz, moderna e racional — disse.</p>
<p>A presidente da Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema), Mauren Lazzaretti, classificou como &#8220;urgente&#8221; a aprovação de uma lei geral de licenciamento. Para ela, o PL 2.159/2021 &#8220;representa um avanço significativo&#8221;.</p>
<p>— É necessário fazer essa revisão. A tecnologia precisa ser aplicada, não apenas como instrumento para orientar um processo digital de licenciamento, mas como instrumento para tornar o licenciamento ambiental mais leve, eficaz, rápido e eficiente. Precisamos diminuir o licenciamento cartorial — afirmou.</p>
<h3><strong>&#8220;Entrave&#8221;</strong></h3>
<p>O representante do Ministério do Meio Ambiente, André Lima, afirmou que o PL 2.159/2021 é o projeto de lei ambiental &#8220;mais importante em debate no Congresso Nacional&#8221;. Mas, para o gestor, a matéria cria &#8220;oportunidade para conflitos&#8221;.</p>
<p>—  O texto aprovado na Câmara dos Deputados vê o licenciamento ambiental como entrave, e não como efetiva segurança para o investimento público-privado e para o direito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado. Ele elimina critérios e parâmetros nacionais, dispensa certidão do uso do solo, não faz menção a metas de redução de emissão de gases de efeito estufa. Estamos criando mais oportunidade para conflito do que para resolver — criticou André Lima, que é o secretário extraordinário de Controle do Desmatamento e Ordenamento Ambiental Territorial do Ministério do Meio Ambiente.</p>
<p>Para Raul Valle, coordenador de Política Pública do WWF Brasil, há &#8220;um amplo campo de convergência&#8221; no debate sobre mudanças no licenciamento ambiental. Ele reconhece que &#8220;mais burocracia não significa mais proteção&#8221;. Durante a audiência pública, no entanto, Valle defendeu a correção de problemas que identifica no PL 2.159/2021.</p>
<p>— O projeto permite que cada estado defina o que deve ou não deve ser licenciado e qual o formato de licenciamento. Nós poderemos ter tranquilamente 27 regras diferentes no Brasil. Não faz sentido que uma indústria siderúrgica seja licenciada em um estado, e não seja em outro. Isso fere o princípio federativo e vai levar a uma guerra ambiental: estados vão começar a competir para dispensar licenciamento, e você passará a ter a alocação de empreendimentos da pior forma possível — advertiu.</p>
<h3><strong>&#8220;Avanço expressivo&#8221;</strong></h3>
<p>O advogado Leonardo Papp, assessor jurídico da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), defendeu a aprovação do PL 2.159/2021, mas reconheceu que &#8220;sempre há espaço para aprimoramentos&#8221;.</p>
<p>— É um avanço bastante expressivo para disciplinar o licenciamento ambiental no país. O licenciamento deve ser um procedimento eficiente, e eficiência não pode ser confundida com os extremos. Nem o extremo da facilitação e da flexibilização que coloque em risco salvaguardas ambientais, nem o extremo da burocratização, do &#8220;não pelo não&#8221;, que muitas vezes acaba infelizmente se concretizando — disse.</p>
<p>Para Werner Grau Neto, doutor em Direito Internacional Ambiental pela Universidade de São Paulo (USP), a legislação em vigor provoca insegurança jurídica e precisa ser revista. Para o consultor, é comum que condicionantes impostas no processo de licenciamento ambiental sejam exigidas para compensar &#8220;mazelas sociais&#8221; que não são causadas pelo empreendimento.</p>
<p>— É a vala comum. O licenciamento ambiental passa a resolver questões que não dizem respeito ao empreendimento ou à relação com o ambiente que o recebe, mas a uma série de mazelas de natureza social do nosso país. Elas devem ser tratadas, mas o licenciamento ambiental não é o veículo para se resolver esses problemas — disse.</p>
<h3><strong>&#8220;Parafernália legislativa&#8221;</strong></h3>
<p>O PL 2.159/2021 tramita simultaneamente na CRA e na CMA. A audiência pública desta quarta-feira foi sugerida pelos relatores da matéria nos dois colegiados, os senadores Tereza Cristina (PP-MS) e Confúcio Moura (MDB-RO), e pela presidente da CMA, senadora Leila Barros (PDT-DF). Confúcio Moura defendeu a aprovação da matéria.</p>
<p>— Desde a Constituição de 1998 estamos sem uma legislação geral. O licenciamento no Brasil, em todo o período pós-Constituição, vem sendo mais ou menos &#8216;regulamentado&#8217; por resoluções do Conama [Conselho Nacional do Meio Ambiente], portarias ministeriais, leis estaduais e alguns decretos. Então, o empresariado de um modo geral, que necessita do licenciamento, fica diante de uma parafernália legislativa infraconstitucional complexa — disse Confúcio.</p>
<p>Tereza Cristina disse que o projeto poderia passar por aperfeiçoamentos no Senado. Mas para ela o país tem urgência na aprovação de uma legislação que &#8220;modernize o processo de licenciamento ambiental&#8221;.</p>
<p>— O ótimo é inimigo do bom. Precisamos ter um licenciamento ambiental. Espero que, com o diálogo, a gente possa caminhar e entregar um licenciamento ambiental há tanto esperado. Claro que seria importantíssimo ter um planejamento ambiental estratégico, um marco do meio ambiente. Mas acho que, neste momento, o melhor é a gente entregar esse licenciamento que já veio da Câmara dos Deputados e, para frente, modernizar e simplificar a legislação — afirmou.</p>
<p>Para a presidente da CRA, senadora Soraya Thronicke (União-MS), a audiência pública revelou &#8220;uma convergência de entendimentos&#8221; em torno do PL 2.159/2021. Para ela, a nova regra pode simplificar o processo de licenciamento ambiental.</p>
<p>— Vai reduzir a burocracia nos processos, padronizar procedimentos e dar agilidade aos empreendimentos no Brasil, claro que com a cautela para as questões ambientais. A primeira coisa que o empresário quer sentir é segurança jurídica no âmbito dos seus negócios. Quanto mais segurança e clareza nas ações do licenciamento, mais investidores e prosperidade conseguiremos trazer para nosso país — afirmou.</p>
<h3><strong>Retirada de direitos</strong></h3>
<p>A presidente da CMA, senadora Leila Barros, criticou o projeto de lei. Para ela, a proposição se soma a uma série de ameaças e retrocessos impostos aos povos indígenas.</p>
<p>— A possibilidade de não haver um rito ou sequer a escuta aos povos indígenas quando da construção de empreendimentos se traduz em mais uma retirada de direitos. A matéria prevê apenas o envio de um termo de referência à Funai [Fundação Nacional dos Povos Indígenas], cuja resposta não vai conferir qualquer condicionante ao empreendimentos. Ainda assim, apenas nos casos de terras indígenas homologadas, quando sabemos que diversos povos, incluindo os isolados, ainda aguardam a demarcação dessas terras — apontou.</p>
<p>Os senadores Giordano (MDB-SP), Jaime Bagattoli (PL-RO), Wellington Fagundes (PL-MT) e Zequinha Marinho (PL-PA) também participaram do debate. A CRA e a CMA já promoveram quatro audiências públicas sobre o tema no Senado.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/31/revisao-de-licenciamento-ambiental-tem-apoios-e-criticas-em-audiencia-publica#5f8c3b75-43d2-40f4-8e9f-e01f2c9a6b25" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Em audiência pública, senadores pedem a diretor do DNIT agilidade nas obras viárias</title>
		<link>https://fatomt.com.br/em-audiencia-publica-senadores-pedem-a-diretor-do-dnit-agilidade-nas-obras-viarias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 17:45:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[agilidade]]></category>
		<category><![CDATA[audiencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A necessidade de agilizar as obras de infraestrutura do país foi discutida em audiência pública da Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) nesta quarta-feira (31). Os senadores ouviram o diretor-geral substituto do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Fabrício de Oliveira Galvão, que apresentou o plano de atuação da pasta. Ele apontou como principal [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A necessidade de agilizar as obras de infraestrutura do país foi discutida em audiência pública da Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) nesta quarta-feira (31). Os senadores ouviram o diretor-geral substituto do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Fabrício de Oliveira Galvão, que apresentou o plano de atuação da pasta. Ele apontou como principal desafio recuperar os projetos viários e restaurar as rodovias nacionais de forma correta e eficiente. </p>
<p>O senador Marcelo Castro (MDB-PI) ressaltou que o Brasil tem muitos problemas de infraestrutura que demandam soluções rápidas. Relator do Orçamento de 2023, o parlamentar lembrou que todos os técnicos envolvidos na elaboração do texto concordaram que a verba para o Dnit era insuficiente para a missão. Fato que eles conseguiram reverter: </p>
<p>— Graças a Deus, conseguimos triplicar esse orçamento, chegando a aproximadamente R$ 22 bilhões [para o ano], o que é um valor razoável. E a previsão para o próximo ano é obtermos recursos importantes para obras essenciais, por meio do arcabouço fiscal. Então, vamos conservar o que temos, um grande patrimônio público construído ao longo de décadas, dar início a obras realmente importantes e concluir pontes e estradas cujas construções faltam 20% [para o fim], por exemplo. </p>
<p>O Dnit é o órgão responsável pela operação e pela manutenção de rodovias, ferrovias e hidrovias sob administração direta da União. Fabrício ponderou que os problemas estruturais do Brasil não podem ser resolvidos de vez, mas afirmou que eles podem receber soluções paulatinas. O diretor destacou o apoio dos parlamentares, que apresentam a situação de seus estados e ajudam a propor diretrizes. </p>
<p>— Melhorar a qualidade da nossa malha [viária] e garantir a trafegabilidade devem vir antes de projetos. Muitos senadores que nos procuram não pedem duplicações, mas boas condições das estradas que já existem. Esse deve ser nosso principal objetivo. </p>
<h3><strong>Demandas </strong></h3>
<p>A reunião foi conduzida pela senadora Augusta Brito (PT-CE), que quis saber como estão os planos para conclusão da duplicação da BR-222 no Ceará, por exemplo. </p>
<p>Em resposta, Fabrício disse que o governo federal está esperando o fim da temporada de chuvas para dar andamento à obra. </p>
<p>— Nunca se viu chover tanto, mas a gente vai entregar este ano. A gente espera em junho licitar a duplicação também da BR-116, chegando a Chorozinho, mas nosso planejamento é analisar contrato a contrato. </p>
<p>O senador Jaime Bagattoli (PL-RO) pediu atenção para a BR-364, importante para o noroeste do Mato Grosso devido ao grande fluxo de exportação de grãos que passa por ali. A rodovia tem mais de 4,2 mil quilômetros de extensão, saindo da cidade paulista de Cordeirópolis e cortando os estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Rondônia até chegar ao município acriano de Mâncio Lima. A BR-364 interliga o Sudeste e o Centro-Oeste, além de dar acesso ao Amazonas. </p>
<p>— Precisamos que seja dada atenção prioritária a essa rodovia porque é a única que temos. Se cair uma ponte, interdita Rondônia, Acre e Amazonas. Não existe outra — alertou. </p>
<h3><strong>Celebração </strong></h3>
<p>Já o senador Sérgio Petecão (PSD-AC) comemorou a assinatura, pelo Ministério dos Transportes, de duas ordens de início dos serviços de manutenção e conservação da BR-364 nesta terça-feira (30). Os contratos preveem a realização de trabalhos rotineiros pelos próximos três anos em 116 quilômetros da rodovia, com um investimento total de quase R$ 175 milhões. </p>
<p>— Estamos com uma nova perspectiva. Quero agradecer pela atenção dispensada ao nosso estado, porque foi-nos dada aquela esperança de começar de imediato, certos de que não ficaremos isolados no próximo inverno. </p>
<p>Fabrício comentou que o governo é consciente da importância de rodovias como a BR-364 e destacou que esse projeto foi aperfeiçoado com apontamentos feitos pela Controladoria-Geral da União (CGU). </p>
<p>— Vamos cobrir todo o trabalho de manutenção da BR-364 [no trecho] Acre-Rondônia. Entendemos que essa rodovia é o principal eixo da região. Fizemos uma ação bacana, conseguindo retomar todo o trecho, onde a CGU fez os apontamentos, chegamos a um consenso e reajustamos o edital de modo a não perder a janela climática no norte do país — afirmou o diretor.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/31/em-audiencia-publica-senadores-pedem-a-diretor-do-dnit-agilidade-nas-obras-viarias#e677d3d4-6122-43ed-ab5f-51f58a5410c3" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/em-audiencia-publica-senadores-pedem-a-diretor-do-dnit-agilidade-nas-obras-viarias/">Em audiência pública, senadores pedem a diretor do DNIT agilidade nas obras viárias</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<title>Izalci cobra reajuste de 18% às forças de segurança pública do DF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 16:01:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[cobra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) cobrou dos líderes do governo o cumprimento de acordo, feito com a bancada do DF, visando ao reajuste de 18% às forças de segurança pública do Distrito Federal. Em pronunciamento na terça-feira (30), Izalci lembrou que no final de abril foi feito um acordo com o líder do governo no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) cobrou dos líderes do governo o cumprimento de acordo, feito com a bancada do DF, visando ao reajuste de 18% às forças de segurança pública do Distrito Federal. Em pronunciamento na terça-feira (30), Izalci lembrou que no final de abril foi feito um acordo com o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (sem partido-AP), determinando que até 31 de maio seria enviado o projeto com o reajuste de 18% à Polícia Militar (PMDF), Polícia Civil (PCDF) e Corpo de Bombeiros Militar (CBM-DF) do DF. </p>
<p>O senador salientou que, para ser efetivado, o governo Lula precisa editar uma medida provisória. Izalci sublinhou que se espera o reajuste de 9% aos servidores federais (<a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/pesquisa/-/materia/156659" rel="noopener" target="_blank">PLN 2/2023</a>). Ainda segundo o senador, a bancada do DF cumpriu sua parte, mas falta agora o governo federal cumprir a dele.</p>
<p>— F<span>izemos em 26 de abril um acordo com o líder do governo, Randolfe, com toda a assessoria do Palácio do Planalto, sobre a questão do reajuste dos 18% da segurança pública. Retiramos o destaque [dos 18% à segurança pública do DF] numa votação com essa condição, senadora Leila Barros [PDT-DF], vossa excelência que participou também da reunião. Estamos hoje em uma situação em que, quanto à nossa segurança, no caso da Polícia Civil, estamos em vigésimo lugar [no Brasil] em termos de remuneração — </span>disse Izalci, informando ter participado de almoço com o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, no qual cobrou o cumprimento do acordo pelo governo.</p>
<p><span>Ainda segundo o senador, as forças de segurança do Distrito Federal têm realizado assembleias tratando do reajuste.</span></p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/31/izalci-cobra-reajuste-de-18-as-forcas-de-seguranca-publica-do-df#60266ef2-870d-4a4f-b73c-4cafbeb9084a" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Metodologia APAC será apresentada em audiência pública no dia 28/06</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2023 20:17:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[audiencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No próximo dia 28, às 17h, será realizada na sede das Promotorias de Justiça de Cuiabá audiência pública para apresentação da metodologia aplicada pela  APAC (Associação de Proteção e Assistência aos Condenados). O evento é uma realização do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF) e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:16px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif">No próximo dia 28, às 17h, será realizada na sede das Promotorias de Justiça de Cuiabá audiência pública para apresentação da metodologia aplicada pela  APAC (Associação de Proteção e Assistência aos Condenados). O evento é uma realização do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF) e APAC Cuiabá. A iniciativa conta com a parceria do Poder Judiciário, Governo de Mato Grosso, Defensoria Pública e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/MT).</p>
<p>  Cuiabá deverá ser o primeiro município de Mato Grosso a receber uma unidade prisional da APAC. No podcast “Vozes do MPMT” desta semana, a coordenadora do Centro de Apoio Operacional da Execução Criminal, promotora de Justiça Josane Fátima de Carvalho Guariente apresenta os 12 elementos da metodologia APAC. <strong>Ouça <a href="https://www.mpmt.mp.br/mptv/todos/1/29827/episodio-50---entrevista-com-a-promotora-de-justica-josane-carvalho">Aqui</a></strong></p>
<p>  A APAC é uma entidade civil de direito privado, com personalidade jurídica própria, dedicada à recuperação e à reintegração social dos condenados a penas privativas de liberdade. Ela ainda opera como entidade auxiliar dos poderes Judiciário e Executivo, respectivamente, na execução penal e na administração do cumprimento das penas privativas de liberdade.</span></span></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.mpmt.mp.br/conteudo/58/125313/metodologia-apac-sera-apresentada-em-audiencia-publica-no-dia-2806#fd2cdbb2-83ba-48bf-a426-1ab7f386b757" rel="noopener">Ministério Público MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>STJ lança consulta pública sobre política de acessibilidade e inclusão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2023 20:17:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Superior Tribunal de Justiça (STJ) realiza até o dia 16 de junho, uma consulta pública para a revisão de sua Política de Acessibilidade e Inclusão da Pessoa com Deficiência ou com Mobilidade Reduzida.   A participação na pesquisa poderá ser de duas formas: por meio de um formulário, acessível também às pessoas com deficiência [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O Superior Tribunal de Justiça (STJ) realiza até o dia 16 de junho, uma consulta pública para a revisão de sua Política de Acessibilidade e Inclusão da Pessoa com Deficiência ou com Mobilidade Reduzida.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A participação na pesquisa poderá ser de duas formas: por meio de um <a href="https://forms.office.com/pages/responsepage.aspx?id=8NUj3qzMhEyB1iiSqMBVqugsrW79pgxEiI8_mlSAtHBUMkZNVVRTSTdNQTYyTTRXOTExN1lZREpNUyQlQCN0PWcu">formulário</a>, acessível também às pessoas com deficiência visual completa, ou pelo e-mail inclusão@stj.jus.br.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Um vídeo de apresentação do conteúdo proposto para a nova política, com tradução em Libras, <a href="https://www.stj.jus.br/sites/portalp/Paginas/Comunicacao/Noticias/2023/15052023-Tribunal-lanca-consulta-publica-sobre-politica-de-acessibilidade-e-inclusao.aspx">está disponível no YouTube</a>. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A iniciativa da consulta segue recomendação da cartilha Como Construir um Ambiente Acessível nas Organizações Públicas, criada pela Rede de Acessibilidade, que sugere a participação do público externo na construção das políticas e na sua revisão periódica.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A Coordenadoria de Acessibilidade e Inclusão do STJ explica que o propósito da pesquisa, além de validar os princípios, as diretrizes e os objetivos da nova política, é atender ao lema &#8220;Nada sobre nós sem nós&#8221;, dando às pessoas com deficiência a oportunidade de opinar sobre a revisão.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Segundo a coordenadoria, a nova política norteará as atividades do Tribunal da Cidadania na promoção da inclusão social das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, buscando garantir o exercício de direitos e liberdades fundamentais em condições de igualdade.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Para obter retorno a respeito da pesquisa, pode ser feito contato pelo e-mail inclusao@stj.jus.br.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT</span> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Com informações do STJ</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">imprensa@tjmt</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div> </div>
<div> </div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/74457#f2bf33f1-f5c5-4247-9198-dbebe145999b" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>CSP aprova &#8216;Prêmio Major Olimpio de Segurança Pública&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2023 17:45:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Segurança Pública (CSP) aprovou nesta terça-feira (30) proposta que cria, no âmbito do Senado, o Prêmio Major Olimpio de Segurança Pública. Os agraciados serão pessoas &#8220;destinado a agraciar pessoas que criem mecanismos de melhora da segurança pública ou atuem em ação de segurança pública de grande repercussão nacional&#8221;. O texto segue para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Segurança Pública (CSP) aprovou nesta terça-feira (30) proposta que cria, no âmbito do Senado, o Prêmio Major Olimpio de Segurança Pública. Os agraciados serão pessoas &#8220;destinado a agraciar pessoas que criem mecanismos de melhora da segurança pública ou atuem em ação de segurança pública de grande repercussão nacional&#8221;. O texto segue para deliberação da Mesa do Senado.</p>
<p>Do senador Styvenson Valentim (Podemos-RN), o Projeto de Resolução do Senado (PRS) <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/138989" rel="noopener" target="_blank">94/2019</a> já foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde foi relatado pelo senador Alessandro Vieira (PSDB-SE). Por sua sugestão, a CCJ mudou o nome da comenda, &#8220;Prêmio Senado Federal de Segurança Pública&#8221;, para homenagear o ex-senador Major Olimpio (1962-2021). O relatório na CSP foi elaborado pelo senador Otto Alencar (PSD-BA) e a leitura foi feita <i>ad hoc</i> pelo senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS). </p>
<p>— No mérito, entendemos que a proposta é oportuna, uma vez que incentiva a divulgação e execução de novas ideias e iniciativas, assim como o desempenho profissional em uma área de grande preocupação da sociedade brasileira, a segurança pública, o que não deixa de ser uma colaboração indireta ao trabalho parlamentar — disse Mourão, que concordou com a mudança do nome do prêmio para homenagear Major Olimpio.</p>
<p>O projeto determina que seja concedido diploma a até três cidadãos com atuação destacada na área da segurança pública, a ser entregue anualmente na semana do dia 21 de abril. A indicação de candidatos poderá ser feita por qualquer senador à Mesa. Já a escolha dos agraciados será realizada por comissão composta por um senador de cada partido com representação na Casa, a ser indicado anualmente pela respectiva bancada. As despesas de confecção e entrega do Prêmio, bem como as de deslocamento e hospedagem dos agraciados, serão custeadas pelo Senado.</p>
<p>O autor do projeto, Styvenson Valentim, disse que o prêmio é uma justa homenagem ao ex-senador, que morreu de covid-19 em 2021.</p>
<p>— Eu acho que é uma dupla justiça. Uma promoção como essa, de estar agraciando um nome como o do Major Olimpio, o qual faz uma falta imensa aqui no nosso Senado, ainda mais numa comissão como essa aqui que trata de assuntos que ele defendia com tanto vigor.<span class="Apple-converted-space">  </span>E como também esse estímulo, essa parte de trazer para o cidadão, para os operadores de segurança pública para aqueles que tiverem boas ideias e práticas um reconhecimento pelo Senado federal por contribuir para um tema que é sensível em todo o lugar do país.</p>
<p>Os senadores Jorge Seif (PL-SC) e Sergio Moro (União-PR) apoiaram a criação do prêmio.</p>
<p>— De certa maneira o prêmio é relevante, mas mais relevante ainda é agraciar o senador Major Olimpio com essa honraria, ao ser nominado no âmbito do prêmio — disse Moro.</p>
<h3><b>8 de janeiro</b></h3>
<p>Também foi aprovado requerimento do senador Eduardo Girão (Novo-CE) para a realização de audiência pública sobre as prisões realizadas em decorrência dos ataques aos Poderes da República no dia 8 de janeiro. Ao defender seu requerimento, Girão disse ter visitado os presos e ouvido relatos de advogados sobre possíveis violações às suas prerrogativas.</p>
<p>— O objetivo é ouvir pessoas que estão dizendo, através de advogados, que estão sem o devido processo legal (…). É importante dar voz a essas pessoas para que possam colocar eventuais violações que estão acontecendo no sistema judiciário — disse Girão.</p>
<p>O senador Jorge Seif (PL-SC) apoiou o requerimento.</p>
<p>— Fui abordado por vários advogados que relataram que estavam com dificuldade de falar com seus clientes [&#8230;], que não tinham acesso aos autos — declarou.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/30/csp-aprova-premio-major-olimpio-de-seguranca-publica#718403e3-5dbd-4182-9642-409229461f05" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>CSP aprova criação do &#8216;Prêmio Major Olimpio de Segurança Pública&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2023 17:15:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Segurança Pública (CSP) aprovou nesta terça-feira (30) proposta que cria, no âmbito do Senado, o Prêmio Major Olimpio de Segurança Pública. Os agraciados serão pessoas &#8220;destinado a agraciar pessoas que criem mecanismos de melhora da segurança pública ou atuem em ação de segurança pública de grande repercussão nacional&#8221;. O texto segue para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Segurança Pública (CSP) aprovou nesta terça-feira (30) proposta que cria, no âmbito do Senado, o Prêmio Major Olimpio de Segurança Pública. Os agraciados serão pessoas &#8220;destinado a agraciar pessoas que criem mecanismos de melhora da segurança pública ou atuem em ação de segurança pública de grande repercussão nacional&#8221;. O texto segue para deliberação da Mesa do Senado.</p>
<p>Do senador Styvenson Valentim (Podemos-RN), o Projeto de Resolução do Senado (PRS) <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/138989" rel="noopener" target="_blank">94/2019</a> já foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde foi relatado pelo senador Alessandro Vieira (PSDB-SE). Por sua sugestão, a CCJ mudou o nome da comenda, &#8220;Prêmio Senado Federal de Segurança Pública&#8221;, para homenagear o ex-senador Major Olimpio (1962-2021). O relatório na CSP foi elaborado pelo senador Otto Alencar (PSD-BA) e a leitura foi feita <i>ad hoc</i> pelo senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS). </p>
<p>— No mérito, entendemos que a proposta é oportuna, uma vez que incentiva a divulgação e execução de novas ideias e iniciativas, assim como o desempenho profissional em uma área de grande preocupação da sociedade brasileira, a segurança pública, o que não deixa de ser uma colaboração indireta ao trabalho parlamentar — disse Mourão, que concordou com a mudança do nome do prêmio para homenagear Major Olimpio.</p>
<p>O projeto determina que seja concedido diploma a até três cidadãos com atuação destacada na área da segurança pública, a ser entregue anualmente na semana do dia 21 de abril. A indicação de candidatos poderá ser feita por qualquer senador à Mesa. Já a escolha dos agraciados será realizada por comissão composta por um senador de cada partido com representação na Casa, a ser indicado anualmente pela respectiva bancada. As despesas de confecção e entrega do Prêmio, bem como as de deslocamento e hospedagem dos agraciados, serão custeadas pelo Senado.</p>
<p>O autor do projeto, Styvenson Valentim, disse que o prêmio é uma justa homenagem ao ex-senador, que morreu de covid-19 em 2021.</p>
<p>— Eu acho que é uma dupla justiça. Uma promoção como essa, de estar agraciando um nome como o do Major Olimpio, o qual faz uma falta imensa aqui no nosso Senado, ainda mais numa comissão como essa aqui que trata de assuntos que ele defendia com tanto vigor.<span class="Apple-converted-space">  </span>E como também esse estímulo, essa parte de trazer para o cidadão, para os operadores de segurança pública para aqueles que tiverem boas ideias e práticas um reconhecimento pelo Senado federal por contribuir para um tema que é sensível em todo o lugar do país.</p>
<p>Os senadores Jorge Seif (PL-SC) e Sergio Moro (União-PR) apoiaram a criação do prêmio.</p>
<p>— De certa maneira o prêmio é relevante, mas mais relevante ainda é agraciar o senador Major Olimpio com essa honraria, ao ser nominado no âmbito do prêmio — disse Moro.</p>
<h3><b>8 de janeiro</b></h3>
<p>Também foi aprovado requerimento do senador Eduardo Girão (Novo-CE) para a realização de audiência pública sobre as prisões realizadas em decorrência dos ataques aos Poderes da República no dia 8 de janeiro. Ao defender seu requerimento, Girão disse ter visitado os presos e ouvido relatos de advogados sobre possíveis violações às suas prerrogativas.</p>
<p>— O objetivo é ouvir pessoas que estão dizendo, através de advogados, que estão sem o devido processo legal (…). É importante dar voz a essas pessoas para que possam colocar eventuais violações que estão acontecendo no sistema judiciário — disse Girão.</p>
<p>O senador Jorge Seif (PL-SC) apoiou o requerimento.</p>
<p>— Fui abordado por vários advogados que relataram que estavam com dificuldade de falar com seus clientes [&#8230;], que não tinham acesso aos autos — declarou.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/30/csp-aprova-criacao-do-premio-major-olimpio-de-seguranca-publica#cd79f6ab-ff21-4e2b-97e1-5c0d48c51528" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Dívida Pública sobe 2,38% em abril e atinge R$ 6,03 trilhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2023 10:46:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[abril]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Divulgação/Tesouro Nacional Tesouro Nacional O montante de emissões de títulos da Dívida Pública Federal (DPF), aliado a um volume baixo de resgates no mês passado, elevou o estoque total da dívida em 2,38%, passando de R$ 5,89 trilhões, em março, para R$ 6,03 trilhões, em abril. Trata-se de um aumento nominal de R$ 140,12 bilhões. [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ed/dt/cm/eddtcmc7r7krhmhkoxpac32x9.jpg" width="906" height="509" alt="Tesouro Nacional" title="Tesouro Nacional"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação/Tesouro Nacional</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Tesouro Nacional</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O montante de emissões de títulos da  <a href="https://economia.ig.com.br/2022-03-20/especialistas-dicas-fugir-dividas.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2022-03-20/especialistas-dicas-fugir-dividas.html">Dívida</a> Pública Federal (DPF), aliado a um volume baixo de resgates no mês passado, elevou o estoque total da dívida em 2,38%, passando de R$ 5,89 trilhões, em março, para R$ 6,03 trilhões, em abril.</p>
<p class=""> Trata-se de um aumento nominal de R$ 140,12 bilhões. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (29) pela Secretaria do Tesouro Nacional, vinculada ao Ministério da Fazenda.</p>
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<p>&#8220;Esta variação deveu-se à emissão líquida [emissões menos resgates], no valor de R$ 92,30 bilhões, e à apropriação positiva de juros, no valor de R$ 48,15 bilhões, descontada a transferência de R$ 0,34 bilhão para a carteira do Banco Central&#8221;, informou o ministério.</p>
<p>O Tesouro prevê que a DPF subirá nos próximos meses. De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF) 2023, apresentado no fim de janeiro, o estoque da DPF deve encerrar o ano entre R$ 6,4 trilhões e R$ 6,8 trilhões.</p>
<p>Por meio da apropriação de juros, o governo reconhece, mês a mês, a correção dos juros que incide sobre os títulos e incorpora o valor ao estoque da dívida pública. Com a taxa Selic (juros básicos da economia) em 13,75% ao ano, a apropriação de juros pressiona o endividamento do governo.</p>
<p>No mês passado, a Dívida Pública Mobiliária (em títulos) interna (DPMFi) totalizou R$ 116,51 bilhões, enquanto os resgates foram de R$ 34,39 bilhões, resultando em emissão líquida de R$ 82,12 bilhões. Destaque para as emissões de títulos prefixados (49,55%) e de títulos remunerados por índice de preços (29,5% do total). Já os títulos remunerados à taxa flutuante tiveram redução de participação (de 39,08% para 38,84%).  </p>
<p>Outros R$ 10,19 bilhões são relativos à emissão líquida da Dívida Pública Federal externa (DPFe), contraída no mercado exterior, totalizando os R$ 92,30 bilhões de emissão líquida total. Segundo o Tesouro, &#8220;é a maior emissão líquida desde junho de 2021&#8221;.</p>
<h3>Colchão</h3>
<p>A reserva de liquidez ou colchão da dívida pública (reserva financeira usada em momentos de turbulência ou de forte concentração de vencimentos), que havia caído em março, subiu em abril, atingindo o patamar de mais de pouco mais R$ 1 trilhão. O crescimento, em termos nominais, foi de 1,57%.</p>
<p>Apesar do aumento da reserva, o nível do colchão garante o pagamento dos próximos 8,55 meses de vencimentos da DPF, um período um pouco menor do que os 9,22 meses registrados em março. Segundo o Tesouro, os meses de maio, julho e setembro de 2023 concentrarão vencimentos estimados em R$ 786,33 bilhões, o que explica a redução do alcance temporal do colchão.</p>
<h3>Composição</h3>
<p>Em relação à composição da DPF, houve queda da participação da DPMFi, passando de 96,02%, em março, para 95,98%, em abril. Já a participação da DPFe, a dívida externa, foi ampliada ligeiramente de 3,98% para 4,02%.</p>
<p>A parcela dos títulos remunerados por taxa flutuante passou de 39,08%, em março, para 38,84%, em abril. Já a participação dos títulos com remuneração prefixada da DPF aumentou um pouco, de 24,7%, em março, para 24,81%, em abril. A parcela dos títulos vinculados a índice de preços registrou um leve aumento, de 32% para 32,11%. Os valores estão em linha com as projeções do PAF 2023.</p>
<h3>Detentores</h3>
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<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
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</ul>
</aside>
</div>
<p class="">As instituições financeiras seguem como principais detentoras da Dívida Pública Federal interna, com 28,82% de participação no estoque, um leve aumento em relação ao mês de março. Os fundos de investimento mantiveram o estoque, com 23,57%, e os fundos de pensão (previdência), com 23,51%, aparecem em seguida na lista dos maiores detentores da dívida. A participação dos não residentes (estrangeiros) caiu de março para abril, passando de 9,7% em fevereiro para 9,5%. A relativa estabilidade ocorreu apesar da turbulência nos mercados externos, marcado por crises em bancos norte-americanos e europeus. Os demais grupos (que incluem governo, seguradoras e outros) somam cerca de 14,6% de participação.</p>
<p>Por meio da dívida pública, o governo pega dinheiro emprestado dos investidores para honrar compromissos financeiros. Em troca, compromete-se a devolver os recursos depois de alguns anos, com alguma correção, que pode seguir a taxa Selic (juros básicos da economia), a inflação, o dólar ou ser prefixada (definida com antecedência).</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-05-30/divida-abril-tesouro-nacional.html#cc502a63-0037-4405-9e17-208266442e22" rel="noopener">Economia</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/divida-publica-sobe-238-em-abril-e-atinge-r-603-trilhoes/">Dívida Pública sobe 2,38% em abril e atinge R$ 6,03 trilhões</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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