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	<title>Arquivos mista - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos mista - FATO MT</title>
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		<title>Comissão mista aprova MP que retoma Minha Casa, Minha Vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 21:45:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[aprova]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão mista que analisa a medida provisória que retoma o Programa Minha Casa, Minha Vida aprovou nesta quinta-feira (1º) o relatório do deputado Marangoni (União-SP), que faz mudanças substanciais na versão original enviada pelo governo. O texto seguirá agora para o Plenário da Câmara dos Deputados. — Acabamos de aprovar por unanimidade o relatório [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão mista que analisa a medida provisória que retoma o Programa Minha Casa, Minha Vida aprovou nesta quinta-feira (1º) o relatório do deputado Marangoni (União-SP), que faz mudanças substanciais na versão original enviada pelo governo. O texto seguirá agora para o Plenário da Câmara dos Deputados.</p>
<p>— Acabamos de aprovar por unanimidade o relatório da <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/155886" rel="noopener" target="_blank">MP 1.162/2023</a>, que retoma o maior programa habitacional da história do nosso país. Trata-se de uma grande vitória que envolveu parlamentares além de movimentos sociais e empresariais. O Brasil começa a dar um passo rumo ao resgate de uma dívida social com mais de 5,8 milhões de famílias que aguardam a realização do sonho da casa própria — celebrou o senador Eduardo Braga (MDB-AM), presidente da Comissão Mista.</p>
<p>O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que também participou da reunião, disse que foi acertada a decisão do Congresso Nacional de retomar as comissões mistas de medidas provisórias, previstas na Constituição, que foram suspensas durante a pandemia. Ele comemorou a aprovação do relatório do deputado Marangoni e reforçou que o tema da moradia é fundamental para o país.</p>
<p>— Esta comissão mista dá este exemplo em bom tempo de um parecer construído a várias mãos, ouvindo a sociedade civil organizada, com uma votação unânime para a sua aprovação. Portanto, esse reconhecimento da Presidência do Senado Federal, da Presidência do Congresso Nacional, aos deputados e senadores que se dedicaram sobremaneira a esta realização para aprovação deste parecer num tema muito importante para sociedade brasileira, que é o da moradia. Há um déficit habitacional enorme no Brasil — ressaltou o senador.</p>
<h3><strong>Alterações</strong></h3>
<p>Marangoni manteve os critérios de renda para a qualificação de famílias ao programa como previsto na versão original, no entanto fez alterações para acatar mais de 80 <span class="termoGlossario" data-toggle="tooltip" id="4028" title="">emendas</span> propostas na comissão.</p>
<p>O relator afirmou que a intenção foi a de aprimorar o programa, incluindo novas formas de construir moradias e agentes financiadores, bem como expandindo o escopo dos beneficiados. &#8220;Modernizamos, corrigimos falhas, humanizamos, trouxemos novas formas e possibilidades de produção para que a gente tenha um cardápio maior para oferecer para todos que sofrem por não ter sua moradia&#8221;, reforçou o parlamentar.</p>
<p>Uma das mudanças prevê o fim da exclusividade da Caixa Econômica Federal e o estímulo à entrada de bancos privados, entre eles bancos digitais e instituições financeiras locais, como cooperativas de crédito, na operação do programa.</p>
<p>Para tanto, essas instituições financeiras devem fornecer informações sobre as transferências ao Ministério das Cidades, por meio de aplicativo que identifique o destinatário do dinheiro.</p>
<p>O relatório também altera a legislação atual para permitir que os contratos de imóveis no âmbito do programa sejam formalizados por meios digitais e eletrônicos.</p>
<h3><strong>Reformas</strong></h3>
<p>Em outro ponto, o relatório prevê que, no mínimo, 5% dos recursos da política habitacional sejam repassados fundo a fundo ou por meio de convênios para financiar a retomada de obras paradas, a reforma (retrofit) ou requalificação de imóveis inutilizados, bem como as obras habitacionais em municípios de até 50 mil habitantes.</p>
<h3><strong>Energia<br /></strong></h3>
<p>Marangoni também acatou emenda que prevê o desconto de 50% na conta de energia dos consumidores inscritos no Cadastro Único dos programas sociais do governo (CadÚnico).</p>
<p>O parecer também inclui critérios de sustentabilidade e eficiência energética, bem como reaproveitamento não potável das águas cinzas. &#8220;Tudo isso traz mais sustentabilidade econômica para os empreendimentos, porque reduz os custos das famílias no custeio de suas unidades&#8221;, reforçou o relator.</p>
<h3><strong>Subsídios</strong></h3>
<p><strong></strong>Com o objetivo de redirecionar as moradias de baixa renda para áreas mais privilegiadas, o relatório prevê três subsídios: o verde, destinado a projetos com uso de tecnologias sustentáveis e ambientais; o de localização, para empreendimentos próximos a áreas urbanas e integrados ao transporte público; e o de qualificação, para construções que incluam áreas comerciais.</p>
<p>O texto aprovado também inclui as mulheres vítimas de violência doméstica e as famílias residentes em áreas de risco entre as prioridades para firmar contratos de moradia.</p>
<p><em>Com Agência Câmara </em></p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/06/01/comissao-mista-aprova-mp-que-retoma-minha-casa-minha-vida#c2223f08-c6b1-48e8-9577-f2be74386162" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>MP do Minha Casa, Minha Vida é aprovada por comissão mista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 21:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[aprovada]]></category>
		<category><![CDATA[comiss]]></category>
		<category><![CDATA[minha]]></category>
		<category><![CDATA[mista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Divulgação MCMV MP do Minha Casa, Minha Vida segue para a Câmara Comissão mista responsável por analisar a Medida Provisória (MP) do governo federal que reinstitui o programa Minha Casa, Minha Vida aprovou relatório sobre o tema nesta quinta-feira (1º). Agora, o texto segue para o plenário da Câmara dos Deputados. Depois de votado na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/4h/rn/53/4hrn53f64ljktaykw614my324.jpg" width="906" height="509" alt="MP do Minha Casa, Minha Vida segue para a Câmara" title="MP do Minha Casa, Minha Vida segue para a Câmara"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação MCMV</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">MP do Minha Casa, Minha Vida segue para a Câmara</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Comissão mista responsável por analisar a Medida Provisória (MP) do governo federal que  <a href="https://economia.ig.com.br/2023-02-14/lula-volta-minha-casa-minha-vida.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-02-14/lula-volta-minha-casa-minha-vida.html">reinstitui o programa Minha Casa, Minha Vida</a> aprovou relatório sobre o tema nesta quinta-feira (1º). Agora, o texto segue para o plenário da Câmara dos Deputados.  </p>
<p>Depois de votado na Câmara, a MP será votada no Senado. A tramitação precisa acontecer antes do dia 14 de junho para que a medida não perca validade.</p>
<p> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGBrasilEconomico" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/iGBrasilEconomico">canal do Brasil Econômico no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  <a href="https://t.me/portalig" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG</a> </strong>  </p>
<p>A comissão mista de deputados e senadores, que teve como relator o deputado Marangoni (União-SP), promoveu mudanças na MP enviada pelo governo. Mesmo assim, o presidente do Senado, Rodrigo Pachceco (PSD-MG), disse que a aprovação desta quinta-feira foi &#8220;uma vitória do governo federal&#8221;.</p>
<p class="">Dentre as principais alterações no relatório aprovado nesta quinta, está o fim do monopólio da Caixa Econômica Federal no programa. Se o texto for aprovado na Câmara e no Senado, obras do Minha Casa, Minha Vida também poderão ser financiadas por bancos privados.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-06-01/lei-igualdade-salarial-mulheres-homens-aprovada-senado.html" title="Lei de igualdade salarial entre mulheres e homens é aprovada no Senado" target="_self" rel="noopener">Lei de igualdade salarial entre mulheres e homens é aprovada no Senado</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-06-01/lula-comemora-crescimento-pib.html" title="Lula comemora alta do PIB: 'Vão ficar surpresos com nossa economia'" target="_self" rel="noopener">Lula comemora alta do PIB: &#8216;Vão ficar surpresos com nossa economia&#8217;</a> </li>
<li>  <a href="https://economia.ig.com.br/2023-06-01/elon-musk-volta-a-ser-o-homem-mais-rico-do-mundo.html.ampstories" title="Musk supera Arnault e volta a ser o homem mais rico do mundo" target="_self" rel="noopener">Musk supera Arnault e volta a ser o homem mais rico do mundo</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Além disso, o relatório prevê que moradores atendidos pelo programa que estejam incluídos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) tenham ao menos 50% de desconto na conta de energia. Haverá, ainda, incentivo fiscal para empresas que construírem habitações com energia limpa.  </p>
<p>O relatório aprovado pela comissão mantém a principal característica do novo Minha Casa, Minha Vida, que é o  <a href="https://economia.ig.com.br/2023-02-17/minha-casa-minha-vida-relancamento-mudancas.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-02-17/minha-casa-minha-vida-relancamento-mudancas.html">retorno da faixa 1</a> , ajudando as classes mais baixas a garantirem a casa própria.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-06-01/mp-minha-casa--minha-vida-aprovada-comissao-mista.html#e2c55f15-6bd8-480d-9878-967cd743c108" rel="noopener">Economia</a></p>
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		<title>Comissão mista debate prazo para adaptação à Lei de Licitações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 19:46:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[adapta]]></category>
		<category><![CDATA[comiss]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>
		<category><![CDATA[licita]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A comissão mista responsável pela análise da medida provisória que prorrogou para até o final de 2023 o prazo de adaptação da administração pública à nova Lei de Licitações (MP 1.167/2023) faz sua primeira audiência pública na terça-feira (6), às 14h30. Foram convidados representantes da Confederação Nacional dos Municípios; da Frente Nacional de Prefeitos; da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A comissão mista responsável pela análise da medida provisória que prorrogou para até o final de 2023 o prazo de adaptação da administração pública à nova Lei de Licitações </span><span style="font-weight: 400">(</span><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/156662" rel="noopener" target="_blank"><span style="font-weight: 400">MP 1.167/2023</span></a><span style="font-weight: 400">)</span><span style="font-weight: 400"> faz sua primeira audiência pública na terça-feira (6), às 14h30.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Foram convidados representantes da Confederação Nacional dos Municípios; da Frente Nacional de Prefeitos; da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil; do  Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos; e da Confederação Nacional da Indústria.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A MP alterou a nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos (<a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2021-04-01;14133" rel="noopener" target="_blank">Lei 14.133, de 2021</a>), que unifica toda a legislação sobre compras públicas e seria obrigatória a partir de abril de 2023. Com a prorrogação da validade das leis anteriores, órgãos e entidades da administração pública federal, estadual ou municipal podem publicar editais nos formatos antigos de contratação até o dia 29 de dezembro de 2023.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O colegiado é presidido pela deputada Lídice da Mata (PSB-BA). A relatora é a senadora Tereza Cristina (PP-MS).</span></p>
<table class="plain" style="background-color: #d3eef8">
<tbody>
<tr style="background-color: #d3eef8">
<td style="background-color: #d3eef8">
<h4 style="background-color: #d3eef8"><strong>Como participar</strong></h4>
<p style="background-color: #d3eef8">O evento será interativo: os cidadãos podem enviar perguntas e comentários pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou pelo <a class="external-link" href="https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoaudiencia?id=25581" rel="noopener" target="_blank">Portal e‑Cidadania</a>, que podem ser lidos e respondidos pelos senadores e debatedores ao vivo. O Senado oferece uma declaração de participação, que pode ser usada como hora de atividade complementar em curso universitário, por exemplo. O <a class="external-link" href="http://www12.senado.leg.br/ecidadania" rel="noopener" target="_blank" title="">Portal e‑Cidadania</a> também recebe a opinião dos cidadãos sobre os projetos em tramitação no Senado, além de sugestões para novas leis.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/06/01/comissao-mista-debate-prazo-para-adaptacao-a-lei-de-licitacoes#53e604aa-4309-42a7-9222-760ddbfd3756" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/comissao-mista-debate-prazo-para-adaptacao-a-lei-de-licitacoes/">Comissão mista debate prazo para adaptação à Lei de Licitações</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>MP do Mais Médicos deve ser votada na quarta-feira por comissão mista</title>
		<link>https://fatomt.com.br/mp-do-mais-medicos-deve-ser-votada-na-quarta-feira-por-comissao-mista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2023 22:17:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[comiss]]></category>
		<category><![CDATA[feira]]></category>
		<category><![CDATA[medicos]]></category>
		<category><![CDATA[mista]]></category>
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		<category><![CDATA[votada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi apresentado nesta terça-feira (30) o relatório da senadora Zenaide Maia (PSD-RN) à  Medida Provisória 1.165/2023, que cria a Estratégia Nacional de Formação de Especialistas para a Saúde, no âmbito do Programa Mais Médicos. Após a apresentação na comissão mista, foi concedida vista aos parlamentares por 24 horas. A previsão é de que o relatório [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi apresentado nesta terça-feira (30) o relatório da senadora Zenaide Maia (PSD-RN) à  <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/156368" rel="noopener" target="_blank">Medida Provisória 1.165/2023</a>, que cria a Estratégia Nacional de Formação de Especialistas para a Saúde, no âmbito do Programa Mais Médicos. Após a apresentação na comissão mista, foi concedida vista aos parlamentares por 24 horas. A previsão é de que o relatório seja votado na quarta-feira (31).</p>
<p>De acordo com o governo, o objetivo da MP é diminuir a carência de profissionais de atenção primária à saúde em regiões prioritárias para o Sistema Único de Saúde (SUS). Para isso, a medida concede indenizações, incentivos para médicos formados com financiamento estudantil (Fies), além da oferta de especialização e mestrado a todos os profissionais atuando no programa, em cursos com duração total de até quatro anos.</p>
<p>Um dos pontos mais polêmicos durante as quatro audiências públicas em que o texto foi discutido — a dispensa da prova de revalidação dos diplomas estrangeiros para médicos que participarem do programa — foi mantida no texto de Zenaide. Assim, os médicos formados fora do Brasil não precisarão fazer o Revalida para participar do Mais Médicos.</p>
<p>A prorrogação da participação no programa, no entanto, só será possível com a apresentação do diploma revalidado. Com a mudança aceita pela relatora, médicos sem a revalidação poderão permanecer por quatro anos no programa, não mais oito anos como no texto original.</p>
<p>— Propomos uma alternativa intermediária, capaz de alcançar o entendimento necessário nesse ponto, que é a admissão da dispensa da revalidação apenas durante os primeiros quatro anos de participação e o estabelecimento da revalidação como condição indispensável para fins de prorrogação da participação — explicou Zenaide.</p>
<h3><strong>Prova</strong></h3>
<p>O relatório de Zenaide também prevê que o revalida será aplicado a cada quatro meses. A prova de revalidação é composta por exame teórico e prova de habilidades clínicas. A segunda fase será dispensada para médicos com diploma estrangeiro que ficarem quatro anos no programa e que comprovarem aprovação nas avaliações periódicas do Mais Médicos feitas ao longo dos quatro anos.</p>
<p>Para o relator revisor, deputado Jorge Solla (PT-BA), a solução encontrada pela senadora atende dois lados da discussão: os dos que reconhecem a necessidade imediata de médicos e o dos que defendem a revalidação dos diplomas.</p>
<p>— A avaliação das habilidades clínicas deixa de ser algo pontual, de estações artificiais, e passa ser a vida real do desempenho do profissional durante todo o tempo no programa. Isso com certeza vai dar um resultado muito mais eficiente do ponto de vista avaliativo e vai até estimular mais os profissionais no sentido do seu esforço de formação e de atualização durante todo o período programa — disse o deputado.</p>
<p>Para o senador Dr. Hiran (PP-RR), a flexibilização nas regras do Revalida e na concessão de títulos de especialista a médicos que participam do programa é equivalente a colocar a população mais pobre como cobaia, com médicos despreparados, o que cria uma &#8220;segregação social&#8221;.</p>
<p>Mudança feita pela senadora também vai permitir a recontratação dos médicos estrangeiros que já atuaram no programa, independentemente do período anterior  de atuação desses profissionais no Mais Médicos. O texto inicial autorizava a recontratação desde que respeitado o tempo máximo de permanência.</p>
<p>Para o presidente da comissão, deputado Dorinaldo Malafaia (PDT-AP), o relatório contempla várias questões levantadas pelos integrantes do colegiado durante as discussões, em um debate rico e consistente. Por esse motivo, ele optou por não atender ao pedido de alguns parlamentares de que o prazo de vista fosse estendido para cinco dias.</p>
<h3><strong>Indenização</strong></h3>
<p>A medida altera <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2013-10-22;12871" rel="noopener" target="_blank">Lei 12.871, de 2013</a>, que criou o programa Mais Médicos, como o pagamento de uma indenização adicional para quem ficar por 48 meses ininterruptos no programa: 20% do valor total das bolsas recebidas para aqueles que estiverem atuando em áreas de vulnerabilidade e 10% para quem estiver nos demais municípios.</p>
<p>O pagamento será feito aos que solicitarem e poderá ocorrer todo de uma vez, após os 48 meses de participação, ou em duas parcelas, sendo a primeira, correspondente a 30% do valor da indenização, paga após 36 meses de participação e o restante após os 48 meses.</p>
<p>O médico que tiver se formado com financiamento estudantil (Fies) e permanecer 48 meses vinculado ao programa terá direito a indenização maior: 80% do valor total das bolsas recebidas, no caso daqueles que estiverem em áreas de vulnerabilidade, e 40% no caso daqueles que estiverem nos demais municípios. O pagamento poderá ser feito em quatro vezes: 10% a cada 12 meses de exercício no Mais Médicos e o restante após 48 meses.</p>
<p>Médicos formados com o Fies e que participarem do Programa de Residência de Medicina de Família e Comunidade por 24 meses ininterruptos e obtiverem o título de especialista receberão uma indenização equivalente ao valor do seu saldo devedor no Fies no momento de ingresso no programa de residência.</p>
<p>Zenaide acatou várias emendas para prever que antes da adesão ao programa o médico terá conhecimento sobre os requisitos necessários para o recebimento das indenizações e também sobre o número de vagas disponíveis para as indenizações aos médicos que se graduaram financiados pelo Fies. Para a senadora, a mudança dará mais transparência ao programa.</p>
<p>Outras alterações acatadas pela relatora deixam claro que as bolsas não serão utilizadas como base de cálculo para recebimento de outros benefícios, até mesmo para fins previdenciários, e que serão pagas em igual valor e de forma direta a todos os médicos participantes.</p>
<h3><strong>Direitos </strong></h3>
<p>O texto estipula o  pagamento de uma complementação, paga por seis meses, para as médicas ligadas ao programa que entrarem em licença-maternidade e passarem a receber o auxílio do INSS. Além disso, no caso dos médicos, a licença paternidade será de 20 dias.</p>
<p>Tanto a licença-maternidade quanto a licença-paternidade contarão como tempo de exercício para fim de solicitação da indenização. Emenda acatada por Zenaide determina que também será contado, para fim de indenização, o período de afastamento em razão de violência doméstica.</p>
<p>A relatora também acatou emendas para prever a concessão de horário especial para o médico participante com deficiência ou que tenha cônjuge, filho ou dependente com deficiência comprovada a necessidade por junta médica oficial. A definição do horário especial será feita em ato do Ministério da Saúde e não será necessária a compensação de horário.  </p>
<p>Também foi incluído no texto dispositivo que remete ao regulamento do programa a fixação de percentuais de vagas reservadas para médicos com deficiência e pertencentes a grupos étnico-raciais.</p>
<h3><strong>Prioridades na distribuição</strong></h3>
<p>A relatora incluiu entre as regiões prioritárias do programa, dentro dos critérios de vulnerabilidade, os Distritos Sanitários Especiais Indígenas, as comunidades remanescentes de quilombos e as comunidades ribeirinhas.</p>
<p>Também aceitou emenda para ampliar a área de atuação da Agência para o Desenvolvimento da Atenção Primária à Saúde (Adaps). A agência passará a se chamar Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AGSUS), que, além de executar políticas de atenção primária à saúde, promoverá a execução de políticas de desenvolvimento da saúde indígena.</p>
<p>O deputado Dr. Frederico (Patriota-MG) questionou a distribuição dos médicos prevista no edital do programa. Ele afirmou que, apesar de entender a necessidade do norte do país, a distribuição apresenta distorções e pediu regras claras sobre essa distribuição no texto.</p>
<p>— A gente fica realmente preocupado se isso aqui é só um belo discurso para fazer um programa que vai burlar o quebrar as regras dos profissionais brasileiros de alguma forma. Isso é um problema político. O que mais incomoda a gente é o critério de escolha — disse o deputado.</p>
<p>Em resposta, a relatora explicou ter incluído no texto dispositivo para conferir agilidade na alocação de médicos. Em caso de vagas não providas, o Ministério da Saúde poderá implantar critério de seleção para redistribuição de médicos com vagas não preenchidas.</p>
<h3><strong>Outras mudanças</strong></h3>
<p>Zenaide também incorporou ao texto emendas para deixar claro que novas regras são aplicáveis também aos médicos admitidos antes da publicação da MP. A intenção é harmonizar o regime jurídico de todos os profissionais que atuam no programa, para garantir a isonomia.</p>
<p>Além disso, aceitou sugestões dos parlamentares e retirou do texto o dispositivo que autorizava profissionais de saúde não médicos a serem supervisores no programa. Com a mudança, a supervisão volta a ser exercida exclusivamente por médicos.</p>
<p>— Concordamos com as ponderações feitas pelos autores dessas emendas de que o cargo de supervisor é técnico e que o mais adequado é supervisor e supervisionado terem a mesma formação profissional. Assim, acatamos essas emendas — explicou.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/30/mp-do-mais-medicos-deve-ser-votada-na-quarta-feira-por-comissao-mista#6d1a462a-022f-4f79-8089-9cd7c02e738b" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/mp-do-mais-medicos-deve-ser-votada-na-quarta-feira-por-comissao-mista/">MP do Mais Médicos deve ser votada na quarta-feira por comissão mista</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<title>Comissão mista aprova MP e altera atribuições de parte dos ministérios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2023 23:45:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[altera]]></category>
		<category><![CDATA[aprova]]></category>
		<category><![CDATA[atribui]]></category>
		<category><![CDATA[comiss]]></category>
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		<category><![CDATA[parte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A comissão mista sobre a Medida Provisória 1.154/2023 aprovou nesta quarta-feira (24), por 15 votos a 3, o projeto de lei de conversão do relator, deputado Isnaldo Bulhões Jr. (MDB-AL). O texto aprovado altera a organização dos ministérios definida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva logo após a posse, em janeiro. A comissão é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <span class="termoGlossario" data-toggle="tooltip" id="4084" title="">comissão mista</span> sobre a <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/155651" rel="noopener" target="_blank">Medida Provisória 1.154/2023</a> aprovou nesta quarta-feira (24), por 15 votos a 3, o <span class="termoGlossario" data-toggle="tooltip" id="4131" title="">projeto de lei de conversão</span> do relator, deputado Isnaldo Bulhões Jr. (MDB-AL). O texto aprovado altera a organização dos ministérios definida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva logo após a posse, em janeiro. A comissão é presidida pelo senador Davi Alcolumbre (União-AP).</p>
<p>Parlamentares tentaram sem sucesso evitar a votação do parecer final de Isnaldo Bulhões Jr., que seguirá agora para os Plenários da Câmara dos Deputados e do Senado. O Legislativo precisará concluir a análise até o dia 1° de junho — quinta-feira da próxima semana —, quando a medida provisória perderá validade.</p>
<p>A MP trata de 31 ministérios, ante os 17 da gestão Bolsonaro, e 6 órgãos com status de ministério ligados à Presidência da República. Desses 37 atuais, 13 já existiam; 19 surgiram de desmembramentos; 2 foram renomeados; e 3, criados. Segundo o governo Lula, a reestruturação não gerou aumento nas despesas.</p>
<p>— Eu ouvi os deputados, os senadores e as lideranças partidárias e, mesmo não saindo o texto ideal, acho que foi o melhor possível — disse Isnaldo Bulhões Jr. ao final da reunião.</p>
<p>O deputado Alencar Santana (PT-SP) concordou com o relator, mas avaliou também que os parlamentares tentarão fazer ajustes no texto.</p>
<h3><strong>Mudanças </strong></h3>
<p>Conforme o texto aprovado, o Ministério da Justiça e Segurança Pública voltará a responder pelo reconhecimento e pela demarcação de terras indígenas. A gestão Lula havia alocado essas atribuições no Ministério dos Povos Indígenas, criado em janeiro e ao qual caberá sugerir novas áreas destinadas a povos tradicionais.</p>
<p>A deputada Célia Xakriabá (Psol-MG) protestou contra essa alteração. “Acredito que toda discussão no Ministério dos Povos Indígenas é uma pauta humanitária”, analisou. “Não existirá possibilidade de barrarmos as mudanças climáticas se não respaldarmos, como democracia, a demarcação dos territórios indígenas”, disse.</p>
<p>A versão final do parecer determina ainda a redistribuição de algumas atribuições relacionadas à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vinculada pela MP ao Ministério do Desenvolvimento Agrário. Parte das responsabilidades passará ao Ministério da Agricultura e Pecuária, ao qual a Conab pertencia antes.</p>
<p>Serão atribuições do Ministério da Agricultura a garantia de preços mínimos, à exceção dos produtos da sociobiodiversidade, as ações sobre comercialização, abastecimento e armazenagem, bem como as informações dos sistemas agrícolas e pecuários — entre elas, os preços de mercado do boi gordo e das sacas de grãos.</p>
<p>Em razão dessa mudança, o texto aprovado acabou alterando responsabilidades da pasta do Desenvolvimento Agrário associadas ao desenvolvimento e à sustentabilidade da agricultura familiar. Caberá ao ministério, por exemplo, a garantia dos preços mínimos da produção das famílias no campo e o apoio ao cultivo de orgânicos.</p>
<p>Já o Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, pelo texto aprovado, deixará de ter algumas atribuições. O Cadastro Ambiental Rural (CAR), que no governo Bolsonaro saiu do Meio Ambiente e passou para a Agricultura, agora estará vinculado ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.</p>
<p>Os sistemas de saneamento básico, resíduos sólidos e recursos hídricos, hoje na pasta do Meio Ambiente, vão para o Ministério das Cidades — que, no saneamento, atuará inclusive em terras indígenas. A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) será integrada ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.</p>
<p>O deputado Kim Kataguiri (União-SP) declarou voto contrário ao parecer do relator por causa das alterações no Ministério do Meio Ambiente.</p>
<p>— Esvaziar o ministério é uma questão institucional, e as mudanças serão prejudiciais ao meio ambiente, mesmo que eu discorde veementemente da ministra Marina Silva — disse.</p>
<p>O Ministério das Comunicações assumirá a política nacional de conectividade e de inclusão digital e a rede nacional de comunicações. Por sua vez, o Ministério do Desenvolvimento Social e Assistência Social, Família e Combate à Fome deverá responder por inciativas para redução no uso abusivo de álcool e outras drogas.</p>
<h3><strong>MPs aproveitadas</strong></h3>
<p>Outra alteração na MP incluída pelo relator autoriza o Poder Executivo a tomar medidas para a extinção da Fundação Nacional da Saúde (Funasa), já prevista na <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/155653" rel="noopener" target="_blank">MP 1.156/2023</a>, cuja validade expira no dia 1º de junho. As medidas decorrentes do fim da Funasa caberão aos Ministérios das Cidades; da Gestão; e da Saúde.</p>
<p>O texto aprovado incorpora a <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/155860" rel="noopener" target="_blank">MP 1.161/2023</a>, pela qual o presidente da República poderá definir, por decreto, a composição do conselho do Programa de Parceira de Investimentos (PPI). Hoje a definição deve ser feita por meio de lei. Segundo Isnaldo Bulhões Jr., a MP não será votada e perderá a validade em 9 de junho.</p>
<p>Por outro lado, o relator deixou de fora a <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/155688" rel="noopener" target="_blank">MP 1.158/2023</a>, que transferiu o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Banco Central para a Fazenda. A MP perderá a validade em 1º de junho, e então o Coaf, unidade de inteligência para prevenção e combate à lavagem de dinheiro e à corrupção, retornará ao BC.</p>
<p><em>Da Agência Câmara de Notícias</em></p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/24/comissao-mista-aprova-mp-e-altera-atribuicoes-de-parte-dos-ministerios#f95c8ebd-70be-4591-a758-743375fdfb2a" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Comissão mista aprova mudanças no Bolsa Família; veja o que muda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2023 11:45:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>redacao@odia.com.br (Agência Brasil) Bolsa Família A comissão mista que analisa a Medida Provisória do Bolsa Família aprovou nesta quarta-feira (10) o parecer da proposta. O texto, que já está em vigor, ainda precisa ser analisado pelos plenários da Câmara e do Senado. Entre as sugestões incorporadas pelo relator, deputado Dr. Francisco (PT-PI), está a inclusão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2e/r8/1c/2er81cjedj1tsw0wdodvqb4j8.jpg" width="906" height="509" alt="Bolsa Família " title="Bolsa Família "> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>redacao@odia.com.br (Agência Brasil)</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Bolsa Família </div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">A comissão mista que analisa a Medida Provisória do  <a href="https://economia.ig.com.br/2023-03-13/bolsa-familia-uma-semana-calendario.html.ampstories" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-03-13/bolsa-familia-uma-semana-calendario.html.ampstories">Bolsa Família</a> aprovou nesta quarta-feira (10) o parecer da proposta. O texto, que já está em vigor, ainda precisa ser analisado pelos plenários da Câmara e do Senado. </p>
<p>Entre as sugestões incorporadas pelo relator, deputado Dr. Francisco (PT-PI), está a inclusão de mulheres que estão amamentando entre as beneficiárias de bônus de R$ 50. A proposta, encaminhada pelo governo federal, previa o valor adicional para dependentes de 7 a 18 anos e gestantes.</p>
<h3>Entre no  <a href="https://t.me/iGBrasilEconomico" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/iGBrasilEconomico">canal do Brasil Econômico no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  <a href="https://t.me/portalig" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG</a> </h3>
<p>O relatório inclui a permissão de empréstimo consignado com recursos do Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a pessoas idosas e com deficiência. Com isso, o texto permite que o BPC seja usado no empréstimo consignado na margem de 35%, sendo que 30% seriam destinados exclusivamente a empréstimos e financiamentos, e 5% ao pagamento de despesas de cartão de crédito. </p>
<p>Por meio de acordo, o relator também inseriu no parecer a possibilidade de desconto de percentuais do BPC do cálculo para receber o Bolsa Família (renda per capita inferior a R$ 218). </p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-05-11/ultima-parcela-ipva-sp.html" title="SP: Última parcela do IPVA 2023 vence nesta quinta para novo grupo" target="_self" rel="noopener">SP: Última parcela do IPVA 2023 vence nesta quinta para novo grupo</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-05-10/claudio-cajado-relatorio-pronto.html" title="Relator do arcabouço fiscal diz que esboço do texto está pronto" target="_self" rel="noopener">Relator do arcabouço fiscal diz que esboço do texto está pronto</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-05-10/arcabouco-fiscal-consultoria-camara-defende-reducao-23-bilhoes-gastos.html" title="Arcabouço: Consultoria da Câmara defende redução de R$ 23 bi em gastos" target="_self" rel="noopener">Arcabouço: Consultoria da Câmara defende redução de R$ 23 bi em gastos</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Segundo o relator, a medida resulta em acréscimo de R$ 19 bilhões ao orçamento de R$ 175 bilhões destinado ao programa. Outro dispositivo incluiu a concessão do benefício a famílias que recebem seguro defeso, desde que não acumulem os auxílios. O texto aprovado também prevê que os reajustes no valor do benefício do programa sejam realizados, no máximo, a cada dois anos. *Com informações da Agência Câmara</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-05-11/comissao-mudancas-bolsa-familia.html#7ed9c567-83da-47b8-bd23-cc31d04c8ce8" rel="noopener">Economia</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/comissao-mista-aprova-mudancas-no-bolsa-familia-veja-o-que-muda/">Comissão mista aprova mudanças no Bolsa Família; veja o que muda</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<title>Comissão mista aprova MP que recria o programa Bolsa Família</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2023 00:45:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A comissão mista que analisa a medida provisória que recria o programa Bolsa Família (MP 1.164/2023) aprovou nesta quarta-feira (10) o relatório do deputado Dr. Francisco (PT-PI). O texto ainda será votado pelos Plenários da Câmara e do Senado. A comissão mista foi presidida pelo senador Fabiano Contarato (PT-ES). O parecer aprovado mantém a reativação do [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/comissao-mista-aprova-mp-que-recria-o-programa-bolsa-familia/">Comissão mista aprova MP que recria o programa Bolsa Família</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <span class="termoGlossario" data-toggle="tooltip" id="4084" title="">comissão mista</span> que analisa a medida provisória que recria o programa Bolsa Família (<a class="linkProposicao" href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/156003" rel="noopener" target="_blank">MP 1.164/2023</a>) aprovou nesta quarta-feira (10) o relatório do deputado Dr. Francisco (PT-PI). O texto ainda será votado pelos Plenários da Câmara e do Senado. A comissão mista foi presidida pelo senador Fabiano Contarato (PT-ES).</p>
<p>O parecer aprovado mantém a reativação do programa como proposta pelo governo. No entanto, o relator optou por aceitar 43 das 247 emendas feitas ao texto. As principais sugestões acatadas tratam da inclusão de mulheres que estão amamentando entre as beneficiárias de bônus de R$ 50 e da permissão de empréstimo consignado com recursos do Benefício de Prestação Continuada (<span class="termoGlossario" data-toggle="tooltip" id="4328" title="">BPC</span>), pago a pessoas idosas e com deficiência.</p>
<p>Com isso, o texto permite que o BPC seja usado no empréstimo consignado na margem de 35%, sendo que 30% seriam destinados exclusivamente a empréstimos e financiamentos, e 5% ao pagamento de despesas de cartão de crédito.</p>
<h3><strong>Juros mais baixos</strong></h3>
<p>A iniciativa foi elogiada pelo deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM), que defendeu a retomada do acesso ao crédito por famílias de baixa renda.</p>
<p>— Isso faz com que ele [beneficiário] saia dos juros de 20% nas instituições financeiras com juros predatórios e tenha acesso aos juros mais baratos do país — defendeu.</p>
<p>Na mesma linha, falou o deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO):</p>
<p>— Isso traz uma isonomia com aposentados e pensionistas do INSS que já têm essa condição, quando a gente assegura esses 35% a gente vai dar dignidade a essas famílias para que elas possam empreender e buscar outras alternativas de renda.</p>
<p>Por meio de acordo, o relator também inseriu no parecer a possibilidade de desconto de percentuais do BPC do cálculo para receber o Bolsa Família (renda per capita inferior a R$ 218).</p>
<p>Dr. Francisco observou que a iniciativa resulta em acréscimo de R$ 19 bilhões ao orçamento de R$ 175 bilhões destinado ao programa. O parlamentar acredita que, com a nova redação, o governo possa &#8220;de forma gradativa tratar o tema”.</p>
<p>O texto aprovado prevê ainda que os reajustes no valor do benefício do programa serão feitos, no máximo, a cada dois anos.</p>
<p><em>Da Agência Câmara de Notícias</em></p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/10/comissao-mista-aprova-mp-que-recria-o-programa-bolsa-familia#7201a802-23a5-48a8-b75f-5325c598ab4b" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/comissao-mista-aprova-mp-que-recria-o-programa-bolsa-familia/">Comissão mista aprova MP que recria o programa Bolsa Família</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<item>
		<title>Comissão mista da MP com a nova versão do Mais Médicos inicia os trabalhos</title>
		<link>https://fatomt.com.br/comissao-mista-da-mp-com-a-nova-versao-do-mais-medicos-inicia-os-trabalhos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 May 2023 22:16:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[comiss]]></category>
		<category><![CDATA[inicia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi instalada nesta quarta-feira (10) a comissão mista responsável pela análise da MP 1.165/2023 que trata da retomada e do aperfeiçoamento do Programa Mais Médicos. O deputado Dorinaldo Malafaia (PDT-AP) foi eleito o presidente da comissão, que terá o senador Marcelo Castro (MDB-PI) como vice-presidente. A senadora Zenaide Maia (PSD-RN), indicada como relatora da MP, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi instalada nesta quarta-feira (10) a comissão mista responsável pela análise da <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/156368" rel="noopener" target="_blank">MP 1.165/2023</a> que trata da retomada e do aperfeiçoamento do Programa Mais Médicos. O deputado Dorinaldo Malafaia (PDT-AP) foi eleito o presidente da comissão, que terá o senador Marcelo Castro (MDB-PI) como vice-presidente. A senadora Zenaide Maia (PSD-RN), indicada como relatora da MP, apresentou o plano de trabalho, que foi aprovado pela comissão.</p>
<p>De acordo com a relatora, as reuniões da comissão ocorrerão preferencialmente terças e quartas-feiras, no início da tarde. Serão feitas duas audiências públicas na próxima semana para subsidiar o trabalho dos parlamentares. Uma delas terá a presença de integrantes do governo para explicar o programa. A outra deve ouvir representantes da sociedade, a serem sugeridos pelos membros do colegiado.</p>
<p>Segundo  Zenaide, uma das inovações dessa nova versão do programa são medidas para incentivar os médicos e evitar que deixem os postos.</p>
<p>— A medida detalha as prioridades do programa, que foi remodelado para atender a demanda de profissionais de atenção primária à saúde nas regiões prioritárias para o Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente em regiões caracterizadas por extrema pobreza. Na nova versão do programa, o governo enfatizou medidas de incentivo aos médicos participantes, com o objetivo de reduzir a rotatividade e garantir a continuidade da assistência à população — informou a relatora ao explicar a MP.</p>
<p>A deputada Adriana Ventura (Novo-SP) questionou a data prevista para a votação do relatório, dia 23 de maio. Ela argumentou que a MP só vence em agosto e pediu que a discussão se estendesse por mais algumas semanas para que seja mais debatida.  A sugestão do presidente e da relatora foi a de que os parlamentares avaliassem a necessidade de mais audiências e, se for o caso, apresentassem requerimentos para novos debates.</p>
<p>O relator-revisor, cargo destinado a um deputado, ainda não foi indicado por falta de acordo entre as lideranças partidárias.</p>
<h3><strong>Acesso</strong></h3>
<p>O deputado Sidney Leite (PSD-AM) afirmou que a medida tem uma importância enorme para o “Brasil profundo”. Segundo o deputado, especialmente para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, a retomada do programa Mais Médicos é a garantia de um direito básico da população: o acesso à saúde.</p>
<p>— Nós temos milhões de brasileiros que, infelizmente, estão excluídos do acesso à saúde básica, que não têm acesso a um médico, que não têm acesso a um diagnóstico.  Esse programa é a porta, o único caminho que a gente tem para dar luz a essa questão — disse o deputado, que sugeriu a inclusão da telemedicina no texto.</p>
<p>Para o deputado Jorge Solla (PT-BA), o programa fez com que milhões de brasileiros tivessem acesso a médicos em postos perto de suas casas e, pela primeira vez, fosse garantida a presença desses profissionais em todos os distritos sanitários indígenas. Para ele, o fim do programa significou a perda de grande parte dessa capacidade assistencial.</p>
<p>O senador Dr. Hiran (PP-RR) alertou para a necessidade de garantir a qualidade dos profissionais, para que se faça medicina de qualidade. O senador criticou o funcionamento do programa nos governos do PT. Para ele, os médicos trabalhavam sem respeito à lei e sem a revalidação de diplomas estrangeiros.</p>
<p><strong>— </strong>Nós temos aqui, nessa comissão mista, uma grande responsabilidade com o nosso país e principalmente com as pessoas mais humildes que precisam desse programa para terem acesso aquele que é o maior sistema de saúde do mundo, o SUS.</p>
<h3><strong>Composição</strong></h3>
<p>Durante a reunião, parlamentares do Novo criticaram a decisão do presidente do Senado e do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco, de indeferir pedidos do PL e do Novo sobre fixação da data-base para fins do cálculo da proporcionalidade partidária na composição das comissões parlamentares mistas de inquérito (CPMIs). A decisão, segundo o deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS), impactará também a formação das comissões mistas para a análise de medidas provisórias.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/10/comissao-mista-da-mp-com-a-nova-versao-do-mais-medicos-inicia-os-trabalhos#86b9033a-a70d-460c-bb50-c7654f45ae23" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Comissão mista vota relatório da MP do Bolsa Família na terça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 May 2023 19:46:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[comiss]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Deve ser votada na próxima terça-feira (9), na comissão mista responsável, a medida provisória do Bolsa Família (MP 1.164/2023). O relatório, do deputado Dr. Francisco (PT-PI), ainda não foi entregue. O texto recebeu 257 emendas de deputados e senadores. A reunião está marcada para as 14h30. A comissão mista da MP 1164 tem como presidente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Deve ser votada na próxima terça-feira (9), na comissão mista responsável, a medida provisória do Bolsa Família (<a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/156003">MP 1.164/2023</a>). O relatório, do deputado Dr. Francisco (PT-PI), ainda não foi entregue. O texto recebeu 257 emendas de deputados e senadores. A reunião está marcada para as 14h30.</p>
<p>A comissão mista da MP 1164 tem como presidente o senador Fabiano Contarato (PT-ES). Publicada em 2 de março, a medida definiu o valor mínimo de R$ 600 para as famílias cadastradas no programa Bolsa Família, mais R$ 150 por criança de até seis anos, e mais R$ 50 por dependente entre sete e 18 anos ou gestante. Podem receber o benefício famílias com renda mensal de até R$ 218 por pessoa.</p>
<p>O novo Bolsa Família retoma o modelo original do primeiro governo Lula, com a exigência de contrapartidas das famílias beneficiadas pelo programa, que têm que comprovar a frequência escolar dos filhos e manter atualizadas as cadernetas de vacinação da família inteira. Grávidas têm que fazer o acompanhamento pré-natal.</p>
<p>Antes da reunião para a votação do relatório, a comissão fez audiências públicas para ouvir entidades e organizações ligadas à segurança alimentar, à renda básica e à assistência social e também representantes do governo.</p>
<p>Depois da votação na comissão, a medida ainda precisa ser analisada pelos Plenários da Câmara e do Senado.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/05/comissao-mista-vota-relatorio-da-mp-do-bolsa-familia-na-terca#52f908a3-7413-4756-a291-93f48f71b374" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/comissao-mista-vota-relatorio-da-mp-do-bolsa-familia-na-terca/">Comissão mista vota relatório da MP do Bolsa Família na terça</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<title>Minha Casa, Minha Vida: assistência social é tema de debate em comissão mista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Apr 2023 16:47:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[assistencia]]></category>
		<category><![CDATA[comiss]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>
		<category><![CDATA[minha]]></category>
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		<category><![CDATA[social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A assistência social no âmbito do programa Minha Casa, Minha Vida será tema de audiência pública na quarta-feira (3), às 14h30. O debate é realizado pela comissão mista responsável por analisar a medida provisória (MP) 1.162/2023. A medida relançou o programa de habitação popular. Entre os convidados para participar do debate estão representantes da União Nacional por [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A assistência social no âmbito do programa Minha Casa, Minha Vida será tema de audiência pública na quarta-feira (3), às 14h30. O debate é realizado pela comissão mista responsável por analisar a medida provisória (MP) <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/155886" rel="noopener" target="_blank">1.162/2023</a>. A medida <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/04/02/15/programa-minha-casa-minha-vida-e-relancado-por-medida-provisoria" rel="noopener" target="_blank">relançou o programa de habitação popular</a>.</p>
<p>Entre os convidados para participar do debate estão representantes da União Nacional por Moradia Popular (UNMP), Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM), Central de Movimentos Populares (CMP) e Associação de Gestão em Habitação de Interesse Social (Fimaprom). Também foi convidado o professor Rosalvo Salgueiro, coordenador do movimento Terra de Deus, Terra de Todos. A comissão aguarda a confirmação de todos os participantes.</p>
<p>O programa foi criado no segundo mandato do presidente Lula, em 2009, para facilitar a aquisição de moradias populares por meio de subsídio e taxa de juros abaixo do mercado. Em 2021, foi alterado pelo programa Casa Verde e Amarela no governo Bolsonaro. Com a medida provisória, o governo federal retomou o nome original e apresentou outras mudanças, como a prioridade de atendimento a famílias que tenham a mulher responsável, além de novas faixas de renda para o financiamento habitacional.</p>
<p>De acordo com a medida provisória, a maior faixa de financiamento no caso de propriedades rurais é de renda bruta familiar anual de <span>R$ 52.800,01 até R$ 96 mil. Já no caso de financiamento de propriedades urbanas, a maior é de renda bruta familiar mensal de R$ 4.400,01 até R$ 8 mil. O texto do Poder Executivo também tem objetivo de estimular a construção civil. </span>A meta anunciada pelo governo é possibilitar a oferta de 2 milhões de habitações até 2026.</p>
<p>Assinada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no dia 14 de fevereiro, a medida provisória teve o prazo de 60 dias prorrogado por igual período para ser analisada pela Câmara e pelo Senado. Se não for deliberada a tempo, perde sua vigência. A instalação da comissão mista chegou a ser motivo de impasse entre as duas casas legislativas, dado que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, decidiu retomar a criação de comissões mistas para a análise de medidas provisórias, conforme a determinação constitucional. As comissões mistas haviam deixado de se reunir em decorrência da pandemia de covid-19.</p>
<p>A comissão mista tem o senador Eduardo Braga (MDB-AM) como presidente, o deputado federal Guilherme Boulos (PSol-SP) como vice-presidente<span>, o deputado Fernando Marangoni (União-SP) como relator e o senador Efraim Filho (União-PB) como relator-revisor. </span></p>
<p>A audiência está prevista para ser realizada no Plenário 13 da Ala Senador Alexandre Costa, no Anexo II do Senado.</p>
<table class="plain" style="background-color: #d3eef8">
<tbody>
<tr style="background-color: #d3eef8">
<td style="background-color: #d3eef8">
<h4 style="background-color: #d3eef8"><strong>Como participar</strong></h4>
<p style="background-color: #d3eef8">O evento será interativo: os cidadãos podem enviar perguntas e comentários pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou pelo <a class="external-link" href="https://www12.senado.leg.br/ecidadania" rel="noopener" target="_blank" title="">Portal e‑Cidadania</a>, que podem ser lidos e respondidos pelos senadores e debatedores ao vivo. O Senado oferece uma declaração de participação, que pode ser usada como hora de atividade complementar em curso universitário, por exemplo. O <a class="external-link" href="http://www12.senado.leg.br/ecidadania" rel="noopener" target="_blank" title="">Portal e‑Cidadania</a> também recebe a opinião dos cidadãos sobre os projetos em tramitação no Senado, além de sugestões para novas leis.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/04/28/minha-casa-minha-vida-assistencia-social-e-tema-de-debate-em-comissao-mista#0e3ce1ba-1a7c-40f5-a74b-f5050061867b" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/minha-casa-minha-vida-assistencia-social-e-tema-de-debate-em-comissao-mista/">Minha Casa, Minha Vida: assistência social é tema de debate em comissão mista</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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