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	<title>Arquivos medicamento - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos medicamento - FATO MT</title>
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		<title>Anvisa prorroga a liberação de medicamento para o tratamento da mpox</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 17:15:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução/NIAD 13.08.2022 Micrografia eletrônica de transmissão colorida de partículas do vírus da varíola dos macacos (amarelo) encontradas dentro de uma célula infectada (verde), cultivadas em laboratório A Anvisa aprovou, nesta segunda-feira (6), a prorrogação da dispensa de registro para que o Ministério da Saúde importe e utilize no Brasil o medicamento chamado Tecovirimat , utilizado no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/25/rb/1r/25rb1relfswu2dqmstb67p8tg.jpg" width="906" height="509" alt="Micrografia eletrônica de transmissão colorida de partículas do vírus da varíola dos macacos (amarelo) encontradas dentro de uma célula infectada (verde), cultivadas em laboratório" title="Micrografia eletrônica de transmissão colorida de partículas do vírus da varíola dos macacos (amarelo) encontradas dentro de uma célula infectada (verde), cultivadas em laboratório"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Reprodução/NIAD 13.08.2022</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Micrografia eletrônica de transmissão colorida de partículas do vírus da varíola dos macacos (amarelo) encontradas dentro de uma célula infectada (verde), cultivadas em laboratório</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">A <strong>Anvisa</strong> aprovou, nesta segunda-feira (6), a prorrogação da dispensa de registro para que o <strong>Ministério da Saúde</strong> importe e utilize no Brasil o medicamento chamado <strong>Tecovirimat</strong> , utilizado no tratamento da mpox (Varíola dos Macacos).</p>
<p>A decisão da Diretoria Colegiada (Dicol) aprovou por unanimidade a solicitação de prorrogação feita pelo Ministério da Saúde.</p>
<p>A autorização se aplica ao medicamento Tecovirimat, que tem concentração de 200 mg, forma farmacêutica cápsula dura, para uso oral. O prazo de validade do medicamento é de 84 meses e está indicado para o tratamento de doenças causadas pelo Orthopoxvirus em adultos, adolescentes e crianças com peso mínimo de 13 kg. </p>
<p>O produto a ser importado é o mesmo autorizado nos EUA para a empresa SIGA Technologies, fabricado pela Catalent Pharma Solutions, localizada em Winchester, Kentucky, nos Estados Unidos.</p>
<p>A prorrogação da dispensa temporária e excepcional é válida por mais seis meses se aplica somente ao Ministério da Saúde, desde que não haja revogação expressa pela Anvisa.</p>
<p>A diretora relatora Meiruze Freitas destacou em seu voto que o vírus causador da Mpox ainda persiste em circulação no país, que não há outro medicamento aprovado para o tratamento da mpox e que a decisão mais recente da OMS foi pela manutenção da Emergência de Saúde Pública de Interesse Internacional.</p>
<p>A diretora também pontuou que o acesso ao medicamento pode salvar vidas e controlar os danos da mpox, especialmente para os pacientes com maiores riscos de ocorrência desses danos.</p>
<p>Alinhada às decisões das agências reguladoras internacionais, a Anvisa prorroga a dispensa de registro do medicamento Tecovirimat para o tratamento da mpox, recomendando que o Ministério da Saúde monitore o uso do medicamento e os possíveis eventos adversos.</p>
<p>A Agência recomenda igualmente que o Ministério da Saúde estabeleça as populações vulneráveis e prioritárias para uso do medicamento, bem como que promova a comunicação aos profissionais de saúde e pacientes.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
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<ul>
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</ul>
</aside>
</div>
<p class="">A prorrogação desta autorização passa a ser válida a partir da publicação do extrato da ata da Diretoria Colegiada, no portal da Anvisa, e do Despacho da Diretoria Colegiada, no Diário Oficial da União (DOU).</p>
<p>Conforme previsto na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 747/2022 e para atender a emergência sanitária, a votação do processo ocorreu por meio de Circuito Deliberativo, utilizando o Sistema de Votação Eletrônica, com pauta prioritária para a deliberação.</p>
<p>No Brasil, até o momento, não há submissão de protocolo de ensaio clínico a ser conduzido nacionalmente para medicamento voltado ao tratamento da mpox. Também não existe protocolo submetido ou mesmo medicamento já registrado pela Anvisa com a indicação de tratamento da doença.</p>
<p> <em>Conteúdo produzido pelo Governo Federal*</em> </p>
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<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/saude.ig.com.br/2023-03-07/anvisa-prorroga-a-liberacao-de-medicamento-para-o-tratamento-da-mpox.html#ebf3dcaa-cdca-4d51-901d-448f40011dbd" rel="noopener">IG SAÚDE</a></p>
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		<title>Projeto cria política para distribuir medicamento à base de canabidiol no SUS</title>
		<link>https://fatomt.com.br/projeto-cria-politica-para-distribuir-medicamento-a-base-de-canabidiol-no-sus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Feb 2023 13:46:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[canabidiol]]></category>
		<category><![CDATA[distribuir]]></category>
		<category><![CDATA[medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O debate sobre a prescrição e acesso a Cannabis medicinal e canabidiol para tratamentos médicos deve mobilizar senadores na nova legislatura. O assunto volta ao debate com a apresentação de um novo projeto, pelo senador Paulo Paim (PT-RS), que institui a Política Nacional de Fornecimento Gratuito de Medicamentos Formulados de Derivado Vegetal à Base de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O debate sobre a prescrição e acesso a Cannabis medicinal e canabidiol para tratamentos médicos deve mobilizar senadores na nova legislatura. O assunto volta ao debate com a apresentação de um novo projeto, pelo senador Paulo Paim (PT-RS), que institui a Política Nacional de Fornecimento Gratuito de Medicamentos Formulados de Derivado Vegetal à Base de Canabidiol pelo Sistema Único de Saúde (SUS)</p>
<p>De acordo com o  <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/155747" target="_blank" title="" rel="noopener">PL 89/2023</a>, a política assegura o direito ao medicamento, nacional ou importado, à base de Cannabis para uso medicinal, em associação com outras substâncias canabinoides, incluindo o tetrahidrocanabinol, nas unidades de saúde públicas e privadas conveniada ao SUS. Para receber o medicamento ou a substância, o paciente deve estar cadastrada no Sistema Único de Saúde (SUS), não ter condições financeiras de comprá-lo e apresentar pedido  médico, acompanhado de laudo com as razões da prescrição.  </p>
<p>Na justificativa do projeto, Paim cita que o Judiciário avança ao conceder medidas liminares autorizando a importação desses medicamentos e o autocultivo, assim como a produção por associações para distribuição a seus associados, mediante prescrição médica. </p>
<p>Ele ainda argumenta que desde 2016 a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou diversas normas para regulamentar o acesso a esse tipo de medicamento, e hoje já são mais de 20 produtos autorizados pela agência. Além disso, de acordo com o senador, alguns estados já implementaram iniciativas que facilitam o acesso a tratamento à base de Cannabis.</p>
<p>“A legislação dos entes subnacionais vem avançando a passos largos. Municípios como Salvador, Porto Alegre, Mogi das Cruzes, Ribeirão Pires, São Paulo, Goiânia, entre outras, e estados como São Paulo, Alagoas, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Nortes, DF e Piauí, vêm avançando nessa direção por meio da discussão ou mesmo aprovação de programas ou políticas para incluir tais medicamentos entre os assegurados pelo Sistema Único de Saúde”, diz Paim.</p>
<p>No Brasil, não há regulamentação para o plantio da erva e a produção de medicamentos. A Anvisa libera apenas a importação controlada de remédios a partir de pedidos de pacientes.</p>
<h3><strong>Objetivos</strong></h3>
<p>A política tem o objetivo de proporcionar maior acesso à saúde, além de acolhimento e atendimento adequado aos pacientes que necessitem de tratamento com a Cannabis medicinal. Segundo Paim, a intenção é adequar o atendimento aos padrões mais modernos e de referência internacional. Ele cita, entre os pacientes a serem beneficiados, portadores de doenças e patologias para as quais o medicamento comprovadamente tenha eficácia, como epilepsia, transtorno do espectro autista (TEA), esclerose, Alzheimer e fibromialgia.</p>
<p>O projeto ainda prevê a promoção de políticas públicas de debate e fornecimento de informação sobre o uso da medicina canábica por meio de palestras, fóruns, simpósios e cursos de capacitação de gestores e profissionais de saúde. O texto sugere a realização de parcerias público-privadas com entidades, de preferência sem fins lucrativos.</p>
<h3><b>Outros projetos </b></h3>
<p>Também tramitam no Senado iniciativas como o <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/138415" target="_blank" title="" rel="noopener">PL 4.776/2019</a>, do senador Flávio Arns (PSB-PR), que dispõe sobre o uso da Cannabis para fins medicinais e sobre a produção, o controle, a fiscalização, a prescrição, a dispensação e a importação de medicamentos à base da substância, seus derivados e análogos sintéticos. O relator na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) ainda não foi designado. </p>
<p>Outra proposta que tramita na mesma comissão, o <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/138890" target="_blank" title="" rel="noopener">PL 5.158/2019</a>, do senador Eduardo Girão (Podemos-CE), prevê a distribuição do canabidiol pelo SUS, mas não contempla outras substâncias medicinais produzidas a partir da maconha.</p>
<p>Além das matérias em tramitação, senadores se mobilizaram em outubro passado quand o Conselho Federal de Medicina (CFM) baixou uma norma estabelecendo que os médicos poderiam receitar esse tipo de medicamento só para dois tipos de epilepsia e nenhuma outra doença. Vários parlamentares protestaram contra a medida. A senadora Mara Gabrilli (PSD-SP) chegou a apresentar um projeto de decreto legislativo (<a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/154896" target="_blank" title="" rel="noopener"><span>PDL 361/2022</span></a>) para derrubar a resolução. Diante do protesto de parlamentares, doentes, familiares e associações, o CFM suspendeu a norma e decidiu ouvir sugestões da sociedade para redigir uma nova regra. </p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/02/24/projeto-cria-politica-para-distribuir-medicamento-a-base-de-canabidiol-no-sus#598489a1-7805-4e3d-9c7c-648afaf23e66" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<item>
		<title>Programa de acesso a medicamento garantirá continuidade em tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2023 11:45:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[acesso]]></category>
		<category><![CDATA[continuidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto: Fablício Rodrigues / Secretaria de Comunicação Social Os gastos públicos com saúde mental representam entre 1% e 2% de todo empenho de recursos voltados para a saúde pública no Brasil e, por isso, o que compromete a qualidade dos atendimentos e tratamentos para população fica comprometido. Para tentar suprir, pelo menos em parte, tramita [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="template-border-midia">
<figure data-template-type="imagem" data-template-align-horizontal="right" data-template-align-vertical="top">         <img decoding="async" src="https://storage.al.mt.gov.br/api/v1/download/image/126343?width=420px&#038;quality=80">         </p>
<div class="font-autor-foto">
<p>                 <i>Foto:                     Fablício Rodrigues                                          /              Secretaria de Comunicação Social</i>             </p>
</p>
</div>
</figure>
<p>Os gastos públicos com saúde mental representam entre 1% e 2% de todo empenho de recursos voltados para a saúde pública no Brasil e, por isso, o que compromete a qualidade dos atendimentos e tratamentos para população fica comprometido. Para tentar suprir, pelo menos em parte, tramita na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o Projeto de Lei (PL) 59/2023 para implantar o programa de acesso aos medicamentos antipsicóticos e antidepressivos.</p>
<p>De autoria do deputado estadual Thiago Silva (MDB), o <a target="_blank" rel="noopener noreferrer" href="https://www.al.mt.gov.br/proposicao/?tipoPropositura=1&#038;palavraChave=&#038;numeroPropositura=59&#038;ano=2023&#038;autor=&#038;dataPublicacaoInicio=&#038;dataPublicacaoFim=&#038;buscaTextual=&#038;search=">PL 59/2023</a> foi reapresentado no começo desta legislatura para retomar a tramitação na Casa. De acordo com texto da proposta, o Poder Executivo deverá destinar recursos voltados ao subsídio, junto aos fabricantes ou fornecedores, dos medicamentos antipsicóticos e antidepressivos listados por meio da respectiva regulamentação, a fim de reduzir o custo final de tais medicamentos aos seus usuários, no âmbito do Estado de Mato Grosso.</p>
<p>Na prática, o projeto estabelece uma espécie de convênio para que os pacientes que não encontrem medicamentos na rede pública ou farmácias de alto custo possam receber da rede conveniada ou comprar com preço mais acessível. </p>
<p>“Os entes responsáveis por hospitais, unidades de atendimento e farmácias públicas, os quais promovam o atendimento e fornecimento de medicamentos antipsicóticos e antidepressivos aos seus usuários, deverão firmar convênios com entidades privadas, notadamente hospitais, clínicas e farmácias, a fim de que estas, na ausência de disponibilidade imediata do medicamento pelos entes públicos, cedam o medicamento em escassez ao paciente da rede pública condicionado ao posterior reabastecimento a expensas do órgão público solicitante”, traz trecho do PL 59/2023.</p>
<p>O médico psiquiatra Diego Vacari avalia a iniciativa como de extrema importância para o sucesso do tratamento dos pacientes que precisam fazer uso de medicamentos, seja antidepressivos ou antipsicóticos. De acordo com o médico, atualmente há uma defasagem com relação aos medicamentos oferecidos pela rede pública de saúde, seja com relação ao volume de medicamentos ou mesmo com relação à tecnologia.</p>
<p>“Atualmente os pacientes que precisam fazer uso de medicamentos acabam recorrendo a duas saídas, a rede de farmácias de alto custo ou a judicialização. Isso acontece porque os medicamentos disponíveis na rede pública estão ultrapassados, possuem efeitos colaterais que comprometem o resultado, sem falar que muitos não conseguem nem acessar o remédio”, explica Vacari.</p>
<p>O escritor, terapeuta e empreendedor social Alan Barros, autor do livro “Tenho depressão, e agora?”, conta que as dificuldades começam no agendamento da consulta, que tem um tempo de espera médio de quatro a seis meses. Além disso, nem sempre o tratamento é conduzido pelo mesmo profissional, o que também atrapalha e desestimula os pacientes.</p>
<p>“Não temos leitos disponíveis para receber e acolher uma pessoa em tentativa de suicídio, crise de pânico. A estrutura da rede pública ainda está adoecida, desequilibrada. Tem profissionais capacitados, mas não supre a demanda e falta de acolhimento, de atendimento adequado por ser fatal”, afirma Alan Barros.</p>
<p>Com relação aos medicamentos, Alan Barros, reitera as informações do médico psiquiatra com relação à política de saúde mental na rede pública. “Os medicamentos são atrasados, com baixa tecnologia, muitos causam sonolência e isso acaba desestimulando os pacientes a dar continuidade ao tratamento. Além disso, a maior parte dos suicídios acontece quando há interrupção no uso dos medicamentos porque o corpo entra em choque no corpo desencadeia o pensamento suicida. Por isso, além de medicamentos mais modernos, é preciso que o fornecimento seja contínuo e acompanhado”, afirma Alan Barros.</p>
<p>De acordo com o projeto, o objetivo é estabelecer um mecanismo de “empréstimo” de medicamentos, mediante a disponibilização por entidades privadas cadastradas ao programa, que, em contrapartida, serão beneficiadas com isenções e investimentos regulamentados pelos entes públicos.</p>
<p>O PL 59/2023 foi lido na sessão do último dia 8 de fevereiro e deve ficar em pauta por cinco sessões até ser encaminhado para a comissão de mérito.</p>
</p>
</div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.al.mt.gov.br/midia/texto/programa-de-acesso-a-medicamento-garantira-continuidade-em-tratamento/visualizar#7a344978-5333-46ba-b49b-71df455eaae3" rel="noopener">ALMT</a></p>
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		<item>
		<title>Novo medicamento para obesidade pode reduzir até 20% do peso</title>
		<link>https://fatomt.com.br/novo-medicamento-para-obesidade-pode-reduzir-ate-20-do-peso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Jan 2023 17:16:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[reduzir]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>divulgação/ Injeção de Semaglutida vai revolucionar o tratamento contra a obesidade &#8220;Uma nova era no tratamento da obesidade, com resultados de redução de peso nunca antes vistos&#8221;. Foi com essas palavras que Bruno Halpern, médico endocrinologista e presidente da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica), comentou a aprovação da semaglutida [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bi/gj/n4/bigjn41nb2nlafc8h3ei13lde.jpg" width="906" height="509" alt="Injeção de Semaglutida vai revolucionar o tratamento contra a obesidade" title="Injeção de Semaglutida vai revolucionar o tratamento contra a obesidade"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>divulgação/ </cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Injeção de Semaglutida vai revolucionar o tratamento contra a obesidade</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">&#8220;Uma nova era no tratamento da obesidade, com resultados de redução de peso nunca antes vistos&#8221;. Foi com essas palavras que Bruno Halpern, médico endocrinologista e presidente da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica), comentou <a data-mce-href="https://saude.ig.com.br/2023-01-03/anvisa-aprova-injecao-para-controle-da-obesidade.html" href="https://saude.ig.com.br/2023-01-03/anvisa-aprova-injecao-para-controle-da-obesidade.html">  <strong>a aprovação da semaglutida 2,4 mg pela Anvisa</strong> </a> (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).</p>
<p>O medicamento semanal injetável possui o nome comercial Wegovy e promete revolucionar o tratamento da obesidade, uma doença crônica, em todo mundo. Nos Estados Unidos, a medicação a semaglutida 2,4mg já é comercializada desde 2021, com resultados consistentes.</p>
<p>A autorização do órgão regulatório brasileiro foi baseada nos resultados do programa de ensaios clínicos STEP (Semaglutide Treatment Effect in People with Obesity), em que foi revelado que pacientes que utilizaram Wegovyn (semaglutida 2,4mg) conseguiram uma perda de peso corporal média de 17%, em 68 semanas, já os pacientes que participaram dos estudos e receberam o placebo perderem 2,4% do peso.</p>
<p class="">Além disso, um em cada três pacientes perdeu 20% de seu peso corporal e 83,5% dos pacientes alcançaram uma redução de 5% ou mais com a utilização do Wegovy.</p>
<div class="Noticia_Embed"> <span class="componente-embed"> <iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/pEjNTMa75-4" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe> </span> </div>
<p class="">Os resultados dos estudos mostraram também redução da circunferência abdominal, hemoglobina glicada, triglicérides e pressão arterial por parte de quem fez o uso da semaglutida 2,4 mg.</p>
<p>O princípio ativo, a semaglutida, é o mesmo do Ozempic, medicamento injetável para o tratamento do diabetes tipo 2 já comercializado no Brasil. O que muda é que, enquanto o Ozempic chega a 1mg por semana, o máximo necessário para manter a hemoglobina glicada controlada em caso de diabetes, o Wegov possui até 2,4mg, ou seja, mais que o dobro, o que ajuda o paciente a perder peso.</p>
<p>&#8220;A aprovação de Wegovy (semaglutida 2,4mg) no Brasil representa importante conquista para as pessoas que convivem com a obesidade e excesso de peso. Trata-se de uma doença crônica, progressiva e multifatorial e que exige uma série de cuidados durante todo o tratamento. Nesse sentido, a Novo Nordisk fica extremamente satisfeita em oferecer para esses pacientes o melhor e mais seguro medicamento já produzido e que é capaz de melhorar a qualidade de vida desses pacientes&#8221;, explica a diretora médica da farmacêutica, Priscilla Mattar. </p>
<p>No Brasil, estima-se que aproximadamente 100 milhões de pessoas tenham sobrepeso e 41 milhões convivam com a obesidade no país. Outro dado importante é que, em cada 10 pessoas com diabetes no país, nove têm sobrepeso ou obesidade.</p>
<p>A endocrinologista Denise Franco reforça que, apesar de terem o mesmo princípio ativo (semaglutida), os medicamentos devem ser prescritos de acordo com as necessidades do paciente.</p>
<p>O Wegovy ainda não está disponível para a venda nas farmácias brasileiras e ainda não se sabe quando o medicamento vai custar.</p>
<p> <strong>Sobre os testes clínicos:</strong>  </p>
<ul>
<li>Medicamento promoveu redução média de 17% do peso corporal nos pacientes </li>
<li>Durante ensaio clínico, um em cada três pacientes perdeu 20% do peso corporal durante o tratamento com Wegovy® </li>
<li>Os estudos clínicos foram feitos em etapas e contaram com a participação de mais de  4.500 pessoas no mundo inteiro</li>
</ul>
<p> <strong>Como ele age?</strong> </p>
<p>De acordo com o fabricante, a semaglutida induz a perda de peso ao reduzir a fome de quem o usa e aumentando a sensação de saciedade para que a pessoa coma menos e, consequentemente, consuma menos caloria.</p>
<p>A princípio, em uma semana, o paciente pode receber, no máximo, 2,4 mg de dosagem do medicamento. Com o avanço do tratamento, existe a possibilidade de ir aumentando a dose.</p>
<p>As contraindicações e efeitos colaterais mais comuns foram: náuseas, diarreia, constipação e dores abdominais.</p>
<p>O remédio não deve ser utilizada com outros produtos com a mesma substância ou com a liraglutida, que também é usada no tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade.</p>
<p>Por fim, o Wegovy  não é indicado para grávidas e pessoas que estejam amamentando.</p>
<p> <strong>Para quem é indicado?</strong> </p>
<p>A semaglutida 2,4mg é indicada para adultos com o índice de massa corporal maior ou igual a 30 kg/m², considerado obesidade, ou maior ou igual a 27 kg/m², sobrepeso.</p>
<p>Essas pessoas também devem ter outras doenças relacionadas ao peso, como diabetes ou hipertensão.</p>
<p>Os especialistas reforçam que a injeção semanal deve ser usada por pacientes que já tentaram outros tratamentos, com outros medicamentos, e não tiveram resultados. Além disso, aliado à semaglutina, é necessário adotar os bons hábitos alimentares prática de atividade física regular.</p>
<p>Vale lembrar que a medicação não deve ser usada sem orientação médica.</p>
<p>Para mais informações sobre diabetes e outras doenças associadas <a data-mce-href="https://umdiabetico.com.br/" href="https://umdiabetico.com.br/" target="_blank" rel="noopener nofollow"> <strong>acesse o Portal Um Diabético</strong> </a> .</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/colunas/tom-bueno/2023-01-08/wegovy-obesidade-anvisa.html#90b9c9e5-73ff-4699-bf3c-8c49a3fe75d4" rel="noopener">IG SAÚDE</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/novo-medicamento-para-obesidade-pode-reduzir-ate-20-do-peso/">Novo medicamento para obesidade pode reduzir até 20% do peso</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<item>
		<title>Medicamento Zolgensma é incorporado ao SUS</title>
		<link>https://fatomt.com.br/medicamento-zolgensma-e-incorporado-ao-sus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2022 22:16:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[incorporado]]></category>
		<category><![CDATA[medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[zolgensma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Marcelo Casal Jr/ Agência Brasil Ministério da Saúde O Ministério da Saúde anunciou a incorporação do remédio Zolgensma ao Sistema Único de Saúde (SUS). O medicamento é usado por crianças com até seis meses de idade no tratamento de atrofia muscular espinhal (AME) do tipo 1. A adesão ao SUS ocorre cinco dias após a Comissão Nacional [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/94/bu/1v/94bu1v87a6rwh2lqzx9eh91vc.jpg" width="906" height="509" alt="Ministério da Saúde" title="Ministério da Saúde"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Marcelo Casal Jr/ Agência Brasil</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Ministério da Saúde</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p>O Ministério da Saúde anunciou a incorporação do remédio <strong> Zolgensma</strong> ao Sistema Único de Saúde (SUS). O medicamento é usado por crianças com até seis meses de idade no tratamento de atrofia muscular espinhal (AME) do tipo 1.</p>
<p>A adesão ao SUS ocorre cinco dias após a Comissão Nacional de Incorporação de Novas Tecnologias em Saúde (Conitec) se manifestar favoravel à distribuição do medicamento pela rede pública.</p>
<p>O ministério informou que o remédio deverá estar disponível em até 180 dias. A pasta aponta que o período de ajuste é necessário para a elaboração de um protocolo de orientação sobre o uso do medicamento e negociação do preço de aquisição e prazos de entrega.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/coronavirus/2022-12-07/covid-vacina-pfizer-criancas.html" title="Anvisa aprova 3ª dose de vacina da Pfizer para crianças e adolescentes" target="_self" rel="noopener">Anvisa aprova 3ª dose de vacina da Pfizer para crianças e adolescentes</a> </li>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2022-12-07/saiba-como-os-alimentos-termogenicos-favorecem-o-emagrecimento.html" title="Saiba como os alimentos termogênicos favorecem o emagrecimento" target="_self" rel="noopener">Saiba como os alimentos termogênicos favorecem o emagrecimento</a> </li>
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</ul>
</aside>
</div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p>No Twitter, o ministro <strong>Marcelo Queiroga</strong> informou que o remédio também deverá ser incluído no rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar, medida que obriga os planos de saúde a também cobrirem o tratamento quando prescrito aos clientes.</p>
<div class="Noticia_Embed"> <span class="componente-embed-noticia"> </p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="pt" dir="ltr">Já os Planos de Saúde devem oferecer o tratamento aos seus beneficiários no prazo máximo de até 60 dias, como regulamenta a Lei nº 14.307 de março de 2022, fruto de uma Medida Provisória editada pelo governo e sancionada pelo PR <a href="https://twitter.com/jairbolsonaro?ref_src=twsrc%5Etfw">@jairbolsonaro</a> . <a href="https://t.co/a7B939IiKE">pic.twitter.com/a7B939IiKE</a> </p>
<p> — Marcelo Queiroga ???? (@mqueiroga2) <a href="https://twitter.com/mqueiroga2/status/1600464185934352389?ref_src=twsrc%5Etfw">December 7, 2022</a> </p>
</blockquote>
<p> </span> </div>
<p>A atrofia muscular espinhal é uma doença rara e degenerativa. Ela é transmitida de pais para filhos e interfere na capacidade do corpo de produzir uma proteína essencial para a sobrevivência dos neurônios motores. Com isso, são afetados gestos voluntários vitais simples do corpo, como se mover e respirar.</p>
<p>Entre os sintomas da doença estão: perda do controle e de forças musculares, e incapacidade e dificuldade de movimentos e locomoção.</p>
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<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/2022-12-07/sus-incorpora-zolgensma.html#7bf5e69f-93ff-4bec-bba6-14d2c28b5eec" rel="noopener">IG SAÚDE</a></p>
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		<title>1° país africano aprova medicamento injetável para prevenção do HIV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Oct 2022 14:40:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[africano]]></category>
		<category><![CDATA[aprova]]></category>
		<category><![CDATA[injetavel]]></category>
		<category><![CDATA[medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[preven]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reproductive Health Supplies Coalition 1° país africano aprova medicamento injetável para prevenção do HIV O Zimbabué se tornou o primeiro país da África a aprovar o medicamento injetável para a prevenção do HIV, o cabotegravir. O continente sofre com a maior incidência de infecções pelo vírus no mundo, cerca de 67% do total. O aval foi celebrado pela [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5q/jm/ap/5qjmapsch0svgbswo6y5l1e7p.jpg" width="906" height="509" alt="1° país africano aprova medicamento injetável para prevenção do HIV" title="1° país africano aprova medicamento injetável para prevenção do HIV"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Reproductive Health Supplies Coalition</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">1° país africano aprova medicamento injetável para prevenção do HIV</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O <strong>Zimbabué</strong> se tornou o primeiro país da <strong>África</strong> a aprovar o medicamento injetável para a <strong>prevenção do HIV, </strong> o cabotegravir. O continente sofre com a maior incidência de infecções pelo vírus no mundo, cerca de 67% do total. </p>
<p>O aval foi celebrado pela <strong>Organização Mundial de Saúde (OMS),</strong> que desde julho recomenda o uso da nova alternativa. Apesar da orientação da OMS, Zimbabué é também apenas o terceiro lugar a dar o sinal verde para o novo medicamento. </p>
<p>Apenas Estados Unidos e Austrália já deram a aprovação, em dezembro de 2021 e agosto de 2022, respectivamente. Aplicado de dois em dois meses, o <strong>cabotegravir</strong> se mostrou altamente eficaz em prevenir a infecção pelo HIV.</p>
<p>De acordo com informações da Unaids, em 2021 eram 38,4 milhões de pessoas vivendo com o vírus no mundo, 25,6 milhões (67%) delas na África. Em relação aos óbitos, foram 650 mil em âmbito global no ano passado, 420 mil (65%) na região.  </p>
<h3>Como funciona o medicamento</h3>
<p>Além de ser a primeira versão injetável, o medicamento é também pioneiro na proteção de ação prolongada. Normalmente, a terapia oferecida hoje envolve uma combinação de dois antirretrovirais, tenofovir + entricitabina, que são administrados oralmente e devem ser tomados todos os dias. </p>
<p>A nova alternativa reduz essa necessidade para a cada dois meses, o que pode aumentar a adesão de pessoas em maior risco ao método de prevenção, afirma a OMS.</p>
<p>Além disso, embora a versão injetável possa ser confundida com uma vacina, o novo PrEP não se enquadra nessa classe de terapias. Isso porque os imunizantes atuam induzindo o sistema imunológico a produzir células de defesa, o que não é o caso do PrEP. </p>
<p>A profilaxia é um esquema contínuo, ou seja, que não pode ser interrompido, e são os antivirais que inibem a replicação do vírus. </p>
<p>No Brasil, ainda não há previsão de aval oficial do cabotegravir pela Anvisa. Porém, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) implementará a estratégia no país por meio de um projeto piloto.</p>
<p>A duração estimada do projeto é de dois anos, e ele será conduzido em parceria com a África do Sul para fornecer mais dados sobre a eficácia do medicamento.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
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<ul>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2022-10-21/estudo-fiocruz-excesso-mortes-brasil.html" title="Estudo da Fiocruz aponta excesso de 19% em mortes no Brasil em 2020" target="_self" rel="noopener">Estudo da Fiocruz aponta excesso de 19% em mortes no Brasil em 2020</a> </li>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2022-10-21/cfm-consulta-publica-canabidiol.html" title="CFM vai abrir consulta pública após resolução que restringe canabidiol" target="_self" rel="noopener">CFM vai abrir consulta pública após resolução que restringe canabidiol</a> </li>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/coronavirus/2022-10-20/covid-protecao-sanitaria-indigenas.html" title="Covid: Congresso publica lei de proteção sanitária em terras indígenas" target="_self" rel="noopener">Covid: Congresso publica lei de proteção sanitária em terras indígenas</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">De 2017 até 2020, os novos diagnósticos de HIV caíram no país, de 38,7 mil para 29,9 mil – quase 10 mil infecções anuais a menos.</p>
<p class="">Entre no  <a href="https://t.me/iGUltimoSegundo" data-mce-href="https://t.me/iGUltimoSegundo">canal do Último Segundo no Telegram</a> e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo. Siga também o  <a href="https://t.me/portalig" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG.</a>  </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/saude.ig.com.br/2022-10-21/pais-africano-medicamento-injetavel-prevencao-hiv.html#091257dc-962e-4d23-85ac-46708cbb478b" rel="noopener">IG SAÚDE</a></p>
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		<title>Medicamento promete acabar com as cirurgias bariátricas</title>
		<link>https://fatomt.com.br/medicamento-promete-acabar-com-as-cirurgias-bariatricas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Sep 2022 09:35:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[acabar]]></category>
		<category><![CDATA[bariatricas]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgias]]></category>
		<category><![CDATA[medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[promete]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Divulgação Medicamento promete o fim das cirurgias bariátricas Um remédio para eliminar a obesidade com saúde e segurança. Essa é a promessa da Tirzepatida, tratamento revolucionário que pode eliminar de 30% a 50% do peso corporal. &#8220;Nós que trabalhamos com obesidade estamos considerando o fim da década das cirurgias bariátricas. Os resultados obtidos com um único [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/d1/fk/ok/d1fkokaxk0i2qgk63x9djw7dw.jpg" width="906" height="509" alt="Medicamento promete o fim das cirurgias bariátricas" title="Medicamento promete o fim das cirurgias bariátricas"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Medicamento promete o fim das cirurgias bariátricas</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Um remédio para eliminar a obesidade com saúde e segurança. Essa é a promessa da Tirzepatida, tratamento revolucionário que pode eliminar de 30% a 50% do peso corporal. &#8220;Nós que trabalhamos com obesidade estamos considerando o fim da década das cirurgias bariátricas. Os resultados obtidos com um único medicamento são animadores&#8221;, diz o médico nutrólogo Ronan Araujo. O uso é indicado para pacientes com IMC superior a 30. O remédio também atua no controle da diabetes tipo 2. </p>
<p class=""> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGDelas" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">canal do iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais!</strong>   A medicação difere do Ozempic, por exemplo, por atuar em dois hormônios intestinais, GLP-1 e GIP. O Ozempic, feito para a diabetes e usado para emagrecimento, atua apenas no GLP1 para promover saciedade. Comercialmente conhecida como Mounjaro, a tizerpatida promete ser mais eficiente do o Ozempic (semaglutida).</p>
<p>A tirzepatida é uma molécula que atua simulando a ação de dois hormônios intestinais, GLP-1 e GIP, que são hormônios &#8220;incretinas&#8221; que ligam a absorção de nutrientes do trato gastrointestinal com a secreção de hormônios pancreáticos. Eles são liberados no cenário de uma refeição, após a ingestão e absorção de glicose, proteína e gordura, e fornecem uma das conexões fisiológicas entre alimentação e liberação de insulina.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2022-04-29/mundo-pessoas-obesas-atlas-da-obesidade.html" title="Mundo terá 1 bilhão de pessoas obesas até 2030, diz Atlas da Obesidade" target="_self" rel="noopener">Mundo terá 1 bilhão de pessoas obesas até 2030, diz Atlas da Obesidade</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/colunistas/2021-07-31/opiniao--obesidade-nao-deveria-ser-considerada-doenca.html" title="Opinião: Obesidade não deveria ser considerada doença" target="_self" rel="noopener">Opinião: Obesidade não deveria ser considerada doença</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/alimentacao-e-bem-estar/2022-08-20/quer-perder-peso--nutrologa-da-dicas-que-podem-ajudar-a-emagrecer.html" title="Quer perder peso? Nutróloga dá dicas que podem ajudar a emagrecer" target="_self" rel="noopener">Quer perder peso? Nutróloga dá dicas que podem ajudar a emagrecer</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">  Basicamente, o GLP-1 é um hormônio secretado no intestino quando comemos. Ele ativa a produção de insulina no pâncreas quando a glicose está alta, o que faz a digestão ficar mais lenta e promove a sensação de saciedade.</p>
<p>O GIP, por sua vez é um hormônio peptídeo [pedacinhos de proteína] de 42 aminoácidos, inibidor gástrico ou peptídeo insulinotrópico dependente de glicose. Esse hormônio tem como alvo as células beta do pâncreas e as estimulam a melhora da secreção de insulina. Vários estudos de associação genética ligam o GIP à regulação de insulina, glicose, lipídios e peso corporal.</p>
<p>O medicamento foi aprovado pela Food and Drug Administration(FDA) dos EUA para o tratamento de sobrepeso, obesidade e diabetes. &#8220;Está na fila para aprovação da Anvisa, a chegada ao mercado nacional está prevista para março de 2023&#8221;, diz o nutrólogo, acrescentando que já pode ser importado para o país. &#8220;Inclusive esse ano já conseguiremos implantar para alguns pacientes aqui na clínica, os resultados são fantásticos e revolucionários.” completa.</p>
<h3>Quem pode usar?</h3>
<p>A decisão de iniciar a terapia medicamentosa em pessoas consideradas com excesso de peso deve ser tomada após consideração dos riscos e benefícios, e os objetivos devem ser claros. “O objetivo principal desse tratamento para pessoas consideradas com excesso de peso é a redução de peso a longo prazo e a melhora da saúde geral.” afirma o médico.</p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3k/rp/1y/3krp1yl2e7g8mh6gvvgzdne7t.jpg" width="906" height="509" alt="Uso do remédio funciona com mudanças no estilo de vida" title="Uso do remédio funciona com mudanças no estilo de vida"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Uso do remédio funciona com mudanças no estilo de vida</div>
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<p class="">A tirzepatida é aplicada com uma injeção subcutânea semanal. Os efeitos colaterais são controláveis, são brandos na maioria dos casos, mas como qualquer outra medicação, é extremamente necessário acompanhamento e indicação médica.</p>
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<p>A tirzepatida pertence a uma categoria chamada coagonista, que deve trazer mais moléculas sintéticas que interagem com vários receptores hormonais, considera-se uma classe de medicamentos que diminui o apetite através de neurotransmissores, sem prejudicar o sistema cardiovascular, muito pelo contrário, ele protege esse sistema.</p>
<p>Isso é de extrema importância porque tanto a obesidade quanto o diabetes aumentam o risco de infartos e derrames. A tirzepatida é inclusive também, estudada para tratar gordura no fígado. Proporcionando uma mudança significativa no foco de controle contra a obesidade, pode chegar a eliminar 50% do peso corporal excedente.</p>
<p>“Por fim, vale ressaltar que qualquer medicamento, cirurgia ou intervenção só faz sentido dentro de um tratamento completo contra a obesidade, com mudança na alimentação, exercício físicos. Estamos falando de uma doença crônica e que exige acompanhamento de longo prazo e mudanças de estilo de vida”, finaliza Araujo.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/alimentacao-e-bem-estar/2022-09-21/medicamento-promete-acabar-com-as-cirurgias-bariatricas.html#38ecc31b-44bb-42ca-8ab2-59af34491489" rel="noopener">IG Mulher</a></p>
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		<title>Tirzepatida: conheça novo medicamento para tratar a obesidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Sep 2022 23:10:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[conhe]]></category>
		<category><![CDATA[medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Redação EdiCase Tirzepatida: conheça novo medicamento para tratar a obesidade Conhecida como Mounjaro, a tizerpatida promete ser uma nova e grande evolução no tratamento contra a obesidade. Isso porque esse medicamento tem alcançado maior eficiência em perda de peso do que qualquer outro medicamento disponível para esse fim. Ele pode ajudar a eliminar até 50% [&#8230;]</p>
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<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ch/sk/s7/chsks7mmuzq3x5kmaoaz7uxh1.jpg" loading="lazy" width="652" height="408" alt="Tirzepatida: conheça novo medicamento para tratar a obesidade" title="Tirzepatida: conheça novo medicamento para tratar a obesidade"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Redação EdiCase</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Tirzepatida: conheça novo medicamento para tratar a obesidade</div>
</figcaption></figure>
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<p>Conhecida como Mounjaro, a tizerpatida promete ser uma nova e grande evolução no tratamento contra a obesidade. Isso porque esse medicamento tem alcançado maior eficiência em perda de peso do que qualquer outro medicamento disponível para esse fim. Ele pode ajudar a eliminar até 50% do peso corporal excedente.</p>
<h2> <strong>O que é a tirzepatida?</strong> </h2>
<p>A tirzepatida faz parte de uma classe de <strong> <a href="https://portaledicase.com/saxenda-saiba-para-que-serve-e-como-utilizar-esse-medicamento/" target="_blank" rel="noopener">medicamentos que diminui o apetite</a> </strong> por meio de neurotransmissores. É uma molécula que atua simulando a ação de dois hormônios intestinais, GLP-1 e GIP, que são hormônios “incretinas” que ligam a absorção de nutrientes do trato gastrointestinal com a secreção de hormônios pancreáticos. Eles são liberados no cenário de uma refeição, após a ingestão e absorção de glicose, proteína e gordura, e fornecem uma das conexões fisiológicas entre alimentação e liberação de insulina.</p>
<h2> <strong>Diferenças entre GLP-1 e GIP</strong> </h2>
<p>Basicamente, o GLP-1 é um hormônio secretado no intestino quando comemos. Ele ativa a produção de insulina no pâncreas quando a glicose está alta, o que faz a digestão ficar mais lenta e promove a sensação de saciedade.</p>
<p>O GIP, por sua vez, é um hormônio peptídeo (pedacinhos de proteína) de 42 aminoácidos, inibidor gástrico ou peptídeo insulinotrópico dependente de glicose. Esse hormônio tem como alvo as células beta do pâncreas e as estimula a <strong> <a href="https://portaledicase.com/diabetes-tipo-2-causas-sintomas-e-tratamento/" target="_blank" rel="noopener">melhora da secreção de insulina</a> </strong> . Vários estudos de associação genética ligam o GIP à regulação de insulina, glicose, lipídios e peso corporal.</p>
<h2> <strong>Quando o uso da tirzepatida é indicado?</strong> </h2>
<p>A decisão de iniciar a terapia medicamentosa em pessoas consideradas com excesso de peso deve ser tomada após <strong> <a href="https://portaledicase.com/adocante-veja-como-usa-lo-corretamente/" target="_blank" rel="noopener">consideração dos riscos e benefícios</a> </strong> , e os objetivos devem ser claros. “O objetivo principal desse tratamento para pessoas consideradas com excesso de peso é a redução de peso a longo prazo e a melhora da saúde geral”, afirma o médico nutrólogo Dr. Ronan Araujo.</p>
<p>A tirzepatida é aplicada com uma injeção subcutânea semanal. Os efeitos colaterais são controláveis e brandos na maioria dos casos. Mas, como qualquer outra medicação, é extremamente necessário acompanhamento e indicação médica.</p>
<h2> <strong>Mudanças de hábitos são necessárias mesmo com o uso do remédio</strong> </h2>
<p>O Dr. Ronan Araujo destaca que é essencial que os medicamentos, da mesma forma que qualquer outro tipo de procedimento, sejam usados em conjunto com <strong> <a href="https://portaledicase.com/6-mitos-e-verdades-sobre-dietas-e-alimentacao-saudavel/" target="_blank" rel="noopener">alimentação saudável</a> </strong> , atividade física e modificação de comportamento, pois o uso de remédios sem essas alterações geralmente é ineficaz.</p>
<p>“Essa medicação mostrou resultados superiores a <strong> <a href="https://portaledicase.com/entenda-como-e-feita-a-cirurgia-bariatrica/" target="_blank" rel="noopener">cirurgia bariátrica</a> </strong> . Nós, que trabalhamos com emagrecimento, podemos comentar que estamos na década do fim da cirurgia bariátrica, pois apenas com uma medicação conseguimos entregar resultados superiores a realização do procedimento operatório”, ressalta o médico.</p>
<h2> <strong>Chegada do medicamento ao Brasil</strong> </h2>
<p>O medicamento foi aprovado pela Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos para o tratamento de sobrepeso, obesidade e diabetes. “A previsão de chegada ao Brasil é para 2023, podendo já ser importado para o país”, explica o Dr. Ronan Araujo, que finaliza: “Por fim, vale ressaltar que qualquer medicamento, cirurgia ou intervenção só faz sentido dentro de um tratamento completo contra a obesidade, que é uma doença crônica e exige acompanhamento de longo prazo e <strong> <a href="https://portaledicase.com/dicas-para-melhorar-a-qualidade-de-vida/" target="_blank" rel="noopener">mudanças de estilo de vida</a> </strong> “.</p>
<p> <em>Por Gabriela Dallo</em> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2022-09-19/tirzepatida--conheca-novo-medicamento-para-tratar-a-obesidade.html#6e537b84-e09a-40ec-8050-23af33e9f5b3" rel="noopener">IG SAÚDE</a></p>
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		<title>Saxenda: saiba para que serve e como utilizar esse medicamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Sep 2022 13:05:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[medicamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Andreza Melo Saxenda: saiba para que serve e como utilizar esse medicamento A liraglutida, popularmente chamada de Saxenda, é um medicamento injetável que costuma ser indicado para casos de diabetes tipo 2, bem como para pacientes com obesidade. No tratamento da obesidade, segundo a farmacêutica Andressa Diniz, “a saxenda regulariza o apetite, gerando menor ingestão [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
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<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/eb/cb/78/ebcb78otb9fhkmwttl1wfuk89.jpg" loading="lazy" width="652" height="408" alt="Saxenda: saiba para que serve e como utilizar esse medicamento" title="Saxenda: saiba para que serve e como utilizar esse medicamento"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Andreza Melo</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Saxenda: saiba para que serve e como utilizar esse medicamento</div>
</figcaption></figure>
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</div>
<p>A liraglutida, popularmente chamada de Saxenda, é um medicamento injetável que costuma ser indicado para casos de diabetes tipo 2, bem como para pacientes com obesidade. No tratamento da obesidade, segundo a farmacêutica Andressa Diniz, “a saxenda regulariza o apetite, gerando menor ingestão de alimentos e, consequentemente, redução do peso. Ele também regula a termogênese, além de promover retardo no esvaziamento do estômago e intestino.”</p>
<p>Para a utilização desse tipo de remédio é necessário o acompanhamento médico, pois ele irá avaliar a necessidade do paciente de acordo com o IMC (Índice de Massa Corporal) e se existem outros problemas de saúde, como diabetes, pressão arterial elevada, níveis anormais de gorduras no sangue e apneia obstrutiva do sono. Além disso, para a eliminação de peso, é preciso um plano alimentar bem estruturado e realização de atividade física.</p>
<h2>Como age esse medicamento? </h2>
<p>Segundo a farmacêutica, a liraglutida é similar a um hormônio natural do corpo, chamado GLP-1, que é liberado pelo intestino após as refeições. O medicamento age nos receptores <strong> <a href="https://portaledicase.com/6-habitos-que-prejudicam-o-desempenho-do-cerebro/" target="_blank" rel="noopener">do cérebro </a> </strong> que controlam o apetite, causando sensação de saciedade e menos fome.</p>
<h2>Como utilizar a Saxenda?</h2>
<p>Saxenda é uma injeção que deve ser aplicada sob a pele (via subcutânea). Antes de utilizar o sistema de aplicação pela primeira vez, seu médico ou enfermeiro irá orientá-lo sobre o <strong> <a href="https://portaledicase.com/sinvastatina-entenda-para-o-que-serve-e-como-usar/" target="_blank" rel="noopener">modo de uso.</a> </strong> Ela pode ser aplicada a qualquer hora do dia, com ou sem alimento. “O médico irá prescrever uma dose que será aumentada gradualmente ao longo das semanas. E o seu uso deve estar associado a uma dieta hipocalórica e exercício físico”, explica Andressa Diniz. </p>
<p>Além disso, antes de utilizar a Saxenda, o paciente deve informar ao médico se toma outros medicamentos. Isso porque esse tipo de remédio retarda o esvaziamento gástrico e pode afetar a absorção de fármacos, quando administrados em conjunto.</p>
<h2>Uso de remédio de diabetes para emagrecimento</h2>
<p>Conforme explica Andressa Diniz, a Saxenda foi lançada no Brasil em 2011, inicialmente com o nome comercial Victoza, e era utilizada para o tratamento de diabetes. Ela ganhou o mercado contra a obesidade em 2016. Isso porque, após alguns estudos, foi comprovada a sua eficácia nos tratamentos para emagrecer, o que impulsionou a aprovação por parte da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).</p>
<p>“A Saxenda virou moda e começou a ser usada por muitas pessoas sem prescrição médica, sem orientação sobre a mudança dos <strong> <a href="https://portaledicase.com/habitos-para-criar-uma-rotina-saudavel-e-perder-peso/" target="_blank" rel="noopener">hábitos alimentares</a> </strong> e a prática de atividades físicas. Além disso, muitas pessoas também começaram a utilizar o medicamento em doses inadequadas, acarretando riscos para a saúde. E, como qualquer outro medicamento, o seu uso exige cuidado”, afirma a profissional.</p>
<h2>Possíveis efeitos colaterais</h2>
<p>Como todos os medicamentos, a liraglutida pode causar efeitos colaterais – embora nem todas as pessoas os apresentem. De acordo com Andressa Diniz, as <strong> <a href="https://portaledicase.com/diabetes-tipo-2-causas-sintomas-e-tratamento/" target="_blank" rel="noopener">principais reações</a> </strong> são náuseas, vômito, diarreia e constipação. Esses sintomas normalmente desaparecem após alguns dias ou semanas.</p>
<p>O paciente também pode apresentar problemas que afetam o estômago e o intestino, tais como: indigestão, gastrite, desconforto gástrico, dor na região superior do estômago, azia, sensação de empachamento, flatulência, eructação, boca seca.</p>
<p>Também pode ocorrer sensação de fraqueza ou cansaço, paladar alterado, tontura, insônia, que geralmente pode ocorrer nos primeiros 3 meses de tratamento. Cálculo biliar, reações no local da injeção (como hematoma, dor, irritação, coceira e erupção cutânea), hipoglicemia, aumento de enzimas pancreáticas, como lipase e amilase. Outras reações incomuns e raras podem ser consultadas na bula, conforme explica a farmacêutica.</p>
<h2>Contraindicações do medicamento</h2>
<p>A Saxenda é contraindicada para alérgicos a liraglutida ou a qualquer outro componente da fórmula. Também não deve ser usado em caso de amamentação, <strong> <a href="https://portaledicase.com/gravidez-tardia-conheca-os-riscos-e-os-beneficios/" target="_blank" rel="noopener">gravidez</a> </strong> e, se estiver planejando engravidar, o uso deve ser descontinuado.</p>
<p>“O uso de Saxenda não é recomendado para pacientes com insuficiência cardíaca grave, com problema grave no estômago ou nos intestinos, que resulte no atraso do esvaziamento do estômago (denominado gastroparesia) ou se tiver uma doença inflamatória do intestino. Também é contraindicado em caso de pancreatite ou inflamação da vesícula biliar. Além disso, não deve ser utilizado em crianças com menos de 12 anos de idade ou em adolescentes (entre 12 e 18 anos) com peso corporal igual ou abaixo de 60 kg”, adverte Andressa Diniz. Em todo o caso, o mais recomendado é procurar orientação médica antes de começar a utilizá-lo. </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2022-09-15/saxenda--saiba-para-que-serve-e-como-utilizar-esse-medicamento.html#ac577d59-bde8-4460-a18a-b6e29b87ee9a" rel="noopener">IG SAÚDE</a></p>
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		<title>SUS passa a distribuir medicamento para tratar câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Sep 2022 22:05:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[cancer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Marcello Casal Jr/ Agência Brasil Prédio do Ministério da Saúde Pacientes com câncer de mama podem contar com o medicamento Trastuzumabe Entansina. Indicado em monoterapia &#8211; método em que o processo de tratamento é realizado utilizando apenas uma droga ou procedimento &#8211; para tratamento de pacientes classificados no nível HER2-positivo da doença. A Portaria que [&#8230;]</p>
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<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/94/bu/1v/94bu1v87a6rwh2lqzx9eh91vc.jpg" width="906" height="509" alt="Prédio do Ministério da Saúde" title="Prédio do Ministério da Saúde"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Marcello Casal Jr/ Agência Brasil</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Prédio do Ministério da Saúde</div>
</figcaption></figure>
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</div>
<p>Pacientes com câncer de mama podem contar com o medicamento Trastuzumabe Entansina. Indicado em monoterapia &#8211; método em que o processo de tratamento é realizado utilizando apenas uma droga ou procedimento &#8211; para tratamento de pacientes classificados no nível HER2-positivo da doença. A Portaria que incorpora o medicamento ao Sistema Único de Saúde (SUS) foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) da última segunda-feira (12).</p>
<p>“A tecnologia recebeu recomendação favorável de incorporação ao Sistema Único de Saúde SUS após passar por avaliação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), responsável por assessorar a pasta nas atribuições relativas à incorporação, exclusão ou alteração de tecnologias em saúde pelo SUS”, informou o ministério.</p>
<p> <sub> <strong>Números</strong> </sub> </p>
<p>De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2018, mais de 620 mil mulheres morreram de câncer de mama em todo o mundo. No Brasil, o número total de novos diagnósticos ao ano chega a 60 mil, resultando em uma taxa de incidência de 60/100 mil habitantes.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
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<ul>
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</ul>
</aside>
</div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p>Em 2017, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) reportou 16.724 mortes em mulheres. No ano de 2018, o Brasil foi o quarto país com a maior incidência em câncer de mama e o quinto em mortalidade. Estima-se que a incidência entre as brasileiras nos próximos 20 anos terá um aumento de 47%, diz OMS.</p>
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<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/saude.ig.com.br/2022-09-14/sus-remedio-cancer.html#5d0b73fa-2b73-40ba-93b0-54bea9f5199f" rel="noopener">IG SAÚDE</a></p>
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