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	<title>Arquivos gastos - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos gastos - FATO MT</title>
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		<title>Para Unafisco gastos tributários aumentam 22% em 2023, destaca Kajuru</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 19:46:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[aumentam]]></category>
		<category><![CDATA[destaca]]></category>
		<category><![CDATA[gastos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O senador Jorge Kajuru (PSB-GO) destacou, em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (31), levantamento da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco) que atualiza o valor dos gastos tributários de 2023 para R$ 641 bilhões, o que corresponde a 22% a mais do que no ano passado. O trabalho da Unafisco [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O senador Jorge Kajuru (PSB-GO) destacou, em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (31), levantamento da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco) que atualiza o valor dos gastos tributários de 2023 para R$ 641 bilhões, o que corresponde a 22% a mais do que no ano passado. O trabalho da Unafisco é baseado no Demonstrativo dos Gastos Tributários elaborado anualmente pela Receita Federal, mas acrescenta outras renúncias ou perdas potenciais de arrecadação, como isenção de lucros e dividendos, a não existência de um imposto sobre grandes fortunas e programas de parcelamentos especiais.</p>
<p style="text-align: justify">Segundo o senador, cerca de um terço do valor total é gasto com algum tipo de contrapartida social ou econômica para o país, como o Programa Universidade para Todos (Prouni), o Microempreendedor Individual (MEI) e a dedução de despesas médicas e educacionais do imposto de renda.</p>
<p>— A maior parte, R$ 440 bilhões, a Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal considera isenções concedidas sem a comprovação de que geram benefícios para a sociedade, como desenvolvimento econômico, aumento de renda ou redução da desigualdade. Trata-se de um problema crônico, muito citado, todavia pouco discutido para valer. O momento é agora, quando nos preparamos para votar uma reforma tributária que, obviamente, terá de representar mudança de prioridades.</p>
<p>Kajuru elogiou portaria do Ministério da Fazenda que dispõe sobre a transparência ativa de informações relativas a incentivo, renúncia, benefício ou imunidade de natureza tributária cujo beneficiário seja pessoa jurídica. Para o senador, “abrir a caixa preta das renúncias fiscais” vai contribuir para o debate sobre o assunto. Ele ressaltou que a Receita Federal começou a divulgar informações de empresas em seu site, já tendo publicado três listas do ano-calendário 2021.</p>
<p>— Uma das listas mostra os benefícios declarados na escrituração contábil fiscal do contribuinte com danos sobre mais de 15 mil grandes empresas com valores que chegam, somados, a R$ 50 bilhões relativos a tributos sobre o lucro. [&#8230;] A Receita também está relacionando empresas imunes ou isentas de imposto. São cerca de 260 mil entidades sem fins lucrativos, religiosas, sindicais e de previdência privada fechada. Além disso, o país tem, mais ou menos, 23 mil companhias inscritas em regimes especiais de tributação. Há dados surpreendentes.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/31/para-unafisco-gastos-tributarios-aumentam-22-em-2023-destaca-kajuru#444e29c7-9445-461f-b2f4-b003ad12bc43" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Justiça concede BPC a idosa com renda insuficiente para gastos médicos</title>
		<link>https://fatomt.com.br/justica-concede-bpc-a-idosa-com-renda-insuficiente-para-gastos-medicos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2023 13:15:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[concede]]></category>
		<category><![CDATA[gastos]]></category>
		<category><![CDATA[idosa]]></category>
		<category><![CDATA[insuficiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução BPC O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) confirmou o direito de uma mulher de 68 anos, moradora de Lagoa Vermelha (RS), de receber o benefício de prestação continuada ao idoso (BPC ) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A decisão é da 6ª Turma e foi proferida por unanimidade em 18/5. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9w/su/sl/9wsuslwya9q2scinb3hlvikj4.jpg" width="906" height="509" alt="BPC " title="BPC "> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Reprodução</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">BPC </div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) confirmou o direito de uma mulher de 68 anos, moradora de Lagoa Vermelha (RS), de receber o <a href="https://economia.ig.com.br/2023-03-07/inss-contrato-emprestimo-bpc.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-03-07/inss-contrato-emprestimo-bpc.html">benefício de prestação continuada ao idoso (BPC</a> ) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A decisão é da 6ª Turma e foi proferida por unanimidade em 18/5. O colegiado levou em consideração que a idosa reside com o marido e que o grupo familiar possui renda proveniente somente da aposentadoria de um salário mínimo do homem, configurando a situação de risco social em razão de despesas com alimentação, medicamentos e atendimento médico.</p>
<p>A ação foi ajuizada em março de 2020. A autora narrou que, em dezembro de 2019, havia requisitado o BPC, mas que o INSS indeferiu o pedido com a justificativa de que a renda per capita da família seria superior a um quarto do salário mínimo.</p>
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<p>A idosa declarou que a renda familiar provém da aposentadoria recebida pelo marido. Segundo ela, “o valor auferido pelo companheiro é insuficiente frente às despesas que possuem, como alimentação, luz, água, remédios”. A mulher afirmou que, por se tratar de pessoa idosa, necessita constantemente de medicação e atendimento médico, “o que não vem sendo atendido a contento, devido à renda da família”.</p>
<p>A 1ª Vara Judicial da Comarca de Lagoa Vermelha julgou a ação procedente. O INSS recorreu ao TRF4 argumentando que “a parte autora não vive em situação de risco social, uma vez que possui moradia em perfeitas condições, guarnecida com móveis e eletrodomésticos”.</p>
<p>A 6ª Turma confirmou a concessão do benefício, estabelecendo que o INSS deve pagar o BPC desde a data do requerimento administrativo, com as parcelas vencidas sendo acrescidas de correção monetária e juros.</p>
<p>A relatora, desembargadora Taís Schilling Ferraz, destacou que “a questão controvertida cinge-se a situação de vulnerabilidade social do grupo familiar; ainda que a renda per capita esteja um pouco acima do limite legal, este é apenas um dos indicadores da condição de vulnerabilidade social, não sendo absoluto e devendo ser cotejado com as demais provas”.</p>
<div>
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<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-05-25/inss-paga-aposentadoria-e-13-hoje.html" title="INSS paga 13º e aposentadoria nesta quinta; veja quem recebe" target="_self" rel="noopener">INSS paga 13º e aposentadoria nesta quinta; veja quem recebe</a> </li>
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</ul>
</aside>
</div>
<p class="">A magistrada acrescentou que “a renda mensal do grupo familiar decorre somente da aposentadoria por incapacidade permanente do cônjuge da autora, no valor do salário mínimo, já que a demandante não possui remuneração. Nesse contexto, demonstradas as despesas do grupo familiar no processo, resta evidente a situação de risco social”.</p>
<p>“Ressalto que os cuidados que se fazem necessário com a parte autora, em decorrência de sua idade avançada, geram despesas com aquisição de medicamentos, alimentação especial, tratamento médico, entre outros -, tais despesas podem ser levadas em consideração na análise da condição de risco social na qual vive a demandante”, ela concluiu.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-05-26/justica-bpc-concedido-idosa-com-renda-familiar-insuficiente.html#be9be5e7-724f-402d-b582-96dbf0d14aee" rel="noopener">Economia</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Arcabouço: últimas mudanças reduzem gastos em 2024 e limitam Fundeb</title>
		<link>https://fatomt.com.br/arcabouco-ultimas-mudancas-reduzem-gastos-em-2024-e-limitam-fundeb/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2023 13:15:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[arcabou]]></category>
		<category><![CDATA[fundeb]]></category>
		<category><![CDATA[gastos]]></category>
		<category><![CDATA[limitam]]></category>
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		<category><![CDATA[ultimas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Marcelo Camargo/Agência Brasil &#8211; 23.05.2023 Deputado federal Cláudio Cajado (PP-BA), relator do arcabouço fiscal na Câmara Aprovado na Câmara dos Deputados na noite desta terça-feira (23), o texto-base do arcabouço fiscal passou por mudanças de última hora feitas pelo relator, deputado Cláudio Cajado (PP-BA). Dentre elas, está a redução do espaço para gastos do governo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/av/gs/bl/avgsblrrkpchzmelhg95i91zy.jpg" width="906" height="509" alt="Deputado federal Cláudio Cajado (PP-BA), relator do arcabouço fiscal na Câmara" title="Deputado federal Cláudio Cajado (PP-BA), relator do arcabouço fiscal na Câmara"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Marcelo Camargo/Agência Brasil &#8211; 23.05.2023</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Deputado federal Cláudio Cajado (PP-BA), relator do arcabouço fiscal na Câmara</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class=""> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-05-24/camara-aprova-texto-base-arcabouco-fiscal.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-05-24/camara-aprova-texto-base-arcabouco-fiscal.html">Aprovado na Câmara dos Deputados</a>  na noite desta terça-feira (23), o texto-base do  <a href="https://economia.ig.com.br/2023-03-30/arcabouco-fiscal-o-que-e.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-03-30/arcabouco-fiscal-o-que-e.html">arcabouço fiscal</a> passou por mudanças de última hora feitas pelo relator, deputado Cláudio Cajado (PP-BA).  </p>
<p>Dentre elas, está a redução do espaço para gastos do governo no próximo ano e a inclusão do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) dentro dos limites de despesas.</p>
<p>Na primeira versão de Cajado, o crescimento real (descontada a inflação) das despesas do governo no primeiro ano de vigência da arcabouço fiscal (2024) seria no limite superior da banda prevista no texto (2,5%), independentemente do aumento de receitas. Essa &#8220;colher de chá&#8221; seria dada ao governo no primeiro ano da regra para adaptação a ela.</p>
<p> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGBrasilEconomico" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/iGBrasilEconomico">canal do Brasil Econômico no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  <a href="https://t.me/portalig" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG</a> </strong>  </p>
<p>No texto final aprovado, porém, Cajado retirou esse mecanismo, prevendo apenas que os gastos em 2024 devem ser mantidos na banda entre 0,6% e 2,5%. Para conseguir gastar mais, o governo terá que ampliar a arrecadação.</p>
<p>Os gastos de 2024 vão considerar o crescimento da receita em 2023, comparado com a projeção para 2024. Se, no fim de 2024, as despesas tiverem sido superiores ao crescimento real das receitas no ano, a diferença será reduzida do limite de gastos para 2025.</p>
<p class="">Na última semana, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, havia dito que os cálculos da pasta mostram que nenhum cenário aponta para esse contingenciamento em 2025.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
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<ul>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-05-24/bolsa-familia-pago-hoje-quem-recebe.html" title="Bolsa Família paga parcela de maio nesta quarta; veja quem recebe" target="_self" rel="noopener">Bolsa Família paga parcela de maio nesta quarta; veja quem recebe</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-05-24/semana-trabalho-quatro-dias-brasil.html" title="Semana de trabalho de quatro dias chega ao Brasil; vai dar certo?" target="_self" rel="noopener">Semana de trabalho de quatro dias chega ao Brasil; vai dar certo?</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-05-24/inss-pagamento-aposentadoria-hoje.html" title="INSS paga 13º e aposentadoria amanhã; veja quem recebe" target="_self" rel="noopener">INSS paga 13º e aposentadoria amanhã; veja quem recebe</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<h3 class="">Fundeb  </h3>
<p>Além das mudanças para o primeiro ano de vigência da regra fiscal, Cajado também fez uma alteração no Fundeb, que vai ficar dentro do limite de gastos. No teto de gastos, regra vigente atualmente, a complementação da União ao fundo está fora dos limites.</p>
<p>Durante a discussão do texto, a presidente da Frente Parlamentar da Educação, deputada Tabata Amaral (PSB-SP), argumentou que &#8220;colocar o Fundeb dentro do teto é transformar a educação, que deveria ser prioridade, no exato oposto&#8221;.</p>
<p>O deputado Chico Alencar (Psol-RJ), disse que o arcabouço vai diminuir os investimentos no fundo. &#8220;É um regime de emagrecimento das políticas públicas. Limitar de 0,6% a 2,5% de gastos não é teto?&#8221;, questionou.</p>
<p>O relator da matéria, por sua vez, disse que não haverá prejuízo ao Fundeb. &#8220;O futuro demonstrará a correção da medida que estamos votando aqui&#8221;, disse.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-05-24/arcabouco-fiscal-ultimas-mudancas-limite-gastos-fundeb.html#0cb8e789-b49d-4a4d-bf5d-3b4a18357f6a" rel="noopener">Economia</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Arcabouço: Consultoria da Câmara defende redução de R$ 23 bi em gastos</title>
		<link>https://fatomt.com.br/arcabouco-consultoria-da-camara-defende-reducao-de-r-23-bi-em-gastos/</link>
					<comments>https://fatomt.com.br/arcabouco-consultoria-da-camara-defende-reducao-de-r-23-bi-em-gastos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 May 2023 17:47:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[arcabou]]></category>
		<category><![CDATA[camara]]></category>
		<category><![CDATA[consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[defende]]></category>
		<category><![CDATA[gastos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agência Câmara Deputado federal Cláudio Cajado (PP-BA), relator do arcabouço fiscal na Câmara A Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira na Câmara defende a redução de ao menos R$ 23 bilhões dos gastos previstos com o novo arcabouço fiscal a partir do próximo ano, de acordo com nota técnica divulgada pelo órgão. O arcabouço fiscal [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9t/u7/um/9tu7umu4ydpbfy72j8pp3qptt.jpg" width="906" height="509" alt="Deputado federal Cláudio Cajado (PP-BA), relator do arcabouço fiscal na Câmara" title="Deputado federal Cláudio Cajado (PP-BA), relator do arcabouço fiscal na Câmara"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Agência Câmara</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Deputado federal Cláudio Cajado (PP-BA), relator do arcabouço fiscal na Câmara</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">A Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira na Câmara defende a redução de ao menos R$ 23 bilhões dos gastos previstos com o novo arcabouço fiscal a partir do próximo ano, de acordo com nota técnica divulgada pelo órgão.  </p>
<p>O arcabouço fiscal permite o crescimento dos gastos do governo a depender do crescimento da arrecadação. Para este ano, o Orçamento foi inflado em R$ 168 bilhões através da PEC da Transição, aprovada no fim do ano passado, que permitiu o aumento do atual teto de gastos.</p>
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<p>A consultoria da Câmara argumenta, porém, que esse aumento do teto não foi acompanhado por novas receitas. &#8220;Criou-se um desequilíbrio estrutural em termos de déficit primário que, agora, o governo com medidas de receitas e com o marco fiscal proposto tentará equacionar ao longo dos anos&#8221;, diz a nota técnica.</p>
<p>Para equilibrar essas contas, o órgão defende que a base de gastos seja reduzida em ao menos R$ 23 bilhões. Se o relator do arcabouço fiscal na Câmara, deputado Cláudio Cajado (PP-BA), acatar a sugestão técnica, os gastos do governo ficarão menores nos próximos anos, em relação ao previsto originalmente pelo governo.</p>
<p>Apesar de defender o corte, a consultoria considera adequados os percentuais de crescimento de receita entre 0,6% e 2,5% para haver aumento de despesas em 70% do crescimento de receita, como prevê o arcabouço.</p>
<div>
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<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-05-10/claudio-cajado-relatorio-pronto.html" title="Relator do arcabouço fiscal diz que esboço do texto está pronto" target="_self" rel="noopener">Relator do arcabouço fiscal diz que esboço do texto está pronto</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-05-10/cajado-arcabouco-nao-esta-maduro.html" title="'Arcabouço não está maduro', diz relator após reunião com governo" target="_self" rel="noopener">&#8216;Arcabouço não está maduro&#8217;, diz relator após reunião com governo</a> </li>
</ul>
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<p class="">A nota técnica indica, porém, que é pouco provável que o governo consiga cumprir as metas fiscais impostas pelo arcabouço. Segundo a consultoria, sem alterações como a reforma tributária, a chance da realização das receitas previstas pelo governo é de 35%.  </p>
<p>A consultoria defende, ainda, que haja mecanismos de correção de despesas para anos em que as metas não forem cumpridas. Nete sentido, o relator do texto pode adotar medidas como proibir reajuste ao funcionalismo acima da inflação e proibir concursos públicos.</p>
<p>&#8220;É preciso criar condições para que a obtenção da meta seja viável, ou seja, colocar ao alcance da gestão orçamentária e financeira instrumentos mais específicos, em especial quanto ao controle do crescimento das despesas obrigatórias, que representam mais de 90% das despesas, bem como medidas voltadas à preservação e/ou ao aumento de receitas&#8221;, afirma a nota técnica.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-05-10/arcabouco-fiscal-consultoria-camara-defende-reducao-23-bilhoes-gastos.html#e93b0ce3-99d7-4af8-9ff2-ee03b73e5016" rel="noopener">Economia</a></p>
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		<title>Simone Tebet quer equilibrar gastos para promover desenvolvimento sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 May 2023 17:16:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[equilibrar]]></category>
		<category><![CDATA[gastos]]></category>
		<category><![CDATA[promover]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reequilibrar os gastos públicos é primordialmente necessário para promover o crescimento sustentável com inclusão social. A partir dessa premissa, a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, que esteve nesta terça-feira (9) em audiência conjunta da Comissão de Infraestrutura (CI) e da Comissão de Desenvolvimento Regional (CDR), respondeu aos questionamentos dos senadores e internautas, preocupados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Reequilibrar os gastos públicos é primordialmente necessário para promover o crescimento sustentável com inclusão social. A partir dessa premissa, a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, que esteve nesta terça-feira (9) em audiência conjunta da Comissão de Infraestrutura (CI) e da Comissão de Desenvolvimento Regional (CDR), respondeu aos questionamentos dos senadores e internautas, preocupados com as diretrizes da pasta para os próximos dois anos.</p>
<p>Ex-senadora, Simone Tebet, que assumiu o recriado Ministério do Planejamento e Orçamento (MOP), destacou problemáticas a serem desafiadas de imediato, entre elas o combate ao “imenso déficit fiscal”, à fome que atinge 33 milhões de brasileiros, e à falta de recursos para a infraestrutura. Para a ministra, “planejamento estratégico é o que vai resolver os problemas do país”.</p>
<p>— O Brasil não tem planejamento, gastamos mal. (&#8230;) Não temos condições de pensar o Brasil sem o planejamento — afirmou a ministra, ao completar que “planejar é tão importante quanto executar”.</p>
<p>A gestora enfatizou ainda que para baixar a taxa de juros no país, é preciso que o governo estabilize a dívida pública, ou “sinalize nesse sentido”. Sobre os juros de 13,75%, ela disse ser uma taxa que se justificava no passado. A ministra antecipou que até sexta-feira (12) deve ser divulgada uma inflação “menor do que a esperada” para o mês de abril.</p>
<p>Presidente da CI, o senador Marcelo Castro (MDB-PI) ratificou a necessidade de planejamento, que “se perdeu ao longo dos anos”, ao afirmar que “não se pode mais ficar nesse improviso”.</p>
<h3><strong>Planejamento</strong></h3>
<p>Simone Tebet enfatizou dois importantes guias para as políticas públicas a cabo da pasta: o planejamento de médio prazo, definido no Plano Plurianual (PPA) — que será entregue ao Congresso até 31 de agosto — e o planejamento de longo prazo, em um projeto para o Brasil 2024-2040.</p>
<p>A novidade, segundo a ministra, é um PPA 2024-2040 participativo e consultivo, com a oitiva da sociedade em todos os estados do país, iniciativa elogiada pela senadora Teresa Leitão (PT-PE). A proposta é abarcar pautas transversais, multisetoriais, de gênero, equidade e meio ambiente, com metas regionalizadas.</p>
<p>— O PPA vai ter diretrizes com programas e ações que o Brasil quer. O planejamento vai ser participativo e o Congresso Nacional é que vai fazer o orçamento, de acordo com as diretrizes.</p>
<p>Também é meta do MOP trabalhar na construção de uma “nova estratégia nacional de desenvolvimento de longo prazo”, prevista para ser concluída em agosto de 2024.</p>
<p>— Temos que parar com essa percepção equivocada que os problemas do Brasil começam em 1º de janeiro e terminam em 31 de dezembro — afirmou Simone.</p>
<p>Além da agenda mais estrutural, o ministério tem se debruçado em novos instrumentos “fundamentais para a modernização do Orçamento federal”, como um quadro de despesas de médio prazo.</p>
<p>— Nosso papel é alertar para riscos fiscais e verificar a adequação de medidas à boa prática orçamentária.</p>
<p>Simone Tebet também destacou que o Brasil voltou a honrar seus compromissos com organismos internacionais. Diante dos R$ 2,6 bilhões herdados em anos anteriores, R$ 1,2 bilhão foram pagos nos primeiros quatro meses do ano e a meta é quitar tudo até o final de 2023.</p>
<h3><strong>Arcabouço fiscal</strong></h3>
<p>O novo arcabouço fiscal foi amplamente questionado por senadores e internautas. A ministra foi enfática na defesa dessa nova proposta que substitui o teto de gastos, que ao seu ver “não se sustenta” e em afirmar que é possível ter “responsabilidade fiscal com controle social”.</p>
<p>A Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2023 <span>(</span><a class="external-link" href="http://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2023-01-17;14535" rel="noopener" target="_blank" title="">Lei 14.535, de 2023</a><span>) </span>tem investimentos previstos de R$ 70,9 bilhões, “número pequeno”, mas que deve aumentar a partir da efetivação da política fiscal proposta, segundo Simone, que apontou ainda para mais credibilidade, redução das incertezas — possibilitando a queda da taxa longa de juros — e o fomento do crescimento econômico do país.</p>
<p>— De um lado, há grandes incertezas no mercado sobre a sustentabilidade da dívida pública e o controle dos gastos públicos. De outro, é necessário garantir espaço para gastos sociais.</p>
<p>Ao senador Jorge Seif (PL-SC), a ministra afirmou que o novo arcabouço fiscal possibilitará diminuir o valor da dívida e que haverá incremento de receitas com controle de gastos.</p>
<h3><strong>Reforma tributária</strong></h3>
<p>Para a ministra, o país “só vai crescer se depois de 30 anos tivermos a coragem de enfrentar a reforma tributária”, que vai proporcionar efeitos relevantes no crescimento do produto interno bruto (PIB), a partir do aumento da produtividade econômica e da redução do custo Brasil.</p>
<p>O senador Jaime Bagattoli (PL-RO) também defendeu a reforma tributária, já que “não podemos mais aumentar impostos nesse país”, e salientou ainda a necessidade de uma reforma administrativa. O senador questionou os projetos do governo para rodovias e ferrovias diante da falta de recursos.</p>
<p>Simone disse ser necessário elevar a taxa de investimento para 20% ou mais do PIB. A ministra confirmou que a perspectiva de crescimento do PIB está em 1,6% este ano, passando a 2,3% em 2024 e 2,8%, em 2025.</p>
<h3><strong>Desenvolvimento regional</strong></h3>
<p>Norte, Nordeste e Centro-Oeste precisam de políticas públicas diferenciadas, afirmou Simone, e, por isso, elaborar com o Congresso Nacional o Plano Nacional de Desenvolvimento Regional será uma “responsabilidade em conjunto”.</p>
<p>Em resposta a diversos senadores, a ministra defendeu ainda a reindustrialização do país. Ela compartilhou a proposta da criação de um fundo constitucional para o desenvolvimento regional.</p>
<p>— O Brasil é um país muito rico para ter um povo tão pobre (&#8230;) E a nossa maior vergonha é a desigualdade social.</p>
<p>Para o senador Laércio Oliveira (PP-SE) “é preciso entender o regionalismo do nosso país”. Ele solicitou à ministra uma reflexão sobre as questões regionais.</p>
<p>Jayme Campos (União-MT) questionou o direcionamento de recursos, como do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), para grandes empresários, em detrimento dos que mais precisam, assim como tratou da insegurança jurídica e da burocracia que emperram o desenvolvimento.</p>
<p>O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) questionou se o país está preparado para o futuro e se o MOP sinaliza o planejamento aos demais ministérios.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/09/simone-defende-equilibrar-gastos-para-promover-desenvolvimento-com-inclusao#af393e28-b0a2-40dd-a767-d39bcc54cf62" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Novo arcabouço fiscal é mais moderno que teto de gastos, diz relator</title>
		<link>https://fatomt.com.br/novo-arcabouco-fiscal-e-mais-moderno-que-teto-de-gastos-diz-relator/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Apr 2023 18:45:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[arcabou]]></category>
		<category><![CDATA[fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[gastos]]></category>
		<category><![CDATA[moderno]]></category>
		<category><![CDATA[relator]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agência Câmara Deputado federal Cláudio Cajado (PP-BA) O relator do projeto do arcabouço fiscal , Claudio Cajado (PP-PE), declarou em entrevista à CNN Brasil nesta sexta-feira (21) que o texto é melhor que o teto de gastos, regra fiscal em vigência desde 2016, que limita o crescimento das despesas à inflação do ano anterior. “Esse [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9t/u7/um/9tu7umu4ydpbfy72j8pp3qptt.jpg" width="906" height="509" alt="Deputado federal Cláudio Cajado (PP-BA)" title="Deputado federal Cláudio Cajado (PP-BA)"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Agência Câmara</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Deputado federal Cláudio Cajado (PP-BA)</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O relator do <a href="https://economia.ig.com.br/2023-03-30/arcabouco-fiscal-o-que-e.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-03-30/arcabouco-fiscal-o-que-e.html">projeto do arcabouço fiscal</a> ,  <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-21/relator-arcabouco-fiscal-prioridade.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-04-21/relator-arcabouco-fiscal-prioridade.html">Claudio Cajado</a> (PP-PE), declarou em entrevista à CNN Brasil nesta sexta-feira (21) que o texto é melhor que o teto de gastos, regra fiscal em vigência desde 2016, que limita o crescimento das despesas à inflação do ano anterior. </p>
<p>“Esse projeto é moderno, austero, e melhor que o do teto de gastos porque ele ataca a elevação da receita. E controla a receita e prevê zerar o déficit. Penso que é um projeto importante e necessário”, disse Cajado à CNN.</p>
<p> O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, entregou a relatoria do projeto ao parlamentar nesta quinta-feira (20). Ele afirmou ainda que pretende seguir a meta de Lira e apresentar para votar o texto do relatório ainda em maio.</p>
<p>“Vamos seguir essa meta do presidente Lira, disse. Cajado, porém, evitou abrir maiores avaliações sobre o texto.</p>
<p>Cajado disse que pretende alterar o nome do projeto de &#8220;novo arcabouço fiscal&#8221; para &#8220;novo marco fiscal&#8221;.</p>
<p>“Eu não chamo de arcabouço porque remete a esqueleto, a algo velho. E âncora é algo que afunda. Chamo de novo marco fiscal”, disse. </p>
<div>
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</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Cajado afirmou que ainda não terminou de ler o projeto, e que espera contar com a ajuda dos congressistas para melhorar a proposta.</p>
<p>“Ainda estou lendo o projeto. Não vou fazer algo que seja da minha própria cabeça. Não quero nesse momento emitir opinião pessoal para não contaminar as ideias que venham a contribuir”, disse.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-04-21/relator-arcabouco-fiscal-melhor-que-teto-de-gastos.html#7448ac87-a2b9-4576-9466-4fe269b735df" rel="noopener">Economia</a></p>
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		<title>Novo arcabouço fiscal chega ao Congresso com limite para crescimento de gastos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Apr 2023 15:45:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[arcabou]]></category>
		<category><![CDATA[chega]]></category>
		<category><![CDATA[congresso]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
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		<category><![CDATA[gastos]]></category>
		<category><![CDATA[limite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Poder Executivo enviou na terça-feira (18) ao Congresso Nacional o novo arcabouço fiscal, que deve substituir o teto de gastos em vigor. O projeto de lei complementar (PLP) 93/2023 limita o ritmo de crescimento das despesas da União. Elas podem variar de 0,6% a 2,5% ao ano, dependendo da arrecadação. Alguns gastos do governo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Poder Executivo enviou na terça-feira (18) ao Congresso Nacional o novo arcabouço fiscal, que deve substituir o teto de gastos em vigor. O projeto de lei complementar (PLP) <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2357053" rel="noopener" target="_blank">93/2023</a> limita o ritmo de crescimento das despesas da União. Elas podem variar de 0,6% a 2,5% ao ano, dependendo da arrecadação. Alguns gastos do governo federal ficam de fora da regra e — em tese — podem crescer acima do limite previsto.</p>
<p>O PLP 93/2023 começa a tramitar na Câmara dos Deputados, onde precisa do aval de 257 parlamentares. O presidente da casa, deputado Arthur Lira, disse acreditar que a matéria deverá ser votada até o dia 10 de maio. Em seguida, a proposta vai ao Senado, onde depende da aprovação de 41 senadores. O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco, defende uma &#8220;tramitação célere&#8221; da matéria.</p>
<p>O novo arcabouço fiscal prevê uma regra geral para aumento de gastos nos anos de 2024 a 2027. O crescimento real da despesa fica limitado a 70% da variação da receita apurada nos últimos 12 meses. Para evitar distorções em períodos de arrecadação muito alta ou muito baixa, o texto estabelece uma margem de segurança: os gastos podem crescer pelo menos 0,6% e no máximo de 2,5% ao ano.</p>
<p>De acordo com o PLP 93/2023, o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) deve apontar as metas de resultado primário da União para os quatro anos seguintes, com uma margem de tolerância de 0,25 ponto percentual do Produto Interno Bruto (PIB) para mais ou para menos. A intenção do Poder Executivo é zerar o déficit primário em 2024 e atingir superávits de 0,5% em 2025 e 1% em 2026.</p>
<p>Se o governo não conseguir cumprir a meta fixada na LDO, o arcabouço fiscal prevê uma regra ainda mais severa para a limitação da despesa. Em vez de 70%, os gastos só poderiam crescer o equivalente a 50% da variação da arrecadação.</p>
<p>O texto adota um conceito &#8220;mais estável&#8221; de receita. Ficam fora desse critério linhas de arrecadação consideradas &#8220;mais voláteis&#8221;, como concessões e permissões, exploração de recursos naturais e dividendos e participações. &#8220;A motivação é garantir que as despesas primárias do governo central, na sua grande maioria permanentes e obrigatórias, sejam financiadas por receitas de caráter mais recorrente, como as provenientes de tributos e contribuições sociais&#8221;, explica o Poder Executivo na justificativa do projeto.</p>
<h3><strong>Exceções e investimentos</strong></h3>
<p>O PLP 93/2023 traz um rol de exceções. São despesas do governo federal que não ficam sujeitas às regras do novo arcabouço fiscal e — em tese — podem crescer acima do limite fixado na proposta. Ficam fora da base de cálculo, por exemplo, as complementações da União para o Fundo de Manutenção da Educação Básica (Fundeb) e as transferências aos fundos de saúde de estados, Distrito Federal e municípios para o pagamento do piso salarial de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e parteiras.</p>
<table class="table">
<tbody>
<tr style="background-color: #006699">
<td style="width: 1103px;text-align: center;height: 18px">
<h3><span style="color: #ffffff"><strong>Veja o rol de despesas que ficam de fora da regra fiscal</strong></span></h3>
</td>
</tr>
<tr style="background-color: #d5dce4">
<td style="width: 1103px;height: 18px">Transferências constitucionais a estados e municípios</td>
</tr>
<tr style="background-color: #efefef">
<td style="width: 1103px;height: 18px">Complementações da União para o Fundo de Manutenção da Educação Básica (Fundeb)</td>
</tr>
<tr style="background-color: #d5dce4">
<td style="width: 1103px;height: 18px">Créditos extraordinários</td>
</tr>
<tr style="background-color: #efefef">
<td style="width: 1103px;height: 18px">Transferências aos fundos de saúde de estados, Distrito Federal e municípios para o pagamento do piso salarial de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e parteiras</td>
</tr>
<tr style="background-color: #d5dce4">
<td style="width: 1103px;height: 18px">Despesas com projetos socioambientais ou relativos a mudanças climáticas custeadas por doações ou acordos firmados após desastres ambientais</td>
</tr>
<tr style="background-color: #efefef">
<td style="width: 1103px;height: 18px">Despesas de universidades públicas federais, empresas públicas prestadoras de serviços para hospitais universitários federais, instituições federais de educação</td>
</tr>
<tr style="background-color: #d5dce4">
<td style="width: 1103px;height: 18px">Despesas custeadas por transferências dos demais entes federativos para a União para a execução direta de obras e serviços de engenharia</td>
</tr>
<tr style="background-color: #efefef">
<td style="width: 1103px;height: 18px">Despesas para o pagamento de precatórios</td>
</tr>
<tr style="background-color: #d5dce4">
<td style="width: 1103px;height: 18px">Despesas não recorrentes da Justiça Eleitoral com a realização de eleições</td>
</tr>
<tr style="background-color: #efefef">
<td style="width: 1103px;height: 18px">Despesas com aumento de capital de empresas estatais não financeiras e não dependentes</td>
</tr>
<tr style="background-color: #d5dce4">
<td style="width: 1103px;height: 18px">Transferências a estados e municípios pela concessão florestal de áreas de domínio da União</td>
</tr>
<tr style="background-color: #efefef">
<td style="width: 1103px;height: 18px">Despesas relativas à cobrança pela gestão de recursos hídricos da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O PLP 93/2023 também dá um tratamento diferenciado aos investimentos. A regra excepcional vale apenas para quando o resultado primário ficar acima da meta prevista na LDO. Nesse caso, o Poder Executivo pode ampliar a dotação de investimento para o ano seguinte em valor equivalente.</p>
<p>Para os anos de 2025 a 2028, a dotação extra para investimentos não pode ultrapassar os R$ 25 bilhões. Essa ampliação pode ser autorizada mediante abertura de crédito suplementar. “Quando o governo conseguir entregar um resultado primário maior que o limite superior da meta, esse excesso poderá financiar novos investimentos, sem que esse montante conte para apuração da meta de primário ou para o limite de despesa”, justifica o Poder Executivo.</p>
<h3><strong>Contingenciamento</strong></h3>
<p>O arcabouço fiscal traz ainda mudanças nas regras da chamada limitação de empenho, conhecida como contingenciamento. Isso vale para quando a União verificar — nos meses de março, junho e setembro — que não será capaz de cumprir a meta de resultado primário.</p>
<p>Nesse caso, os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de Ministério Público da União e Defensoria Pública da União, podem promover limitação de empenho e movimentação financeira. A diferença em relação à atual Lei de Responsabilidade Fiscal — LRF (<a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei.complementar:2000-05-04;101" rel="noopener" target="_blank">Lei Complementar 101, de 2000</a>) é o caráter opcional, e não obrigatório.</p>
<p>&#8220;É a mudança da lógica de contingenciamento, que passa a ser facultativo, como forma de se evitar que políticas importantes deixem de ser continuadas por conta de frustações às vezes pontuais de receitas&#8221;, destaca a justificativa do projeto.</p>
<p>Até o final de fevereiro, o Poder Executivo deve avaliar o cumprimento das metas de resultado primário do ano anterior em audiência pública na Comissão Mista de Orçamento (CMO). Caso a meta não seja cumprida, o presidente da República deve encaminhar mensagem ao Congresso Nacional até 31 de maio do ano seguinte com as razões do descumprimento e as medidas de correção. De acordo com o texto, o descumprimento da meta não configura infração à LRF.</p>
<p>Até 90 dias após o encerramento de cada semestre, o Banco Central deve apresentar ao Congresso Nacional uma avaliação do cumprimento dos objetivos e das metas das políticas monetária, creditícia e cambial. A análise deve esclarecer o impacto e o custo fiscal das operações e os resultados demonstrados nos balanços.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/04/19/novo-arcabouco-fiscal-chega-ao-congresso-com-limite-para-crescimento-de-gastos#256bc9ca-6808-4513-9bc5-500acfbc21c6" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/novo-arcabouco-fiscal-chega-ao-congresso-com-limite-para-crescimento-de-gastos/">Novo arcabouço fiscal chega ao Congresso com limite para crescimento de gastos</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<title>Tebet diz que teto de gastos &#8216;ruiu&#8217; e LDO vai &#8216;assustar&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Apr 2023 15:15:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[assustar]]></category>
		<category><![CDATA[gastos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>José Cruz/ Agência Brasil &#8211; 30/03/2023 Simone Tebet, ministra do Planejamento e Orçamento, durante apresentação do arcabouço fiscal A ministra do Planejamento, Simone Tebet, disse nesta sexta-feira (14) que a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) &#8220;vai assustar&#8221;, pois foi feita segundo o teto de gastos, regra vigente enquanto o governo não consegue aprovar o novo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9r/1y/51/9r1y51mvgwc8fm5ffmkg90jkp.jpg" width="906" height="509" alt="Simone Tebet, ministra do Planejamento e Orçamento, durante apresentação do arcabouço fiscal" title="Simone Tebet, ministra do Planejamento e Orçamento, durante apresentação do arcabouço fiscal"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>José Cruz/ Agência Brasil &#8211; 30/03/2023</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Simone Tebet, ministra do Planejamento e Orçamento, durante apresentação do arcabouço fiscal</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">A ministra do Planejamento, Simone Tebet, disse nesta sexta-feira (14) que a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) &#8220;vai assustar&#8221;, pois foi feita segundo o teto de gastos, regra vigente enquanto o governo não consegue aprovar o  <a href="https://economia.ig.com.br/2023-03-30/arcabouco-fiscal-o-que-e.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-03-30/arcabouco-fiscal-o-que-e.html">novo arcabouço fiscal. </a> </p>
<p>O governo deve publicar a LDO no Diário Oficial da União de hoje e o texto ficará liberado para análise do Congresso. Com isso, a nova âncora fiscal deverá tramitar em paralelo com o Orçamento do ano que vem. </p>
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<p>“A LDO vai mostrar o Brasil real e, sim, vai assustar. Não tem espaço fiscal para nada de novo”, disse Tebet. “Isso mostra que o teto de gastos — de tanto que foi furado e não ter vindo acompanhado pela reforma tributária —, ele ruiu”, completou a ministra.</p>
<p>“São R$ 170 bilhões para o poder Executivo atender a todo o Brasil. Com o teto de gastos, sobra um valor muito modesto.”</p>
<p>Tebet diz que a LDO também virá com estimativa do novo salário mínimo, mas não adiantou números. </p>
<p>Ela diz contar ainda com a aprovação da reforma tributária, que simplificará impostos para empresas e pessoas físicas. </p>
<p>“Com base nessa tese, vamos diminuir a carga do setor empresarial. Não há crescimento duradouro sem uma indústria forte”, disse. </p>
<p>Ainda de acordo com a ministra, constará no texto números atualizados para caso o novo arcabouço fiscal seja aprovado. O arcabouço ainda será enviado para avaliação de deputados e senadores, mas o governo espera aprová-lo ainda no primeiro semestre.</p>
<p>A LDO estabelece as regras para a elaboração do Orçamento do próximo ano, incluindo as previsões de receitas e despesas, a meta fiscal e a estimativa para o novo salário mínimo.</p>
<p>O projeto de LDO deve ser enviado pelo Executivo Federal ao Congresso Nacional até o dia 15 de abril de cada ano, devendo ser devolvido para sanção até o dia 17 de julho do mesmo ano, antes do recesso parlamentar.   </p>
<p>O senador Randolfe Rodrigues e a presidente da Comissão Mista de Orçamento (CMO), senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB), estiveram nesta semana com a ministra do Planejamento, Simone Tebet.</p>
<div id="galleria" class="galleria gd12" data-render-gallery="true"> <a> </p>
<div id="img"> <img decoding="async" loading="lazy" alt="Simone Tebet, ministra do Planejamento e Orçamento, durante apresentação do arcabouço fiscal. Foto: José Cruz/ Agência Brasil - 30/03/2023" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/imgalta/96/gw/jz/96gwjzgq1pjubcwr7m28a72ma.jpg"> </div>
<p> </a> <a> </p>
<div id="img"> <img decoding="async" loading="lazy" alt="Simone Tebet, ministra do Planejamento e Orçamento, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Foto: Reprodução/Twitter - 27/10/2022" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/imgalta/f0/hy/ok/f0hyok1hcz0ea471p7vyipwgo.jpg"> </div>
<p> </a> <a> </p>
<div id="img">  <img decoding="async" loading="lazy" alt="Simone Tebet, ministra do Planejamento e Orçamento, durante apresentação do arcabouço fiscal. Foto: José Cruz/ Agência Brasil - 30/03/2023" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/imgalta/2s/xj/s8/2sxjs8htt8v6hnhcsjpnzdgse.jpg"> </div>
<p> </a> <a> </p>
<div id="img"> <img decoding="async" loading="lazy" alt="Simone Tebet, ministra do Planejamento e Orçamento, durante audiência pública sobre a reforma tributária. Foto: Lula Marques/ Agência Brasil - 04/04/2023" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/imgalta/1k/ko/g6/1kkog6k4extxlmisdlrr97e9a.jpg"> </div>
<p> </a> <a> </p>
<div id="img"> <img decoding="async" loading="lazy" alt="Simone Tebet, ministra do Planejamento e Orçamento, segurando a bandeira do Brasil. Foto: Reprodução/Twitter - 15/11/2022" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/imgalta/em/az/f5/emazf5yhw900diaaie7t1dtm4.jpg"> </div>
<p> </a> </div>
<p class="">&#8220;Estamos entregando ao Congresso uma LDO baseada na única regra que temos hoje, que é o teto de gastos. Mas vamos apresentar números e projeções que reforçam a necessidade de uma nova regra fiscal, porque esta que está aí zera a possibilidade de despesas discricionárias&#8221;, afirmou a ministra.</p>
<h3> Arcabouço x teto  </h3>
<p>Atualmente, além da PEC do teto de gastos, existem a Lei de Responsabilidade Fiscal e a Regra de Ouro, que impedem o governo de gastar acima do que arrecada e proíbe a União de se endividar para custear despesas correntes, como salários e benefícios sociais, por exemplo. O descumprimento de uma dessas regras pode levar até ao impeachment do presidente. </p>
<p>O &#8220;novo arcabouço fiscal&#8221; propõe, através meta de superávit e controle de gastos, zerar o déficit público primário da União no próximo ano e ter superávit primário de 1% do PIB em 2026. O superávit primário é o resultado positivo de todas as receitas e despesas do governo, excluindo gastos com pagamento de juros.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-14/tebet-retomar-concursos-publicos.html" title="Tebet promete concursos públicos para IBGE, Ipea e Receita" target="_self" rel="noopener">Tebet promete concursos públicos para IBGE, Ipea e Receita</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-14/haddad-juros-saida-campos-neto.html" title="Haddad diz contar com redução dos juros, não saída de Campos Neto" target="_self" rel="noopener">Haddad diz contar com redução dos juros, não saída de Campos Neto</a> </li>
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</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Como anunciou Haddad, os gastos da União se limitarão a 70% do crescimento da receita. Com isso, o Orçamento volta a ter aumento real, ou seja, acima da inflação. No entanto, caso a arrecadação não seja suficiente para atingir a meta de superávit, esse percentual cai para 50% no ano seguinte e 30% no posterior. </p>
<p>Por exemplo, se a projeção for de alta de 5% acima da inflação na arrecadação no ano seguinte, as despesas poderão crescer até 3,5%. Agora, se esses 5% não forem suficientes para atingir o superávit primário, as despesas subirão apenas 2,5% ou 1,5%. </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-04-14/tebet-ldo-teto-de-gastos.html#069eba18-756c-4dbf-8466-ee20bc26ab12" rel="noopener">Economia</a></p>
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		<title>Entenda a diferença entre o novo arcabouço fiscal e o teto de gastos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Apr 2023 14:15:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[arcabou]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pedro França/Agência Senado Vista do Congresso Nacional Com previsão de ser encaminhado ao Congresso Nacional na próxima semana, o novo arcabouço fiscal substituirá o teto de gastos que vigora desde o fim de 2016. Mas, afinal, qual a diferença entre a futura regra e a atual? Na última quarta-feira (5), o ministro da Fazenda, Fernando [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/d8/87/1p/d8871p2zr8x8qazz63b8krpi7.jpg" width="906" height="509" alt="Vista do Congresso Nacional" title="Vista do Congresso Nacional"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Pedro França/Agência Senado</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Vista do Congresso Nacional</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Com previsão de ser encaminhado ao Congresso Nacional na próxima semana, o <a href="https://economia.ig.com.br/2023-03-30/arcabouco-fiscal-o-que-e.html" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-03-30/arcabouco-fiscal-o-que-e.html">novo arcabouço fiscal </a> substituirá o teto de gastos que vigora desde o fim de 2016. Mas, afinal, qual a diferença entre a futura regra e a atual?</p>
<p class="">Na última quarta-feira (5), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a União teria de cortar R$ 30 bilhões em despesas obrigatórias em 2024, caso o teto fosse mantido. Segundo ele, os cortes atingiriam não apenas gastos discricionários (não obrigatórios), como água, luz, internet, material de escritório e telefone, mas também afetariam programas sociais.</p>
<h3>Entre no  <a href="https://t.me/iGBrasilEconomic" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/iGBrasilEconomic">canal do Brasil Econômico no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o <a href="https://t.me/portalig" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/portalig"> perfil geral do Portal iG </a> </h3>
<p>“Se mantido o teto de gastos, teríamos que fazer corte não mais sobre despesa discricionária. Teríamos de cortar R$ 30 bilhões das despesas obrigatórias se [o teto] fosse mantido a partir de 2024. Para subvencionar custeio?”, explicou o ministro em evento a um banco de investidores.</p>
<p>Para entender o que mudará com o novo arcabouço, é necessário compreender o processo que levou à inviabilidade da continuação do teto de gastos.</p>
<h3>Teto de gastos</h3>
<p>Promulgado com previsão de durar 20 anos, o teto federal de gastos limita o crescimento dos gastos primários da União pela inflação acumulada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). As despesas executadas em 2016 passaram a ser corrigidas pelo indicador todos os anos, com a inflação sendo aplicada sobre o limite do ano anterior.</p>
<p>A Constituição permite que o teto seja extrapolado em alguns casos: créditos extraordinários (relacionados a gastos emergenciais), capitalização de estatais não dependentes do Tesouro (mecanismo usado para sanear problemas financeiros ou preparar empresas para a privatização), gastos da Justiça Eleitoral com eleições e transferências obrigatórias da União para estados e municípios.</p>
<p>Dentro do limite global, há limites para os Poderes Executivo, Legislativo, Judiciário, Ministério Público da União e Defensoria Pública da União, com alguns órgãos dentro dessas categorias também obedecendo a sublimites. Até 2019, o Poder Executivo compensou eventuais estouros dos demais poderes num cronograma de transição.</p>
<p>Segundo o teto de gastos, em 2026 o indexador seria revisto, podendo ser maior que a inflação. Até 2020, a correção era feita tendo como base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) entre julho de dois anos antes e junho do ano anterior. Com a Emenda Constitucional dos Precatórios, promulgada em 2021, o índice passou a considerar a inflação cheia do ano anterior.</p>
<p>Entre janeiro e junho, vale a inflação efetiva do primeiro semestre. De julho a dezembro, vale uma projeção para o IPCA, valor que é compensado quando o índice cheio do ano anterior é divulgado, em janeiro do ano seguinte. Na ocasião, a mudança teve como objetivo liberar R$ 64,9 bilhões no Orçamento de 2022, ano eleitoral.</p>
<p>Diferentemente de outros países, o teto de gastos brasileiro não tem válvulas de escape como exclusão de investimentos (obras públicas e compra de equipamentos) e gastos sociais da regra. Outra possibilidade de escape é a suspensão da regra em momentos de baixo crescimento da economia, como ocorre no Peru.</p>
<p>No país vizinho, país que adota o teto de gastos desde 1999, a despesa não é simplesmente corrigida pela inflação. Os gastos podem ter crescimento real (acima da inflação) de 2% nos primeiros anos e de 4% a partir de 2004.</p>
<h3>Emenda Constitucional da Transição</h3>
<p>Sem válvulas de escape no Brasil, a Constituição foi modificada várias vezes desde 2019 para permitir furos no teto de gastos, envolvendo R$ 828,41 bilhões fora do limite. Desse total, a maior parte correspondeu ao Orçamento de Guerra para enfrentar a pandemia de covid-19 em 2020. Foram R$ 507,9 bilhões, segundo cálculos do economista Bráulio Borges, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV-Ibre).</p>
<p>Com a liberação de R$ 108,46 bilhões pela Emenda Constitucional dos Precatórios e de mais R$ 41,2 bilhões com a Emenda Constitucional que elevou o Auxílio Brasil para R$ 600 e criou auxílios para taxistas e caminhoneiros, o teto de gastos estouraria em 2023. Para evitar a paralisia do Orçamento deste ano, o governo eleito articulou a aprovação da Emenda Constitucional da Transição.</p>
<p>Promulgada em dezembro do ano passado, a Emenda Constitucional da Transição excluiu até R$ 168 bilhões do teto de gastos em 2023. Desse total, R$ 145 bilhões correspondem ao novo Bolsa Família com valor mínimo de R$ 600, e até R$ 23 bilhões poderão ser gastos em investimentos caso haja excesso de arrecadação.</p>
<p>Em troca da criação de mais um furo no teto de gastos. O texto, no entanto, estabeleceu a obrigatoriedade de o governo enviar &#8211; até agosto deste ano &#8211; um projeto de lei complementar com um novo arcabouço fiscal ao Congresso. Para permitir que o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2024 seja enviado até 15 de abril, data estabelecida pela legislação, dentro do novo arcabouço, o governo decidiu antecipar a divulgação das novas regras.</p>
<h3>Novo marco fiscal</h3>
<p>Apresentado em 30 de março, o novo arcabouço fiscal combina regras de resultado primário (resultado das contas do governo sem os juros da dívida pública) e de controle de gastos. As despesas do governo poderão crescer entre 0,6% e 2,5% acima da receita do ano anterior em valores reais (corrigidos pela inflação).</p>
<p>Dentro dessa banda de 0,6% e 2,5%, os gastos poderão crescer até 70% da variação da receita do ano anterior. Segundo o Tesouro Nacional, o limite considerará a receita líquida, quando são descontados das receitas da União os repasses obrigatórios a estados e municípios.</p>
<p>Embora as despesas estejam submetidas a um limite de crescimento, existem diferenças marcantes em relação ao atual teto de gastos. Primeiramente, os gastos estão atrelados às receitas, o que cria um caráter pró-cíclico para o novo marco fiscal, em que as despesas crescem mais quando o governo arrecada mais e caem quando a arrecadação recua. No Brasil, o teto de gastos é contracíclico, limitando os gastos quando a arrecadação aumenta e, como não tem válvulas de escape, é pró-cíclico em momentos de recessão, porque os gastos também diminuem quando a economia se contrai.</p>
<p>A segunda diferença diz respeito ao crescimento. Com o teto de gastos, as despesas não podiam crescer acima da inflação. Pelo futuro arcabouço fiscal, os gastos sempre crescerão mais que a inflação. Em momentos de recessão ou de baixo crescimento, crescerão menos, mas, ainda assim, acima do IPCA.</p>
<h3>Definição</h3>
<p>Neste feriado, os Ministérios da Fazenda e do Planejamento estão definindo o período a ser levado em conta para corrigir a receita. Inicialmente, as duas pastas tinham afirmado que o intervalo consideraria a receita entre agosto do ano anterior e julho do ano atual.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
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<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-14/tebet-retomar-concursos-publicos.html" title="Tebet promete concursos públicos para IBGE, Ipea e Receita" target="_self" rel="noopener">Tebet promete concursos públicos para IBGE, Ipea e Receita</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-14/qual-melhor-forma-taxar-grandes-fortunas-riqueza.html" title="Governo defende que ricos paguem mais impostos; qual a melhor forma?" target="_self" rel="noopener">Governo defende que ricos paguem mais impostos; qual a melhor forma?</a> </li>
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</ul>
</aside>
</div>
<p class="">No entanto, posteriormente, o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, informou que o intervalo será entre julho do ano anterior e junho do ano atual, para dar tempo ao governo de preparar o projeto do Orçamento do ano seguinte dentro dos novos limites. O período de correção só será conhecido após o envio do texto final ao Congresso.</p>
<p>Além do limite para gastos, o novo arcabouço prevê metas de resultado primário que poderão ser fixadas a cada quatro anos em cada mandato presidencial. Com margem de tolerância de 0,25 ponto percentual para mais ou para menos, o governo prevê déficit primário de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2023, resultado zero em 2024 e superávit de 0,5% do PIB em 2025 e de 1% em 2026. Caso o limite inferior da banda seja descumprido, haverá um mecanismo automático de punição, que reduzirá o crescimento de 70% para 50% da variação da receita no ano seguinte.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-04-14/arcabouco-fiscal-diferenca-teto-de-gastps.html#3370ef6e-802b-4b6b-af6d-555a130fb05a" rel="noopener">Economia</a></p>
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		<title>Governo sustenta que a reestruturação de ministérios não aumentará gastos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Apr 2023 21:45:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[aumentara]]></category>
		<category><![CDATA[gastos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A comissão mista do Congresso Nacional criada para analisar a medida provisória que trata da reestruturação do Poder Executivo (MP 1.154/2023) aprovou o plano de trabalho do relator, deputado Isnaldo Bulhões Jr. (MDB-AL), nessa quinta-feira (13). Após a aprovação do plano, a comissão realizou a primeira audiência pública, ouvindo representantes do governo. Na próxima terça-feira [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A comissão mista do Congresso Nacional criada para analisar a medida provisória que trata da reestruturação do Poder Executivo (MP <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/155651">1.154/2023</a>) aprovou o plano de trabalho do relator, deputado Isnaldo Bulhões Jr. (MDB-AL), nessa quinta-feira (13). Após a aprovação do plano, a comissão realizou a primeira audiência pública, ouvindo representantes do governo. Na próxima terça-feira (18), será realizada a segunda audiência pública, desta vez com a participação de representantes da sociedade civil. O plano prevê a votação do relatório no dia 25 de abril.</p>
<p>A MP fixa o número de ministérios em 31 e prevê outros seis órgãos com status de ministério ligados à Presidência da República. O governo de Jair Bolsonaro contava com 17 ministérios e seis órgãos com status de ministério.</p>
<p>O secretário executivo adjunto do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Adauto Modesto Junior, ressaltou que a reestruturação é fruto de debates ocorridos durante o período de transição dos governos e se dá sem aumento de despesa pública. Dos 37 órgãos previstos na medida provisória, 13 já existiam na gestão anterior, 19 foram criados por desmembramento de pastas, 2 foram renomeados e 3 foram criados.</p>
<p>— Isso foi possível mediante o remanejamento e a transformação de cargos de confiança que já existiam na estrutura administrativa anterior do Poder Executivo Federal — afirmou.</p>
<p>Já o secretário executivo adjunto da Casa Civil da Presidência da República, Pedro Pontual, destacou que a opção do governo é por uma estrutura mais horizontal.</p>
<p>— Nós trabalhamos com estruturas menores e com foco muito mais preciso, que é hoje uma das recomendações das discussões de gestão pública, em oposição a estruturas por demais verticalizadas, que acabam por criar muitos níveis hierárquicos e nem sempre conseguem entregar os resultados de maneira concreta e satisfatória — explicou Pontual.</p>
<p>Por sua vez, a secretária adjunta de Gestão e Inovação do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Kathyaba Buonafina, esclareceu as regras de requisição de servidores pelos ministérios novos, pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados, que recentemente foi convertida em agência e ainda não tem quadro próprio.</p>
<p><strong>Terras indígenas</strong></p>
<p>O senador Esperidião Amin (PP-SC) criticou o trecho da MP que prevê, como competência do recém-criado Ministério dos Povos Indígenas, a demarcação das terras e dos territórios indígenas. Ele defende que a competência fique com o Ministério da Justiça. O secretário Pedro Pontual argumentou que o Ministério dos Povos Indígenas é composto por pessoas especialistas no tema, o que garante mais eficiência no atendimento das populações indígenas.</p>
<p><strong>Pontos a serem negociados</strong></p>
<p>O relator Isnaldo Bulhões Jr. afirmou que o objetivo da MP é que as políticas públicas cheguem na ponta, para “aqueles que mais precisam”, sem “aumento da máquina pública ou das despesas”. Porém, ele pediu ao governo um quadro comparativo que comprove a manutenção dessas despesas. Sobre as 154 emendas recebidas, ele afirmou que &#8220;o governo já está bastante atento e debruçado neste momento sobre o conjunto de sugestões&#8221;.</p>
<p>Entre as questões polêmicas levantadas pelos parlamentares, ele citou a divisão das políticas públicas de segurança hídrica entre os Ministérios da Integração e do Meio Ambiente, competências estas que já foram modificadas pela <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/155860" rel="noopener" target="_blank">MP 1.161/2023</a>. Além disso, há também a transferência da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para o Ministério do Desenvolvimento Agrário, e a transferência do Serviço Florestal do Mapa para o Ministério do Meio Ambiente. Segundo o relator, são alguns pontos que deverão ser negociados.</p>
<p><strong>Conab</strong></p>
<p>O secretário Adauto Modesto Junior afirmou que o modelo que está sendo construído para a Conab é o de compartilhamento de competência e sinergia de atuação. “Há um diálogo em curso, uma concertação já bem encaminhada entre o Ministério da Agricultura e o MDA, que se reflete inclusive numa composição compartilhada na diretoria da companhia e que vai executar esse seu mandato de natureza diversa de maneira organizada e confluente pelas duas pastas”, apontou.</p>
<p><strong>Funasa e MPs</strong></p>
<p>O deputado Danilo Forte (União-CE) manifestou preocupação com a extinção da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), feita pela <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/155653" rel="noopener" target="_blank">MP 1156/2023</a>. As competências da fundação foram alocadas dentro do Ministério das Cidades e da Saúde. Forte disse considerar que a extinção da Funasa “é de uma radicalidade muito grande, para uma experiência que não atende à demanda dos pequenos municípios”.</p>
<p> Modesto Junior salientou que o Tribunal de Contas da União (TCU) já apontou dificuldades da Funasa para executar suas funções. Segundo ele, o modelo da Funasa não está alinhado ao novo marco regulatório do saneamento aprovado pelo Congresso.</p>
<p>O relator explicou que está sendo discutida, na negociação da MP 1154/2023, “a possibilidade de absorver outras medidas provisórias nesta, para simplificar e otimizar o andamento e a apreciação das matérias encaminhadas pelo Executivo”.</p>
<p><strong>Prazo</strong></p>
<p>Editada no primeiro dia do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a MP 1154/2023 já teve o prazo prorrogado e precisa ser votada pela comissão mista e pelos Plenários da Câmara dos Deputados e do Senado até o dia 1° de junho, se não perderá a validade.</p>
<p><em>Com informações da Agência Câmara de Notícias</em></p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/04/13/governo-sustenta-que-a-reestruturacao-de-ministerios-nao-aumentara-gastos#477da0ae-1969-4357-8277-938c1899eaf8" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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