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	<title>Arquivos fiscal - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos fiscal - FATO MT</title>
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		<title>Senado vai analisar arcabouço fiscal depois do dia 12, diz Pacheco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 19:46:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[analisar]]></category>
		<category><![CDATA[arcabou]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lula Marques/ Agência Brasil &#8211; 23/03/2023 Rodrigo Pacheco, presidente do Senado O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou nesta quinta-feira (1º) que o arcabouço fiscal deve começar a ser discutido na Casa na semana do dia 12 de junho. A análise do texto, aprovado pela Câmara dos Deputados na última semana, começará pela Comissão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/29/tv/0b/29tv0bm9yzv39mnk12urzkq56.jpg" width="906" height="509" alt="Rodrigo Pacheco, presidente do Senado" title="Rodrigo Pacheco, presidente do Senado"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Lula Marques/ Agência Brasil &#8211; 23/03/2023</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Rodrigo Pacheco, presidente do Senado</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou nesta quinta-feira (1º) que o arcabouço fiscal deve começar a ser discutido na Casa na semana do dia 12 de junho.  </p>
<p>A análise do texto, <a href="https://economia.ig.com.br/2023-05-24/camara-aprova-texto-base-arcabouco-fiscal.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-05-24/camara-aprova-texto-base-arcabouco-fiscal.html">aprovado pela Câmara dos Deputados</a>  na última semana, começará pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. Só depois, o novo marco fiscal será apreciado no plenário da Casa, sob relatoria de Omar Aziz (PSD-AM).</p>
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<div id="galleria" class="galleria gd12" data-render-gallery="true"> <a> </p>
<div id="img"> <img decoding="async" loading="lazy" alt="Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, durante coletiva de imprensa. Foto: Lula Marques/ Agência Brasil - 22/03/2023 " src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/imgalta/1r/o9/97/1ro997z7w885d2oqv550b0abe.jpg"> </div>
<p> </a> <a> </p>
<div id="img"> <img decoding="async" loading="lazy" alt="Rodrigo Pacheco, presidente do Senado. Foto: Lula Marques/ Agência Brasil - 23/03/2023" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/imgalta/08/ht/am/08htamb2dt4q5pk0opqlbmv5m.jpg"> </div>
<p> </a> <a> </p>
<div id="img"> <img decoding="async" loading="lazy" alt="Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, durante coletiva de imprensa. Foto: Lula Marques/ Agência Brasil - 22/03/2023 " src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/imgalta/d6/ig/hg/d6ighgys987mpqydgnfv47mpz.jpg"> </div>
<p> </a> <a> </p>
<div id="img"> <img decoding="async" loading="lazy" alt="Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, em entrevista a jornalistas. Foto: Lula Marques/ Agência Brasil - 30/03/2023" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/imgalta/84/cr/ru/84crruv6b022nkwug14xia6d3.jpg"> </div>
<p> </a> <a> </p>
<div id="img"> <img decoding="async" loading="lazy" alt="Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, em entrevista a jornalistas. Foto: Lula Marques/ Agência Brasil - 30/03/2023" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/imgalta/cs/0n/dr/cs0ndr1sgfsthth1toopvilfp.jpg"> </div>
<p> </a> </div>
<p class="">Pachecho lembrou que a próxima semana tem o feriado de Corpus Christi na quinta-feira (8), por isso será mais curta, adiando a tramitação do arcabouço fiscal.  </p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-06-01/brasil-quarto-ranking-pib-paises.html" title="Brasil fica em 4º em ranking global de crescimento do PIB no 1º tri" target="_self" rel="noopener">Brasil fica em 4º em ranking global de crescimento do PIB no 1º tri</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-06-01/mp-bolsa-familia-aprovada-senado-auxilio-gas.html" title="MP do Bolsa Família é aprovada no Senado e garante Auxílio Gás" target="_self" rel="noopener">MP do Bolsa Família é aprovada no Senado e garante Auxílio Gás</a> </li>
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</ul>
</aside>
</div>
<p class="">&#8220;Já na outra semana, semana do dia 12, é muito importante que se inicie os trabalhos na CAE. Votando na CAE, a gente leva imediatamente ao plenário para fazer a apreciação&#8221;, disse Pacheco.  </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-06-01/senado-analisar-arcabouco-fiscal-dia-12-pacheco.html#38ff7d1c-7a6c-452d-a903-bf8bc7ab9464" rel="noopener">Economia</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dorinha pede retirada de complementação do Fundeb do arcabouço fiscal</title>
		<link>https://fatomt.com.br/dorinha-pede-retirada-de-complementacao-do-fundeb-do-arcabouco-fiscal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 14:47:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[arcabou]]></category>
		<category><![CDATA[complementa]]></category>
		<category><![CDATA[dorinha]]></category>
		<category><![CDATA[fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[fundeb]]></category>
		<category><![CDATA[retirada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO) pediu, em pronunciamento no Plenário na quarta-feira (31), a retirada da complementação da União para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) do texto do arcabouço fiscal (PLP 93/2023).  A complementação do Fundeb é um conjunto de recursos que a União deve repassar aos estados para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO) pediu, em pronunciamento no Plenário na quarta-feira (31), a retirada da complementação da União para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) do texto do arcabouço fiscal (<a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2357053">PLP 93/2023</a>). </p>
<p>A complementação do Fundeb é um conjunto de recursos que a União deve repassar aos estados para garantir, em cada um, um valor mínimo de gasto por  aluno. Neste ano, essa complementação deve chegar a R$ 40 bilhões.</p>
<p>A senadora destacou que os recursos da complementação atualmente não são considerados nos limites do teto de gastos impostos pela<a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:emenda.constitucional:2016-12-15;95" rel="noopener" target="_blank"> emenda Constitucional 95</a>.</p>
<p>— O recurso da complementação não fica na União, não é uma ação que a União vai financiar para estados e municípios. Ele é transferido integralmente para municípios e estados. Então, não se trata de outros recursos que a União, a critério discricionário, em diferentes programas, pode utilizar.</p>
<p>Dorinha lamentou a “falta de atenção” com um tema tão importante e também criticou o fato da Câmara dos Deputados “demorar” a enviar as propostas ao Senado.</p>
<p>— Essa Casa merece se colocar no seu lugar de respeito no debate, como um Congresso. A Câmara tem demorado na discussão de todas as medidas, define o formato e aqui nos cabe seguir ou arriscar fazer a alteração e o texto ter que voltar para a Câmara. Esse é o exemplo da medida provisória. Nós vamos ter que votar açodadamente, sem chance de debate, sem chance de discussão. Se nós nos recusarmos a modificar, para não ter que voltar para a Câmara, nós estaremos abrindo mão do nosso papel.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/06/01/dorinha-pede-retirada-de-complementacao-do-fundeb-do-arcabouco-fiscal#eeace50b-c668-4d41-93d9-f3e2042e926c" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Izalci quer discutir emenda que submete fundo do DF à nova regra fiscal</title>
		<link>https://fatomt.com.br/izalci-quer-discutir-emenda-que-submete-fundo-do-df-a-nova-regra-fiscal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 May 2023 23:45:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[discutir]]></category>
		<category><![CDATA[emenda]]></category>
		<category><![CDATA[fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) cobrou, em pronunciamento no Plenário na segunda-feira (29), que o governo federal efetive a recomposição salarial dos profissionais da segurança pública do Distrito Federal. Ressaltou que a categoria não recebe reajuste na remuneração há mais de dez anos. De acordo com o senador, a Polícia Civil do DF está em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) cobrou, em pronunciamento no Plenário na segunda-feira (29), que o governo federal efetive a recomposição salarial dos profissionais da segurança pública do Distrito Federal. Ressaltou que a categoria não recebe reajuste na remuneração há mais de dez anos.</p>
<p>De acordo com o senador, a Polícia Civil do DF está em 24º lugar em termos de remuneração quando comparada a de outros estados. Informou que houve entendimento com a liderança do governo no Congresso para a aprovação de um projeto de lei com o reajuste salarial dos policiais civis do DF, mas até agora o Executivo não encaminhou a proposta.</p>
<p>O senador criticou também a inclusão no parecer do relator do arcabouço fiscal na Câmara, deputado Claudio Cajado (PP-BA), de regra prevendo que a complementação do Executivo ao Fundo Constitucional será limitada ao cumprimento da meta. O arcabouço fiscal é o novo regime para as contas da União a fim de substituir o teto de gastos. O texto foi aprovado pela Câmara na terça-feira (23) e agora começa a ser analisado pelo Senado.</p>
<p>— O fundo constitucional foi criado para manter e organizar a segurança pública no DF. Então, 100% da folha é paga com recursos do fundo constitucional. Na época em que foi criado o fundo, não tinha nenhum aposentado nem pensionista. O governo, então, instituiu o fundo, que auxilia na manutenção do funcionamento da educação, [da saúde] e da segurança. Vem o Cajado, bota uma emenda [no projeto do arcabouço fiscal&#8230; e justifica:] &#8220;Ah, mas os técnicos disseram&#8230;&#8221; Como assim? O que a gente tem que fazer é tirar do texto. Se querem discutir o fundo [constitucional do DF], vamos discutir o fundo, mas não assim na calada da noite — protestou.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/29/izalci-quer-discutir-emenda-que-submete-fundo-do-df-a-nova-regra-fiscal#2da93ef1-947e-4975-b0d5-6541176d1b0f" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Senado analisa novo arcabouço fiscal a partir da próxima quarta</title>
		<link>https://fatomt.com.br/senado-analisa-novo-arcabouco-fiscal-a-partir-da-proxima-quarta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 May 2023 10:45:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[analisa]]></category>
		<category><![CDATA[arcabou]]></category>
		<category><![CDATA[fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[partir]]></category>
		<category><![CDATA[proxima]]></category>
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		<category><![CDATA[senado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução/YouTube/TV Senado Rodrigo Pachecho, Fernando Haddad e Arthur Lira O Senado Federal começa, nesta semana, a analisar o projeto de lei complementar do novo arcabouço fiscal (PLP 93/2023) , aprovado na última quarta-feira (24) pela Câmara dos Deputados. O texto prevê um conjunto de medidas, regras e parâmetros para a condução da política fiscal do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9o/bk/bc/9obkbcgbfw0koepz4mc732e21.jpg" width="906" height="509" alt="Rodrigo Pachecho, Fernando Haddad e Arthur Lira" title="Rodrigo Pachecho, Fernando Haddad e Arthur Lira"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Reprodução/YouTube/TV Senado</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Rodrigo Pachecho, Fernando Haddad e Arthur Lira</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O Senado Federal começa, nesta semana, a analisar o projeto de lei complementar do <a href="https://economia.ig.com.br/2023-03-30/arcabouco-fiscal-o-que-e.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-03-30/arcabouco-fiscal-o-que-e.html">novo arcabouço fiscal (PLP 93/2023)</a> , aprovado na última quarta-feira (24) pela Câmara dos Deputados. O texto prevê um conjunto de medidas, regras e parâmetros para a condução da política fiscal do Estado brasileiro, com o controle dos gastos e receitas do país. Os objetivos são garantir a credibilidade e previsibilidade para a economia brasileira, bem como para o financiamento dos serviços públicos como saúde, educação e segurança pública.</p>
<p>A expectativa do presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), é que o projeto de lei complementar seja enviado para sanção presidencial no mês de junho.</p>
<h3>Entre no  <a href="https://t.me/iGBrasilEconomico" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/iGBrasilEconomico">canal do Brasil Econômico no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  <a href="https://t.me/portalig" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG</a> </h3>
<p>O projeto do novo arcabouço fiscal poderá ser votado diretamente no plenário do Senado. Porém, a tramitação do PL ainda está sendo debatida com líderes partidários da Casa. Alguns parlamentares pedem que a matéria seja discutida em comissões legislativas, antes de seguir para votação no plenário. As sugestões são para que a matéria passe pela análise da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) ou, ainda, da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), ambas do Senado.</p>
<h3>Reestruturação dos ministérios</h3>
<p>O plenário do Senado Federal, assim como o da Câmara dos Deputados, precisará concluir a análise até quinta-feira (1°) da Medida Provisória 1.154/2023, que trata da organização dos ministérios definida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em janeiro de 2023. A medida provisória perderá a validade no próximo dia 1º.</p>
<p>Na quarta-feira passada (24), a comissão mista que trata do assunto no Congresso Nacional aprovou o relatório do deputado Isnaldo Bulhões Jr. (MDB-AL), com alterações em diversas atribuições de parte dos ministérios, previstas no texto original.</p>
<h3>CPMI do 8 de Janeiro</h3>
<p>A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro, que vai apurar responsabilidades pela invasão dos prédios dos três Poderes da República e a depredação do patrimônio público, volta a se reunir na próxima quinta-feira para examinar a proposta da relatora, senadora Eliziane Gama (PSD-MA) para o plano de trabalho.</p>
<p>A CPMI dos Atos Golpistas de 8 de janeiro foi instalada na última quinta-feira (25). O presidente da comissão mista, deputado Arthur Oliveira Maia (União-BA), sugeriu reuniões semanais às quintas-feiras, mas o cronograma pode ser mudado.</p>
<p>Alguns integrantes da CPMI, que tem 32 titulares e 32 suplentes, entre deputados e senadores, acham que, pela complexidade do tema, vai ser preciso designar sub-relatorias para tratar de questões específicas.</p>
<h3>Igualdade salarial entre homens e mulheres</h3>
<p>A Comissão de Direitos Humanos (CDH) marcou para segunda-feira (29), a partir das 9h, na sala 2 da Ala Nilo Coelho, uma audiência pública interativa para discutir a igualdade salarial entre homens e mulheres.</p>
<p>A audiência faz parte de mais uma rodada de debates para orientar a criação de um Estatuto do Trabalho, para promoção de direitos sociais.</p>
<p>Foram convidados representantes de sindicatos, de auditores fiscais do Trabalho e de organizações de mulheres. Também são esperadas as presenças de representantes do governo e de entidades patronais, como Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).</p>
<p>O evento será interativo. Com isso, os cidadãos poderão enviar perguntas e comentários pelo telefone da Ouvidoria do Senado Federal (0800 061 2211) ou pelo Portal e‑Cidadania, que podem ser lidos e respondidos pelos senadores e debatedores ao vivo.</p>
<p>Brics O Senado deve lançar, na terça-feira (30), o Grupo Parlamentar de Relacionamento com o Brics, bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. A criação do grupo foi aprovada pelo plenário do Senado na quarta-feira (24).O autor do projeto de resolução do Senado, senador Irajá (PSD-TO), prevê que o grupo poderá promover o intercâmbio com entidades de parlamentos dos demais países-membros do bloco e acompanhar a tramitação de matérias que tratem de assuntos de interesse de países do Brics. O projeto agora seguirá para promulgação.</p>
<div>
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<h3>Leia também</h3>
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<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-05-27/66-milhoes-brasileiros-dificuldades-pagar-dividas.html" title="66 milhões de brasileiros têm dificuldades de pagar suas dívidas" target="_self" rel="noopener">66 milhões de brasileiros têm dificuldades de pagar suas dívidas</a> </li>
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<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-05-28/conta-luz-energia-junho-bandeira-verde.html" title="Conta de luz manterá bandeira verde em junho, sem taxa extra" target="_self" rel="noopener">Conta de luz manterá bandeira verde em junho, sem taxa extra</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Para o lançamento do Grupo Parlamentar de Relacionamento com o Brics, foram convidados, além dos senadores, embaixadores dos países, representantes do Ministério das Relações Exteriores e outros.</p>
<h3>Pesquisa em universidade pública</h3>
<p>A Comissão de Relações Exteriores do Senado se reunirá na quinta-feira, às 10h, com 12 projetos na pauta de votações.</p>
<p>O primeiro item, de autoria do senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB), determina que as empresas de grande porte que tomarem empréstimo junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deverão promover parceria técnica com universidades públicas brasileiras (PL 6.039/2019), com o objetivo de aumentar a interação de professores, pesquisadores e estudantes com o mercado e fomentar a produção científica.</p>
<h3>Embaixadores brasileiros</h3>
<p>A indicação do diplomata brasileiro Arthur Henrique Villanova Nogueira para chefiar a Embaixada do Brasil no Malawi e, cumulativamente, com a da representação na Zâmbia, seguiu para votação no plenário do Senado. A Comissão de Relações Exteriores (CRE) aprovou na quinta-feira (25) a indicação do diplomata à vaga. Atualmente, Nogueira é embaixador do Brasil na Zâmbia.</p>
<p>Na quinta-feira (1º), às 10h, na sala 7 da ala Alexandre Costa, a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional vai sabatinar outros dois diplomatas indicados para missões brasileiras no exterior.</p>
<p>O primeiro deles será Cláudio Frederico de Matos Arruda, indicado para exercer o cargo de embaixador do Brasil na Austrália e, cumulativamente, nas Ilhas Salomão, Papua Nova Guiné, Vanuatu, Fiji e Nauru.</p>
<p>O outro diplomata a ser sabatinado é Ricardo Guerra de Araújo, indicado para o cargo de embaixador do Brasil na Romênia. Atualmente, Ricardo Guerra de Araújo é embaixador na Nigéria.*Com informações da Agência Senado</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-05-29/senado-novo-arcabouco-fiscal-data.html#7a850244-4e99-4e9c-9683-3058f157e1de" rel="noopener">Economia</a></p>
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		<title>Novo arcabouço é chave para equilíbrio fiscal, avalia procuradora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 May 2023 10:45:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Diogo Zacarias Haddad apresenta novo arcabouço fiscal, ao lado da ministra do Planejamento, Simone Tebet, e secretários da Fazenda O novo arcabouço fiscal traz a lógica de olhar para as contas públicas de uma forma integral e é fundamental para o equilíbrio fiscal do país. A afirmação é da procuradora-geral da Fazenda Nacional, Anelize de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/30/km/yd/30kmyd3vtbkfeteg1mgy9tmiz.jpg" width="906" height="509" alt="Haddad apresenta novo arcabouço fiscal, ao lado da ministra do Planejamento, Simone Tebet, e secretários da Fazenda" title="Haddad apresenta novo arcabouço fiscal, ao lado da ministra do Planejamento, Simone Tebet, e secretários da Fazenda"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Diogo Zacarias</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Haddad apresenta novo arcabouço fiscal, ao lado da ministra do Planejamento, Simone Tebet, e secretários da Fazenda</div>
</figcaption></figure>
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<p class="">O  <a href="https://economia.ig.com.br/2023-03-30/arcabouco-fiscal-o-que-e.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-03-30/arcabouco-fiscal-o-que-e.html">novo arcabouço fiscal</a> traz a lógica de olhar para as contas públicas de uma forma integral e é fundamental para o equilíbrio fiscal do país. A afirmação é da procuradora-geral da Fazenda Nacional, Anelize de Almeida. A equipe da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) assessorou o Ministério da Fazenda na elaboração da nova regra fiscal. O projeto do novo regime fiscal teve a votação no plenário da Câmara dos Deputados concluída na quarta-feira (24).</p>
<p>“O novo arcabouço fiscal tem a lógica de olhar o sistema das contas públicas de uma forma integral, ele percebe que a receita está num crescente, percebe se a despesa passou do limite que é um limite aceitável. As necessidades da população são infinitas, mas os recursos são finitos e faz parte do governo olhar isso de uma forma integrada”, afirmou Anelize de Almeida, em entrevista ao programa Brasil em Pauta, que foi ao ar neste domingo (28), na TV Brasil, às 22h30.</p>
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<p> &#8220;Novo arcabouço fiscal tem a lógica de olhar sistema das contas públicas de forma integral&#8217;, destaca a procuradora-geral da Fazenda Nacional, Anelize de Almeida.</p>
<p>O novo regime fiscal para as contas da União irá substituir o atual teto de gastos. Após passar pela Câmara, o texto segue para análise do Senado Federal. “É muito importante que dentro dessa nova lógica tanto a arrecadação quanto a despesa sejam equilibradas para que a carga tributária não seja muito mais alta que a capacidade de pagamento dos contribuintes e que as despesas também não fiquem muito aquém das necessidades de investimento de infraestrutura, necessidades de políticas sociais como o Minha Casa, Minha Vida, como o Programa Mais Médicos, por exemplo”, explicou a procuradoria-geral da Fazenda Nacional.</p>
<p>Além do arcabouço fiscal, outro tema em discussão no Congresso Nacional relacionado à arrecadação e às contas públicas é a reforma tributária que, segundo Anelize de Almeida, se aprovada, irá trazer benefícios aos cidadãos e às três esferas de governo. “É uma reforma que busca simplificar o sistema tributário, que tem como um dos pilares diminuir a litigiosidade”, disse. E completou: “Vai facilitar a vida do cidadão, vai facilitar a relação federativa entre União, estados e municípios. A reforma tributária é um projeto ambicioso.”</p>
<p>Segundo ela, a reforma garantiria racionalidade ao sistema tributário e reduziria a regressividade. “O sistema tributário brasileiro é muito regressivo, o que significa que ele cai nas costas, ele é suportado por aquelas pessoas que têm uma renda menor. Por exemplo, uma criança pequena usa fralda, e uma pessoa que ganha R$ 1 mil e uma que ganha R$ 10 mil reais pagam o mesmo valor em imposto naquilo, pesa muito mais para uma pessoa que ganha menos e isso é muito cruel.”</p>
<p>Na semana em que se comemorou o Dia Nacional de Respeito ao Contribuinte, em 23 de maio, Anelize de Almeida disse que uma das funções da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional é auxiliar o cidadão e as empresas a cumprirem suas funções tributárias da forma mais simples, mais fácil e mais acessível. Ela também falou sobre o Programa Litígio Zero, para regularização tributária, que prevê a possibilidade de renegociação de dívidas. A iniciativa é da Receita Federal.</p>
<div>
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<p class="">“Existem muitos estudos nacionais e internacionais que mostram que, quanto mais regular o cidadão e a empresa estiverem, mais isso gera empregos, mais isso volta para a sociedade, então, não é interessante que as pessoas estejam em débito”, disse. A PGFN é o órgão responsável pela inscrição dos débitos na dívida pública da União.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-05-29/arcabouco-fiscal-equilibrio.html#a98ffcd7-790d-45cf-a638-4aa6553c307b" rel="noopener">Economia</a></p>
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		<title>IFI: complexidade do novo arcabouço fiscal pode dificultar cumprimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2023 20:45:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O novo arcabouço fiscal confere maior flexibilidade em relação ao Teto de Gastos (EC 95/2016), mas é “extremamente complexo”. A complexidade da nova regra para as contas públicas e a dependência de fontes de financiamento que ainda não foram apresentadas dificultam o seu cumprimento no futuro. A avaliação é da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">O novo arcabouço fiscal confere maior flexibilidade em relação ao Teto de Gastos (EC 95/2016), mas é “extremamente complexo”. A complexidade da nova regra para as contas públicas e a dependência de fontes de financiamento que ainda não foram apresentadas dificultam o seu cumprimento no futuro. A avaliação é da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado, e está no </span><a href="https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/610420/RAF76_MAI2023.pdf"><span style="font-weight: 400">Relatório de Acompanhamento Fiscal (RAF) de maio</span></a><span style="font-weight: 400">, divulgado na noite desta quinta-feira (25).</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Assinada pela diretora da IFI Vilma da Conceição Pinto, a análise foi divulgada após a aprovação do novo arcabouço fiscal pela Câmara, na terça-feira (23). O projeto de lei complementar (PLP)</span><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2357053"> <span style="font-weight: 400">93/2023</span></a><span style="font-weight: 400"> ainda precisa da aprovação do Senado antes de seguir para sanção.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Sobre a complexidade da proposta, o documento aponta que &#8220;a literatura internacional reforça a importância de regras fiscais simples, mas o novo arcabouço fiscal proposto pelo governo se mostrou muito complexo&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">A IFI destaca que as alterações feitas no texto aprovado na Câmara dos Deputados tentam reforçar dois dos três princípios apontados no estudo de 2018 do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre reformas fiscais: assegurar a sustentabilidade da dívida e ter incentivos para melhorar o cumprimento das regras, mas aponta que “o princípio da </span><span style="font-weight: 400">simplicidade não foi atendido nesta proposta de novo arcabouço fiscal”. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Sobre as receitas, o órgão assinala, por exemplo, a incerteza em relação a valores envolvidos em disputas judiciais:</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">“A IFI considera o impacto decorrente dessas decisões judiciais bastante incerto e de difícil previsão. Além da dificuldade em estimar os valores envolvidos, a possibilidade de as atuais disputas judiciais se estenderem pelos próximos anos constitui outro fator de incerteza”, aponta. </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">De acordo com estimativas feitas a partir das medidas pretendidas pelo governo para elevar a arrecadação nos próximos anos, a IFI projeta ganhos de R$ 63,4 bilhões em 2023, R$ 110,6 bilhões em 2024 e R$ 131,3 bilhões em 2025. Nos anos subsequentes, os ganhos continuariam à medida que a União consiga materializar as receitas obtidas de operações comerciais ou financeiras e de benefícios fiscais do ICMS, “ainda que existam incertezas em relação à obtenção dessa arrecadação nos montantes previstos pela Receita Federal”.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-weight: 400">Esse cenário duvidoso em relação às receitas primárias evidencia, assim, o tamanho do esforço necessário para o alcance da meta de resultado primário, conforme o documento. As projeções da IFI, considerando o cenário base, apontam um déficit primário do governo central de 1,0% em 2024, o que demandaria um esforço adicional de pelo menos 0,8 ponto percentual (p.p.) do PIB para que a meta de resultado primário seja cumprida em 2024.</span></p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/26/ifi-complexidade-do-novo-arcabouco-fiscal-pode-dificultar-cumprimento#a470ca8f-f2e7-4a9f-87a5-f78720f0cb49" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Senado analisa mudanças feitas pela Câmara no novo arcabouço fiscal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2023 15:45:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Senado começa a analisar o novo arcabouço fiscal, aprovado na última quarta-feira (24) pela Câmara dos Deputados. A expectativa do presidente da Casa, Rodrigo Pacheco, é de que o projeto de lei complementar (PLP) 93/2023 seja enviado para sanção presidencial no mês de junho. — A proposta será encaminhada para o rito próprio para [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/senado-analisa-mudancas-feitas-pela-camara-no-novo-arcabouco-fiscal/">Senado analisa mudanças feitas pela Câmara no novo arcabouço fiscal</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado começa a analisar o novo arcabouço fiscal, aprovado na última quarta-feira (24) pela Câmara dos Deputados. A expectativa do presidente da Casa, Rodrigo Pacheco, é de que o projeto de lei complementar (PLP) 93/2023 seja enviado para sanção presidencial no mês de junho.</p>
<p>— A proposta será encaminhada para o rito próprio para que, muito em breve, no decorrer do mês de junho, possamos entregar à sanção um regime fiscal responsável, que terá a contenção de despesas como expressão de responsabilidade fiscal — disse Pacheco.</p>
<p>O texto que chega ao Senado é diferente da proposta original enviada em abril pelo Poder Executivo. O relator da matéria na Câmara, deputado Claudio Cajado (PP-BA), sugeriu uma série de mudanças no projeto, mas manteve o princípio de que o crescimento das despesas deve ser menor do que a evolução das receitas da União.</p>
<h3><strong>Limites</strong></h3>
<p>O PLP 93/2023 prevê a fixação de limites para a despesa primária. Eles devem ser reajustados anualmente, segundo dois critérios: o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e um percentual sobre o crescimento da receita primária, descontada a inflação.</p>
<p>Pelo texto original, os critérios para conter as despesas da União seriam definidos a cada ano na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), mas os deputados decidiram fixar esses limites de forma permanente no PLP 93/2023. Os parâmetros levam em conta a meta de resultado primário de dois anos antes. Entre 2024 e 2027, os gastos podem crescer até os seguintes limites:</p>
<ul>
<li>70% da variação real da receita, caso a meta de dois anos antes tenha sido cumprida; ou</li>
<li>50% da variação real da receita, caso a meta de dois anos antes tenha sido descumprida</li>
</ul>
<p>O texto prevê faixas de tolerância para a definição do resultado primário. Essa margem, para mais ou para menos, é de 0,25 ponto percentual do Produto Interno Bruto (PIB) previsto no projeto da LDO. A meta só será considerada descumprida se o resultado primário ficar abaixo da banda inferior da faixa de tolerância.</p>
<p>Por exemplo: o projeto da LDO para 2024 (<a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/pesquisa/-/materia/156890" rel="noopener" target="_blank">PLN 4/2023</a>) fixa a meta de resultado primário em zero. Levando em conta a estimativa do PIB em R$ 11,5 trilhões, o intervalo de tolerância seria de R$ 28,7 bilhões para mais ou para menos. Se, em 2024, o país tiver um déficit de R$ 30 bilhões, as despesas de 2026 seriam limitadas a 50% da variação da receita.</p>
<p>O texto assegura um crescimento mínimo para o limite de despesa primária: 0,6% ao ano. O projeto também fixa um teto para a evolução dos gastos: 2,5% ao ano, mesmo que a aplicação dos 70% da variação da receita resulte em valor maior.</p>
<h3><strong>2023 e 2024</strong></h3>
<p>Os deputados aprovaram uma regra que pode ampliar o limite de despesas do Poder Executivo em 2024. Caso a União registre uma &#8220;boa performance da receita&#8221;, o dinheiro extra pode ser liberado por meio de crédito suplementar, após a segunda avaliação bimestral de receitas e despesas primárias. Ainda assim, o valor fica limitado a 2,5% de crescimento real da despesa previsto na regra geral.</p>
<p>O PLP 93/2023 prevê ainda a adoção de limites globais de despesa para os Três Poderes, o Ministério Público e a Defensoria Pública da União. Em 2024, o limite equivale às dotações previstas na Lei Orçamentária deste ano (<a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2023-01-17;14535" rel="noopener" target="_blank">Lei 14.535, de 2023</a>) mais os créditos adicionais vigentes antes da publicação do novo arcabouço fiscal. O texto permite a compensação entre os limites individualizados de todos órgãos — exceto o do Poder Executivo.</p>
<p>Para 2023, os limites individualizados são aqueles previstos na Lei Orçamentária. Eles não podem ser ultrapassados por meio da abertura de crédito suplementar ou especial. Para ser considerado cumprido, o limite deve considerar as despesas primárias pagas, incluídos restos a pagar pagos e demais operações que afetem o resultado primário do exercício.</p>
<h3><strong>Conceito de receita</strong></h3>
<p>O PLP 93/2023 exclui do conceito de receita primária alguns rendimentos considerados incertos ou imprevisíveis. É o caso de quantias obtidas com concessões e permissões, dividendos e participações, exploração de recursos naturais e transferências legais e constitucionais por repartição. Também são desconsideradas para o cálculo da receita primária:</p>
<ul>
<li>saldos de contas inativas do Programa de Integração Social e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) declarados abandonados pela Emenda Constitucional 126; e</li>
<li>receitas obtidas com programas de recuperação fiscal (Refis) criados após a publicação do arcabouço fiscal.</li>
</ul>
<p>Para estimar a variação real da receita primária, o projeto prevê o uso dos valores acumulados nos 12 meses encerrados em junho do ano em que começa a tramitação do projeto da Lei Orçamentária. Por exemplo: a variação da receita para 2024 deve ser calculada a partir dos valores acumulados de julho de 2022 a junho de 2023, considerada a inflação do período.</p>
<h3><strong>Investimentos</strong></h3>
<p>O PLP 93/2023 estabelece regras para os investimentos. A cada ano, eles devem ser equivalentes a pelo menos 0,6% do PIB estimado no projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA). Caso a estimativa do PIB de R$ 11,5 trilhões para 2024 seja mantida, o investimento mínimo no próximo ano seria de R$ 69 bilhões. O valor inclui subsídios e financiamentos de unidades habitacionais novas ou usadas em áreas urbanas ou rurais.</p>
<p>Caso alcance um resultado primário além do intervalo de tolerância — ou seja, 0,25% do PIB acima da meta —, o Poder Executivo pode aplicar 70% do valor excedente em investimentos no ano seguinte. Ainda assim, as dotações adicionais em investimentos não podem ultrapassar o equivalente a 0,25 ponto percentual do PIB do ano anterior.</p>
<h3><strong>Fora do teto</strong></h3>
<p>O arcabouço fiscal deixa algumas despesas fora do cálculo dos limites. Entre elas, transferências a estados e municípios pela concessão de florestas federais ou venda de imóveis federais, além de precatórios devidos a outros entes federativos usados para abater dívidas. Também ficam excluídas as seguintes despesas:</p>
<ul>
<li>transferências constitucionais e legais a estados, Distrito Federal e municípios, como as de tributos;</li>
<li>créditos extraordinários para despesas urgentes, como calamidade pública;</li>
<li>despesas custeadas por doações, como as do Fundo Amazônia ou aquelas obtidas por universidades, e por recursos obtidos em razão de acordos judiciais ou extrajudiciais relativos a desastres de qualquer tipo;</li>
<li>despesas pagas com receitas próprias ou convênios obtidos por universidades públicas federais, empresas públicas da União que administram hospitais universitários, instituições federais de educação, ciência e tecnologia, vinculadas ao Ministério da Educação, estabelecimentos militares federais e demais instituições científicas, tecnológicas e de inovação;</li>
<li>despesas da União com obras e serviços de engenharia custeadas com recursos transferidos por estados e municípios, a exemplo de obras realizadas pelo Batalhão de Engenharia do Exército em rodovias administradas por governos locais;</li>
<li>pagamento de precatórios com deságio aceito pelo credor;</li>
<li>parcelamento de precatórios obtidos por estados e municípios relativos a repasses do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef); e</li>
<li>despesas não recorrentes da Justiça Eleitoral com a realização de eleições.</li>
</ul>
<h3><strong>Dentro do teto</strong></h3>
<p>Outras despesas ficam limitadas às regras definidas pelo novo arcabouço fiscal. É o caso de gastos com o complemento do piso da enfermagem e do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). O PLP 93/2023 também mantém sob o teto o aporte de capital para estatais, as despesas com a cobrança pela gestão de recursos hídricos a cargo da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e o Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF).</p>
<p>O dinheiro do FCDF é repassado anualmente pela União para custear despesas de pessoal, principalmente com as áreas de segurança pública, saúde e educação. O PLP 93/2023 muda a forma de correção do fundo. Pela regra em vigor, o FCDF é corrigido pela variação da receita corrente líquida (RCL) da União. A partir de 2025, a correção leva em conta a variação do limite da despesa primária do Poder Executivo.</p>
<p><em>Com informações da Agência Câmara</em></p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/26/senado-analisa-mudancas-feitas-pela-camara-no-novo-arcabouco-fiscal#a5c59e8c-f085-4f15-b2f0-fa143c3c311f" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Teresa Leitão defende arcabouço fiscal e critica mudanças feitas na Câmara</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2023 18:45:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[arcabou]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A senadora Teresa Leitão (PT-PE) destacou, em pronunciamento nesta quinta-feira (25), a importância da proposta de substituição do teto de gastos por um novo arcabouço fiscal. Para a parlamentar, a matéria é capaz de conciliar “a promessa de colocar o pobre no Orçamento sem prejudicar o equilíbrio das contas públicas”. Segundo Teresa, esse é um [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A senadora Teresa Leitão (PT-PE) destacou, em pronunciamento nesta quinta-feira (25), a importância da proposta de substituição do teto de gastos por um novo arcabouço fiscal. Para a parlamentar, a matéria é capaz de conciliar “a promessa de colocar o pobre no Orçamento sem prejudicar o equilíbrio das contas públicas”. Segundo Teresa, esse é um esforço que o presidente Lula vem fazendo antes mesmo da posse, com a aprovação da <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/155248" rel="noopener" target="_blank">PEC da Transição</a>, que reforçou o orçamento de áreas sociais e “abriu o caminho para o fim do teto de gastos”.</p>
<p>— A desconstitucionalização do nefasto teto de gastos, responsável por profundos cortes de verbas em áreas estratégicas para o país (isso ocorrido nos últimos anos) é um passo na direção correta, pois permite maior flexibilidade e capacidade de adaptação do Orçamento. A regra defendida no <a href="https://www.camara.leg.br/propostas-legislativas/2357053" rel="noopener" target="_blank">PLP 93/2023</a> garante, entre outras coisas, o fim dos contingenciamentos bimestrais, um piso para o investimento público e a retirada de despesas essenciais do limite de gastos a ser definido pela nova regra, a partir do mecanismo flexível da flutuação entre bandas.</p>
<p>A parlamentar pontuou, porém, que o relator da proposta na Câmara, deputado Claudio Cajado (PP-BA), promoveu modificações que pressionam, de maneira severa, áreas norteadoras do desenvolvimento inclusivo. Teresa criticou a inclusão dos gastos em educação e saúde no limite das bandas que vão regular o crescimento das despesas de governo com o novo arcabouço. Para ela, essa é uma medida &#8220;restritiva e desnecessária&#8221;, que vai comprimir as demais despesas sem pisos constitucionais, criando uma “disputa perversa pelos recursos do fundo público entre educação, saúde, combate à fome e à desigualdade”. Teresa enfatizou que esses setores deveriam ser retirados do limite das despesas presente no arcabouço. </p>
<p>A senadora também criticou a inclusão da complementação federal ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e afirmou que os efeitos serão &#8220;extremamente danosos&#8221; para a educação em todos os seus níveis, etapas e modalidades.</p>
<p>— Seria extremamente incoerente que o Congresso Nacional, responsável por aprovar a <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:emenda.constitucional:2020-08-26;108" rel="noopener" target="_blank">emenda constitucional do novo e permanente Fundeb</a>, política imprescindível de financiamento da educação básica, estivesse, ele mesmo, somente dois anos depois de sua aprovação, provocando a compressão dos demais recursos das políticas sociais. Resulta numa perda imensa, que não pode ser admitida — afirmou.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/25/teresa-leitao-defende-arcabouco-fiscal-e-critica-mudancas-feitas-na-camara#b3520c32-e763-4017-813c-b030ad0d502d" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Arcabouço fiscal deve passar na CAE, diz líder do governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2023 17:16:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto do novo arcabouço fiscal, aprovado na quarta-feira (24) pela Câmara dos Deputados, deve ser analisado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) antes de ir a Plenário.  A informação foi dada pelo líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), após reunião do presidente da Casa, Rodrigo Pacheco, com líderes partidários, nesta quinta (25). [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto do novo arcabouço fiscal, aprovado na quarta-feira (24) pela Câmara dos Deputados, deve ser analisado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) antes de ir a Plenário.  A informação foi dada pelo líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), após reunião do presidente da Casa, Rodrigo Pacheco, com líderes partidários, nesta quinta (25). Pacheco ainda não anunciou a tramitação do Projeto de Lei Complementar (<a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2357053" rel="noopener" target="_blank">PLP 93/2023</a>).</p>
<p>O líder da oposição, senador Rogerio Marinho (PL-RN), reforçou a necessidade de tramitação na CAE. Para ambos os senadores, é necessário um olhar técnico sobre a matéria. Wagner ainda completou que o projeto pode passar também pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e que a relatoria deve ficar com o Partido Social Democrático (PSD).</p>
<p>— Em princípio, vai passar pela CAE, podendo ir para o Plenário. Ir direto para o Plenário é sempre mais complicado, porque não aprofunda a matéria, os senadores querem ter essa oportunidade. Está se discutindo se passa pela CCJ ou não. O relatório, em princípio, é do PSD, mas não está definido um nome — disse Wagner.</p>
<p>Na quarta-feira, Pacheco afirmou em entrevista que espera a aprovação do projeto pelo Senado ainda no mês de junho.</p>
<p>O novo regime fiscal para as contas da União deve substituir o atual teto de gastos. O projeto fixa regras para manter as despesas abaixo das receitas a cada ano e, se houver sobras, usá-las apenas em investimentos, buscando trajetória de sustentabilidade da dívida pública. Pelo texto aprovado na Câmara, critérios para a variação real (descontada a inflação) da despesa são fixados de forma permanente, sem depender do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), como no texto original.</p>
<p><em>Com Agência Câmara de Notícias</em></p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/25/arcabouco-fiscal-deve-passar-na-cae-diz-lider-do-governo#67661012-0692-4afa-aea9-47e7cd7c3d36" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Governadores pedem a Haddad mudança nas regras de recuperação fiscal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2023 14:47:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>redacao@odia.com.br (IG) Governador de Minas Gerais, Romeu Zema Os governadores de Goiás, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro se reuniram nesta quarta-feira (24), em Brasília, com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad , para apresentar uma série de propostas que flexibilizam as regras do Regime de Recuperação Fiscal (RRF). O argumento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7g/mh/zx/7gmhzx3nmymnmxv0nxr3qktm7.jpg" width="906" height="509" alt="Governador de Minas Gerais, Romeu Zema" title="Governador de Minas Gerais, Romeu Zema"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>redacao@odia.com.br (IG)</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Governador de Minas Gerais, Romeu Zema</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Os governadores de Goiás, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro se reuniram nesta quarta-feira (24), em Brasília, com o ministro da Fazenda, <a href="https://economia.ig.com.br/2023-05-24/haddad-aprovacao-arcabouco-confianca-reforma-tributaria.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-05-24/haddad-aprovacao-arcabouco-confianca-reforma-tributaria.html">Fernando Haddad</a> , para apresentar uma série de propostas que flexibilizam as regras do Regime de Recuperação Fiscal (RRF). O argumento é que as perdas de arrecadação no último ano frustraram a capacidade dos estados de honrarem os compromissos com a União.</p>
<p>Entre os pedidos, está a ampliação de 9 para 15 anos do prazo máximo de permanência no programa e uma redução no indexador de correção da dívida, entre outros ajustes. Os estados também pedem a possibilidade de ampliar o espaço sobre as receitas próprias para a contratação de operações de crédito a serem usados no pagamento de passivos, como precatórios (dívidas do governo reconhecidas em caráter definitivo pela Justiça), além de realização de investimentos em áreas como infraestrutura, por exemplo.</p>
<h3>Entre no <a href="https://t.me/iGBrasilEconomico" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/iGBrasilEconomico"> canal do Brasil Econômico no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  <a href="https://t.me/portalig" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG</a> </h3>
<p>As quatro unidades da Federação possuem dívida elevada com o governo federal, constituída ao longo de décadas. Desses estados, Goiás, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul já estão com seus planos de recuperação em vigor, enquanto Minas Gerais teve o seu pedido de adesão aprovado, mas ainda aguarda a homologação do plano de recuperação por parte da União.</p>
<p>“No ano passado, a União, através das leis [complementares] 192 e 194, tirou parte substancial da nossa arrecadação. Os estados perderam bilhões de reais. Não apenas os bilhões de reais em receita financeira, como os nossos resultados fiscais ficaram comprometidos. Estamos discutindo alternativas para contornar isso”, explicou o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.</p>
<p>Em junho de 2022, durante o governo de Jair Bolsonaro, as leis complementares 192 e 194 impuseram um teto de 17% ou de 18% (dependendo do estado) para o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis, energia, telecomunicações e transporte público. Anteriormente, havia estado que cobrava mais de 30% de ICMS sobre os combustíveis. O ICMS é um tributo estadual e a redução das alíquotas máximas impactou fortemente o caixa dos estados.</p>
<p>Durante a tramitação das leis, os parlamentares inseriram um artigo obrigando a União a compensar as perdas de arrecadação do ICMS, mas o governo de então vetou o dispositivo, que depois acabou sendo derrubado pelo Congresso, obrigando o governo a pagar alguma compensação aos entes federados. Em março deste ano, União e estados finalmente fecharam o acordo para a compensação das perdas, no valor de R$ 26,9 bilhões, a serem pagos até 2026.</p>
<p>“Nós fomos vitimados por decisões que mudaram a estrutura de arrecadação dos estados. Em Goiás, combustíveis, energia e comunicações significam 39% da arrecadação do estado”, afirmou o governador goiano, Ronaldo Caiado.</p>
<p>“Ninguém está pedindo perdão nem qualquer tipo de condição de não pagamento. É poder ajustar para que os estados não fiquem com um torniquete que torne inviável cumprir suas missões junto às suas populações”, acrescentou Leite.</p>
<h3>Indexador</h3>
<p>Outro pedido de mudança é em relação ao valor de correção das dívidas dos estados com a União, atualmente feitos pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) + 4% ao ano ou pela Taxa Selic, que está 13,75% ao ano, o que for maior.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-05-25/bolsa-familia-pago-hoje-quem-recebe.html" title="Bolsa Família paga parcela de maio nesta quinta; veja quem recebe" target="_self" rel="noopener">Bolsa Família paga parcela de maio nesta quinta; veja quem recebe</a> </li>
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<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-05-25/etanol-sem-imposto-posto-de-combustivel-sao-paulo.html" title="Posto em São Paulo oferece etanol a preço de custo nesta quinta" target="_self" rel="noopener">Posto em São Paulo oferece etanol a preço de custo nesta quinta</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">‘Isso também é um garrote nos estados. Está na carga que a gente colocou para ele [Haddad] a diminuição desse indexador, para que seja vinculada ao PIB [Produto Interno Bruto]”, afirmou o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. Segundo ele, o atual indexador torna a dívida praticamente impagável. “Nossa dívida hoje, no Rio de Janeiro, por exemplo, no mesmo tempo que ela aumentou 2.000%, o ICMS só cresceu 700%. Então, a dívida vai ficando impagável todo ano”, relatou.</p>
<p>De acordo com os governadores, os pedidos foram bem recebidos pelo ministro da Fazenda e serão agora analisados pela área técnica do governo federal. “Fomos muito bem atendidos, o ministro Haddad está sensível às nossas solicitações”, destacou o governador de Minas Gerais, Romeu Zema.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-05-25/governadores-recuperacao-fiscal-mudancas-haddad.html#928008ce-fa08-42bc-a042-c6f0b4d96df1" rel="noopener">Economia</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/governadores-pedem-a-haddad-mudanca-nas-regras-de-recuperacao-fiscal/">Governadores pedem a Haddad mudança nas regras de recuperação fiscal</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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