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	<title>Arquivos feminicidios - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos feminicidios - FATO MT</title>
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		<title>Para Buzetti, leis rigorosas não impediram avanço de feminicídios e outros crimes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2023 00:15:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A senadora Margareth Buzetti (PSD-MT) alertou para o aumento da violência de gênero e outros crimes bárbaros no Brasil, apesar da adoção de leis que visam reduzir sua incidência. Em pronunciamento no Plenário, nesta quarta-feira (19), a parlamentar lembrou que em 2022 o país bateu o recorde de feminicídios, com uma mulher morta a cada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A senadora Margareth Buzetti (PSD-MT) alertou para o aumento da violência de gênero e outros crimes bárbaros no Brasil, apesar da adoção de leis que visam reduzir sua incidência. Em pronunciamento no Plenário, nesta quarta-feira (19), a parlamentar lembrou que em 2022 o país bateu o recorde de feminicídios, com uma mulher morta a cada seis horas.</p>
<p>— Que certeza de impunidade é essa que motiva homens a reduzirem a vida das mulheres a nada? E nós aqui, aprovando leis e mais leis que, no fim das contas, não nos garantem a paz, nem nossa, nem dos nossos familiares e dos nossos amigos — afirmou.</p>
<p>A senadora mostrou-se estarrecida com as notícias de ataques contra escolas, como a ocorrida numa creche de Santa Catarina. Após reconhecer o esforço do Congresso Nacional na adoção de leis mais duras para o combate à criminalidade, Buzetti questionou se elas têm servido apenas para acalmar os ânimos da sociedade, desempenhando papel muito mais emergencial e simbólico do que efetivo. Para aumentar a efetividade, avaliou, é preciso a valorização da polícia e que o Poder Judiciário faça justiça, sem abrandar penas.</p>
<p>Margareth Buzetti afirmou ainda que é necessário aumentar a oferta de emprego, para que os pais tenham plena condição de educarem seus filhos. Além disso, ela ressaltou que as escolas precisam mudar para se tornarem mais atrativas e, assim, evitar a enorme taxa de evasão escolar.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/04/19/para-buzetti-leis-rigorosas-nao-impediram-avanco-de-feminicidios-e-outros-crimes#bdc7e53e-9e1e-423e-8369-06c1e769184c" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Feminicídios deixam 92 crianças sem mães em Mato Grosso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2023 13:17:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A violência contra mulheres deixa marcas em todo o círculo familiar das vítimas. Quando se trata dos crimes de homicídio, as consequências são ainda mais dolorosas, com crianças e adolescentes órfãos e famílias desestruturadas. Um estudo realizado pelo terceiro ano seguido pela Polícia Civil de Mato Grosso, identificou que 42 das 47 mulheres vítimas de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">A violência contra mulheres deixa marcas em todo o círculo familiar das vítimas. Quando se trata dos crimes de homicídio, as consequências são ainda mais dolorosas, com crianças e adolescentes órfãos e famílias desestruturadas. Um estudo realizado pelo terceiro ano seguido pela Polícia Civil de Mato Grosso, identificou que 42 das 47 mulheres vítimas de feminicídio no ano passado no estado eram mães. Crimes que deixaram 92 filhos e filhas órfãs, sendo que quatro deles também perderam o pai.</p>
<p> A paraense Liliane Barbosa da Silva tinha apenas 27 anos e foi vítima do primeiro feminicídio registrado em 2022 no estado. Ela foi morta pelo ex-companheiro na frente do filho de sete anos, na madrugada do dia 5 de janeiro, em Colíder, no norte de Mato Grosso. Liliane havia solicitado medida protetiva contra o autor do crime, de 23 anos. No mês anterior, ele chegou a ser preso por descumprir a determinação judicial de se manter afastado da vítima. <br />  <br /> No dia do crime, o ex-namorado de Liliane pulou o muro da residência onde ela morava com os dois filhos pequenos, arrombou a porta da casa e mandou a vítima ficar em silêncio. Ela chegou a pedir que ele não fizesse nada à filha de quatro anos. O criminoso atacou a vítima com golpes de faca e depois fugiu do local, deixando o filho dela, de sete anos, gritando por ajuda. O autor do crime foi preso em flagrante, horas após o feminicídio.<br />  <br /> Os números reunidos no diagnóstico “Mortes Violentas de Mulheres e Meninas em Mato Grosso” mostram que entre as 47 vítimas de feminicídio, 15 delas tinham filhos com os autores dos crimes. O relatório analítico, produzido desde 2020 pela Diretoria de Inteligência da Polícia Civil,  é realizado com base nos dados dos boletins de ocorrência e em inquéritos policiais e traz números sobre o local e meio empregado nos homicídios, solicitação de medidas protetivas, perfis das vítimas, vínculo entre vítimas e autores dos crimes e os efeitos da violência contra mulheres.</p>
<p> <strong>Perfil das vítimas</strong></p>
<p> Do total de 101 mulheres mortas no ano passado, a maioria estava em plena idade produtiva e 62% delas tinham entre 18 e 39 anos. Em relação às vítimas de feminicídio (cometidos por razão de gênero ou violência doméstica), 44% delas foram mortas pelos companheiros ou namorados, 28% tinham ensino fundamental ou médio e 56% eram pardas.</p>
<p> Do total dos crimes,  52% ocorreram no ambiente doméstico, ou seja, nas residências das vítimas; outros 22% foram em vias públicas. O principal meio empregado foi a arma de fogo, em 45%, e em 31% dos homicídios foram usadas armas brancas (faca, canivete, facão).</p>
<p> A delegada Mariell Antonini Dias, titular da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Várzea Grande, destaca que o estudo ajuda a compreender melhor o fenômeno da violência doméstica, deixando claro o risco a que as mulheres estão submetidas quando vivem em situação de violação de direitos em casa e não procuram ajuda da Polícia.</p>
<p> “Muitas mulheres pensam que o agressor não terá coragem de tirar a vida delas e que as ameaças são vazias. Mas as estatísticas demonstram o contrário, pois mais da metade das mortes de mulheres ocorre em casa por pessoas que possuem vínculo com elas. É necessário que todas entendam que a violência pode ser progressiva e cada vez mais letal. E, por isso, devem buscar auxílio para o problema que está dentro de casa, tornando visível para o Estado um fato que apenas quem está na relação tem conhecimento”, observa a delegada.</p>
<p> Os familiares também são importantes nesse processo de rompimento do ciclo da violência e tem o dever moral de auxiliar a vítima, buscando o aparato estatal.</p>
<p> “O aplicativo SOS Mulher MT é uma tecnologia muito avançada em prol da mulher, possibilitando que ela acione a Segurança Pública onde quer que esteja, com o simples clicar de um botão. Temos também a Patrulha Maria da Penha em muitas cidades, com acompanhamento da efetividade das medidas protetivas pela Polícia Militar”, pontua Mariell.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://web.mt.gov.br/-/feminic%C3%ADdios-deixam-92-crian%C3%A7as-sem-m%C3%A3es-em-mato-grosso#624180ce-94a5-4c41-8965-b9f85102cfa0" rel="noopener">GOV MT</a></p>
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		<title>Feminicídios deixam 92 crianças sem mães em Mato Grosso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Feb 2023 20:16:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A violência contra mulheres deixa marcas em todo o círculo familiar das vítimas. Quando se trata dos crimes de homicídio, as consequências são ainda mais dolorosas, com crianças e adolescentes órfãos e famílias desestruturadas. Um estudo realizado pelo terceiro ano seguido pela Polícia Civil de Mato Grosso, identificou que 42 das 47 mulheres vítimas de feminicídio no ano [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/feminicidios-deixam-92-criancas-sem-maes-em-mato-grosso/">Feminicídios deixam 92 crianças sem mães em Mato Grosso</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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<div style="text-align: justify">A violência contra mulheres deixa marcas em todo o círculo familiar das vítimas. Quando se trata dos crimes de homicídio, as consequências são ainda mais dolorosas, com crianças e adolescentes órfãos e famílias desestruturadas. Um estudo realizado pelo terceiro ano seguido pela Polícia Civil de Mato Grosso, identificou que 42 das 47 mulheres vítimas de feminicídio no ano passado no estado eram mães. Crimes que deixaram 92 filhos e filhas órfãs, sendo que quatro deles também perderam o pai.</div>
<div style="text-align: justify"> A paraense Liliane Barbosa da Silva tinha apenas 27 anos e foi vítima do primeiro feminicídio registrado em 2022 no estado. Ela foi morta pelo ex-companheiro na frente do filho de sete anos, na madrugada do dia 5 de janeiro, em Colíder, no norte de Mato Grosso. Liliane havia solicitado medida protetiva contra o autor do crime, de 23 anos. No mês anterior, ele chegou a ser preso por descumprir a determinação judicial de se manter afastado da vítima. <br />  </div>
<div style="text-align: justify">No dia do crime, o ex-namorado de Liliane pulou o muro da residência onde ela morava com os dois filhos pequenos, arrombou a porta da casa e mandou a vítima ficar em silêncio. Ela chegou a pedir que ele não fizesse nada à filha de quatro anos. O criminoso atacou a vítima com golpes de faca e depois fugiu do local, deixando o filho dela, de sete anos, gritando por ajuda. O autor do crime foi preso em flagrante, horas após o feminicídio.</div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify">Os números reunidos no diagnóstico “Mortes Violentas de Mulheres e Meninas em Mato Grosso” mostram que entre as 47 vítimas de feminicídio, 15 delas tinham filhos com os autores dos crimes. O relatório analítico, produzido desde 2020 pela Diretoria de Inteligência da Polícia Civil,  é realizado com base nos dados dos boletins de ocorrência e em inquéritos policiais e traz números sobre o local e meio empregado nos homicídios, solicitação de medidas protetivas, perfis das vítimas, vínculo entre vítimas e autores dos crimes e os efeitos da violência contra mulheres.</p>
<p> <strong>Perfil das vítimas</strong></p>
<p> Do total de 101 mulheres mortas no ano passado, a maioria estava em plena idade produtiva e 62% delas tinham entre 18 e 39 anos. Em relação às vítimas de feminicídio (cometidos por razão de gênero ou violência doméstica), 44% delas foram mortas pelos companheiros ou namorados, 28% tinham ensino fundamental ou médio e 56% eram pardas.</p>
<p> Do total dos crimes,  <span style="text-align: justify">52% ocorreram n</span>o ambiente doméstico, ou seja, nas residências das vítimas; outros 22% foram em vias públicas. O principal meio empregado foi a arma de fogo, em 45%, e em 31% dos homicídios foram usadas armas brancas (faca, canivete, facão).</p>
<p> A delegada Mariell Antonini Dias, <span style="text-align: justify">titular da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Várzea Grande,</span> destaca que o estudo ajuda a compreender melhor o fenômeno da violência doméstica, deixando claro o risco a que as mulheres estão submetidas quando vivem em situação de violação de direitos em casa e não procuram ajuda da Polícia.</p>
<p> “Muitas mulheres pensam que o agressor não terá coragem de tirar a vida delas e que as ameaças são vazias. Mas as estatísticas demonstram o contrário, pois mais da metade das mortes de mulheres ocorre em casa por pessoas que possuem vínculo com elas. É necessário que todas entendam que a violência pode ser progressiva e cada vez mais letal. E, por isso, devem buscar auxílio para o problema que está dentro de casa, tornando visível para o Estado um fato que apenas quem está na relação tem conhecimento”, observa a delegada.</p>
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<p style="text-align: justify"> <br /> Os familiares também são importantes nesse processo de rompimento do ciclo da violência e tem o dever moral de auxiliar a vítima, buscando o aparato estatal.</p>
<p style="text-align: justify">“O aplicativo SOS Mulher MT é uma tecnologia muito avançada em prol da mulher, possibilitando que ela acione a Segurança Pública onde quer que esteja, com o simples clicar de um botão. Temos também a Patrulha Maria da Penha em muitas cidades, com acompanhamento da efetividade das medidas protetivas pela Polícia Militar”, pontua Mariell.</p>
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<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.mt.gov.br/web/pjc/-/23602133-feminicidios-deixam-92-criancas-sem-maes-em-mato-grosso#68ded0dc-52b8-42d7-8deb-6e877fa13df5" rel="noopener">GOV MT</a></p>
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		<title>Polícia Civil investiga duas tentativas de feminicídios ocorridas em Chapada dos Guimarães no fim de semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2022 22:10:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[civil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Chapada dos Guimarães, procura pelos autores de duas tentativas de feminicídio ocorridas no último fim de semana, no município. Os autores, já identificados, devem se apresentar na unidade policial.  O delegado Ricardo Franco instaurou inquéritos para apurar os crimes cometidos contra duas mulheres, uma de 54 anos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Chapada dos Guimarães, procura pelos autores de duas tentativas de feminicídio ocorridas no último fim de semana, no município. Os autores, já identificados, devem se apresentar na unidade policial. </p>
<p style="text-align: justify">O delegado Ricardo Franco instaurou inquéritos para apurar os crimes cometidos contra duas mulheres, uma de 54 anos e outra de 45 anos, ambas feridas com golpes de arma cortante. </p>
<p style="text-align: justify">Na madrugada de domingo (30.10), a Polícia Militar foi comunicada pela Unidade de Pronto Atendimento sobre um paciente que deu entrada no local com perfuração por arma branca. A vítima, de 54 anos, relatou que o ex-marido foi até sua residência e a atacou. Quando ela tentou se defender das agressões, foi ferida antebraço e na mão e depois do crime, o agressor fugiu do local. </p>
<p style="text-align: justify">A equipe da PM realizou rondas nas proximidades da residência da vítima, mas o suspeito não foi localizado. </p>
<p style="text-align: justify">A outra tentativa de feminicídio foi registrada no bairro Bela Vista, no sábado. A vítima, de 45 anos, foi socorrida à UPA com perfurações também causadas por faca. A vítima estava em sua residência fazendo o jantar, quando ocorreu uma discussão com seu convivente, de 51 anos. </p>
<p style="text-align: justify">Após a discussão, ele saiu da casa e quando retornou estava alterado e atacou a mulher, desferindo vários golpes de faca que a lesionaram nas costas, perna e no tórax. Depois do primeiro atendimento na UPA, a vítima foi transferida para Cuiabá.  Ambas as vítimas estão fora de risco de morte. </p>
<p style="text-align: justify">O delegado e o chefe de investigações realizaram diligências nos locais dos crimes e coletaram informações para subsidiar os inquéritos. Foram requisitados exames de corpo de delito nas vítimas e testemunhas serão ouvidas no decorrer da semana. </p>
<p style="text-align: justify">“Os autores devem se apresentar na delegacia ainda nesta semana. Caso não se apresentem, vamos representar à Justiça pelas prisões preventivas de ambos. Um deles, inclusive, tem registros criminais anteriores”, esclareceu o delegado Ricardo Franco.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.mt.gov.br/web/pjc/-/22888840-policia-civil-investiga-duas-tentativas-de-feminicidios-ocorridas-em-chapada-dos-guimaraes-no-fim-de-semana#5eb8609c-b863-4c53-8386-c92e18ca26fe" rel="noopener">GOV MT</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/policia-civil-investiga-duas-tentativas-de-feminicidios-ocorridas-em-chapada-dos-guimaraes-no-fim-de-semana/">Polícia Civil investiga duas tentativas de feminicídios ocorridas em Chapada dos Guimarães no fim de semana</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<item>
		<title>Sesp e Câmara da Mulher discutem protocolo de atendimento aos órfãos de feminicídios</title>
		<link>https://fatomt.com.br/sesp-e-camara-da-mulher-discutem-protocolo-de-atendimento-aos-orfaos-de-feminicidios/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Oct 2022 20:41:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[camara]]></category>
		<category><![CDATA[discutem]]></category>
		<category><![CDATA[feminicidios]]></category>
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		<category><![CDATA[protocolo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O secretário-adjunto de Segurança Pública, coronel Juliano Chiroli, reuniu-se com integrantes da Câmara Temática de Defesa da Mulher para conhecer o protocolo de atendimento aos órfãos e outras vítimas indiretas dos crimes de feminicídio. O encontro foi realizado na tarde desta segunda-feira (10.11), em Cuiabá. Integrantes da Câmara da Mulher apresentaram o modelo de documento denominado [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/sesp-e-camara-da-mulher-discutem-protocolo-de-atendimento-aos-orfaos-de-feminicidios/">Sesp e Câmara da Mulher discutem protocolo de atendimento aos órfãos de feminicídios</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 7.5pt;text-align: justify"><span style='font-size:10.5pt;font-family:"Helvetica",sans-serif;color:#555555'>O secretário-adjunto de Segurança Pública, coronel Juliano Chiroli, reuniu-se com integrantes da Câmara Temática de Defesa da Mulher para conhecer o protocolo de atendimento aos órfãos e outras vítimas indiretas dos crimes de feminicídio. O encontro foi realizado na tarde desta segunda-feira (10.11), em Cuiabá.</p>
<p></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 7.5pt;text-align: justify"><span style='font-size:10.5pt;font-family:"Helvetica",sans-serif;color:#555555'>Integrantes da Câmara da Mulher apresentaram o modelo de documento denominado FIVI (Formulário de Informações de Vítimas Indiretas) e a cartilha que orienta o atendimento. A expectativa é que o FIVI seja incorporado à rotina do trabalho das delegacias, nos atendimentos dos casos de feminicídios, e seu preenchimento dá a possibilidade de levantar informações sociais e agilizar a assistência aos filhos e outras pessoas impactados pelo assassinato da mulher.  </p>
<p></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 7.5pt;text-align: justify"><span style='font-size:10.5pt;font-family:"Helvetica",sans-serif;color:#555555'>A delegada de Defesa da Mulher, Mariel Antonine, explica que a Câmara da Mulher propõe que na delegacia seja feita a filtragem das informações, que não sejam somente de interesse criminal sobre a vítima. Como, por exemplo, o número de filhos, moradia e renda (se tinha emprego ou benefício).  </p>
<p></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 7.5pt;text-align: justify"><span style='font-size:10.5pt;font-family:"Helvetica",sans-serif;color:#555555'>“Toda vez que uma mulher é vítima de feminicídio, ao lado dela outras pessoas sofrem. Os filhos, muitas vezes, ficam desassistidos, porque a mãe está morta e o pai preso”, assinala Mariel. O protocolo, reforça, visa vencer barreiras e dar agilidade à assistência.</p>
<p></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 7.5pt;text-align: justify"><span style='font-size:10.5pt;font-family:"Helvetica",sans-serif;color:#555555'>A promotora de Justiça Elisamara Vodonós Portela, da Promotoria Especializada no Combate à Violência Doméstica e Familiar, disse que foi o trabalho que a Segurança Pública está fazendo, para levantar estatisticamente os órfãos de feminicídios, que despertou a atenção para a necessidade deste protocolo de atendimento.</p>
<p></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 7.5pt;text-align: justify"><span style='font-size:10.5pt;font-family:"Helvetica",sans-serif;color:#555555'>A ideia é que, de maneira simples e objetiva, a autoridade policial, que está fazendo a investigação do crime, preencha o FIVI e já disponibilize, em rede, as informações para todas os órgãos e instituições.</p>
<p></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 7.5pt;text-align: justify"><span style='font-size:10.5pt;font-family:"Helvetica",sans-serif;color:#555555'>A partir do que o FIVI mostrar, os filhos e outros familiares das vítimas serão assistidos e orientados a buscar. “A avó ou tia, que ficou com os filhos órfãos de mãe, será assistida e orientada sobre como e onde recorrer para acessar benefícios e regulamentar a guarda, entre outras assistências”, detalha a promotora.</p>
<p></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 7.5pt;text-align: justify"><span style='font-size:10.5pt;font-family:"Helvetica",sans-serif;color:#555555'>Elisamara Portela observa que já existe um trabalho de assistência em rede às mulheres vítimas de violência doméstica. Todavia, a implantação deste protocolo reconhece as sequelas e mostra como esse crime violento impacta a sociedade.</p>
<p></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 7.5pt;text-align: justify"><span style='font-size:10.5pt;font-family:"Helvetica",sans-serif;color:#555555'>O secretário-adjunto Juliano Chiroli considerou profícua e de extrema importante a iniciativa da Câmara Temática da Mulher. Segundo ele, ficou definido que a proposta do novo protocolo será formalmente encaminhada à Secretaria de Segurança Pública (Sesp), para que o secretário Alexandre Bustamante possa levá-la ao conhecimento do governador Mauro Mendes.</p>
<p></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 7.5pt;text-align: justify"><span style='font-size:10.5pt;font-family:"Helvetica",sans-serif;color:#555555'>Este encaminhamento tem como objetivo não restringir sua implantação à capital, mas possibilitar o alcance da assistência às vítimas em todos os municípios mato-grossenses, por meio de mecanismos legais instituídos pelo Estado.</p>
<p></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 7.5pt;text-align: justify"><strong><span style='font-size:10.5pt;font-family:"Helvetica",sans-serif;color:#555555'>Serviço</span></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 7.5pt;text-align: justify"><span style='font-size:10.5pt;font-family:"Helvetica",sans-serif;color:#555555'>A Câmara Temática de Defesa da Mulher é um grupo de trabalho do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), da Secretaria de Segurança Pública (Sesp). Reúne representantes de órgãos de todos os poderes e esfera da administração pública e têm por função o estudo, a análise, o diagnóstico e proposta de ações voltadas às questões da violência doméstica dentro da Segurança Pública.  </p>
<p></span></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.mt.gov.br/web/sesp/-/22753035-sesp-e-camara-da-mulher-discutem-protocolo-de-atendimento-aos-orfaos-de-feminicidios#5601dc31-5abc-4e50-9d1a-e3898e7744c2" rel="noopener">GOV MT</a></p>
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		<item>
		<title>Mato Grosso registra redução de 18% nos crimes de feminicídios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 21:20:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[crimes]]></category>
		<category><![CDATA[feminicidios]]></category>
		<category><![CDATA[grosso]]></category>
		<category><![CDATA[registra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mato Grosso reduziu significativamente os principais &#237;ndices criminais de viol&#234;ncia contra a mulher, de 18 a 59 anos, no primeiro trimestre de 2022 em compara&#231;&#227;o com o ano anterior. De janeiro a mar&#231;o deste ano, foram registrados nove casos de feminic&#237;dios, enquanto que em 2021 foram contabilizadas 11 ocorr&#234;ncias, uma redu&#231;&#227;o de 18%. J&#225; com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/REC-html40/loose.dtd"><br />
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<p style="text-align: justify">Mato Grosso reduziu significativamente os principais &iacute;ndices criminais de viol&ecirc;ncia contra a mulher, de 18 a 59 anos, no primeiro trimestre de 2022 em compara&ccedil;&atilde;o com o ano anterior. De janeiro a mar&ccedil;o deste ano, foram registrados nove casos de feminic&iacute;dios, enquanto que em 2021 foram contabilizadas 11 ocorr&ecirc;ncias, uma redu&ccedil;&atilde;o de 18%.</p>
<p style="text-align: justify">J&aacute; com rela&ccedil;&atilde;o aos crimes de homic&iacute;dio doloso (mulheres v&iacute;timas em outras circunst&acirc;ncias) o Estado registrou 13 casos neste ano e 16 no ano anterior, que aponta uma redu&ccedil;&atilde;o de 19%. Os dados s&atilde;o da Superintend&ecirc;ncia do Observat&oacute;rio de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica, vinculada &agrave; Secretaria de Estado de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica (Sesp-MT).</p>
<p style="text-align: justify">Ainda de acordo com o balan&ccedil;o trimestral, os crimes de amea&ccedil;a tiveram uma redu&ccedil;&atilde;o de 7%, com 4.427 casos registrados em 2021 e 4.124 casos confirmados neste ano. Os crimes de inj&uacute;ria tiveram uma redu&ccedil;&atilde;o de 8%, com 1.324 registros em 2021 e 1.220 em 2022.</p>
<p style="text-align: justify">Outras redu&ccedil;&otilde;es foram registradas nos crimes de difama&ccedil;&atilde;o, sendo 666 casos em 2021 e 598 casos em 2022 (redu&ccedil;&atilde;o de 10%), cal&uacute;nia com 367 casos em 2021 e 327 (redu&ccedil;&atilde;o de 11) e de viola&ccedil;&atilde;o de domic&iacute;lio com 232 registros em 2021 e 187 casos em 2022 (redu&ccedil;&atilde;o de 19%).</p>
<p style="text-align: justify">Os crimes de ass&eacute;dio sexual tamb&eacute;m apontaram uma redu&ccedil;&atilde;o significativa de 9%, com 46 casos em 2021 e 42 registros em 2022 e os casos de atos obscenos reduziram em 44%, sendo 16 ocorr&ecirc;ncias registradas em 2021 e somente nove neste ano.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Atendimento &agrave; mulher</strong></p>
<p style="text-align: justify">Em novembro de 2021, a Sesp apresentou o Plano Estrat&eacute;gico para redu&ccedil;&atilde;o dos casos de viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica e feminic&iacute;dios pelos pr&oacute;ximos 10 anos em Mato Grosso. O programa foi elaborado pela C&acirc;mara Tem&aacute;tica de Defesa da Mulher, do Gabinete de Gest&atilde;o Integrada (GGI) e conta com metas que devem ser implementadas at&eacute; 2030 no estado.</p>
<p style="text-align: justify">Em parceria com o Poder Judici&aacute;rio, o Estado lan&ccedil;ou tamb&eacute;m o aplicativo SOS Mulher, em que a v&iacute;tima acessa o bot&atilde;o do p&acirc;nico e outras fun&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis, como telefones de emerg&ecirc;ncia, den&uacute;ncias e delegacia virtual, e a medida protetiva online, que pode ser solicitada pelo site: sosmulher.pjc.mt.gov.br.</p>
<p style="text-align: justify">Al&eacute;m disso, a Sesp tamb&eacute;m adotou como medida o site E-Den&uacute;ncias, que pode ser realizado para qualquer tipo de den&uacute;ncia. O diferencial &eacute; que a den&uacute;ncia pode ser feita anonimamente, com espa&ccedil;o para anexos como fotos, v&iacute;deos, &aacute;udios, etc. O site pode ser acessado pelo link: https://portal2.sesp.mt.gov.br/e-denuncias.</p>
<p style="text-align: justify">Ainda h&aacute; os disque-den&uacute;ncias 197 (Capital) e 181 (interior) ou 190 para ocorr&ecirc;ncias em andamento. Eles funcionam 24 horas por dia, sete dias da semana.</p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.mt.gov.br/web/sesp/-/21705238-mato-grosso-registra-reducao-de-18-nos-crimes-de-feminicidios#263" rel="noopener">GOV MT</a></div>
</div>
<p><script src="https://gestor.infocoweb.com.br/analytics_content.js?a=263&amp;b=1130767&amp;c=6862832"></script></body></html></p>
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		<title>Patrulha Maria da Penha zera casos de feminicídios entre mulheres acompanhadas pelo programa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Mar 2022 20:50:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[casos]]></category>
		<category><![CDATA[entre]]></category>
		<category><![CDATA[feminicidios]]></category>
		<category><![CDATA[maria]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
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		<category><![CDATA[penha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Patrulha Maria da Penha da Pol&#237;cia Militar de Mato Grosso n&#227;o registrou nenhum caso de feminic&#237;dio entre as 3.177 mulheres acolhidas e acompanhadas pelo programa, no ano de 2021. Os dados relativos ao ano passado&#160;foram apresentados durante uma solenidade, na manh&#227; desta segunda-feira (07.03), no audit&#243;rio do Comando-Geral da PM. De acordo com os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/REC-html40/loose.dtd"><br />
<html><body></p>
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<p dir="ltr" style="text-align: justify">A Patrulha Maria da Penha da Pol&iacute;cia Militar de Mato Grosso n&atilde;o registrou nenhum caso de feminic&iacute;dio entre as 3.177 mulheres acolhidas e acompanhadas pelo programa, no ano de 2021. Os dados relativos ao ano passado&nbsp;foram apresentados durante uma solenidade, na manh&atilde; desta segunda-feira (07.03), no audit&oacute;rio do Comando-Geral da PM.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify">De acordo com os dados apresentados, foram recebidas pelo programa, o total de 7.612 medidas protetivas de urg&ecirc;ncias. Deste n&uacute;mero, houve descumprimento da ordem judicial em apenas 110 casos, resultando em uma efici&ecirc;ncia de 99% na fiscaliza&ccedil;&atilde;o das medidas protetivas. Ainda segundo o balan&ccedil;o, houve reincid&ecirc;ncia da viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica e familiar em 123 casos, causando 96% de efetividade na preven&ccedil;&atilde;o de novos crimes contra as v&iacute;timas acompanhadas pelo programa.&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify">No evento da manh&atilde; desta segunda-feira (07), o comandante-geral da PMMT, coronel Jonildo Jos&eacute; de Assis, destacou os dados positivos apresentados e a import&acirc;ncia da prote&ccedil;&atilde;o &agrave;s mulheres v&iacute;timas de viol&ecirc;ncia. &ldquo;Vimos neste relat&oacute;rio o qu&atilde;o importante &eacute; estarmos atentos, incentivando e assim melhorando cada dia mais as a&ccedil;&otilde;es da&nbsp;Patrulha&rdquo;.&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify">A presidente do Tribunal de Justi&ccedil;a de Mato Grosso, desembargadora Maria Helena P&oacute;voas, destacou o papel da Pol&iacute;cia Militar na execu&ccedil;&atilde;o do programa. A magistrada ainda mencionou que o TJMT possui um projeto chamado &lsquo;Quebre o Ciclo&rsquo;, em que a mulher v&iacute;tima de viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica pode acionar uma medida protetiva via aplicativo&nbsp;e ainda obter acompanhamento pela Patrulha Maria da Penha.&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify">A coordenadora de Pol&iacute;cia Comunit&aacute;ria e Direitos Humanos, respons&aacute;vel pelo projeto, tenente-coronel Emirella Martins,&nbsp;afirmou que os n&uacute;meros s&atilde;o satisfat&oacute;rios, pois conseguiu alcan&ccedil;ar o objetivo que &eacute; evitar a ocorr&ecirc;ncia de&nbsp;feminic&iacute;dios entre as acolhidas. &#8220;O&nbsp;&iacute;ndice de reincid&ecirc;ncia e de descumprimento das medidas foram bem baixos, sinal de que estamos no caminho certo&#8221;.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify">Em 2021, o programa ampliou a abrang&ecirc;ncia de 15 para 64 munic&iacute;pios no Estado;&nbsp;realizou 13.135 atendimentos, entre visitas solid&aacute;rias &agrave;s v&iacute;timas, encaminhamentos para outras institui&ccedil;&otilde;es (como sa&uacute;de, educa&ccedil;&atilde;o, servi&ccedil;o social e outros), al&eacute;m de palestras, lives, blitz educativas e capacita&ccedil;&otilde;es. A Patrulha Maria da Penha tamb&eacute;m visitou 2.500 homens monitorados e realizou a pris&atilde;o de 45 agressores que descumpriram as medidas judiciais.</p>
<p style="text-align: justify">Tamb&eacute;m participaram da solenidade o coronel Paulo Cesar da Silva, comandante da Diretoria de Ensino, Instru&ccedil;&atilde;o e Pesquisa da PM (Deip); coronel Edvan Manoel de Azevedo, comandante do Comando Especializado da PM (Cesp); o senador da Rep&uacute;blica Jayme Campos; a deputada federal Rosaneide; a vereadora de Cuiab&aacute;, Michelly Alencar, entre outras autoridades civis e militares.</p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.pm.mt.gov.br/-/19062167-patrulha-maria-da-penha-zera-casos-de-feminicidios-entre-mulheres-acompanhadas-pelo-programa#263" rel="noopener">PM MT</a></div>
</div>
<p><script src="https://gestor.infocoweb.com.br/analytics_content.js?a=263&amp;b=1070974&amp;c=6376426"></script></body></html></p>
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		<title>Patrulha Maria da Penha zera casos de feminicídios entre mulheres acompanhadas pelo programa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Mar 2022 20:50:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[casos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Patrulha Maria da Penha da Pol&#237;cia Militar de Mato Grosso n&#227;o registrou nenhum caso de feminic&#237;dio entre as 3.177 mulheres acolhidas e acompanhadas pelo programa, no ano de 2021. Os dados relativos ao ano passado&#160;foram apresentados durante uma solenidade, na manh&#227; desta segunda-feira (07.03), no audit&#243;rio do Comando-Geral da PM. De acordo com os [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/patrulha-maria-da-penha-zera-casos-de-feminicidios-entre-mulheres-acompanhadas-pelo-programa/">Patrulha Maria da Penha zera casos de feminicídios entre mulheres acompanhadas pelo programa</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/REC-html40/loose.dtd"><br />
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<p dir="ltr" style="text-align: justify">A Patrulha Maria da Penha da Pol&iacute;cia Militar de Mato Grosso n&atilde;o registrou nenhum caso de feminic&iacute;dio entre as 3.177 mulheres acolhidas e acompanhadas pelo programa, no ano de 2021. Os dados relativos ao ano passado&nbsp;foram apresentados durante uma solenidade, na manh&atilde; desta segunda-feira (07.03), no audit&oacute;rio do Comando-Geral da PM.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify">De acordo com os dados apresentados, foram recebidas pelo programa, o total de 7.612 medidas protetivas de urg&ecirc;ncias. Deste n&uacute;mero, houve descumprimento da ordem judicial em apenas 110 casos, resultando em uma efici&ecirc;ncia de 99% na fiscaliza&ccedil;&atilde;o das medidas protetivas. Ainda segundo o balan&ccedil;o, houve reincid&ecirc;ncia da viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica e familiar em 123 casos, causando 96% de efetividade na preven&ccedil;&atilde;o de novos crimes contra as v&iacute;timas acompanhadas pelo programa.&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify">No evento da manh&atilde; desta segunda-feira (07), o comandante-geral da PMMT, coronel Jonildo Jos&eacute; de Assis, destacou os dados positivos apresentados e a import&acirc;ncia da prote&ccedil;&atilde;o &agrave;s mulheres v&iacute;timas de viol&ecirc;ncia. &ldquo;Vimos neste relat&oacute;rio o qu&atilde;o importante &eacute; estarmos atentos, incentivando e assim melhorando cada dia mais as a&ccedil;&otilde;es da&nbsp;Patrulha&rdquo;.&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify">A presidente do Tribunal de Justi&ccedil;a de Mato Grosso, desembargadora Maria Helena P&oacute;voas, destacou o papel da Pol&iacute;cia Militar na execu&ccedil;&atilde;o do programa. A magistrada ainda mencionou que o TJMT possui um projeto chamado &lsquo;Quebre o Ciclo&rsquo;, em que a mulher v&iacute;tima de viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica pode acionar uma medida protetiva via aplicativo&nbsp;e ainda obter acompanhamento pela Patrulha Maria da Penha.&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify">A coordenadora de Pol&iacute;cia Comunit&aacute;ria e Direitos Humanos, respons&aacute;vel pelo projeto, tenente-coronel Emirella Martins,&nbsp;afirmou que os n&uacute;meros s&atilde;o satisfat&oacute;rios, pois conseguiu alcan&ccedil;ar o objetivo que &eacute; evitar a ocorr&ecirc;ncia de&nbsp;feminic&iacute;dios entre as acolhidas. &#8220;O&nbsp;&iacute;ndice de reincid&ecirc;ncia e de descumprimento das medidas foram bem baixos, sinal de que estamos no caminho certo&#8221;.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify">Em 2021, o programa ampliou a abrang&ecirc;ncia de 15 para 64 munic&iacute;pios no Estado;&nbsp;realizou 13.135 atendimentos, entre visitas solid&aacute;rias &agrave;s v&iacute;timas, encaminhamentos para outras institui&ccedil;&otilde;es (como sa&uacute;de, educa&ccedil;&atilde;o, servi&ccedil;o social e outros), al&eacute;m de palestras, lives, blitz educativas e capacita&ccedil;&otilde;es. A Patrulha Maria da Penha tamb&eacute;m visitou 2.500 homens monitorados e realizou a pris&atilde;o de 45 agressores que descumpriram as medidas judiciais.</p>
<p style="text-align: justify">Tamb&eacute;m participaram da solenidade o coronel Paulo Cesar da Silva, comandante da Diretoria de Ensino, Instru&ccedil;&atilde;o e Pesquisa da PM (Deip); coronel Edvan Manoel de Azevedo, comandante do Comando Especializado da PM (Cesp); o senador da Rep&uacute;blica Jayme Campos; a deputada federal Rosaneide; a vereadora de Cuiab&aacute;, Michelly Alencar, entre outras autoridades civis e militares.</p>
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<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.mt.gov.br/web/pm/-/19062167-patrulha-maria-da-penha-zera-casos-de-feminicidios-entre-mulheres-acompanhadas-pelo-programa#263" rel="noopener">GOV MT</a></div>
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