quinta-feira, abril 16, 2026

Sex Talk leva bate papo sobre bem-estar sexual para as empresas

Roberta Pavon e Vivi Zanuto comandam o Sex Talk
Divulgação

Roberta Pavon e Vivi Zanuto comandam o Sex Talk

“Nós não vamos ensinar ninguém a fazer sexo. Falar de sexo é falar de bem-estar”, vai logo avisando Vivi Zanuto, ao falar do Sex Talk, iniciativa que leva para o ambiente corporativo bate-papos sobreo tema. O Sex Talk surgiu das experiências pessoais das sócias Roberta Pavon, que é terapeuta e dona de uma marca de produtos sensuais, e Vivi, que é treinadora e fundadora do Instituto Eu UniVerso de Desenvolvimento Humano e Sexualidade Consciente.

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“A plataforma tem vários produtos, entre eles o Sex Talk Company. Há muitas empresas criando áreas de diversidade”, analisa Roberta. “É um projeto bem disruptivo, falar de sexualidade nas empresas é inédito, mas nós levamos conhecimento e reflexões. O colaborador que está em dia com seu bem-estar sexual estará mais feliz, vai ter mais resultados, além de se sentir mais acolhido, olhado pela empresa, será um funcionário mais feliz, é uma forma de cuidar dos dois, empregados e empregadores”, explica Vivi.

O objetivo é quebrar as barreiras. Todo mundo concorda que é preciso naturalizar e normalizar a sexualidade. “Nós já tivemos alguns projetos-piloto e foi uma experiência muito legal, de muita abertura”, conta Roberta. “Ao final, muita gente disse que não sabia a maior coisas que a gente apresentou”, lembra.

O projeto propõe uma reflexao sobre temas como patriarcado, libido, energia sexual, formas de desejo, como funciona o corpo de cada um, tudo de uma forma leve, descontraída. “Só de iniciar a palestra, as pessoas já se sentem mais soltas, livres de padrões, crenças e tabus”, garante Vivi.

O objetivo é despertar para um tema necessário como bem-estar sexual, que flerta com a autoestima, o amor próprio. “Nós não temos educação sexual nas escolas, nem em casa. O resultado são crenças disfuncionais, 50% da pessoas não estão satisfeitas, se estivessem estariam mais bem humoradas”, diz Roberta.

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Segundo Vivi, a ONU coloca quatro pilares para o bom desenvolvimento humano: família, trabalho, lazer e vida sexual. “Queremos levar essa conscientização. A gente sabe que é um desafio, há empresas mais fechadas, mas o projeto está super estruturado. Alguém tem de começar um movimento. É ousado, mas há muitas marcas olhando para o bem-estar sexual com o viés de educação. Será um legado que a empresa vai deixar”, diz Vivi. O maior ativo das empresas, afinal, são as pessoas. “Quando a gente leva conscientização para as empresas, leva o bem-estar de uma forma geral”, resume.

Grupos de mulheres, mistos, grupo de homens. De cada empresa.

Fonte: Mulher

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