sexta-feira, setembro 18, 2026

Secretaria da Mulher apresenta projeto Mãos Amigas ao Ministério Público Estadual


MPE/MT

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A secretária municipal da Mulher, Luciana Zamproni, apresentou o projeto ‘Mãos Amigas’, nesta quarta-feira (9), às promotoras de Justiça do Centro de Apoio Operacional (CAO) do Ministério Público de Mato Grosso. O encontro ocorreu na sede das Promotorias de Justiça da Capital e resultou na articulação de parceria entre as instituições para promoção de ações de combate e prevenção à violência contra a mulher.   

“As promotoras assistiram a Semana Pedagógica da Educação e quiseram conhecer o projeto para poder difundir em todo o Estado de Mato Grosso. Esse projeto começou menor para salão de beleza e tomou maiores proporções em virtude da necessidade que existe”, frisou a secretária.

A Secretaria da Mulher capacitou centenas de gestores escolares e educadores durante a Semana Pedagógica, que antecede o início do ano letivo, atendendo a Lei nº 14.164/2021, que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996) para incluir conteúdo sobre a prevenção da violência contra a mulher nos currículos da educação básica e instituiu a Semana Escolar de Combate à Violência contra a Mulher.

A ideia do Ministério Público Estadual é propor trabalhar a temática entre alunos de 7 a 15 anos da rede pública municipal, e depois expandir a iniciativa para escolas estaduais, particulares e de outros municípios.    

“O Município de Cuiabá está muito comprometido e sensível a essa causa, demonstrando um verdadeiro ativismo. Nada melhor do que podermos replicar esse conhecimento junto às demais unidades de ensino”, defendeu a promotora de Justiça Gileade Pereira Souza Maia, coordenadora do CAO Violência Doméstica. “Ficamos muito satisfeitas por ver que o Município de Cuiabá já tomou essa iniciativa. Queremos contribuir com esse trabalho”, disse a promotora de Justiça Elisamara Sigles Vodonós Portela, coordenadora Adjunta do CAO. 

Alcance

O Projeto Mãos Amigas busca capacitar, instruir e preparar os profissionais de diversas áreas a se tornarem agentes identificadores de casos de violência doméstica e familiar.

Até o momento, mais de 5 mil pessoas, entre profissionais de assistência social e saúde, agentes condôminos, educadores e gestores escolares, já foram habilitadas para a identificar e agir em caso de indicação de violência contra mulher. 

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