segunda-feira, junho 22, 2026

“No ano que vem, teremos um novo presidente”, diz bilionário


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Durante a Brazil Conference, nos EUA, promovida por alunos brasileiros de Harvard e MIT, Jorge Paulo Lemann disse que seu objetivo é melhorar educação no país
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Durante a Brazil Conference, nos EUA, promovida por alunos brasileiros de Harvard e MIT, Jorge Paulo Lemann disse que seu objetivo é melhorar educação no país

O empresário Jorge Paulo Lemann, que participou da oitava edição da Brazil Conference, neste sábado (9),  ao responder o que gostaria de ter feito daqui a um ano, disse que há eleições acontecendo no país e que “teremos um novo presidente”. O evento é promovido pela comunidade brasileira de estudantes de Harvard e MIT, em Boston, nos Estados Unidos.

“Temos uma eleição em curso no Brasil. No ano que vem, teremos um novo presidente”, afirmou Lemann. “Meu objetivo básico é tentar melhorar a educação no Brasil. Temos um kit sobre como aprimorar a educação no Brasil, e estou ansioso para apresentar esse kit e as coisas em que temos trabalhado nos últimos anos. ”

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Homem mais rico do país segundo a revista “Forbes”, o empresário  participou do evento ao lado de um novo bilionário brasileiro na lista da publicação, Henrique Dubugras, e de Justin Mateen, cofundador do aplicativo Tinder, debatendo a inovação nos modelos de trabalho pós-Covid.

Para Lemann, “abrir um caminho para a educação no Brasil” é o que o país mais precisa  “para ser bem-sucedido nas próximas décadas” 

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“Então, a principal coisa que estou buscando é tentar melhorar a educação,torná-la mais efetiva em termos de fazer mais brasileiros participarem da economia ou de start-ups ou até mesmo serem competitivos no mundo.”

Em setembro do ano passado, ao participar de uma videoconferência organizada pelo Movimento Pessoas à Frente, entidade que a Fundação Lemann apoia, dissera estar preocupado com o Brasil.

“Ando um pouco preocupado com o Brasil ultimamente. Acho que o brasileiro normalmente é uma pessoa de diálogo, quer andar para frente. E, ultimamente, nós estamos numa fase de “queremos brigar mais do que dialogar”.  Muita gente usando fake news para se promover e promover as suas ideias, e torna mais difícil o diálogo”, afirmara o empresário.

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