segunda-feira, abril 20, 2026

Fonoaudióloga alerta que dormir mal pode interferir na alimentação

Sono das crianças pode afetar aceitação alimentar
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Sono das crianças pode afetar aceitação alimentar

O que a alimentação tem a ver com o sono? Estudos comprovam que a má alimentação está diretamente ligada à qualidade do sono de uma forma cíclica. Ou seja, quando dormimos mal, nos alimentamos com produtos menos saudáveis e esse tipo de alimentação vai impactar de forma negativa na qualidade do nosso sono. 

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De acordo com a fonoaudióloga Carla Deliberato, especializada em pacientes com dificuldades alimentares, os pais que procuram o seu consultório nunca cogitam a relação dos distúrbios alimentares da criança à qualidade do sono. 

“Quando a criança dorme bem, ela mantém o hormônio da fome (grelina) num parâmetro aceitável e quando o sono não está adequado, isso irá influenciar diretamente nesse hormônio. Além disso, a criança ficará irritada ao longo do dia e o processo de alimentação que já está difícil, poderá se acentuar”, afirma.

Carla complementa que nesses episódios, ela orienta aos pais, a não estimularem desafios na alimentação, pois isso piora a situação, o que será estressante para a família e para a criança.  

“O sono e a alimentação caminham juntos e têm muita importância na saúde da pessoa. Desse modo, as crianças que sofrem de constipação, refluxo ou baixo teor de ferro com a falta de sono, podem ficar mais arredias e agressivas para tolerar novos alimentos”, alerta.

A fonoaudióloga diz que no seu consultório, se os pais relatam que a criança não está dormindo bem é feito um encaminhamento para uma um especialista em sono.

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“Existem relatos dos pais de que as crianças acordam muitas vezes durante à noite, assim como os bebês. No segundo caso, há bebês, por exemplo, que acordam mais por uma questão de apego com a família e não por fome. Em outros casos, a criança precisará de uma rotina adequada, com horários regrados, para não alterar sua relação de fome e saciedade ao longo do dia. Então, cada quadro clínico precisa ser analisado de forma particular”, diz a especialista. 

Fonte: IG Mulher

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