quinta-feira, junho 25, 2026

Fisioterapia motora e respiratória reduzem tempo de internação de pacientes do Hospital Municipal de Cuiabá


Davi Valle

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Pessoas que precisam de reabilitação em decorrência de traumas, neurologia e cirurgia geral têm o tempo de internação reduzido, por meio da fisioterapia motora e respiratória, realizada no Hospital Municipal de Cuiabá e Pronto Socorro “Dr. Leony Palma de Carvalho”- HMC. 

Segundo balanço divulgado pelo setor, foram executados no mês de janeiro 12.125 procedimentos, fevereiro 11.217, março 16.680, abril 14.935, maio 13.013, junho 8.285, julho 13.061, agosto 12.902, setembro 13.563, outubro 14.235, novembro 12.395, dezembro 13.452. Totalizando 155.863 procedimentos no ano de 2021.

A coordenadora do setor de fisioterapia, Myrella El Ali, explica que a equipe de fisioterapeutas é composta por aproximadamente 80 profissionais especialistas, mestres, doutores, além de funcionários capacitados e humanizados para desempenhar um tratamento de qualidade, bem como, uma alta segura e estável. 

“Aliado a equipe de profissionais qualificados, o HMC oferece todo estrutura necessário para a reabilitação de baixa, média e alta complexidade dos pacientes. O setor dispõe de ciclos ergômetros a ventiladores mecânicos de alta tecnologia, que proporciona um importante desempenho na reabilitação motora e respiratória”, ressalta.

A fisioterapeuta, Talita Souza, que também atua na coordenação, pontua que a fisioterapia respiratória pode prevenir e tratar doenças respiratórias, por meio de diversas técnicas e procedimentos terapêuticos, tanto em nível ambulatorial, hospitalar ou de terapia intensiva. 

“O objetivo é melhorar a função pulmonar, através da desobstrução brônquica, da expansão das áreas pulmonares colapsadas e no equilíbrio da relação ventilação/perfusão. Reduzindo assim, o tempo de hospitalização, pois inicia precocemente a reabilitação e proporciona a qualidade na internação de cada paciente”, diz.

Segundo o prefeito Emanuel Pinheiro, a fisioterapia vai desde o aspecto assistencial a redução do custo financeiro.

“Minha gestão investiu em tecnologia e em profissionais capacitados para garantir a recuperação dos pacientes. O tratamento fisioterapêutico adequado resulta em melhor qualidade de vida ao paciente, reduz a dor, e é isso que importa!”, destaca.

O diretor geral Paulo Rós, da Empresa Cuiabana de Saúde Pública-ECSP, que administra o HMC, ressalta que a maior demanda na parte de fisioterapia é a reabilitação da parte respiratória, e em sequências a neurologia e ortopedia.

“Entendemos que a fisioterapia proporciona a recuperação mais rápida do paciente, aumenta a rotatividade dos leitos, diminui as chances de infecções hospitalares e minimiza os custos com medicamentos”, pontua.

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