quinta-feira, junho 11, 2026

Estado de São Paulo tem 3º caso de varíola dos macacos confirmado


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Vírus da 'varíola dos macacos'
Foto: Centro de Controle de Doenças/Divulgação – 20/05/2022

Vírus da ‘varíola dos macacos’

A cidade de São Paulo tem o segundo caso de  varíola dos macacos confirmado. Trata-se do quadro de saúde de um paciente de 31 anos internado no Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Ele passa bem e tem um quadro muito semelhante ao primeiro paulista a testar positivo para a infecção no hospital.

Ao todo, o Brasil soma cinco casos da doença. Três no estado de São Paulo, um no Rio Grande do Sul e outro no Rio de Janeiro. O atual diagnóstico da capital paulista já foi confirmado pelo laboratório Adolfo Lutz, referência neste tipo de serviço e, portanto, não há duvidas sobre a natureza da infecção.

Em comum, todos os casos brasileiros apresentaram diagnósticos de baixa gravidade com pacientes que passam bem. No Rio Grande do Sul, por exemplo, o paciente já até estava livre do período de isolamento quando seu caso foi efetivamente confirmado. Em Vinhedo, no interior paulista, e na cidade do Rio, os pacientes estão em isolamento domiciliar.

Em nota, a secretaria de Saúde de São Paulo informou que “a Vigilância Epidemiológica do município, em parceria com o Estado, monitora o caso e seus respectivos contatos.”

Prevenção

A infectologista Claudia Mello, do Emílio Ribas, diz que é importante ressaltar que tratam-se de casos importados, que afastam a ideia de uma transmissão brasileira da monkey pox, nome original da infecção. Além disso, ela explica que a cartilha de prevenção, neste momento, é a mesma utilizada para evitar contato com outras doenças infecciosas.

“São medidas de prevenção a higiene das mãos, o uso de máscara, evitar o contato com pessoas que tenham lesões ou infecções respiratórias. O mesmo vale para contato sexual, é indicado o uso de preservativo para prevenir-se de diversas doenças” diz. “A monkey pox não é tão transmissível, quanto a Covid-19, mesmo contatos domiciliares, por exemplo, não são indicados a realizar quarentena”.

A doutora Claudia Mello explica que a definição de risco de infecções próximo incluí exemplos como diálogo a menos de 1m de distância sem uso de máscara com alguem infectado, contato direto com secreções, feridas, ou erupções cutâneas, contato físico com o paciente positivado sem a posterior higiene das mãos e contato sexual.

Fonte: IG SAÚDE

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