sábado, abril 25, 2026

Entenda como a dieta mediterrânea pode proteger o cérebro de Alzheimer

Entenda como a dieta mediterrânea pode proteger o cérebro de Alzheimer
Redação EdiCase

Entenda como a dieta mediterrânea pode proteger o cérebro de Alzheimer

Dados de um estudo recente publicado na revista Neurology revelam que uma boa alimentação é essencial para uma vida longa e saudável. Além disso, evita possíveis doenças que causam disfunção cerebral. Os pesquisadores da Universidade RUSH, em Chicago, nos Estados Unidos, sugeriram que as pessoas adeptas às dietas mind e mediterrânea tendem a acumular menos proteínas associadas à doença de Alzheimer no cérebro.

De acordo com a nutricionista Marianne Fazzi, essas dietas são baseadas em alimentos frescos, isto é, in natura. Por isso, possuem vários nutrientes, que beneficiam a saúde mental e ajudam na prevenção de doenças crônicas.

Resultados do estudo

Para a realização do estudo, os pesquisadores rastrearam a dieta de 581 norte-americanos idosos, com idade média de 84 anos. Eles foram orientados a responderem a questionários anuais sobre suas alimentações até falecerem e concordaram em ter seus cérebros estudados após a morte. Depois do falecimento, os cientistas examinaram a mente de cada voluntário a fim de descobrir quantas placas amiloides ou emaranhados da proteína tau haviam se formado. Ambos os componentes estão associados à doença de Alzheimer.

Os pesquisadores descobriram que os idosos que eram adeptos à alimentação englobada na dieta mediterrânea se mostraram 18 anos mais jovens do que os idosos com outros tipos de alimentação. Já os adeptos da dieta mind aparentaram ser 12 anos mais jovens.

Benefícios das dietas

Marianne explica que a dieta mediterrânea consiste no consumo de frutas, verduras, legumes, leguminosas, peixes, laticínios e gorduras boas. Já a dieta mind possui o mesmo princípio da mediterrânea, mas com um maior estímulo ao consumo de alimentos que promovam a saúde cognitiva. “Ingerir alimentos ricos em flavonoides e antioxidantes, que são aqueles alimentos avermelhados e roxos, que ajudam a preservar a função cognitiva[, é importante]”, pontua.

Segundo ela, o ômega 3 é essencial na formação das membranas cerebrais, assim como proteínas do complexo B e vitaminas E, C e selênio. “As membranas das bilhões de células cerebrais são construídas a partir do ômega 3. Há evidências que relacionam o baixo consumo desse ácido graxo a problemas cognitivos e que ele auxilia no tratamento de inflamações no cérebro . Além disso, as proteínas do complexo B estão associadas à produção de neurotransmissores, enquanto as vitaminas E, C e selênio possuem ação antioxidante, retardando o envelhecimento das células do cérebro”, ressalta a nutricionista.

Por Evelyn Guimarães

Fonte: Saúde

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Alunos de projeto social do CBMMT conquistam nove medalhas em campeonato estadual de Jiu-Jitsu

Alunos do projeto social Bom-Jitsu, iniciativa do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso (CBMMT), conquistaram nove medalhas no Campeonato Mato-grossense 2026 de Jiu-Jitsu (GI),...

Arena Pantanal recebe segunda rodada do FIFA Series de futebol feminino nesta terça-feira (14)

A Arena Pantanal, em Cuiabá, recebe, nesta terça-feira (14.4), a segunda rodada do FIFA Series, com confrontos do futebol feminino internacional. A programação começa...

Sine Estadual oferta mais de 2.537 vagas de trabalho nesta semana

O Sistema Nacional de Emprego (Sine-MT), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), está ofertando 2.537 vagas de emprego...

Sejus articula ações com instituições para ampliar vagas e fortalecer sistema prisional em Mato Grosso

A Secretaria de Estado de Justiça (Sejus) sediou, nesta segunda-feira (13.4), uma reunião institucional com representantes do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e...