O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) entrou com um pedido de suspensão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde, da Câmara Municipal de Cuiabá, que investiga a existência de um esquema de desvio de verbas da Saúde da Capital. O pedido do prefeito foi negado pelo juiz Roberto Teixeira Seror, da 1ª Vara Especializada da Fazenda Pública.
A CPI tem como base as diversas operações policiais que tiveram como alvo a Secretaria de Saúde, como a Sangria, Overpriced, Curare, Colussão, Capistrum e Cupincha e é presidida pelo vereador Marcos Paccola (Republicanos), que recentemente matou o agente socioeducativo Alexandre Miyagawa.
Paccola afirmou na tribuna durante sessão desta quinta-feira (7) que Emanuel tentou por vias judiciais anular a CPI e que agora vai usar a morte do agente politicamente para descredibilizar a investigação.
Além de Paccola, a Comissão conta com dois vereadores da base – Marcrean Santos (PP), que é o relator, e Chico 2000 (PL) como membro.

