domingo, abril 19, 2026

Destino dos Famosos: a Cidade Imperial de Petrópolis

Mariana Ximenes e Fernanda Paes Leme curtindo o clima de Petrópolis
Reprodução/Instagram 20.04.2023

Mariana Ximenes e Fernanda Paes Leme curtindo o clima de Petrópolis

Petrópolis é uma das principais cidades turísticas da serra fluminense. Conhecida como “Cidade Imperial”, o município tem muito a oferecer aos seus visitantes, seja por suas belezas naturais ou pelos monumentos históricos. O apelido da cidade foi designado pelo ex-presidente João Figueiredo (1918-1999) graças à importância que Petrópolis teve durante a formação do Império Brasileiro.

De acordo com a Secretaria de Turismo do município, a região onde a cidade se desenvolveu impressionou D. Pedro I durante suas viagens, ainda nos anos de 1820, o que fez com que o então imperador comprasse uma fazenda na região.

A presença do monarca deu à cidade o status de capital imperial. “D. Pedro II fez dessas terras sua cidade de veraneio. Fundada por ele, Petrópolis já foi capital do Império e centro da atenção nacional”, relata a Secretaria de Turismo da Cidade Imperial.

Hoje em dia, atrações como o Palácio de Cristal, o Museu Imperial e o Palácio Rio Negro são evidências da passagem da família real pela cidade e ajudam a contar um pouco da história do Brasil.

Petrópolis é visitada por pessoas de todo o país , incluindo as famosas. Mariana Ximenes, por exemplo, já esteve na cidade e aproveitou uma das belas cachoeiras do local. Já Fernanda Paes Leme aproveitou o clima serrano do município e se hospedou em um resort de luxo da região.

O que fazer em Petrópolis?

Começando pelos pontos históricos, o Museu Imperial é um palácio de estilo neoclássico que fica situado no Centro Histórico de Petrópolis. O prédio foi construído por Dom Pedro II na fazenda que seu pai comprara para passar as longas temporadas com a família real no século 19.

Durante a visitação, o turista tem acesso a milhares de itens históricos e originais da família imperial, como documentos, esculturas, fotografias, móveis, pinturas e roupas. Ainda é possível admirar os belos jardins e demais anexos ao Palácio, que oferecem exposições e são palcos de outras atrações culturais.

Seguindo o roteiro histórico, a próxima parada obrigatória é Palácio de Cristal, que possui esse nome por ser revestido quase totalmente por vidro, fixado por uma estrutura de ferro. A inspiração para a construção veio dos palácios de cristais de Londres (Inglaterra) e do Porto (Portugal).

É uma atração muito utilizada em Petrópolis para eventos culturais da cidade, sendo o maior deles a Bauernfest – tradicional festa alemã que homenageia os primeiros colonos que chegaram à região.

Outro palácio importante da cidade é o Quitandinha. Construído para ser o maior cassino da América do Sul, em 1941, o edifício conta com seis andares e uma fachada em estilo normando francês, com interior em formato rococó.

O prédio é composto por 440 apartamentos e 13 salões distribuídos em cerca de 50 mil metros quadrados de área construída, e hoje funciona como um dos mais icônicos hotéis da região.

O Quitandinha é considerado o maior palácio do Brasil e, ao longo de sua história, já recebeu grandes personalidades como Carmem Miranda, Getúlio Vargas e Walt Disney.

Para quem quer manter o clima de sofisticação, conhecer a Avenida Koeler é uma boa pedida. A rua, que é a mais cara da cidade, abriga mansões e reúne diversos edifícios históricos, muitos deles reconhecidos como Patrimônios Históricos do Brasil.

Entre algumas das atrações importantes da avenida estão: a Casa da Princesa Isabel, que hoje abriga exposições; o Museu Palácio Rio Negro, construído em 1889, pelo Barão do Rio Negro, e que serviu de residência de verão para os presidentes do Brasil, especialmente quando o Rio de Janeiro era a capital federal; o Solar Dom Afonso, casarão construído no estilo neoclássico, que hoje funciona como um hotel; e a Praça da Liberdade, local histórico onde ex-escravos se reuniam para negociarem a liberdade daqueles que ainda não haviam obtido a alforria.

Continuando no roteiro sobre ruas históricas de Petrópolis, para aquelas mais econômicos, as ruas Teresa e 16 de Março são ótimas pedidas, especialmente para quem deseja fazer compras na cidade imperial, uma vez que o município é conhecido por ser um polo da indústria têxtil. Ambas vias são praticamente shoppings a céu aberto. Por lá, o turista encontra inúmeros bazares, boutiques e lojas para não deixar a cidade de mãos vazias.

Depois de tanto bater pernas em um dia cheio de compras, nada melhor do que se resfrecar com uma cerveja, para aqueles que amam a bebida. Vale reservar um espaço no dia para visitar a Cervejaria Bohemia.

Inaugurada originalmente em 1853, a cervejaria é aberta ao público para visitação e conta com 20 ambientes para circulação. Os espaços reúnem gastronomia e entretenimento, assim como curiosidades sobre a produção da bebida e história da fábrica. No espaço também há o boteco Bohemia, que oferece petiscos, bebidas e música ao vivo nos finais de semana.

Já para os amantes de exposições, Petrópolis é um ótimo lugar para consumir arte na serra fluminense, com diversas casas de cultura. Uma delas é a Casa de Santos Dumont, construída em 1918, e que abriga um grande acervo com objetos pessoais da pai da aviação. A Casa do Colono é outro espaço histórico. Erguido em 1847, o local foi transformado em museu em 1976.

Construída por imigrantes alemães, a casa aborda a vivência dos primeiros colonos que chegaram à Petrópolis, com acervo que inclui itens originais como móveis e utensílios utilizados na época.

Outra opção é a Casa Stefan Zweig, conhecida como “Memorial do Exílio”, um espaço cultural que funciona na casa do escritor judeu austríaco homônimo. Zweig (1881-1942) viveu na residência com sua segunda esposa, Lotte, após a fuga da Alemanha Nazista, durante a Segunda Guerra Mundial.

Na casa, o austríaco produziu grandes obras que o transformaram em um dos grandes biógrafos do mundo da época. Foi também na residência que ele e sua esposa se suicidaram, após constatarem o horror da guerra e a destruição que tomou a Europa.

Um dos destaques do museu é o tabuleiro de xadrez em tamanho grande montado no jardim da casa. A obra é em homenagem ao último livro do escritor, que teve lançamento póstumo, chamada “Schachnovelle” (O livro do xadrez).

Tabuleiro de xadrez na Casa Stefan Zweig, em Petrópolis
Reprodução/Instagram 20.04.2023

Tabuleiro de xadrez na Casa Stefan Zweig, em Petrópolis

Petrópolis também tem belas opções para os amantes da natureza, tendo como destaque o Parque Nacional da Serra dos Órgãos, que abrange mais três municípios além da cidade serrana.

Com mais de 20 mil hectares de floresta preservada, o parque reúne cachoeiras, piscinas naturais, grutas e paisagens estonteantes. Uma das atividades mais árduas é realizar a trilha do Morro do Açú.

A caminhada dura cerca de seis horas e atinge mais de 2.200 metros de altura, de onde é possível ter uma vista da Baía de Guanabara e do Dedo de Deus, pontos da capital fluminense.

Para quem busca uma atividade mais tranquila, conhecer a trilha da Cachoeira Véu da Noiva é uma boa opção. O caminho leva cerca de duas horas desde a entrada do parque até a queda d’água, de 70 metros de altura.

O Circuito das Bromélias é outra opção para aqueles que não querem se cansar tanto. Com 30 minutos de caminhada já é possível chegar na atração que conta ainda com poços ao longo do caminho para os visitantes se refrescarem.

Outro atrativo imperdível é a Cachoeira da Macumba que conta com duas quedas – uma com 15 metros e outra com 35 metros de altura.

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Fonte: Turismo

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