quinta-feira, agosto 13, 2026

Construção e disseminação de entendimento uniforme são defendidas


Com o objetivo de promover maior articulação interinstitucional, entender os procedimentos metodológicos para fins de quantificação e qualificação das degradações ambientais e buscar estratégias para o seu enfrentamento, o Ministério Público Estadual, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SEMA/MT) vêm compartilhando experiências. Nos dias 17 e 18 de fevereiro, representantes das três instituições se reuniram na sede do INPE em São José dos Campos (SP) e definiram a realização de uma missão conjunta, a ser executada nos próximos meses, para troca de informações sobre as ações realizadas em campo.

Durante a reunião, foi estabelecido ainda que o trabalho colaborativo deverá ser intensificado visando aperfeiçoar o monitoramento do desmatamento e da degradação florestal na Amazônia. As equipes avançaram, mutuamente, no entendimento das principais questões relacionadas ao processo de desmatamento, o seu monitoramento e as especificidades de seu combate.

Foram identificadas também as lições aprendidas, oportunidades e necessidades para contínuo aprimoramento das ações de monitoramento e combate do desmatamento, de forma sinérgica e transparente, entre as diferentes esferas da federação. A Secretaria de Estado do Meio Ambiente expôs resultados e análises recentes sobre o monitoramento do desmatamento e o INPE apresentou em detalhes a concepção e metodologia para a execução das operações nos Sistemas de Monitoramento, que envolvem os projetos PRODES e DETER.

 Participaram das discussões o coordenador do Programa de Monitoramento da Amazônia e demais biomas (PAMZ+) do INPE, Cláudio Almeida, o chefe da divisão de observação da terra e geoinformática (DIOTG), Luiz Aragão, a secretária de Estado do Meio Ambiente de Mato Grosso, Mauren Lazzaretti, o secretário-executivo de Meio Ambiente, Alex Marega, o coordenador de Geoprocessamento e Monitoramento Ambiental, André Dias, e o promotor de Justiça coordenador do Centro de Apoio à Execução Ambiental do Ministério Público, Marcelo Vacchiano. As equipes técnicas do PAMZ+ e do projeto SatAlertas, desenvolvido pelo MPMT, também participaram do encontro.

Fonte: MP MT

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