O juiz Hiram Armênio Xavier Pereira, da 2ª Vara Federal em Mato Grosso, suspendeu o concurso público de investigador e escrivão de Polícia Civil. A ação foi proposta pela Defensoria Pública da União (DPU) contra o Estado de Mato Grosso e a Fundação Universidade Federal de Mato Grosso.
A DPU requer o fornecimento, em 48 horas, das imagens e gravações do Teste de Aptidão Física (TAF) para os candidatos que assim o desejarem e além disso, quer que seja reaberto o prazo recursal por 48 horas para a apresentação das razões dos recursos administrativos pelos candidatos.
A UFMT está negando a filmagem do TAF, alegando que as gravações serão utilizadas por ela própria e que o edital não prevê a disponibilização aos candidatos. No entanto, o juiz afirmou que a negativa da banca examinadora não tem amparo legal, muito menos constitucional e que não convém guardar informações públicas em segredo.
Enquanto as providências não forem tomadas, o concurso continuará suspenso.

