A comissão criada para investigar as causas do aumento da criminalidade na Região Norte ouviu nesta quinta-feira (14) a antropóloga Beatriz Matos, viúva do indigenista Bruno Araújo, assassinado em junho no Vale do Javari (AM). Ela pediu que a mobilização em torno da morte do marido sirva para cobrar mais segurança na região e lamentou a falta de apoio do governo federal. Segundo Jader Marubo, liderança indígena também presente na reunião, nada foi feito para impedir novas ameaças à indigenistas e funcionários da Funai.
Fonte: Agência Senado

