domingo, abril 19, 2026

Alexandre Silveira deve ser relator da PEC da Transição, diz Castro

Alexandre Silveira será relator da PEC da Transição, diz Marcelo Castro
GUSTAVO LIMA

Alexandre Silveira será relator da PEC da Transição, diz Marcelo Castro

O senador Alexandre Silveira (PSD-MG) deve ser o relator da PEC da Transição. O anúncio foi dado nesta segunda-feira (5) pelo senador e relator-geral do Orçamento de 2023, Marcelo Castro (MDB-PI), após uma reunião entre a equipe de transição e membros do Senado.

Além do relator do Orçamento de 2023, estavam presentes na reunião o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), o presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

Alexandre Silveira é considerado aliado do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de Pacheco, e é cotado pelo parlamento para ser o relator da PEC, disse Castro ao sair do evento.

Segundo Castro, a proposta da retirada do Bolsa Família do teto de gastos deve durar dois anos. O texto final da proposta de emenda à Constituição ainda deve passar por mudanças nas próximas 24 horas, disse.

O senador destacou que a medida deve ter duração de dois anos para tramitar com maior segurança pelo Congresso. “A PEC será modificada no substitutivo para dois anos, pois há um número expressivo de deputados e senadores resistentes em aprovar a matéria por quatro anos”, disse.

O projeto, de acordo com Castro, deve passar pela CCJ do Senado nesta terça-feira (6). Já o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) afirmou neste domingo (4) que a votação para a PEC da Transição deve ocorrer nesta quarta-feira , dia 7. 

Atualmente, o texto da proposta sugere R$ 198 bilhões, dos quais R$ 175 bi são destinados para o pagamento do Bolsa Família de R$ 600 com um adicional de R$ 150 por criança menor de seis anos, além de outros R$ 23 bilhões destinados para outras políticas do futuro governo, como o aumento real do salário mínimo e investimentos em infraestrutura.

Castro afirma que, com a aprovação do texto final, as modificações no texto devem  contar com o apoio de até 55 senadores. Para ser aprovada, a PEC precisa de 49 votos a favor do texto no Senado e, logo em seguida, deve passar pela Câmara de deputados.

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Fonte: IG ECONOMIA

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