quinta-feira, outubro 15, 2026

Facebook e Instagram vão cobrar R$ 55 por mês por selo de verificação

Meta Verified chegará ao Brasil nas próximas semanas
Unsplash/Dima Solomin

Meta Verified chegará ao Brasil nas próximas semanas

A Meta, empresa dona do Facebook, Instagram e WhatsApp, anunciou nesta quarta-feira (7) que o Meta Verified estará disponível no Brasil nas próximas semanas. A assinatura mensal, que dá direito ao selo de verificação, custará entre R$ 45 e R$ 55 no país.

Atualmente, o Meta Verified está sendo testado em países como Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos, Reino Unido e Canadá. “Os resultados têm sido ótimos e o objetivo é seguir investindo em recursos que vão ajudar no crescimento dos criadores”, disse a empresa.

Além do selo de verificação, a assinatura do pacote dá direito a:

  • Mais proteção e monitoramento proativo contra perfis falsos, que geralmente usam a imagem de pessoas que possuem uma audiência online relevante;
  • Ajuda de uma pessoa real para resolver problemas comuns que a sua conta pode apresentar;
  • Recursos exclusivos para produzir conteúdo.

No Brasil, a assinatura vai custar R$ 45 por mês para quem se cadastrar pela web e R$ 55 por mês para quem adquirir o plano pelo aplicativo para Android ou iOS. Ao portal iG, a Meta esclareceu que o valor é cobrado por rede social, ou seja, se uma pessoa quiser ter os perfis do Facebook e do Instagram verificados, são necessárias duas assinaturas, e a cobrança mensal será dobrada.

O Meta Verified ficará disponível nas próximas semanas, e chegará a todos gradualmente. Para assinar o plano, é necessário ter no mínimo 18 anos e ter um histórico de publicações. Também é obrigatório o envio de um documento de identificação com foto, como RG ou CNH.

As contas do Facebook e do Instagram que já têm verificação por notoriedade manterão o selo gratuitamente, informou a Meta.

O Meta Verified segue a proposta adotada pelo Twitter com o Twitter Blue , permitindo que qualquer pessoa pague por um selo de verificação nas redes sociais. Antes, o processo levava em consideração a relevância de uma conta, verificando perfis de celebridades, políticos, ativistas e jornalistas, por exemplo.

Fonte: Tecnologia

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