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	<title>Arquivos vitimas - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos vitimas - FATO MT</title>
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		<title>Círculo de Construção de Paz reúne mulheres vítimas de violência doméstica em Sinop</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 15:18:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após experiências dolorosas com relacionamentos abusivos e episódios de violência de gênero, muitas mulheres precisam lidar com sentimentos pós-traumáticos, como o medo e a ansiedade. Para cuidar das emoções dessas vítimas, a 2ª Vara Criminal de Sinop (500 km ao norte de Cuiabá) realizou o primeiro Círculo de Construção de Paz para Mulheres em Situação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2023/06/01/4c969db1554cece9302196ee52a17984.jpg" width="300" height="192" align="left" alt="">Após experiências dolorosas com relacionamentos abusivos e episódios de violência de gênero, muitas mulheres precisam lidar com sentimentos pós-traumáticos, como o medo e a ansiedade. Para cuidar das emoções dessas vítimas, a 2ª Vara Criminal de Sinop (500 km ao norte de Cuiabá) realizou o primeiro Círculo de Construção de Paz para Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar, no Fórum do município. A metodologia da Justiça Restaurativa visa dar mais qualidade de vida às vítimas.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Segundo a juíza da 2ª Vara e coordenadora da Justiça Restaurativa, Débora Roberta Pain Caldas, a iniciativa faz parte do projeto de expansão das ações do Poder Judiciário que está fortalecendo as políticas públicas de prevenção, redução e eliminação da violência nos lares de Mato Grosso. A atividade em Sinop ocorreu segunda-feira (26/05).</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">“Nesse primeiro encontro tivemos a oportunidade de usar essa ferramenta maravilhosa da Justiça Restaurativa para dar um lugar seguro para que as mulheres sejam ouvidas, acolhidas, e quem sabe possam transformar o conflito em uma oportunidade de crescimento. Além disso, a atividade tem como essência estimular mulheres que passaram pela situação de violência a se reconectarem consigo mesmas”, afirmou Débora Caldas.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A magistrada adianta que será realizado um encontro por mês. “Tivemos um feedback muito legal das sete mulheres que compareceram. Algumas já se dispuseram a voltar como voluntárias. Percebemos que realizar mais um círculo com o mesmo grupo de mulheres pode ajudar  a fortalecer e até mesmo criar uma rede de apoio entre elas”, contou a juíza.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Como funciona? Com os círculos de paz, uma das ferramentas utilizadas pela Justiça Restaurativa para solução pacificada de conflitos, as mulheres possuem a oportunidade de falar sobre seus medos, dúvidas e anseios, e principalmente de expressar suas preocupações acerca do cuidado com os filhos e o seu autocuidado. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Os círculos são conduzidos por facilitadores certificados pelo Poder Judiciário, que atuam estimulando as mulheres para o uso consciente da fala e da escuta ativa, fazendo com que reflitam e reconheçam sua condição de vítima, e sua capacidade de ressignificar as experiências vividas ao lado do companheiro ou de outros familiares. O resgate da autoestima e do autovalor são trabalhados durante os círculos.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A advogada, Nara Cristina Nery, foi uma das facilitadoras dos círculos de paz em Sinop. “Essa atividade é uma alternativa para que as mulheres possam compartilhar histórias de vida. É um espaço seguro para elas poderem falar sobre suas emoções, de como está sendo vivenciar as etapas do processo, busca o fortalecimento emocional que o processo jurídico não alcança. Muitas vezes, nas salas de audiência a questão emocional não é tratada. Aqui é”, ressaltou.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">“Foi uma experiência enriquecedora ajudar essas mulheres a se sentirem mais seguras. Tanto a minha participação quanto a delas, é voluntária. E a cada vez que participo do círculo, principalmente agora voltado para as mulheres vítimas de violência, vejo como é uma ferramenta eficaz. Muitas entraram na sala receosas, sem saber o que esperar e o que vimos ao final foram mulheres mais leves”, pontuou Nara Cristina. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">#Paratodosverem &#8211; Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: Foto horizontal colorida. Fotografia colorida onde diversas mulheres aparecem sentadas em cadeiras formando um círculo.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Larissa Klein</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Assessoria de imprensa CGJ-TJMT</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/74479#fd2d28d2-a80a-4d7e-ac6d-7e3ae669e5d9" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>CAE aprova pagamento direto de indenização a familiares ou vítimas de acidentes aéreos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2023 14:16:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[acidentes]]></category>
		<category><![CDATA[aprova]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (30) o projeto de lei (PL) 4.494/2019, que obriga a empresa seguradora a pagar indenização por acidente aéreo diretamente ao usuário ou seus familiares, independentemente de culpa ou dolo do transportador. A matéria segue para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O projeto do senador [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (30) o projeto de lei (PL) <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/138147" rel="noopener" target="_blank">4.494/2019</a>, que obriga a empresa seguradora a pagar indenização por acidente aéreo diretamente ao usuário ou seus familiares, independentemente de culpa ou dolo do transportador. A matéria segue para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).</p>
<p>O projeto do senador Nelsinho Trad (PSD-MS) recebeu parecer favorável do senador Sérgio Moro (União-PR). De acordo com o autor, a matéria tem como objetivo “aumentar a rapidez e diminuir a burocracia” para as vítimas de acidentes aéreos.</p>
<p>Segundo o texto, a vítima deve ser indenizada em até 30 dias, contados a partir do pedido. Em caso de descumprimento, a seguradora deve pagar uma multa por atraso de 20% sobre o valor.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/30/cae-aprova-pagamento-direto-de-indenizacao-a-familiares-ou-vitimas-de-acidentes-aereos#2af46ae2-2222-4017-9012-4457d0ae0028" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Capacitação em atendimento humanizado de mulheres vítimas ocorre dia 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 May 2023 22:45:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra Mulheres do município de Primavera do Leste (a 231km de Cuiabá) promove, no dia 2 de junho, a capacitação “Agentes públicos e a prestação de atendimento humanizado às mulheres em situação de violência doméstica e/ou familiar”. Destinado a policiais civis e militares, o treinamento ocorre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:16px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif">A Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra Mulheres do município de Primavera do Leste (a 231km de Cuiabá) promove, no dia 2 de junho, a capacitação “Agentes públicos e a prestação de atendimento humanizado às mulheres em situação de violência doméstica e/ou familiar”. Destinado a policiais civis e militares, o treinamento ocorre presencialmente no Auditório das Promotorias de Justiça, das 8h às 11h30.  </span></span></p>
<p>  <span style="font-size:16px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif">A capacitação tem por objetivo sensibilizar e orientar agentes inseridos nas políticas de segurança pública acerca das questões relacionadas à violência contra a mulher, de forma a compreenderem a importância da prestação de atendimento humanizado, acolhedor e isento de pré-julgamentos, para que as vítimas se sintam amparadas e, de fato, seguras.</span></span></p>
<p>  <span style="font-size:16px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif">A programação inclui abertura, duas palestras, perguntas e debates. O primeiro tema a ser abordado, a partir das 8h30, será “A importância do atendimento prestado à mulher em situação de violência doméstica”, tendo como palestrante o psicólogo Wallace Rodolfo. As debatedoras serão a promotora de Justiça Nayara Roman Mariano Scolfaro, a assistente social Daniela da Cruz Talon Pacheco, e a 2ª sargento PMMT Vaneide Ferreira dos Santos.   </span></span></p>
<p>  <span style="font-size:16px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif">A segunda palestra será às 9h30, sobre “Aspectos psicológicos do atendimento ao público em casos de violência”, com a psicóloga clínica Regiane Silva de Anicésio e debates dos psicólogos Janete Araújo Ramos e Wallace Rodolfo. </span></span><br />   </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.mpmt.mp.br/conteudo/58/125272/capacitacao-em-atendimento-humanizado-de-mulheres-vitimas-ocorre-dia-2#e8c56aa6-9be0-4a8b-98da-9100a31a0f29" rel="noopener">Ministério Público MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>Pontes e Lacerda passa a contar com Sala da Mulher para acolher vítimas de violência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 May 2023 20:17:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[contar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Militar de Mato Grosso, por meio do 12º Comando Regional, sediado em Pontes e Lacerda (a 448 km a oeste de Cuiabá), em conjunto com a Coordenadoria de Polícia Comunitária e Direitos Humanos da (CPCDH), inaugurou a &#8220;Sala da Mulher&#8221;, no âmbito do Programa “Patrulha Maria da Penha”. O espaço foi criado com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img decoding="async" src="https://urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2023/05/29/bb9e1f791d075de002541e2dbafc4f05.jpg" width="300" height="225" align="left" alt="">A Polícia Militar de Mato Grosso, por meio do 12º Comando Regional, sediado em Pontes e Lacerda (a 448 km a oeste de Cuiabá), em conjunto com a Coordenadoria de Polícia Comunitária e Direitos Humanos da (CPCDH),  inaugurou a &#8220;Sala da Mulher&#8221;, no âmbito do  Programa “Patrulha Maria da Penha”. O espaço foi criado com o objetivo principal de prestar atendimento especializado, em um ambiente acolhedor, visando receber e ouvir de forma humanizada mulheres vítimas de violência doméstica.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A solenidade de inauguração ocorreu quinta-feira (25) e contou com a presença da juíza substituta Djéssica Giseli Küntzer, designada para a Terceira Vara Criminal de Pontes e Lacerda, que enfatizou a importância dessa iniciativa: &#8220;A delegacia de Pontes e Lacerda já possui um Núcleo de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Doméstica. A Sala da Mulher da PM vem para completar uma rede de atendimento às vítimas. De certa forma, é uma vitória para a Comarca, porque nem todos os lugares contam com salas específicas para esse acolhimento das vítimas, o que impede que muitas mulheres denunciem o agressor com receio de sofrerem algum constrangimento.&#8221;</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A tenente-coronel PM Emirella Martins, coordenadora da CPCDH, informou que a sala conta com uma brinquedoteca, especialmente construída e dedicada às crianças que eventualmente acompanham suas mães ou que também já foram vítimas de algum tipo de violência. “No contexto de violência contra às mulheres, observamos que a estrutura de atendimento à mulher em vários municípios do interior do Estado é bem diferente do disposto na Capital. Neste sentido, de pronto esta Sala de Atendimento à Mulher pela Patrulha Maria da Penha da PMMT garantirá um espaço seguro, acolhedor e propício para o recebimento de denúncias de violências contra às mulheres, bem como realizar o acompanhamento daquelas já acolhidas pelo programa de proteção Patrulha Maria da Penha”, explicou.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">“Além disso, também ofertará aos nossos policiais militares, condições adequadas para realizarem seu trabalho com foco no atendimento humanizado e no compromisso institucional de servir e proteger a sociedade, nesta, inclusa a mulher em situação de violência. A inauguração da sala também propiciará uma ampliação no diálogo sobre a temática, fortalecimento da rede de enfrentamento, em especial, nas ações preventivas e pela promoção de uma cultura de paz nas relações de gênero”, completou a coordenadora. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Na Sala da Mulher, serão atendidas vítimas encaminhadas pelo Poder Judiciário ou que comparecerem à Polícia Militar para fazer a denúncia. Esse espaço foi projetado para oferecer um ambiente seguro, acolhedor e livre de julgamentos, proporcionando às mulheres um local onde se sintam confortáveis para relatar os abusos sofridos e buscar a proteção e amparo devidos.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A inauguração da Sala da Mulher em Pontes e Lacerda é uma iniciativa para fortalecer a rede de proteção às vítimas de violência doméstica na região. Além disso, demonstra o compromisso das autoridades e instituições locais em combater esse grave problema social, fornecendo um atendimento adequado para as mulheres que precisam de auxílio nesses momentos difíceis.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">#Paratodosverem: Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: Foto colorida da fachada da sala. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Alcione dos Anjos</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Assessoria de Comunicação CGJ-MT</span></em></div>
<div> </div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/74445#d8179245-9d22-4039-b8d0-e823fd13e92c" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>Poder Judiciário implanta Círculos de Paz para Mulheres Vítimas de Violência Doméstica em Sinop</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 May 2023 13:45:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[circulos]]></category>
		<category><![CDATA[implanta]]></category>
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		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais um importante passo foi dado pelo Poder Judiciário de Mato Grosso com a meta de garantir a expansão das práticas da Justiça Restaurativa e da cultura de pacificação social nos municípios do Estado. Nessa quinta-feira (18 de maio), o Tribunal de Justiça de Mato Grosso, por meio do Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (NugJur), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img decoding="async" src="https://urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2023/05/19/87ed3dde804ecd22b1b7c7888f003432.jpg" width="300" height="200" align="left" alt="">Mais um importante passo foi dado pelo Poder Judiciário de Mato Grosso com a meta de garantir a expansão das práticas da Justiça Restaurativa e da cultura de pacificação social nos municípios do Estado. Nessa quinta-feira (18 de maio), o Tribunal de Justiça de Mato Grosso, por meio do Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (NugJur), o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) da Comarca de Sinop e a Segunda Vara Criminal de Sinop, assinaram o termo de cooperação técnica para a implantação do projeto ‘Círculos de Construção de Paz para Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar’, no município de Sinop (500 km ao Norte de Cuiabá).  </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O documento foi assinado pela presidente do Tribunal de Justiça, que também preside o NugJur, desembargadora Clarice Claudino da Silva, pelo juiz auxiliar da presidência do TJMT e coordenador do NugJur, Túlio Duailibi, pelo coordenador do Cejusc, juiz Gleidson de Oliveira Grisoste Barbosa, pela juíza da Segunda Vara Criminal e coordenadora da Justiça Restaurativa, Débora Roberta Pain Caldas, pelo juiz-diretor do Foro da Comarca de Sinop, Cleber Luiz Zeferino, pela presidente da Rede de Prevenção e Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, Eliane dos Santos, e pelo comandante da Guarda Civil Municipal, Benhur Carvalho.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A ação faz parte da agenda de serviços entregues pelo Judiciário em atendimento à população dos 19 municípios dos polos de Sinop e Alta Floresta, atendidos pelo Projeto ELO – Fortalecendo a Justiça, realizado entre os dias 15 a 20 de maio, em Sinop.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Com a iniciativa, o Poder Judiciário expande suas ações no sentido de fortalecer as políticas públicas de prevenção, redução e eliminação da violência nos lares de Mato Grosso. O projeto será implementado por meio da realização de Círculos de Construção de Paz com mulheres em situação de violência doméstica e familiar, e que tenham medidas protetivas deferidas no âmbito da Segunda Vara Criminal de Sinop. O projeto também terá o apoio da Rede de Prevenção e Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Sinop.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Com os círculos de paz, uma das ferramentas utilizadas pela Justiça Restaurativa para solução pacificada de conflitos, as mulheres terão a oportunidade de falar sobre seus medos, dúvidas e anseios, e principalmente de expressar suas preocupações acerca do cuidado com os filhos e o seu autocuidado. Os círculos serão conduzidos por facilitadores certificados pelo Poder Judiciário, que irão atuar estimulando as mulheres para o uso consciente da fala e da escuta ativa, fazendo com que elas reflitam e reconheçam sua condição de vítima, e sua capacidade de ressignificar as experiências vividas ao lado do companheiro ou de outros familiares. O resgate da autoestima e do autovalor também é trabalhado durante os círculos.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2023/05/19/37e235ba167466c6b27272c97f02ddc4.jpg" width="300" height="200" align="left" alt="">A presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Clarice Claudino, chamou a atenção para os novos tempos inaugurados pela Justiça Brasileira com a introdução de métodos consensuais trazidos pela Justiça Restaurativa, como possibilidade da solução pacificada de conflitos.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">“A chegada dos Cejuscs inaugurou um novo tempo na Justiça Brasileira, introduzindo um novo modelo de justiça onde hoje as pessoas já conseguem ter uma noção mais clara, que é o sistema multiportas, onde a tradicional figura de um fórum, onde as pessoas buscam por uma decisão judicial foi substituída por uma outra noção muito mais ampla, onde cada natureza de conflito teria uma porta para adentrar. Para aqueles que teriam conflitos de relacionamento, antes de ir ao juiz pedir por uma decisão, ele passaria primeiro pela porta da mediação ou da conciliação, saindo dali com uma sentença homologando seu acordo. E assim fomos introduzindo mais portas nesse sistema, como as oficinas de direito sistêmico trazendo os princípios importados das constelações familiares, as oficinas de parentalidade onde a família tem um espaço de conscientização para se posicionarem após uma separação. São todas construções paulatinas que a sociedade tem recebido com muita receptividade”, explicou.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O Tribunal de Justiça também realizou a certificação de 13 novas facilitadoras dos Círculos de Construção de Paz que irão atuar na construção de soluções pacificadas de conflitos, nos mais diferentes ambientes de convívio, como instituições públicas e privadas, e no atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica, conforme parceria firmada.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Sobre a certificação das novas facilitadoras dos Círculos de Construção de Paz, a desembargadora Clarice também refletiu. “Hoje certificamos 13 mulheres que se capacitaram voluntariamente nas técnicas que nós chamamos de facilitadoras de círculos de construção de paz, que é uma nova metodologia que o NugJur tem a pretensão de levar a todos que se interessarem, à defensoria pública, promotoria, advogados, escolas, redes de assistência social, sendo uma ferramenta que pode contribuir com todo e qualquer ambiente para a formação de vínculos mais saudáveis e relacionamentos melhor estruturados. Diferente do que se dizia em um passado longínquo, não é qualquer conversa que resolve, mas aquela bem conduzida e estruturada com base em um ambiente formatado na confiança e na confidencialidade. Muito obrigada a todos que fazem parte desse esforço, por deixarmos um legado de paz para nós mesmos e para as futuras gerações”.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Durante toda a semana, facilitadores do NugJur realizaram círculos de construção de paz entre alunos, profissionais da educação, assistência social, saúde, grupo de idosos, e colaboradores de diferentes áreas. No total foram feitos 48 círculos de paz, que funcionaram como um ‘intensivão’ prático para a formação dos novos facilitadores.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2023/05/19/975cbee0f7af7508e04fd967165347df.jpg" width="300" height="200" align="right" alt="">A juíza da Segunda Vara Criminal de Sinop e coordenadora da Justiça Restaurativa, Débora Roberta Pain Caldas falou sobre a necessidade do município em ter espaços de acolhimento voltados à mulher, agora suprido pela ação efetiva do Poder Judiciário e parceiros.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">“Com a formação das nossas facilitadoras, Sinop está habilitado a realizar círculos de paz, em todo e qualquer ambiente que haja o convívio coletivo de pessoas. De forma bastante específica, o projeto de atendimento às mulheres com medida protetiva vai unir o atendimento adequado dessas mulheres com o uso das ferramentas dos círculos, em um ambiente seguro e de acolhimento, e com o uso dessas técnicas elas poderão evoluir juntas, e olhando umas nos olhos das outras”.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2023/05/19/dda9f72502bceb32bad1e609cef034dc.jpg" width="300" height="200" align="right" alt="">Para a nova facilitadora, a advogada Nara Cristina de Oliveira Barbosa, os círculos têm o potencial de resgatar os valores pessoais do ser humano. “Participar dos círculos foi uma luz diferente na minha carreira jurídica. Nós sabemos que o modo tradicional de fazer justiça nem sempre alcança seus objetivos. A sentença resolve o problema, mas não resolve o conflito. E nesse contexto, o círculo é uma ferramenta de resgate de valores trazendo uma nova perspectiva do direito, podendo ser aplicada em todas as áreas. Os círculos proporcionam em uma roda de conversa organizada, intencional e vivencial, o resgate do ‘eu’ verdadeiro, poderoso e bom, que todos nós temos”.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><strong><span style="font-family: Arial">Pacificação nas unidades de ensino &#8211;</span></strong><span style="font-family: Arial"> O prefeito do município, Roberto Dorner, parabenizou o Poder Judiciário de Mato Grosso pela iniciativa dos círculos de construção de paz nas escolas, e defendeu a necessidade da mudança de pensamento e atitude da sociedade para o fim dos casos de conflito no ambiente escolar. “Muitos conflitos acontecem nas escolas porque não tem esse diálogo, essa conversa com as crianças. Nós precisamos acolher nossas crianças, sempre combatendo o ódio e o desamor. Com certeza é um projeto lindo e que Sinop seja um exemplo dessa pacificação, para que toda a nossa sociedade possa tirar proveito dessa ação que estamos começando hoje”.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Para apresentar as práticas da Justiça Restaurativa na Educação, a assessora especial da Presidência do Tribunal de Justiça, Katiane Boschetti da Silveira realizou a palestra “Valores e Princípios da Justiça Restaurativa nas Políticas Públicas”. Na palestra ela faz referência aos gatilhos emocionais adquiridos durante a infância, na maioria das vezes no ambiente escolar, e como esses gatilhos alimentados ao longo do tempo, “moldaram” a vida adulta, podendo se refletir em cenários de violência social quando não curados. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Katiane também traz reflexões sobre como é possível ressignificar os traumas e as dores apreendidas, e a utilizá-los como propulsores para a definição de novos rumos e valores pessoais.  </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">#Paratodosverem &#8211; Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: Foto horizontal colorida. Em uma mesa, a presidente Clarice Claudino assina o termo de cooperação. Ao lado dela estão os juízes Tulio Duailibi, Débora Caldas e Gleidison Grisoste. Ao fundo está um telão com a arte do Projeto Elo. Segunda imagem: Desembargadora Clarice Claudino da Silva faz uso da fala no púlpito. Terceira imagem: Juíza da Segunda Vara Criminal Débora Pain Caldas conversa com a equipe da TV.Jus. Quarta imagem: Nova facilitadora dos círculos de paz Nara Cristina de Oliveira Barbosa.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Naiara Martins/Fotos: Alair Ribeiro</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">imprensa@tjmt.jus.br</span></em></div>
<div> </div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/74360#2526857d-7e45-4d82-8404-b9064511bce6" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>Como acolher vítimas do golpe do amor? Especialista explica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 May 2023 10:15:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FreePik Oficial do MP alerta sobre estelionato sentimental na internet e explica o que fazer em casos de golpe Ana Cristina Ribeiro Alves utilizou a literatura como ferramenta de conscientização sobre os casos de estelionato sentimental na internet. Oficial do Ministério Público de Minas Gerais e especialista em Direito Público e Direito Privado, ela escreveu [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ba/od/7x/baod7x7j1hkyjljuiazikbhgl.jpg" width="906" height="509" alt="Oficial do MP alerta sobre estelionato sentimental na internet e explica o que fazer em casos de golpe" title="Oficial do MP alerta sobre estelionato sentimental na internet e explica o que fazer em casos de golpe"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>FreePik</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Oficial do MP alerta sobre estelionato sentimental na internet e explica o que fazer em casos de golpe</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Ana Cristina Ribeiro Alves utilizou a literatura como ferramenta de conscientização sobre os casos de estelionato sentimental na internet. Oficial do Ministério Público de Minas Gerais e especialista em Direito Público e Direito Privado, ela escreveu sobre o assunto no livro  <em>Eu confiei nele</em> . Além de explicar como esses crimes ocorrem nas redes sociais, a autora também aborda a importância da denúncia e propaga mensagens positivas a partir da história de uma vítima que superou o trauma.</p>
<p> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGDelas" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">canal do iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais! </strong> </p>
<p>Em entrevista, a escritora dá detalhes sobre a obra, cita os principais canais de denúncia, ressalta a necessidade de uma rede de apoio às pessoas que sofreram golpes e explica como o crime costuma acontecer. </p>
<p> <strong>1 – “Eu confiei nele” foca na história de uma vítima de estelionato sentimental na internet. O que a levou a tratar desse assunto por meio da ficção?</strong> </p>
<p> <strong>Ana Cristina Ribeiro Alves</strong> : Em primeiro lugar, foi a necessidade de dar voz às vítimas que não tinham coragem de procurar as autoridades policiais, com o receio de que o golpe viesse a público. Segundo, para mostrar os sinais apresentados pelos golpistas, como forma de prevenção. Por último, para mostrar que é possível a superação e recuperação da autoestima.</p>
<p> <strong>2 – O que é o “golpe do amor” e como ele pode ser identificado no meio virtual?</strong> </p>
<p>É a conduta criminosa praticada por alguém que esconde sua verdadeira identidade, valendo-se na maioria absoluta dos casos do meio virtual, no qual, usando técnicas de persuasão linguística e explorando algum tipo de vulnerabilidade, induz a pessoa a uma dependência emocional, direcionada à obtenção de lucro financeiro em prejuízo da vítima.</p>
<p> <strong>3 – Se uma pessoa é vítima do estelionato, o que ela pode fazer para denunciar? E o que as pessoas ao seu redor podem fazer para acolhê-la?</strong> </p>
<p>A vítima pode procurar a Polícia Militar (caso de flagrante) e Civil, além do Ministério Público. Há uma ferramenta gratuita no site www.infotracer.com, na qual é possível descobrir o IP do e-mail suspeito. Se ele estiver fora do Brasil, é possível utilizar o site www.usa.gov, com ligação ao FBI. Já as pessoas ao redor podem ouvir a vítima, evitando julgamentos desnecessários e estimulando-a a práticas saudáveis e edificantes.</p>
<p> <strong>4 – Durante a história, você descreve os principais sinais de alerta desse tipo de crime, mas também lança um olhar para a situação de vulnerabilidade das vítimas. Qual a importância desse acolhimento para o público que sofreu esse golpe?</strong> </p>
<p>A natureza do golpe virtual do amor provoca consequências devastadoras na dignidade e autoestima da vítima, fazendo-a, muitas vezes, sentir-se inútil e até mesmo ridícula. A vulnerabilidade existente antes do golpe é agravada, sendo, às vezes, alimentados pensamentos suicidas. O acolhimento familiar, dos amigos e até mesmo de órgãos da Assistência Social, irá ajudar na superação do trauma.</p>
<p> <strong>5 – Para além do golpe, você apresenta uma narrativa de superação, de uma mulher que conseguiu se livrar de muitos traumas. De que forma essa perspectiva positiva pode ajudar a reconstruir a autoestima dos leitores que se identificam com a protagonista?</strong> </p>
<p>Nossa mente se alimenta daquilo que oferecemos a ela: se insistirmos em recordar coisas negativas, não sobrará espaço para as positivas. No caso da personagem, o novo aprendizado ocupou a mente dela, com redirecionamento das energias gastas nas lembranças e lamentações a respeito do golpe. E sentir-se capaz de fazer algo novo e desafiador acabou com a ideia de inutilidade, resgatando a autoestima.</p>
<p> <strong>6 – Por que devemos falar mais sobre o estelionato sentimental?</strong> </p>
<p>Porque é uma forma criminosa que cresce a cada dia, em um ambiente chamado por muitos de “terra de ninguém”, já que, apesar de existirem normas regulamentando as relações virtuais, nosso país ainda apresenta déficit em relação à estrutura necessária para identificar e punir os golpistas, além da deficiência na assistência às vítimas, ainda consideradas, por muitos, culpadas pelo golpe sofrido.</p>
<p> <strong>Acompanhe também perfil geral do <a href="https://t.me/portalig" data-mce-href="https://t.me/portalig">Portal iG no Telegram</a> !</strong> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/amoresexo/2023-05-18/golpe-do-amor.html#87b62b2b-3b62-4334-893f-7b3dd2a6bda9" rel="noopener">Mulher</a></p>
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		<title>Encontro Estadual busca fortalecer a proteção às vítimas de violência doméstica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 May 2023 15:16:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[busca]]></category>
		<category><![CDATA[encontro]]></category>
		<category><![CDATA[estadual]]></category>
		<category><![CDATA[fortalecer]]></category>
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		<category><![CDATA[violencia]]></category>
		<category><![CDATA[vitimas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 22 de maio será realizado o Encontro Estadual &#8220;Medidas protetivas de urgência e outras medidas acautelatórias para a vítima&#8221;, promovido pela Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, do Tribunal de Justiça (Cemulher-MT) e pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT).   Em abril deste ano foi [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">No dia 22 de maio será realizado o Encontro Estadual &#8220;Medidas protetivas de urgência e outras medidas acautelatórias para a vítima&#8221;, promovido pela Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, do Tribunal de Justiça (Cemulher-MT) e pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT). </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Em abril deste ano foi sancionada a Lei 14.550/23, que traz alterações na Lei Maria da Penha para garantir medidas protetivas a partir da denúncia da mulher. As medidas protetivas de urgência serão concedidas quando houver riscos à integridade física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral da vítima ou de seus dependentes.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A alteração da legislação garantirá a aplicação da Lei Maria da Penha em todos os casos de violência doméstica e familiar independentemente da causa ou da motivação e da condição do agressor ou da vítima.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Entre os pontos de destaque abordados no evento estão as modificações relacionadas às medidas protetivas. Serão discutidos temas como os procedimentos, a amplitude, os limites e a duração dessas medidas. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O objetivo central desse encontro é proporcionar um espaço para a troca de experiências entre profissionais que lidam diariamente com casos de violência doméstica e familiar contra a mulher. Além disso, busca-se promover debates que contribuam para a melhoria e a maior efetividade das medidas protetivas de urgência. O intuito é agir de forma mais rápida e eficaz na proteção das vítimas, a fim de evitar o aumento de feminicídios e outros crimes dessa natureza.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O Encontro, idealizado pela coordenadora da Cemulher-MT, desembargadora Maria Aparecida Ribeiro,  reflete a preocupação, não somente no Estado, mas em todo país em relação ao assunto. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A juíza da Segunda Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher da Comarca de Cuiabá, Tatiane Colombo, é uma das organizadoras do evento. Ela ressaltou a importância das medidas protetivas ao garantir a segurança das vítimas. No entanto, há questionamentos sobre a amplitude dessas medidas e como devem ser operacionalizadas.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">“Todas essas questões e alterações relacionadas às medidas protetivas enfatizam a importância do tema, não apenas para Mato Grosso, que está empenhado em capacitar seus magistrados, trazendo palestrantes de outras regiões”, disse a juíza.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">No Encontro haverá palestras ministradas por especialistas qualificados e com amplo conhecimento sobre o tema. Será uma oportunidade ímpar para Mato Grosso, uma vez que a violência doméstica é uma temática amplamente discutida em todo o Brasil. <a href="https://www.tjmt.jus.br/intranet.arq/cms/grupopaginas/100/820/10_-_Cemulher_ENCONTRO_ESTADUAL_22_de_maio.pdf">Acesse AQUI a programação</a>.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Tatiane Colombo pontua que ao final do encontro espera-se obter diretrizes claras. Primeiramente, enfatizar a importância das medidas protetivas na preservação de vidas. Em segundo lugar, buscar compreender a dimensão dessas medidas. “Já existe um direcionamento quanto às medidas protetivas, inclusive uma cartilha que será apresentada pela juíza Maria Mazarelo, de Rondonópolis, explicando a orientação do Estado de Mato Grosso sobre o desenvolvimento das medidas protetivas.”</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Para a juíza Tatiane Colombo é crucial entender o funcionamento e as modificações trazidas pela nova lei. “Mas o que é muito importante que saibamos quais as modificações e principalmente que em Mato Grosso tenhamos um pensamento uníssono com todos aqueles que trabalham com medida protetiva, ou seja, magistrados, assessores, equipe multidisciplinar, OAB, Ministério Público, Defensoria Pública.”</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O evento contará com a presença e participação de magistrados(as), assessores(as), equipe multidisciplinar, membros da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Ministério Público e Defensoria Pública que atuam nas Varas de Violência Doméstica.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfPhPmf_ZeL5a2KDObI17F5f60v2A6mik23yNSXkChg5Vh6zA/viewform">Para se inscrever acesse este link.</a></span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Dani Cunha</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">imprensa@tjmt.jus.br</span></em></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/74305#6be18109-cbb0-4317-b031-e3d810fe5dc3" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>Debatedores cobram justiça para vítimas de afundamento do solo em Maceió</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 May 2023 02:45:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Audiência pública da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) nesta segunda-feira (8) foi marcada por duras críticas à empresa petroquímica Braskem, que não estaria compensando adequadamente as vítimas da tragédia de março 2018 — na ocasião, o solo de cinco bairros de Maceió (AL) afundou em consequência da extração excessiva de sal-gema, afetando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span>Audiência pública da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) nesta segunda-feira (8) foi marcada por duras críticas à empresa petroquímica Braskem, que não estaria compensando adequadamente as vítimas da tragédia de março 2018 — na ocasião, o solo de cinco bairros de Maceió (AL) afundou em consequência da extração excessiva de sal-gema, afetando cerca de 200 mil pessoas. Milhares de imóveis foram atingidos, e os moradores tiveram que deixar suas casas.</span></p>
<p><span>Os participantes da audiência criticaram os </span><span>baixos </span><span>valores de indenização oferecidos pela empresa às famílias afetadas, apontaram risco de exploração imobiliária dos terrenos desocupados e transferidos à Braskem </span><span>e atacaram os critérios de transparência social e ambiental da petroquímica numa fase de possível reorganização acionária da empresa.</span></p>
<p><span>A promoção da audiência pública interativa atendeu a requerimento (</span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/157091" rel="noopener" target="_blank"><span>REQ 17/2023 – CRE</span></a><span>) do </span><span>presidente da </span><span>CRE</span><span>, senador Renan Calheiros (MDB-AL), </span><span>que também presidiu o debate. </span><span>Na justificação do pedido, o parlamentar afirma que </span><span>”</span><span>a</span><span>ntes </span><span>(&#8230;)</span><span> de se avançar em negociações que possam resultar em lucros e dividendos bilionários para empresários e acionistas, que sejam claramente pactuadas as obrigações, honrados os compromissos sociais com o estado e, sobretudo, com as famílias agonizantes por anos de exploração ambiental desmesurada”.</span></p>
<h3><span>‘</span><b><span>Cavalo de Troia’</span></b></h3>
<p><span>Na audiência, </span><span>Renan destacou as proporções da tragédia humana e do desastre ambiental</span><span>, </span><span>que considera </span><span>inequivocamente </span><span>ligados </span><span>à atividade da Braskem, </span><span>e afirmou que o problema demanda uma discussão em nível </span><span>nacional, por afetar a imagem do Brasil no exterior. </span><span>Ele classificou a mineração de sal-gema como um “cavalo de Troia” para Maceió e cobrou das partes envolvidas o compromisso de pagamento justo pelo prejuízo causado pela Braskem, em bases satisfatórias para as vítimas e o estado. </span></p>
<p><span>— O caso ganha gravidade e magnitude em razão das negociações, algumas sub-reptícias, para a transferência total ou parcial das ações da empresa. Tratativas públicas ou escamoteadas não irão prosperar até que os prejuízos causados sejam honrados.</span></p>
<p><span>O senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) citou outros acidentes, como os derramamentos de petróleo no litoral e os rompimentos de barragens em Mariana e Brumadinho, e cobrou um trabalho sério para prevenção e mitigação de riscos em atividades econômicas. </span></p>
<p><span>— Os desastres acontecem e depois a gente chora as pessoas e os bens que foram perdidos. A melhor solução é a prevenção, e que a reparação seja feita de forma correta.</span></p>
<p><span>O </span><span>senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) </span><span>cumprimentou Renan por sua “obstinação” no enfrentamento do caso Braskem, que considera uma causa do povo brasileiro e do Senado.</span></p>
<h3><span>‘</span><b><span>Reconciliação’</span></b></h3>
<p><span>Presente na reunião, o </span><span>governador de Alagoas, Paulo Dantas, </span><span>também considerou inconcebível tratar da venda de ações da Braskem sem incluir na pauta a indenização às vítima</span><span>s. Ele pediu a ajuda do Senado para a “reconciliação da empresa com a sociedade e suas instituições”. </span></p>
<p><span>— Não podemos desperdiçar nem um centavo. Muito além do dano emergente, que é o prejuízo em si, há que contabilizar os lucros cessantes, que são os ganhos que o estado de Alagoas ficou impedido de desfrutar em razão da lamentável ocorrência.</span></p>
<p><span>O coordenador do Núcleo de Proteção Coletiva da Defensoria Pública de Alagoas, Ricardo Antunes Melro, disse que o povo do estado tem sido maltratado e chantageado pela Braskem nos acordos para pagamento de danos materiais e morais, violando a Constituição e o ordenamento jurídico. Melro</span><span> contrastou os baixos valores das indenizações pagas pela Braskem com a distribuição de lucros de R$ 7,1 bilhões no mesmo período. Ele também manifestou a possibilidade de a empresa </span><span>conseguir lucros imobiliários construindo em áreas devastadas que possam vir a ser consideradas habitáveis.</span></p>
<p><span>— A população está aceitando [indenizações reduzidas] em massa não porque entende que é justo, mas porque foi colocada por dois anos em situação de penúria.</span></p>
<p><span>O </span><span>deputado federal Rafael Brito (MDB-AL) salientou que sua família também foi vítima da tragédia da Braskem, e que a indenização consiste praticamente em um contrato de compra e venda da área afetada.</span></p>
<p><span>— Não há perda financeira para quem causou o crime. Os imóveis que foram indenizados não podem ser tratados como ativos.</span></p>
<p><span>Por sua vez, o deputado estadual de Alagoas Alexandre Ayres (MDB) </span><span>espera que a legislação seja modificada para impedir o “uso mercadológico” das áreas devastadas. O parlamentar sublinhou o atual movimento especulativo em torno das ações da Braskem como um momento oportuno para reparações ao estado e ao município e para revisão das indenizações.</span></p>
<h3><strong>Segurança</strong></h3>
<p><span>O professor </span><span>e mestre em geotecnia </span><span>Abel Galindo Marques </span><span>fez uma exposição sobre a dinâmica das minas de sal-gema em Maceió, mostrando como os poços foram feitos gradualmente com maior diâmetro e menor afastamento — situação que ele atribuiu à “ganância” da Braskem.</span></p>
<p><span>— Mais de 70% dessas minas estão com fator de segurança muito abaixo do mínimo necessário. Por isso é que desabaram.</span></p>
<p><span>Presidente da Associação dos Empreendedores no Bairro do Pinheiro (</span><span>uma das áreas afetadas),</span><span> Alexandre de Moraes Sampaio afirmou que a Braskem engana </span><span>a Bolsa de Valores</span><span>, as vítimas e o Estado brasileiro — </span><span>na condição de acionista da Petrobras, </span><span>que pode incorporar a Braskem</span><span> —</span><span> com o uso de termos enganosos sobre sua responsabilidade ambiental. </span><span>Segundo as estatísticas que apresentou, quase 50 mil imóveis no entorno da área de risco perderam o direito à cobertura de seguro e, portanto, não podem ser financiados.</span></p>
<p><span>— Há um esforço deliberado e ilegal de mascarar o tamanho da dívida social e econômica da Braskem.</span></p>
<h3><strong>Indenizações ‘irrisórias’</strong></h3>
<p><span>O líder comunitário Antônio Domingos dos Santos, representante de bairros atingidos, </span><span>repercutiu a apreensão dos moradores com a possibilidade de novas tragédias e definiu que as indenizações são “irrisórias” e impostas “goela abaixo” das comunidades.</span></p>
<p><span>Maurício Sarmento da Silva, representando o Movimento Único das Vítimas da Braskem (MUVB), disse que o crime ambiental destruiu comunidades tradicionais vivas e ricas em história </span><span>que a Braskem insiste em eliminar. Já </span><span>Hugo Wanderley, presidente da Associação dos Municípios Alagoanos, ressaltou os efeitos adversos da tragédia de Maceió sobre todo o estado.</span></p>
<p><span>A socióloga Camila Dellagnese Prates denunciou a falta de transparência dos dados apresentados pela Braskem e a tentativa da empresa de classificar o desastre como “dano geológico”. </span><span>O professor José Elias Fragoso Pereira </span><span>contestou o “castelo de lendas” em torno da importância econômica da Braskem para Alagoas. </span></p>
<p><span>Entre outros participantes do debate, estão</span><span> </span><span>Isadora Padilha de Holanda Cavalcanti, presidente do Instituto para o Desenvolvimento das Alagoas; </span><span>o </span><span>sociólogo Edson José de Gouveia Bezerra; </span><span>e </span><span>Tereza Nelma, secretária nacional de Aquicultura.</span></p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/08/debatedores-cobram-justica-para-vitimas-de-afundamento-do-solo-em-maceio#299f8a99-8bb3-4a5d-8e4d-31e611079f83" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Ceará é o 1º Estado a oferecer vagas a mulheres vítimas de violência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Apr 2023 17:46:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ceara]]></category>
		<category><![CDATA[estado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Divulgação &#8211; 27.04.2023 A prefeita de Sobral, Christianne Coelho (PT), a vice-governadora Jade Romero (MDB) e a senadora Augusta Brito (PT) O Ceará é o primeiro estado brasileiro a determinar que mulheres em situação de violência doméstica ou familiar terão prioridade no atendimento pelo Sistema Nacional de Emprego (Sine). Nele, serão reservadas 10% das vagas [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bv/2w/pp/bv2wppjfcab1komej19tyoyy7.jpg" width="906" height="509" alt="A prefeita de Sobral, Christianne Coelho (PT), a vice-governadora Jade Romero (MDB) e a senadora Augusta Brito (PT)" title="A prefeita de Sobral, Christianne Coelho (PT), a vice-governadora Jade Romero (MDB) e a senadora Augusta Brito (PT)"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação &#8211; 27.04.2023</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">A prefeita de Sobral, Christianne Coelho (PT), a vice-governadora Jade Romero (MDB) e a senadora Augusta Brito (PT)</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O Ceará  é o primeiro estado brasileiro a determinar que mulheres em situação de violência doméstica ou familiar terão prioridade no atendimento pelo Sistema Nacional de Emprego (Sine). Nele, serão reservadas 10% das vagas de trabalho ofertadas, em atendimentro à Lei 14.542, sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e publicada em abril desse ano.</p>
<p class="">A medida foi colocada em prática no estado nordestino na Casa da Mulher Cearense de Sobral, por meio da assinatura do Termo de Cooperação Técnica entre a vice-governadora, Jade Romero (MDB); o secretário do Trabalho, Vladyson Viana; a senadora Augusta Brito (PT); a prefeita em exercício de Sobral, Christianne Coelho (PT); e o presidente do IDT, Raimundo Ângelo.</p>
<p class="">“Para o Ceará é motivo de orgulho ser o primeiro estado brasileiro a aderir a essa lei. Não mediremos esforços para fortalecer a autonomia econômica das nossas mulheres. O trabalho está apenas começando”, disse a vice-governadora durante a solenidade.</p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7m/3j/29/7m3j29henc4uhwk1dn2fvho7w.jpg" width="906" height="509" alt="A vice-governadora do Ceará, Jade Romero (MDB)" title="A vice-governadora do Ceará, Jade Romero (MDB)"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação &#8211; 27.04.2023</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">A vice-governadora do Ceará, Jade Romero (MDB)</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Por meio da parceria, haverá a capacitação e acompanhamento dos profissionais que atenderão as mulheres vítimas de violência dentro da Casa da Mulher Brasileira, em Fortaleza, e nas Casas da Mulher Cearense, em Sobral, Quixadá e Juazeiro do Norte, visando assegurar que 10% das vagas oferecidas pelo Sine sejam priorizadas para mulheres vítimas de violência.</p>
<p>&#8220;A dependência econômica é um dos principais motivos da manutenção da violência que as mulheres sofrem no âmbito doméstico, dessa forma, a inserção produtiva é fundamental para quebrar o ciclo da violência estabelecido,&#8221; avaliou o secretário do Trabalho Vladyson Viana.</p>
<p>A senadora Augusta Brito foi a relatora do projeto no Senado. &#8220;É gratificante ver a política acontecer, especialmente começando pelo nosso estado. Esse projeto garante 10% das vagas às mulheres que estão sofrendo violência doméstica ou familiar, e não sendo ocupados os 10%, a gente pode ampliar para as mulheres em geral”, disse.</p>
<p>Por fim, a prefeita em exercício de Sobral, Christianne Coelho, comemorou a assinatura do Termo no município. “Nada melhor do que Sobral para dar esse pontapé inicial em uma ação tão importante como essa. Que sirva de exemplo para outros municípios”, finalizou.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2023-04-28/ceara-lei-vagas-mulheres.html#c670815c-cfd4-48e5-a6bc-9fb58753b363" rel="noopener">Política Nacional</a></p>
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		<title>Violência Doméstica contra mulher &#8211; Vítimas precisam denunciar logo no primeiro episódio de agressão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2023 15:15:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[contra]]></category>
		<category><![CDATA[denunciar]]></category>
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		<category><![CDATA[mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos três primeiros meses de 2023, 10 mulheres foram vítimas de feminicídio em Mato Grosso. O número é igual ao registrado no Sistema de Registro de Ocorrências Policiais (SROP) no mesmo período do ano passado. As mortes ocorreram em quatro municípios: Cáceres (4 casos), Cuiabá (3 óbitos), Rondonópolis (2 ocorrências) e Tangará da Serra (1 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Nos três primeiros meses de 2023, 10 mulheres foram vítimas de feminicídio em Mato Grosso. O número é igual ao registrado no Sistema de Registro de Ocorrências Policiais (SROP) no mesmo período do ano passado. As mortes ocorreram em quatro municípios: Cáceres (4 casos), Cuiabá (3 óbitos), Rondonópolis (2 ocorrências) e Tangará da Serra (1 caso). </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Conforme a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), os números estão dentro de um universo de 23 homicídios dolosos cometidos contra pessoas do sexo feminino, ocorridos entre janeiro e março deste ano, em nove municípios de Mato Grosso (Cuiabá, Sinop, Cáceres, Tangará da Serra, Rondonópolis, Primavera do Leste, Guarantã do Norte, Vila Rica e Pontes e Lacerda). </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Diante dos dados alarmantes, a juíza da 2ª Vara de Violência Doméstica de Cuiabá, Tatiane Colombo, faz um alerta para que as mulheres busquem ajuda logo no primeiro episódio de violência doméstica. Isso porque, ao procurarem a delegacia, as vítimas já podem sair do local com a medida protetiva solicitada e ter acesso ao aplicativo “SOS Mulher – Botão do Pânico Virtual”. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">“A medida protetiva é uma cautela que a vítima tem em razão da Lei Maria da Penha. Ela previne que violências mais graves possam acontecer. Como exemplo temos os casos de feminicídio que ocorreram na Capital este ano, em que nenhuma das mulheres pediu medida protetiva. Com isso a gente vê qual é a real importância dessa medida. Então, as pessoas não devem acreditar que uma violência pior não pode acontecer. E não adianta pedir medida protetiva em cima da hora. Aconteceu a primeira violência, tem que pedir a medida protetiva, que é uma forma do Poder Judiciário e de todos os envolvidos prestarem assistência e darem proteção à essa mulher”, afirma. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A magistrada destaca que, pensando em garantir que a mulher vítima de violência doméstica tenha facilidade de acesso ao atendimento, a rede de proteção, composta pelo Poder Judiciário tem feito mudanças nos serviços. “Hoje a mulher, além de poder procurar a Delegacia da Mulher durante o horário normal de expediente, ela tem um plantão e um aplicativo, que é o aplicativo da medida protetiva virtual, que é muito importante e que também está à disposição dessa mulher que não tem como ir até a delegacia. Então, são essas as formas que a mulher tem de pedir a medida protetiva”, explica Tatiane Colombo.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><strong><span style="font-family: Arial">Vítima relata paz ao ter acesso ao botão do pânico</span></strong><span style="font-family: Arial"> &#8211; </span><span style="font-family: Arial">Em Cuiabá, Z.V.N., 49 anos, é uma das mulheres que contam com medida protetiva decretada contra o ex-companheiro que, a princípio, se mostrava uma “pessoa maravilhosa” e um homem trabalhador, porém, com o tempo, a afastou da família e do convívio social, passando a agredi-la fisicamente e em cárcere privado, alegando ciúmes. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Ela conta que o então marido costumava chegar em casa de madrugada, sob efeito de álcool e outras drogas e extremamente violento. “Ele chegava já arrebentando o portão, chutando a porta, quebrava as coisas, chegava falando que me viu em algum lugar. Eu ligava pra delegacia, mas a moça perguntava muita coisa e nisso ele já tinha entrado. Eu não conseguia dar parte e a polícia nunca vinha. Ele me escutava falando no telefone e me ameaçava de morte”, lembra.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Cansada de tanto sofrimento, a vítima se encorajou após ver na televisão uma reportagem sobre o botão do pânico. “Um dia eu estava vendo uma reportagem sobre mulheres que fizeram queixa e eram socorridas pelo botão do pânico. Aí eu pensei: ‘um dia vou fugir e vou dar parte’. Me encorajei, fugi, dei parte e fui bem acolhida na Delegacia da Mulher. Enquanto eu conversava e a moça escrevia, a outra já fazia o botão do pânico”, relata. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Z.V.N. conta que ainda convive com o medo, mas que após ter procurado ajuda, os episódios de ameaças e agressões por parte do ex-companheiro cessaram.  “Depois que ele soube do botão do pânico, ele nunca mais me perturbou porque ele sabe que é real e lá tem as características dele. Eu tenho medo ainda, só que agora amenizou, já consigo ir ao mercado, hoje me sinto mais encorajada, mais preparada porque eu já tenho o botão do pânico e a polícia já sabe onde eu estou se eu acionar porque eu já fui lá e já fiz minha parte”, afirma a vítima. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Celly Silva</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">imprensa@tjmt.jus.br</span></em></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/74154#66c3457d-0b65-4f58-89a4-51c60d0d2d65" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT &#8211; MT</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/violencia-domestica-contra-mulher-vitimas-precisam-denunciar-logo-no-primeiro-episodio-de-agressao/">Violência Doméstica contra mulher &#8211; Vítimas precisam denunciar logo no primeiro episódio de agressão</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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