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	<title>Arquivos violencia - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos violencia - FATO MT</title>
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		<title>Polícia Militar prende homem em flagrante por violência doméstica em Cuiabá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 17:45:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Policiais militares do 1º Batalhão prenderam um homem de 46 anos por violência doméstica e ameaça, no final da noite desta quarta-feira (31.05), em Cuiabá. O suspeito foi preso após vizinhos flagrarem as agressões e denunciarem o crime. Conforme o boletim de ocorrência, a equipe do 1º BPM foi acionada para atender uma ocorrência de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: justify">Policiais militares do 1º Batalhão prenderam um homem de 46 anos por violência doméstica e ameaça, no final da noite desta quarta-feira (31.05), em Cuiabá. O suspeito foi preso após vizinhos flagrarem as agressões e denunciarem o crime.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify">Conforme o boletim de ocorrência, a equipe do 1º BPM foi acionada para atender uma ocorrência de lesão corporal, no bairro Areão. No local, os policiais militares encontraram a vítima, de 52 anos, com ferimentos pelo corpo em frente a sua residência.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify">Em depoimento, a mulher afirmou que estava com seu esposo em um bar e, quando retornavam para a residência, entraram em contradições sobre irem para outro local. Ainda de acordo com a vítima, o suspeito ficou bastante exaltado ao ser contrariado e passou a agredi-la com socos pelo corpo, além de ter a jogado no chão. </p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify">O homem ainda teria quebrado um espelho e ameaçado a mulher de morte, momento em que vizinhos viram a briga e acionaram a Polícia Militar.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify">O suspeito foi encontrado no local da agressão e recebeu voz de prisão em flagrante pela equipe do 1º BPM, sendo encaminhado para o Plantão 24h da Delegacia da Mulher para registro da ocorrência e demais providências.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify"><strong>Disque-denúncia   </strong></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify">A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.pm.mt.gov.br/-/pol%C3%ADcia-militar-prende-homem-em-flagrante-por-viol%C3%AAncia-dom%C3%A9stica-em-cuiab%C3%A1#f3c311bd-fcd3-410d-aed4-68505d213e97" rel="noopener">Governo MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>Sessão Solene destaca alto índice de violência contra LGBTQIAPNs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 16:46:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[contra]]></category>
		<category><![CDATA[destaca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O evento requerido pelo vereador Sargento Vidal a fim de debater formas de combater a LGBTQIAPNFobia A Câmara de Cuiabá realizou na noite dessa quarta-feira (31.05), a sessão solene requerida pelo vereador Sargento Vidal (MDB) atendendo ao pedido da secretária-adjunta Municipal dos Direitos Humanos Chirstiany Regina Fonseca em comemoração ao 3º Encontro Municipal contra a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><i><b>O evento requerido pelo vereador Sargento Vidal a fim de debater formas de combater a LGBTQIAPNFobia</b></i></div>
<div style="text-align: justify"><i><b><br /></b></i></div>
<div><i></p>
<div style="text-align: justify">A Câmara de Cuiabá realizou na noite dessa quarta-feira (31.05), a sessão solene requerida pelo vereador Sargento Vidal (MDB) atendendo ao pedido da secretária-adjunta Municipal dos Direitos Humanos Chirstiany Regina Fonseca em comemoração ao 3º Encontro Municipal contra a LGBTQIAPFobia ressaltando o número LGBTs que são vítimas diárias de preconceito tendo como consequência&#038;nbsp violência física, verbal, psicológica e até a morte.</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">O dia 17 de maio ficou marcado como o ‘Dia Internacional de Luta Contra a LGBTQIAPNFobia’ como forma de conscientizar a população em geral sobre a luta contra a discriminação dos homossexuais, transexuais e transgêneros. A causa consiste em lutar contra o ódio e repulsa que são desferidos contra essa população, o que necessita ser combatido para que seja formada uma sociedade que esteja baseada na tolerância e respeito ao próximo, independente de cor, raça, religião, orientação sexual e de gênero.</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">“Ainda existe um grande preconceito contra a população LGBTQIAPN+ na maioria das sociedades que, infelizmente, se reflete em atos desumanos de violência extrema contra esses&#038;nbsp indivíduos. O Dia Internacional Contra a Homofobia é comemorado em 17 de maio em memória a data em que o termo “homossexualismo” passou a ser desconsiderado e a homossexualidade foi excluída da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde da Organização Mundial da Saúde, em 17 de maio de 1990. Uma das principais questões a serem avaliadas é se as políticas públicas têm promovido à igualdade e a inclusão da população em diferentes áreas como saúde, educação, trabalho, segurança, entre outras”, destacou o parlamentar.</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">Vidal ainda pontuou a necessidade de avaliar o desenvolvimento de políticas afirmativas que garantam direitos e acesso aos serviços públicos para a população LGBTQIAPN+, a capacitação de servidores públicos para atender e acolher prioritários a comunidade em diferentes setores, a adoção de medidas para combater o preconceito nos diferentes âmbitos da sociedade, bem como a existência de canais de denúncia e monitoramento.</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">A secretária-adjunta destacou que, após o Conselho Regional de Medicina do termo ‘homossexualismo’ da classificação de doenças em 1985, o então presidente Luís Inácio Lula da Silva assinou em 2010, um decreto incluindo no calendário a data 17 de maio como o Dia contra a LGBTFobia.</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">“Nos anos seguintes foram assegurados direitos como o casamento civil entre casais do mesmo sexo legalizado em 2013, a alteração do gênero e do nome civil nos cartórios sem a obrigatoriedade de o individuo ter passado por uma cirurgia de resignação de sexo em 2018, e a possibilidade de os crimes de LGBTQIAPNFobia serem enquadrados na Lei do Racismo até que uma legislação especifica seja elaborada em 2019. No entanto, ainda há muito a avançar. Um dossiê produzido pelo observatório de mortes e violências contra a LGBTQIAPN+ no Brasil, em uma parceria com outras organizações, aponta que ‘o Brasil assassinou uma pessoa LGBTQIAPN+ a cada 32 horas em 2022’ e que, ‘apenas por serem LGBTQIAPN+, 273 pessoas morreram’. Desse total, foram 228 assassinatos, 30 suicídios e 15 por outras causas. Mais da metade das vítimas, 58%, eram travestis e mulheres e mulheres trans. Ao todo, 96 homens gays foram mortos de forma violenta. O número deve ser maior, pois o levantamento alerta para sub notificações em razão da ausência de dados governamentais”, analisou ela.</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">Estiveram presentes no evento, o presidente do Conselho Municipal de Atenção à Diversidade Sexual, Valdomiro Arruda o fundador do Movimento LGBTQIAPN+ de Mato Grosso, Clóvis Arantes a presidenta da ONG Livremente Jéssica Moreira, assim como a vice-presente da ONG Hadassah Luz. Para a Mesa Redonda, foram convidados a coordenadora Estadual da ONG Mães pela Diversidade Josi Marconi o professor do Instituto de Educação da Universidade Federal de Mato Grosso, Benjamim de Almeida Neves e a professora do Departamento de Serviço Social do Instituto de Ciências Humanas e Sociais da UFMT, Qelly Rocha.</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">“Em 2020, o total de mortes LGBTQI+, de observatório, foi de 237. Em 2021, foi de 316. Em 2022 foram 273 casos de crime de ódio. É importante ressaltar que, apesar deste número já representar uma grande perda de pessoas apenas por sua identidade de gênero e/ou sua orientação sexual, temos indícios para presumir que esses dados são sub notificados no Brasil. Através do Ibrat, o Instituto Brasileiro de Transmasculinidade, no qual fui vice-coordenador nacional e hoje atuo como conselheiro, não foi incomum ouvir em conversas informais durante nossos encontros sejam presenciais ou pelas redes sociais e em alguns recortes midiáticos e muitas das violências das quais passamos não são se quer notificadas. Uma vez que, não a maior parte, mas uma parcela da população transmasculina opta por não fazer a retificação dos documentos pelos mais diversos motivos, desde não poder mais receber uma pensão, medo de perder o emprego, entre outros motivos. Sendo assim, não somente as instituições citadas, mas nós também encontramos dificuldade em trabalhar o mapeamento de violências contra a nossa população transmasculina”, pontuou o professor Benjamim que é homem trans.</div>
<p></i></div>
<p> Da Assessoria </p>
<div style="float:left;padding-top:20px">				     	</div>
<div style="width:670px;height:27px;float:left">                    </div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.camaracuiaba.mt.gov.br/noticia.php?id=13708#137ccadc-6e1a-4825-8a6a-6524fae447c4" rel="noopener">Câmara de Cuiabá &#8211; MT</a></p>
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		<title>Círculo de Construção de Paz reúne mulheres vítimas de violência doméstica em Sinop</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 15:18:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após experiências dolorosas com relacionamentos abusivos e episódios de violência de gênero, muitas mulheres precisam lidar com sentimentos pós-traumáticos, como o medo e a ansiedade. Para cuidar das emoções dessas vítimas, a 2ª Vara Criminal de Sinop (500 km ao norte de Cuiabá) realizou o primeiro Círculo de Construção de Paz para Mulheres em Situação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2023/06/01/4c969db1554cece9302196ee52a17984.jpg" width="300" height="192" align="left" alt="">Após experiências dolorosas com relacionamentos abusivos e episódios de violência de gênero, muitas mulheres precisam lidar com sentimentos pós-traumáticos, como o medo e a ansiedade. Para cuidar das emoções dessas vítimas, a 2ª Vara Criminal de Sinop (500 km ao norte de Cuiabá) realizou o primeiro Círculo de Construção de Paz para Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar, no Fórum do município. A metodologia da Justiça Restaurativa visa dar mais qualidade de vida às vítimas.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Segundo a juíza da 2ª Vara e coordenadora da Justiça Restaurativa, Débora Roberta Pain Caldas, a iniciativa faz parte do projeto de expansão das ações do Poder Judiciário que está fortalecendo as políticas públicas de prevenção, redução e eliminação da violência nos lares de Mato Grosso. A atividade em Sinop ocorreu segunda-feira (26/05).</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">“Nesse primeiro encontro tivemos a oportunidade de usar essa ferramenta maravilhosa da Justiça Restaurativa para dar um lugar seguro para que as mulheres sejam ouvidas, acolhidas, e quem sabe possam transformar o conflito em uma oportunidade de crescimento. Além disso, a atividade tem como essência estimular mulheres que passaram pela situação de violência a se reconectarem consigo mesmas”, afirmou Débora Caldas.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A magistrada adianta que será realizado um encontro por mês. “Tivemos um feedback muito legal das sete mulheres que compareceram. Algumas já se dispuseram a voltar como voluntárias. Percebemos que realizar mais um círculo com o mesmo grupo de mulheres pode ajudar  a fortalecer e até mesmo criar uma rede de apoio entre elas”, contou a juíza.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Como funciona? Com os círculos de paz, uma das ferramentas utilizadas pela Justiça Restaurativa para solução pacificada de conflitos, as mulheres possuem a oportunidade de falar sobre seus medos, dúvidas e anseios, e principalmente de expressar suas preocupações acerca do cuidado com os filhos e o seu autocuidado. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Os círculos são conduzidos por facilitadores certificados pelo Poder Judiciário, que atuam estimulando as mulheres para o uso consciente da fala e da escuta ativa, fazendo com que reflitam e reconheçam sua condição de vítima, e sua capacidade de ressignificar as experiências vividas ao lado do companheiro ou de outros familiares. O resgate da autoestima e do autovalor são trabalhados durante os círculos.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A advogada, Nara Cristina Nery, foi uma das facilitadoras dos círculos de paz em Sinop. “Essa atividade é uma alternativa para que as mulheres possam compartilhar histórias de vida. É um espaço seguro para elas poderem falar sobre suas emoções, de como está sendo vivenciar as etapas do processo, busca o fortalecimento emocional que o processo jurídico não alcança. Muitas vezes, nas salas de audiência a questão emocional não é tratada. Aqui é”, ressaltou.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">“Foi uma experiência enriquecedora ajudar essas mulheres a se sentirem mais seguras. Tanto a minha participação quanto a delas, é voluntária. E a cada vez que participo do círculo, principalmente agora voltado para as mulheres vítimas de violência, vejo como é uma ferramenta eficaz. Muitas entraram na sala receosas, sem saber o que esperar e o que vimos ao final foram mulheres mais leves”, pontuou Nara Cristina. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">#Paratodosverem &#8211; Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: Foto horizontal colorida. Fotografia colorida onde diversas mulheres aparecem sentadas em cadeiras formando um círculo.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Larissa Klein</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Assessoria de imprensa CGJ-TJMT</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/74479#fd2d28d2-a80a-4d7e-ac6d-7e3ae669e5d9" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>Juízes e juízas de Mato Grosso participam do Fórum Paranaense de Violência Doméstica Contra a Mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 16:01:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Magistradas e magistrados de Mato Grosso, das Varas de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Cuiabá, participam do 2º Fórum Paranaense de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher (Fovid-PR), em Curitiba. O evento, que ocorre na sede do Tribunal de Justiça do Paraná, tem como tema “Medidas protetivas de urgência: efetividade, desafios [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Magistradas e magistrados de Mato Grosso, das Varas de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Cuiabá, participam do 2º Fórum Paranaense de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher (Fovid-PR), em Curitiba. O evento, que ocorre na sede do Tribunal de Justiça do Paraná, tem como tema “Medidas protetivas de urgência: efetividade, desafios e controvérsias”.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Participam do Fovid os juízes Jamilson Haddad Campos, Jeverson Luiz Quintieri e as juízas Tatiane Colombo, Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa e Débora Roberta Pain Caldas, que também integram a Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, do Tribunal de Justiça (Cemulher-MT).</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">No evento, que teve início no dia 31 de maio e segue até o dia 2 de junho, painéis, oficinas temáticas, apresentação de boas práticas e visita à Casa da Mulher Brasileira de Curitiba fazem parte da programação.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O Fórum é promovido pela Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, em parceria com a Escola Judicial do Paraná (EJUD/PR).</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Fórum foi criado para propiciar aos profissionais que atuam no atendimento desses casos, espaço permanente de reflexão e debate sobre questões de interesse e relevância para o exercício de suas atividades, possibilitando o intercâmbio de informações, a troca de experiências, o compartilhamento de boas práticas e a construção de conhecimentos nas áreas relacionadas a essa esfera de atuação, contribuindo, assim, para a qualificação dos atendimentos. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><a href="https://www.tjpr.jus.br/documents/63330593/81028122/Programa%C3%A7%C3%A3o+II+FOVID+-+31.05+a+02.06.pdf/"><span style="font-family: Arial">Confira a programação completa neste link</span><br />  </a></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Dani Cunha/Com informações do TJPR</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">imprensa@tjmt.jus.br</span></em></div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/74469#7352b949-573f-486b-abf7-a98dee60ea75" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>Judiciário realiza reunião em São Félix para criação da Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 13:16:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[domestica]]></category>
		<category><![CDATA[enfrentamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na próxima sexta-feira (2 de junho) será realizada uma reunião ampliada com o objetivo de criar a Rede de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher na Comarca de São Félix do Araguaia. O evento, uma iniciativa da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, do Tribunal de Justiça [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Na próxima sexta-feira (2 de junho) será realizada uma reunião ampliada com o objetivo de criar a Rede de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher na Comarca de São Félix do Araguaia. O evento, uma iniciativa da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, do Tribunal de Justiça (Cemulher-MT) e Diretoria do Fórum da Comarca, ocorrerá no plenário da Câmara Municipal da cidade, das 8h às 18h.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Durante a reunião, estarão presentes autoridades do sistema de justiça para discutir questões relacionadas à violência doméstica na região e também para tratar sobre a criação da rede. A assessora da Cemulher-MT, Ana Emília Sotero, estará presente no evento, proferindo palestras e auxiliando com informações para a estruturação da Rede.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O juiz Adalberto Biazotto Junior, diretor do Foro, convocou as autoridades do sistema de Justiça para participarem da reunião, incluindo promotores de Justiça, defensores públicos, representantes da subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MT), comandantes da Polícia Militar das cidades de São Félix do Araguaia, Alto Boa Vista, Novo Santo Antonio e Luciara, delegados da Polícia Judiciária Civil, além dos representantes do poder executivo local, como a prefeitura municipal de São Félix do Araguaia e municípios vizinhos.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">As primeiras-damas também foram convidadas, assim como os secretários municipais de Assistência Social, Saúde e Educação, juntamente com o Conselho dos Direitos da Mulher e as entidades da sociedade civil organizada.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Ana Emília Sotero estará também nas comarcas de Porto Alegre do Norte e Vila Rica nos próximos dias com agenda de trabalho para fomentar a estruturação das Redes de Enfrentamento locais.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Dani Cunha</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">imprensa@tjmt.jus.br</span></em></div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/74465#6cc991a2-4bbd-4c17-b0b2-30b82304e7ca" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>Mayra Cardozo: Violência sexual e proteção dos direitos humanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 May 2023 09:45:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[cardozo]]></category>
		<category><![CDATA[direitos]]></category>
		<category><![CDATA[humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Divulgação Como proteger os direitos humanos diante da violência sexual? Com tantos casos de assédio e abuso sexual no Brasil, a dúvida que fica é como proteger os direitos humanos diante da violência sexual? Os direitos humanos são uma das principais pautas do século XXI, no entanto, embora muitos direitos tenham sido conquistados, ainda existe [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8b/qb/xa/8bqbxayex50br9ltml0yqryxg.jpg" width="906" height="509" alt="Como proteger os direitos humanos diante da violência sexual?" title="Como proteger os direitos humanos diante da violência sexual?"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Como proteger os direitos humanos diante da violência sexual?</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Com tantos casos de assédio e abuso sexual no Brasil, a dúvida que fica é como proteger os direitos humanos diante da violência sexual? Os direitos humanos são uma das principais pautas do século XXI, no entanto, embora muitos direitos tenham sido conquistados, ainda existe um longo caminho para que haja respeito entre todos. Nos Estados Unidos, por exemplo, vemos cada dia mais propostas que marginalizam e criminalizam a população transgênera.</p>
<p>No Brasil, a luta feminista ainda não conquistou todas as mudanças necessárias para as mulheres. Para se ter uma ideia, 9% das mulheres brasileiras sofreram violência sexual alguma vez na vida segundo a Pesquisa Nacional da Saúde. Outro desafio enfrentado pelas mulheres é a desigualdade salarial, em média os salários das mulheres representam apenas 77,7% do rendimento dos homens, conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua.</p>
<p>A causa disso, muitas vezes, é o machismo introjetado na sociedade. O machismo é enraizado na nossa cultura, quando a objetificação dos corpos femininos é tão arraigado na cultura brasileira, a violência passa a ser mais naturalizada, apenas ano passado a violência psicológica contra a mulher se tornou um crime, mesmo sendo cometida na maior parte dos relacionamentos amorosos, ela é a cada vez mais constante pela presença do machismo na sociedade. </p>
<h3>  Precisamos entender: Não é Não</h3>
<p>  Popularizado nos últimos carnavais, a campanha Não é Não retoma os limites do consentimento de uma relação, um conhecimento que por agora já deveria ser óbvio. Por exemplo, se a quebra de consentimento for acompanhada por violência ou grave ameaça, o agressor irá responder por crime de estupro. Agora, se, por exemplo, a pessoa consentia para uma relação sexual com preservativo e o agente retira o preservativo sem ela saber, houve um vício no consentimento, uma vez que ela consentiu para uma coisa e foi realizada outra. Dessa forma, o agressor comete o crime de violação sexual mediante fraude. </p>
<p>Tão ruim quanto sofrer violência na rua, a violência doméstica é muito comum no Brasil, só no primeiro semestre de 2022, ocorreram 169.676 violações envolvendo a violência doméstica contra as mulheres, segundo a Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos. A violência doméstica é sofrida dentro do ambiente doméstico, já se tem entendimento que essa violência não tem que ser sofrida dentro do lar fisicamente, mas pode ocorrer em qualquer lugar desde que ela deriva de uma relação de parentesco ou de afeto, não necessariamente sendo conjugal, podendo ser ex-namorados, ficantes, ou até outras formas de parentesco, é uma violência que deriva de uma proximidade e um afeto, se aproveitando de uma relação íntima. </p>
<p>A lei mais conhecida pelo combate a violência de gênero, a lei Maria da Penha mudou o cenário do combate à violência doméstica. Não existe apenas a violência física, pode ser psicológica, sexual, patrimonial e moral, sendo perpetuada de diferentes tipos, a principal lei para regular isso é a lei Maria da Penha, que estabelece medidas recrudescidas para casas de violência doméstica contra a mulher, a violência doméstica não é um crime, mas sim um qualificador. </p>
<h3>  Nada justifica uma violência sexual</h3>
<p>  Hoje em dia, as pessoas ainda buscam formas de deslegitimizar uma violência sexual. Muito se discute, por exemplo, se a vítima é capaz de consentir ou não uma relação sexual quando está alcoolizada. Infelizmente, vivemos em uma sociedade extremamente machista e essa lógica, muitas vezes, acaba contaminando os atos processuais e o judiciário, trazendo como consequência o fenômeno da revitimização realizada pelas próprias instituições. Logo, muitas vezes as instituições que deveriam proteger as vítimas de violência sexual, acabam interpretando o fato de uma mulher estar alcoolizada ou inconsciente como se ela estivesse consentindo para o ato de ser estuprada. </p>
<p>A revitimização acontece quando a mulher entra em um círculo de violência, com um padrão de pedir desculpas do agressor que, quando levado ao tribunal, descredita a mulher e sua versão do abuso. Na primeira fase, o agressor passa a mostrar raiva e irritação com a vítima, além de dizer que a mulher sofrendo não o agrada mais, consequentemente diminuindo a autoestima. No próximo estágio o agressor passa a usar a violência de fato, podendo ser tanto psicologicamente quanto fisicamente. Por fim, o agressor aparenta se arrepender do acontecido e pedir o perdão da vítima, em vários casos ela aceita as desculpas, dando margem para o recomeço do ciclo. </p>
<p>Para a mulher voltar ao normal pode ser um desafio, que deve ser auxiliado por amigos e familiares que deem suporte e ajuda. De modo a prestar a reparação desse dano, é necessário que haja apoio baseado em segurança pública e saúde pública de qualidade para as vítimas, em que pese não ser esse o mais relevante. O indispensável, frisa-se, é o combate à hierarquia e ao autoritarismo masculino que foi construído no mundo por diversas situações históricas, uma vez que é necessário combater a origem do problema para que esse ciclo de violência de gênero possa ser rompido. </p>
<p>Por fim, não basta apenas tratar os casos de violência, também é fundamental prevenir, podendo poupar várias mulheres de um trauma que perdura pela vida. Portanto, uma forma efetiva de combate a violência de gênero é investir em uma educação não opressora, baseada principalmente na consciência de gênero e na paridade entre os sexos</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/2023-05-29/artigos--mayra-cardozo.html#afadd0d5-9a1e-4679-8f03-ad15a72211e8" rel="noopener">Mulher</a></p>
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		<title>PF cumpre mandados de busca e prende homem por violência contra mulher e crimes contra o MPT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2023 19:15:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[busca]]></category>
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		<category><![CDATA[homem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Campinas, SP – A Polícia Federal prendeu, na manhã desta sexta-feira (26/5), na cidade de Campinas, interior de São Paulo, um homem suspeito de ter acessado indevidamente os sistemas eletrônicos do Ministério Público do Trabalho e inserido documentos falsos. A prisão se deu durante o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão e um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><b>Campinas, SP</b> – A Polícia Federal prendeu, na manhã desta sexta-feira (26/5), na cidade de Campinas, interior de São Paulo, um homem suspeito de ter acessado indevidamente os sistemas eletrônicos do Ministério Público do Trabalho e inserido documentos falsos.</p>
<p style="text-align: justify">A prisão se deu durante o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, expedidos pela 9ª Vara Federal em Campinas.</p>
<p style="text-align: justify">A investigação, iniciada por provocação do Ministério Público do Trabalho, indicou que os acessos foram realizados com uso de senha de uma Procuradora do Trabalho, com a qual o investigado teria mantido relacionamento.</p>
<p style="text-align: justify">Informações obtidas junto à Polícia Civil apontaram também para crimes previstos na Lei Maria da Penha, levando a necessidade de medida restritiva de liberdade em razão dos riscos envolvidos no caso.</p>
<p style="text-align: justify">O investigado responderá pelos crimes de difamação, perseguição, falsidade ideológica, falsa identidade e denunciação caluniosa.</p>
<p align="right"><b> </b></p>
<p align="right"><b> </b></p>
<p align="right"><b>Comunicação Social</b></p>
<p align="right">Delegacia de Polícia Federal em Campinas</p>
<p align="right">Telefone (19) 3345-2260</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/noticias/2023/05/pf-cumpre-mandados-de-busca-e-prende-homem-por-violencia-contra-mulher-e-crimes-contra-o-mpt#249b063f-b28e-42c8-aae3-316960e44ac6" rel="noopener">Polícia Federal</a></p>
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		<item>
		<title>Maysa Leão participa de evento que reforça luta pelo fim do ciclo da violência contra a mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2023 15:30:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A vereadora Maysa Leão (Republicanos), participou nesta quarta-feira (24), da roda de conversa “A luta pelo fim do ciclo da violência contra a mulher”, realizada na Universidade Cuiabá (UNIC). &#038;nbspA iniciativa é da turma do oitavo semestre de psicologia. Maysa destacou os tipos de violência e reforçou a importância da mobilização da sociedade. “Essa mulher [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><b><i>A vereadora Maysa Leão (Republicanos), participou nesta quarta-feira (24), da roda de conversa “A luta pelo fim do ciclo da violência contra a mulher”, realizada na Universidade Cuiabá (UNIC).</i></b></div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">&#038;nbspA iniciativa é da turma do oitavo semestre de psicologia. Maysa destacou os tipos de violência e reforçou a importância da mobilização da sociedade.</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">“Essa mulher vai se perdendo, perdendo os direitos de viver, de ser quem ela é por conta de uma ação de uma pessoa que ela confiava. Falar sobre isso no ambiente acadêmico é de suma importância, por se tratar de futuros profissionais que vão atuar no acompanhamento psicológico dessas vítimas e que podem auxiliar também nas ações de combate à violência”, afirmou a vereadora.</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">Também participaram do evento a psicóloga da ONG Lírios, Josiane Tavares, convidados e representantes da Patrulha Maria da Penha.</div>
<div style="text-align: justify">&#038;nbsp</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify"><b>Dados da Violência</b></div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">O Brasil está diante de um aumento de violência contra a mulher. Pesquisa realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública por meio do Instituto Datafolha revelou que todas as formas de violência desse tipo cresceram no período recente. &#8220;Foram mais de 18 milhões de mulheres vítimas de violência no último ano. São mais de 50 mil vítimas por dia, um estádio de futebol lotado&#8221;, afirma Samira Bueno, diretora executiva do Fórum.</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">&#038;nbspO estudo também revelou que uma a cada três mulheres brasileiras (33,4%) com mais de 16 anos já sofreu violência física e/ou sexual de parceiros ou ex-parceiros. O índice é maior que a média global, de 27%. &#8220;Isso mostra o quão disfuncionais e problemáticas são as relações sociais no Brasil, e o quanto temos que avançar pensando políticas públicas de proteção&#8221;, diz Samira.</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">&#038;nbspDe janeiro a junho de 2021, o Estado registrou o assassinato de 22 mulheres vítimas de violência doméstica, e nos seis primeiros meses de 2022, foram 21 feminicídios. Nos 12 meses do ano passado, 43 mulheres foram vítimas deste tipo de crime.</div>
<div></div>
<p> Da Assessoria </p>
<div style="float:left;padding-top:20px">				     	</div>
<div style="width:670px;height:27px;float:left">                    </div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.camaracuiaba.mt.gov.br/noticia.php?id=13684#1fe6b6e0-add2-4a30-9b4e-6d897ad9d5f1" rel="noopener">Câmara de Cuiabá &#8211; MT</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/maysa-leao-participa-de-evento-que-reforca-luta-pelo-fim-do-ciclo-da-violencia-contra-a-mulher/">Maysa Leão participa de evento que reforça luta pelo fim do ciclo da violência contra a mulher</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<item>
		<title>Formulário de risco contribui no combate à violência contra a mulher, aponta desembargadora mineira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2023 19:18:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[combate]]></category>
		<category><![CDATA[contra]]></category>
		<category><![CDATA[contribui]]></category>
		<category><![CDATA[formulario]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[risco]]></category>
		<category><![CDATA[violencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Instituído há pouco mais de três anos, de forma conjunta pelos Conselhos Nacionais de Justiça (CNJ) e do Ministério Público (CNMP), o formulário nacional de avaliação de risco de violência doméstica e familiar contra a mulher é mais uma ferramenta que busca aprimorar o atendimento a esse público, com humanização e, ao mesmo tempo, fornecendo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img decoding="async" src="https://urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2023/05/24/836bb567eb3e2f59e1ab9fbc73c6a6d5.jpg" width="300" height="200" align="left" alt="">Instituído há pouco mais de três anos, de forma conjunta pelos Conselhos Nacionais de Justiça (CNJ) e do Ministério Público (CNMP), o formulário nacional de avaliação de risco de violência doméstica e familiar contra a mulher é mais uma ferramenta que busca aprimorar o atendimento a esse público, com humanização e, ao mesmo tempo, fornecendo bases para a concessão de medidas protetivas, para encaminhamento a serviços de acompanhamento da vítima e do agressor, para criação de políticas públicas e até instrumentalizando os processos criminal e cível relativos ao caso, sempre preservando o sigilo das informações.</span></div>
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<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O formulário de risco foi tema da palestra proferida pela desembargadora e superintendente da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), Evangelina Castilho, durante o Encontro Estadual sobre Medidas Protetivas de Urgência, ocorrido nesta semana, na sede do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).</span></div>
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<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Comparando o processo judicial a uma linha de produção, a desembargadora afirmou que o preenchimento correto do formulário de risco é a primeira etapa para se chegar ao produto final, que é a condenação criminal ou a sentença cível. “O processo civil ou o processo criminal é como uma linha de produção. Ele precisa começar bem para terminar bem. Então o formulário é o primeiro ato do processo, no caso da violência doméstica e familiar”, disse.</span></div>
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<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O mecanismo de levantamento de informações sobre a violência contra a mulher pode ser preenchido pela própria vítima, mas, sua aplicação deve ser feita preferencialmente pela autoridade com quem a vítima tiver o primeiro contato após a agressão sofrida, como Polícia Civil ou Militar, por equipe do Ministério Público ou do Judiciário. São 27 perguntas que mapeiam a situação da vítima, do agressor e o histórico de violência.  “Naquela primeira reclamação, em que aborda o homem autor da violência, a Polícia Militar precisa relatar esse fato com minúcias, com detalhes, com precisão, com bastante isenção e cercado de todas as versões que forem possíveis: da mulher vítima, do autor da violência, de testemunhas, se existirem. Então é preciso que esse relato seja muito bem feito”, disse a palestrante. </span></div>
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<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">De acordo com a Resolução Conjunta do CNJ e CNMP nº 5, de 3 de março de 2020, o preenchimento do formulário é facultado a outras instituições públicas e privadas, que atuem no atendimento à mulher vítima de violência. Isso vale, por exemplo, para os Centros de Referências em Assistência Social (CRAS), as unidades de saúde, como explicou a desembargadora Evangelina Castilho. “Aquela mulher que busca atendimento com muita constância e não tem nenhum sintoma verdadeiro de doença, ela está pedindo é ajuda. Então o médico pode se sensibilizar e preencher esse formulário e encaminhar para a Polícia Militar”, informou a magistrada. </span></div>
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<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Castilho destacou ainda que o momento de coleta dessas informações é difícil para a vítima, mas ela deve ser conscientizada sobre a necessidade desse procedimento. “Reconheço que é um momento difícil de dor, de medo, de vergonha, de tristeza para a mulher. Mas é preciso que tanto o medo, como a vergonha, a tristeza e o próprio orgulho sejam superados para que a mulher denuncie e preencha esse formulário de forma bastante correta e integral”. </span></div>
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<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Isso porque o questionário deverá ser usado ao longo de todo o processo que suceder à denúncia com o objetivo de, inclusive, evitar a revitimização da mulher com a repetição do relato para diferentes profissionais. Por conta disso, a desembargadora Evangelina Castilho chamou a atenção também para a necessidade de que os agentes públicos responsáveis por essa abordagem estejam capacitados. “É preciso que todos estejam envolvidos nessa rede de atendimento tanto para o público interno quanto externo para que eles tenham essa visão humanizada e abrangente da violência da mulher, sem nenhum estigma, sem nenhum preconceito, sem nenhuma visão distorcida, sem revitimização e sem culpabilização da mulher. É preciso agir com sororidade, pois o caminho para o combate à violência é ajudando a vítima a compreender que pode sair do ciclo de violência”, pontuou. </span></div>
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<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A desembargadora classificou ainda o formulário nacional de avaliação de risco de violência doméstica e familiar contra a mulher como medida fundamental de proteção do Estado às vítimas, com potencial de evitar a escalada da violência e o seu resultado mais brutal, que é o feminicídio. “O formulário permite avaliar se o ato praticado pelo agressor é apenas um, se ele é um de muitos ou se é um de outros que podem vir a acontecer. Então, ele tem a importância de mapear a situação de violência contra a mulher, de prevenir a ocorrência de outros casos que possam acontecer de forma mais grave, com consequências mais desastrosas”, disse a desembargadora. </span></div>
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<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Ela detalhou que essa proteção com base nas informações colhidas poderá ser feita de várias formas. “Se ele tem arma, vai ser apreendida. Se faz uso de álcool e drogas, vamos encaminhá-lo para atendimento terapêutico. Se ele não se enquadra nesses casos mais graves, então vamos encaminhá-lo para grupos reflexivos que dão grande resultado. Em Minas Gerais, apenas 1% dos homens que participam dos grupos reflexivos voltam a reincidir em violência”, informou.</span></div>
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<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> Por fim, Evangelina Castilho enfatizou o uso do formulário de risco para elaboração de políticas públicas de promoção e proteção dos direitos das mulheres e conclamou a todos os setores para que se engajem nessa missão. “Nós, do Poder Público, temos que ter uma intervenção severa e profunda não só com os autores da violência, mas também com as mulheres para que elas tenham autoestima elevada, tenham capacitação para o trabalho, independência psicológica, financeira e patrimonial”. </span></div>
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<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Participante do Encontro Estadual sobre Medida Protetiva de Urgência, o delegado Jefferson Dias Chaves, que atua na Delegacia Especializada de Delitos Contra a Pessoa Idosa (DEDCPI), classificou a palestra da desembargadora Evangelina Castilho como “fantástica” e relatou perceber na prática profissional cotidiana situações abordadas no evento. “O formulário de risco é uma ferramenta de extrema importância porque permite que qualquer pessoa que tomar conhecimento daquele inquérito policial tenha esse briefing da vítima. Isso acaba no contexto de que essa vítima não é obrigada a ter que contar toda a história novamente, sendo revitimizada. E quando acontece isso, a gente sente, vê nos olhos delas que isso magoa muito. E vai até de encontro à lei de abuso de autoridade, por isso é proibido estar revitimizando a vítima”, afirmou. </span></div>
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<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">#Paratodosverem</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Primeira imagem: Desembargadora do TJMG, Evangelina Castilho, profere palestra no púlpito do auditório Gervásio Leite, falando ao microfone. Ela é uma senhora idosa branca, de olhos castanhos claros, cabelo na mesma cor, curto e liso, usa uma camisa em tom pastel de amarelo, com manga comprida e bufante.</span></div>
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<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Celly Silva/ Fotos: Alair Ribeiro</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">imprensa@tjmt.jus.br </span></em></div>
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<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial"> </span></em></div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/74411#6f925352-4ef7-4829-8d0c-06632cca3840" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>Avança sistema de monitoramento de bullying e violência escolar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 May 2023 17:15:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[bullying]]></category>
		<category><![CDATA[escolar]]></category>
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		<category><![CDATA[sistema]]></category>
		<category><![CDATA[violencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Segurança Pública (CSP) aprovou nesta segunda-feira (23) projeto que obriga o Poder Executivo a implantar o Sistema Nacional de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas (Snave). O PL 1.372/2022, da Câmara dos Deputados, recebeu relatório favorável da senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO). O texto segue para a Comissão de Educação (CE). [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Segurança Pública (CSP) aprovou nesta segunda-feira (23) projeto que obriga o Poder Executivo a implantar o Sistema Nacional de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas (Snave). O <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/155373" rel="noopener" target="_blank">PL 1.372/2022</a>, da Câmara dos Deputados, recebeu relatório favorável da senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO). O texto segue para a Comissão de Educação (CE).</p>
<p>Segundo a relatora, a medida busca prevenir e combater a violência escolar e terá foco nas escolas mais vulneráveis. Também será criada uma linha direta para a comunicação de ocorrências, por meio de número de telefone gratuito mantido pela União.</p>
<p>— Esse telefone daria segurança para professores, alunos e servidores para que possam denunciar situação já consolidada de violência, como bullying, ou situação que possam elevar a questão mais grave, como aqueles que possam entrar armados — disse Dorinha em entrevista à <strong>Agência Senado</strong>.</p>
<p>O serviço será criado em articulação com estados, municípios e Distrito Federal. O sistema priorizará estudos e mapeamentos de ocorrências de violência escolar, divulgação de soluções eficazes para o problema e formação de uma cultura de paz por meio de programas educacionais e sociais. Também terá preeminência no Snave a prestação de apoio psicossocial a vítimas desse tipo de violência nas escolas ou no seu entorno.</p>
<p>A tecnologia usada no sistema deve permitir a integração e o tratamento de informações recebidas por telefone, correio eletrônico, sites na internet e outras mídias.</p>
<p>O projeto aprovado na Câmara dos Deputados apenas autorizava o governo federal a criar o Snave. O relatório de Dorinha, no entanto, torna obrigatória a implementação do serviço pelo Poder Executivo federal.</p>
<h3><strong>Audiências públicas</strong></h3>
<p>O colegiado aprovou requerimento (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/157540" rel="noopener" target="_blank">REQ 24/2023</a>) para a realização de audiência pública destinada a debater a Resolução 487, de 2023, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que institui a Política Antimanicomial do Poder Judiciário. O documento tem sido alvo de questionamentos quanto ao fechamento de hospitais de custódia e a capacidade de recepção de pessoas com transtornos mentais em conflito com a lei pelo sistema de saúde.</p>
<p>Também foi aprovado requerimento do senador Eduardo Girão (Novo-CE) para a realização de debate sobre as condições de trabalho das forças de segurança pública e seu impacto na saúde mental dos profissionais. O <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/157422" rel="noopener" target="_blank">REQ 22/2023</a> exemplifica a relevância do debate com a notícia de ataques ocorridos na semana passada em que dois policiais, do estado de São Paulo e do Ceará, assassinaram colegas.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/23/avanca-sistema-de-monitoramento-de-bullying-e-violencia-escolar#d0a045c0-92d5-4955-afe8-da4293eb5dae" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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