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	<title>Arquivos vaginismo - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos vaginismo - FATO MT</title>
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		<title>Vaginismo: entenda a condição que afeta Meghan Taylor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Apr 2023 16:17:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução Meghan Taylor diz sofrer de vaginismo Nesta semana a cantora Meghan Taylor declarou no podcast &#8220;Workin&#8217; On It&#8221; sofrer de vaginismo. Uma a cada dez mulheres também já sofreram desta condição que causa dor na relação e as impede de realizarem exames ginecológicos básicos. Mas, o problema tem cura com algumas sessões de fisioterapia [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/69/ph/bo/69phbo6xc900p4axwt0pdnd4b.jpg" width="906" height="509" alt="Meghan Taylor diz sofrer de vaginismo " title="Meghan Taylor diz sofrer de vaginismo "> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Reprodução</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Meghan Taylor diz sofrer de vaginismo </div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Nesta semana a cantora Meghan Taylor declarou no podcast &#8220;Workin&#8217; On It&#8221; sofrer de vaginismo. Uma a cada dez mulheres também já sofreram desta condição que causa dor na relação e as impede de realizarem exames ginecológicos básicos. Mas, o problema tem cura com algumas sessões de fisioterapia pélvica.</p>
<p class=""> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGDelas" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">canal do iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais!</strong> </p>
<p>Algumas mulheres são completamente impedidas de terem relação sexual e até de realizarem exames ginecológicos. Elas são vítimas de disfunções sexuais de penetração que são mais conhecidos como Vaginismo e Dispareunia &#8211; e ambas são tratáveis. &#8221; De forma suscinta, o vaginismo é quando a mulher não consegue permitir a penetração, seja do pênis, de aparelhos para exames ginecológicos e até mesmo, em alguns casos do próprio dedo. Já a Dispareunia é quando a mulher tem dor durante a penetração, podendo ser logo na entrada do pênis ou durante o intercurso sexual”, explica Débora Pádua, fisioterapeuta especialista no tratamento de vaginismo da capital paulista.</p>
<div>
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<li> <a href="https://delas.ig.com.br/2023-03-14/endometriose--dores--sexo.html" title="Dores durante as relações sexuais? Pode ser endometriose" target="_self" rel="noopener">Dores durante as relações sexuais? Pode ser endometriose</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">O resultado disso são mulheres casadas por anos e ainda virgens. &#8220;Mulheres com 20 anos de casamento se sentindo com baixa autoestima, em alguns casos depressivas por se sentirem menos mulheres que outras, mulheres que são traídas e todos acreditam que o motivo é aceitável pois ela não tem relação com o marido e muitas não conseguem ter filhos ou precisam de fertilização para isso já que o pênis não entra no canal vaginal&#8221;, comenta a especialista.</p>
<p>O ideal é que o tratamento seja de forma multidisciplinar, com acompanhamento psicológico e fisioterapia. Em grande parte dos casos, existe uma tensão muscular local que faz com que o canal vaginal permaneça contraído e por isso a fisioterapia Pélvica é efetiva em praticamente 100% dos casos e com pouco tempo de tratamento.</p>
<p>“Uma mulher pode desencadear a dor na relação sexual por traumas, medos, alterações hormonais, lesões provocadas por cirurgias ginecológicas, e até pela radioterapia que pode modificar a estrutura vaginal e assim favorecer o surgimento de pontos de dor, dificultar ou até impedir a penetração na relação sexual, redução da elasticidade, além de provocar outras alterações na região do períneo. É como se a mulher criasse uma barreira que a impede de ter a penetração total. Muitas conseguem parcialmente apenas e outras, nem isso. E mais, elas também não conseguem realizar exames ginecológicos“. </p>
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<p>Mas, o problema tem tratamento com massagem perineal, eletroestimulação, dilatadores vaginais e exercícios apropriados para a melhora da disfunção, assim, em cerca de 2 a 3 meses a mulher já sente o corpo voltando ao normal.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/amoresexo/2023-04-28/vaginismo--entenda-a-condicao-que-afeta-meghan-taylor.html#d5954782-9e2e-4e41-a1de-43ba8670eb12" rel="noopener">Mulher</a></p>
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		<item>
		<title>Dor na hora H? Ginecologista explica o que é o vaginismo e como tratar</title>
		<link>https://fatomt.com.br/dor-na-hora-h-ginecologista-explica-o-que-e-o-vaginismo-e-como-tratar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Dec 2022 11:16:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pixabay Condição pode ser desencadeada por muitos fatores, como abuso sexual, questões culturais, infecções, atrofias, endometriose profunda, mal formações, entre outras Estima-se que de 5% a 17% das mulheres sentem dor na relação sexual. Esse incômodo pode ter nome: vaginismo. &#8220;A mulher que tem o problema se sente totalmente incapacitada para o sexo, já que [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/f5/fn/2f/f5fn2fv4bpx61loen4omjucgm.jpg" width="906" height="509" alt="Condição pode ser desencadeada por muitos fatores, como abuso sexual, questões culturais, infecções, atrofias, endometriose profunda, mal formações, entre outras" title="Condição pode ser desencadeada por muitos fatores, como abuso sexual, questões culturais, infecções, atrofias, endometriose profunda, mal formações, entre outras"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Pixabay</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Condição pode ser desencadeada por muitos fatores, como abuso sexual, questões culturais, infecções, atrofias, endometriose profunda, mal formações, entre outras</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Estima-se que de 5% a 17% das mulheres sentem dor na relação sexual. Esse incômodo pode ter nome: vaginismo. &#8220;A mulher que tem o problema se sente totalmente incapacitada para o sexo, já que seus músculos vaginais se contraem involuntariamente e a penetração se torna inviável por causa da dor&#8221;, explica Eveline Catão, ginecologista e obstetra associada da Associação Mulher, Ciência e Reprodução Humana do Brasil (AMCR).  </p>
<p class=""> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGDelas" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">canal do iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais!</strong>  </p>
<p>Segundo a médica, muitos fatores podem desencadear o vaginismo, entre eles, traumas, abuso sexual, falta de conhecimento sobre o próprio corpo, questões culturais, educação opressora, infecções, atrofias, endometriose profunda, mal formações etc.  </p>
<p>Eveline lembra que muitas vezes o vaginismo é visto como &#8220;frescura&#8221;, ou como frigidez, o que não é verdade. &#8220;A condição existe e exige tratamento. Não é interessante deixar para depois, afinal, sem isso a vida sexual nunca será plena&#8221;, afirma ela.  </p>
<p class="">Um dos tratamentos que podem ajudar a sanar o problema é a fisioterapia pélvica, que atua na reabilitação das disfunções do assoalho pélvico (conjunto de músculos e ligamentos que sustentam órgãos como bexiga, útero, intestino e tudo que fica na região baixa do abdômen). &#8220;Esse tratamento pode ajudar a reduzir as dores, sejam elas fracas ou intensas, contribuindo para o fortalecimento da musculatura da região&#8221;.</p>
<div>
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<li> <a href="https://delas.ig.com.br/2022-12-18/copa-do-mundo-sexo-desempenho-jogadores.html" title="Copa do Mundo: Afinal, sexo prejudica o desempenho dos jogadores?" target="_self" rel="noopener">Copa do Mundo: Afinal, sexo prejudica o desempenho dos jogadores?</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Outra alternativa é o botox íntimo, que promove um bloqueio na junção neuromuscular. Dessa forma, o estímulo dos neurônios não gera a contração do músculo. &#8220;A substância causa o relaxamento dos músculos e facilita a penetração em casos de vaginismo&#8221;, explica a ginecologista. </p>
<p class="">Segundo ela, o objetivo é impedir que o impulso nervoso chegue ao músculo da vagina, evitando a sua contração. &#8220;Para isso, são feitas aplicações de botox na mucosa externa e nos músculos de entrada da vagina, que sofrerão uma leve paralisação, já que o produto é conhecido por inibir a atividade muscular&#8221;, esclarece.</p>
<p>Eveline Catão recomenda ainda que sejam utilizados hidratantes íntimos, como lubrificantes, para garantir mais conforto ao ato sexual. &#8220;Esse é um recurso simples e que vale a pena ser aplicado&#8221;, finaliza ela.  </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/amoresexo/2022-12-21/dor-na-hora-h-vaginismo-o-que-e-e-como-tratar.html#2bdd46e6-e7d8-4173-8071-4c8bd4344f2c" rel="noopener">IG Mulher</a></p>
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			</item>
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		<title>Vaginismo: entenda sobre a disfunção sexual feminina que causa dor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 May 2022 15:06:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[causa]]></category>
		<category><![CDATA[disfun]]></category>
		<category><![CDATA[entenda]]></category>
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		<category><![CDATA[vaginismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vitoria Rondon Vaginismo: entenda sobre a disfun&#231;&#227;o sexual feminina que causa dor Ginecologista explica as causas e como tratar essa altera&#231;&#227;o que causa inc&#244;modo durante o sexo Em alguns casos, pode ser considerado normal a mulher sentir dor na primeira rela&#231;&#227;o sexual, uma vez que o nervosismo e a tens&#227;o da chamada &#8220;primeira vez&#8221; influenciam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/REC-html40/loose.dtd"><br />
<html><body></p>
<div id="infocoweb" class="infocoweb"><meta name="robots" content="noindex"><meta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div id="infocoweb_cabecalho" class="infocoweb_cabecalho"><a target="_blank" href="https://www.ig.com.br/" rel="noopener"><img decoding="async" src="https://gestor.infocoweb.com.br/images/logo_ig.png" alt="source"></a></div>
<div id="infocoweb_corpo" class="infocoweb_corpo">
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9q/zo/co/9qzocow6kpgpdohi66etarkyb.jpg" loading="lazy" width="652" height="408" alt="Vaginismo: entenda sobre a disfun&ccedil;&atilde;o sexual feminina que causa dor" title="Vaginismo: entenda sobre a disfun&ccedil;&atilde;o sexual feminina que causa dor"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Vitoria Rondon</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Vaginismo: entenda sobre a disfun&ccedil;&atilde;o sexual feminina que causa dor</div>
</figcaption></figure>
</div>
<p> <strong> <em>Ginecologista explica as causas e como tratar essa altera&ccedil;&atilde;o que causa inc&ocirc;modo durante o sexo</em> </strong> </p>
<p>Em alguns casos, pode ser considerado normal a mulher sentir dor na primeira rela&ccedil;&atilde;o sexual, uma vez que o nervosismo e a tens&atilde;o da chamada &ldquo;primeira vez&rdquo; influenciam no momento da penetra&ccedil;&atilde;o. Mas, passada a primeira rela&ccedil;&atilde;o sexual, &eacute; preciso ficar em alerta caso o inc&ocirc;modo persista.</p>
<p>Segundo pesquisas elaboradas pela <em>Revista Brasileira de Sexualidade Humana</em> , a taxa de incid&ecirc;ncia do vaginismo varia entre 11,7% e 42% entre as mulheres. Apesar dos dados, o vaginismo &eacute; um assunto pouco conhecido. Por isso, &eacute; comum mulheres passarem pela disfun&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o a reconhecerem. </p>
<p> <strong> <a rel="noopener" href="https://portaledicase.com/11-fatos-sobre-himen-que-voce-ainda-nao-sabia/" target="_blank">&gt; 11 fatos sobre h&iacute;men que voc&ecirc; ainda n&atilde;o sabia</a> </strong> </p>
<h3> <strong>O que &eacute; o vaginismo?</strong> </h3>
<p>Segundo Teresa Embiru&ccedil;u, ginecologista e especialista em sexologia e obstetr&iacute;cia, o vaginismo &eacute; uma contra&ccedil;&atilde;o involunt&aacute;ria dos m&uacute;sculos do assoalho p&eacute;lvico ( <a href="https://portaledicase.com/entenda-a-importancia-de-proteger-a-coluna-durante-a-atividade-fisica/" target="_blank" rel="noopener"> <strong>m&uacute;sculos</strong> </a> que est&atilde;o ao redor da vagina). Isso impede a entrada de p&ecirc;nis, dedo ou qualquer outro objeto na vagina, por mais que esta seja a vontade da mulher.</p>
<p> <strong> <a rel="noopener" href="https://portaledicase.com/conheca-alguns-cuidados-importantes-com-a-higiene-intima-feminina/" target="_blank">&gt; Conhe&ccedil;a alguns cuidados importantes com a higiene &iacute;ntima feminina</a> </strong> </p>
<p>A ginecologista ainda explica que a disfun&ccedil;&atilde;o, na maioria das vezes, pode ocorrer na primeira rela&ccedil;&atilde;o sexual (vaginismo prim&aacute;rio). Contudo, tamb&eacute;m pode atingir uma parcela de mulheres que j&aacute; praticavam atividades sexuais e consideravam prazeroso, mas come&ccedil;aram a sentir o inc&ocirc;modo no momento da penetra&ccedil;&atilde;o (vaginismo secund&aacute;rio).</p>
<h3> <strong>Poss&iacute;veis causas do vaginismo </strong> </h3>
<p>As causas do vaginismo podem ser m&uacute;ltiplas. Por isso, &eacute; dif&iacute;cil definir um motivo exato. Teresa Embiru&ccedil;u explica que &eacute; preciso observar diversos pontos da constru&ccedil;&atilde;o sexual feminina para entender o que pode estar causando a <a href="https://portaledicase.com/hipertireoidismo-e-hipotireoidismo-entenda-as-causas-e-as-diferencas-e-veja-como-tratar/" target="_blank" rel="noopener"> <strong>disfun&ccedil;&atilde;o</strong> </a> , como: o que ouviu sobre a primeira vez, como aprendeu, expectativas ao iniciar a vida sexual e fatores religiosos, como ver o ato como algo errado, sujo e pecaminoso.</p>
<p>&ldquo;Sempre vamos olhar para v&aacute;rios pontos, como: se a educa&ccedil;&atilde;o em casa foi muito castradora e proibitiva, se passou por viol&ecirc;ncia psicol&oacute;gica ou sexual, se tem algum antecedente de problema de sa&uacute;de ginecol&oacute;gico (por exemplo, l&iacute;quen vulvar), se tem outras doen&ccedil;as de dor cr&ocirc;nica associadas (por exemplo, fibromialgia), se tem uma personalidade controladora, hipervigilante e se a pessoa &eacute; ansiosa&rdquo;, lista a ginecologista.</p>
<p> <strong> <a rel="noopener" href="https://portaledicase.com/conheca-as-doencas-urologicas-mais-comuns-nas-mulheres/" target="_blank">&gt; Conhe&ccedil;a as doen&ccedil;as urol&oacute;gicas mais comuns nas mulheres</a> </strong> </p>
<h3> <strong>Sinais que apontam para o vaginismo&nbsp;</strong> </h3>
<p>O principal sinal de alerta para o vaginismo s&atilde;o as fortes dores e o desconforto no momento da penetra&ccedil;&atilde;o. Contudo, Teresa Embiru&ccedil;u faz um alerta para o <a href="https://portaledicase.com/entenda-como-a-saude-mental-influencia-no-seu-peso/" target="_blank" rel="noopener"> <strong>medo e a fobia</strong> </a> , que podem acontecer desde a aproxima&ccedil;&atilde;o, o toque na vulva at&eacute; a dificuldade de ter penetra&ccedil;&atilde;o vaginal. &ldquo;[O vaginismo] &eacute; descrito como uma dor sexual, dor na rela&ccedil;&atilde;o, dor na penetra&ccedil;&atilde;o ou mais tecnicamente, dor genito-p&eacute;lvica&rdquo;, explica a especialista.</p>
<p>De acordo com a ginecologista, ainda existe uma outra situa&ccedil;&atilde;o que se assemelha ao vaginismo, que &eacute; quando a mulher at&eacute; consegue ter a penetra&ccedil;&atilde;o vaginal, mas sente ard&ecirc;ncia, inc&ocirc;modo e dor. &ldquo;&Eacute; como se tivesse entrando uma faca, descrita como vulvod&iacute;nia. A vulvod&iacute;nia j&aacute; seria mais uma dor localizada na mucosa vulvar que impede ou dificulta a penetra&ccedil;&atilde;o.&rdquo;</p>
<p> <strong> <a href="https://portaledicase.com/yoga-traz-beneficios-fisicos-e-mentais/" target="_blank" rel="noopener">&gt; Yoga traz benef&iacute;cios f&iacute;sicos e mentais</a> </strong>  </p>
<h3> <strong>Diagn&oacute;stico</strong> do problema </h3>
<p>O vaginismo pode ocorrer em qualquer idade. Por esse motivo, &eacute; preciso estar atento aos sinais e realizar o diagn&oacute;stico cl&iacute;nico que, de acordo com Teresa Embiru&ccedil;u, pode ocorrer por meio de uma conversa bem detalhada com o m&eacute;dico ginecologista, cl&iacute;nico geral ou psiquiatra, e por meio do exame f&iacute;sico, da inspe&ccedil;&atilde;o da mucosa e da avalia&ccedil;&atilde;o da musculatura p&eacute;lvica. &ldquo;&Eacute; necess&aacute;rio afastar se n&atilde;o existem outras causas que justifiquem a dor&rdquo;, explica a ginecologista.</p>
<p> <strong> <a rel="noopener" href="https://loja.portaledicase.com/emagreca-com-saude-ed-23-adocante-produto-digital-pdf-pr-4749-371963.htm" target="_blank">&gt; Ado&ccedil;ante: tudo o que voc&ecirc; precisa saber para usar de forma certa</a> </strong> </p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"> <img decoding="async" loading="lazy" src="https://www.urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2022/05/17/42b7ec188857967d42827df96f01e9fa.jpg" alt="Tratamentos para o vaginismo " class="wp-image-8978"><figcaption>Tratamento para o vaginismo consiste em relaxar a musculatura (Imagem: Shutterstock)  </figcaption></figure>
</div>
<h3> <strong>Existe tratamento?</strong> </h3>
<p>O tratamento para a disfun&ccedil;&atilde;o consiste em fazer com que a mulher consiga <a href="https://portaledicase.com/estresse-muscular-confira-as-causas-e-veja-como-evita-lo/" target="_blank" rel="noopener"> <strong>relaxar a musculatura</strong> </a> e dessensibilizar os m&uacute;sculos da vagina ao toque e a penetra&ccedil;&atilde;o. Normalmente, isso &eacute; realizado por ginecologistas com o apoio de psic&oacute;logos e profissionais especializados na sa&uacute;de sexual da mulher.</p>
<p>De acordo com a ginecologista Teresa Embiru&ccedil;u, podem ser indicadas medica&ccedil;&otilde;es para dor cr&ocirc;nica, quando ela &eacute; localizada na mucosa vulvar, al&eacute;m do uso de ansiol&iacute;ticos e t&eacute;cnicas para trabalhar o foco de aten&ccedil;&atilde;o. Ela tamb&eacute;m ressalta que alguns estudos mais recentes falam ainda da melhora com uso de laser vaginal de co&sup2; e aplica&ccedil;&atilde;o de toxina botul&iacute;nica.</p>
<p>&ldquo;A abordagem psicol&oacute;gica tamb&eacute;m &eacute; essencial para trabalhar as cren&ccedil;as err&ocirc;neas e ressignificar alguns momentos dessa constru&ccedil;&atilde;o da sexualidade. Mas o tratamento vai depender n&atilde;o apenas de profissionais qualificados para ajudar e dar as ferramentas necess&aacute;rias, como tamb&eacute;m do empenho e motiva&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria pessoa em melhorar. Porque o tratamento &eacute; um processo, n&atilde;o tem tempo certo, n&atilde;o tem rem&eacute;dio que se toma e se cura&rdquo;, explica Teresa Embiru&ccedil;u.</p>
<p> <strong> <a rel="noopener" href="https://portaledicase.com/suor-excessivo-descubra-as-causas-e-saiba-como-tratar/" target="_blank">&gt; Suor excessivo: descubra as causas e saiba como tratar</a> </strong> </p>
<h3> <strong>O tabu sobre a sexualidade feminina&nbsp;</strong> </h3>
<p>A falta de conhecimento sobre a sexualidade feminina ou, at&eacute; mesmo, as viv&ecirc;ncias traum&aacute;ticas, tamb&eacute;m podem influenciar para que o vaginismo ocorra. Teresa Embiru&ccedil;u explica que o ensino sobre sexualidade, muitas vezes, gira em torno de uma vis&atilde;o negativa e que a pessoa cresce com medo da rela&ccedil;&atilde;o sexual.</p>
<p>&ldquo;O aprendizado sobre a sexualidade nas escolas gira em torno do ensino sobre n&atilde;o engravidar e como n&atilde;o pegar infec&ccedil;&otilde;es sexualmente transmiss&iacute;veis. Ao iniciar a vida sexual, se ouve que a primeira vez sangra, d&oacute;i, machuca e rompe o h&iacute;men. Sempre uma vis&atilde;o muito negativa sobre o ato sexual. Sem falar na quest&atilde;o da &lsquo;perda da virgindade&rsquo;, como se fosse perder algo que nunca mais fosse poss&iacute;vel ser achado&rdquo;, afirma Teresa Embiru&ccedil;u.</p>
<p> <strong> <a rel="noopener" href="https://portaledicase.com/entenda-o-que-e-sindrome-de-burnout-parental-e-veja-quais-sao-os-sintomas/" target="_blank">&gt; Entenda o que &eacute; S&iacute;ndrome de Burnout Parental e veja quais s&atilde;o os sintomas</a> </strong> </p>
<h3> <strong>Consequ&ecirc;ncias </strong> do vaginismo</h3>
<p>A ginecologista esclarece que uma pessoa com vaginismo pode ter desejo sexual, se sentir excitada, chegar ao orgasmo, com o est&iacute;mulo na vulva e no cl&iacute;toris, e ter uma resposta sexual satisfat&oacute;ria. Entretanto, uma das queixas comuns dessas mulheres &eacute; que se sentem incompletas ou ainda, que se sentem menos &ldquo;mulher&rdquo; por faltar a penetra&ccedil;&atilde;o vaginal. Al&eacute;m da expectativa de estar em falta ou devendo algo ao parceiro sexual.</p>
<p>&ldquo;Uma outra frustra&ccedil;&atilde;o comumente relatada por pessoas com vaginismo &eacute; a <a href="https://portaledicase.com/conheca-as-causas-e-tratamentos-da-infertilidade-feminina/" target="_blank" rel="noopener"> <strong>dificuldade de engravidar</strong> </a> naturalmente. Geralmente &eacute; quando o relacionamento n&atilde;o vai bem ou quando chega essa vontade de engravidar que a pessoa procura ajuda&rdquo;, completa Teresa Embiru&ccedil;u. Por isso, em todo caso, &eacute; indicado procurar ajuda m&eacute;dica. </p>
<p>Acompanhe mais dicas de sa&uacute;de na&nbsp; <strong> <a rel="noopener" href="https://loja.portaledicase.com/emagreca-com-saude-ed-30-saladas-produto-digital-pdf-pr-4875-371963.htm" target="_blank">revista &lsquo;Emagre&ccedil;a com sa&uacute;de&rsquo;</a> </strong> </p>
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