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	<title>Arquivos universidades - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos universidades - FATO MT</title>
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		<title>Mães estudantes sofrem discriminação em universidades: veja relatos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 May 2023 10:15:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[discrimina]]></category>
		<category><![CDATA[estudantes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Divulgação Maternidade durante a graduação é um verdadeiro desafio, apontam mães “Falta de tempo, descriminação, pouquíssimo apoio.” É assim que Ana*, estudante de psicologia de Bauru (SP), define a sua experiência com a maternidade. E não, a dificuldade não vem das noites sem sono, do emprego cansativo ou da falta de ajuda da família: a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cw/j2/23/cwj223i98a0hnjhse9zs9q8fu.jpg" width="906" height="509" alt="Maternidade durante a graduação é um verdadeiro desafio, apontam mães" title="Maternidade durante a graduação é um verdadeiro desafio, apontam mães"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Maternidade durante a graduação é um verdadeiro desafio, apontam mães</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p>“Falta de tempo, descriminação, pouquíssimo apoio.” É assim que Ana*, estudante de psicologia de Bauru (SP), define a sua experiência com a maternidade. E não, a dificuldade não vem das noites sem sono, do emprego cansativo ou da falta de ajuda da família: a verdadeira fonte de estresse e culpa na vida da jovem é sua faculdade.</p>
<p> <strong>Entre no canal do <a href="https://t.me/iGDelas" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">iG Delas no Telegram </a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais!</strong> </p>
<p>Matriculada em um curso integral, Ana* descobriu a gestação durante o isolamento social, quando conseguiu, em meio ao caos pandêmico, gerar seu filho Theo*. Mas, com o retorno das atividades presenciais, os problemas começaram. “As faculdades não sabem, de jeito nenhum, lidar com mulheres que têm filhos. Principalmente pequenos. Elas nos ignoram.” </p>
<p>Assim como Ana, milhares de outras mulheres brasileiras tentam, a todo custo, balancear a maternidade real e as custosas demandas de uma graduação. </p>
<p> <strong>Mães e faculdade: um direito</strong> </p>
<p>A presença feminina em instituições de ensino superior data o ano de 1879, quando, ainda imperador, Dom Pedro II legalizou a matrícula de mulheres nas universidades, que só poderia ser feita por pais ou maridos. No entanto, até metade do século XX, elas ainda eram menos da metade do total de estudantes.</p>
<p>Foi só na virada do século XXI que o gênero passou a compor a maior parte das cadeiras ocupadas na universidade. Dados mais recentes do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) contabilizam que mulheres representam 61% dos estudantes de ensino superior no Brasil.</p>
<p>E segundo dados da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) publicados em 2018, cerca de 48,1% dessas estudantes são mães.</p>
<p>Assim, a sobrecarga se acumula em uma quádrupla jornada para as estudantes: à elas, cabem os cuidados com a casa, filhos, trabalho e, claro, o estudo.</p>
<p>Mesmo agora, como maioria no ensino superior, elas não enxergam essa dominância refletida em políticas públicas de permanência. “As universidades foram desenvolvidas para homens e feita para homens, apenas para eles. E a permanência não reflete isso”, aponta Ana*.</p>
<p> <strong>Relatos</strong> </p>
<p>A auxiliar de escritório Sarah*, que optou pelo anonimato, é mãe de 2 meninas, Clara* e Fernanda*.</p>
<p>Quando as gêmeas completaram dois anos de idade, Sarah decidiu trocar de carreira e ingressou em uma universidade pública no curso de Engenharia Civil. A experiência, no entanto, não foi nada boa.</p>
<p>Desde que entrou na faculdade, Sarah relata que não sentia que pertencia ao lugar que tanto sonhou. Desempregada, ela procurava por vagas de emprego enquanto enxergava, em suas colegas, um abismo de oportunidades.</p>
<p>“Enquanto eu buscava emprego e via que não me aceitariam porque eu era mãe e iria precisar de mais tempo com minhas filhas, via nos estudantes uma vida um pouco menos difícil. Doeu, mesmo que eles não tenham culpa.”</p>
<p>Quando buscou um auxílio da universidade ou vagas na creche da universidade, ela relata que sofreu preconceito de seus colegas. “Um aluno chegou a afirmar que lá não era lugar de mulheres como eu, que não sabiam dividir a vida e escolher entre ser mãe ou estudante.”</p>
<p>A faculdade em questão também não contava com um fraldário ou um ambiente direcionado à crianças em geral, o que limitou a presença das filhas de Sarah no local. </p>
<p>Sem uma rede de apoio, restou à estudante a única opção possível no momento: o trancamento do curso. “Perdi muitos sonhos, mas sei que é a realidade de muitas mães ao redor desse país. Mas que foi triste, foi. Neguei uma parte de mim para sempre.”</p>
<p> <strong>E a gravidez na faculdade?</strong> </p>
<p>A gravidez é um período recheado de dúvidas, medos e incertezas. Mas como é estar grávida no meio de uma graduação, com responsabilidades duplicadas? A estudante de direito Rafaela Vitório descobriu, no dia 19 de setembro de 2022, a resposta para essa pergunta.</p>
<p>“Assim que eu olhei o teste de gravidez e vi o resultado positivo, eu chorei muito, mas era um choro diferente. Eu não conseguia pensar em outra coisa a não ser na minha faculdade. Só conseguia pensar: &#8220;Meu Deus, o que eu vou fazer? Como vou conciliar gravidez e filho com a minha faculdade e o meu trabalho?”.”</p>
<p>A jovem também relata ter sofrido muito com a culpa. “Depois veio uma culpa muito grande, já me sentindo como mãe, por ter pensado primeiro na minha faculdade e não no meu filho”, diz.</p>
<div class="gd7 noticiaFloat itemOpcional">
<figure class="foto-legenda foto-legenda--size-1" style="position: relative"> <span> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/a1/cc/pj/a1ccpjzjdkkmvuf1jqy8ppkhq.jpg" alt="gravidez"> </span><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Arquivo pessoal</cite> </p>
<p>Para Rafaela, família e amigos foram essenciais durante toda a gestação</p>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Desistir, no entanto, não era uma opção para Rafaela. Segundo a jovem, a gravidez representou uma força muito maior para a sua permanência na graduação. Entre as dificuldades trazidas pela gestação, ela nomeia a sonolência, o cansaço e as demandas do trabalho, que exigiam uma tripla jornada de estudante, futura mãe e estagiária.</p>
<p>“Eu ficava mais cansada do que o normal, e muitas aulas eu acabava dormindo, aí eu tinha que acabar pegando a matéria com outras pessoas depois para conseguir estudar. E, assim, passava o final de semana todo estudando, porque durante a semana não conseguia estudar direito por conta da minha rotina que estava bem pesada e que os sintomas da gravidez estavam dificultando ainda mais.”</p>
<p>O preconceito, por mais que não seja direto, é visível, aponta a jovem. Entre ‘olhares tortos’, Rafaela conta que “muitas pessoas ficam olhando a barriga, principalmente quando está grande, com um olhar de pena, de ‘nossa, coitada, engravidou na faculdade, não vai chegar até o final.’”</p>
<p>A jovem afirma que a parte dolorosa dessa experiência é receber tais olhares de outras mulheres. “Você espera que você tenha um apoio muito maior de outras mulheres, por justamente por ser uma mulher, que sabe o que você tá passando, e na verdade é o contrário. Eu já fiquei irritada, mas agora não me importo mais.”</p>
<p>Em relação à instituição de ensino, ela não recebeu nenhum suporte como gestante além do direito de seu futuro afastamento. Mas, quando se trata de família, a situação é muito positiva. “[A família e os amigos] foram essenciais.”</p>
<p>“Sempre que eu precisei faltar, sempre que eu precisava dormir nas aulas por conta dos hormônios, eles me ajudavam, passavam toda a matéria, me deixavam por dentro de tudo. Quando eu faltava, eles me incluíam nos trabalhos. Eles me deram todo esse suporte. Não tenho do que reclamar, eles foram incríveis.”</p>
<p>Outras mulheres, como Rafaela, conseguem dividir essa experiência de forma positiva. É o caso de Demilly Castro, que, aos 27 anos, considerava engravidar novamente enquanto cursava a faculdade de Farmácia. “Eu e meu esposo conversamos muito sobre ter filhos, porém eu estava iniciando a faculdade no primeiro período e ficamos com receio que pudesse atrapalhar.”</p>
<p>Em agosto de 2017, ela suspeitou estar grávida, mas ignorou os sintomas. “Fiquei calada e achando que era tudo psicológico. As aulas retornaram, quando em uma noite, uma amiga virou pra mim e perguntou se eu não estava grávida. Aquilo ficou na minha cabeça, quando deu o horário de ir pra casa, passei na farmácia e comprei um teste rápido. Assim que cheguei, fui ao banheiro realizar o teste e o resultado foi positivo.”</p>
<p>Os enjoos começaram a aparecer, as náuseas eram recorrentes e a dor de cabeça, constante. Mas, mesmo assim, a estudante não desistiu do curso. Na sala de Demilly, duas outras colegas também estavam grávidas, fato que a ajudou bastante no momento. </p>
<p>A universidade foi solícita com os pedidos da jovem. “ Conversei com professores e minha coordenadora maravilhosa para adiantar alguns trabalhos para que eu fosse fazer antes do parto, e assim foi feito.”</p>
<p>Ela também relata que, na dificuldade de subir as escadas, também pediu ajuda para a sala, que foi movida para o primeiro andar. A gestação seguiu sem quaisquer problemas.</p>
<p>Quando a filha de Demilly nasceu, ela retornou à faculdade. “Levei minha filha para aula alguns dias. Graças a Deus, isso não me atrapalhava em absolutamente nada. Ela dormia bem, acordava, mamava e dormia novamente, e muitos amigos da faculdade me ajudaram nesses momentos. E hoje deu tudo certo. Sou formada em Farmácia Bioquímica e minha filha já tem quase cinco anos.” </p>
<p> <strong>O que a lei diz?</strong> </p>
<p>Em entrevista ao iG Delas, a advogada e sócia do escritório Bosquê Advocacia, Melissa Fabosi, detalha que existem leis que protegem as mães discentes no Brasil.</p>
<p>Segundo a jurista, a Lei n. 6.202/1975 é a legislação que ampara a estudante gestante e assegura o direito ao regime de exercícios domiciliares. A lei garante que, quando grávida, a mulher pode fazer atividades em casa a partir do oitavo mês de gestação e pelo período de três meses.</p>
<p>O afastamento deve ser determinado por um atestado médico a ser apresentado à instituição de ensino.</p>
<p>“Não é lícito às instituições de ensino condicionar o exercício desse direito ao cumprimento de qualquer obrigação que não encontre previsão legal, a despeito de gozarem de autonomia. O regime especial autoriza a substituição da frequência às aulas por exercícios domiciliares, mas não isenta a aluna de realizar as provas de verificação de aproveitamento”, conta a advogada.</p>
<p>Para o advogado Ítalo Negreiros, isso permite que a gestante possa dar continuidade à sua vida acadêmica ainda que de casa, sem prejuízos, como a aplicação de faltas, por exemplo.</p>
<p>“Vale lembrar que essa lei foi instituída ainda na ditadura militar, mas hoje, em razão do avanço da tecnologia, há muito mais facilidade para gestantes acompanharem remotamente as aulas. Em 2018, inclusive, esse prazo foi ampliado para seis meses, a depender de um laudo médico que justifique a necessidade.”, resume o advogado.</p>
<p>Quando se trata da proteção legal para as estudantes gestantes e mães, Daniele Duarte, advogada do departamento trabalhista da Andersen Ballão Advocacia, define o tema como ‘tímido’.</p>
<p>A especialista recomenda que a estudante gestante ou mãe verifique junto à sua instituição quais são os benefícios e garantias específicos a que ela tem direito, pois muitas instituições possibilitam a alteração do horário das aulas, disponibilizam espaço adequado e privativo para amamentação ou garantem atendimento preferencial nos serviços da instituição de ensino, como biblioteca, laboratórios e transporte.</p>
<p>Daniele reflete que existe um longo caminho a ser percorrido a fim de garantir a valorização das mães estudantes, já que a promoção de uma cultura mais inclusiva traz impacto direto às mães e à família. </p>
<p>“Vale lembrar que a educação é um dos componentes do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e reflete o acesso à educação e a qualidade do sistema educacional em um determinado país ou região, sendo que países com um IDH mais alto tendem a ter melhores indicadores de escolaridade, como maior taxa de alfabetização e maior número médio de anos de escolaridade”, finaliza a legista.</p>
<p> <strong>Um projeto de mudança</strong> </p>
<div class="gd7 noticiaFloat itemOpcional">
<figure class="foto-legenda foto-legenda--size-1" style="position: relative"> <span> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9o/qp/ud/9oqpudjdbvnt9pv30rcqb91vg.jpg" alt="livro"> </span><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação</cite> </p>
<p>Grupo publicou, em 2020, o livro &#8216;Maternidades plurais: os diferentes relatos, aventuras e oceanos das mães cientistas na pandemia&#8217;</p>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">A maternidade é uma experiência diversa e plural, que pode variar de mãe para mãe. Mas o que não muda é que, de fato, as universidades não estão prontas para lidar com isso.</p>
<p class="">Na tentativa de reverter essa maré, alguns projetos buscam conscientizar a população acadêmica dessa realidade. É o caso do GT Mulheres Cientistas e Maternidades Plurais, da Universidade Federal de Goiás (UFG).</p>
<p class="">O grupo se define como um projeto de “desenvolvimento de ações na luta pela visibilidade das Maternidades Plurais no ambiente acadêmico para agregar à luta pela qualificação acadêmica das mulheres mães no Brasil.”</p>
<p>A coordenadora do GT é a doutora em História pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Ana Carolina Coelho. Como gestora, ela afirma que o objetivo do grupo é compreender os aspectos das maternidades plurais e das mulheres cientistas dentro do universo acadêmico e extra acadêmico.</p>
<p>“A única lei existente é a da licença maternidade, que só contempla a criança do nascimento ou da adoção e os direitos da mãe durante esse período. Após a licença, a criança continua existindo, e as mães enfrentam dificuldades de adaptação do espaço físico e falta de regulamentação.”</p>
<p>A constatação de Ana Carolina é facilmente verificável: a maioria dos cursos de graduação têm duração de 3, 4 ou 5 anos, e em alguns casos, há residência e laboratórios que não são preparados para crianças e mães. Segundo Ana, a falta de regulamentação específica torna difícil a adaptação das mães e seus filhos às situações específicas: “a decisão de adaptar o espaço fica a critério de cada professora, professor, coordenadora ou coordenador.”</p>
<p>Ela relata que discentes de todo o Brasil têm se organizado em coletivos maternos para reivindicar o básico: fraldário, creches, espaço kids nos eventos, fomento de bolsas, editais específicos para maternidade e outras questões específicas.</p>
<p>“Mães precisam de trabalhos adaptados à sua realidade, como adaptações para a criança que adoeceu, direito à segunda chamada e atendimento especial à mãe e à criança. Até 12 anos, a criança precisa de atenção especial da mãe, uma vez que é necessário estar com ela o tempo todo. Se a mãe tiver uma criança com alguma atipia, a situação se torna ainda mais difícil, pois as necessidades requerem atenção constante.”</p>
<p>Ana Carolina afirma que acesso, condições de permanência, condições dignas de permanência e conclusão dos cursos são fundamentais para que essas mulheres possam cursar especializações, mestrados, doutorados e continuar suas pesquisas: “é importante que tenham condições de igualdade e não sejam discriminadas.”</p>
<p>Quando se trata de discriminação, ela não tem dúvidas: “com certeza existe discriminação contra mães que frequentam a Universidade de todos os níveis, principalmente as discentes que são a linha de ponta e que ficam com o ônus, eu diria que mais fraco, e que sofrem questões muito assediosas, como tem sido denunciado no Instagram e nas redes sociais.”</p>
<p>As consequências da falta de inclusão da maternidade no meio acadêmico são muitas: desde uma universidade que continua dentro da lógica heterocentrada masculina, machista e patriarcal, até o trancamento de discentes gestantes.</p>
<p>“Já aconteceu de uma pessoa estar apresentando seu trabalho e pedirem para a mãe tirar a criança da sala de aula, porque o barulho estava incomodando. E aí, com quem a mãe deixa a criança? Fica no corredor, jogada?.”</p>
<p>A busca do projeto, aponta a historiadora, é por equidade. Ela aponta que é importante entender que essas diferenças não existem por acaso, e sim são um resultado de um sistema estrutural e histórico que favorece a participação masculina e exclui as mulheres.</p>
<p>Mas como isso pode ser feito? Para Ana Carolina, é preciso implementar políticas efetivas que garantam a presença de mulheres, facilitem o acesso à formação e à pesquisa, além de garantir condições adequadas de conciliação entre vida profissional e familiar.</p>
<p>Entre as sugestões do DT para uma universidade mais igual, estão a ampliação de vagas em creches, o funcionamento em três turnos e a disponibilidade de fraldários acessíveis, a criação de banheiros familiares e espaços kids em todos os eventos acadêmicos, bem como o livre acesso de crianças acompanhadas por seus cuidadores em espaços como o Restaurante Universitário e Biblioteca.</p>
<p>Outras sugestões incluem a criação de uma sala específica para um Coletivo de Mães em cada universidade, a organização de um Encontro Nacional de coletivos de mães universitárias e a ampliação do auxílio creche em todas as universidades. </p>
<p>“Por isso, é fundamental que se promova a equidade de gênero no ambiente acadêmico, garantindo que todas as pessoas tenham as mesmas oportunidades de desenvolver suas carreiras e contribuir para o avanço da ciência”, finaliza.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/filhos/2023-05-14/maternidade-e-faculdade.html#f10dc317-2ab9-41df-9a99-d11736f2dbdd" rel="noopener">Mulher</a></p>
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		<title>CDH aprova moradia para filhos de cuidadores em universidades públicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 20:31:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[aprova]]></category>
		<category><![CDATA[cuidadores]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[moradia]]></category>
		<category><![CDATA[publicas]]></category>
		<category><![CDATA[universidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Direitos Humanos (CDH) aprovou nesta quarta-feira (15) projeto do senador Romário (PL-RJ) que obriga as universidades públicas a darem moradia nas residências universitárias a menores dependentes de pessoas que atuem como acompanhantes de pessoa com deficiência. O projeto, relatado pelo senador Flávio Arns (PSB-PR), foi aprovado sem mudanças e segue agora para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Direitos Humanos (CDH) aprovou nesta quarta-feira (15) projeto do senador Romário (PL-RJ) que obriga as universidades públicas a darem moradia nas residências universitárias a menores dependentes de pessoas que atuem como acompanhantes de pessoa com deficiência. O projeto, relatado pelo senador Flávio Arns (PSB-PR), foi aprovado sem mudanças e segue agora para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).</p>
<p>O <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/143239" rel="noopener" target="_blank">PL 3656/2020</a> busca garantir o direito de crianças e adolescentes que sejam filhos ou dependentes desses acompanhantes de morar junto com a família, em um ambiente adequado. Romário aponta que a ampliação das políticas de assistência estudantil inclui as pessoas com deficiência no sistema educacional, mas cria um dilema para os estudantes e suas famílias. Nos casos em que essas pessoas, em razão do tipo de deficiência, dependam de acompanhamento, geralmente não há nas residências estudantis a possibilidade de que esse acompanhante possa trazer sua família para residir na universidade.</p>
<p>“Rotineiramente, essas pessoas com deficiência agraciadas com uma vaga de moradia universitária não podem prescindir do acompanhamento de um adulto da família: o pai, a mãe, um avô ou mesmo um irmão de mais idade. Essa necessidade pode gerar um novo problema de negligência educacional quando ocorre de esse acompanhante ser responsável por crianças e adolescentes em idade escolar, se não forem mantidos sob o cuidado desse mesmo adulto”, argumenta o senador.</p>
<p>Para Flávio Arns, o trabalho do acompanhante geralmente cria uma relação de confiança e proximidade emocional e não é fácil dispensar alguém com quem já se convive há muitos anos e contratar uma pessoa que preencha as exigências das instituições de ensino.  Além disso, pessoas com deficiência podem necessitar de cuidados muito específicos, que exigem um acompanhante já capacitado.</p>
<p>Segundo o relator, o projeto exige que a universidade garanta um ambiente adequado, organizando os espaços físicos privativos e coletivos para permitir que essas condições sejam atendidas. Para ele, são medidas viáveis, como foi adaptar os prédios públicos quando as mulheres começaram a ingressar no serviço público, quando sequer havia banheiros femininos para as primeiras senadoras, por exemplo.</p>
<p>— De fato, se tais condições não forem viabilizadas haverá desrespeito aos direitos de crianças e adolescentes, conforme apontamos acima. Ademais, sem a permissão da presença do acompanhante reconhecido pelo estudante com deficiência restará agredido o direito constitucional das pessoas com deficiência à educação.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/03/15/cdh-aprova-moradia-para-filhos-de-cuidadores-em-universidades-publicas#cb53f17b-91e8-4bc9-aa2c-e4c956b158b3" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Kajuru quer proibir trotes violentos ou humilhantes nas universidades</title>
		<link>https://fatomt.com.br/kajuru-quer-proibir-trotes-violentos-ou-humilhantes-nas-universidades/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Feb 2023 20:45:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[humilhantes]]></category>
		<category><![CDATA[kajuru]]></category>
		<category><![CDATA[proibir]]></category>
		<category><![CDATA[trotes]]></category>
		<category><![CDATA[universidades]]></category>
		<category><![CDATA[violentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os trotes violentos ou humilhantes podem ser proibidos nas instituições de ensino superior. É o que diz o projeto de lei (PL 445/2023), de autoria do senador Jorge Kajuru (PSB-GO). A instituição de ensino também será responsável por punir e coibir esse tipo de comportamento, podendo ser responsabilizada em casos de omissão ou negligência. Fonte: [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Os trotes violentos ou humilhantes podem ser proibidos nas instituições de ensino superior. É o que diz o projeto de lei (<a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/155855" target="_blank" title="" rel="noopener">PL 445/2023</a>), de autoria do senador Jorge Kajuru (PSB-GO). A instituição de ensino também será responsável por punir e coibir esse tipo de comportamento, podendo ser responsabilizada em casos de omissão ou negligência.</p>
<p><audio preload="auto" src="https://www12.senado.leg.br/radio/@@audio/f805e07f-74fc-48bc-9fd3-281274b62a88?download"></audio></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2023/02/kajuru-quer-proibir-trotes-violentos-ou-humilhantes-nas-universidades#cdc93fa2-7e62-4088-91ce-677726030e04" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>TikTok é banido de universidades e escolas nos Estados Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2023 14:48:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[banido]]></category>
		<category><![CDATA[escolas]]></category>
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		<category><![CDATA[tiktok]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Unsplash/Kon Karampelas TikTok é banido em instituições estadunidenses Diversas escolas e universidades dos Estados Unidos estão impedindo o acesso ao TikTok em suas redes Wi-Fi. As medidas foram tomadas após alguns estados do país  proibirem o acesso à plataforma em celulares do governo. A lista de universidades e escolas que baniram o TikTok já é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6c/7z/5v/6c7z5vfj0frlmtl1tlwcy0mia.jpg" width="906" height="509" alt="TikTok é banido em instituições estadunidenses" title="TikTok é banido em instituições estadunidenses"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Unsplash/Kon Karampelas</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">TikTok é banido em instituições estadunidenses</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Diversas escolas e universidades dos Estados Unidos estão impedindo o acesso ao TikTok em suas redes Wi-Fi. As medidas foram tomadas após alguns estados do país  <a href="https://tecnologia.ig.com.br/2022-11-30/tiktok-banido-estado-eua.html" data-mce-href="https://tecnologia.ig.com.br/2022-11-30/tiktok-banido-estado-eua.html">proibirem o acesso à plataforma</a> em celulares do governo.  </p>
<p>A lista de universidades e escolas que baniram o TikTok já é extensa. O motivo de instituições estadunidenses estarem impedindo o acesso ao aplicativo são as acusações de que o TikTok compartilharia os dados dos usuários dos Estados Unidos com o governo chinês, ação negada pela plataforma.</p>
<p>Nas redes sociais e fóruns online, alunos reclamam do corte ao TikTok, bastante utilizado pelos jovens.</p>
<div>
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<li> <a href="https://tecnologia.ig.com.br/2023-01-26/trump-volta-facebook-instagram.html" title="Meta anuncia que Trump poderá voltar ao Facebook e Instagram" target="_self" rel="noopener">Meta anuncia que Trump poderá voltar ao Facebook e Instagram</a> </li>
<li> <a href="https://tecnologia.ig.com.br/colunas/tecnoblog/2023-01-25/instagram-exibe-anuncios-golpe-pix.html" title="Instagram exibe anúncios de 'robô do Pix' e acha que está tudo bem" target="_self" rel="noopener">Instagram exibe anúncios de &#8216;robô do Pix&#8217; e acha que está tudo bem</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">As acusações feitas pelos Estados Unidos ao TikTok começaram ainda durante o governo de Donald Trump, que ameaçou banir o aplicativo em todo o país. Depois de vários meses de discussões sobre o tema, a plataforma permaneceu no ar. Na época, o então presidente acusava o TikTok de ameaçar a segurança nacional, mas nunca apresentou provas.  </p>
<p>Mais recentemente, o governo do presidente Joe Biden passou a  <a href="https://tecnologia.ig.com.br/2022-12-27/tiktok-venda-forcada-eua.html" data-mce-href="https://tecnologia.ig.com.br/2022-12-27/tiktok-venda-forcada-eua.html">aumentar a pressão sobre o TikTok</a> para que o controle das operações do aplicativo no país seja vendido para uma empresa local. Com mais de 100 milhões de usuários nos EUA, o TikTok é concorrente direto de empresas nacionais, como a Meta, dona do Facebook, Instagram e WhatsApp.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://tecnologia.ig.com.br/2023-01-26/tiktok-banido-universidades-estados-unidos.html#d41c4a12-67db-4b25-b5dd-fe1fac109f73" rel="noopener">IG TECNOLOGIA</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Covid-19: universidades do Rio recomendam uso de máscaras faciais</title>
		<link>https://fatomt.com.br/covid-19-universidades-do-rio-recomendam-uso-de-mascaras-faciais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Nov 2022 03:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[faciais]]></category>
		<category><![CDATA[mascaras]]></category>
		<category><![CDATA[recomendam]]></category>
		<category><![CDATA[universidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tomaz Silva/Agência Brasil &#8211; 24/01/2021 Máscaras voltam a ser recomendadas em universidades do RJ Universidades do Rio de Janeiro estão recomendando a volta do uso de máscaras em suas dependências para reforçar a proteção contra a nova subvariante do coronavírus. Segundo o Painel Coronavírus Covid-19 da Secretaria de Estado de Saúde (SES), foram registrados em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5f/6l/w1/5f6lw1i1f2ppki6tcbh2fdigz.jpg" width="906" height="509" alt="Máscaras voltam a ser recomendadas em universidades do RJ" title="Máscaras voltam a ser recomendadas em universidades do RJ"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Tomaz Silva/Agência Brasil &#8211; 24/01/2021</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Máscaras voltam a ser recomendadas em universidades do RJ</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p>Universidades do <strong>Rio de Janeiro</strong> estão recomendando a volta do uso de máscaras em suas dependências para reforçar a proteção contra a nova subvariante do coronavírus. Segundo o Painel Coronavírus <a title="Covid-19: Saúde entrega vacinas destinadas a crianças com comorbidades" href="https://saude.ig.com.br/coronavirus/2022-11-10/saude-vacina-criancas-comorbidades.html" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/coronavirus/2022-11-10/saude-vacina-criancas-comorbidades.html"> Covid-19</a> da Secretaria de Estado de Saúde (SES), foram registrados em 24 horas 2.079 casos da doença e cinco óbitos, com aumento em relação à semana anterior.</p>
<p>A <strong>Universidade</strong> Federal Fluminense (UFF), por exemplo, publicou o Informe Técnico 16/2022 com orientações à comunidade acadêmica, entre as quais, o uso de máscaras em ambientes fechados, atualização do esquema vacinal, incluindo as doses de reforço, afastamento das atividades laborais e acadêmicas em caso de sintomas gripais e indicação de avaliação médica e continuidade das medidas de prevenção de infecções respiratórias, como higienização de mãos, manutenção de ambientes arejados e boa alimentação</p>
<p>Na UFF, o uso de máscaras faciais em ambientes abertos não é obrigatório, conforme decisões municipais locais.</p>
<div>
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<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2022-11-10/reino-unido-criancas-hiv-transfusoes-sangue.html" title="Reino Unido: quase 400 crianças contraíram HIV em transfusões" target="_blank" rel="noopener">Reino Unido: quase 400 crianças contraíram HIV em transfusões</a> </li>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/coronavirus/2022-11-10/fiocruz-aumento-covid.html" title="Fiocruz aponta aumento de casos de Covid em quatro estados" target="_blank" rel="noopener">Fiocruz aponta aumento de casos de Covid em quatro estados</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p>Em nota técnica, o Centro de Triagem Diagnóstica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) alerta para o <a title="Taxa de positivos para Covid-19 atinge o patamar mais alto em 3 meses" href="https://saude.ig.com.br/2022-11-09/covid-testes-positivos-farmacias.html" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/2022-11-09/covid-testes-positivos-farmacias.html">aumento do número de casos de Covid-19</a> . Para emitir o parecer, o centro considerou os resultados de testagem para a doença, que demonstram o aumento da positividade de 2,6% em setembro para 18,3% em outubro.</p>
<p>Por isso, é recomendado o uso de máscaras em ambientes fechados ou em aglomerações, mas não se propõe a interrupção ou suspensão automática das atividades presenciais.</p>
<p>Nos casos sintomáticos, a pessoa deve afastar-se imediatamente e comunicar à coordenação do curso ou à chefia imediata a razão do afastamento. Além disso, precisa programar testagem preferencialmente entre o segundo e o quinto dia.</p>
<p>Se o resultado for positivo, deve afastar-se por pelo menos sete dias, a contar da data do início dos sintomas. Se for negativo, deve-se aguardar o diagnóstico laboratorial (RT-PCR). O resultado da testagem deverá ser informado à coordenação ou chefia imediata.</p>
<p>Nos casos assintomáticos em que o resultado der negativo, a pessoa pode retornar logo às atividades. Para os que tiveram contato com alguém com <strong>Covid-19</strong> , a orientação é manter as atividades com precauções.</p>
<p>“A Reitoria da UFRJ reitera a importância das doses de reforço da vacinação contra a Covid-19 e da manutenção das medidas não farmacológicas preventivas: distanciamento interpessoal, uso de máscara e higienização frequente das mãos”, completou.</p>
<p> <strong>UniRio</strong>  A Comissão Permanente de Vigilância de Agravos à Saúde Humana da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio) alertou para a necessidade de conclusão do esquema de imunização com as doses reforço.</p>
<p>As recomendações incluem ainda o uso de máscaras em ambientes fechados, lavagem das mãos sempre que possível e uso de álcool a 70%. Na presença de sintomas gripais, além de <strong>usar máscaras faciais</strong> , a pessoa deve se afastar até que seja descartada qualquer contaminação.</p>
<p>Os servidores do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle, que é uma unidade de ensino e assistência aos pacientes, devem seguir as normativas e determinações emitidas pela Comissão de Controle de Infecção Hospitalar.</p>
<p>A reitoria da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) atualizou os protocolos de biossegurança nas dependências dos campi e também recomenda o uso de máscaras nas áreas edificadas, assim como nos demais locais onde o distanciamento mínimo de um metro não possa ser praticado.</p>
<p>“O uso continua obrigatório no caso de pessoas com sintomas gripais, mesmo com teste negativo para covid-19, a fim de evitar a transmissão de outras doenças respiratórias. A realização de eventos permanece liberada, desde que observadas as novas recomendações.”</p>
<p>A determinação na Uerj é decorrente das mudanças no panorama da Covid-19,  <a title="Covid-19: o que se sabe sobre a BQ.1, variante da Ômicron?" href="https://saude.ig.com.br/coronavirus/2022-11-10/covid-variante-omicron-bq1-pandemia.html" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/coronavirus/2022-11-10/covid-variante-omicron-bq1-pandemia.html">com a circulação da nova <strong>sublinhagem da Ômicron (BQ.1)</strong> </a> no Rio e do aumento da frequência de positividade dos testes realizados.</p>
<p>Além disso, os percentuais da população acima de 12 anos do estado que receberam a primeira e a segunda doses de reforço da vacina contra a doença continuam: 52% e 18%, respectivamente, segundo dados divulgados até o dia 31 de outubro de 2022, diz a reitoria. Para ter acesso aos campi, continua obrigatória a apresentação do passaporte vacinal digital ou impresso.</p>
<p> <strong>PUC-RJ</strong>  A Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), unidade privada de ensino, também fez a recomendação de retorno do uso da proteção facial diante do aumento do número de casos de Covid-19 no estado. </p>
<p>Os casos que temos atendido em nosso serviço de medicina ocupacional apresentam-se, em sua maioria, sem gravidade, semelhantes a uma gripe comum, com sintomas leves”, diz nota da reitoria.</p>
<p>A nota acrescenta que, por causa do aumento do número de casos dentro da PUC, por uma questão de segurança e preservação, o uso da máscara é o mais adequado.</p>
<p>“Acreditamos que o uso da máscara em ambientes fechados e/ou aglomerados (salas de aula, biblioteca, auditórios etc) seja uma boa medida preventiva para diminuir os riscos de transmissão. Pensamos especialmente na saúde das pessoas com comorbidades, quando o risco de agravamento é maior.”</p>
<p>“Recomenda-se ainda que aqueles com sintomas gripais façam uso da máscara, independentemente do local onde se fizerem presentes. Contamos com a colaboração de todos”, acrescenta o reitor.</p>
<p> <strong>Secretaria de Saúde</strong>  O secretário de <strong>Saúde</strong> do Rio de Janeiro, Alexandre Chieppe, disse que, nos últimos dias, o estado tem verificado o aumento de positividade dos testes de Covid-19 e consequente elevação no  <a title="Covid-19: SP confirma primeiro óbito relacionado à subvariante BQ.1" href="https://saude.ig.com.br/coronavirus/2022-11-08/covid-19-obito-subvariante-bq1.html" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/coronavirus/2022-11-08/covid-19-obito-subvariante-bq1.html">número de casos da doença relacionados à subvariante da Omicron,</a> que é muito transmissível, mas menos agressiva que outras.</p>
<p>Por isso, Chieppe recomenda que, ao aparecer qualquer sintoma respiratório ou gripal, as pessoas procurem um serviço de saúde e realizem a testagem e em caso positivo fazer o isolamento.</p>
<p>“É necessário exatamente para poder bloquear a cadeia de transmissão”, afirmou.</p>
<p>Chieppe defendeu ainda a vacinação como medida fundamental. As pessoas que não completaram o esquema vacinal devem procurar um posto de saúde e receber a dose necessária. “A vacinação é fundamental para evitar casos graves de Covid-19”, disse.</p>
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<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/coronavirus/2022-11-10/covid-universidades-rio-mascaras.html#cf50520a-50aa-4de2-9d70-bf013b7bd61f" rel="noopener">IG SAÚDE</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Assistência técnica de universidades para construção de moradia popular avança</title>
		<link>https://fatomt.com.br/assistencia-tecnica-de-universidades-para-construcao-de-moradia-popular-avanca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Nov 2022 18:40:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[assistencia]]></category>
		<category><![CDATA[constru]]></category>
		<category><![CDATA[moradia]]></category>
		<category><![CDATA[popular]]></category>
		<category><![CDATA[tecnica]]></category>
		<category><![CDATA[universidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou nesta nesta terça-feira (8) projeto que determina a oferta de serviços de assistência técnica à população de baixa renda na construção de habitações de interesse social, de responsabilidade dos cursos de arquitetura e engenharia das instituições de ensino superior. Do senador Jorge Kajuru (Podemos-GO), o PL 4.193/2019  altera a Lei [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou nesta nesta terça-feira (8) projeto que determina a oferta de serviços de assistência técnica à população de baixa renda na construção de habitações de interesse social, de responsabilidade dos cursos de arquitetura e engenharia das instituições de ensino superior.</p>
<p>Do senador Jorge Kajuru (Podemos-GO), o <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/137854" target="_self" title="" rel="noopener">PL 4.193/2019</a>  altera a <a class="external-link" href="http://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2008-12-24;11888" target="_self" title="" rel="noopener">Lei 11.888, de 2008</a>, que assegura às famílias de baixa renda assistência técnica e gratuita para o projeto e a construção de habitação de interesse social, Também altera a<a class="external-link" href="http://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2005-06-16;11124" target="_self" title="" rel="noopener"> Lei 11.124, de 2005</a>, para obrigar cursos de arquitetura e engenharia de instituições públicas a manterem, em suas estruturas, escritórios sociais destinados à prestação gratuita de serviços de elaboração de projetos e acompanhamento técnico da construção de habitações de interesse social para a população de baixa renda.</p>
<p>A proposta recebeu parecer favorável do relator, senador Flávio Arns (Podemos-PR), com duas emendas, e segue agora para a Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE).</p>
<p>Uma das emendas do relator inclui as instituições particulares de ensino superior na proposta, e outra desobriga a existência da estrutura física de um escritório social, desde que o serviço seja oferecido à população.</p>
<p>Aens enfatizou que a iniciativa não precisaria constar em lei, no entanto, alertou que a medida não vem sendo aplicada pelas instituições. </p>
<p>— Nem haveria a necessidade do projeto de lei, porque todos os cursos de ensino superior têm o aspecto do ensino, da pesquisa e da extensão. E a extensão significa trabalhar no entorno da instituição para melhorar a qualidade de vida, para trazer bem-estar, direitos sociais e humanos. Então, nem precisaria disso, mas é uma iniciativa das mais importantes, porque isso não vem acontecendo. Então, é um chamamento, na verdade, que fazemos para as instituições que ofertam engenharia civil, arquitetura e, eventualmente, outros cursos também para que se insiram no contexto em que atuam e ajudem a transformar a realidade para melhor — observou. </p>
<p>A senadora Zenaide Maia (Pros-RN) parabenizou o autor e o relator pela proposta e defendeu que as universidades estejam mais próximas da população. </p>
<p>— É importante que a academia se aproxime da população. A gente já vê isso na saúde. Por exemplo, os hospitais universitários e os ambulatórios já se aproximam da população, até porque é um campo de prática para os alunos, para os estudantes. A gente vê isso também nos cursos de direito (&#8230;) É necessário que a academia chegue à ponta.</p>
<h3><b>Responsabilidade social</b></h3>
<p class="">Para Arns, diante do déficit habitacional &#8220;que assola o país desde sempre&#8221;, as instituições de educação superior (IES) deveriam ter maior compromisso com a melhoria da realidade de seu entorno e adotar medidas de apoio aos mais carentes por iniciativa por própria, ao amparo de sua responsabilidade social. Ele também destacou o potencial de prática profissional propiciada aos alunos por ações como a proposta no projeto de lei. </p>
<p>&#8220;Nessas situações, as IES estariam indicando à sociedade uma das razões de justificativa para a sua criação e continuidade. Em todo caso, diante da não constatação desse despertar, o projeto se mostra oportuno&#8221;, afirma o senador no relatório.</p>
<p>Quanto à eventual interface com a autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial das lES — uma vez que parcela expressiva dos cursos envolvidos são públicos  — o relator propõe que o tema seja aperfeiçoado quando a proposta for analisada na CE, mas considera que o projeto &#8220;se harmoniza com a perspectiva de intervenção e transformação social&#8221; das universidades públicas.</p>
<h3><b>Fiscalização</b></h3>
<p>Arns também destaca que &#8220;o ensino no Brasil constitui dever do Estado e, quando esse serviço é oferecido pela iniciativa privada, é por meio de autorização ou delegação do poder público. Desse modo, a atividade sujeita-se tanto à fiscalização, quanto à aferição das condições de oferta exigidas pelo Estado&#8221;. Por isso, o senador apresentou emenda direcionando a proposta também aos cursos privados, de forma que a oferta dos serviços de assistência técnica e gratuita para o projeto e a construção de habitação de interesse social componha os projetos pedagógicos dos cursos de arquitetura e engenharia das faculdades particulares.</p>
<p>Para reduzir qualquer noção de entendimento de alteração ou interferência em estrutura administrativa do Poder Executivo, o senador também apresentou emenda para evidenciar a prestação do serviço, sem a menção explícita à figura do escritório social que, segundo ele, &#8220;poderia denotar uma estrutura ou unidade de custo&#8221;. </p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/11/08/assistencia-tecnica-de-universidades-para-construcao-de-moradia-popular-avanca#d4b0b6bc-78d4-4469-9378-b6b1de5e5287" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Consultores do Senado ensinam processo legislativo em escolas e universidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jul 2022 14:45:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[consultores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa e-Cidadania firmou parceria com a Consultoria Legislativa do Senado para qualificar a educação legislativa oferecida a escolas e universidades por meio de cursos. A Oficina Legislativa, oferecida pelo programa a estudantes do ensino básico e universitários, terá participação de consultores do Senado e da Câmara. O primeiro consultor a ministrar aula para universitários inscritos na [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">O Programa e-Cidadania firmou parceria com a Consultoria Legislativa do Senado para qualificar a educação legislativa oferecida <span>a </span><span>escolas e universidades </span>por meio de cursos. A <a class="external-link" href="http://www12.senado.leg.br/ecidadania/oficinalegislativa" target="_self" title="" rel="noopener">Oficina Legislativa</a>, oferecida pelo programa a estudantes do ensino básico e universitários, terá participação de consultores do Senado e da Câmara. O primeiro consultor a ministrar aula para universitários inscritos na oficina foi Rafael Silveira, doutor em ciência política pela Universidade de Brasília. Ele defendeu a importância de aproximar o processo legislativo da sociedade.</p>
<p><audio preload="auto" src="https://www12.senado.leg.br/radio/@@audio/24d62337-03db-4760-b065-0eea97e821a2?download"></audio></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2022/07/consultores-do-senado-ensinam-processo-legislativo-em-escolas-e-universidades#563d3c03-f510-491e-9742-c86b98c792b2" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>CE terá audiência sobre corte de verbas em universidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jun 2022 17:40:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[audiencia]]></category>
		<category><![CDATA[corte]]></category>
		<category><![CDATA[sobre]]></category>
		<category><![CDATA[universidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Educação aprovou nesta quinta-feira (30) a realização de audiência sobre cortes de verbas nas universidades. O requerimento foi apresentado pelo presidente do colegiado, senador Marcelo Castro (MDB-PI), que quer discutir, ainda, a situação dos bolsistas da pós-graduação no Brasil. Os senadores também apreciaram três projetos de lei de denominação de logradouros públicos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Educação aprovou nesta quinta-feira (30) a realização de audiência sobre cortes de verbas nas universidades. O requerimento foi apresentado pelo presidente do colegiado, senador Marcelo Castro (MDB-PI), que quer discutir, ainda, a situação dos bolsistas da pós-graduação no Brasil. Os senadores também apreciaram três projetos de lei de denominação de logradouros públicos em São Paulo, Maranhão e Paraná.</p>
<p><audio preload="auto" src="https://www12.senado.leg.br/radio/@@audio/fe6b8156-e63d-4dcb-9d66-005df4960809?download"></audio></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2022/06/ce-tera-audiencia-sobre-corte-de-verbas-em-universidades#51a3170d-d79c-4952-bd78-92dfef439c3c" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Corte de recursos nas universidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jun 2022 13:40:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[corte]]></category>
		<category><![CDATA[recursos]]></category>
		<category><![CDATA[universidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Educação (CE) aprovou requerimento para realização de audiência pública sobre cortes nos recursos educacionais e funcionamento das universidades federais em 2022. A data ainda será marcada (REQ 58/2022). Mais informações a seguir Fonte: Agência Senado</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Educação (CE) aprovou requerimento para realização de audiência pública sobre cortes nos recursos educacionais e funcionamento das universidades federais em 2022. A data ainda será marcada (REQ 58/2022).                 </p>
<p style="color: #3E6892">Mais informações a seguir</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/senado-agora/2022/06/30/cortes-de-recursos-nas-universidades#d57b0348-5d9e-461e-ac34-8082c673dfea" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/corte-de-recursos-nas-universidades/">Corte de recursos nas universidades</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<item>
		<title>RJ: universidades voltam a instituir uso de máscara em locais fechados</title>
		<link>https://fatomt.com.br/rj-universidades-voltam-a-instituir-uso-de-mascara-em-locais-fechados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jun 2022 14:05:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[fechados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tomaz Silva/Ag&#234;ncia Brasil &#8211; 24/01/2021 M&#225;scaras voltam a ser obrigat&#243;rias em universidades do RJ Em meio ao aumento de casos de Covid-19 no pa&#237;s, ao menos quatro universidades p&#250;blicas do Rio de Janeiro voltaram a obrigar o uso de m&#225;scaras de prote&#231;&#227;o contra a doen&#231;a nos ambientes fechados. De acordo com o &#250;ltimo Boletim InfoGripe, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/REC-html40/loose.dtd"><br />
<html><body></p>
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<div id="infocoweb_cabecalho" class="infocoweb_cabecalho"><a target="_blank" href="https://www.ig.com.br/" rel="noopener"><img decoding="async" src="https://gestor.infocoweb.com.br/images/logo_ig.png" alt="source"></a></div>
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<div class="Noticia_Foto">
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<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5f/6l/w1/5f6lw1i1f2ppki6tcbh2fdigz.jpg" width="906" height="509" alt="M&aacute;scaras voltam a ser obrigat&oacute;rias em universidades do RJ" title="M&aacute;scaras voltam a ser obrigat&oacute;rias em universidades do RJ"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Tomaz Silva/Ag&ecirc;ncia Brasil &#8211; 24/01/2021</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">M&aacute;scaras voltam a ser obrigat&oacute;rias em universidades do RJ</div>
</figcaption></figure>
</div>
<p>Em meio ao aumento de casos de Covid-19 no pa&iacute;s, ao menos quatro universidades p&uacute;blicas do Rio de Janeiro voltaram a obrigar o uso de m&aacute;scaras de prote&ccedil;&atilde;o contra a doen&ccedil;a nos ambientes fechados.</p>
<p>De acordo com o &uacute;ltimo Boletim InfoGripe, da Funda&ccedil;&atilde;o Oswaldo Cruz (Fiocruz), os casos de Covid representam cerca de 59,6% da ocorr&ecirc;ncia de quadros de S&iacute;ndrome Respirat&oacute;ria Aguda (SRAG) com identifica&ccedil;&atilde;o viral no Brasil.</p>
<p>Com o objetivo de conter o avan&ccedil;o do v&iacute;rus, ao longo dos &uacute;ltimos dias, a Universidade Federal Fluminense (UFF), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio) e&nbsp;a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) voltaram a implementar o uso de m&aacute;scaras.</p>
<p>A Associa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Dirigentes das Institui&ccedil;&otilde;es Federais de Ensino Superior (Andifes) disse que as universidades t&ecirc;m legitimidade para adotar medidas como essas. &#8220;As institui&ccedil;&otilde;es t&ecirc;m a liberdade para colocar em pr&aacute;tica a&ccedil;&otilde;es restritivas contra a Covid-19&#8221;, afirmou a associa&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que o uso do equipamento de prote&ccedil;&atilde;o &eacute; opcional no estado do Rio de Janeiro, tanto em ambientes abertos quanto nos fechados.</p>
<p>O movimento das universidades vai de acordo com as&nbsp; <a href="https://saude.ig.com.br/2022-06-01/sp-comite-saude-subnotificacao-casos-covid-19-estado-mascaras-ambientes-fechados.html" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/2022-06-01/sp-comite-saude-subnotificacao-casos-covid-19-estado-mascaras-ambientes-fechados.html">determina&ccedil;&otilde;es do&nbsp;Comit&ecirc; Cient&iacute;fico do Coronav&iacute;rus no Estado de S&atilde;o Paulo &mdash; &oacute;rg&atilde;o associado ao governo estadual &mdash; que tamb&eacute;m voltou a recomendar o uso de m&aacute;scaras em lugares fechados nessa ter&ccedil;a-feira (31)</a> .</p>
<p>Ainda, de acordo com o coordenador do &oacute;rg&atilde;o, Jo&atilde;o Gabbardo, o <a href="https://saude.ig.com.br/2022-06-01/sp-comite-saude-subnotificacao-casos-covid-19-estado-mascaras-ambientes-fechados.html" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/2022-06-01/sp-comite-saude-subnotificacao-casos-covid-19-estado-mascaras-ambientes-fechados.html">n&uacute;mero de casos da doen&ccedil;a em S&atilde;o Paulo &eacute; muito maior do que o&nbsp;mostrado&nbsp;nos &iacute;ndices</a> , j&aacute; que n&atilde;o incluem os dados de testes realizados em casa.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia tamb&eacute;m</h3>
<ul>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2022-06-01/sp-comite-saude-subnotificacao-casos-covid-19-estado-mascaras-ambientes-fechados.html" title="SP: Comit&ecirc; de Sa&uacute;de aponta subnotifica&ccedil;&atilde;o de casos de Covid no estado" target="_self" rel="noopener">SP: Comit&ecirc; de Sa&uacute;de aponta subnotifica&ccedil;&atilde;o de casos de Covid no estado</a> </li>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2022-06-01/perfeitura-sp-mascara-ambientes-fechados.html" title="Prefeitura de SP recomenda uso de m&aacute;scara em ambientes fechados" target="_self" rel="noopener">Prefeitura de SP recomenda uso de m&aacute;scara em ambientes fechados</a> </li>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2022-05-22/estudo-importancia-mascara-escolas-contaminacao-covid.html" title="Infec&ccedil;&atilde;o por Covid em escolas pode chegar a 80% sem uso de m&aacute;scara" target="_self" rel="noopener">Infec&ccedil;&atilde;o por Covid em escolas pode chegar a 80% sem uso de m&aacute;scara</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">&#8220;Nessa &uacute;ltima semana, o aumento foi bastante significativo, n&oacute;s tivemos 41% de aumento nas interna&ccedil;&otilde;es e tivemos mais de 80%, 84% no n&uacute;mero de casos, e a gente sabe que o n&uacute;mero de casos &eacute; muito maior do que isso porque muitas pessoas est&atilde;o fazendo autoteste, comprando na farm&aacute;cia e estes testes n&atilde;o entram nas estat&iacute;sticas de novos casos, ent&atilde;o certamente o n&uacute;mero de casos &eacute; maior do que esse que aparece nas estat&iacute;sticas&#8221;, disse o m&eacute;dico em entrevista &agrave; <em>GloboNews</em> .</p>
<p>Entre no&nbsp; <strong> <a href="https://t.me/iGUltimoSegundo" data-mce-href="https://t.me/iGUltimoSegundo">canal do &Uacute;ltimo Segundo no&nbsp;Telegram</a> </strong> e veja as principais not&iacute;cias do dia no Brasil e no Mundo. &nbsp;Siga tamb&eacute;m o&nbsp; <a href="https://t.me/portalig" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG.</a> </p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/saude.ig.com.br/2022-06-02/universidades-rj-uso-obrigatorio-mascara-covid-ambientes-fechados.html#263" rel="noopener">IG SA&Uacute;DE</a></div>
</div>
<p><script src="https://gestor.infocoweb.com.br/analytics_content.js?a=263&amp;b=1196713&amp;c=7442228"></script></body></html></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/rj-universidades-voltam-a-instituir-uso-de-mascara-em-locais-fechados/">RJ: universidades voltam a instituir uso de máscara em locais fechados</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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