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	<title>Arquivos transtornos - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos transtornos - FATO MT</title>
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		<title>Mulheres jovens são + propensas a transtornos de imagem e alimentação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 May 2023 19:46:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[alimenta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FreePik Mulheres e mais jovens são mais propensos a desenvolverem transtornos de imagem e alimentação, revela estudo Maria Fernanda Ziegler &#124; Agência FAPESP – Com base em dados de dois questionários respondidos por 1.750 voluntários, pesquisadores brasileiros identificaram um conjunto de características que tornam uma pessoa mais propensa a desenvolver transtornos mentais associados à imagem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5j/zn/qv/5jznqvg470lkldyg43m8qezwq.jpg" width="906" height="509" alt="Mulheres e mais jovens são mais propensos a desenvolverem transtornos de imagem e alimentação, revela estudo" title="Mulheres e mais jovens são mais propensos a desenvolverem transtornos de imagem e alimentação, revela estudo"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>FreePik</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Mulheres e mais jovens são mais propensos a desenvolverem transtornos de imagem e alimentação, revela estudo</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Maria Fernanda Ziegler | Agência FAPESP – Com base em dados de dois questionários respondidos por 1.750 voluntários, pesquisadores brasileiros identificaram um conjunto de características que tornam uma pessoa mais propensa a desenvolver transtornos mentais associados à imagem corporal e à alimentação. De acordo com o estudo, o problema afeta principalmente as mulheres, os mais jovens, os consumidores de suplementos fitness ou de substâncias farmacológicas para mudar a forma corporal. Também entram na lista os adeptos de dietas restritivas, os sedentários, as pessoas com diagnóstico de obesidade ou sobrepeso e que fazem uma avaliação ruim da própria alimentação.</p>
<p> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGDelas" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">canal do iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais!</strong> </p>
<p>O levantamento foi conduzido por pesquisadores das universidades Estadual Paulista (Unesp) e Federal de Alfenas (Unifal) e recebeu financiamento da FAPESP. Os resultados foram divulgados na revista Environmental Research and Public Health.</p>
<p>Segundo os autores, conhecer o perfil dos indivíduos mais vulneráveis a esse tipo de transtorno do corpo pode subsidiar estratégias preventivas e de promoção da saúde.</p>
<p>&#8220;Há uma preocupação mundial com doenças como diabetes, hipertensão e obesidade, que afetam a saúde da população em grande proporção. Porém, existem outras condições, como os transtornos alimentares, que são subdiagnosticados e desconsiderados, embora também afetem substancialmente a saúde das pessoas. É preciso levar em conta que uma relação ruim com a comida pode anteceder uma série de problemas físicos e mentais&#8221;, alerta Wanderson Roberto da Silva, professor da Unifal e coautor do artigo.</p>
<p>Ainda segundo o pesquisador, é importante considerar que, embora transtornos como compulsão alimentar, anorexia e bulimia nervosa tenham baixa prevalência na população, podem desencadear problemas sérios. &#8220;Eles estão fortemente associados a afetividades negativas, como ansiedade, estresse e depressão, que estão entre os principais desafios em saúde do século 21&#8221;, afirma.</p>
<p>No trabalho, os pesquisadores aplicaram dois questionários para examinar a relação entre &#8220;atenção à forma corporal&#8221;, &#8220;ansiedade física social&#8221; e &#8220;características pessoais dos participantes&#8221;.</p>
<p>Na primeira etapa do estudo, que envolveu 1.750 adultos brasileiros, foi identificado que, quanto mais os indivíduos dão atenção à forma corporal, mais propensos são a esperar uma avaliação negativa de sua forma física. Além disso, tendem a estar menos confortáveis com a apresentação física do corpo.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
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<li> <a href="https://delas.ig.com.br/alimentacao-e-bem-estar/2023-05-05/obesidade--tratamento--estilo-de-vida.html" title="Preocupação com a obesidade vai muito além da estética" target="_self" rel="noopener">Preocupação com a obesidade vai muito além da estética</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/alimentacao-e-bem-estar/2023-05-04/nutricao-ambiente.html" title="Ambiente pode influenciar na dieta? Nutricionista responde" target="_self" rel="noopener">Ambiente pode influenciar na dieta? Nutricionista responde</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/alimentacao-e-bem-estar/2023-05-02/dica-da-nutri--pipoca.html" title="Dica da nutri: pipoca pode ser uma opção  para quem quer emagrecer" target="_self" rel="noopener">Dica da nutri: pipoca pode ser uma opção para quem quer emagrecer</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">As características mais comuns entre os que apresentaram níveis elevados de atenção à forma corporal foram: sexo feminino, consumo de suplementos fitness ou de substâncias farmacológicas para mudar a forma corporal e realização frequente de dietas restritivas.</p>
<p>Já entre aqueles que apresentaram maior expectativa de avaliação negativa da forma física os traços mais comuns foram: sexo feminino, ser considerado um jovem adulto, consumo de substâncias farmacológicas para mudar a forma corporal, sedentarismo, autoavaliação negativa da qualidade da alimentação e presença de sobrepeso ou obesidade.</p>
<p>Os pesquisadores observaram ainda que entre os indivíduos que estavam mais confortáveis com o próprio corpo em geral eram mais velhos, do sexo masculino, sem sobrepeso ou obesidade, não faziam uso de substâncias farmacológicas para modificar a forma corporal, não realizavam dietas restritivas e praticavam atividade física. Além disso, nesse grupo, a autoavaliação da qualidade da alimentação foi mais positiva.</p>
<h3>O corpo real</h3>
<p>Na segunda etapa do estudo, os pesquisadores avaliaram uma subamostra composta por 286 indivíduos submetidos a teste de bioimpedância, feito em um tipo de balança capaz de medir fatores como o percentual total de gordura, a massa magra e o nível de gordura visceral.</p>
<p>&#8220;Com essa análise, observamos que a composição corporal do indivíduo influenciou a percepção em relação à forma física do corpo. As pessoas com maior quantidade de gordura e menor massa muscular foram as mais suscetíveis a problemas&#8221;, relata o pesquisador à Agência FAPESP.</p>
<p>De acordo com o estudo, portanto, pessoas que têm uma preocupação excessiva com o corpo, a ponto de isso gerar ansiedade, podem apresentar comportamentos disfuncionais tanto em relação à alimentação quanto ao corpo. &#8220;A grande questão do trabalho é destacar que existem características individuais que sugerem maior vulnerabilidade a comportamentos disfuncionais em relação à imagem corporal negativa e alimentação transtornada. É importante prestar atenção a esses comportamentos, pois eles representam a raiz de problemas futuros. Com isso em mente, tem-se a oportunidade de desenvolver ações mais assertivas de prevenção de doenças e promoção da saúde, seja em contexto coletivo ou individual&#8221;, diz.</p>
<p>O trabalho foi desenvolvido com foco nos aspectos cognitivos (como a atenção à forma corporal) e afetivos (como a ansiedade gerada quando o corpo é exposto) da imagem corporal. De acordo com o artigo, no contexto da imagem corporal, quando os indivíduos voltam sua atenção para o físico, podem experimentar sentimentos de adequação, mas também de inadequação, que, dependendo da intensidade, podem desencadear transtornos mentais como anorexia ou bulimia nervosa.</p>
<p>Silva explica que essa atenção pode ser entendida como um processamento cognitivo seletivo, em que o indivíduo se concentra intencionalmente em algo específico, ou baseado em estímulos internos e externos. &#8220;Nesse processo, a pessoa é consumida por algumas informações enquanto negligencia outras e isso ocorre individualmente, podendo variar de acordo com a intensidade de cada estímulo&#8221;, explica.</p>
<p>Segundo o pesquisador, a ansiedade está relacionada com o comportamento alimentar e com a relação que as pessoas têm com a própria imagem corporal. &#8220;Isso influencia as ações. Portanto, uma pessoa com um nível alto de ansiedade pode se tornar mais suscetível a ter algum transtorno alimentar, especialmente se possui problemas com a imagem corporal. Pode usar estratégias inadequadas visando mudar a imagem corporal, sem nenhum tipo de supervisão por profissional capacitado, e isso comprometer sua saúde em vez de melhorá-la&#8221;, diz.</p>
<p>Entre os exemplos de comportamentos disfuncionais estão a adoção de dietas restritivas ou da moda sem acompanhamento especializado, a prática de exercício físico excessivo sem supervisão e o consumo de suplementos alimentares ou substâncias potencialmente danosas (anabolizantes, por exemplo) sem a devida prescrição. &#8220;Como se vê, são várias estratégias que podem desestruturar a vida de um indivíduo em vários aspectos, afetando tanto sua saúde física quanto mental e social&#8221;, destaca.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/alimentacao-e-bem-estar/2023-05-05/mulheres-jovens-transtornos-de-imagem-e-alimentacao.html#1514fc1a-2a72-4dd1-95ef-29cb3d792ee0" rel="noopener">Mulher</a></p>
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		<title>Falta de sono pode causar ansiedade, depressão e transtornos mentais</title>
		<link>https://fatomt.com.br/falta-de-sono-pode-causar-ansiedade-depressao-e-transtornos-mentais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Mar 2023 11:31:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[causar]]></category>
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		<category><![CDATA[falta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dragana_Gordic &#8211; Freepik Noites mal dormidas podem gerar problemas a curto e longo prazo, como ansiedade, irritação e baixa produtividade Nesta sexta-feira (17), é celebrado o Dia Mundial do Sono . Segundo uma pesquisa da Associação Brasileira do Sono (ABS), pelo menos 65% dos brasileiros consideram que não dormem bem. São vários os motivos que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0q/rv/w6/0qrvw6ruziygg5qoqxp54259e.jpg" width="906" height="509" alt="Noites mal dormidas podem gerar problemas a curto e longo prazo, como ansiedade, irritação e baixa produtividade" title="Noites mal dormidas podem gerar problemas a curto e longo prazo, como ansiedade, irritação e baixa produtividade"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Dragana_Gordic &#8211; Freepik</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Noites mal dormidas podem gerar problemas a curto e longo prazo, como ansiedade, irritação e baixa produtividade</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Nesta sexta-feira (17), é celebrado o <strong>Dia Mundial do Sono</strong> . Segundo uma pesquisa da Associação Brasileira do Sono (ABS), pelo menos 65% dos brasileiros consideram que não dormem bem. São vários os motivos que podem levar a esse problema, desde <strong>ansiedade</strong> e  <a href="https://saude.ig.com.br/colunas/tom-bueno/2023-02-16/mitos-e-verdades-sobre-o-diabetes.html" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/colunas/tom-bueno/2023-02-16/mitos-e-verdades-sobre-o-diabetes.html">sedentarismo</a> até a alimentação.</p>
<p class="">O  <a href="https://saude.ig.com.br/2022-05-24/mudanca-climatica-pode-tirar-ate-58-horas-de-sono-por-ano-das-pessoas.html" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/2022-05-24/mudanca-climatica-pode-tirar-ate-58-horas-de-sono-por-ano-das-pessoas.html">sono</a> ou a falta dele pode gerar diferentes impactos no dia a dia, e até mesmo a longo prazo. De acordo com Dr. João Gallinaro, médico psiquiatra com especialização em Medicina do Sono pelo Hospital das Clínicas da USP, não dormir pode deixar as pessoas mais irritadas, diminuir a atenção e os efeitos cognitivos, o que acaba atrapalhando a produtividade, seja nos estudos ou no trabalho.</p>
<p>&#8220;A falta de sono pode causar mais crises de ansiedade, já que algumas estruturas do cérebro ficam mais ativas&#8221;, afirma. &#8220;Se não dormimos bem, também não temos energia para realizar tarefas que demandam mais do nosso físico, como fazer <a href="https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-02-20/veja-como-a-pratica-de-yoga-beneficia-saude-fisica-e-emocional.html" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-02-20/veja-como-a-pratica-de-yoga-beneficia-saude-fisica-e-emocional.html">exercícios</a> , que são essenciais para a nossa saúde&#8221;.</p>
<h2>Insônia</h2>
<p>O <a href="https://saude.ig.com.br/2022-12-08/estudo-insonia-brasileiros.html" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/2022-12-08/estudo-insonia-brasileiros.html">distúrbio mais comum e o mais conhecido relacionado ao sono é a insônia</a> . Existem, no entanto, algumas classificações dentro dessa condição que muitas pessoas não conhecem e, por esse motivo, demoram a buscar o tratamento adequado, segundo o médico.</p>
<p>São elas:</p>
<ul>
<li> <strong>Insônia Inicial:</strong> acontece quando a pessoa tem dificuldade em pegar no sono. &#8220;A pessoa se deita e fica horas virando na cama&#8221;, pontua Gallinaro;</li>
<li> <strong>Insônia de Manutenção:</strong> neste caso, o problema está durante o sono. A pessoa até consegue dormir rápido, mas desperta várias vezes no meio da noite. Em alguns casos, de acordo com o especialista, ela consegue voltar a dormir, em outros, não;</li>
<li> <strong>Insônia Terminal:</strong> esse tipo de insônia atinge quem acorda pela manhã antes do tempo desejado. &#8220;O sono acaba sendo interrompido, mesmo havendo a possibilidade de dormir mais.&#8221;</li>
</ul>
<p>A <strong>insônia</strong> , segundo o médico, também está muito relacionada à depressão e a outros transtornos mentais, já que o <strong>sono reparador</strong> é essencial para o descanso do corpo e da mente.</p>
<p>Embora dormir pouco possa causar problemas de <strong>saúde</strong> , horas excessivas de sono também são um sinal de alerta. &#8220;Se o paciente está dormindo o tempo indicado, e ainda assim sente muito sono durante o dia, pode estar com Sonolência Excessiva Diurna (SED), que também é um problema que prejudica a qualidade de vida&#8221;, diz Gallinaro.</p>
<p>Algumas causas da SED mais comuns são: a privação de sono, Apneia Obstrutiva do sono (problema associado ao ronco), depressão e hipotireoidismo.</p>
<h2>Mexer no celular antes de dormir faz mal?</h2>
<p>Segundo a ABS, 64% da população brasileira faz uso de aparelhos eletrônicos antes de dormir. Entre os adolescentes, o número sobe para 94%, sendo que 70% dessa faixa etária não conseguem dormir antes das 22h.</p>
<p>O hábito, entretanto, pode ser prejudicial. As  <a href="https://saude.ig.com.br/2017-06-10/celular-atrapalha-sono.html" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/2017-06-10/celular-atrapalha-sono.html">telas prejudicam o sono devido a fatores que vão desde a exposição à luz</a> até o estímulo que ela causa no cérebro antes de dormir. &#8220;As chamadas &#8216;luzes azuis&#8217; acabam interferindo na produção da melatonina, que é o hormônio liberado no período da noite que ajuda o cérebro a entender que chegou a hora de dormir&#8221;, explica o psiquiatra.</p>
<p>&#8220;Além disso, existe uma série de fatores que levam ao sono: o corpo precisa estar relaxado, a mente tranquila, você precisa se sentir confortável no ambiente. E, dependendo do que você está consumindo de conteúdo, tudo isso fica fora de controle, trazendo mais ansiedade para sua hora do sono.&#8221;</p>
<p>A média de horas dormidas indicada para um adulto é de 7h a 9h por noite para um sono reparador. Já para adolescentes, o ideal são 10h. No caso das crianças, existem tabelas com base em estudos neurológicos científicos da National Sleep Foundation que indicam as quantidades de horas de sono diferentes dentro de cada fase de desenvolvimento.</p>
<p>Conforme a especialista em Desenvolvimento Infantil Integrativo Aline De Rosa, até os 3 meses, um bebê recém-nascido dorme uma média de 14h a 17h por dia. Já as crianças na fase pré-escolar, dos 3 aos 5 anos, é esperado que elas durmam entre 10h e 13h por dia, incluindo os cochilos durante o tarde.</p>
<p class="">Existe, no entanto, uma janela de tempo entre essas faixas. As crianças na idade pré-escolar, por exemplo, podem dormir 9h por dia e continuarem saudáveis. &#8220;A tabela é uma referência, porém, cada criança tem seu tempo e suas características para chegar em uma quantidade de sono que seja boa para ela&#8221;, afirma Aline De Rosa.</p>
<p class="">Estudos mostram, segundo Gallinaro, que o tempo de sono do brasileiro vem diminuindo drasticamente, ficando em uma média de 4h a 6h por noite, o que prejudica a qualidade do sono, a saúde e a vida das pessoas, de forma geral.</p>
<h2>Como saber se a noite de sono foi reparadora?</h2>
<p>Conforme o Dr. João Gallinaro, existem dois pontos que ajudam na qualidade do sono: a quantidade e a qualidade das horas dormidas.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2020-06-04/isolamento-aumentou-stress-e-afetou-negativamente-qualidade-do-sono-diz-estudo.html" title="Isolamento elevou estresse e afetou negativamente qualidade do sono, diz estudo" target="_self" rel="noopener">Isolamento elevou estresse e afetou negativamente qualidade do sono, diz estudo</a> </li>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2019-08-26/de-cansaco-ate-doencas-como-alzheimer-o-que-a-falta-de-sono-pode-fazer-com-voce.html" title="De cansaço até doenças como Alzheimer: o que a falta de sono pode fazer com você" target="_self" rel="noopener">De cansaço até doenças como Alzheimer: o que a falta de sono pode fazer com você</a> </li>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2022-05-24/mudanca-climatica-pode-tirar-ate-58-horas-de-sono-por-ano-das-pessoas.html" title="Mudança climática pode tirar até 58 horas de sono por ano das pessoas" target="_self" rel="noopener">Mudança climática pode tirar até 58 horas de sono por ano das pessoas</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">A quantidade de horas dormidas é mais simples de solucionar, mas a qualidade pode ser um pouco mais complicada. &#8220;Em alguns casos, é necessário um exame chamado polissonografia, que apresenta um histórico com os principais sintomas do sono do paciente&#8221;, afirma.</p>
<p>Porém, há alguns itens que devem ser avaliados antes de buscar auxílio médico para melhorar a qualidade do sono:</p>
<ul>
<li>Quanto tempo você demora para pegar no sono? O tempo máximo indicado, de acordo com o médico, são 30 minutos.</li>
<li>Você desperta muito durante a noite?</li>
<li>Você sente a necessidade de cochilar durante o dia? Isso pode mostrar que o sono da noite não está sendo suficiente ou reparador.</li>
</ul>
<p>Uma boa noite de sono traz maior produtividade, atenção, mais eficiência para fazer as tarefas do dia a dia e disposição para realizar outras atividades.</p>
<p>Gallinaro destaca ainda que trocar o dia pela noite também pode interferir na qualidade do sono. O ideal, afirma o médico, é <strong>dormir</strong> com o pôr do sol e acordar com o nascer dele, dentro das 7 a 9 horas de sono indicadas, seguindo o &#8220;relógio biológico&#8221;.</p>
<p>&#8220;Quando seguimos essa ordem, com um ambiente que promova o relaxamento, com a luz mais baixa, que ajuda na produção da <strong>melatonina</strong> , temos uma noite de sono revigorante e acordamos, então, com os raios de sol&#8221;, aponta.</p>
<h2>Onde entra a melatonina?</h2>
<p>Um dos processos que ocorrem no corpo durante o sono é a liberação da melatonina, hormônio produzido na glândula pineal, que fica no centro do cérebro. Ela é responsável por diversas funções atreladas à memória, à produção de substâncias como a glicose e a insulina, e a funções neuro protetoras e antioxidantes.</p>
<p>&#8220;O principal papel da melatonina é comunicar o cérebro que é noite e assim, o organismo ativar o ‘modo descanso’. Isso desencadeia uma série de outras substâncias que são produzidas pelo corpo para chegarmos até as primeiras fases do sono&#8221;, explica o psiquiatra.</p>
<p>Devido à sua importância e às poucas horas de sono no dia a dia, <a href="https://saude.ig.com.br/2022-07-29/melatonina--medicos-afirmam-que-uso-do-hormonio-saiu-do-controle.html" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/2022-07-29/melatonina--medicos-afirmam-que-uso-do-hormonio-saiu-do-controle.html">muita gente vem buscando o chamado &#8220;hormônio do sono&#8221; em forma de medicamento</a> . A melatonina, vendida em compridos ou gotas, foi liberada pela  <a href="https://saude.ig.com.br/2023-02-18/pomadas-cabelo-anvisa-casos-intoxicacao-ocular.html" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/2023-02-18/pomadas-cabelo-anvisa-casos-intoxicacao-ocular.html">Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)</a> em outubro de 2021 e segue disponível nas farmácias de todo o Brasil.</p>
<p>Considerando que o corpo produz essa substância naturalmente, a melatonina é uma suplementação indicada somente em alguns casos, como para distúrbios do ritmo circadiano — quando o paciente está em jet lag, por exemplo —, para transtornos comportamentais do sono, quadros de demências e em alguns casos específicos de insônia.</p>
<p>Quando anunciou a autorização da melatonina — vendida sem a necessidade de receita médica —, a  <a href="https://saude.ig.com.br/2023-03-02/anvisa-aprova-nova-vacina-contra-a-dengue.html" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/2023-03-02/anvisa-aprova-nova-vacina-contra-a-dengue.html">Anvisa</a> afirmou que &#8220;a substância em questão já é utilizada em diversos países como suplemento alimentar e como medicamento, com condições de uso variadas&#8221;.</p>
<p>No entanto, o psiquiatra alerta que é sempre necessário consultar um médico antes de comprar o medicamento, já que somente um profissional capacitado saberá a quantidade ideal da ingestão do hormônio, levando em conta o quadro de cada paciente.</p>
<h2>Como regular o sono?</h2>
<p>A Associação Mundial de Medicina do <strong>Sono</strong> (World Association of Sleep Medicine) chama a atenção para a importância do sono regular diário. De acordo com o Dr. João Gallinaro, o sono é um processo que começa logo ao acordar.</p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3i/5l/v5/3i5lv5bcgiyibhjgskhbum52t.jpg" width="906" height="509" alt="Especialista dá dicas para ter uma noite de sono reparadora" title="Especialista dá dicas para ter uma noite de sono reparadora"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>stefamerpik / Freepik</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Especialista dá dicas para ter uma noite de sono reparadora</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Para regulá-lo e ter uma vida mais saudável, o ideal é criar uma rotina com horário estabelecido para acordar, de modo a criar um hábito. &#8220;Logo quando despertar, saia da cama, abra as janelas e deixe a luz entrar. Esse hábito simples ajuda o organismo a se regular.&#8221;</p>
<p class="">Já à noite, o indicado é criar uma espécie de &#8220;ritual do sono&#8221;, para começar a desacelerar e relaxar. &#8220;Evite tomar bebidas que aceleram o metabolismo, como à base da cafeína, evite exercícios físicos perto da hora de <strong>dormir</strong> , tome um banho mais relaxante, diminua a luminosidade do ambiente, crie um ritual que faça seu organismo associar que está na hora de dormir&#8221;, sugere o médico.</p>
<p>Para ajudar na rotina da noite, ele explica que a pessoa só deve se deitar quando estiver realmente com sono. &#8220;Deitar-se na cama sem sono só vai aumentar sua ansiedade e prejudicar o processo de relaxamento.&#8221;</p>
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<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/2023-03-17/dia-mundial-sono-transtornos-mentais.html#cfa4feb6-80f3-4d40-bc64-26afd7bffa3f" rel="noopener">IG SAÚDE</a></p>
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		<title>CDH vai discutir garantia de atendimento a educandos com transtornos mentais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Mar 2023 00:02:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[discutir]]></category>
		<category><![CDATA[educandos]]></category>
		<category><![CDATA[garantia]]></category>
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		<category><![CDATA[transtornos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi retirado de pauta na Comissão de Direitos Humanos (CDH) projeto que garante aos educandos com transtornos mentais atendimento adequado por profissional da área de saúde, preferencialmente na rede regular de ensino. O PL 1.246/2019, da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), deve ser tema de audiências públicas para aprofundar o debate. O requerimento para as audiências públicas (REQ [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi retirado de pauta na Comissão de Direitos Humanos (CDH) projeto que garante aos educandos com transtornos mentais atendimento adequado por profissional da área de saúde, preferencialmente na rede regular de ensino. O <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/135513" rel="noopener" target="_blank">PL 1.246/2019</a>, da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), deve ser tema de audiências públicas para aprofundar o debate.</p>
<p>O requerimento para as audiências públicas (<a href="https://legis.senado.leg.br/comissoes/itempauta?reuniao=11123&#038;codcol=834&#038;item=82264" rel="noopener" target="_blank">REQ 9/2023-CDH</a>), assinado pela autora e pelo relator, senador Flávio Arns (PSB-PR), foi aprovado na reunião desta quarta-feira (15). De acordo com a senadora, é preciso debater para ter a oportunidade de conhecer as possibilidades pedagógicas, não somente as de caráter médico, para acolher de forma mais abrangente pessoas com doenças mentais e esquizofrenia na escola.</p>
<p>A principal preocupação é com os alunos com esquizofrenia. De acordo com a senadora, a patologia provoca surtos, o que exige medicação administrada sem interrupções. Além disso, o estresse na escola é um grande desencadeador de crises, variável que precisa ser bem abordada pela escola.</p>
<p>A audiência pública ainda será marcada pela comissão. A sugestão do presidente, senador Paulo Paim (PT-RS), é de que não haja muitos convidados em uma mesma audiência para que os especialista convidados tenham tempo para debater. Por esse motivo, pode haver mais de uma audiência sobre o projeto.</p>
<h3><strong>Hemofilia</strong></h3>
<p>Na mesma reunião, foi aprovado requerimento para uma audiência pública em comemoração ao Dia Mundial da Hemofilia, doença genético-hereditária que gera desordem no mecanismo de coagulação do sangue. A data é celebrada anualmente em 17 de abril. A data da audiência ainda não foi confirmada.</p>
<p>Os senadores ainda rejeitaram a Sugestão <a href="https://legis.senado.leg.br/comissoes/itempauta?reuniao=11123&#038;codcol=834&#038;item=82178" rel="noopener" target="_blank">26/2019</a>, feita por meio do Programa e-Cidadania, que propõe a criminalização do coach. De acordo com o relator, senador Paulo Paim, existem projetos em análise no Congresso que tratam dessa profissão.</p>
<p>Já a Sugestão <a href="https://legis.senado.leg.br/comissoes/itempauta?reuniao=11123&#038;codcol=834&#038;item=82180" rel="noopener" target="_blank">1/2020</a>, que busca impedir a privatização dos Correios teve um pedido de vista concedido e por isso não foi votada. A sugestão tem relatório favorável do senador Paulo Paim, e, se aprovada, pode tramitar como uma proposta de emenda à Constituição.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/03/15/cdh-vai-discutir-garantia-de-atendimento-a-educandos-com-transtornos-mentais#b4f4d1e1-3de8-4bfe-bc79-f5aeef2ec3b0" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Zequinha Marinho aponta transtornos em Belém após chuvas e critica governo local</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 15:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[aponta]]></category>
		<category><![CDATA[belem]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O senador Zequinha Marinho (PL-PA) destacou, em pronunciamento na terça-feira (14), que a população de Belém e municípios da região metropolitana sofreram diversos transtornos devido à chuva forte que ocorreu na terça. Segundo o parlamentar, o caos instalado na cidade mostra que as autoridades paraenses se descuidaram do saneamento básico do estado. — Lá em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">O senador Zequinha Marinho (PL-PA) destacou, em pronunciamento na terça-feira (14), que a população de Belém e municípios da região metropolitana sofreram diversos transtornos devido à chuva forte que ocorreu na terça. Segundo o parlamentar, o caos instalado na cidade mostra que as autoridades paraenses se descuidaram do saneamento básico do estado.</p>
<p style="text-align: justify">— Lá em Belém nós temos várias bacias, vários riozinhos dentro da cidade, que diversos governos lá de trás vêm canalizando tudo aquilo, agasalhando, fazendo drenagens. E infelizmente isso parou. A sequência de obras para que não ocorresse o que ocorreu foi interrompida. E ao ser interrompida, muitos canais estão entupidos, estão vivendo seus dias de muita dificuldade. A prefeitura não tem tido condições de fazer o seu dever de casa com relação à desobstrução dos canais em Belém — afirmou.</p>
<p style="text-align: justify">O senador afirmou que as periferias não têm asfalto, canalização e nem qualquer tipo de saneamento, o que deixa a população em uma situação “cruel e indecente”, pois são coisas que já perduram há muitos anos. Zequinha pediu que a prefeitura dos municípios atingidos e o governo do estado façam “menos propaganda e se apresentem para o trabalho&#8221;, dando apoio, conforto e amparo às famílias que vivem nessas condições.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/03/15/zequinha-marinho-aponta-transtornos-em-belem-apos-chuvas-e-critica-governo-local#cc2ac547-ff79-4749-81c8-66061b061c60" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Transtornos psicológicos são mais comuns em mulheres, segundo OMS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2023 09:45:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[comuns]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[psicologicos]]></category>
		<category><![CDATA[segundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FreePik As mulheres sofrem mais com transtornos psicológicos A celebração do Dia Internacional da Mulher, em 8 de março, reforça a saúde mental como uma das áreas essenciais para melhorar a qualidade de vida das mulheres de qualquer idade ou origem social e econômica. De acordo com dados do relatório Alerta Amarelo, feito em 2021 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7p/wf/os/7pwfosiewt3kqt7yjinp92zf7.jpg" width="906" height="509" alt="As mulheres sofrem mais com transtornos psicológicos" title="As mulheres sofrem mais com transtornos psicológicos"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>FreePik</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">As mulheres sofrem mais com transtornos psicológicos</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">A celebração do Dia Internacional da Mulher, em 8 de março, reforça a saúde mental como uma das áreas essenciais para melhorar a qualidade de vida das mulheres de qualquer idade ou origem social e econômica. De acordo com dados do relatório Alerta Amarelo, feito em 2021 pelo Instituto Cactus, uma em cada cinco mulheres possuem algum tipo de transtorno mental. Além disso, as alterações hormonais fazem com que o tratamento para mulheres exija um cuidado especial.</p>
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<p>Dentre os transtornos mentais mais comuns em mulheres estão a depressão, ansiedade, compulsão alimentar, bulimia. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o índice de depressão chega a ser o dobro da incidência em homens. E, para cada fase da vida, existem situações diferentes que podem desencadear algum quadro de transtorno mental. </p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/2023-03-08/dia-da-mulher--temos-algo-a-comemorar-.html" title="Dia da Mulher: será que temos algo a comemorar com essa data?" target="_self" rel="noopener">Dia da Mulher: será que temos algo a comemorar com essa data?</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/alimentacao-e-bem-estar/2023-03-08/suplementos--libido.html" title="Suplementos podem ser aliados do bem-estar sexual das mulheres" target="_self" rel="noopener">Suplementos podem ser aliados do bem-estar sexual das mulheres</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/2023-03-08/artigos--tania-chaves.html" title="Tânia Chaves: 8 de março, de quais mulheres estamos falando?" target="_self" rel="noopener">Tânia Chaves: 8 de março, de quais mulheres estamos falando?</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">“No puerpério, por exemplo, as mães estão suscetíveis a depressão pós-parto. Assim como rotinas sobrecarregadas podem ocasionar dificuldades de lidar com a ansiedade e o estresse”, explica Aline Sabino, psiquiatra na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo.</p>
<p>Para a mulher, os cuidados no decorrer do tratamento são redobrados, a produção cíclica  de hormônios do corpo feminino faz com que a escolha do medicamento, caso necessário, seja feita com mais atenção para não ocorrer conflitos com métodos de prevenção sexual, por exemplo. </p>
<p>“Também é importante reparar que alguns sintomas de transtornos podem agravar ou atenuar dependendo de qual momento do ciclo de hormônios que a mulher está vivenciando”, comenta a especialista.</p>
<h3>Burnout também afeta mais as mulheres</h3>
<p>Nesse cenário, a síndrome de burnout é mais frequente em mulheres devido às jornadas duplas de trabalho, dentro ou fora de casa. Um exemplo disso é a jornalista Izabella Camargo que teve um apagão ao vivo apresentando a previsão do tempo na televisão antes de ser diagnosticada com burnout. </p>
<p>A jornalista declarou em entrevistas que já apresentava sintomas como bruxismo, problemas no estômago e taquicardia dois anos antes do ocorrido ao vivo no telejornal em 2018. </p>
<p>Além disso, com um salário de até 20% a menos do que o dos homens – apontado pelo relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o fator motivacional do trabalho também pode diminuir.</p>
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<p>“Seja a mulher mãe ou não, a cobrança da sociedade para a mulher no trabalho não é pequena e um trabalho que não gera motivação pode adoecer as pessoas. Mas com a jornada dupla de trabalho, o esgotamento psicológico é mais frequente e pode afetar as mães em até 20% mais do que os pais”, finaliza Sabino.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2023-03-09/dia-internacional-da-mulher--saude-mental.html#9f2ab79b-27e1-4e64-89ef-ac175ee863d8" rel="noopener">IG Mulher</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>15% dos trabalhadores no mundo têm transtornos mentais, diz OMS</title>
		<link>https://fatomt.com.br/15-dos-trabalhadores-no-mundo-tem-transtornos-mentais-diz-oms/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Sep 2022 20:10:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[mentais]]></category>
		<category><![CDATA[mundo]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores]]></category>
		<category><![CDATA[transtornos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>BBC OMS recomenda treinamento gerencial para que se desenvolva a capacidade de prevenir ambientes de trabalho estressantes A Organização Mundial da Saúde (OMS ) alertou hoje (28) que cerca de 15% dos trabalhadores adultos no mundo apresentam algum tipo de transtorno mental. A entidade, junto à Organização Internacional do Trabalho (OIT), cobra ações concretas para [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0b/2h/sk/0b2hsk9zrkdd2iktl3lz9nzxv.jpg" width="906" height="509" alt="OMS recomenda treinamento gerencial para que se desenvolva a capacidade de prevenir ambientes de trabalho estressantes" title="OMS recomenda treinamento gerencial para que se desenvolva a capacidade de prevenir ambientes de trabalho estressantes"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>BBC</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">OMS recomenda treinamento gerencial para que se desenvolva a capacidade de prevenir ambientes de trabalho estressantes</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p>A <strong>Organização Mundial da Saúde (OMS</strong> ) alertou hoje (28) que cerca de 15% dos trabalhadores adultos no mundo apresentam algum tipo de transtorno mental. A entidade, junto à Organização Internacional do Trabalho (OIT), cobra ações concretas para abordar questões relacionadas à saúde mental e o mercado de trabalho.</p>
<p>A estimativa de ambas as organizações é que diagnósticos de depressão e ansiedade custam à economia global algo em torno de US$ 1 trilhão anualmente.</p>
<p>“Diretrizes globais da OMS sobre saúde mental no trabalho recomendam ações para enfrentar riscos como cargas de trabalho pesadas, comportamentos negativos e outros fatores que geram estresse no trabalho”, destacou a agência especializada em saúde.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2022-09-28/xicaras-cafe-doencas-cardiacas.html" title="Duas xícaras de café por dia ajudam a evitar doenças cardíacas" target="_self" rel="noopener">Duas xícaras de café por dia ajudam a evitar doenças cardíacas</a> </li>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2022-09-28/7-dicas-importantes-para-te-ajudar-a-encontrar-um-bom-personal-trainer.html" title="7 dicas importantes para te ajudar a encontrar um bom personal trainer" target="_self" rel="noopener">7 dicas importantes para te ajudar a encontrar um bom personal trainer</a> </li>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2022-09-28/novo-remedio-alzheimer.html" title="Novo remédio retarda declínio cognitivo causado pelo Alzheimer" target="_self" rel="noopener">Novo remédio retarda declínio cognitivo causado pelo Alzheimer</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p>Pela primeira vez, a OMS recomenda, por exemplo, treinamento gerencial para que se desenvolva a capacidade de prevenir ambientes de trabalho estressantes, além de habilitar gestores para responder a casos de trabalhadores com dificuldades no âmbito da saúde mental.</p>
<p>“O bullying e a violência psicológica [também conhecida como mobbing] são as principais queixas de assédio em local de trabalho com impacto negativo na saúde mental. Entretanto, discutir ou dar visibilidade à saúde mental permanece um tabu em ambientes de trabalho de todo o mundo”, alerta a instituição.</p>
<p>Entre no  <strong> <a href="https://t.me/iGUltimoSegundo" data-mce-href="https://t.me/iGUltimoSegundo">canal do Último Segundo no Telegram</a> </strong> e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo.  Siga também o  <a href="https://t.me/portalig" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG.</a> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/2022-09-28/oms-transtornos-mentais.html#047a643a-ce10-47d8-8af1-93f3c46ef56c" rel="noopener">IG SAÚDE</a></p>
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		<item>
		<title>INSS: atendimento digital causa transtornos para segurados e advogados</title>
		<link>https://fatomt.com.br/inss-atendimento-digital-causa-transtornos-para-segurados-e-advogados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Aug 2022 12:40:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[advogados]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[causa]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[segurados]]></category>
		<category><![CDATA[transtornos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Martha Imenes Atendimento digital do INSS causa transtornos para segurados e advogados O  Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) vem alterando, há alguns meses, diversas regras para o atendimento aos segurados. As mudanças, publicadas no Diário Oficial da União (DOU), já estão em vigor desde o dia 4 de julho, entre elas a obrigatoriedade de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/e7/a3/ud/e7a3udtcascjb3crrhb04u9au.jpg" width="906" height="509" alt="Atendimento digital do INSS causa transtornos para segurados e advogados" title="Atendimento digital do INSS causa transtornos para segurados e advogados"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Martha Imenes</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Atendimento digital do INSS causa transtornos para segurados e advogados</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O  <a href="https://economia.ig.com.br/previdencia/" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/previdencia/">Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)</a> vem alterando, há alguns meses, diversas regras para o atendimento aos segurados. As mudanças, publicadas no Diário Oficial da União (DOU), já estão em vigor desde o dia 4 de julho, entre elas a obrigatoriedade de marcar dia e horário para comparecer às agências do instituto. Em entrevista ao O Dia, especialistas explicaram os benefícios e os malefícios da nova modalidade de atendimento.</p>
<p>As mudanças trazidas no final de julho, pela portaria 1.027, abrangem horários de abertura ao público, tipo de agendamento, o direito a acompanhante, a entrega de documentos e a validade de carteiras de identidade antigas.</p>
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<h3>Atendimento digital</h3>
<p>Com as novas normas, o INSS tem como objetivo diminuir o número de atendimentos presenciais e focar nos serviços oferecidos de forma digital. A plataforma “Meu INSS” é de fácil acesso, bastante auto-explicativa e intuitiva, o que facilita a vida do segurado em serviços como, obter extratos previdenciários, requerer benefícios, agendar perícias e outros pedidos. O único problema, segundo os usuários, é que o sistema não está preparado para o fluxo de demanda que existe hoje.</p>
<p>A grande reclamação, tanto dos advogados quanto dos segurados, é a demora com que os requerimentos são atendidos. O problema ficou tão grave que o Conselho Federal da OAB chegou a enviar ofício ao ministério da Previdência, ao INSS e a DataPrev, solicitando esclarecimentos e medidas para o restabelecimento do sistema.  Maria Emilia Santos Florim, especialista em direito previdenciário, afirmou que o que dificulta, na verdade, não é apresentar um requerimento de forma digital, mas sim a demora na análise desse requerimento.</p>
<p>&#8220;Essa nova modalidade de atendimento, que chamamos de INSS Digital, já está sendo implementada desde abril de 2018 como uma tentativa, e desde então a plataforma vem sendo modernizada. Porém, pelo grande número de acessos, na maioria das vezes os advogados, e também segurados, não conseguem acessar o sistema. Muitas vezes é necessário recorrer ao judiciário porque o pedido não é analisado dentro de um prazo razoável&#8221;, afirmou Maria.</p>
<p>Para a advogada, só tentar implementar um modelo digital não é suficiente, &#8220;É preciso que se crie mecanismos de real atendimento para que aquele modelo seja efetivamente funcional&#8221;, completou.</p>
<p>Segundo a especialista, outra preocupação que é com a possibilidade de golpes serem aplicados por conta dos atendimentos on-line.</p>
<p>&#8220;Os criminosos se passam por funcionários do INSS e entram em contato com os segurados, que na maioria das vezes são idosos, e solicitam envio de fotos de documentos e acabam realizando uma série de empréstimos. As pessoas só se dão conta no mês seguinte, quando vão receber a aposentadoria e se deparam com diversos descontos no pagamento.</p>
<h3>Atendimento presencial</h3>
<p>Com a nova regra o agendamento prévio voltou a ser utilizado para quase todas as situações para atendimento nas agências. O beneficiário pode agendar a visita no aplicativo Meu INSS ou pelo telefone 135. Os casos mais complexos ou que não possam ser resolvidos de forma remota podem ser agendados na Central 135 ou excepcionalmente nas agências, na modalidade “atendimento específico”.</p>
<p>O atendimento específico será autorizado quando houver impossibilidade de informação ou de conclusão do pedido pelos canais remotos; quando a Central 135 não puder atender à demanda e houver orientação para que o operador mande o interessado a uma agência; em recursos pedidos por empresas; em pedidos de contestação de Nexos Técnicos Previdenciários (NTEP); quando tiver ciência do cidadão referente à necessidade de inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), ou para a reativação do Benefício de Prestação Continuada (BPC), após atualização do CadÚnico.</p>
<h3>Horários</h3>
<p>Segundo a instituição, as agências deverão funcionar por 12 horas diárias, com o horário de abertura fixado entre as 6h30 e as 10h. No entanto, o horário de atendimento ao público em geral deverá começar entre as 7h e as 8h, funcionando por seis horas diárias ininterruptas.</p>
<p>O horário da tarde será dedicado a perícias médicas agendadas e a outros atendimentos internos.</p>
<h3>Documentos</h3>
<p>O segurado deve apresentar documento oficial com foto para ser atendido na agência. Doentes e pessoas a partir de 60 anos podem apresentar a carteira de identidade, que deve ser aceita mesmo com rasuras ( alteração das características físicas do titular que gere dúvida sobre a identidade ou alteração significativa da assinatura).</p>
<p>Outra regra implementada é a presença dos acompanhantes do recinto de atendimento. Segundo as normas, apenas segurados com deficiência auditiva terão direito de entrar com companhia. Nas demais situações, caberá ao servidor responsável pelo atendimento decidir sobre a presença de mais uma pessoa no local.</p>
<h3>Prova de Vida</h3>
<p>Quando se fala em prova de vida, muita gente já fica desconfortável. Isso porque as regras nunca foram claras o suficiente para que os beneficiários saibam como exercer seu direito. A maior reclamação dos segurados têm sido a burocracia que mesmo diante de tanta tecnologia não desapareceu.</p>
<p>A partir de fevereiro deste ano, quando foi assinada a portaria 1027, foram alteradas, também, as regras para a realização da prova de vida dos aposentados e pensionistas do INSS. Desde então não há mais a obrigatoriedade do procedimento ser feito presencialmente. Antes, a prova era obrigatoriamente feita de maneira presencial.</p>
<p class="">O advogado Antonio Carlos Marques Fernandes explicou como funciona o novo método da prova de vida.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-08-29/argentina-crise-motivos-virar-venezuela.html" title="Argentina 'virou Venezuela'? Entenda razões da crise no país vizinho" target="_self" rel="noopener">Argentina &#8216;virou Venezuela&#8217;? Entenda razões da crise no país vizinho</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-08-29/ciro-lula-voto-inadimplentes.html" title="Em debate, Lula e Ciro miram inadimplência recorde" target="_self" rel="noopener">Em debate, Lula e Ciro miram inadimplência recorde</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-08-29/inss-paga-aposentadoria-hoje.html" title="INSS paga aposentadorias e pensões nesta segunda; veja quem recebe" target="_self" rel="noopener">INSS paga aposentadorias e pensões nesta segunda; veja quem recebe</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">&#8220;Atualmente a prova de vida é feita com base no cruzamento de dados das plataformas do governo. Esse cruzamento serve para confirmar que o titular do benefício, nos dez meses posteriores ao seu último aniversário, realizou algum ato registrado em bases de dados próprias da autarquia ou mantidas e administradas pelos órgãos públicos federais, como, por exemplo, tomar a vacina da COVID19 que entra direto no sistema&#8221;, afirmou.</p>
<p>Serão usados dados, como: votação em eleições; registro de transferências de bens; vacinação; consultas pelo Sistema Único de Saúde; ou renovação de documentos como RG, CNH ou passaporte.</p>
<p>Assim, facilita a base de cruzamentos de dados, pois para o segurado, quando fizer alguma movimentação após a data de seu aniversário, o INSS irá considerar que ele está vivo. Não havendo nenhum tipo de movimentação, no período determinado, deverá o INSS buscar outras formas para saber se o aposentado está vivo.</p>
<p>A Prova de Vida digital já é realizada no aplicativo gov.br. Ao realizar o reconhecimento facial, o aplicativo comprova que você está vivo e envia essa informação para o órgão que paga seus benefícios. Porém essa facilidade não tem sido aproveitada na prática.</p>
<p>Cátia Silva, que cuida de sua vó, Sylvia de Souza, de 103 anos, e a leva sempre que precisa fazer a Prova de Vida, afirmou que as idas e vindas das agências causam uma enorme dor de cabeça tanto para ela quanto para sua vó.</p>
<p>&#8220;Para tentar uma procuração para eu poder resolver os problemas pela minha vó, eu preciso tirar ela de casa e ficar um dia inteiro no INSS. Só Deus sabe a situação de uma pessoa de 103 anos para ir lá e poder comprovar que está viva. Eles não tem compaixão com a gente que é cuidador da pessoa. O atendimento não é bom nem presencial e nem on-line. Como que eu faço para uma senhora de 103 entender que ela tem que ficar parada 5 minutos para fazer a prova de vida? Deveriam ter bom senso. O pessoal do INSS tinha que ir na casa dos segurados para poder fazer a perícia com o mínimo de estresse para essas pessoas que já nem podem ser estressadas&#8221;, explicou.</p>
<p>Cátia afirmou ainda que já presenciou pessoas acamadas tendo que ir na agência para conseguir a manutenção dos benefícios.</p>
<p class="">&#8220;Já presenciei gente chegando em maca para fazer a prova de vida, é muito degradante ter que fazer isso todos os anos&#8221;, lamentou.</p>
<div class="Noticia_Embed"> <span class="componente-embed"> <iframe width="906" height="513" src="https://www.youtube.com/embed/faYBBF308zY" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe> </span> </div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2022-08-29/inss-atendimento-digital-transtornos.html#154a5b55-fcf3-4a7f-8fc4-518f7d272769" rel="noopener">IG ECONOMIA</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Covid aumenta risco de nevoeiro mental e outros transtornos cerebrais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Aug 2022 16:35:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[aumenta]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[mental]]></category>
		<category><![CDATA[nevoeiro]]></category>
		<category><![CDATA[outros]]></category>
		<category><![CDATA[risco]]></category>
		<category><![CDATA[transtornos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução: BBC News Brasil Covid aumenta risco de &#8216;nevoeiro mental&#8217; e outros transtornos cerebrais, indica estudo Os diagnósticos de demência, epilepsia e &#8220;nevoeiro mental&#8221; são mais comuns dois anos depois de ter covid do que em outras infecções respiratórias, indica um estudo da Universidade de Oxford, no Reino Unido. Outros quadros, porém, como ansiedade e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<p id="selo-agencia"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/imgs/logos/bbc3.png" width="auto" height="auto" alt="BBC News Brasil" title="BBC News Brasil"> </p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0s/7n/ob/0s7nobjq7exyrdx6uv1d6c9i0.jpg" loading="lazy" width="652" height="408" alt="Covid aumenta risco de 'nevoeiro mental' e outros transtornos cerebrais, indica estudo" title="Covid aumenta risco de 'nevoeiro mental' e outros transtornos cerebrais, indica estudo"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Reprodução: BBC News Brasil</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Covid aumenta risco de &#8216;nevoeiro mental&#8217; e outros transtornos cerebrais, indica estudo</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p>Os diagnósticos de demência, epilepsia e &#8220;nevoeiro mental&#8221; são mais comuns dois anos depois de ter covid do que em outras infecções respiratórias, indica um estudo da Universidade de Oxford, no Reino Unido.</p>
<p>Outros quadros, porém, como ansiedade e depressão não se tornaram mais frequentes naqueles que foram infectados pelo coronavírus entre 2020 e 2021, segundo a pesquisa.</p>
<ul>
<li>  <a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-62441003?xtor=AL-73-%5Bpartner%5D-%5Big.com.br%5D-%5Blink%5D-%5Bbrazil%5D-%5Bbizdev%5D-%5Bisapi%5D">Reino Unido é 1º país a aprovar nova vacina contra variante ômicron da covid</a> </li>
<li> <a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-62383439?xtor=AL-73-%5Bpartner%5D-%5Big.com.br%5D-%5Blink%5D-%5Bbrazil%5D-%5Bbizdev%5D-%5Bisapi%5D">As opções de tratamento para quem teve queda de cabelo pós-covid</a> </li>
</ul>
<p>Mais trabalhos são necessários para entender como e por que a covid pode levar a outras condições que afetam o cérebro e o bem-estar.</p>
<p>Em linhas gerais, especialistas dizem que o vírus interrompeu a rotina e a vida, além de deixar as pessoas doentes.</p>
<p>Pesquisas anteriores haviam apontado que os adultos correm um risco maior de doenças cerebrais e mentais nos seis meses após ter contato com o coronavírus.</p>
<p>O estudo mais recente analisou o risco de sofrer com 14 distúrbios diferentes em 1,25 milhão de pacientes que tiveram covid há dois anos. </p>
<p>Em seguida, esse grupo foi comparado com outro, também de 1,25 milhão de pessoas, que foram diagnosticadas com outras infecções respiratórias (como gripe ou resfriado, por exemplo). </p>
<p>No grupo que teve covid há dois anos, foi possível observar mais casos de:</p>
<ul>
<li>Demência, acidente vascular cerebral (AVC) e confusão mental em adultos com mais de 65 anos;</li>
<li>&#8220;Nevoeiro mental&#8221; em adultos de 18 a 64 anos. Esse é um termo genérico que os cientistas usam para descrever quadros de confusão e esquecimentos, como se o raciocínio e a memória estivessem embaralhados;</li>
<li>Epilepsia e distúrbios psicóticos em crianças, embora os riscos fossem pequenos.</li>
</ul>
<p>O risco das crianças de desenvolver epilepsia após ter covid foi de 260 a cada 10 mil pessoas, por exemplo. Naquelas acometidas por outras infecções respiratórias, essa taxa ficou em 130 em 10 mil.</p>
<p>Já a probabilidade de desenvolver um transtorno psicótico também aumentou após a doença — ficou em 18 em 10 mil — mas ainda é considerada uma condição rara pelos especialistas</p>
<p>O estudo também revelou que alguns distúrbios tornaram-se menos comuns dois anos após a infecção, como:</p>
<ul>
<li>Ansiedade e depressão em crianças e adultos;</li>
<li>Transtornos psicóticos em adultos.</li>
</ul>
<p>De acordo com o levantamento, o aumento do risco de depressão e ansiedade em adultos no pós-covid dura menos de dois meses antes de retornar aos níveis considerados normais.</p>
<h3>&#8216;Preocupante&#8217;</h3>
<p>O professor Paul Harrison, autor principal do estudo, considera &#8220;preocupante&#8221; que alguns distúrbios, como demência e convulsões, se tornem mais frequentes no pós-covid, mesmo dois anos depois de um diagnóstico positivo.</p>
<p>Mas o especialista, que integra o departamento de psiquiatria da Universidade de Oxford, classifica como &#8220;boa notícia&#8221; o fato de os casos de depressão e ansiedade terem uma &#8220;vida curta&#8221; e não serem observados em crianças.</p>
<p>Os pesquisadores indicam que os números de indivíduos afetados eram &#8220;difíceis de ignorar&#8221;, mas &#8220;não formaram um tsunami&#8221;. Alguns deles, porém, precisam de atenção médica, o que poderia aumentar ainda mais a pressão sobre os serviços de saúde.</p>
<p>O estudo, <a href="https://www.thelancet.com/journals/lanpsy/article/PIIS2215-0366(22)00260-7/fulltext">publicado no periódico científico The Lancet Psychiatry</a> , não acompanhou cada participante ao longo de todo esse período — em vez disso, compilou e comparou o número de pessoas com um novo diagnóstico de transtorno nos dois anos que se passaram após a infecção.</p>
<p>O artigo também não analisou a gravidade de cada condição após o diagnóstico ou quanto tempo ela durou, e se as enfermidades descritas pós-covid são semelhantes às que ocorrem em outras infecções.</p>
<p>Os cientistas também optaram por não chamar essas condições de &#8220;covid longa&#8221;, embora o nevoeiro mental — ou os problemas de memória e concentração — seja um sintoma típico desse quadro.</p>
<p>A variante ômicron, que causou recordes de novos casos ao longo dos últimos meses, está relacionada com uma menor probabilidade de sofrer com sintomas de longo prazo em comparação com as linhagens anteriores do coronavírus, sugerem pesquisas recentes.</p>
<p>Porém, embora provoque um quadro agudo menos grave do que a variante delta, a ômicron parece levar a riscos semelhantes de doenças cerebrais e mentais, segundo o estudo da Universidade de Oxford.</p>
<h3>&#8216;Agitação social&#8217;</h3>
<p>O estudo recém-publicado tem algumas limitações — não analisou, por exemplo, como a covid pode causar distúrbios cerebrais e mentais, embora alguns especialistas digam que isso possa ser explicado pelo desenvolvimento de pequenos coágulos no sangue.</p>
<p>Os professores Jonathan Rogers e Glyn Lewis, da University College London, também no Reino Unido, que não estiveram envolvidos na pesquisa, disseram que o estudo destacou &#8220;algumas características clínicas que merecem uma investigação mais aprofundada&#8221;, mas acrescentaram que mais trabalhos são necessários para confirmar as descobertas.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/colunas/tom-bueno/2022-08-18/cuidado--pode-ser-uma-falsa-hipoglicemia.html" title="Cuidado: pode ser uma falsa hipoglicemia" target="_blank" rel="noopener">Cuidado: pode ser uma falsa hipoglicemia</a> </li>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2022-08-18/oms-analisa-se-rapida-propagacao-da-nova-variola-e-devido-a-mutacoes.html" title="OMS analisa se rápida propagação da nova varíola é devido a mutações" target="_blank" rel="noopener">OMS analisa se rápida propagação da nova varíola é devido a mutações</a> </li>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2022-08-18/adeus--imc--comunidade-medica-pode-mudar-a-classificacao-da-obesidade.html" title="Adeus, IMC: comunidade médica pode mudar a classificação da obesidade" target="_blank" rel="noopener">Adeus, IMC: comunidade médica pode mudar a classificação da obesidade</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Já o professor David Menon, da Universidade de Cambridge (Reino Unido), calcula que o impacto de estar no hospital com covid é comparável a &#8220;20 anos de envelhecimento&#8221;.</p>
<p>Paul Garner, professor emérito da Escola de Medicina Tropical de Liverpool (Reino unido), aponta que a pandemia mudou a vida das pessoas de muitas maneiras.</p>
<p>Ele ressalva que os pequenos aumentos observados em problemas como demência e psicose podem estar mais relacionados &#8220;à agitação social e à distopia que vivemos, em vez de serem um efeito direto do vírus&#8221;.</p>
<p> <em>&#8211; </em> <em>Este texto foi publicado</em> <em> originalmente </em> <em>em </em> <a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-62589473?xtor=AL-73-%5Bpartner%5D-%5Big.com.br%5D-%5Blink%5D-%5Bbrazil%5D-%5Bbizdev%5D-%5Bisapi%5D">https://www.bbc.com/portuguese/geral-62589473</a> </p>
<hr>
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<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/saude.ig.com.br/coronavirus/2022-08-18/covid-aumenta-risco-de-nevoeiro-mental-e-outros-transtornos-cerebrais.html#746fb9c3-60f8-4e63-b7cf-ec4c1d67b8c7" rel="noopener">IG SAÚDE</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Suicídio juvenil nem sempre está ligado a transtornos mentais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Jul 2022 10:05:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[juvenil]]></category>
		<category><![CDATA[ligado]]></category>
		<category><![CDATA[mentais]]></category>
		<category><![CDATA[sempre]]></category>
		<category><![CDATA[suicidio]]></category>
		<category><![CDATA[transtornos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pexels Mudanças de comportamento devem ser observadas Nem nos piores pesadelos, os pais imaginam passar por um drama como o suicídio de um filho. Mas essa é uma das três maiores causas de morte entre jovens no mundo. De acordo com pesquisa recente da OMS (Organização Mundial de Saúde), uma a cada cinco pessoas entre [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1z/zo/pq/1zzopqe7w0v5abm5xyfd7t4qt.jpg" width="906" height="509" alt="Mudanças de comportamento devem ser observadas" title="Mudanças de comportamento devem ser observadas"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Pexels</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Mudanças de comportamento devem ser observadas</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Nem nos piores pesadelos, os pais imaginam passar por um drama como o suicídio de um filho. Mas essa é uma das três maiores causas de morte entre jovens no mundo. De acordo com pesquisa recente da OMS (Organização Mundial de Saúde), uma a cada cinco pessoas entre 15 e 19 anos luta contra algum tipo de transtorno mental, que pode vir a fomentar indícios suicidas. No entanto, a médica psiquiatra da Clínica Revitalis, dra. Beatriz Fonseca, alerta que casos suicidas não estão necessariamente relacionados a algum tipo de psicopatologia.</p>
<p>&#8220;É importante esclarecer que o suicídio juvenil não é sintoma de uma doença, o jovem pode estar com uma fragilidade, o que não diminiu a importância da questão. A tentativa de suícidio é um grito de socorro, nem sempre está ligada a um transtorno mental, não necessariamente. Não existe uma causa única&#8221;, explica a dra. Beatriz.</p>
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<p>“A grande maioria dos pacientes portadores de depressão grave não comete suicídio, mas o contrário. A maior parte de pacientes suicidas não são portadores de transtornos mentais”, explica ela. “Em geral, o comportamento suicida está ligado a uma fragilidade pessoal&#8221;, diz.</p>
<p>Os transtornos mentais são uma dessas situações, mas se não tem laço familiar, está isolado, são fatores desencadeantes. Há etapas para o suicídio, como a intenção suicída, o planejamento e partir para o ato. O número de pessoas que apresentam ideação suicida é bem maior do que aquele que realmente perdem a vida nesse cenário, o que não significa, evidentemente, que o assunto seja menos preocupante ou mereça menos atenção dos responsáveis.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
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<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p>&#8220;A adolescência no século 21, segundo a dra. Beatriz, tem sido mais perdida. São pais que delegam a educação, que não impõem limites, que não exercitam a frustração, gerando jovens que não sabem ouvir não.&#8221;   </p>
<p>Os pais precisam ficar atentos às mudanças de comportamento. Elas vão ocorrer, mas há sinais de alerta. Quem são os amigos? Como estão as notas? A partir de que momento começou a dar ruim? &#8220;Aquele menino cordato, queridinho, passa a usar manga comprida num baita calorão, vale a pena olhar. Todos adolescentes se cortam? Não. Mas muitos estão gritando por socorro&#8221;, esclarece a médica.  </p>
<p>Muitas vezes, o que o jovem tem não é vontade de morrer, mas vontade de sanar uma angústia, enfrentar uma frustração. Beatriz trabalha com internação de adolescentes e diz que esse recurso vem sendo usados cada vez mais. &#8220;O tempo estimado é de 30 dias, depende não só gravidade. A internação é indicada pelo médico, então é preciso localizar o que não estava funcionando lá fora. Muitos saem com indicação de terapia familiar, aquisição de regras, orientação para escolas.&#8221;  </p>
<p> A doutora esclarece que o comportamento suicida é um fenômeno complexo e multifatorial, e não há um consenso quanto a sua classificação ou causas. “O que se tem estudado são os fatores que deixam um jovem propenso a esse comportamento&#8221;, diz a especialista da Revitalis.</p>
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<p>De acordo com a médica psiquatra, existem fatores de risco &#8211; como tensões da vida; tentativas anteriores; acesso a meios letais; transtornos de personalidade; abuso infantil; entre outros- e fatores de proteção &#8211; como estar empregado; ter criança em casa; ter capacidade de solucionar problemas; ter laços sociais estabelecidos, entre outros.  </p>
<h3> Quais são as possíveis causas?</h3>
<p> Segundo a dra. Beatriz, não há causa específica para o comportamento suicida. &#8220;O que há é um conjunto de elementos que torna o indivíduo mais propenso a pensar no suicídio como a solução de seus problemas. São jovens com pouca capacidade de encontrar uma solução viável para seus obstáculos, e apresentam falha em utilizar estratégias de enfrentamento aos estressores que se apresentam&#8221;, explica.</p>
<p>Essas estratégias são construídas aos poucos, desde a primeira infância, quando &#8220;problemas&#8221; são gradativamente apresentados. Dessa forma, a criança vai aprendendo a solucionar suas questões sob a supervisão dos cuidadores. “Quando o jovem cresce com falhas nesse &#8220;aprendizado&#8221;, a ajuda pode vir através de pessoas de confiança (familiares, professores) ou profissionais de assistência (assistentes sociais, médicos, psicólogos)”, pontua a dra. Beatriz.</p>
<p> Há indícios que podem ser considerados sinais de alerta de que aquele jovem está precisando de atenção ou cuidado diferenciado: mudanças bruscas de comportamento, isolamento, agressividade ou atitudes opositoras desproporcionais, autolesão, exposição a perigos desnecessários, etc. “A melhor forma de lidar com essas pessoas é por meio do acolhimento: escutando, tentando entender, e dialogar com sinceridade e sem preconceitos. A procura de profissional de saúde é fundamental, mas não exclui o acolhimento e o cuidado familiar”, recomenda a médica.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/filhos/2022-07-24/suicidio-juvenil-nem-sempre-esta-ligado-a-transtornos-mentais.html#babfa921-fc8b-49d7-84c4-aadcd8e698f1" rel="noopener">IG Mulher</a></p>
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		<title>TOD e TDAH: conheça as principais características desses transtornos em crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 May 2022 21:21:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reda&#231;&#227;o EdiCase TOD e TDAH: conhe&#231;a as principais caracter&#237;sticas desses transtornos em crian&#231;as M&#233;dico neurologista explica como identificar e diferenciar esses dois tipos de dist&#250;rbios Por Marcela Melo Se voc&#234; &#233; pai, m&#227;e, professor, ou se simplesmente estava passeando no shopping e viu aquela crian&#231;a chamando aten&#231;&#227;o, como se estivesse desobedecendo ou sendo agressivo com [&#8230;]</p>
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<div class="foto-legenda-citacao-text">TOD e TDAH: conhe&ccedil;a as principais caracter&iacute;sticas desses transtornos em crian&ccedil;as</div>
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<p> <strong> <em>M&eacute;dico neurologista explica como identificar e diferenciar esses dois tipos de dist&uacute;rbios</em> </strong> </p>
<p> <em>Por Marcela Melo</em> </p>
<p>Se voc&ecirc; &eacute; pai, m&atilde;e, professor, ou se simplesmente estava passeando no shopping e viu aquela crian&ccedil;a chamando aten&ccedil;&atilde;o, como se estivesse desobedecendo ou sendo agressivo com os pais ou quem estivesse por perto, talvez voc&ecirc; tenha visto um exemplo de uma crian&ccedil;a com prov&aacute;vel Transtorno Opositor Desafiador (TOD).</p>
<p>Por&eacute;m, este transtorno n&atilde;o &eacute; t&atilde;o simples assim de identificar. &Eacute; preciso de mais sinais para afirmar ou n&atilde;o que uma crian&ccedil;a possui esse tipo de transtorno. Al&eacute;m disso, estes mesmos comportamentos podem ser tanto de birra da idade como praticados por crian&ccedil;as com Transtorno do D&eacute;ficit de Aten&ccedil;&atilde;o com Hiperatividade (TDAH).</p>
<p>Por isso, o m&eacute;dico neurologista infantil Marcone Oliveira, especialista em transtornos do neurodesenvolvimento, em especial o TDAH, e orientador de pais, explica quais s&atilde;o as principais caracter&iacute;sticas do TOD e TDAH e como identificar cada um deles. Confira!</p>
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<h3> <strong>O que &eacute; o TOD?&nbsp;</strong> </h3>
<p>O Transtorno Opositor Desafiador (TOD) &eacute; um transtorno que tem como carater&iacute;stica um comportamento desobediente, que desafia as regras, as figuras e os s&iacute;mbolos de autoridade, como pai, m&atilde;e e professores. Na fase adulta, esse comportamento, se n&atilde;o tratado, pode se agravar. </p>
<p>Embora a causa seja desconhecida, especialistas e estudos apontam que, mais provavelmente, h&aacute; uma combina&ccedil;&atilde;o entre fatores ambientais e gen&eacute;ticos. Os sintomas costumam aparecer antes de a <strong> <a rel="noopener" href="https://portaledicase.com/entenda-a-importancia-de-incentivar-as-criancas-a-escovar-os-dentes/" target="_blank">crian&ccedil;a</a> </strong> completar os oitos anos de idade.</p>
<h3>TOD n&atilde;o &eacute; uma birra</h3>
<p>&Eacute; preciso entender que o TOD n&atilde;o &eacute; uma birra (um comportamento comum nas crian&ccedil;as e que passa com a idade de forma natural). Ao contr&aacute;rio, o Transtorno Opositor Desafiador &eacute; um comportamento que deixa a crian&ccedil;a sempre irrit&aacute;vel e, muitas vezes, sem motivo, fazendo tudo para irritar os outros. Apesar do tratamento ser de grande ajuda, o TOD &eacute; cr&ocirc;nico, podendo durar por anos ou a vida toda.</p>
<p>&ldquo;Com muita frequ&ecirc;ncia vejo pais perdidos sem saber se os filhos realmente t&ecirc;m TDAH ou TOD. Essas caracter&iacute;sticas podem ajudar a diferenciar um do outro. A crian&ccedil;a com TOD se irrita com mais facilidade, &eacute; vingativa, n&atilde;o sabe tolerar o sentimento de frustra&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m de ter um comportamento desafiador&rdquo;, explica o neurologista infantil.&nbsp;</p>
<p> <strong> <a rel="noopener" href="https://portaledicase.com/escoliose-conheca-os-tipos-e-saiba-como-identificar-e-tratar/" target="_blank">&gt; Escoliose: conhe&ccedil;a os tipos e saiba como identificar e tratar</a> </strong> </p>
<h3> <strong>Sintomas do TOD&nbsp;</strong> </h3>
<ul>
<li>Explos&otilde;es de raiva frequentes, &agrave;s vezes sem motivo;</li>
<li>N&atilde;o assume os pr&oacute;prios erros e culpa os outros;</li>
<li>Desafia e enfrenta pessoas mais velhas e figuras de autoridade;</li>
<li>N&atilde;o obedece &agrave;s regras;</li>
<li>Apresenta atitudes e comportamentos apenas para aborrecer os outros. </li>
</ul>
<p> <strong> <a rel="noopener" href="https://portaledicase.com/doencas-respiratorias-veja-como-se-proteger-nos-dias-frios/" target="_blank"> Doen&ccedil;as respirat&oacute;rias: veja como se proteger nos dias frios</a> </strong> </p>
<h3> <strong>O que &eacute; o TDAH?&nbsp;</strong> </h3>
<p>O Transtorno do D&eacute;ficit de Aten&ccedil;&atilde;o com Hiperatividade (TDAH) tamb&eacute;m &eacute; um transtorno cr&ocirc;nico e geralmente come&ccedil;a na inf&acirc;ncia, podendo continuar na vida adulta. Quando a crian&ccedil;a n&atilde;o passa por um <strong> <a rel="noopener" href="https://portaledicase.com/diabetes-tipo-2-causas-sintomas-e-tratamento/" target="_blank">tratamento adequado</a> </strong> , ela ter&aacute; problemas no desenvolvimento escolar. </p>
<p>Na vida adulta, ter&aacute; relacionamentos problem&aacute;ticos, mal desempenho nos estudos superiores, no trabalho e na vida social. Embora sejam transtornos diferentes, &eacute; comum a confus&atilde;o entre TOD e TDAH.</p>
<p>&ldquo;A crian&ccedil;a com TDAH &eacute; impulsiva e tem dificuldade de prestar aten&ccedil;&atilde;o, mas tamb&eacute;m pode ter um hiperfoco, al&eacute;m da dificuldade para controlar movimento e a&ccedil;&otilde;es. Claro que, para o diagn&oacute;stico correto, voc&ecirc; vai precisar de uma consulta m&eacute;dica especializada, mas conhecer sinais e sintomas j&aacute; pode ser de grande ajuda&rdquo;, explica o Dr. Marcone Oliveira.</p>
<h3> <strong>Sintomas do TDAH&nbsp;</strong> </h3>
<ul>
<li>Falta de aten&ccedil;&atilde;o;</li>
<li>Hiperatividade e impulsividade. </li>
</ul>
<p>O diagn&oacute;stico do Transtorno de D&eacute;ficit de Aten&ccedil;&atilde;o e Hiperatividade &eacute; realizado de forma cl&iacute;nica e por um m&eacute;dico especialista em TDAH. &ldquo;Embora n&atilde;o entre na lista dos crit&eacute;rios diagn&oacute;sticos, a labilidade <strong> <a rel="noopener" href="https://portaledicase.com/entenda-a-importancia-da-inteligencia-emocional-no-trabalho/" target="_blank">emocional </a> </strong> &eacute; uma caracter&iacute;stica da crian&ccedil;a com TDAH, essa altera&ccedil;&atilde;o emocional aparece em outros transtornos e, por isso, ela n&atilde;o &eacute; considerada no diagn&oacute;stico. A crian&ccedil;a com TDAH tem um limiar de frustra&ccedil;&atilde;o muito baixo, por isso ela se irrita muito f&aacute;cil&rdquo;, alerta o Dr. Marcone Oliveira.</p>
<p> <strong> <a rel="noopener" href="https://loja.portaledicase.com/saude-e-bem-estar-ed-03-dicas-para-melhorar-o-desempenho-e-turbinar-o-treino-produto-digital-pdf-pr-3969-371963.htm" target="_blank">Veja mais conte&uacute;dos na revista Sa&uacute;de e Bem-estar</a> </strong> </p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2022-05-17/tod-e-tdah--conheca-as-principais-caracteristicas-desses-transtornos-em-criancas.html#263" rel="noopener">IG SA&Uacute;DE</a></div>
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