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	<title>Arquivos transtorno - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos transtorno - FATO MT</title>
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		<title>Lore Improta diz que teve baby blues. Entenda o transtorno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 May 2023 20:46:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[blues]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução/Instagram Lore Improta compartilhou em suas redes sociais que teve ‘Baby Blus’ Em revelação feita no Vênus Podcast, a dançarina Lore Improta disse que foi diagnosticada com baby blues, transtorno emocional que pode acometer a mulher durante a fase de pós-parto. A influenciadora explicou que após o nascimento de sua filha, Liz, em 2021, ela [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1e/bu/gy/1ebugyn3m0mrkw19r99wowqsj.jpg" width="906" height="509" alt="Lore Improta compartilhou em suas redes sociais que teve  ‘Baby Blus’" title="Lore Improta compartilhou em suas redes sociais que teve  ‘Baby Blus’"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Reprodução/Instagram</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Lore Improta compartilhou em suas redes sociais que teve ‘Baby Blus’</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Em revelação feita no Vênus Podcast, a dançarina Lore Improta disse que foi diagnosticada com baby blues, transtorno emocional que pode acometer a mulher durante a fase de pós-parto. A influenciadora explicou que após o nascimento de sua filha, Liz, em 2021, ela se sentiu &#8220;muito fragilizada, muito mal&#8221;.</p>
<p class=""> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGDelas" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">canal do iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais!</strong> </p>
<p>&#8220;Basicamente eu chorava por tudo, não tinha o porque de eu está chorando, minha família estava comigo, minha filha estava com saúde, meu marido estava do meu lado, nada me faltava, tinha tudo, e eu entrava numa cobrança, do tipo nada está me faltando, por que estou chorando? Então você ainda se culpa por está chorando, de está triste, se sentindo mal, e você não consegue identificar o porquê. Pelo menos comigo foi assim&#8221;, declarou. Lore Improta precisou se cuidar para aquela sensação não evoluísse para depressão pós-parto.</p>
<p>Segundo o psicólogo Alexander Bez, especialista em Relacionamentos pela Universidade de Miami (UM); Especialista em Ansiedade e Síndrome do Pânico pela Universidade da Califórnia (UCLA) e especialista em Saúde Mental, muitas pessoas confundem o Transtorno de Baby Blues, com a depressão pós-parto, porém elas são bem diferentes.</p>
<p>&#8220;Esse transtorno é uma instabilidade emocional, que vem por conta das alterações hormonais (que é comum), após ter tido o bebê. Nesse período é comum que a mulher tenha sentimentos de tristeza e melancolia, isso não significa que ela está triste com a chegada de seu filho, apenas lidando com as alterações hormonais, pois seu corpo está voltando ao normal, tem que lidar com uma nova rotina, amamentação, entre outras coisas. É comum desencadear em muitas mulheres, porém, é menos grave, menos intensa e com uma duração menor do que a depressão pós-parto&#8221;, explica. </p>
<p>Normalmente esse transtorno se manifesta assim que a mãe começa a lidar com a nova rotina, após a chegada do bebê. &#8220;É importante ter um acompanhamento com a psicóloga, para ter um diagnóstico e para poder desabafar, conversar sobre os sentimentos. Alguns sintomas são: estar sensível mais do que o normal, emocionalmente; baixa-autoestima; dificuldade para se concentrar; insônia; alterações de humor; impaciência; insegurança, entre outras. Importante ressaltar que esse sentimento não é uma frescura ou invenção da mãe e sim algo involuntário&#8221;, pondera o especialista.</p>
<p>Bez reitera que esse transtorno não é a mesma coisa que depressão pós-parto, isso significa que não é uma situação duradoura, então pode durar de duas a três semanas. &#8220;Caso passe de 5 semanas, pode sim se tornar algo mais grave, como por exemplo uma depressão pós-parto&#8221;, alerta. </p>
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<p>Lorena Improta diz que hoje está melhor e consegue entender o que aconteceu. &#8220;Hoje consigo entender por que eu gosto muito de pesquisar um pouco sobre mim, olhar pra dentro. Aí passou esse período, eu fiquei: &#8216;caramba, por que que eu tive aquilo tendo tantas coisas boas acontecendo ao mesmo tempo?&#8217; E aí eu fui no numerólogo e ele falou assim: &#8216;Lore, você é muito da liberdade, [de repente] você se viu numa situação onde uma pessoa estava dependendo de você 100%, que você não sabia mais coque você não sabia mais como seria sua vida dali pra frente, [porque] tudo era muito novo'&#8221;, finalizou a dançarina, que é casada com Léo Santana, com quem tem a filhinha Liz. </p>
<p> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/2023-05-12/lore-improta-baby-blues.html#9717a81e-d1dd-4efe-ad04-a4912e8ec038" rel="noopener">Mulher</a></p>
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		<title>Depoimento sobre Transtorno Bipolar em Tribuna Livre emociona plenário cuiabano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Apr 2023 14:15:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Convidada pelo vereador Mário Nadaf (PV), em um depoimento carregado de emoção, a sra. Lisandra de Oliveira Marques – Nutricionista Graduada pela UFMT, pós graduada em Psiquiatria Nutricional -, abordou o “Dia Mundial do Transtorno Bipolar e a importância do diagnóstico e tratamento da doença”, mostrando as conseqüências que essa condição mental, que pode alterar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: justify">Convidada pelo vereador Mário Nadaf (PV), em um depoimento carregado de emoção, a sra. Lisandra de Oliveira Marques – Nutricionista Graduada pela UFMT, pós graduada em Psiquiatria Nutricional -, abordou o “Dia Mundial do Transtorno Bipolar e a importância do diagnóstico e tratamento da doença”, mostrando as conseqüências que essa condição mental, que pode alterar abruptamente o comportamento da pessoa, acarreta na rotina diária de quem vive com ela. O depoimento da Lisandra foi feito durante sessão, na Tribuna Livre, do último dia 04 de abril.&#038;nbsp</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">Outra convidada foi a sra. Losinete Lopes – Mediadora de conflitos familiares, administradora, educadora financeira, esteticista, formação de multiplicadores – abordou “A funcionalidade das casas lares de acolhimento aos menores de Cuiabá”.&#038;nbsp A mediadora foi convidada da vereadora Maysa Leão (REPU).</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">E pelo Art. 125 do Regimento Interno, a vereadora Edna Sampaio (PT) convidou o estudante da UFMT, 8º semestre de Ciências Sociais, sr. Gabriel Henrique Arno e Silva, que protestou contra os cortes no orçamento da universidade, que, conforme afirmou vai impactar cerca de 400 bolsas estudantis, atingindo, sobretudo os bolsistas mais necessitados, oriundos de escolas públicas.&#038;nbsp</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">Obs.: O uso da Tribuna Livre pode ser assistido na íntegra pelo endereço:</div>
<div style="text-align: justify">https://www.youtube.com/watch?v=O4sQdFBiHVE</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">SECOM – Câmara Municipal de Cuiabá</div>
</div>
<div style="float:left;padding-top:20px">				     	</div>
<div style="width:670px;height:27px;float:left">                    </div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.camaracuiaba.mt.gov.br/noticia.php?id=13367#00cf0a31-6e72-4fa6-b8be-0937743470e4" rel="noopener">Câmara de Cuiabá &#8211; MT</a></p>
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		<title>CE vota atendimento especial a alunos com transtorno de aprendizagem na faculdade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2023 22:45:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) tem reunião marcada para terça-feira (4), às 10h, com 18 itens na pauta. Um deles é o projeto que assegura a alunos com transtorno de aprendizagem e de desenvolvimento neurológico um atendimento integral e individualizado no ensino superior (PL 5.185/2019). O projeto original é de autoria do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) tem reunião marcada para terça-feira (4), às 10h, com 18 itens na pauta. Um deles é o projeto que assegura a alunos com transtorno de aprendizagem e de desenvolvimento neurológico um atendimento integral e individualizado no ensino superior (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/138936" rel="noopener" target="_blank">PL 5.185/2019</a>). O projeto original é de autoria do ex-senador José Maranhão, falecido em 2021. A proposta ganhou um substitutivo (texto alternativo) do senador Flávio Arns (PSB-PR), relator na Comissão de Direitos Humanos (CDH), onde a matéria foi aprovada em maio de 2022. Na CE, o projeto poderá ter uma decisão final.</p>
<p>O substitutivo de Arns altera a <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2021-11-30;14254" rel="noopener" target="_blank">Lei 14.254, de 2021</a>, que dispõe sobre o acompanhamento integral para educandos com dislexia ou Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) ou outro transtorno de aprendizagem. O projeto acrescenta que as instituições de ensino superior – tanto públicas quanto privadas – assegurarão a esses educandos, entre outras medidas: disponibilização de aulas complementares ou de reforço oferecidas em meio que lhes favoreça o aprendizado; flexibilização da forma de apresentação de trabalhos individuais; sigilo e respeito à condição de pessoa com transtornos específicos de aprendizagem e do desenvolvimento neurológico.</p>
<h3> <strong>Relatório</strong></h3>
<p> O relator na CE, senador Confúcio Moura (MDB-RO), é favorável à matéria. Ele apresentou algumas emendas &#8220;a título de aperfeiçoamento da proposição&#8221;. Confúcio sugeriu a implementação de programas, projetos e ações de conscientização da comunidade acadêmica acerca de temas relacionados aos transtornos da aprendizagem e do desenvolvimento, a fim de que o conjunto de pessoas que atuam e que estudam nas instituições de ensino superior tenham acesso à informação qualificada sobre o tema.</p>
<p>Confúcio Moura também propôs a garantia de que haja, para docentes e outros profissionais que atuam nas instituições de ensino superior, capacitação e formação continuada sobre temas relacionados ao acolhimento e à promoção da educação de qualidade para essas pessoas. Além disso, ele também sugeriu que sejam incluídos, de acordo com regulamento, nos processos relativos à avaliação de instituições e de cursos de educação superior, critérios relacionados a atendimento de pessoas com transtornos de aprendizagem.</p>
<p>Se for aprovado na Comissão de Educação, e não houver recurso para o Plenário, o projeto segue direto para a análise da Câmara dos Deputados.</p>
<h3><strong> </strong><strong>Heróis da Pátria</strong></h3>
<p>Na mesma reunião, a comissão vai analisar uma série de requerimentos para a realização de audiências públicas e também a inclusão de três nomes no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria: o da Irmã Dulce (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/139551" rel="noopener" target="_blank">PL 5.641/2019</a>), o do bicampeão olímpico Adhemar Ferreira da Silva (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/152659" rel="noopener" target="_blank">PL 3.322/2021</a>) e o do pintor paraibano Pedro Américo de Figueiredo e Melo (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/143564" rel="noopener" target="_blank">PL 3.863/2020</a>).</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/03/30/ce-vota-atendimento-especial-a-alunos-com-transtorno-de-aprendizagem-na-faculdade#b2ddd175-3412-4ddf-9465-0273607e8bbc" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Veja como o transtorno bipolar afeta a vida dos idosos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2023 15:15:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[afeta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Redação EdiCase Veja como o transtorno bipolar afeta a vida dos idosos Em 30 de março é comemorado o Dia Mundial do Transtorno Bipolar. A data foi criada com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre os estigmas associados ao transtorno. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), essa doença atinge atualmente cerca de [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3z/ot/dt/3zotdtkj5es8pntpxt2jukuv2.jpg" loading="lazy" width="652" height="408" alt="Veja como o transtorno bipolar afeta a vida dos idosos" title="Veja como o transtorno bipolar afeta a vida dos idosos"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Redação EdiCase</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Veja como o transtorno bipolar afeta a vida dos idosos</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p>Em 30 de março é comemorado o Dia Mundial do Transtorno Bipolar. A data foi criada com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre os estigmas associados ao transtorno. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), essa doença atinge atualmente cerca de 140 milhões de pessoas no mundo. </p>
<p>A bipolaridade é um transtorno psiquiátrico que pode causar grande sofrimento a quem é acometido por ele e a familiares, amigos e cuidadores que convivem constantemente com esse indivíduo. Por isso, é importante manter-se atualizado a respeito da sintomatologia <strong> <a href="https://portaledicase.com/transtorno-afetivo-bipolar-entenda-o-que-e-bipolaridade-e-veja-como-tratar/">característica da doença</a> </strong> .</p>
<h2>Bipolaridade na terceira idade </h2>
<p>De acordo com a psicóloga Tais Fernandes, do Grupo Said, empresa de cuidadores de <strong> <a href="https://portaledicase.com/problemas-bucais-que-mais-afetam-os-idosos/" target="_blank" rel="noopener">idosos</a> </strong> , o diagnóstico ocorre com maior prevalência na adolescência e na fase adulta; em menor escala, em crianças e idosos, mas ainda acontece. Segundo a Fundação Allan Kardec, em pessoas da terceira idade, a condição atinge de 10% a 25% dos pacientes com transtorno de humor. </p>
<p>A doença caracteriza-se por oscilações de humor, com momentos depressivos e outros de mania ou hipomania. “Existem dois tipos de transtorno bipolar, o tipo I e o tipo II; no primeiro, a pessoa passa por momentos de depressão e de mania e, no segundo, há momentos de hipomania e depressão”, complementa a psicóloga.</p>
<h2>Sintomas da bipolaridade em idosos </h2>
<p>Nos episódios de <strong> <a href="https://portaledicase.com/conheca-as-doencas-mentais-que-mais-atingem-os-idosos/" target="_blank" rel="noopener">depressão</a> </strong> , o idoso tende a se isolar, procura ficar mais na cama, muitas vezes há perda de apetite e alterações no sono. Nos momentos de hipomania, o paciente costuma ficar mais alegre, um tanto eufórico, com mais energia que o habitual. “Já na mania, ele tem a excitabilidade e a euforia mais intensas, com risco a ter condutas que o colocam em risco. Para que esses episódios sejam classificados dentro da bipolaridade, é necessário que os sintomas persistam por, no mínimo, 4 dias”.</p>
<h2>Importância da família e dos cuidadores</h2>
<p>Visando auxiliar idosos que estão passando pelo transtorno, Tais afirma que a família e os cuidadores precisam entender que neste processo eles também são afetados pelos sintomas, uma vez que participam da rotina e acompanham o decorrer dos episódios. Contudo, é necessário seguir os <strong> <a href="https://portaledicase.com/saiba-como-evitar-e-prevenir-a-queda-de-idosos/" target="_blank" rel="noopener">cuidados</a> </strong> médicos indicados e, em casos de medicação, se atentar para que sejam tomados os remédios de forma correta.</p>
<p> <em>Por Giovanna Rebelo</em> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-03-30/veja-como-o-transtorno-bipolar-afeta-a-vida-dos-idosos.html#35f2f2f6-858c-4c40-8a60-0e713f4f9de2" rel="noopener">Saúde</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/veja-como-o-transtorno-bipolar-afeta-a-vida-dos-idosos/">Veja como o transtorno bipolar afeta a vida dos idosos</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<title>8 mitos e verdades sobre o Transtorno do Espectro Autista</title>
		<link>https://fatomt.com.br/8-mitos-e-verdades-sobre-o-transtorno-do-espectro-autista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Mar 2023 22:15:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[verdades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Redação EdiCase 8 mitos e verdades sobre o Transtorno do Espectro Autista Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 70 milhões de pessoas no mundo possuem Transtorno do Espectro Autista (TEA), sendo cerca de 2 milhões somente no Brasil. No entanto, mesmo após 80 anos do primeiro caso do transtorno, ainda existem [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/c0/ap/ug/c0apugoace2ctrlga9cvoe0dn.jpg" loading="lazy" width="652" height="408" alt="8 mitos e verdades sobre o Transtorno do Espectro Autista" title="8 mitos e verdades sobre o Transtorno do Espectro Autista"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Redação EdiCase</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">8 mitos e verdades sobre o Transtorno do Espectro Autista</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p>Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 70 milhões de pessoas no mundo possuem Transtorno do Espectro Autista (TEA), sendo cerca de 2 milhões somente no Brasil. No entanto, mesmo após 80 anos do primeiro caso do transtorno, ainda existem muitos estigmas com relação à inclusão dessas pessoas em sociedade e às suas características. Por isso, o Dr. Thiago Rocha, especialista em Psiquiatria da Infância e Adolescência, elenca os principais mitos e as verdades sobre o autismo. Veja! </p>
<h2>1. <strong>Autismo é uma doença?</strong> </h2>
<p> <strong>Mito. </strong> Autismo é um transtorno do neurodesenvolvimento, não uma <strong> <a href="https://portaledicase.com/conheca-as-doencas-mentais-que-mais-atingem-os-idosos/" target="_blank" rel="noopener"> doença</a> </strong> , ao contrário do que muitas pessoas imaginam. O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um distúrbio caracterizado por desenvolvimento atípico, manifestações comportamentais, déficits na comunicação e na interação social, padrões de comportamentos repetitivos e estereotipados, podendo apresentar um repertório restrito de interesses e atividades. </p>
<p>Sem uma definição do diagnóstico e, consequentemente, sem a ajuda e o tratamento necessários para viver melhor com a condição, pessoas dentro do espectro passam anos, e até décadas, lidando com dificuldades que não sabem o que é, sentindo-se deslocadas e “diferentes”. </p>
<p>“O diagnóstico pode ajudar a fornecer informações sobre as características específicas que uma pessoa com autismo apresenta. Isso permite que pais, cuidadores e profissionais de saúde trabalhem juntos para desenvolver um plano de tratamento personalizado para a pessoa com TEA. O diagnóstico precoce também pode ajudar a garantir que a pessoa receba intervenções e tratamentos que possam ajudá-la a superar ou gerenciar seus desafios, maximizando suas habilidades e potencial”, diz o Dr. Thiago Rocha. </p>
<h2>2. <strong>Autismo pode ser diagnosticado em bebês?</strong> </h2>
<p> <strong>Verdade. </strong> O TEA costuma apresentar seus sintomas antes dos 3 anos de idade, mas alguns pais podem reconhecer os sinais de <strong> <a href="https://portaledicase.com/conheca-mitos-e-verdades-sobre-o-autismo/" target="_blank" rel="noopener">autismo</a> </strong> mesmo antes, quando seus filhos têm entre 9 e 12 meses, dependendo dos sintomas e de sua gravidade. Há, inclusive, recomendação do Ministério da Saúde para a realização de perguntas de rastreamento, disponíveis na Caderneta de Saúde da Criança, em todas as crianças entre os 16 e os 30 meses, para que casos suspeitos possam ser identificados de forma mais precoce. </p>
<p>“Embora o diagnóstico geralmente seja feito depois dos dois anos de idade, existem alguns comportamentos que pais e cuidadores podem observar, os chamados sinais de alerta, que são: falta de contato visual, ausência de sorriso social (sorrir em resposta a interações), atraso na fala, dificuldade para interagir com outras pessoas e sensibilidade sensorial”, explica o médico. </p>
<p>No entanto, ainda de acordo com o Dr. Thiago Rocha, esses comportamentos não são necessariamente indicadores de TEA. “Muitos bebês com desenvolvimento típico podem exibir esses comportamentos de vez em quando. No entanto, se os pais perceberem vários desses comportamentos em seu bebê, ou tiverem preocupações sobre o desenvolvimento de seu filho, é fundamental a busca de uma avaliação com um profissional de saúde para investigação e orientação adequadas”, completa. </p>
<h2>3. <strong>O diagnóstico tardio pode prejudicar o paciente?</strong> </h2>
<p> <strong>Verdade. </strong> De maneira geral, o diagnóstico de TEA no Brasil é feito tardiamente. Esse atraso pode gerar repercussões negativas para o desenvolvimento da criança, por essa não receber estimulação adequada em períodos sensíveis do neurodesenvolvimento. </p>
<p>“O diagnóstico tardio do autismo pode ter consequências significativas e prejudiciais para a pessoa afetada, como: perda do tempo crucial, dificuldades sociais, dificuldades significativas na escola, descontrole comportamental ou episódios de agressão, ansiedade e depressão. É importante que os profissionais de saúde e a família estejam atentos aos sinais precoces do autismo e busquem avaliação e diagnóstico o mais cedo possível”, diz o Dr. Thiago Rocha. </p>
<p>A falta de informações adequadas e as dificuldades de acesso ao sistema de saúde são causas comuns para o diagnóstico tardio. A resistência ao diagnóstico e o estigma em torno de condições neurodivergentes também impedem que algumas crianças sejam levadas para avaliação e diagnosticadas.</p>
<h2>4. <strong>O autismo é hereditário?</strong> </h2>
<p> <strong>Verdade. </strong> Diversas pesquisas já foram realizadas para buscar descobrir as possíveis causas por trás do desenvolvimento do TEA. Os estudos apontam uma forte influência genética nos casos, mostrando que diferentes genes parecem contribuir para a ocorrência do diagnóstico. Fatores ambientais também podem influenciar, em menor grau, o risco do <strong> <a href="https://portaledicase.com/entenda-a-importancia-da-neurodiversidade-para-as-relacoes-sociais/" target="_blank" rel="noopener">desenvolvimento do TEA. </a> </strong> A explicação mais aceita no momento é uma contribuição de múltiplos fatores, numa combinação de fatores genéticos e ambientais.</p>
<h2>5. <strong>Ingestão de certos medicamentos durante a gravidez pode aumentar o risco de autismo?</strong> </h2>
<p> <strong>Verdade. </strong> Alguns fatores durante a gestação podem aumentar o risco de TEA. Diversos estudos apontam que o uso de ácido valproico, que é utilizado para tratamento de epilepsia e transtorno bipolar, pode aumentar a chance de a criança nascer com autismo.</p>
<p>“Além disso, o uso de antidepressivos durante a gravidez tem sido estudado em relação ao risco de autismo em bebês, mas os resultados são mistos e ainda não há evidências conclusivas. Alguns estudos sugerem um aumento do risco de autismo com o uso de antidepressivos, enquanto outros não encontraram nenhuma associação”, diz o Dr. Thiago Rocha. </p>
<p>O médico ainda ressalta que, antes de ingerir qualquer medicamento, é essencial que o paciente consulte um profissional. “É importante lembrar que os benefícios do uso de medicamentos durante a gravidez podem superar os possíveis riscos para algumas condições de saúde materna. Mas é essencial que as mulheres grávidas discutam quaisquer preocupações ou questões com seu médico ou profissional de saúde para avaliar a relação risco-benefício”, explica o médio psiquiatra. </p>
<h2>6. <strong>Vacinas causam autismo?</strong> </h2>
<p> <strong>Mito. </strong> Segundo a OMS, não há nenhuma comprovação científica que ligue o transtorno do espectro autista a nenhuma vacina. Essa relação surgiu a partir de um estudo realizado em 1998, que depois se mostrou fraudulento, no qual os resultados mostravam que vacinas para quadros virais como sarampo, caxumba ou rubéola aumentariam o risco do desenvolvimento de TEA nas crianças. </p>
<p>O estudo foi investigado e foi comprovada a manipulação dos dados, com posterior retratação por parte da revista científica e cassação do principal autor do estudo. Essa relação entre <strong> <a href="https://portaledicase.com/entenda-como-funciona-a-participacao-de-voluntarios-em-pesquisas-clinicas/" target="_blank" rel="noopener">vacinas</a> </strong> e TEA vem sendo objeto de múltiplos estudos ao longo dos últimos anos, tendo sido refutada por vários especialistas.</p>
<h2>7. <strong>O número de casos de autismo tem aumentado?</strong> </h2>
<p> <strong>Verdade. </strong> Não há dúvidas de que há um aumento considerável nos casos de autismo nos últimos anos. O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) atinge de 1% a 2% da população mundial e, no Brasil, aproximadamente dois milhões de indivíduos. Esse crescimento da prevalência do TEA pode estar associado a três fatores principais:</p>
<ul>
<li>Ampliação do acesso a informações sobre o TEA, com redução de estigma e maior procura por diagnóstico;</li>
<li>Crescimento do número de diagnósticos dos casos mais leves, que até recentemente não eram identificados;</li>
<li>Aumento real do número de casos possivelmente associados à idade materna e paterna mais avançadas e ao aumento de casos de nascimentos prematuros.</li>
</ul>
<h2>8. <strong>Pessoas autistas não podem trabalhar?</strong> </h2>
<p> <strong>Mito. </strong> Hoje, um autista ter uma carreira já é uma realidade e muitas empresas se conscientizaram para incentivar e absorver o melhor que esses profissionais podem oferecer. A inclusão de um autista no mercado de trabalho é garantida pela mesma lei que determina a participação mínima para portadores de qualquer <strong> <a href="https://portaledicase.com/dia-mundial-da-sindrome-de-down-saiba-como-contribuir-para-a-inclusao/" target="_blank" rel="noopener">deficiência. </a> </strong> </p>
<p>Foi a Lei 12.764, de 2012, também conhecida como Lei Berenice Piana, que abriu as portas para o reconhecimento do Autismo dentro do rol das demais deficiências. Desde então, o autismo tem sido muito mais discutido e diagnosticado no país. Como prova, confira pessoas famosas dentro do Espectro que você não conhecia:</p>
<ul>
<li> <strong>Bill Gates</strong> </li>
</ul>
<p>Diagnosticado dentro do Espectro Autista aos oito anos de idade, Bill Gates é atualmente um dos homens mais ricos do mundo por ter fundado a Microsoft. Sua fortuna é estimada nos 97 bilhões de dólares.</p>
<ul>
<li> <strong>Greta Thunberg</strong> </li>
</ul>
<p>A ativista ambiental sueca Greta Thunberg, 20 anos, foi diagnosticada com <strong> <a href="https://portaledicase.com/sindrome-do-impacto-entenda-as-causas-do-problema-que-gera-dor-no-ombro/" target="_blank" rel="noopener">Síndrome</a> </strong> de Asperger, agora classificada como Transtorno do Espectro Autista nível 1, aos 11 anos de idade.</p>
<ul>
<li> <strong>Anthony Hopkins</strong> </li>
</ul>
<p>Vencedor do Oscar de Melhor Ator no filme “O Silêncio dos Inocentes”, Anthony Hopkins teve o diagnóstico de autismo na vida adulta, por volta dos 70 anos. Foi a esposa do ator quem o incentivou a pesquisar mais sobre o TEA e entender que algumas das suas características poderiam ser sinais de uma pessoa atípica.</p>
<p> <em>Por Paula Lazarini</em> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-03-28/8-mitos-e-verdades-sobre-o-transtorno-do-espectro-autista.html#876c023a-1482-4da7-bb24-5f7985336fff" rel="noopener">Saúde</a></p>
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		<title>CE aprecia atendimento a alunos com transtorno de aprendizagem na faculdade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Mar 2023 23:12:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[alunos]]></category>
		<category><![CDATA[aprecia]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em reunião na terça-feira (21), às 10h, a Comissão de Educação (CE) deve apreciar o projeto de lei que assegura a alunos com transtorno de aprendizagem e de desenvolvimento neurológico um atendimento integral e individualizado no ensino superior. O PL 5.185/2019 ainda aguarda relatório do senador Confúcio Moura (MDB-RO). O projeto original é de autoria do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em reunião na terça-feira (21), às 10h, a Comissão de Educação (CE) deve apreciar o projeto de lei que assegura a alunos com transtorno de aprendizagem e de desenvolvimento neurológico um atendimento integral e individualizado no ensino superior. O <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/138936" rel="noopener" target="_blank">PL 5.185/2019</a> ainda aguarda relatório do senador Confúcio Moura (MDB-RO).</p>
<p>O projeto original é de autoria do ex-senador José Maranhão e ganhou substitutivo (texto alternativo) do senador Flávio Arns (PSB-PR), relator na Comissão de Direitos Humanos (CDH), onde a matéria foi aprovada, em maio de 2022, e seguiu para a CE.</p>
<p>O substitutivo altera a <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2021-11-30;14254" rel="noopener" target="_blank">Lei 14.254, de 2021</a>, que dispõe sobre o acompanhamento integral para educandos com dislexia ou Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) ou outro transtorno de aprendizagem. Na avaliação de Flávio Arns, essa opção poderá evitar o risco de dispersão dos esforços pela inclusão dos alunos com transtornos de aprendizagem, o que poderia ocorrer caso as mudanças fossem inseridas na <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm">Lei de Diretrizes e Bases da Educação, (LDB)</a> como previa o projeto original.</p>
<h3><strong>Transporte escolar</strong></h3>
<p>O texto será apreciado em caráter terminativo, assim como o <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/137855" rel="noopener" target="_blank">PL 4.196/2019</a>, que determina a oferta de transporte escolar a estudantes de baixa renda na educação superior, por meio de assistência técnica e financeira da União a estados, Distrito Federal e municípios. De autoria do senador Jorge Kajuru (PSB-GO), o texto, que conta com moção de apoio da Câmara Municipal de Jundiaí (SP), aguarda relatório da senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO).</p>
<h3><strong>Bibliotecas</strong></h3>
<p>A comissão deverá votar ainda o <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/138242" rel="noopener" target="_blank">PL 4.660/2019</a>, que inclui, na Política Nacional do Livro, medidas de estímulo à criação, manutenção e atualização de bibliotecas públicas e escolares. O texto fixa a responsabilidade de cada ente federativo e cada sistema de ensino em promover a manutenção e a atualização dos acervos das bibliotecas públicas, além de estabelecer incentivos fiscais na aquisição de materiais de construção a serem utilizados em obras de construção, manutenção e ampliação de bibliotecas públicas. A matéria, que aguarda relatório da senadora Teresa Leitão (PT-PE), depois será apreciado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), em caráter terminativo.</p>
<p>A reunião da CE será realizada na sala 15 da ala Alexandre Costa.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/03/16/ce-aprecia-atendimento-a-alunos-com-transtorno-de-aprendizagem-na-faculdade#5e090d16-0b52-476d-ac79-38ab01c5b929" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<item>
		<title>Dismorfia corporal: transtorno leva à busca extrema pela perfeição</title>
		<link>https://fatomt.com.br/dismorfia-corporal-transtorno-leva-a-busca-extrema-pela-perfeicao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Mar 2023 11:15:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[busca]]></category>
		<category><![CDATA[corporal]]></category>
		<category><![CDATA[dismorfia]]></category>
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		<category><![CDATA[perfei]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FreePik Entenda mais sobre a dismorfia corporal, um transtorno de saúde mental que afeta milhões de pessoas em todo o mundo Quando completou 18 anos, Evelyn* implorou aos pais por uma lipoaspiração. Determinada a ganhar seu presente de aniversário, ela marcou uma consulta com um famoso cirurgião plástico de Higienópolis, um dos bairros mais ricos [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6c/7t/6s/6c7t6sa4ygj48vmbfomtv7euq.jpg" width="906" height="509" alt="Entenda mais sobre a dismorfia corporal, um transtorno de saúde mental que afeta milhões de pessoas em todo o mundo" title="Entenda mais sobre a dismorfia corporal, um transtorno de saúde mental que afeta milhões de pessoas em todo o mundo"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>FreePik</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Entenda mais sobre a dismorfia corporal, um transtorno de saúde mental que afeta milhões de pessoas em todo o mundo</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p class="">Quando completou 18 anos, Evelyn* implorou aos pais por uma lipoaspiração. Determinada a ganhar seu presente de aniversário, ela marcou uma consulta com um famoso cirurgião plástico de Higienópolis, um dos bairros mais ricos de São Paulo (SP): “eu me enxergava como uma pessoa totalmente acima do peso. Eu estava convencida que precisava de uma intervenção cirúrgica para sobreviver”.</p>
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<p>O profissional, no entanto, não topou fazer a intervenção. “Depois de conversar comigo sobre o que eu queria, ele indicou uma consulta com uma psiquiatra. Quando fui, recebi um diagnóstico que não imaginava: eu tinha transtorno de dismorfia corporal.”</p>
<p>O Transtorno Dismórfico Corporal (TDC) é uma condição mental marcada por uma excessiva preocupação com a aparência física, levando a uma busca por imperfeições e defeitos do corpo. Esse comportamento pode levar a um sofrimento significativo e também interferir na vida social, familiar e profissional do indivíduo.</p>
<p>Desde 1980, o TDC é um transtorno registrado no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, documento de padronização de diagnósticos da Associação Americana de Psiquiatria (APA). Atualmente, ele faz parte do espectro do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC).</p>
<p>A dismorfia corporal pode levar a diversos comportamentos prejudiciais, como a preocupação excessiva com uma parte do corpo, horas perdidas olhando para o espelho e a procura por cirurgias plásticas e tratamentos estéticos invasivos, como foi o caso de Evelyn*. “Eu queria perder um peso que nem tinha. Inventava que precisava de botox, lipo, implante. Quando olho para trás, consigo enxergar com clareza que meu corpo não era daquela forma.”</p>
<p>“O indivíduo dedica várias horas por dia para “amenizar” as supostas alterações, fazendo com que pensem que os outros estão reparando, julgando ou menosprezando sua aparência, o que também pode levar à busca por procedimentos, bem como abuso de maquiagem, roupas e adereços para tentar disfarçar as ‘imperfeições’”, explica Fabiano de Abreu, psicólogo, pós-doutor e especialista em Neurociência. </p>
<p>O funcionamento social é afetado por esses comportamentos, já que o paciente pode sofrer com ansiedade e vergonha de seus supostos defeitos, levando-o a evitar situações sociais e a uma dificuldade de estabelecer e manter relacionamentos concretos.</p>
<p>“A pessoa se sente constrangida e evita contato social. Ela pode faltar no trabalho, num aniversário, faltar a escola, e até evitar sair de dia e optar pela noite para não ser tão vista. Isso dá origem a um isolamento social”, pondera Lala Fonseca, pós graduanda em psicologia clínica pela Universidade de São Paulo (USP) e terapeuta há 14 anos com abordagem cognitiva comportamental. </p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
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<ul>
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</ul>
</aside>
</div>
<p class="">“Outro sintoma que a gente enxerga também é um comportamento repetitivo, porque a pessoa acaba criando algumas manias, como se olhar repetitivamente no espelho ou arrumar o cabelo de determinada maneira”, explica a profissional.</p>
<p class="">Outros transtornos também podem ser desenvolvidos com a dismorfia corporal: segundo Lala, 80% das pessoas com TDC sofrem com ideações suicidas. “Esse problema leva a diversos outros transtornos inter-relacionados, como depressão,  ansiedade e abuso de álcool e drogas, além do comportamento voltado para o suicídio.”</p>
<p>O TDC pode afetar até a saúde física, retoma Abreu: é comum enxergar, nesses pacientes, a adesão a dietas super restritivas, vômitos forçados, excesso de exercícios físicos e uso abusivo de medicamentos inibidores de apetite, o que pode desencadear transtornos alimentares, como bulimia e anorexia.</p>
<h3>Diagnóstico</h3>
<p>&#8220;O diagnóstico de TDC pode ser bastante difícil”, afirma Abreu. “Muitas vezes a própria pessoa não consegue identificar o problema, podendo persistir na condição por anos” De acordo com o DSM-5, os critérios diagnósticos para TDC incluem:</p>
<ul>
<li>Preocupação com um ou mais defeitos percebidos ou falhas na aparência física que não são observáveis ou são insignificantes para os outros.</li>
<li>A preocupação causa sofrimento significativo ou prejuízo no funcionamento social, ocupacional ou em outras áreas do funcionamento.</li>
<li>A preocupação não é melhor explicada por preocupações com a gordura corporal ou peso em um indivíduo cujos sintomas atendem aos critérios diagnósticos para um transtorno alimentar.</li>
<li>A preocupação não é mais bem explicada por outro transtorno mental (por exemplo, insatisfação com a forma e o tamanho do corpo em um indivíduo com anorexia nervosa).</li>
<li> <br data-mce-bogus="1"> </li>
</ul>
<p>Para fazer um diagnóstico de BDD, um profissional de saúde mental normalmente realiza uma avaliação completa, incluindo uma entrevista clínica, além de questionários padronizados ou escalas de classificação para avaliar a gravidade dos sintomas.</p>
<p>A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é o tratamento mais comum para o TDC, já que é uma abordagem centrada no presente, que ajuda as pessoas a identificar e mudar pensamentos e comportamentos negativos que afetam seu bem-estar emocional. </p>
<p>Os medicamentos, como os antidepressivos, também podem ser úteis no tratamento do TDC, especialmente se o paciente tiver sintomas de depressão ou ansiedade. </p>
<p>Além disso, é importante lembrar que o tratamento para o TDC é altamente individualizado e pode variar dependendo do paciente e da gravidade dos sintomas. O tratamento pode incluir terapias complementares, como a terapia ocupacional ou terapia de grupo.</p>
<p>A recuperação completa do TDC pode levar tempo, mas com o tratamento adequado e o apoio de um profissional de saúde mental, a maioria dos pacientes pode ver melhorias significativas em seus sintomas e qualidade de vida. É essencial procurar ajuda profissional se você ou alguém que você conhece está lutando com TDC ou qualquer outro problema de saúde mental.</p>
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<p>“No tratamento é muito importante que o paciente perceba que ele tem um transtorno e não um problema com a própria imagem, que a questão não é algo que as outras pessoas percebem. Então ele percebe que ele tem uma doença e partir consegue participar do tratamento, consegue perceber as próprias distorções”, detalha Lala.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2023-03-03/dismorfia-corporal.html#7031bbd9-b9e7-4a64-a785-751741ec4407" rel="noopener">IG Mulher</a></p>
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		<title>Transtorno Sensorial: entenda a condição do filho de Gio Ewbank</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2023 10:45:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[condi]]></category>
		<category><![CDATA[entenda]]></category>
		<category><![CDATA[ewbank]]></category>
		<category><![CDATA[filho]]></category>
		<category><![CDATA[sensorial]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução: Instagram &#8211; 01/02/2023 Bless, Gio Ewbank e Bruno Gagliasso Durante o podcast &#8220;Quem Pode, Pod&#8221;, a apresentadora e atriz Giovanna Ewbank revelou que o filho de 8 anos, Bless , tem uma condição chamada Transtorno de processamento Sensorial (TPS) . O diagnóstico inclui sintomas como visão, audição, tato e faro hipersensíveis ou hiposensíveis. &#8220;Ele [&#8230;]</p>
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<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9l/dl/5v/9ldl5vjnetxw5kba40ulu5xxg.jpg" width="906" height="509" alt="Bless, Gio Ewbank e Bruno Gagliasso" title="Bless, Gio Ewbank e Bruno Gagliasso"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Reprodução: Instagram &#8211; 01/02/2023</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Bless, Gio Ewbank e Bruno Gagliasso</div>
</figcaption></figure>
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<p class="">Durante o podcast &#8220;Quem Pode, Pod&#8221;, a apresentadora e atriz <strong>Giovanna Ewbank</strong> revelou que o filho de 8 anos, <strong>Bless</strong> , tem uma condição chamada <strong>Transtorno de processamento Sensorial (TPS)</strong> . O diagnóstico inclui sintomas como visão, audição, tato e faro hipersensíveis ou hiposensíveis.</p>
<p>&#8220;Ele ouve mais do que nós todos, sente mais o tato que nós todos, sente mais cheiro”, contou Ewbank durante o programa. Ela procurou um especialista quando percebeu que o filho não se sentia confortável em pisar na grama e se incomodava com o cheiro de cebolas.</p>
<h2>O que é o Transtorno de Processamento Sensorial?</h2>
<p>&#8220;O Transtorno de Processamento Sensorial é uma condição neurofisiológica em que crianças e adultos tem dificuldade na percepção, na discriminação e na resposta a informações sensoriais&#8221;, disse Patrícia Junqueira, fonoaudióloga e diretora do Instituto de Desenvolvimento Infantil, local referência em terapia ocupacional e integração sensorial.</p>
<p>&#8220;Um exemplo muito clássico de crianças com Transtorno do Processamento Sensorial é que elas podem ter muita dificuldade para se alimentar, porque comer é um dos atos mais sensoriais que temos. Quando a gente põe na boca tem o paladar, tem a audição, quando a gente mastiga faz um barulho, tem o cheiro, então para a criança que tem o transtorno, integrar todos esses sentidos na hora de comer é desafiador&#8221;, explica a fonoaudióloga.  </p>
<h2>Quando é possível fazer o diagnóstico?</h2>
<p>Segundo a especialista, a condição é comum em bebês prematuros com idade gestacional abaixo de 37 semanas e crianças típicas e atípicas.</p>
<p>&#8220;O Transtorno do Processamento Sensorial é muito frequente também de 30 a 80% na população que possui alguma comorbidade, por exemplo, crianças que têm Transtorno do Espectro Autista, crianças com Síndrome de Down, paralisia cerebral. Porém, de 5 a 16% da população de crianças típicas podem apresentar (o TPS), o que dificulta o diagnóstico porque muitas pessoas e muitos profissionais da área de saúde desconhecem essa condição&#8221;, disse Patrícia.</p>
<h2>Como identificar o Transtorno de Processamento Sensorial?</h2>
<p>&#8220;Muitas vezes a criança não quer olhar, não quer comer, não põe o pé na areia, não gosta de ficar descalço na grama, se incomoda com barulho, muitas vezes isso tudo faz parte dessa condição&#8221;, esclarece a fonoaudióloga.</p>
<p>Patrícia Junqueira relata ainda, como diretora e fundadora do Instituto de Desenvolvimento Infantil, que muitos pais a procuram para o tratamento ao notarem uma dificuldade na alimentação dos filhos.</p>
<p>&#8220;Os pais vão procurar tratamento muitas vezes por conta da alimentação, do incômodo que eles apresentam. Às vezes a escola que começa a se referir sobre esse incômodo. Muitas vezes o diagnóstico é difícil, porque ele não é uma doença, então tem que ser feito por profissionais que entendam do desenvolvimento e que entendam de processamento sensorial&#8221;, diz Junqueira.</p>
<h2>Autismo e o TPS</h2>
<p>  Segundo Patrícia Junqueira, o TPS pode ser confundido com o Transtorno de Espectro Autista, isso porque a criança diagnosticada autista também terá a condição de distúrbios sensoriais, enquanto quem tiver a condição de Transtorno de Processamento Sensorial não necessariamente é autista.</p>
<p>&#8220;Toda criança que está dentro do espectro autista tem uma condição de Transtorno do Processamento Sensorial, por isso que os autistas têm  determinados comportamentos de movimentação, ele não percebe o corpo dele, então ele estimula para perceber o corpo, o barulho é ruim, o visual. O grande desafio da criança dentro do espectro autista é a parte sensorial, agora a criança que tem um Transtorno do Processamento Sensorial não é autista&#8221;, afirma a fonoaudióloga.</p>
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<p class="">Junqueira ressalta ainda que, a criança ao não ser diagnosticada com o espectro autista, pode ter a condição de TPS não levada a sério, tratada até como &#8220;frescura&#8221;.</p>
<p>&#8220;Muitas vezes é confundido e o diagnóstico fica &#8220;ah então é frescura&#8221;, porque ele não é autista. Existe até no meio dos profissionais que desconhecem essa condição. Crianças passam às vezes uma vida inteira com a qualidade de vida prejudicadíssima. Crianças, por exemplo, que não entram no buffet infantil, que não conseguem brincar no parque, que não podem viajar&#8221;, diz Patrícia.</p>
<h2>Como é feito o tratamento?</h2>
<p>&#8220;São várias vertentes, mas, em geral, é feita uma terapia de processamento sensorial realizada por um terapeuta ocupacional. Em outros países, o fisioterapeuta também pode fazer ou fonoaudiólogo também, aqui no Brasil não é autorizado, só os terapeutas ocupacionais que tem a formação em Interação Sensorial podem realizar o tratamento. A sala de integração sensorial é preparada para atender essas crianças, então a terapia vai ajudá-la a modular aquela entrada sensorial&#8221;, explica a especialista.</p>
<p>Patrícia diz também que na terapia, &#8220;a criança vai aprender a discriminar, que é o que promove a integração sensorial&#8221;. Segundo a especialista, o espaço de terapia das crianças é &#8220;uma sala lúdica, tem piscina de bolinha, tem parede de escalada, porque é no brincar que a criança vai aprender a modular e discriminar. É num ambiente protegido que ela vai se arriscar, então de grande importância a terapia de integração sensorial&#8221;, finaliza a fonoaudióloga.</p>
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<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/2023-02-02/transtorno-processamento-sensorial-bless-gio-ewbank.html#7dc5d5c6-abb0-4ea9-ae65-643c4728e3c5" rel="noopener">IG SAÚDE</a></p>
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		<title>Hilary Duff fala sobre transtorno alimentar na adolescência</title>
		<link>https://fatomt.com.br/hilary-duff-fala-sobre-transtorno-alimentar-na-adolescencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Dec 2022 17:15:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[adolescencia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[hilary]]></category>
		<category><![CDATA[sobre]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução/Instagram Hilary Duff fala sobre transtorno alimentar na adolescência Hilary Duff relembrou a dificuldade de enfrentar um transtorno alimentar na adolescência. A atriz, conhecida por interpretar a personagem Lizzie McGuire no seriado com nome homônimo, contou que questões relacionadas à autoestima fizeram com que ela desenvolvesse anorexia no passado. Entre no  canal do iG Delas [&#8230;]</p>
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<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/c9/3j/mw/c93jmwpsr2daa6bftbk47qufv.jpg" width="906" height="509" alt="Hilary Duff fala sobre transtorno alimentar na adolescência" title="Hilary Duff fala sobre transtorno alimentar na adolescência"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Reprodução/Instagram</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Hilary Duff fala sobre transtorno alimentar na adolescência</div>
</figcaption></figure>
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<p class="">Hilary Duff relembrou a dificuldade de enfrentar um transtorno alimentar na adolescência. A atriz, conhecida por interpretar a personagem Lizzie McGuire no seriado com nome homônimo, contou que questões relacionadas à autoestima fizeram com que ela desenvolvesse anorexia no passado.</p>
<p> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGDelas" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">canal do iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais!</strong> </p>
<p>&#8220;Por causa da minha carreira, não podia deixar de pensar: &#8216;Estou diante das câmeras e as atrizes são magras&#8217;. Foi horrível&#8221;, desabafou em entrevista para a revista <em>Women&#8217;s Health Australia.</em>  </p>
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<p class="">Atualmente, aos 35 anos, a artista afirma que aprendeu a lidar melhor com as imposições da indústria e, igualmente, a amar o próprio corpo. &#8220;Estou valorizando minha saúde, fazendo atividades que me fazem sentir forte, em vez de apenas melhorar a parte externa do meu corpo&#8221;, contou. <em>   </em> </p>
<p class="">&#8220;Passar tempo com pessoas que me fazem sentir bem e compartilhar opiniões semelhantes sobre saúde e positividade do corpo, dormir o suficiente e equilibrar minha dieta&#8221;, concluiu ao expor os fatores que a auxiliam na busca da vida saudável.  </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/2022-12-06/hilary-duff-transtorno-alimentar.html#f88dcebd-4a0f-43dd-b92b-830ca9e68f21" rel="noopener">IG Mulher</a></p>
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		<title>Cancelada audiência sobre atendimento a pessoas com transtorno do espectro autista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2022 14:40:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[audiencia]]></category>
		<category><![CDATA[cancelada]]></category>
		<category><![CDATA[espectro]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[sobre]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por incompatibilidade de agendas, a Subcomissão Temporária de Assuntos Sociais das Pessoas com Deficiência cancelou audiência pública interativa prevista para esta quinta-feira (10), às 14h, para debater a avaliação, o diagnóstico e o atendimento a pessoas com transtorno do espectro autista. Ainda não foi marcada nova data. Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por incompatibilidade de agendas, a <a href="http://legis.senado.leg.br/comissoes/comissao?codcol=2474" target="_blank" title="" rel="noopener">Subcomissão Temporária de Assuntos Sociais das Pessoas com Deficiência</a> cancelou audiência pública interativa prevista para esta quinta-feira (10), às 14h, para debater a avaliação, o diagnóstico e o atendimento a pessoas com transtorno do espectro autista.</p>
<p>Ainda não foi marcada nova data.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/11/09/cancelada-audiencia-sobre-atencao-a-pessoas-com-transtorno-do-espectro-autista#9a3b0e98-3cb8-4b67-9624-11dff18294aa" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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