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	<title>Arquivos trans - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos trans - FATO MT</title>
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		<title>Atletismo: World Athletics limita mulheres trans em provas femininas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Mar 2023 00:45:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A World Athletics (Federação Internacional de Atletismo) anunciou, na última quinta-feira (23), que mulheres transgênero que passaram pela puberdade masculina estão proibidas de disputar eventos internacionais na categoria feminina a partir do dia 31 de março. “A World Athletics realizou um período de consulta com várias partes interessadas nos primeiros dois meses deste ano, incluindo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A World Athletics (Federação Internacional de Atletismo) anunciou, na última quinta-feira (23), que mulheres transgênero que passaram pela puberdade masculina estão proibidas de disputar eventos internacionais na categoria feminina a partir do dia 31 de março.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1518669&#038;o=node" style="width:1px;height:1px"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1518669&#038;o=node" style="width:1px;height:1px"></p>
<p>“A World Athletics realizou um período de consulta com várias partes interessadas nos primeiros dois meses deste ano, incluindo federações, a Academia Global de Treinadores de Atletismo e a Comissão de Atletas, o COI, bem como grupos representativos de direitos humanos e transgêneros. Tornou-se evidente que havia pouco apoio dentro do esporte para a opção que foi apresentada pela primeira vez às partes interessadas, que exigia que atletas transgêneros mantivessem seus níveis de testosterona abaixo de 2,5 nmol/L por 24 meses para serem elegíveis para competir internacionalmente na categoria feminina”, disse a entidade.</p>
<p>Na <a href="https://www.worldathletics.org/news/press-releases/council-meeting-march-2023-russia-belarus-female-eligibility">nota</a> divulgada, a World Athletics afirma que já pesquisa a questão há mais de dez anos e que decidiu priorizar a justiça e a integridade da competição feminina antes da inclusão. Além disso, a entidade afirmou que criou agora um grupo de trabalho que terá a duração de 12 meses para considerar de forma mais profunda a questão da inclusão de transgêneros.</p>
<p>“As decisões são sempre difíceis quando envolvem necessidades e direitos conflitantes entre diferentes grupos, mas continuamos a ter a visão de que devemos manter a justiça para as atletas femininas acima de todas as outras considerações. Seremos guiados nisso pela ciência em torno do desempenho físico e da vantagem masculina que inevitavelmente se desenvolverá nos próximos anos. À medida que mais evidências estiverem disponíveis, revisaremos nossa posição, mas acreditamos que a integridade da categoria feminina no atletismo é fundamental”, declarou o presidente da World Athletics, Sebastian Coe.</p>
<p>Em nota enviada à <strong>Agência Brasil</strong>, a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) afirmou que “seguirá as orientações da World Athletics”. Segundo a entidade, isto será feito para manter “uma regra única no que se refere aos atletas transgênero homens e mulheres que tenham tido puberdade masculina”.</p>
<p>“A CBAt pediu para participar, e teve a sua solicitação aceita, do grupo de trabalho criado pela World Athletics para considerar, por um período de 12 meses, mais a fundo a questão da inclusão dos transgêneros. Vamos nos envolver para apresentar contribuições, advindas da comunidade acadêmica e científica do Brasil”, conclui a nota assinada pelo presidente do conselho de administração da CBAt, Wlamir Motta Campos.</p>
<p><em>* Título corrigido às 20h47. Na verdade a decisão da World Athletics não veta, mas permite apenas a participação de mulheres transgênero que não passaram pela puberdade masculina.</em></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2023-03/atletismo-world-athletics-limita-mulheres-trans-em-provas-femininas#efa4f810-b493-4fe7-b633-24beb0f30dbe" rel="noopener">EBC ESPORTES</a></p>
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		<title>Atletismo: World Athletics veta mulheres trans em provas femininas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Mar 2023 00:15:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A World Athletics (Federação Internacional de Atletismo) anunciou, na última quinta-feira (23), que mulheres transgênero que passaram pela puberdade masculina estão proibidas de disputar eventos internacionais na categoria feminina a partir do dia 31 de março. “A World Athletics realizou um período de consulta com várias partes interessadas nos primeiros dois meses deste ano, incluindo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A World Athletics (Federação Internacional de Atletismo) anunciou, na última quinta-feira (23), que mulheres transgênero que passaram pela puberdade masculina estão proibidas de disputar eventos internacionais na categoria feminina a partir do dia 31 de março.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1518669&#038;o=node" style="width:1px;height:1px"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1518669&#038;o=node" style="width:1px;height:1px"></p>
<p>“A World Athletics realizou um período de consulta com várias partes interessadas nos primeiros dois meses deste ano, incluindo federações, a Academia Global de Treinadores de Atletismo e a Comissão de Atletas, o COI, bem como grupos representativos de direitos humanos e transgêneros. Tornou-se evidente que havia pouco apoio dentro do esporte para a opção que foi apresentada pela primeira vez às partes interessadas, que exigia que atletas transgêneros mantivessem seus níveis de testosterona abaixo de 2,5 nmol/L por 24 meses para serem elegíveis para competir internacionalmente na categoria feminina”, disse a entidade.</p>
<p>Na <a href="https://www.worldathletics.org/news/press-releases/council-meeting-march-2023-russia-belarus-female-eligibility">nota</a> divulgada, a World Athletics afirma que já pesquisa a questão há mais de dez anos e que decidiu priorizar a justiça e a integridade da competição feminina antes da inclusão. Além disso, a entidade afirmou que criou agora um grupo de trabalho que terá a duração de 12 meses para considerar de forma mais profunda a questão da inclusão de transgêneros.</p>
<p>“As decisões são sempre difíceis quando envolvem necessidades e direitos conflitantes entre diferentes grupos, mas continuamos a ter a visão de que devemos manter a justiça para as atletas femininas acima de todas as outras considerações. Seremos guiados nisso pela ciência em torno do desempenho físico e da vantagem masculina que inevitavelmente se desenvolverá nos próximos anos. À medida que mais evidências estiverem disponíveis, revisaremos nossa posição, mas acreditamos que a integridade da categoria feminina no atletismo é fundamental”, declarou o presidente da World Athletics, Sebastian Coe.</p>
<p>Em nota enviada à <strong>Agência Brasil</strong>, a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) afirmou que “seguirá as orientações da World Athletics”. Segundo a entidade, isto será feito para manter “uma regra única no que se refere aos atletas transgênero homens e mulheres que tenham tido puberdade masculina”.</p>
<p>“A CBAt pediu para participar, e teve a sua solicitação aceita, do grupo de trabalho criado pela World Athletics para considerar, por um período de 12 meses, mais a fundo a questão da inclusão dos transgêneros. Vamos nos envolver para apresentar contribuições, advindas da comunidade acadêmica e científica do Brasil”, conclui a nota assinada pelo presidente do conselho de administração da CBAt, Wlamir Motta Campos.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2023-03/atletismo-world-athletics-veta-mulheres-trans-em-provas-femininas#189bbcec-3aeb-46b6-ae92-5962bd7819c2" rel="noopener">EBC ESPORTES</a></p>
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		<title>Pessoas trans podem fazer troca de nome diretamente nos cartórios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 21:32:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Projeto Verde Novo, de arborização e conscientização ambiental do Poder Judiciário de Mato Grosso, realiza uma ação de palestra e plantio no próximo sábado (18 de março), a partir das 7h30, na Nova Acrópole, em Cuiabá.   A ação consiste em uma vivência prática pelos alunos da escola de filosofia, de forma a incentivar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://www.urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2023/03/15/677113c818de7de1089f3c555797bde3.jpg" width="300" height="300" align="left" alt="">O Projeto Verde Novo, de arborização e conscientização ambiental do Poder Judiciário de Mato Grosso, realiza uma ação de palestra e plantio no próximo sábado (18 de março), a partir das 7h30, na Nova Acrópole, em Cuiabá.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A ação consiste em uma vivência prática pelos alunos da escola de filosofia, de forma a incentivar o voluntariado e promover a arborização urbana.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Os próprios alunos dos cursos da Nova Acrópole é que farão o plantio, com o auxílio da equipe do Verde Novo e da Prefeitura de Cuiabá. </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A Nova Acrópole está localizada na Rua Manoel dos Santos Coimbra, nº 41, bairro Bandeirantes, em Cuiabá. </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">#ParaTodosVerem</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Descrição da imagem: arte gráfica digital feita em cima de uma foto em que um homem está amarrando uma planta a um talo para que ela fique em pé. Ele está agachado em um gramado, veste blusa verde e boné vermelho com a logo da Nova Acrópole. Acompanha a imagem o texto: ação de voluntariado plantio de mudas dia 18/03 sábado das 7:30 às 08:30 palestra: A importância da arborização urbana das 9:00 às 11:30 plantio de mudas vivência prática. Assinam a peça os logos da Nova Acrópole, Verde Novo, Prefeitura de Cuiabá e Poder Judiciário de Mato Grosso.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Mylena Petrucelli</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Coordenadoria de Comunicação do TJMT</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">imprensa@tjmt.jus.br</span></em></div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/73897#85e02cda-06a1-483a-92e9-cee81e903ed2" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT</a></p>
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		<item>
		<title>Mais inclusão e dignidade: Judiciário cria oportunidades de trabalho para pessoas trans</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Mar 2023 17:17:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[dignidade]]></category>
		<category><![CDATA[inclus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As dificuldades em se obter boas oportunidades de trabalho para pessoas transexuais e travestis no Brasil são enormes, devido ao grande preconceito e discriminação que essas pessoas sofrem. Na contramão dessa realidade, está o Poder Judiciário de Mato Grosso, que emprega pessoas trans no seu quadro de funcionários terceirizados.   Uma delas é a servidora [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">As dificuldades em se obter boas oportunidades de trabalho para pessoas transexuais e travestis no Brasil são enormes, devido ao grande preconceito e discriminação que essas pessoas sofrem. Na contramão dessa realidade, está o Poder Judiciário de Mato Grosso, que emprega pessoas trans no seu quadro de funcionários terceirizados.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img decoding="async" src="https://www.urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2023/03/01/a96b6a8adc0136104ffa224fb0fb32a7.jpg" width="200" height="289" align="left" alt="">Uma delas é a servidora terceirizada Monik Silveira Chaves de Moraes, secretária no Fórum de Cuiabá há dois anos. Hoje ela leva uma vida que considera saudável e feliz, bem diferente de como vivia há alguns anos, no mundo das drogas e da prostituição.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A oportunidade de trabalho no Poder Judiciário de Mato Grosso mudou completamente seu horizonte. Ela conseguiu terminar seus estudos do ensino regular, faz cursos de administração, recursos humanos e matemática financeira e sonha em fazer faculdade de Serviço Social.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">“Antes eu vivia uma vida anormal. Eu conheci muitos caminhos onde eu ficava sozinha comigo mesma e ficava chorando, me sentia triste, eu fazia aquilo porque eu ouvia muitas pessoas falando que eu seria apedrejada, que o mundo não aceitava pessoas como eu, e que só existia esse caminho da prostituição e das drogas. Hoje em dia, eu vivo uma vida totalmente diferente, saio da minha casa de manhã cedo, vou para o meu curso, saio do curso, vou direto para o trabalho, volto para casa novamente, faço minha jantinha, consigo deitar na minha cama e dormir. Conforme cheguei aqui, as pessoas foram dialogando comigo, me ensinando, me mostrando a verdade da vida, que eu posso e vou conseguir. Foi quando eu tive fé em mim mesma. Se eles estão vendo isso em mim, por que eu mesma não posso ver? Foi onde comecei a mudar totalmente a minha vida, comecei a estudar, correr atrás e estou continuando minha luta”, relata. </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Monik conta que sempre recebeu apoio e suporte dos colegas servidores, de modo que o preconceito e a discriminação que infelizmente muitas pessoas trans enfrentam diariamente ficam do lado de fora da Justiça mato-grossense.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">“Quando cheguei aqui, foi uma sensação muito boa, fui bem recebida, nunca faltaram com respeito, sempre me apoiaram, tenho uma ótima convivência com meus amigos do trabalho. Aqui é um lugar onde me sinto bem, me sinto feliz e apoiada, tenho minha liberdade de expressão concreta”, afirma.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Como um recado, Monik destaca: “todos merecemos, basta ter uma oportunidade como muitos não têm. O que eu posso pedir é que as pessoas olhem para a gente como se olhasse para seu próprio filho, com amor, com carinho. Não julgar, dar uma mão, uma oportunidade, muitas vezes é isso que falta para a pessoa, como faltou para mim. Eu tive e olha como estou hoje. Todos merecem uma chance”. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img decoding="async" src="https://www.urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2023/03/01/c36a2b59bc8e4664ae120471d051b967.jpg" width="300" height="168" align="right" alt="">Outro exemplo de oportunidades geradas pelo Judiciário é o da servidora terceirizada Pietra Pereira da Silva, 32 anos, que trabalha como recepcionista e atendente há cinco anos no Fórum de Várzea Grande. </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">“É uma batalha que estamos ganhando a cada dia, conquistando espaço e a sociedade para sermos quem somos. Não preciso me esconder, sou respeitada, o Tribunal me proporciona muita coisa boa”, afirma.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A criação de oportunidades de trabalho para pessoas trans é a peça-chave para a transformação social, avalia Pietra, além de considerar que sua história pode servir de espelho para outras pessoas trans.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">“Se estou aqui hoje é porque eu lutei, tive oportunidade, para outras pessoas se espelharem, para outras empresas verem que tem a possibilidade da pessoa trans trabalhar. Tem que abrir essa porta para a gente. Queremos ter a dignidade de trabalhar e conquistar o que é da gente. Se foi uma porta que se abriu para mim, pode abrir para várias pessoas”.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Entre as conquistas que ela comemora, estão sua faculdade, seu veículo e a realização do sonho de viajar nas férias de final de ano. “Tudo que conquistei foi mediante meu trabalho. Hoje eu me sinto realizada. Sou feliz”, afirma, sorrindo. </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A plataforma Transempregos https://www.transempregos.com.br/, criada em 2013, ajuda na inserção de pessoas trans e travestis no mercado de trabalho formal. Com crescimento de 315% de janeiro de 2020 até janeiro de 2021, o projeto tem parceria com mais de 700 empresas de todo o país – inclusive com vagas em Mato Grosso. </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">#Paratodosverem </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Primeira imagem: </span><span style="font-family: Arial;font-size: 10pt">captura de tela de vídeo da servidora Monik concedendo entrevista para a TV.JUS. Ela está sentada em um banco, com plantas ao fundo, veste uniforme azul claro, usa óculos e tem cabelos lisos castanhos.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Segunda imagem: captura de tela de vídeo da servidora Pietra trabalhando no Fórum de Várzea Grande.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Mylena Petrucelli (Com TV.JUS)</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">imprensa@tjmt.jus.br</span></em></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial"> </span></em></div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/73799#acdda108-1b3c-4074-b4b9-228ec9f45d7f" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/mais-inclusao-e-dignidade-judiciario-cria-oportunidades-de-trabalho-para-pessoas-trans/">Mais inclusão e dignidade: Judiciário cria oportunidades de trabalho para pessoas trans</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<title>Justiça de Mato Grosso garante mudança de nome e gênero a homem trans</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2023 12:46:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[garante]]></category>
		<category><![CDATA[genero]]></category>
		<category><![CDATA[grosso]]></category>
		<category><![CDATA[homem]]></category>
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		<category><![CDATA[trans]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na semana em que se comemora o Dia da Visibilidade Trans (29 de janeiro), o Poder Judiciário de Mato Grosso garantiu o direito à retificação de nome e gênero de um homem transexual registrado no município de Nova Canaã do Norte.   O pedido de alteração de nome e gênero no registro civil foi instaurado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Na semana em que se comemora o Dia da Visibilidade Trans (29 de janeiro), o Poder Judiciário de Mato Grosso garantiu o direito à retificação de nome e gênero de um homem transexual registrado no município de Nova Canaã do Norte.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O pedido de alteração de nome e gênero no registro civil foi instaurado por via judicial, uma vez que o autor reside em outro país, o que impossibilita a retificação direta pelo cartório. </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A petição inicial foi impetrada na comarca de Colíder no dia 7 de julho de 2022 e a decisão que determinou a retificação do registro foi proferida pelo juiz Ricardo Frazon Menegucci no dia 31 de janeiro de 2023 – menos de seis meses depois. </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O magistrado se baseou na jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que sedimentou que a alteração do prenome e do sexo no registro civil é um direito fundamental da pessoa transgênera, exigindo-se, para o seu exercício, nada além da manifestação de vontade.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O processo tramitou em sigilo.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><strong><span style="font-family: Arial">Visibilidade </span></strong><span style="font-family: Arial">&#8211; No dia 29 de janeiro, o Movimento LGBTQIA+ brasileiro celebra o Dia Nacional da Visibilidade de Travestis e Transexuais. Em alusão à data, movimentos sociais e governos realizam eventos para debater a visibilidade trans e o combate à violência contra esse segmento populacional, que é o que carrega maior estigma e preconceito, resultando em maior violência e discriminação.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Mylena Petrucelli</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">imprensa@tjmt.jus.br</span></em></div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/73630#8364f8cf-0f92-4e15-9be2-4f7a91cadd4d" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT</a></p>
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			</item>
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		<title>Congresso terá mulheres trans, indígenas e trabalhadores sem-terra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2022 22:41:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[congresso]]></category>
		<category><![CDATA[indigenas]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[terra]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nas eleições de domingo (2) foram eleitas mulheres trans, mulheres indígenas e trabalhadores sem-terra para o Congresso Nacional. Pela primeira vez na história, o Parlamento terá duas deputadas trans: Erika Hilton (Psol-SP) e Duda Salabert (PDT-MG). Erika é atualmente vereadora na cidade de São Paulo e Duda Salabert é vereadora em Belo Horizonte. Sônia Guajajara foi eleita deputada [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="external-link" href="http://www12.senado.leg.br/noticias/tags/%23elei%C3%A7%C3%B5es2022" target="_blank" title="" rel="noopener"><img decoding="async" src="https://www12.senado.leg.br/noticias/imagens/whatsapp-image-2022-07-11-at-12-11-24.jpeg/@@images/5ca21be0-af45-47b5-8ff1-6ec6f801121f.png" alt="Eleições 2022" class="image-right" title="Eleições 2022"></a></p>
<p>Nas eleições de domingo (2) foram eleitas mulheres trans, mulheres indígenas e trabalhadores sem-terra para o Congresso Nacional.</p>
<p>Pela primeira vez na história, o Parlamento terá duas deputadas trans: Erika Hilton (Psol-SP) e Duda Salabert (PDT-MG). Erika é atualmente vereadora na cidade de São Paulo e Duda Salabert é vereadora em Belo Horizonte.</p>
<p>Sônia Guajajara foi eleita deputada federal pelo Psol de São Paulo. Ela é formada em letras e enfermagem e é coordenadora-executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e integrante do Conselho da Iniciativa Inter-religiosa pelas Florestas Tropicais do Brasil.</p>
<p>Já a professora ativista indígena Célia Xakriabá foi eleita deputada federal pelo Psol de Minas Gerais. Sua pauta é a defesa dos territórios indígenas e de ações que atenuem as mudanças climáticas. Foi da primeira turma de educação indígena da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 2013.</p>
<p>Também foram eleitos como deputados federais Valmir Assunção (PT-BA) e Marcon (PT-RS), eles são integrantes do Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra (MST).</p>
<p><em>Com Agência Câmara</em></p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/10/03/congresso-tera-mulheres-trans-indigenas-e-trabalhadores-sem-terra#424ce109-0c39-4e7c-ac29-3d94800f0bca" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Levei quase 30 anos para entender que sou uma mulher trans&#8221;</title>
		<link>https://fatomt.com.br/levei-quase-30-anos-para-entender-que-sou-uma-mulher-trans/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Sep 2022 10:35:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[entender]]></category>
		<category><![CDATA[levei]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[quase]]></category>
		<category><![CDATA[trans]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acervo pessoal Eva Pires é empreendedora da dança e da beleza, tornando-se representante de beleza da Avon durante a pandemia; atualmente, ela estuda pedagogia &#8220;Quando criança, era muito difícil entender o que era ser uma pessoa trans. Eu só tinha aquilo que era passado para mim, de que um menino se veste de um determinado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8c/eq/hr/8ceqhr2q0mp7ywrlesfytn4ye.jpg" width="906" height="509" alt="Eva Pires é empreendedora da dança e da beleza, tornando-se representante de beleza da Avon durante a pandemia; atualmente, ela estuda pedagogia" title="Eva Pires é empreendedora da dança e da beleza, tornando-se representante de beleza da Avon durante a pandemia; atualmente, ela estuda pedagogia"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Acervo pessoal</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Eva Pires é empreendedora da dança e da beleza, tornando-se representante de beleza da Avon durante a pandemia; atualmente, ela estuda pedagogia</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">&#8220;Quando criança, era muito difícil entender o que era ser uma pessoa trans. Eu só tinha aquilo que era passado para mim, de que um menino se veste de um determinado jeito ou age de uma certa maneira. Fiquei no meio de uma confusão. Tinha um jeito afeminado e sempre fui muito cobrada para me comportar de uma maneira mais masculina. Preferia fazer o que as minhas primas faziam. Elas eram a minha referência feminina, o que me contemplava. Só fui entender o que era ser uma pessoa trans realmente na fase adulta, com quase 30 anos.</p>
<p class=""> <strong>Entre no canal do  <a href="https://t.me/iGDelas" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais!</strong> </p>
<p>Fui criada entre as cidades de São Paulo e Guarulhos. Vim da favela, que era um ambiente hostil para mim. Era um ambiente em que se convivia muito com vizinho, pessoas próximas… Não era algo amplo. Na escola, fui abusada sexualmente quando eu tinha 14 anos, por cinco garotos mais velhos.</p>
<p>Eu não podia contar isso para minha família, porque eu seria colocada como culpada, apanharia. Meus pais vêm de uma educação rígida, o que me colocou em situações muito comprometedoras. Apanhei muito na infância, a ponto de ir para o hospital, sempre ouvindo aquela frase: ‘Vira homem’. Tenho dois irmãos e eles não apanharam nem 1% do que eu. Eu não os culpo porque eles não sabiam o que era uma pessoa trans, não se falava nisso.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/desabafo/2022-09-15/desabafo-plastica-procedimentos-esteticos-bichectomia.html" title='"Fiz a bichectomia e deu errado; tive depressão pela minha aparência"' target="_self" rel="noopener">&#8220;Fiz a bichectomia e deu errado; tive depressão pela minha aparência&#8221;</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/desabafo/2022-07-13/desabafo-dia-mundial-tdah-diagnostico-na-vida-adulta.html" title="“Senti um peso sair das costas quando descobri que tenho TDAH”" target="_self" rel="noopener">“Senti um peso sair das costas quando descobri que tenho TDAH”</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/comportamento/2021-01-31/feminismo-trans.html" title="“O feminismo trans quer uma sociedade que inclua todos os gêneros”, diz ativista" target="_self" rel="noopener">“O feminismo trans quer uma sociedade que inclua todos os gêneros”, diz ativista</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Aos 15 anos acabei saindo de casa, falei que não ia mais aceitar. Graças ao universo, tive apoio de algumas tias, que me acolheram. No primeiro momento eu não queria ninguém, porque teria de continuar seguindo essas regras – a única diferença era que eu não apanharia. Quando vi que na rua era muito pior, decidi morar com a minha tia, trabalhar e juntar dinheiro pra conseguir viver minha vida de forma independente, lá pelos meus 18 anos.</p>
<p class="">Hoje tenho uma relação com a minha mãe, o que foi uma surpresa para mim. Quando eu disse a ela que eu era uma mulher, ela imediatamente mudou comigo. Começou a me chamar pelo meu nome, me tratar como filha. Fiquei surpresa. Ela é uma pessoa religiosa, teve pouca escolaridade e acesso à informação.</p>
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<p>Já o meu pai se afastou completamente. Tentei me aproximar, mas era impossível, muito violento para mim. Ele dizia que era violento para ele também. Não sei de que forma, mas não vou julgar. A gente prefere manter assim. Uma das minhas tias que me acolheu faleceu. Também cortei relações com a outra, que não me entende e não me aceita. Fiquei triste em ter perdido algumas pessoas, mas também ganhei outras. Vejo hoje como um livramento.</p>
<h3>O contato com a primeira travesti</h3>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7n/tu/zc/7ntuzc7487l964s5urgt2e2sk.jpg" width="906" height="509" alt="" title=""> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Acervo pessoal</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">&#8220;Quando a vi pela primeira vez, foi como perceber o que eu queria ver em mim&#8221;, diz Eva sobre o primeiro contato que teve com uma travesti, chamada Tati</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Quando eu tinha 12 anos, vi uma travesti pela primeira vez. Ela morava no mesmo bairro que eu, trabalhava com prostituição, se chamava Tati. Eu tinha medo dela, porque fui ensinada assim. Lembro de meu pai falar que não era para eu andar ‘com aquele traveco*’, porque ela poderia me bater ou me furar com uma gilete.</p>
<p>Quando eu a vi fiquei encantada, porque vi algo que me identificou. Ao mesmo tempo, eu tive repulsa por causa da situação de vida dela. Um dia, eu estava voltando da padaria e a gente trocou algumas palavras. Ela disse: ‘E aí, tudo bem?&#8217;. Fiquei muda. Ela continuou: ‘Hoje foi babado, a noite foi difícil, mas consegui tirar um acuézinho’. Não entendi nada Parecia que ela estava falando em outra língua – e realmente estava [‘acué’ significa ‘dinheiro’ no pajubá]. Morri de medo, quase fiz xixi na roupa e entrei correndo em casa.</p>
<p>Depois disso, a vi mais umas duas vezes. Ela me deu oi, arrisquei e dei oi de volta, com um sorriso. [Chora]. Eu não consigo falar da Tati sem chorar, porque hoje ela é estatística. Ela era uma pessoa muito alta, negra, e morreu não muito tempo depois. Ela também foi vítima da violência transfóbica. Choro porque cada uma de nós que se vai é como um pedaço meu e de todas as outras que se vão junto.</p>
<p>Quando a vi pela primeira vez, foi como perceber o que eu queria ver em mim. Ela me fez me colocar nesse lugar de pensar quem eu sou, mesmo eu não tendo coragem de conversar com ela. Hoje penso que teria trocado altos papos com ela. Ficaríamos noites conversando.</p>
<h3>Mudança de rumo</h3>
<p class="">Com a ajuda da minha tia, concluí o ensino médio, fiz o ENEM e entrei na faculdade. Fui deixando minha questão própria em segundo plano. Ninguém da minha família chegou ao ensino superior, então precisava conquistar meu espaço. Via como uma forma de levar orgulho para os meus pais e achei que, naquele momento, pensar no mercado de trabalho seria importante para que eu pudesse sobreviver.</p>
<p class="">Consegui me formar em administração com muita dificuldade, trabalhando de dia para pagar o curso e estudando de noite. Aos 17 anos, comecei a trabalhar no setor de logística como ajudante e fui crescendo dentro da empresa. Foi quando entendi meu privilégio como pessoa branca, até então cis e lida como homem. A realidade das pessoas trans era muito pior há dez anos.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/comportamento/2020-11-04/violencia-mulher-abuso-estupro.html" title='"Meu ex abusador agora quer combater abuso sexual e lutar por mulheres"' target="_self" rel="noopener">&#8220;Meu ex abusador agora quer combater abuso sexual e lutar por mulheres&#8221;</a> </li>
<li>  <a href="https://delas.ig.com.br/desabafo/2022-01-25/llaqueadura-sem-filhos-aos-25.html" title="Laqueadura aos 25: “Nunca me passou pela cabeça ser mãe”" target="_self" rel="noopener">Laqueadura aos 25: “Nunca me passou pela cabeça ser mãe”</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/desabafo/2022-03-29/endometriose-marco-amarelo-saude-da-mulher-desabafo-thais-melchior.html" title='Endometriose: "Eu me assustei e tive bastante medo quando descobri"' target="_self" rel="noopener">Endometriose: &#8220;Eu me assustei e tive bastante medo quando descobri&#8221;</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/desabafo/2021-07-20/meu-marido-e-apaixonado-por-mim-desde-os-7-anos-de-idade.html" title="“Meu marido é apaixonado por mim desde os 7 anos de idade”" target="_self" rel="noopener">“Meu marido é apaixonado por mim desde os 7 anos de idade”</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Já presenciei pessoas serem demitidas pela orientação sexual, então imagine eu falar de identidade de gênero. Ainda hoje é difícil. Tem quem pense que sou um homem gay que se veste de mulher, por exemplo. Percebi que teria de crescer na empresa para conseguir outro patamar de vida em que eu pudesse viver a minha realidade.</p>
<p>Percebi que área de logística era um ambiente formado 90% por homens 100% machista, com poucas mulheres cis dentro desses locais. Entendi que essa não seria uma área amigável para se trabalhar. Então, decidi trocar meu trabalho com carteira assinada para viver como empreendedora da dança, inicialmente. Comecei a dar aulas aos 27 anos.</p>
<h3>Um batom que mudou tudo</h3>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8w/e7/h4/8we7h4sgqry1hxtptghxyu68r.jpg" width="906" height="509" alt="Eva comenta a maneira como algumas pessoas ainda não compreendem a diferença entre orientação sexual e identidade de gênero: " title="Eva comenta a maneira como algumas pessoas ainda não compreendem a diferença entre orientação sexual e identidade de gênero: "> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Acervo pessoal</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Eva comenta a maneira como algumas pessoas ainda não compreendem a diferença entre orientação sexual e identidade de gênero: &#8220;Tem quem pense que sou um homem gay que se veste de mulher&#8221;</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Cresci dentro da igreja evangélica. Aprendi todos os dogmas e tudo que era dito como a lei de Deus. Desde criança entendi que eu era diferente, e fui entendendo que estava contra as regras de Deus. Me via como um homem gay antes da transição, e quando comecei a gostar de meninos, na adolescência, conversava com os pastores para entender mais. As respostas eram sempre as mesmas: ‘É pecado’, ‘Não pode’, ‘Lute contra isso’, “Faça 10 semanas de libertação para tirar esse mal da sua vida’.</p>
<p>Minha vida inteira eu procurei seguir essas regras, porque não queria ser uma pecadora nem ir para o inferno. Isso mudou quando me entendi como mulher trans, aos 26 anos, após frequentar mais o meio drag e de maquiagem. Demorei e precisei de muita terapia para ir atrás da minha própria aceitação.</p>
<p>Pesquisei muito e encontrei outras pessoas trans – incluindo minha mãe travesti, que é de Salvador. Ela me inspirou nesse processo, me deu força e me ajudou com muitas informações. Infelizmente há uma falta de profissionais de saúde voltados para nós, então a gente só pode contar com a informação das velhas. As ancestrais deixaram um rastro no chão de conhecimento – de sangue também, infelizmente – para que a gente tenha o mínimo.</p>
<p>Na infância, fugia com as maquiagens da Avon da minha tia, me escondia dentro do guarda-roupa e passava o batom todo borrado. Me sentia ótima. Isso fazia parte da minha memória afetiva. Até que, aos 28 anos, eu tive o primeiro vislumbre de Eva em um Carnaval de uma forma parecida.</p>
<p>Dei aulas de dança temáticas fantasiada de unicórnio. Eu não queria ir de Capitão Jack Sparrow de novo, queria fazer algo diferente. E aí, passei um batom pela primeira vez. Tinha me sentido bem ao ver um pedacinho de mim ali. Lembro que, na aula, fiquei com vergonha, de cabeça baixa. Era um preconceito meu, mas foi o máximo porque todos estavam se divertindo, fantasiados.</p>
<p>Era um batom rosinha, bem claro. Tenho guardado até hoje. Ele já venceu, mas vai ficar guardado como uma memória. Aos 30 anos, na pandemia, comecei o processo de hormonização.</p>
<h3>‘É o seguinte, eu sou uma mulher’</h3>
<p>Antes da pandemia, eu me preocupava com o que aconteceria comigo se eu me assumisse enquanto mulher trans. Se perderia o emprego, meus amigos ou se meu casamento acabaria. Tinha muita certeza que meu marido ia me deixar, porque ele se identificava como um homem gay. Com a pandemia, não tive como fugir e olhei para mim mesma.</p>
<p>Antes, eu conseguia ir para a casa de alguém, sair para trabalhar ou me distrair em outro lugar. Na pandemia, não tive como fugir. Tomei coragem para contar ao meu marido. Já estava conversando até com advogado para fazer o divórcio. Estava doendo, mas pensei: ‘Dor de amor passa, eu amei os outros e me odiei para caramba. Agora é hora de me amar’.</p>
<p>Cheguei no meu marido e disse: ‘É o seguinte, eu sou uma mulher’. Ele disse: ‘Eu sei, eu sempre soube’. Disse ainda que não tinha problema e que me amava como eu era. Ele mesmo já estava se entendendo enquanto bissexual. Ele já me via enquanto mulher mesmo sem eu dizer.</p>
<p>Estamos casados há quatro anos. Entre os nossos próximos planos está ter um filho, o que deve acontecer em breve.</p>
<h3 class="">Ocupando espaços no empreendedorismo</h3>
<div class="gd7 noticiaFloat itemOpcional">
<figure class="foto-legenda foto-legenda--size-1"> <span> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/e6/8k/7q/e68k7qloa6fqkol7a1jd8tqjp.jpg" alt="Eva sentada com um microfone na mão, sorrindo"> </span><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Acervo pessoal</cite> </p>
<p>&#8220;Quero que esse território se torne LGBT e das travestis&#8221;, diz Eva sobre o empreendedorismo</p>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Na pandemia, não tive mais como ganhar dinheiro dando aula. Sempre fui muito independente, me sustentei com meu trabalho desde muito jovem e não aceitei de forma alguma ficar parada. Instantaneamente, pensei em me tornar representante de beleza da Avon. Esse foi o meu refúgio nesse momento difícil para continuar trabalhando e me sentir melhor no meio daquele caos que nós vivemos, além do meu próprio.</p>
<p>Eu tenho um carinho pela marca e falo com muito carinho dos produtos, porque me remete à minha infância. Por isso, eu vendi muito. Naquele momento, fazia as vendas pela internet e fiz até lives no Instagram para mostrar melhor os produtos. Pessoas próximas a mim começaram a me procurar também como uma forma de me ajudar naquele momento. Digo que a dança me salvou, me tirou da deprê que eu estava, e a Avon me trouxe de volta ao mundo de antes da pandemia.</p>
<p>Agora, me organizo entre as aulas de dança, as vendas e a faculdade de pedagogia. Mas o empreendedorismo é, para mim, um caminho sem volta. Aprendi que a própria travesti na prostituição compulsória, lugar que mais de 90% de nós ocupamos, está empreendedo a força. Só que eu quero seguir este caminho por uma escolha, não por uma condição.</p>
<p>Quero que esse território se torne LGBT e das travestis. É importante trazer esperança para as mulheres trans, travestis, homens, transmasculines e pessoas não binárias. Precisamos nos unir e tentar, de alguma forma, fraudar esse sistema que está nos matando a torto e a direito.</p>
<p>Assim como eu tive algumas possibilidades, espero que minha história inspire essas pessoas a seguirem suas próprias trajetórias. Que não seja um caminho de dor, mas de sucesso para todas as pessoas trans e aliadas.&#8221;</p>
<p> <em>*Maneira pejorativa para se referir à uma mulher trans ou uma travesti. O correto é se direcionar a uma travesti nos pronomes femininos.</em> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/desabafo/2022-09-24/levei-quase-30-anos-para-entender-que-sou-uma-mulher-trans.html#e9c2315d-b52c-434b-9ce9-aeb3903918d4" rel="noopener">IG Mulher</a></p>
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		<title>Itaú abre vagas para capacitação de pessoas trans</title>
		<link>https://fatomt.com.br/itau-abre-vagas-para-capacitacao-de-pessoas-trans/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jul 2022 21:10:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[capacita]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[trans]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Felipe Moreno Em 2021, 38 profissionais trans foram contratados pelo time de tecnologia do Itaú após participarem da iniciativa O Itaú Unibanco abriu inscrições para um Bootcamp exclusivo para pessoas trans &#8211; programa que visa identificar e lapidar talentos, além de promover a diversidade. Com duração de cinco semanas, o Bootcamp promoverá aulas ao vivo e com transmissão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
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<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/27/vw/si/27vwsiajdca7bcs7qps49zr6l.jpg" width="906" height="509" alt="Em 2021, 38 profissionais trans foram contratados pelo time de tecnologia do Itaú após participarem da iniciativa" title="Em 2021, 38 profissionais trans foram contratados pelo time de tecnologia do Itaú após participarem da iniciativa"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Felipe Moreno</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Em 2021, 38 profissionais trans foram contratados pelo time de tecnologia do Itaú após participarem da iniciativa</div>
</figcaption></figure>
</p>
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<p class="">O Itaú Unibanco abriu inscrições para um Bootcamp exclusivo para pessoas trans &#8211; programa que visa identificar e lapidar talentos, além de promover a diversidade. Com duração de cinco semanas, o Bootcamp promoverá aulas ao vivo e com transmissão on-line e com conteúdos gravados para a formação técnica de 14 analistas. As pessoas aprovadas no processo seletivo serão contratadas como colaboradoras do Itaú Unibanco desde o primeiro dia de capacitação para, em seguida, integrarem a equipe de operações e atendimento do banco.</p>
<p>Essa é a segunda turma do projeto composta apenas por pessoas trans. Em 2021, 38 profissionais foram contratados pelo time de tecnologia do banco após participarem da iniciativa.</p>
<p> <strong>Entre no  <a title="canal do Brasil Econômico no Telegram" href="https://t.me/iGBrasilEconomico" target="_blank" rel="noopener" data-mce-href="https://t.me/iGBrasilEconomico">canal do Brasil Econômico no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  <a title="perfil geral do Portal iG" href="https://t.me/portalig" target="_blank" rel="noopener" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG</a> </strong> </p>
<p>&#8220;Com as capacitações exclusivas para profissionais trans, conseguimos aumentar a qualificação dos nossos times e, principalmente, atuar de forma afirmativa na empregabilidade de pessoas LGBTQIA+&#8221;, comenta Luis Cunha, diretor de operações no Itaú Unibanco.</p>
<p>As inscrições podem ser feitas até o dia 24 de julho, no  <a title="link" href="https://bit.ly/3AM9LuK" target="_blank" rel="noopener" data-mce-href="https://bit.ly/3AM9LuK">link</a> , e o início das aulas está previsto para a primeira quinzena de setembro. O currículo do programa inclui metodologias e conhecimentos técnicos em Kaizen, Lean, Ágil e Design Thinking.</p>
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<h3>Leia também</h3>
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<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-07-13/valor-da-cesta-basica-alta-sao-paulo-procon.html" title="Valor da cesta básica tem alta de 2,07% em São Paulo, revela Procon-SP" target="_self" rel="noopener">Valor da cesta básica tem alta de 2,07% em São Paulo, revela Procon-SP</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-07-13/prazo-prime-day-funcionarios.html" title="Prime Day: para cumprir prazo, Amazon contrata 6 mil funcionários" target="_self" rel="noopener">Prime Day: para cumprir prazo, Amazon contrata 6 mil funcionários</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Para participar do Bootcamp exclusivo para pessoas trans é preciso ser maior de 18 anos e ter disponibilidade para trabalhar em tempo integral (8 horas diárias). Não será exigida experiência profissional anterior.</p>
<p class="">Hoje (13), às 19h, o Itaú vai promover uma conversa ao vivo no seu canal do Youtube para contar os detalhes do programa, como será a jornada do treinamento e tirar eventuais dúvidas. O evento contará com a participação de profissionais à frente do tema diversidade do banco, da EducaTransforma (parceira do banco na formação de novos colaboradores) e integrantes da última turma exclusiva para pessoas trans e que agora são parte da equipe de tecnologia do Itaú.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2022-07-13/banco-vagas-pessoas-trans.html#6d87fcf7-34a0-4b4d-af07-28ac3280e64e" rel="noopener">IG ECONOMIA</a></p>
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		<title>&#8220;Vaga específica para trans tem valor simbólico&#8221;, diz servidora do MP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jul 2022 13:35:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[especifica]]></category>
		<category><![CDATA[servidora]]></category>
		<category><![CDATA[simbolico]]></category>
		<category><![CDATA[trans]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Independente de qual fosse a pessoa trans selecionada, a ação afirmativa por si só já era muito valorosa, então eu estava muito feliz, e obviamente fiquei ainda mais feliz quando fui selecionada”, relembra a servidora do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Ana Vitória Saraiva de Azevedo Pontes, 25 anos. Na próxima terça-feira (12) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:16px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif">“Independente de qual fosse a pessoa trans selecionada, a ação afirmativa por si só já era muito valorosa, então eu estava muito feliz, e obviamente fiquei ainda mais feliz quando fui selecionada”, relembra a servidora do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Ana Vitória Saraiva de Azevedo Pontes, 25 anos. Na próxima terça-feira (12) ela completa um ano como auxiliar ministerial no Centro de Apoio Operacional de Defesa dos Direitos Humanos, Diversidade e Segurança Alimentar.</p>
<p>  “A ação afirmativa do Ministério Público de Mato Grosso em destinar vaga específica para pessoas trans tem um valor simbólico, exatamente por reconhecer essa barreira de empregabilidade que sofremos no Brasil. Foi a primeira vez que ser trans não foi visto como algo negativo e de impedimento para ocupar a vaga, mas, pelo contrário, era algo que potencializava os conhecimentos técnicos e jurídicos que acumulei dentro da academia”, ressaltou a servidora.</p>
<p>  Durante a seleção, também foi exigida formação em Ciências Sociais Aplicadas, com graduação concluída. Ao todo, foram encaminhados ao setor responsável 25 currículos, sendo que cinco pessoas foram selecionadas para a entrevista. O grupo incluiu candidatos de Brasília, Rondônia, Ceará e Cuiabá.</p>
<p>  Desde que começou a trabalhar no MPMT, Ana Vitória tem dado várias contribuições e afirma que tem oferecido à instituição um olhar diferenciado, com uma perspectiva de mundo diferente, mais humanizada, mais igualitária e coletiva. “Está sendo incrível, estou tendo a oportunidade de canalizar todas as lutas que já travava ao longo da minha graduação e ao longo da minha vida. A professora doutora Leilane Assunção, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, já falecida, dizia que quando se nasce travesti no Brasil, lutar não é uma escolha, mas um imperativo ético”.</p>
<p>  Oriunda de uma família tradicional do Estado do Ceará, Ana Vitória diz que começou a viver o processo transicional aos 17 anos, após um caminho de muita infelicidade. “Eu comecei a perceber que não estava sendo verdadeira com quem eu era, com o que eu queria. Na época eu não me entendia e não havia esse espaço de debate de gênero, apenas sabia que eu era infeliz com a realidade que estava vivendo. Não sabia que oito anos depois, seria Ana Vitória e que estaria onde estou hoje. Foi um processo de descoberta muito específico”, relembra.</p>
<p>  <strong>Reunião </strong>– Nesta quarta-feira (06), acompanhada do coordenador do Centro de Apoio Operacional de Defesa dos Direitos Humanos, Diversidade e Segurança Alimentar do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, promotor de Justiça Henrique Schneider Neto, Ana Vitória esteve no gabinete do procurador-geral de Justiça, José Antônio Borges Pereira. Ela trabalha em home office e esta semana está em Cuiabá para avaliação do trabalho realizado.</span></span></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.mpmt.mp.br/conteudo/58/114708/vaga-especifica-para-trans-tem-valor-simbolico-diz-servidora-do-mp#08ca6f0d-9dda-419a-9223-1fa4f57b26e6" rel="noopener">MP MT</a></p>
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		<title>Lina acha que Silvio Santos deve desculpas à comunidade trans</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jun 2022 18:50:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[desculpas]]></category>
		<category><![CDATA[santos]]></category>
		<category><![CDATA[silvio]]></category>
		<category><![CDATA[trans]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodu&#231;&#227;o/ Instagram/ SBT 22/06/2022 Linn da Quebrada critica Silvio Santos A cantora e ex-BBB Lina Pereira, conhecida pelo nome art&#237;stico&#160;Linn da Quebrada, afirmou que o apresentador&#160;Silvio Santos&#160;deve um pedido de desculpas &#224; comunidade trans pelos anos de &#8220;desservi&#231;o&#8221;. Leia tamb&#233;m Filha de Juliano Cazarr&#233; nasce e passa por cirurgia no cora&#231;&#227;o Pantanal: ator Irandhir Santos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/REC-html40/loose.dtd"><br />
<html><body></p>
<div id="infocoweb" class="infocoweb"><meta name="robots" content="noindex"><meta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div id="infocoweb_cabecalho" class="infocoweb_cabecalho"><a target="_blank" href="https://www.ig.com.br/" rel="noopener"><img decoding="async" src="https://gestor.infocoweb.com.br/images/logo_ig.png" alt="source"></a></div>
<div id="infocoweb_corpo" class="infocoweb_corpo">
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/dz/m9/rp/dzm9rpnhqych5ppdy3q0x2bqc.jpg" width="906" height="509" alt="Linn da Quebrada critica Silvio Santos" title="Linn da Quebrada critica Silvio Santos"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Reprodu&ccedil;&atilde;o/ Instagram/ SBT 22/06/2022</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Linn da Quebrada critica Silvio Santos</div>
</figcaption></figure>
</div>
<p class="">A cantora e ex-BBB Lina Pereira, conhecida pelo nome art&iacute;stico&nbsp;Linn da Quebrada, afirmou que o apresentador&nbsp;Silvio Santos&nbsp;deve um pedido de desculpas &agrave; comunidade trans pelos anos de &ldquo;desservi&ccedil;o&rdquo;.   </p>
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<li> <a href="https://gente.ig.com.br/celebridades/2022-06-22/pantanal-irandhir-santos-acidente-cavalo-afastado.html" title="Pantanal: ator Irandhir Santos sofre acidente e &eacute; afastado de grava&ccedil;&atilde;o" target="_self" rel="noopener">Pantanal: ator Irandhir Santos sofre acidente e &eacute; afastado de grava&ccedil;&atilde;o</a> </li>
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</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Em seu perfil no Twitter, a ex-sister repercutiu um v&iacute;deo que viralizou no in&iacute;cio do m&ecirc;s, quando o apresentador recebeu em seu programa no SBT a Miss Trans Internacional Ava Sim&otilde;es. Na ocasi&atilde;o, Silvio recebeu elogios pela forma como abordou a transgeneridade.</p>
<p class="">Sem se empolgar com a cena, Lina apontou que este &eacute; o mesmo Silvio que &ldquo;constrange e debocha&rdquo; de Roberta Close. &ldquo;Ele, como tantos outros meios de comunica&ccedil;&atilde;o, devem desculpas pelo desservi&ccedil;o e pela contribui&ccedil;&atilde;o ass&iacute;dua em desumanizar e atuar com tanto gosto na manuten&ccedil;&atilde;o da viol&ecirc;ncia e da dor&rdquo;, apontou a artista.</p>
<p class=""> <strong>+ Entre no canal do&nbsp; <a href="https://t.me/iGGente" data-mce-href="https://t.me/iGGente">iG Gente no Telegram</a> e fique por dentro de todas as not&iacute;cias sobre celebridades, reality shows e muito mais! </strong>   O coment&aacute;rio repercutiu no Twitter. Em respostas aos seguidores, Lina fez quest&atilde;o de refor&ccedil;ar que a quest&atilde;o n&atilde;o era apenas sobre Silvio. &ldquo;&#8221;N&atilde;o &eacute; sobre o Silvio, mas tamb&eacute;m &eacute;. Antes de tudo, falo da institui&ccedil;&atilde;o televisiva que trabalhou muito tempo para manuten&ccedil;&atilde;o do espet&aacute;culo violento de nos ferir enquanto riam&rdquo;, afirmou, respondendo a um seguidor.   E a cantora continuou: &ldquo;acredito e sinto que &eacute; necess&aacute;rio que n&atilde;o s&oacute; ele, mas tantos profissionais da comunica&ccedil;&atilde;o, perceba o esfor&ccedil;o sistem&aacute;tico na cria&ccedil;&atilde;o de um imagin&aacute;rio social, em rede nacional, que trabalhou muito bem para que rissem diante do espet&aacute;culo traum&aacute;tico de nos ferir e desumanizar&rdquo;.</p>
<div class="Noticia_Embed"> <span class="componente-embed-noticia"> </p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="pt" dir="ltr">Mas eh tbm o mesmo silvio q constrange e debocha a Roberta Close. Ele como tantos outros meios de comunica&ccedil;&atilde;o que devem desculpas pelo desservi&ccedil;o e pela contribui&ccedil;&atilde;o ass&iacute;dua em desumanizar e, atuar com tanto gosto na manuten&ccedil;&atilde;o da viol&ecirc;ncia e da dor.</p>
<p> &mdash; Linn da Quebrada &#129500;&#127997;&zwj;&#9792;&#65039; (@linndaquebrada) <a href="https://twitter.com/linndaquebrada/status/1539514816699695104?ref_src=twsrc%5Etfw">June 22, 2022</a> </p>
</blockquote>
<p></span> </div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="http://gente.ig.com.br/gente.ig.com.br/celebridades/2022-06-22/lina-acha-silvio-santos-deve-desculpas-a-comunidade-trans.html#263" rel="noopener">IG GENTE</a></div>
</div>
<p><script src="https://gestor.infocoweb.com.br/analytics_content.js?a=263&amp;b=1224867&amp;c=7699449"></script></body></html></p>
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