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	<title>Arquivos tecnologias - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos tecnologias - FATO MT</title>
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		<title>SES abre inscrições para especialização em Avaliação de Tecnologias em Saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 May 2023 17:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[avalia]]></category>
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		<category><![CDATA[saude]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) publicou edital do processo seletivo para o curso de especialização em Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS). O curso gratuito será ministrado pela Escola de Saúde Pública (ESP-MT) e terá início em julho de 2023. Serão ofertadas 40 vagas para a especialização, que são categorizadas por grupos (confira [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) publicou edital do processo seletivo para o curso de especialização em Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS). O curso gratuito será ministrado pela Escola de Saúde Pública (ESP-MT) e terá início em julho de 2023.</p>
<p> Serão ofertadas 40 vagas para a especialização, que são categorizadas por grupos (confira em anexo). Podem se inscrever profissionais de nível superior na área da saúde que atuam na avaliação de tecnologias no Estado, nos municípios e no Hospital Universitário Júlio Muller.</p>
<p> Também são contemplados profissionais da comunidade e pessoas com deficiência com nível superior que atuem no processo de incorporação e desincorporação de tecnologias em Mato Grosso. Há, ainda, uma vaga para profissional com nível superior do sistema prisional que atua no campo da gestão de tecnologias em saúde.</p>
<p> &#8220;A Escola de Saúde Pública de Mato Grosso é a primeira do país a ofertar essa especialização. A estratégia da Educação Permanente em Saúde tem o objetivo formar especialistas em avaliação de tecnologias em saúde para aprimoramento do processo decisório do Sistema Único de Saúde (SUS), quanto à incorporação, ao uso e abandono de tecnologias no contexto clínico ou de políticas públicas&#8221;, explica a diretora da ESP-MT, Silvia Tomaz.</p>
<p> De acordo com o Edital, serão selecionados 20% a mais de candidatos para cadastro reserva. A publicação do resultado dos candidatos selecionados será em ordem alfabética e a dos suplentes em ordem de classificação.</p>
<p> “A oferta deste tipo de especialização é escassa em todo o país. Neste sentido, o estado inova ao promover uma especialização voltada para ATS aqui em Mato Grosso. Essa é uma ferramenta para aplicar a eficiência na seleção de tecnologias a serem distribuídos pelo SUS”, acrescenta a presidente da comissão permanente de Farmácia e Terapêutica da SES, Kelli Nakata.</p>
<p> O curso será desenvolvido de forma presencial e totaliza 500 horas, distribuídas em quatro eixos integrativos que são desmembrados em 21 unidades de aprendizagens, além dos seminários de acompanhamento de trabalho de conclusão de curso. As aulas serão ofertadas em regime modular, conforme cronograma do curso em Cuiabá.</p>
<p> As inscrições poderão ser realizadas até as 23h59 do dia 04 de junho de 2023, mediante entrega dos documentos especificados em edital. A homologação do resultado final do processo seletivo está prevista para 20 de junho de 2023, no Diário Oficial do Estado.</p>
<p> Para se inscrever, o candidato deve se inteirar das etapas do processo e efetuar a inscrição <a href="http://www.saude.mt.gov.br/informe/697"><span style="color:#3498db">por meio deste link</span></a>.</p>
<p> <strong>O que é ATS?</strong><br /> A Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS) é um processo sistemático, transparente e imparcial cujo objetivo é avaliar os benefícios para a saúde, consequências econômicas e sociais decorrentes do uso de tecnologias em saúde – como medicamentos, procedimentos, dietas, programas e exames de diagnóstico.</p>
<p> A ATS é uma ferramenta muito útil no processo de padronização de tecnologias em serviços de saúde ambulatoriais ou hospitalares e na construção de relações de medicamentos essenciais (a exemplo de Remune e RESME).</p>
<p> O uso da ATS é vantajoso na elaboração de protocolos clínicos, em diretrizes terapêuticas, no desenho de políticas públicas, bem como na área de judicialização da saúde e no monitoramento do horizonte tecnológico.</p>
</div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.secom.mt.gov.br/w/ses-abre-inscri%C3%A7%C3%B5es-para-especializa%C3%A7%C3%A3o-em-avalia%C3%A7%C3%A3o-de-tecnologias-em-sa%C3%BAde#4cc39eb4-d9a5-4757-a932-cc14c0e08733" rel="noopener">Governo MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>SUS: Saúde abre consultas públicas para incorporação de tecnologias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jan 2023 00:46:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[consultas]]></category>
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		<category><![CDATA[saude]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Marcelo Casal Jr/ Agência Brasil Ministério da Saúde O Ministério da Saúde recebe até a próxima segunda-feira (9) manifestações sobre a incorporação de tecnologias ao Sistema Único de Saúde (SUS) . Uma das consultas propõe a ampliação do uso da vacina pneumocócica conjugada 13-valente para imunizar crianças de até 5 anos contra pneumonia. Também está [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/94/bu/1v/94bu1v87a6rwh2lqzx9eh91vc.jpg" width="906" height="509" alt="Ministério da Saúde" title="Ministério da Saúde"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Marcelo Casal Jr/ Agência Brasil</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Ministério da Saúde</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p>O <strong>Ministério da Saúde</strong> recebe até a próxima segunda-feira (9) manifestações sobre a <strong>incorporação de tecnologias ao Sistema Único de Saúde (SUS)</strong> . Uma das consultas propõe a ampliação do uso da vacina pneumocócica conjugada 13-valente para imunizar crianças de até 5 anos contra pneumonia.</p>
<p>Também está em consulta pública a incorporação da empagliflozina para o tratamento de pacientes com insuficiência cardíaca. A indicação do medicamento já recebeu parecer favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec).</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2023-01-05/entenda-os-perigos-e-consequencias-da-picada-de-escorpiao.html" title="Entenda os perigos e consequências da picada de escorpião" target="_self" rel="noopener">Entenda os perigos e consequências da picada de escorpião</a> </li>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2023-01-05/infogripe-queda-srag-fiocruz.html" title="InfoGripe apresenta queda lenta de SRAG em adultos, aponta Fiocruz" target="_self" rel="noopener">InfoGripe apresenta queda lenta de SRAG em adultos, aponta Fiocruz</a> </li>
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</ul>
</aside>
</div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p>Para participar das consultas é preciso acessar a página Consultas públicas. No mesmo endereço, estão disponíveis o relatório técnico e o documento para a sociedade em geral, com informações que auxiliam no entendimento sobre as tecnologias em processo de avaliação.</p>
<p>Entre no  <strong> <a href="https://t.me/iGUltimoSegundo" data-mce-href="https://t.me/iGUltimoSegundo">canal do Último Segundo no Telegram</a> </strong> e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo.  Siga também o  <a href="https://t.me/portalig" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG.</a> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/saude.ig.com.br/2023-01-05/sus-tecnologia-consultas-publicas.html#838b76c3-9ad5-422c-8098-c2bb472d3ddc" rel="noopener">IG SAÚDE</a></p>
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		<item>
		<title>Seminário destaca prevenção e uso de tecnologias na proteção às mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Nov 2022 19:16:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o Seminário Inovação &#038; Iniciativas pela Eliminação de Violências contra as Mulheres, promovido pelo Senado nesta sexta-feira (25), senadoras e especialistas alertaram para a necessidade de se avançar na elaboração de políticas públicas efetivas que estejam mais focadas na prevenção desse tipo de violência. Para elas, a troca de experiências entre instituições, órgãos públicos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o Seminário <a class="external-link" href="http://www12.senado.leg.br/noticias/arquivos/2022/11/23/programacao-seminario-inovacoes-e-iniciativas-pela-eliminacao-de-violencias-contra-as-mulheres.pdf" target="_blank" title="" rel="noopener"><span>Inovação &#038; Iniciativas pela Eliminação de Violências contra as Mulheres</span></a>, promovido pelo Senado nesta sexta-feira (25), senadoras e especialistas alertaram para a necessidade de se avançar na elaboração de políticas públicas efetivas que estejam mais focadas na prevenção desse tipo de violência. Para elas, a troca de experiências entre instituições, órgãos públicos e privados, membros da sociedade civil e outros países pode auxiliar, inclusive, na melhor gestão dos recursos públicos para aplicação de novas tecnologias que promovam a proteção das mulheres, assim como vem ocorrendo em Israel. </p>
<p>O evento ocorreu em alusão ao Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra a Mulher, celebrado no dia 25 de novembro, e contou com a participação da ativista israelense Lili Ben Ami, fundadora da associação Michal Sela Forum, que utiliza instrumentos tecnológicos para combater a violência baseada em gênero. O seminário faz parte da campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres, que tem como eixo temático compartilhar iniciativas no combate a transgressões política e doméstica contra o sexo feminino. </p>
<p>A senadora Leila Barros (PDT-DF), que também é a procuradora da Mulher do Senado, ressaltou a iniciativa como importante compromisso do Brasil contra todas as formas de preconceito, discriminações e, principalmente, contra a violência de gênero. No entanto, ela lamentou os recentes cortes orçamentários para as políticas públicas de apoio às mulheres e disse que o próximo governo precisa tomar como exemplo o que está ocorrendo em Israel e investir nessas ações preventivas pensando nas ações como política de Estado. </p>
<p>— Quando a gente escuta a Lili falando, é uma questão de política macro. Não adianta cada um na sua ilha desenvolver uma política, sendo que, como o nosso país é continental e é uma situação que exige uma abordagem mais coletiva, de uma política mais consistente em nível de país mesmo, de Estado, a gente tem que de alguma forma buscar esses exemplos, ver as prioridades — disse ao lembrar que o orçamento de 2019 destinado à Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres foi de R$ 71,95 milhões em 2019 enquanto que para 2023 a previsão é de que sejam direcionados R$ 13 milhões.</p>
<p>Amini Haddad, juíza-auxiliar da presidência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) também considerou “inaceitável” que o Brasil tenha cortes orçamentários nessa temática e questionou se essas decisões indicam se o país realmente está compromissado com a pauta.</p>
<h3>Assassinato</h3>
<p>Lili Ben Ami iniciou o trabalho de mobilização em Israel após o assassinato da sua irmã, que dá nome à instituição, pelo marido. A ONG criou um movimento chamado “Que sua memória seja a revolução” com o objetivo de zerar os casos de feminicídios por ano naquele país. Ela enfatizou o pioneirismo de Israel em tecnologia de segurança interna e inteligência, base para estabelecer parcerias no combate a violência doméstica. Até hoje, segundo ela, mais de 450 ideias tecnológicas foram conceitualizadas e construídas a partir desse trabalho.  </p>
<p>— Posso dar um exemplo: uma empreendedora construiu um aplicativo que é um botão de pânico com sua voz. Você escolhe uma palavra, que é um código, que ativa o botão de pânico no aplicativo que manda uma mensagem para duas pessoas que você escolhe, duas pessoas de segurança e se você quiser também pode escolher uma empresa de segurança ou a polícia. Isso liga o celular para gravar tudo o que está acontecendo — citou como exemplo. </p>
<p>O embaixador de Israel no Brasil, Daniel Zohar Zonshine, destacou que o trabalho feito pela ativista Lili é importante para a criação de um ecossistema entre instituições e empresas buscando a proteção das mulheres, que pode servir de inspiração para o Brasil: </p>
<p>— O trabalho dela é um exemplo do ecossistema israelense na área de inovação, trazendo uma maneira de resolver problemas, trazendo ideias de várias campos de vida para pensar fora da caixa, quebrar as tradições e juntar forças e várias cabeças. </p>
<p>A diretora-geral do Senado, Ilana Trombka, destacou a importância da cooperação e troca de experiencias com outros países para se avançar no combate à violência contra a mulher. Ela citou como exemplo de iniciativa no Brasil a criação e aperfeiçoamento da Lei Maria da Penha. </p>
<p>— Uma mulher que não só dá nome à Lei mas que mudou toda a forma com que trabalhamos a questão da violência doméstica. De outro lado, e infelizmente, as experiencias que nos remetem para dentro da violência doméstica acontecem em qualquer canto do planeta, e por isso é muito bem vinda a presença de doutora Lili Ben Aminesse no Plenário hoje (…) Seja por ela, Michal, seja pela Maria da Penha ou por qualquer uma dessas mulheres que sofrem o feminicídio, que deixam os filhos órfãos, as famílias despedaçadas e que não têm a oportunidade de concluir seu ciclo de vida, por todas elas estamos aqui. Para essa troca de experiencias e para que possamos muito aprender”.  </p>
<p>Dados coletados no relatório da Violência contra Mulheres, em 2021, para o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, mostram que no Brasil uma menina ou mulher é estuprada a cada dez minutos; três mulheres são vítimas de feminicídio a cada dia; um travesti ou mulher trans é assassinada a cada dois dias e 21 mulheres sofrem agressão física, por hora. O estudo indica ainda que, entre março de 2020 e dezembro de 2021, ocorreram 2.451 feminicídios e 100.398 casos de estupro e estupro de vulnerável a atingir vítimas do gênero feminino no Brasil.</p>
<p>O cenário, segundo a senadora Ivete da Silveira (MDB-SC), demonstra que “combater a violência contra às mulheres é uma questão humanitária e precisa ser enfrentada pelo poder público”. </p>
<h3><b>Violência política</b></h3>
<p>Na avaliação da senadora Soraya Thronicke (União-MS), que chegou a concorrer à presidência da República nas últimas eleições, é preciso avançar no combate à violência contra a mulher nas diversas formas de abuso que se concretizam por meio de violência física mas também  psicológica, moral, patrimonial e, principalmente, política. Para ela, é preciso muito mais do que a garantia da aplicação da Lei de Combate a Violência Política contra a mulher, sancionada em 2021:</p>
<p>— É preciso muito mais que uma lei para que as mulheres tenham dentro dos seus partidos as mesmas condições de concorrer ao pleito para que não sejam ameaçadas. Para que sejam respeitadas nos eventos políticos, para que não sejam atacadas em sua honra nas redes sociais. Temos muito o que melhorar em relação a isso e dar reais condições para que mulheres queiram participar da política e tenham a segurança de que não serão expostas. </p>
<p>A coordenadora-geral de pesquisa do Observatório Nacional da Mulher na Política (ONMP) e assessora legislativa da Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados, Ana Cláudia Oliveira, concordou com a senadora Soraya. Para ela, a Lei de Combate a Violência Política foi um grande passo nesse tema, no entanto, pesquisas desenvolvidas pelo órgão indicam que casos de violência e impedimento para que mulheres ocupem espaços de poder seguem ocorrendo com frequência. </p>
<p>— Hoje em dia, nós temos aqui no Senado cerca de 17% das cadeiras ocupadas por mulheres. Na Câmara, 15%. Para a próxima legislatura, aumentou um pouco na Câmara e diminuiu no Senado, porque essas violências persistem contra as mulheres e impedem que mais mulheres venham para a política e fazem com que as que estão na política não tenham o protagonismo devido — alertou.</p>
<h3><b>Dados e políticas específicas </b></h3>
<p>A líder da equipe de Governança e Participação Política da ONU Mulheres, Ana Cláudia Pereira, avaliou que um novo significativo avanço na política de proteção seria aprimorar mais a coleta de dados específicos sobre as mulheres para compreender melhor a realidade de cada uma delas e aplicar políticas específicas. Na sua visão, tendo esses dados e com o diálogo aberto com a sociedade, a resposta política e o orçamento público podem chegar de forma mais efetiva em cada localidade: </p>
<p>— O orçamento é uma peça muito importante, seja para monitorar os programas de enfrentamento à violência, como estão sendo executados, seja também para pensar essas outras dimensões, que, como nós já dissemos, são muito importantes para que a mulher, de fato, uma vez que se encontre em situação de violência, consiga sair dela. Então, a gente ter esse retrato, por meio do orçamento, de para onde os recursos públicos vão, como as políticas públicas chegam ou não até as mulheres, vai permitir um aprimoramento e um grande passo. </p>
<p>Maria Terezinha Nunes é coordenadora da Rede Equidade e trabalha há mais de 10 anos com o tema da equidade de gênero e raça no Senado. Ela destacou o protagonismo dos movimentos sociais feministas e da bancada de congressistas mulheres para a promoção de  mudanças na legislação e na criação de medidas e iniciativas de apoio a essas mulheres.  Citou as medidas de proteção e prevenção da Lei Maria da Penha, além da Lei do Feminicídio e da criminalização do crime de perseguição, tipo penal chamado por muitos pelo termo em inglês — <em>stalking</em>. Para ela, esses são avanços que vêm servindo de referência para o desenvolvimento de ações específicas no ambiente de trabalho do próprio Senado: </p>
<p>— Nós temos colegas de trabalho que já sofreram violência doméstica, nós temos colegas que sofreram assédio. Então, as violências estão presentes, inclusive no mundo laboral, e é importante que a gente se sensibilize e busque debater o assunto. Nós instituímos uma cota de 2% no contrato de terceirização, que vai contribuir para a autonomia econômica das mulheres em situação de violência doméstica familiar. Hoje nós temos cerca de 30 contratadas [nessa condição]. </p>
<p>Já a coordenadora do Observatório da Mulher Contra a Violência do Senado Federal (OMV), Maria Teresa Prado lamentou que, mesmo com todos os mecanismos protetivos e punitivos já presentes na legislação brasileira, ainda sejam alarmantes os casos de agressão e feminicídios no país. Nesse sentido, ela defendeu novos avanços em politicas públicas eficazes que venham a estabelecer redes de apoio e priorizar o acesso às informações como medidas preventivas:</p>
<p>—  As leis de proteção são importantes, mas o olhar para a prevenção é fundamental: políticas públicas que se orientem por dados exatamente com o objetivo de enxergar onde está o previsível, o que pode ser evitado. Precisamos de maior apoio para as pautas de violência contra a mulher que tramitam no Congresso, sobre proibir o porte de arma a agressores, o aumento da representatividade feminina em espaços de poder e tantas outras pautas.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/11/25/seminario-destaca-prevencao-e-uso-de-tecnologias-na-protecao-as-mulheres#af46e4c6-dbd8-4961-86cb-d0f44ed7e0fe" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/seminario-destaca-prevencao-e-uso-de-tecnologias-na-protecao-as-mulheres/">Seminário destaca prevenção e uso de tecnologias na proteção às mulheres</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<title>Novas tecnologias impulsionam setor de eletrificados no Brasil</title>
		<link>https://fatomt.com.br/novas-tecnologias-impulsionam-setor-de-eletrificados-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2022 19:15:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AUTOMOBILISMO]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[eletrificados]]></category>
		<category><![CDATA[impulsionam]]></category>
		<category><![CDATA[novas]]></category>
		<category><![CDATA[setor]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FreePik Número como esses mostram que as empresas do setor estão no caminho certo em suas ações para atingir não só empresas, como também, o público em geral. Nos últimos meses, pesquisas realizadas com populares no Brasil revelaram que é crescente o interesse do público em geral pelo setor de mobilidade, micromobilidade e de eletrificados. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<h3> <br data-mce-bogus="1"> </h3>
<div class="Noticia_Foto">
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<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1c/mt/6t/1cmt6tnklamch3e36gv6tgoyc.jpg" width="906" height="509" alt="Número como esses mostram que as empresas do setor estão no caminho certo em suas ações para atingir não só empresas, como também, o público em geral. " title="Número como esses mostram que as empresas do setor estão no caminho certo em suas ações para atingir não só empresas, como também, o público em geral. "> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>FreePik</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Número como esses mostram que as empresas do setor estão no caminho certo em suas ações para atingir não só empresas, como também, o público em geral. </div>
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<p class="">Nos últimos meses, pesquisas realizadas com populares no Brasil revelaram que é crescente o interesse do público em geral pelo setor de mobilidade, micromobilidade e de eletrificados. Em levantamento realizado pela McKinsey &#038; Company os brasileiros manifestam maior interesse por carros elétricos, micromobilidade e tecnologia em níveis superiores ao de consumidores de outros países. </p>
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<p class="">Ainda, segundo a pesquisa, há um grande interesse por soluções como assinatura de veículos eletrificados e micromobilidade. <strong>70% dos entrevistados consideram aderir a serviços de assinatura de veículos</strong> , principalmente, devido à possibilidade de explorar diferentes tipos de soluções de mobilidade (21%) e por conta de uma possível redução nos custos totais de propriedade (18%), uma vez que não seria necessário adquirir os veículos eletrificados, pagando apenas pelo seu uso.</p>
<p>Além disso, o setor mostra que está cada dia mais forte, no mês de setembro, por exemplo, o segmento de carros elétricos e híbridos foi o que teve o maior crescimento nas vendas no setor automotivo no mês passado, com um <strong>aumento 19,3% em relação ao mesmo período do ano anterior,</strong> de acordo com a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).</p>
<p>Número como esses mostram que as empresas do setor estão no caminho certo em suas ações para atingir não só empresas, como também, o público em geral. E isso se deve graças ao trabalho de players do mercado de mobilidade que desenvolvem soluções que aproximam a população a experimentarem esses <strong>novos serviços por meio da tecnologia. </strong> </p>
<p>Um exemplo disso é a digitalização da opção de test drives por via carsharing, que é uma forma de <strong>democratizar a utilização de veículos elétricos e aumentar a sua utilização para o público.</strong> Sempre existiu uma barreira de entrada na utilização de elétricos, e essa “novidade”, quando falamos de algo fora do cotidiano comum da grande maioria das pessoas, pode influenciar na procura e possibilitar que pessoas tenham uma experiência mais longa com os veículos, ou seja, quebrando a barreira de entrada do serviço.</p>
<p>O serviço também se mostra mais fácil para a utilização, já que exige do usuário apenas o <strong>download de um aplicativo</strong> , o preenchimento com a CNH válida e um cartão. Após isso, ele encontra a concessionária mais próxima para fazer o “test drive”, sendo todo o <strong>processo digitalizado</strong> , retirada do veículo da concessionária, abertura e fechamento de portas, e devolução em uma base. </p>
<p>Esse modelo de negócio permite ao usuário utilizar o veículo durante o período de <strong>72 horas e a cobrança via cartão de crédito, com o custo médio de  R$ 1,20 por minuto.</strong> Outra facilidade são os aplicativos que oferecem a opção de compra do veículo, com um botão no próprio app, integrado a um motor crédito, validando se o interessado tem esse crédito para realizar a compra.</p>
<p>Essa nova tecnologia substitui a atual e disponível no mercado, em que se fica pouco tempo com o veículo, e o <strong>processo de test drive</strong> é realizado de uma forma manual. Com a <strong>mudança do comportamento do consumidor de veículos</strong> , as montadoras estão observando com “bons olhos” encontrar novas linhas de monetização, e também trazer essa inserção de veículos elétricos no dia a dia das pessoas.</p>
<p>Ou seja, quando se fala em futuro e em nova mobilidade, com novas formas de se locomover pelas cidades, <strong>é crescente serviços que incentivam e aumentam a curiosidade da população</strong> com o setor de eletrificados, ainda mais quando falamos em um serviço 100% digitalizado, exigindo menos burocracia. O setor não está parado, é fato, e o mercado está se conectando, criando soluções e abrindo muitas oportunidades.</p>
<p> <em> <strong>*Naomi Kerkhoff é Co-Fundadora da Ucorp &#8211; startup de tecnologia para mobilidade ESG que é referência em soluções para mobilidade elétrica e foi eleita pelo Estadão uma das “TOP100 Empresas mais influentes em 2021”.  É empreendedora, mentora e consultora de prototipação para startups.</strong> </em> </p>
<p> <em> <strong></strong> </em> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://carros.ig.com.br/veiculos-eletricos/2022-11-14/novas-tecnologias-impulsionam-setor-de-eletrificados-no-brasil.html#c5575a3d-b3aa-44e7-bd76-9b73d8cec7bf" rel="noopener">IG CARROS</a></p>
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		<item>
		<title>25 anos do Código de Trânsito: norma foi atualizada para se adequar às novas tecnologias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2022 12:40:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[adequar]]></category>
		<category><![CDATA[atualizada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Código de Trânsito Brasileiro, que completou 25 anos na sexta-feira (23), passou por uma reforma em 2021 para se adequar ao crescimento da frota e às novas tecnologias. A mudança focou na habilitação, já que hoje muitas pessoas dependem da carteira para trabalhar, como caminhoneiros autônomos, motoristas de aplicativos e entregadores. A validade da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Código de Trânsito Brasileiro, que completou 25 anos na sexta-feira (23), passou por uma reforma em 2021 para se adequar ao crescimento da frota e às novas tecnologias. A mudança focou na habilitação, já que hoje muitas pessoas dependem da carteira para trabalhar, como caminhoneiros autônomos, motoristas de aplicativos e entregadores. A validade da CNH aumentou para 10 anos para motoristas de até 50 anos. A tolerância a infrações também subiu, de 20 para 40 pontos, para motoristas profissionais e quem não levar multa gravíssima em 12 meses. A nova lei (<a class="external-link" href="http://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2020-10-13;14071" target="_blank" title="" rel="noopener">Lei 14.071, de 2020</a>, originada do <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/143258" target="_blank" title="" rel="noopener">PL 3267/2019</a>), acabou ainda com a obrigação do farol aceso dentro das cidades.</p>
<p><audio preload="auto" src="https://www12.senado.leg.br/radio/@@audio/c30f8b74-207b-4076-abca-f6f4c906e3d5?download"></audio></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2022/09/25-anos-do-codigo-de-transito-norma-foi-atualizada-para-se-adequar-as-novas-tecnologias#29c051ba-abec-4e3a-9c79-8f98b0dda4be" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Perdeu muito peso? Tecnologias surgem para tratar flacidez e estrias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Sep 2022 18:10:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[estrias]]></category>
		<category><![CDATA[flacidez]]></category>
		<category><![CDATA[muito]]></category>
		<category><![CDATA[perdeu]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Redação João Bidu Há tratamentos para corpo e rosto indicados para um pós emagrecimento Perder peso requer muita dedicação para mudar hábitos que foram construídos ao longo de muitos anos de vida. E muitas pessoas, apesar de se surpreenderem com o resultado quando experimentam uma diminuição de peso na casa dos dois dígitos, começam a [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8z/do/lk/8zdolk8dkdqvyhslpepaib3h0.jpg" width="906" height="509" alt="Há tratamentos para corpo e rosto indicados para um pós emagrecimento" title="Há tratamentos para corpo e rosto indicados para um pós emagrecimento"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Redação João Bidu</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Há tratamentos para corpo e rosto indicados para um pós emagrecimento</div>
</figcaption></figure>
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<p class="">Perder peso requer muita dedicação para mudar hábitos que foram construídos ao longo de muitos anos de vida. E muitas pessoas, apesar de se surpreenderem com o resultado quando experimentam uma diminuição de peso na casa dos dois dígitos, começam a deparar-se com algumas alterações estéticas que surgem em decorrência do emagrecimento. </p>
<p>“A perda de peso não é seletiva para gordura nem apenas para a área em que notamos maior acúmulo de tecido gorduroso. Quando um paciente perde muito peso, no rosto também ocorre uma perda de estruturas ligamentares e colágeno, estruturas proteicas são comprometidas, o que leva à flacidez facial. No corpo, a flacidez cutânea também ocorre devido ao excesso de pele de uma perda ponderal significativa e estrias aparecem”, afirma a Dra. Cláudia Merlo, médica especialista em Cosmetologia pelo Instituto BWS.</p>
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<p class="">A boa notícia é que dá para tratar todas as alterações de forma não invasiva em consultório. Está sendo assim com a empresária Carol Taurisano, que perdeu 34 kg com adoção de novos hábitos e agora faz tratamentos estéticos para a flacidez de pele e de músculo, além de estrias. “Eu sempre me aceitei, na verdade não me via do jeito que eu era. Porém, eu tinha uma marca, confecção própria, e eu não conseguia usar as roupas que eu fazia para vender! E sempre quis usar e ser vitrine da minha marca, então o que me fez emagrecer foi isso! Mas a principal alteração que vi após a perda de peso foi a flacidez”, relata Carol.  </p>
<p class="">Segundo a dra. Cláudia Merlo, a associação de técnicas é fundamental para alcançar bons resultados. “Quanto mais camadas trabalhamos, melhores resultados e quanto mais tratamentos associados, potencializamos o efeito de bioestímulo de colágeno”, explica a médica. O colágeno é uma proteína produzida pelo corpo; existem alguns tipos de colágenos, mas na pele sua função é dar sustentação e firmeza, sendo fundamental para manutenção estrutural desse tecido.</p>
<p class=""> <strong>Acompanhe também perfil geral do <a href="https://t.me/portalig" data-mce-href="https://t.me/portalig">Portal iG no Telegram</a> !</strong>   Após o emagrecimento, Carol realizou algumas cirurgias, dentre elas: lipoaspiração e mastopexia com prótese, além de realizar tratamento de radiofrequência para flacidez. Os procedimentos não invasivos podem ser feitos antes e depois de cirurgias plásticas. “Sabemos que tanto os tratamentos de estímulo de colágeno no pré-operatório e pós-operatório trazem melhores prognósticos”, explica a médica. </p>
<p>“Eu amo e confio muito nesses tratamentos, todos que fiz obtive ótimos resultados! Eu vim de algumas cirurgias bem invasivas, e com um pós-procedimento bem longo e demorado, então conseguir tratar essas queixas de uma forma leve e eficaz é maravilhoso”, comemora a empresária.</p>
<p>A médica Dra. Cláudia Merlo explica que os tratamentos faciais mais indicados para quem perdeu muito peso incluem bioestimuladores de colágeno, tanto com tecnologia como injetáveis. “O ultrassom microfocado Ulthera, laser como Fotona Spectro para rejuvenescimento e Radiesse podem ser usados. Postergo ao máximo uso de ácido hialurônico quando a paciente é mais jovem”, diz a médica. Sobre a ação dos tratamentos, a médica explica que todos criam uma inflamação controlada e estimulam os fibroblastos a produzirem novo colágeno.</p>
<p>Já no corpo, o ideal é realizar tratamentos de todas camadas (muscular, gordura localizada e pele). “Aliás, tratar a camada muscular é um dos avanços mais importantes nos últimos anos. Por meio de tecnologia do CM Slim, são realizadas contrações supramáximas para fortalecimento muscular, de forma muito confortável. Em 30 minutos, são feitas 20 mil contrações. Ou seja, é um resultado muito mais potencializado do que pode ser feito na academia. Mas não é excludente, o fortalecimento com exercícios físicos diários deve continuar”, diz a médica. </p>
<p>“As injeções redutoras de gordura promovem apoptoses (morte celular) dos adipócitos (células de gordura) e a decorrente inflamação causada também estimula a formação de novo colágeno. Também usamos Radiesse, um bioestimulador, para melhorar qualidade da pele reduzindo flacidez; em regiões de estrias para regenerar o tecido, usamos Emtone que aumenta produtivo de colágeno e fibrina na pele”, explica a Dra. Cláudia Merlo. Emtone é uma novidade que promove ação mecânicas e de calor (42°) que simultaneamente aumentam produção de colágeno e reduzem fibrose ou celulite.</p>
<p>Carol conta que realizou sessões de CM Slim para melhorar a postura e tonificação da barriga, o que também contribui para um melhor resultado da flacidez. “Fizemos também um protocolo para as estrias na virilha, associando com a radiofrequência e o laser Fotona. Já tratamos algumas áreas com as enzimas e eu amei o resultado! Estou superconfiante nesse tratamento de estrias e flacidez”, finaliza a empresária.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/alimentacao-e-bem-estar/2022-09-09/perdeu-muito-peso--tecnologias-surgem-para-tratar-flacidez-e-estrias.html#b2ec3577-b701-4d23-b7e0-ad90c858387a" rel="noopener">IG Mulher</a></p>
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		<item>
		<title>Magistrado do TJMT fala sobre novas tecnologias e inteligência artificial para pesquisadores da UFMT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Sep 2022 18:35:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[artificial]]></category>
		<category><![CDATA[inteligencia]]></category>
		<category><![CDATA[magistrado]]></category>
		<category><![CDATA[novas]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisadores]]></category>
		<category><![CDATA[sobre]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As transformações virtuais colocadas em práticas pela Justiça mato-grossense, com mais ênfase a partir do período pandêmico, provocado pela Covid-19, serviram de referência na palestra do magistrado João Thiago de França Guerra, juiz-auxiliar da Corregedoria Geral da Justiça, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, no Grupo de Pesquisa do Observatório Jurídico de Jurisdição Constitucional [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2022/09/08/fafcf65f5782beb8b3a1c514f8817eaa.jpg" width="280" height="197" align="left" alt="">As transformações virtuais colocadas em práticas pela Justiça mato-grossense, com mais ênfase a partir do período pandêmico, provocado pela Covid-19, serviram de referência na palestra do magistrado João Thiago de França Guerra, juiz-auxiliar da Corregedoria Geral da Justiça, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, no Grupo de Pesquisa do Observatório Jurídico de Jurisdição Constitucional do Curso de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Doutor João Thiago foi um dos convidados do Grupo de Pesquisa do Observatório Jurídico (GPOJ), que integra o Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Direito da UFMT, e falou sobre Poder Judiciário e Novas Tecnologias – Da Virtualização à Aplicação de Inteligências Artificiais nos Tribunais Brasileiros. </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Além do magistrado, o evento teve como palestrante a professora-doutora Juliana Fonseca Antunes, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT). Os expositores do tema do Grupo de Pesquisa foram João Pedro Pereira e Letícia Mayumi Cardoso.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A palestra foi organizada pelo coordenador do Grupo de Pesquisa do Observatório Jurídico, coordenado pelo juiz do Judiciário estadual, Antônio Veloso Peleja Júnior, professor-doutor no Programa de Mestrado em Direito na disciplina Processo Constitucional.  </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">De acordo com o professor-doutor, atualmente atuando como juiz convocado em substituição para a Segunda Instância, no Tribunal de Justiça, o Observatório Jurídico realiza ciclos de palestras a cada 15 dias e sempre convida profissionais e estudiosos para que possam contribuir com as pesquisas acadêmicas desenvolvidas pela instituição de ensino.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt"><span style="font-family: Arial">#Para cego ver</span></span></div>
<div><span style="font-size: 10pt"><span style="font-family: Arial">Essa matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual.</span></span></div>
<div><span style="font-size: 10pt"><span style="font-family: Arial">Descrição da imagem: f</span></span><span style="font-family: Arial">otografia colorida retratando os professores e alunos que pousam para a foto. Ao fundo uma lousa verde e uma tela de projeção.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Álvaro Marinho</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">imprensa@tjmt.jus.br</span></em></div>
<div> </div>
<div> </div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/70631#59b8e6f9-757f-4ecb-a778-a5402161e404" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/magistrado-do-tjmt-fala-sobre-novas-tecnologias-e-inteligencia-artificial-para-pesquisadores-da-ufmt/">Magistrado do TJMT fala sobre novas tecnologias e inteligência artificial para pesquisadores da UFMT</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Juíza fala sobre repartição de competências para fornecimento de novas tecnologias no SUS</title>
		<link>https://fatomt.com.br/juiza-fala-sobre-reparticao-de-competencias-para-fornecimento-de-novas-tecnologias-no-sus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Aug 2022 18:40:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[competencias]]></category>
		<category><![CDATA[fornecimento]]></category>
		<category><![CDATA[juiza]]></category>
		<category><![CDATA[novas]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudiosa do ativismo judicial e ‘judicialização da vida’ na efetivação dos direitos humanos, fundamentais e da personalidade, bem como do papel do direito na efetivação de políticas públicas e intervenção democrática, a juíza Henriqueta Fernanda Chaves Alencar Ferreira Lima, da 4ª Vara da Comarca de Cáceres, participou nesta quinta-feira (25 de agosto) como palestrante do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial;font-size: 10pt"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://esmagis-mc.tjmt.jus.br/esmagis-arquivos-prod/cms/25_Tecnologia_no_SUS_Henriqueta_588308649d.jpg" width="300" height="168" align="left" alt="">Estudiosa do ativismo judicial e ‘judicialização da vida’ na efetivação dos direitos humanos, fundamentais e da personalidade, bem como do papel do direito na efetivação de políticas públicas e intervenção democrática, a juíza Henriqueta Fernanda Chaves Alencar Ferreira Lima, da 4ª Vara da Comarca de Cáceres, participou nesta quinta-feira (25 de agosto) como palestrante do webinário promovido pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis/MT) e pelo Comitê Estadual de Saúde do Poder Judiciário.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Na oportunidade, falou sobre a repartição de competências para fornecimento de novas tecnologias no Sistema Único de Saúde (SUS). “O Supremo Tribunal Federal já vinha entendendo quanto a necessidade de se observar &#8211; embora a responsabilidade seja solidária, com base no texto constitucional, artigos 196, 197, 198, da Constituição Federal, por exemplo, esse olhar sobre a repartição de competências do SUS, que tem uma legislação própria. O tema 793 do STF veio realmente sedimentar essa compreensão de que a responsabilidade dos entes da federação é solidária. Entretanto, destacou a importância de se olhar para a repartição de competência do SUS, essa perspectiva de descentralização também.”</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Conforme a magistrada, a medida não desnatura o caráter solidário da obrigação, “mas traz o que o ministro Gilmar Mendes destacou oportunamente, uma subsidiariedade de responsabilidade: o obrigação é solidária, entretanto, dentro da repartição de competência, se enxergar essa subsidiariedade, sem perder a amplitude do acesso à saúde”.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Em relação ao direito à saúde, a magistrada apontou que muitas vezes os magistrados(as) precisam fazer escolhas que, às vezes são vistas como trágicas. “Precisamos refletir onde estamos falhando enquanto poder público, enquanto sociedade civil. No cenário atual, sabemos que as demandas são altas e o orçamento, restrito”, complementou. Lembrou ainda da criação do chamado “SUS de duas portas”, um para aqueles que buscam o Judiciário e conseguem acesso irrestrito aos recursos estatais, e outro para o resto da população que tem acesso limitado, “mais limitado ainda em razão do redirecionamento de recursos que vão para aqueles que têm acesso ao Poder Judiciário.” </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Além dos fundamentos normativos stricto sensu, a juíza Henriqueta Lima enfatizou a importância da jurisprudência nesses casos. “Embora a gente tenha tradicionalmente a origem no civil law, em que há o primado da lei, a gente hoje vivencia um movimento do que a doutrina fala de commonlização do direito processual civil brasileiro. É essa aproximação entre as famílias do civil law, baseada na lei, com o common law, aquela experiência em que a jurisprudência, os costumes, passam a ganhar força. É o respeito ao precedente, o respeito à jurisprudência sedimentada, é o respeito que ratifica a ideia que eu chamei de uma visão de coerência, integridade, do sistema jurídico, buscando o primado da segurança jurídica.”</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Na palestra, a magistrada falou ainda sobre o custo da solidariedade entre os entes, citou exemplos de decisões em torno da temática do redirecionamento e ainda de enunciados do Conselho Nacional de Justiça. Sobre o webinário, enfatizou a importância de os magistrados(as) participarem desses encontros mensais. </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">“Por mais experiência que uns colegas possam ter, a gente vê que a ciência evolui, traz novas técnicas e novos medicamentos, e nesse tema tão sensível e que a gente está lidando com direito à saúde e, em consequência, com direito à vida, nós enquanto julgadores, que somos constantemente instados a decidir nesse movimento de judicialização da saúde, precisamos estar atualizados com essas matérias. Por experiência própria, estar participando desses webinários me fez refletir ainda mais a importância de se ouvir o Nat-Jus, de estudar os pareceres da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias, de compreender como os técnicos, experts na matéria, estão pensando, para que a partir disso a gente possa ter um substrato para decidir mais próximo ao que a gente entende por justo”, opinou. </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O webinário foi aberto pela vice-diretora da Esmagis e coordenadora do Comitê Estadual de Saúde, desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos, que atuou como mediadora, e reuniu magistrados e magistradas de todo o Estado. No encontro, o juiz Gerardo Humberto Alves da Silva Junior também falou sobre o processo de incorporação de novas tecnologias no SUS.</p>
<p>  </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=mhfnRt8iYSc">Clique neste link para assistir à integra do webinário. </a></span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Imagem 1: Captura de tela do webinário. À esquerda, slide com a apresentação da palestrante, onde aparece a logomarca do Poder Judiciário de Mato Grosso. À direita, em imagens menores, aparecem acima a juíza palestrante e abaixo a desembargadora Helena Maria, que usa óculos de grau.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Lígia Saito </span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Coordenadoria de Comunicação do TJMT</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">imprensa@tjmt.jus.br</span></em></div>
<div> </div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/70535#bb59d604-7942-4c27-ae4b-2a0e605d050f" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT</a></p>
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		<title>Brasileiro está mais aberto a veículos com novas tecnologias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Aug 2022 18:10:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AUTOMOBILISMO]]></category>
		<category><![CDATA[aberto]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[novas]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[veiculos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Divulgação Barreiras para carros eletrificados no Brasil ainda grandes, mas aos poucos o pais vai ganhando infraestrutura Uma pesquisa realizada pela McKinsey &#038; Company revelou que os brasileiros estão mais abertos a carros com motorizações tecnológicas do que habitantes de países chamados “desenvolvidos”. Leia também Veículos autônomos necessitarão atualizações de segurança constantes Crescimento da GM [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/dg/qu/8n/dgqu8n9op2favjhdmzikp979v.jpg" width="906" height="509" alt="Barreiras para carros eletrificados no Brasil ainda grandes, mas aos poucos o pais vai ganhando infraestrutura" title="Barreiras para carros eletrificados no Brasil ainda grandes, mas aos poucos o pais vai ganhando infraestrutura"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Barreiras para carros eletrificados no Brasil ainda grandes, mas aos poucos o pais vai ganhando infraestrutura</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Uma pesquisa realizada pela McKinsey &#038; Company revelou que os brasileiros estão mais abertos a carros com motorizações tecnológicas do que habitantes de países chamados “desenvolvidos”.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
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<li> <a href="https://carros.ig.com.br/veiculos-eletricos/2022-08-16/crescimento-da-gm-passa-por-veiculos-eletricos--diz-executivo-da-marca.html" title="Crescimento da GM passa por veículos elétricos, diz executivo da marca" target="_self" rel="noopener">Crescimento da GM passa por veículos elétricos, diz executivo da marca</a> </li>
<li> <a href="https://carros.ig.com.br/veiculos-eletricos/2022-08-12/xiaomi-testa-veiculos-autonomos-e-deve-ter-lancamento-depois-de-2024.html" title="Xiaomi testa veículos autônomos e deve ter lançamento depois de 2024" target="_self" rel="noopener">Xiaomi testa veículos autônomos e deve ter lançamento depois de 2024</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class=""> O estudo ainda apurou que existem quatro fatores que podem auxiliar a <strong>eletromobilidade</strong> no Brasil: Incentivos regulatórios, consumidores, tecnologia e infraestrutura.</p>
<p> “O brasileiro tem um apetite enorme por <strong> novas tecnologias</strong> e nosso estudo identificou que, no país, existe uma intenção de adoção acima da média de países desenvolvidos”, afirma Felipe Fava, líder do centro da mobilidade do futuro da McKinsey na América Latina.</p>
<p>Segundo Fava, além do desejo e do interesse do público por esse tipo de veículo, a preocupação ambiental e o surgimento de novas soluções em <strong>mobilidade</strong> são fatores importantes para a consolidação da eletromobilidade e também outras formas de se locomover pelas cidades.</p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0y/ah/u9/0yahu9z2xwjg2wux012m60t05.jpg" width="906" height="509" alt="Segundo estudo da McKinsey &#038; Company, 39% do público pretende utilizar a eletromobilidade" title="Segundo estudo da McKinsey &#038; Company, 39% do público pretende utilizar a eletromobilidade"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Segundo estudo da McKinsey &#038; Company, 39% do público pretende utilizar a eletromobilidade</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class=""> Um exemplo é que 70% dos entrevistados consideram serviços de veículos por assinatura, principalmente pela possibilidade de explorar diferentes tipos de <strong>soluções de mobilidade</strong> (21%) e por redução de custos totais de propriedade (18%).</p>
<p>“Notamos que os interessados pela <strong> eletrificação de veículos</strong> não veem mais motivo em serem proprietários de um veículo. O interesse é mais em ter acesso a um carro, uma mobilidade compartilhada, do que sem ser o dono do meio de transporte”, diz.</p>
<p>Além disso, 39% do público ouvido pela pesquisa afirma que pretende utilizar mais meios de locomoção de <strong>micromobilidade</strong> , como patinetes elétricos e bicicletas, nos próximos 10 anos.</p>
<p>Felipe Fava estará presente no C-MOVE – <strong> Congresso da Mobilidade e Veículos Elétricos</strong> , previsto para ocorrer nos dias 1 e 2 de setembro, no Expo Center Norte, em São Paulo, simultaneamente ao VE Latino Americano, que é o Salão da Mobilidade Elétrica.</p>
<p> No dia 1º de setembro Fava irá realizar uma apresentação que abordará não só o interesse dos brasileiros em <strong>carros eletrificados</strong> , mas também tendências de mercado, e oportunidades de ganhos econômicos em diversos setores que a eletrificação pode proporcionar.</p>
<p>“A ideia é tratarmos, de maneira ampla, os <strong> benefícios</strong> que a adoção de veículos eletrificados pode trazer ao País. Há espaço de desenvolvimento em diversas áreas e temos que explorar as possibilidades de forma planejada”, afirma Ricardo Guggisberg, presidente da MES Eventos, organizadora do C-MOVE</p>
<p>O C-MOVE acontece simultaneamente ao VE – Veículo Elétrico Latino-Americano. O evento, que é conhecido como o <strong>Salão da Mobilidade Elétrica</strong> , visa apresentar as principais tendências e novidades em eletromobilidade, reunindo setores como veículos elétricos Pesados, Leves, Levíssimos, além de Componentes, Infraestrutura e Serviços.</p>
<p>Segundo levantamento recente da FENABRAVE – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, os emplacamentos de <strong>automóveis e comerciais leves eletrificados</strong> cresceram quase 35% nos sete primeiros meses de 2022, na comparação com o mesmo período do ano passado. </p>
<p>E de acordo com o acompanhamento mensal da <strong> ABVE (Associação Brasileira do Veículo elétrico)</strong> , o Brasil superou a marca de 100 mil veículos leves eletrificados comercializados.</p>
<p>Em 2021, o VE recebeu 4,3 mil visitantes e contou com mais de 40 empresas expositoras, enquanto o <strong>C-MOVE</strong> teve a participação de 130 especialistas, que apresentaram 27 horas de conteúdo para mais de 300 congressistas. A expectativa para 2022, segundo Guggisberg, é que o VE receba 10 mil visitantes e tenha 60 empresas expositoras.</p>
<p> <span style="text-decoration: underline" data-mce-style="text-decoration: underline;">Serviço</span> </p>
<p> <strong>VE e C-MOVE</strong> </p>
<p> <strong>VE: 1 a 3 setembro, das 13h às 20h</strong> </p>
<p> <strong>C-MOVE: 1 e 2 de setembro, das 9h às 18h Pavilhão Amarelo – Expo Center Norte – São Paulo, SP Rua José Bernardo Pinto, 333 Vila Guilherme, São Paulo – SP</strong> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://carros.ig.com.br/veiculos-eletricos/2022-08-17/brasileiro-esta-mais-aberto-a-veiculos-com-novas-tecnologias.html#53b86561-345f-4e85-b9fd-bf12e287cb82" rel="noopener">IG CARROS</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Inscrições para curso &#8220;Processos e Novas Tecnologias&#8221; seguem até esta sexta-feira</title>
		<link>https://fatomt.com.br/inscricoes-para-curso-processos-e-novas-tecnologias-seguem-ate-esta-sexta-feira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Aug 2022 12:10:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[curso]]></category>
		<category><![CDATA[inscri]]></category>
		<category><![CDATA[novas]]></category>
		<category><![CDATA[processos]]></category>
		<category><![CDATA[seguem]]></category>
		<category><![CDATA[sexta]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Seguem até esta sexta-feira (12 de agosto) as inscrições para o curso de formação continuada “Processos e Novas Tecnologias”, ofertado pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT). Realizado de maneira semipresencial, a iniciativa tem como objetivo capacitar os magistrados(as), servidores(as) e assessores(as) com conhecimentos práticos sobre a gestão de trabalho nas unidades judiciárias, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Arial"><img decoding="async" src="https://esmagis-mc.tjmt.jus.br/esmagis-arquivos-prod/cms/novas_tecnologias_b3860bb987.jpg" alt="">Seguem até esta sexta-feira (12 de agosto) as inscrições para o curso de formação continuada “Processos e Novas Tecnologias”, ofertado pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT). Realizado de maneira semipresencial, a iniciativa tem como objetivo capacitar os magistrados(as), servidores(as) e assessores(as) com conhecimentos práticos sobre a gestão de trabalho nas unidades judiciárias, objetivando uma visão técnica e moderna na sua atuação como gestor.</span></div>
<div> </div>
<div><span style="font-family: Arial">O módulo de ambientação será realizado no dia 24 de agosto (aula assíncrona pela Plataforma Moodle). Já as aulas presenciais serão realizadas nos dias 25 e 26 de agosto, das 8h às 12h e das 14h às 18h, na sede da Esmagis.</span></div>
<div><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div><span style="font-family: Arial">São objetivos específicos dessa capacitação: compreender o modelo de juízo 100% Digital; reconhecer a importância da inteligência artificial; ilustrar as audiências virtuais e oralidade; refletir sobre a proteção de dados e processos; compreender sobre provas digitais; e aplicar a tecnologia digital nas unidades judiciárias.</span></div>
<div><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div><span style="font-family: Arial">Nesse sentido, a capacitação visa promover aos cursistas uma adaptação à atuação na esfera digital, aprendendo as funcionalidades que a tecnologia pode trazer em seu favor, bem como a compreender os institutos tradicionais do Direito Processual à luz da evolução tecnológica.</span></div>
<div> </div>
<div><span style="font-family: Arial">A formação continuada será ofertada pelo procurador do Estado Marco Antonio Rodrigues (Rio de Janeiro) e pelo juiz Jeverson Luiz Quintieri. </span></div>
<div> </div>
<div><span style="font-family: Arial">O curso ofertado está devidamente credenciado na Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados Ministro Sálvio de Figueiredo Teixeira – ENFAM. </span></div>
<div><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div><span style="font-family: Arial"><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSc_3YqoM-oyv9DASFnkDz-JTtsx3dlWEq4By8jffe2Yr4OT_A/viewform">Magistrados(as) podem se inscrever neste link. </a></span></div>
<div> </div>
<div><span style="font-family: Arial"><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScf8D5xjV3T63E1Id_2t8T931ns7W0tRXpbzNFBPSzQoFGwaA/viewform">Já este link é destinado a assessores(as) e servidores(as) realizarem a inscrição.</a></span></div>
<div> </div>
<div><span style="font-size: 11pt"><span style="font-family: Arial">Mais informações: (065) 3617-3844/3617-3467 ou pelo e-mail esmagis@tjmt.jus.br .</span></span></div>
<div><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div><span style="font-family: Arial"> Leia matéria correlata: </span></div>
<div><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div><span style="font-family: Arial"><a href="https://esmagis.tjmt.jus.br/noticias/62f139a67cd66e001b160dc5">Processos e novas tecnologias é tema de novo curso ofertado pela Esmagis-MT</a></span></div>
<div> </div>
<div><em><span style="font-family: Arial">Lígia Saito</span></em></div>
<div><em><span style="font-family: Arial">Coordenadoria de Comunicação do TJMT</span></em></div>
<div><em><span style="font-family: Arial">imprensa@tjmt.jus.br</span></em></div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/70396#cc99b0c4-b3d4-44e8-9a2a-5eb471d3ef3d" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/inscricoes-para-curso-processos-e-novas-tecnologias-seguem-ate-esta-sexta-feira/">Inscrições para curso &#8220;Processos e Novas Tecnologias&#8221; seguem até esta sexta-feira</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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