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	<title>Arquivos regularizado - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos regularizado - FATO MT</title>
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		<title>Loteamento Presidente será regularizado depois de 20 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2023 21:45:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após 20 anos, o Loteamento Presidente será regularizado em Juína (a 735km de Cuiabá). Na última terça-feira (24), a Procuradoria Geral do Município informou à 1ª Promotoria de Justiça Cível da comarca que o projeto de loteamento já foi aprovado pelo Município e encaminhado ao Cartório de 1º Ofício de Registro de Imóveis de Juína. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:16px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif">Após 20 anos, o Loteamento Presidente será regularizado em Juína (a 735km de Cuiabá). Na última terça-feira (24), a Procuradoria Geral do Município informou à 1ª Promotoria de Justiça Cível da comarca que o projeto de loteamento já foi aprovado pelo Município e encaminhado ao Cartório de 1º Ofício de Registro de Imóveis de Juína. Com isso, o Ministério Público de Mato Grosso requereu a suspensão pelo prazo de 90 dias da Ação Civil Pública (ACP) proposta em 2012, de modo a aguardar as últimas etapas para integral regularização da área. </span></span></p>
<p>  <span style="font-size:16px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif">A ação foi ajuizada depois de o MPMT receber reclamações de moradores do loteamento localizado na Área Remanescente da Reserva Técnica da Vila Operária Juína 1ª Fase, referentes à pendência de regularização. O Ministério Público foi informado que havia infraestrutura (energia elétrica e água encanada) no local, onde residiam mais de 100 famílias, estando pendente a aprovação do registro.  </span></span></p>
<p>  <span style="font-size:16px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif">Ao requerer informações à Prefeitura, apurou que o loteamento irregular tinha 176 lotes e existia há mais de 18 anos, mediante a realização de contratos particulares de promessa de compra e venda, além de promessa verbal de regularização perante o Município. O poder público informou que para aprovarem o loteamento o proprietário precisava quitar débitos em cobrança judicial, pagar as taxas para Execução do Loteamento e Arruamento e apresentar autorização da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT). </span></span></p>
<p>  <span style="font-size:16px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif">Os requeridos, o proprietário Filadelfo dos Reis Dias e a mandatária para a comercialização Allessandra dos Santos Marinho, foram notificados por diversas vezes pelo MPMT e pelo Município. Diante da falta de providências e de continuarem a comercializar ilegalmente os lotes, o Ministério Público ajuizou a ação visando “compelir o proprietário a regularizar o loteamento e evitar que maiores danos sofra a coletividade atingida”. A liminar requerida foi deferida, determinando a suspensão da venda dos lotes com arbitramento de multa diária em caso de novas alienações. </span></span></p>
<p>  <span style="font-size:16px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif">Em face do descumprimento da medida liminar de obrigação de não fazer em razão da notícia da celebração de contratos de compra e venda, o MPMT pediu a execução da decisão e o pagamento da multa. </span></span></p>
<p>  <span style="font-size:16px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif">Em 2018, os executados firmaram Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) se comprometendo a dar solução para a regularização do loteamento clandestino, suspendendo a ação. Após não cumprirem o acordo, o MPMT requereu a continuidade da execução da multa por descumprimento da liminar e a execução das cláusulas do TAC. Os requeridos tomaram as medidas necessárias para regularização da área após terem valores bloqueados judicialmente. </p>
<p>  <strong>Trabalho conjunto &#8211;</strong> No decorrer da ACP, o Ministério Público realizou um trabalho em parceria com a Defensoria Pública para atender cerca de 25 pessoas que moravam em uma área do loteamento com risco de alagamento. Em conjunto, as instituições conseguiram que as famílias fossem realocadas para novos lotes.   </span></span></p>
<p>  <span style="font-size:12px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif"><em>Foto: Prefeitura Municipal.</em></span></span><br />   </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.mpmt.mp.br/conteudo/58/120833/loteamento-presidente-sera-regularizado-depois-de-20-anos#78287e65-ea87-402e-86c7-c0a2e8d5adc5" rel="noopener">MP MT</a></p>
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		<title>Proprietários têm regularizado na Sema abertura de áreas em imóveis rurais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Apr 2022 15:35:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/REC-html40/loose.dtd"><br />
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<p style="text-align: justify">Dados do monitoramento por sat&eacute;lite da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) apontam que o desmatamento legal, ou seja, com autoriza&ccedil;&atilde;o do &oacute;rg&atilde;o ambiental e respeitando a legisla&ccedil;&atilde;o brasileira, chega a 38% considerando todos os munic&iacute;pios de Mato Grosso, somando 27.366 hectares.</p>
<p style="text-align: justify">O levantamento considera o per&iacute;odo de 1&ordm; de janeiro e 28 de mar&ccedil;o de 2022 e aponta ainda que a legalidade alcan&ccedil;a 48,6% de toda a mudan&ccedil;a de vegeta&ccedil;&atilde;o identificada nos 20 munic&iacute;pios considerados os que mais desmatam. Barra do Bugres, por exemplo, &eacute; o munic&iacute;pio com maior &iacute;ndice de desmate legal, com 99% dos 1.573 hectares autorizado.</p>
<p style="text-align: justify">&ldquo;&Eacute; poss&iacute;vel fazer o desmatamento de forma legal, com autoriza&ccedil;&atilde;o da Sema, seguindo a legisla&ccedil;&atilde;o ambiental, que &eacute; uma das mais r&iacute;gidas do mundo. A Secretaria fez muitas mudan&ccedil;as para que quem quer empreender de forma l&iacute;cita&nbsp;possa conseguir a autoriza&ccedil;&atilde;o de desmate que tem direito, de forma digital, facilitada, e com um tempo de an&aacute;lise menor. Tamb&eacute;m chamamos aqueles que fizeram de forma ilegal para se regularizarem, por meio da concilia&ccedil;&atilde;o ambiental&rdquo;, explica a secret&aacute;ria de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Ao separar o desmatamento ilegal do permitido por lei&nbsp;das cidades que est&atilde;o na lista das consideradas as que mais desmatam, t&ecirc;m um alto &iacute;ndice de legalidade: Santa Carmem (94% de desmate legal), Nova Maring&aacute; (87%), Tabapor&atilde; (85%), Nova Ubirat&atilde; (79%), Comodoro, Quer&ecirc;ncia e Campos de J&uacute;lio (78%), Paranatinga (77%), Feliz Natal (65%) e Juara (49%).&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Em 2019, o desmate legal estava em torno de 5% em Mato Grosso. O salto na legalidade &eacute; resultado dos investimentos e opera&ccedil;&otilde;es constantes de combate aos cries ambientais, do aprimoramento dos servi&ccedil;os de licenciamento &#8211; autoriza&ccedil;&otilde;es que se tornaram digitais e mais eficientes -, e a conscientiza&ccedil;&atilde;o de que h&aacute; a responsabiliza&ccedil;&atilde;o efetiva daqueles que infringirem a lei ambiental.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">A fiscaliza&ccedil;&atilde;o remota e presencial do Estado, e campanhas de comunica&ccedil;&atilde;o, est&atilde;o focadas nos munic&iacute;pios onde o desmate &eacute; majoritariamente ilegal, em parceria com as for&ccedil;as de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica, e uso de tecnologia de ponta que monitora em tempo real todo o estado.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">&ldquo;Neste cen&aacute;rio, n&atilde;o h&aacute; como ainda permitir a ilegalidade, por isso, a toler&acirc;ncia &eacute; zero com o desmatamento ilegal, que sempre ser&aacute; penalizado com a retirada de equipamentos, aplica&ccedil;&atilde;o de multas, embargo da &aacute;rea. A ilegalidade n&atilde;o compensa em Mato Grosso&rdquo;, destaca.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Na Amaz&ocirc;nia legal de Mato Grosso, cada propriedade deve preservar 80% do seu territ&oacute;rio com vegeta&ccedil;&atilde;o nativa, e nas &aacute;reas de Cerrado e de transi&ccedil;&atilde;o, 35%. O restante da &aacute;rea &eacute; pass&iacute;vel de autoriza&ccedil;&atilde;o para desmate. O percentual &eacute; maior em estados da Amaz&ocirc;nia, conforme a Lei n&ordm; 12.651, de 25 de maio de 2012, que disp&otilde;e sobre a prote&ccedil;&atilde;o da vegeta&ccedil;&atilde;o nativa.</p>
<p style="text-align: justify">O levantamento foi elaborado pela Ger&ecirc;ncia de Planejamento de Fiscaliza&ccedil;&atilde;o e Combate ao Desmatamento (GPFCD) da Sema, que cruzou&nbsp;dados dos alertas de desmatamento dos Sat&eacute;lites Planet de alta resolu&ccedil;&atilde;o (em hectares), com as autoriza&ccedil;&otilde;es de desmatamento e manejo florestal.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Veja o ranking completo dos 20 munic&iacute;pios que mais desmatam:</p>
<p> 1 &#8211; Colniza, 8% legalizado<br /> 2 &#8211; Nova Ubirat&atilde;, 79% legalizado<br /> 3 &#8211; Comodoro, 78% legalizado<br /> 4 &#8211; Marcel&acirc;ndia, 8% legalizado<br /> 5 &#8211; Paranatinga, 77% legalizado<br /> 6 &#8211; Juara, 49% legalizado<br /> 7 &#8211; Quer&ecirc;ncia, 78% legalizado<br /> 8 &#8211; Tabapor&atilde;, 85% legalizado<br /> 9 &#8211; Feliz Natal, 75% legalizado<br /> 10 &#8211; Porto dos Ga&uacute;chos, 15% legalizado<br /> 11 &#8211; Barra do Bugres, 99% legalizado<br /> 12 &#8211; Nova Bandeirantes, 28% legalizado<br /> 13 &#8211; Peixoto de Azevedo, 6% legalizado<br /> 14 &#8211; Apiac&aacute;s, 19% legalizado<br /> 15 &#8211; Aripuan&atilde;, 7% legalizado<br /> 16 &#8211; Campos de J&uacute;lio, 78% legalizado<br /> 17 &#8211; Uni&atilde;o do Sul, 48% legalizado<br /> 18 &#8211; Santa Carmem, 94% legalizado<br /> &nbsp;19 &#8211; Nova Maring&aacute;, 87% legalizado<br /> 20 &#8211; Ju&iacute;na, 40% legalizado</p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.mt.gov.br/-/21739934-proprietarios-tem-regularizado-na-sema-abertura-de-areas-em-imoveis-rurais#263" rel="noopener">GOV MT</a></div>
</div>
<p><script src="https://gestor.infocoweb.com.br/analytics_content.js?a=263&amp;b=1135512&amp;c=6900255"></script></body></html></p>
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