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	<title>Arquivos regulariza - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos regulariza - FATO MT</title>
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		<title>Mutirão de regularização fundiária chega aos bairros Dr. Fábio Leite I e II na segunda-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2023 15:17:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mutirão de regularização fundiária, realizado pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária, chega aos bairros Dr. Fábio Leite I e II na próxima segunda-feira (29). Os moradores poderão fazer o cadastramento social, primeiro passo para adquirir o título definitivo de propriedade, em dois endereços. A meta é regularizar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O mutirão de regularização fundiária, realizado pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária, chega aos bairros Dr. Fábio Leite I e II na próxima segunda-feira (29). Os moradores poderão fazer o cadastramento social, primeiro passo para adquirir o título definitivo de propriedade, em dois endereços. A meta é regularizar 3.537 lotes nestes dois bairros.</p>
<p>No Dr. Fábio I, as equipes da Secretaria estarão no Centro de Referência de Assistência Social (Cras), na rua Várzea Grande, 437, atrás do posto de saúde. No Dr. Fábio 2, as equipes vão receber os moradores na Igreja Batista Shekinah, localizada na rua Porto Alegre, quadra 25.</p>
<p>Na última segunda-feira (22), o mutirão começou no bairro Jonas Pinheiro 1 e 2 e os trabalhos continuam em junho. Hoje (26) as equipes encerram os trabalhos nos bairros Novo Colorado, Umuarama I e II, Novo Paraíso e Ouro Fino. No mês de abril, os bairros atendidos foram o Novo Terceiro, Jardim Leblon e Três Barras.</p>
<p>Em junho, além do Dr. Fábio e Jonas Pinheiro, novos bairros serão atendidos pela Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária. O cronograma será divulgado nos próximos dias.</p>
<p>Na última segunda-feira, o secretário de Habitação e Regularização Fundiária, Marcrean Santos, se reuniu com os moradores do Dr. Fábio 1 e 2 para explicar como o mutirão é realizado e quais os documentos necessários.</p>
<p>“A população marcou presença. Foram cerca de 500 moradores que tiraram suas dúvidas. Fiquei muito feliz, pois tenho certeza que o mutirão, que vai levar os títulos definitivos de posse para os moradores, é um trabalho social, que valoriza as famílias cuiabanas. Uma determinação do prefeito Emanuel Pinheiro e que temos trabalhado para cumprir a meta de entregar 10 mil títulos até o fim deste ano”.</p>
<p>Nesta etapa do mutirão, as equipes da secretaria de Habitação realizam o cadastramento social das famílias. Para isso, o morador deve apresentar os seguintes documentos: <a name="_Hlk134514477"></a>RG atualizado (data de expedição dentro de 10 anos), CPF, comprovante de endereço,  Certidão de Nascimento (se for solteiro) ou de Casamento, Carteira de Trabalho, comprovante de renda (holerite, cartão, pensionista), contrato de compra e venda (se tiver) ou documento que comprove a posse pacífica e o tempo de ocupação, espelho com o número do NIS (Número de Identificação social – pessoas inscritas no Cadastro Único – CadÚnico) atualizado.</p>
<p>“Reforço que o único gasto para o morador é da Certidão de Inteiro Teor, que custa cerca de R$ 50. Todo o restante é custo zero. Temos, inclusive, máquinas para fazer as xérox dos documentos. O título será entregue para o morador já registrado em cartório”, enfatiza o secretário.</p>
<p>Após o cadastramento social, a secretaria fará o encaminhamento dos processos e mandará para cartório para criar as matrículas e emitir os títulos definitivos. Uma parceria da secretaria com o Tribunal de Justiça vai garantir que o tempo para a emissão dos títulos, nos cartórios, reduza de uma média de 4 a 6 meses para 40 dias.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.cuiaba.mt.gov.br/habitacao-e-regularizacao-fundiaria/mutirao-de-regularizacao-fundiaria-chega-aos-bairros-dr-fabio-leite-i-e-ii-na-segunda-feira/30202#464a424c-f9cd-43f0-9755-6dd3e7bb7e1b" rel="noopener">Prefeitura de Cuiabá &#8211; MT</a></p>
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		<title>Audiência pública no bairro Dr. Fábio debate a necessidade de regularização fundiária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2023 20:17:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[audiencia]]></category>
		<category><![CDATA[bairro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em audiência pública no bairro Dr. Fábio, em Cuiabá, realizada nesta segunda-feira (22), o vereador Jeferson Siqueira (PSD), juntamente com o secretário de Habitação e Regularização Fundiária de Cuiabá, Marcrean Santos (PP), explicaram aos moradores quais são os documentos necessários e o período para dar entrada ao pedido de regularização do título de posse definitivo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>Em audiência pública no bairro Dr. Fábio, em Cuiabá, realizada nesta segunda-feira (22), o vereador Jeferson Siqueira (PSD), juntamente com o secretário de Habitação e Regularização Fundiária de Cuiabá, Marcrean Santos (PP), explicaram aos moradores quais são os documentos necessários e o período para dar entrada ao pedido de regularização do título de posse definitivo dos imóveis. No bairro, há 510 lotes para serem regularizados.&#038;nbsp</div>
<div></div>
<div>Com a presença de cerca de 400 moradores, foi informado que na próxima semana será iniciado o mutirão de Regularização Fundiária, organizado pelo município. Equipes da secretaria farão o cadastramento social das famílias que estão aptas a receber o título definitivo.</div>
<div></div>
<div>Comemorando o comparecimento de tantos moradores, Jeferson enfatizou que continuará desenvolvendo projetos que beneficiem a população cuiabana, principalmente, nas comunidades mais carentes da capital.</div>
<div></div>
<div>“Foi um sucesso a audiência pública, pois, tivemos o comparecimento de cerca de 400 moradores, e eles saiam daqui com a certeza que estaremos trabalhamos muito para que possam regularizar os seus imóveis e terrenos, para que a partir daí obtenham sua tão sonhada escritura”, afirmou</div>
<div></div>
<div><b>Documentos</b></div>
<div></div>
<div>Entre os documentos exigidos estão RG, CPF, Certidão de Nascimento ou Casamento, contrato de compra e venda (se tiver) ou documento que comprove a posse pacífica e o tempo de ocupação, declaração de endereço, renda e Cadastro Único (CadÚnico).</div>
<div></div>
<div>Da Assessoria</div>
<div style="float:left;padding-top:20px">				     	</div>
<div style="width:670px;height:27px;float:left">                    </div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.camaracuiaba.mt.gov.br/noticia.php?id=13662#00705f14-324f-48b0-85f6-c0df96868f52" rel="noopener">Câmara de Cuiabá &#8211; MT</a></p>
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		<title>Senado aprova MP da regularização ambiental e exclui mudanças na lei da Mata Atlântica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 01:15:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aprovação no Senado, nesta terça-feira (16), do projeto de lei de conversão derivado da medida provisória que amplia o prazo para que proprietários rurais peçam adesão ao Programa de Regularização Ambiental (MP 1.150/2022) foi marcada pela maciça rejeição às emendas inseridas pela Câmara dos Deputados sem pertinência temática com o texto original. Antes de aprovarem o relatório [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A aprovação no Senado, nesta terça-feira (16), do projeto de lei de conversão derivado da medida provisória que amplia o prazo para que proprietários rurais peçam adesão ao Programa de Regularização Ambiental (<a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/155632" rel="noopener" target="_blank">MP 1.150/2022</a>) foi marcada pela maciça rejeição às emendas inseridas pela Câmara dos Deputados sem pertinência temática com o texto original. Antes de aprovarem o relatório do senador Efraim Filho (União-PB), os senadores declararam impugnadas várias modificações que flexibilizavam a legislação ambiental, principalmente mudanças na <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2006-12-22;11428" rel="noopener" target="_blank">Lei da Mata Atlântica.</a> O texto voltará à análise da Câmara.</p>
<p>Entre outros objetivos, as emendas permitiam o desmatamento quando ocorresse implantação de linhas de transmissão de energia elétrica, gasoduto ou sistemas de abastecimento público de água, sem necessidade de estudo prévio de impacto ambiental (EIA) ou compensação de qualquer natureza. Outra emenda dispensava zona de amortecimento e corredores ecológicos em unidades de conservação quando estas estivessem situadas em áreas urbanas definidas por lei municipal. Os deputados também tinham aprovado a dispensa de consulta a conselhos estaduais e municipais de meio ambiente para a definição do uso do solo em faixas marginais ao longo de qualquer corpo hídrico.</p>
<p>A medida provisória foi editada em 26 de dezembro de 2022 pelo então presidente Jair Bolsonaro, e foi a quinta alteração no prazo para adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA). Mantido por União, estados e Distrito Federal, o PRA é um conjunto de ações para promover a adequação ambiental das propriedades, e a adesão deve ser requerida pelo proprietário ou possuidor do imóvel rural. Inicialmente a MP previa um prazo de 180 dias contados a partir da convocação pelo órgão ambiental competente, o que já representava uma prorrogação em relação à <a href="http://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2012-05-25;12651" rel="noopener" target="_blank">Lei 12.651, de 2012</a>. Alterações feitas na Câmara e mantidas pelo Senado ampliaram ainda mais o prazo: um ano contado da convocação.</p>
<h3><strong>Relatório</strong></h3>
<p>Efraim Filho avaliou que a matéria evita insegurança jurídica entre os produtores rurais e saudou a iniciativa da Câmara de ampliação do prazo de adesão ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) e ao PRA. Porém, ele entendeu que os demais temas incluídos na norma representam obstáculos à aprovação do texto.</p>
<p>“A Mata Atlântica já possui lei específica e ponderamos que a discussão sobre a alteração de sua legislação deve se dar em outra oportunidade e, como dito, por meio de projeto de lei”, explica Efraim no relatório.</p>
<p>Por meio de emendas de autoria dele, o relator acolheu emenda do senador Carlos Viana (Podemos-MG) que retira do texto dispositivos sem pertinência temática com a medida provisória. Outra emenda acolhida, da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), excluiu o artigo sobre a Lei da Mata Atlântica.</p>
<p>— O parecer veio na linha de prestigiar o conceito do desenvolvimento sustentável. Procuramos conciliar o Brasil que preserva com o Brasil que produz — resumiu.</p>
<p>Na discussão da matéria, Efraim ainda lembrou que, aprovado sob o que chamou de “rito covid” (tramitação simplificada, adotada na pandemia), o relatório da Câmara incorporou modificações surgidas como emendas de Plenário no dia da votação, o que gerou posições divergentes na base do governo.</p>
<p>— Nem as entidades ambientais estavam mobilizadas porque, no texto original, nada fazia menção a respeito da Mata Atlântica.</p>
<h3><strong>Contra “jabutis”</strong></h3>
<p>O debate entre os senadores foi marcado pela rejeição unânime de matéria estranha ao sentido da MP e pela divergência sobre a possibilidade de impugnação dos chamados “jabutis”. Omar Aziz (PSD-AM) atacou a prática da Câmara e disse que o beneficiário da autorização para gasoduto na Mata Atlântica tem “nome e sobrenome”, situação que o Senado não pode aceitar.</p>
<p>— Isso não é acordo político, não é acordo pelo Brasil. Isso é um acordo para beneficiar um empresário.</p>
<p>Aziz também pediu a restauração do funcionamento das comissões mistas para análise de MPs, que teriam evitado divergências entre as duas Casas.</p>
<p>Carlos Viana protestou contra a inserção de artigos estranhos à intenção original das medidas provisórias, lembrando que o próprio Supremo Tribunal Federal considera a prática inconstitucional.</p>
<p>Otto Alencar (PSD-BA) cumprimentou a iniciativa de Efraim de rejeitar os artigos lesivos ao meio ambiente, mas anunciou voto contrário ao projeto de lei de conversão. Ele comparou a medida provisória original, de um artigo e um parágrafo, com o texto aprovado pela Câmara, que teria acolhido argumentos a favor da “matança” da Mata Atlântica, e disse acreditar que a Câmara poderá acabar desfazendo as alterações do Senado.</p>
<p>— A Câmara vai colocar igualzinho como fez: a matança, o crime do que resta da Mata Atlântica. É um absurdo o que a Câmara fez. E como alterar aqui, quando sabemos que tudo que se altera aqui, quando volta para a Câmara, se coloca do mesmo jeito que estava lá? É um desrespeito — protestou.</p>
<p>Efraim disse que, “diante do novo contexto”, não lhe parece provável que a Câmara não altere o texto do Senado.</p>
<p>— Se o for, existe a possibilidade do veto, e se for vetado, o Senado garantirá a preservação do texto.</p>
<p>Líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA) propôs a retirada de pauta da matéria para que o Executivo possa reeditar a MP escapando da controvérsia sobre a impugnação. Porém, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, argumentou que a decisão não teria muita utilidade prática, desde que o governo se comprometa a vetar os “jabutis” da Mata Atlântica.</p>
<h3><strong>Impugnação</strong></h3>
<p>Eliziane Gama (PSD-MA) lembrou que a Lei da Mata Atlântica tramitou por 14 anos no Congresso e assegura a sobrevivência do bioma mais degradado do Brasil. Ela anunciou voto favorável, mas propôs a impugnação dos “jabutis” da Câmara.</p>
<p>— Entendemos que é o que nos resta. Fica inviável a gente acabar votando contra porque a gente poderia resvalar num problema ainda maior, de o Senado não ter cumprido sua tarefa.</p>
<p>Alessandro Vieira (PSDB-SE) cobrou de Pacheco deliberação sobre os requerimentos de impugnação.</p>
<p>— Não há compatibilidade entre o texto da MP e a autorização para desmatamento da Mata Atlântica. O caminho técnico, correto, equilibrado e sereno é pela impugnação. Se não for pela impugnação, que seja manifestada a rejeição dos requerimentos.</p>
<p>Pacheco salientou que, de qualquer forma, o texto voltará à Câmara, que poderá inclusive tratar as impugnações como supressões — e, dessa forma, restaurar os itens impugnados. Ele avaliou que a impugnação de dispositivos se trata de medida excepcional que exige o cumprimento de critérios específicos e alertou contra a instalação de um ambiente de desconfiança entre as duas Casas.</p>
<p>— Estou buscando evitar inaugurar-se uma celeuma jurídica que possa judicializar uma interpretação diferente entre Senado e Câmara sobre o que é supressão e o que é impugnação.</p>
<p>Pacheco acrescentou que o rito constitucional de tramitação da MP deverá ser cumprido, ainda que haja discordância sobre o mérito das emendas da Câmara, e, em último caso, o presidente da República deverá ter a “sensatez” de vetar artigos que ferem a Mata Atlântica.</p>
<p>Por acordo entre os senadores, Pacheco levou a votação simbólica as impugnações de dispositivos oferecidas por Eliziane e Ana Paula Lobato (PSB-MA) mediante a votação do resto do texto sem objeções.</p>
<p>Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), Mecias de Jesus (Republicanos-RR) e Jayme Campos (União-MT), porém, argumentaram a favor da proposta de aprovar o relatório de Efraim, sendo mantido o compromisso de veto presidencial aos “jabutis”. Alessandro, por sua vez, reiterou a necessidade de o Senado cumprir sua obrigação e não “terceirizar” a impugnação ao governo, enquanto Eliziane ressaltou a importância da impugnação como instrumento democrático do Senado.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/16/senado-aprova-mp-da-regularizacao-ambiental-e-exclui-mudancas-na-lei-da-mata-atlantica#472b49aa-c157-48d9-8092-1c3a52fef975" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Corregedoria discute regularização fundiária com consórcios intermunicipais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 May 2023 21:15:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[consorcios]]></category>
		<category><![CDATA[corregedoria]]></category>
		<category><![CDATA[discute]]></category>
		<category><![CDATA[fundiaria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O corregedor-geral da Justiça de Mato Grosso, desembargador Juvenal Pereira da Silva, e o juiz auxiliar, Eduardo Calmon, receberam na tarde desta segunda-feira (15) os prefeitos Zema Fernandes, de Nortelândia, e Paulo Veronese, de Juína, presidentes dos Consórcios Intermunicipais de Desenvolvimento Econômico e Social da Bacia do Alto do Rio Paraguai e do Vale do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2023/05/16/0a7b927f2b9db0b0b394584b9549feee.jpg" width="300" height="175" align="left" alt="">O corregedor-geral da Justiça de Mato Grosso, desembargador Juvenal Pereira da Silva, e o juiz auxiliar, Eduardo Calmon, receberam na tarde desta segunda-feira (15) os prefeitos Zema Fernandes, de Nortelândia, e Paulo Veronese, de Juína, presidentes dos Consórcios Intermunicipais de Desenvolvimento Econômico e Social da Bacia do Alto do Rio Paraguai e do Vale do Juruena, respectivamente, para tratar sobre regularização fundiária. Problema que assola grande parte dos 141 municípios mato-grossenses, incluindo a Capital. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O encontro tratou de alternativas para dar celeridade no andamento da emissão de títulos e da solução encontrada pela CGJ para os entraves referentes ao tema por meio do provimento 09/2023, publicado na última semana, que dispõe sobre o programa Regularizar.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Conforme o corregedor-geral da Justiça de Mato Grosso, desembargador Juvenal Pereira da Silva, o programa veio para facilitar e dar celeridade a emissão dos títulos fundiários para quem realmente precisa. “E esse é o papel da CGJ, trazer dignidade à pessoa humana. Temos que prestar esse serviço à sociedade e sermos instrumentos da paz social”, disse. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O Programa Regularizar será coordenado pela CGJ-MT com designação de um juiz auxiliar da Corregedoria para atuar nos processos de reconhecimento de propriedade sobre imóvel urbano ou urbanizado, em área urbana consolidada, mediante procedimento de jurisdição voluntária.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">De acordo com o juiz auxiliar da CGJ, Eduardo Calmon, a jurisdição voluntária consiste em um procedimento de natureza administrativa sem litigiosidade. “Ou seja, as partes estão em comum acordo acerca da situação. Nesse sentido, o Estado apenas exercerá atos de pura administração, somente orientando e concluindo o ‘acordo’ entre as partes, destravando os processos de regularização”, explicou.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Para o prefeito Zema Fernandes, essa é uma ação que vai beneficiar especialmente os municípios mais antigos e que penam com as matrículas dos imóveis. “Nós temos um trabalho já em andamento em nosso Consórcio. Lá são 15 municípios, já fizemos algumas entregas, inclusive em Tangará da Serra, mas essa parceria com o Tribunal de Justiça vai facilitar muito o trânsito junto aos cartórios”, destacou. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Já o prefeito de Juara, Paulo Veronese, agradeceu o apoio da Corregedoria e disse ser essencial para a população do Vale do Juruena. “Essa pauta de regularização urbana já é pleiteada há muito tempo e a gente sabe da necessidade da entrega de título à população mais carente. A Corregedoria hoje firmou esse compromisso conosco, abraçando uma causa que vem de encontro a necessidade da população. E seguimos trabalhando efetivamente as bases, desde a assistência social até a parte técnica, a qual precisávamos desse apoio maior”, disse. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Conforme o corregedor essa ação é fruto da visita técnica realizada ao Estado do Piauí, no último mês. “Nós consideramos a experiência obtida durante a visita técnica ao Tribunal de Justiça do Estado do Piauí, pioneiro em ações voltadas à regularização fundiária urbana e rural, que casa com as necessidades do nosso Estado”, disse. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Também participaram da reunião o secretário-executivo do Consórcio Intermunicipal do Vale do Rio Cuiabá, Antenor Figueiredo, e o coordenador de Regularização Fundiária da ALMT, Euclides dos Santos, representando o deputado Eduardo Botelho. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Além do provimento, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), por meio da CGJ, deverá, nos próximos dias, assinar um Termo de Cooperação com os poderes Executivo e Legislativo para promover uma força-tarefa no sentido de dar fluidez aos processos neste novo formato, além de compartilhar informações técnicas com as empresas e instituições interessadas. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">#ParaTodosVerem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto 1: Imagem colorida. Corregedor está sentado em frente a uma mesa de reuniões ao lados de prefeitos e assessores.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Gabriele Schimanoski</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Assessoria de Imprensa CGJ-MT</span></em></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/74334#98917b9b-f7cf-42c0-a77b-11120ebab65c" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>Comissão de Assuntos Fundiários de Alta Floresta incentiva regularização fundiária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 May 2023 21:15:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[assuntos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Assuntos Fundiários e Registros Públicos de Alta Floresta (803 km ao norte de Cuiabá), com intuito de estimular a regularização fundiária urbana no município, está desenvolvendo o projeto Imóvel Legal. A cada bimestre membros da comissão visitarão bairros que possuem imóveis consolidados, seja de origem municipal ou da colonizadora, e que precisam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img decoding="async" src="https://urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2023/05/16/c987dbb99cbfe1925c93bc14dd38661b.jpg" width="300" height="141" align="left" alt="">A Comissão de Assuntos Fundiários e Registros Públicos de Alta Floresta (803 km ao norte de Cuiabá), com intuito de estimular a regularização fundiária urbana no município, está desenvolvendo o projeto Imóvel Legal. A cada bimestre membros da comissão visitarão bairros que possuem imóveis consolidados, seja de origem municipal ou da colonizadora, e que precisam de regularização fundiária. Na última sexta-feira (12/05), representantes do Poder Judiciário, dos cartórios do 1º e do 2º Ofícios da Comarca, do Poder Executivo e do Poder Legislativo Municipal visitaram o bairro Boa Nova, que possui 696 imóveis no nome da colonizadora Indeco. </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Segundo a juíza diretora do Fórum e presidente da Comissão, Milena Ramos de Lima e Souza Paro, o projeto teve início antes da pandemia, mas precisou ser interrompido e foi retomado na última semana. “Durante o ano de 2023 o objetivo é realizar seis visitas a bairros, que foram mapeados pela Comissão e que precisam de regularização fundiária”, detalha. </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A magistrada conta que no evento é realizada uma palestra que ressalta a importância da regularização. “Desta maneira divulgamos os trabalhos da Comissão, incentivamos a regularização fundiária urbana, levamos informação como os custos envolvidos e nos aproximamos da população. Uma mensagem que passamos são os riscos de não promover o registro do imóvel no seu nome, assim como os benefícios do registro como o direito à moradia e à propriedade, acesso a financiamento para construção ou reforma, além é claro, da valorização do imóvel perante o mercado”, pontua.  </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Milena Ramos destaca ainda que a Comissão trabalha com várias ações que procuram estimular a sociedade e o Poder Público. “Nesse projeto especificamente identificamos os imóveis urbanos que ainda estão no nome da prefeitura ou das colonizadoras, e que não foram registrados em cartórios com os nomes dos adquirentes. Outra ação que estamos trabalhando em conjunto com a prefeitura é a Reurb [Regularização Fundiária Urbana], que irá regularizar 350 imóveis inicialmente”, conta. </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">#ParaTodosVerem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto 1: Imagem colorida. A juíza Milena Ramos segura o microfone com uma das mãos e conversa com os moradores.   </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Larissa Klein </span><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Assessoria de Imprensa CGJ-MT </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/74333#59e1a731-10a6-41e3-bdc6-ebf82d6f7f24" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>Plenário pode dar mais prazo para adesão a Programa de Regularização Ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 May 2023 14:15:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Plenário pode votar na terça-feira (16) a medida provisória (MP) 1.150/2022, que amplia o prazo para que proprietários rurais peçam adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA). A ordem do dia está marcada para as 16h e tem outros dois itens na pauta. A MP 1.150/2022, editada em dezembro do ano passado pelo então [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Plenário pode votar na terça-feira (16) a medida provisória (MP) <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/155632" rel="noopener" target="_blank">1.150/2022,</a> que amplia o prazo para que proprietários rurais peçam adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA). A ordem do dia está marcada para as 16h e tem outros dois itens na pauta.</p>
<p>A MP 1.150/2022, editada em dezembro do ano passado pelo então presidente Jair Bolsonaro, dava 180 dias para a adesão ao PRA. A Câmara dos Deputados alterou o texto original e estendeu ainda mais o prazo: com a mudança, os proprietários rurais têm um ano para requerer o registro a partir da convocação pelo órgão ambiental.</p>
<p>A medida provisória foi aprovada pelos deputados em março e está pendente de leitura no Plenário do Senado. A matéria perde a validade no dia 1º de junho.</p>
<h3><strong>Permuta</strong></h3>
<p>Os senadores podem votar ainda a proposta de emenda à Constituição (PEC) <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/materias-bicamerais/-/ver/pec-162-2019?_gl=1*19663xz*_ga*MTY5ODg2MDk1My4xNjc1Njg2ODg2*_ga_2TJV0B8LD3*MTY4NDE1NjIxMS4zLjAuMTY4NDE1NjIxMS4wLjAuMA.." rel="noopener" target="_blank">162/2019</a>, que autoriza a permuta de juízes de direito vinculados a diferentes tribunais. A matéria foi aprovada na semana passada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), com parecer favorável do senador Weverton (PDT-MA).</p>
<p>O texto autoriza a remoção a pedido ou a permuta de magistrados de comarca de igual entrância dentro do mesmo segmento de Justiça. A regra vale também para juízes de segundo grau vinculados a diferentes tribunais nas esferas das justiças estaduais, federal ou do trabalho.</p>
<h3><strong>Pesquisa</strong></h3>
<p>O último tem na pauta é o projeto de lei (PL) <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/135235" rel="noopener" target="_blank">776/2019</a>, que permite a dedução no Imposto de Renda da doação de pessoas físicas a projetos de pesquisa. A proposta, do senador Chico Rodrigues (PSB-RR), foi aprovada em 2020 pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), com parecer favorável do senador Confúcio Moura (MDB-RO).</p>
<p>O texto estabelece para as doações a pesquisa o mesmo teto de dedução do Imposto de Renda permitido para gastos com instrução do contribuinte e de seus dependentes. Hoje, esse valor é de até R$ 3.561,50.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/15/plenario-pode-dar-mais-prazo-para-adesao-a-programa-de-regularizacao-ambiental#7719e049-7bfb-4be8-9835-0e061003d57a" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/plenario-pode-dar-mais-prazo-para-adesao-a-programa-de-regularizacao-ambiental/">Plenário pode dar mais prazo para adesão a Programa de Regularização Ambiental</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<title>Luís Claudio sugere que Comissão de Regularização Fundiária acompanhe tratativas do município e TJMT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Apr 2023 12:47:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[acompanhe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vice-líder do prefeito na Câmara dos Vereadores, o vereador Luís Cláudio (PP) sugeriu ao também parlamentar Sargento Joelson (PSB), que preside a Comissão de Regularização Fundiária e Desenvolvimento Rural, para que acompanhe os trabalhos da Secretaria Municipal de Habitação e Regularização Fundiária junto à Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) para acelerar a entrega [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">Vice-líder do prefeito na Câmara dos Vereadores, o vereador Luís Cláudio (PP) sugeriu ao também parlamentar Sargento Joelson (PSB), que preside a Comissão de Regularização Fundiária e Desenvolvimento Rural, para que acompanhe os trabalhos da Secretaria Municipal de Habitação e Regularização Fundiária junto à Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) para acelerar a entrega de títulos definitivos de propriedades em Cuiabá.&#038;nbsp</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">“O desembargador Juvenal Pereira convocou Estado e Município para fazer uma grande composição e sugiro que a Comissão dessa casa, acompanhe junto com vereador Marcrean, agora secretário de Habitação a entrega dos títulos, para saber se é o Estado ou Município que está travando a entrega de títulos em Cuiabá”, disse Luis Cláudio durante a sessão ordinária desta quinta-feira (27).</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">Conforme o vereador, por orientação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Corregedoria-Geral chamou o assunto da regularização fundiária para si. No município quem vai tratar o assunto é a Secretaria Municipal de Habitação e no Estado é o Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat).&#038;nbsp</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">“Essa Casa tem que participar sim, e acompanhar os trabalhos que vai destravar a entrega de títulos na cidade de Cuiabá”, sugeriu.&#038;nbsp</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">A Prefeitura de Cuiabá começou no dia 10 de abril um mutirão da regularização de imóveis da Prefeitura de Cuiabá com objetivo de entregar, até o final deste ano, 10 mil documentos.&#038;nbsp</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">O Judiciário vai ajudar na agilidade da emissão dos títulos por meio dos cartórios, cuja o tempo de trâmite que dura meses, seja em média de 40 dias.</div>
<div style="float:left;padding-top:20px">				     	</div>
<div style="width:670px;height:27px;float:left">                    </div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.camaracuiaba.mt.gov.br/noticia.php?id=13472#17f0a491-b61a-4e10-ae4f-f0bd6daedbe8" rel="noopener">Câmara de Cuiabá &#8211; MT</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Moradores recebem títulos de regularização fundiária já registrados em cartório</title>
		<link>https://fatomt.com.br/moradores-recebem-titulos-de-regularizacao-fundiaria-ja-registrados-em-cartorio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Apr 2023 22:15:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[cartorio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sonho de várias famílias cuiabanas de terem a situação de seus imóveis regularizada foi concretizado nesta segunda-feira (24.04), quando o governador Mauro Mendes e a primeira-dama, Virginia Mendes fizeram a entrega dos títulos de regularização fundiária, que já estavam registrados em cartório. O projeto do Governo de Mato Grosso é realizado pela MT Par [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: justify">O sonho de várias famílias cuiabanas de terem a situação de seus imóveis regularizada foi concretizado nesta segunda-feira (24.04), quando o governador Mauro Mendes e a primeira-dama, Virginia Mendes fizeram a entrega dos títulos de regularização fundiária, que já estavam registrados em cartório. O projeto do Governo de Mato Grosso é realizado pela MT Par e pelo Intermat.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify">Para as entregas dos títulos de regularização fundiária, a MT Par contratou um serviço privado de regularização com o pedido de que os títulos fossem entregues devidamente registrados em cartório. De acordo com o presidente da MT Par, Wener Santos, esse registro é o que dá valor para o título que as famílias recebem. </p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify">“A entrega desses títulos demonstra respeito e dignidade para cada cidadão mato-grossense”, destacou Wener Santos.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify">Nos últimos quatro anos, o Governo de MT investiu R$ 27,7 milhões na regularização fundiária. Entre 2020 e 2022, a MT PAR entregou 12 mil títulos de regularização fundiária registrados em cartório. Desse total, 10 mil títulos foram entregues em Cuiabá e Várzea Grande. </p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify">Desta vez, foram entregues mil títulos de regularização fundiária para os moradores dos bairros CPA I, II, III e IV.  O presidente do Intermat, Francisco Serafim, ressaltou que o diferencial é que essas escrituras são entregues devidamente registradas em cartório. “Isso dá mais segurança jurídica, familiar e patrimonial, quando o cidadão recebe o título definitivo, já vem com a certidão assinada do cartório, vem tudo completo, não precisa depois ter que procurar o Intermat”, disse Serafim.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify">Elizeu Ferreira aguardava ansiosamente por esse dia. “É grande o sentimento de gratidão, faz muito tempo que esperava esse documento e agora estar com ele em mãos é muita felicidade”, ressalta o morador do bairro CPA em Cuiabá.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify">As entregas ocorreram na Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), em Cuiabá. Na ocasião, esteve presente também o diretor Administrativo da MT Par, Jefferson Moreno. Ele destacou que essa é mais uma marca de ação social do Governo de Mato Grosso.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.secom.mt.gov.br/w/moradores-recebem-t%C3%ADtulos-de-regulariza%C3%A7%C3%A3o-fundi%C3%A1ria-j%C3%A1-registrados-em-cart%C3%B3rio#f5ac5cdd-99cc-465d-a0b0-9d0dbadbaa9c" rel="noopener">Governo MT &#8211; MT</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/moradores-recebem-titulos-de-regularizacao-fundiaria-ja-registrados-em-cartorio/">Moradores recebem títulos de regularização fundiária já registrados em cartório</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Secretaria realiza reunião para regularização de lotes no Novo Paraíso I e Ouro Fino</title>
		<link>https://fatomt.com.br/secretaria-realiza-reuniao-para-regularizacao-de-lotes-no-novo-paraiso-i-e-ouro-fino/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 14:15:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[lotes]]></category>
		<category><![CDATA[paraiso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria Municipal de Habitação e Regularização Fundiária (SMHARF), em parceria com a Associação de Moradores dos bairros Novo Paraíso I e Ouro Fino, realiza nesta segunda-feira (24), às 19h, reunião de preparação para o mutirão de regularização fundiária que será realizado no mês de maio. A reunião será na Escola Municipal Professora Pedrosa de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria Municipal de Habitação e Regularização Fundiária (SMHARF), em parceria com a Associação de Moradores dos bairros Novo Paraíso I e Ouro Fino, realiza nesta segunda-feira (24), às 19h, reunião de preparação para o mutirão de regularização fundiária que será realizado no mês de maio. A reunião será na Escola Municipal Professora Pedrosa de Morais, localizada na rua Interna, número 117, Novo Paraíso.</p>
<p>Nos dois bairros há 246 lotes a serem regularizados. Todo o processo será feito durante o mutirão, com a presença de equipes da secretaria no bairro e de forma gratuita. O único custo para os moradores regularizarem o lote é da Certidão de Interior Teor, com valor de cerca de R$ 50.</p>
<p>“Fora a certidão, que a pessoa precisa tirar, não há mais custos. Até as cópias dos documentos estamos oferecendo para os moradores, como forma de agilizar o processo de regularização e realizar o sonho de milhares de famílias, que é ter o documento de sua casa em mãos”, enfatiza o secretário de Habitação, Marcrean Santos.</p>
<p>O mutirão de regularização fundiária começou este mês nos bairros Novo Terceiro, Jardim Leblon e Três Barras. As equipes da secretaria estarão nestes 3 bairros até sexta-feira (28). A partir de maio, mais de 10 bairros serão atendidos.</p>
<p>A determinação do prefeito Emanuel Pinheiro é entregar 10 mil títulos definitivos de propriedade até o fim deste ano.</p>
<p>Documentos</p>
<p>Nas reuniões preparatórias, as equipes técnicas da Secretaria de Habitação já informam quais os documentos necessários para o Cadastramento Social, que é a primeira etapa para a regularização dos títulos.</p>
<p>Entre os documentos exigidos estão RG atualizado (data de expedição dentro de 10 anos), CPF, comprovante de endereço (água, energia ou telefone),  Certidão de Nascimento (se for solteiro) ou de Casamento, Carteira de Trabalho, comprovante de renda (holerite, cartão, pensionista), contrato de compra e venda (se tiver) ou documento que comprove a posse pacífica e o tempo de ocupação, espelho com o número do NIS (Número de Identificação social – pessoas inscritas no Cadastro Único – CadÚnico) atualizado e Certidão de Inteiro Teor.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.cuiaba.mt.gov.br/habitacao-e-regularizacao-fundiaria/secretaria-realiza-reuniao-para-regularizacao-de-lotes-no-novo-paraiso-i-e-ouro-fino/29987#b7f2dc38-87b0-4b35-ab52-41addbc7efe1" rel="noopener">Prefeitura de Cuiabá &#8211; MT</a></p>
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		<title>Justiça dá prazo de cinco dias para regularização de transporte escolar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2023 22:15:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 1ª Promotoria de Justiça de Rosário Oeste (a 128km de Cuiabá) obteve decisão liminar favorável na Justiça, que determina prazo de cinco dias para “o fornecimento de transporte escolar de qualidade (veículos em condições de rodagem segura nas respectivas linhas e que atendam todos os requisitos da legislação de trânsito), de maneira integral (compreendendo todas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:16px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif"><span style="background-color:white"><span style="color:black">A 1ª Promotoria de Justiça de Rosário Oeste (a 128km de Cuiabá) obteve decisão liminar favorável na Justiça, que determina prazo de cinco dias para “o fornecimento de transporte escolar de qualidade (veículos em condições de rodagem segura nas respectivas linhas e que atendam todos os requisitos da legislação de trânsito), de maneira integral (compreendendo todas as linhas de transporte escolar municipal e estadual), gratuita e contínua a todos alunos do Município matriculados na rede pública de ensino”. A Ação Civil Pública (ACP) foi proposta contra o Estado de Mato Grosso e o Município de Rosário Oeste.</span></span></span></span><br />   </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.mpmt.mp.br/conteudo/58/123686/justica-da-prazo-de-cinco-dias-para-regularizacao-de-transporte-escolar#7bb11372-51da-4660-9a9b-1a4e6977f9a5" rel="noopener">Ministério Público MT &#8211; MT</a></p>
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