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	<title>Arquivos regulamentar - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos regulamentar - FATO MT</title>
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		<title>Ministra da Cultura defende regulamentar streaming e direitos autorais na internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 May 2023 23:15:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[autorais]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ministra da Cultura, Margareth Menezes, defendeu nesta terça-feira (9) a regulamentação de serviços de streaming e de direitos autorais na internet. A  ministra compareceu a audiência na Comissão de Educação (CE), requerida pelo senador Flávio Arns (PSB-PR), para apresentação dos planos do Ministério da Cultura (MinC) no atual governo. Arns, que presidiu a reunião, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A ministra da Cultura, Margareth Menezes, defendeu nesta terça-feira (9) a regulamentação de serviços de streaming e de direitos autorais na internet. A  ministra compareceu a audiência na Comissão de Educação (CE), requerida pelo senador Flávio Arns (PSB-PR), para apresentação dos planos do Ministério da Cultura (MinC) no atual governo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Arns, que presidiu a reunião, relembrou a carreira musical de Margareth Menezes, cantora baiana e ativista cultural, com laços com a culutra africana.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">— Conhece a cultura na teoria e na prática. Ela tem toda a abertura para a cultura popular brasileira e vem apresentar também os desafios dessa área que sofreu tanto no decorrer da pandemia. Tantos empregos foram perdidos, tantas iniciativas canceladas — ressaltou o senador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Margareth defendeu a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 2/2023, que insere a cultura entre os direitos sociais na Carta Magna. Segundo a ministra, a medida elevará a cultura à condição de política de Estado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">— </span><span style="font-weight: 400">O primeiro ato do presidente Lula foi reerguer o ministério, no dia 1º [de janeiro]. [A aprovação] é</span><span style="font-weight: 400"> importantíssima </span><span style="font-weight: 400">para que nunca mais se desmonte o Ministério da Cultura. São 7,5 milhões de trabalhadores. Como a gente vai ficar sem o Ministério da Cultura? </span><span style="font-weight: 400">— avaliou Margareth, referindo-se a governos anteriores que rebaixaram o status da pasta para secretaria. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A recriação do MinC foi apreciada em todos os depoimentos dos senadores presentes. A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) observou que a ministra enfrentará muitos desafios e pediu atenção para o setor artístico religioso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">—  </span><span style="font-weight: 400">A senhora vai ter uma responsabilidade muito grande nos próximos anos que é fazer o Brasil se apaixonar de novo por esse ministério, ao ponto de que nunca mais ninguém pense em acabar com ele. Tenho outro pedido, ministra. A gente tem um fenômeno acontecendo no Brasil, que é o movimento </span><i><span style="font-weight: 400">gospel</span></i><span style="font-weight: 400">. Nós temos indicação do IBGE [ Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística] de que, em poucos anos, nós vamos a 52% [da população que poderá pertencer ao movimento]. Peço-lhe para trazer esse povo mais para próximo do MinC </span><span style="font-weight: 400">— solicitou Damares.</span></p>
<p><b>Regulamentações</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao apresentar os trabalhos do MinC para os próximos anos, Margareth apoiou a regulamentação de áreas como os VOD (Video On Demand, serviços em que o usuário escolhe o vídeo que quer assistir). O senador Humberto Costa (PT-PE) apontou que serviços de streaming não se submetem a regras de outros setores audiovisuais, como a taxa da <span>Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine), com</span> </span><span style="font-weight: 400">alíquota de 11% sobre os lucros de produções audiovisuais enviados ao exterior. Segundo a ministra, o assunto é pauta prioritária na Agência Nacional do Cinema (Ancine).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">— Nós estamos escutando as propostas já existentes e analisando o que existe em outros países para propormos um projeto renovado e atualizado. Inclusive estamos estudando a proposta do senador Humberto —  disse Margareth, referindo-se ao PLS 57/2018.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto do senador, arquivado no final da legislatura passada, d<span>isciplina a comunicação audiovisual sob demanda e a incidência da Condecine sobre esse serviço e a distribuição de vídeo doméstico, abrangendo as plataformas de compartilhamento. Além disso, promove conteúdos audiovisuais brasileiros e produções cinematográficas regionais.</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A ministra também vê urgência na regulamentação de direitos autorais no ambiente digital e revelou que o MinC está trabalhando para apresentar proposta nessa área. Margareth ainda mencionou dificuldades sobre a regulamentação na área de inteligência artificial (IA) ao responder questionamento da senadora Leila Barros (PDT-DF). Leila trouxe exemplo do impacto que os avanços tecnológicos têm trazido ao mercado cultural.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">—  Foi divulgada, recentemente, uma música criada por inteligência artificial que simulava a voz do </span><i><span style="font-weight: 400">rapper </span></i><span style="font-weight: 400">Drake, que viralizou. Nesse caso, a música, os instrumentos, a voz e a ilustração que acompanhavam a publicação foram criados por inteligência artificial. </span><span style="font-weight: 400">O episódio levou a gravadora do artista a tomar medidas judiciais para a retirada da obra das plataformas </span><i><span style="font-weight: 400">online</span></i><span style="font-weight: 400"> — exemplificou Leila.</span></p>
<p><b>Descentralização dos recursos</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A ministra apresentou planos para a atuação descentralizada do MinC por meio de financiamento de atividades culturais em todas as cidades do Brasil, com repasses de recursos federais a estados e municípios. De acordo com ela, o Sistema Nacional da Cultura que organiza a gestão pública da cultura, previsto na Constituição, está sendo fortalecido com a aprovação Lei Complementar 195 de 2022, que ficou conhecida como Lei Paulo Gustavo, que destina R$</span><span style="font-weight: 400"> 3,8 bilhões ao setor cultural até o final de 2023. Segundo a ministra, os repasses estarão disponíveis a partir do dia 12 de maio, data prevista para a assinatura de decreto que regulamenta a lei.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">— Isso é importantíssimo, porque é mais um elemento que as cidades vão ter para subsidiar o seu fazer cultural como projetos de festivais e de criação de centros culturais. Todos os estados e os municípios que submeterem o seu plano de ação (ao MinC) podem, após aprovação, lançar os seus editais e repassar os recursos para os agentes culturais. Essa aprovação não será uma questão de escolha do ministério, é só questão de adequação — explicou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo a ministra, em julho deverá ser regulamentada a Lei 14.399 de 2022, conhecida como lei Aldir Bianc, que <span>terá vigência de cinco anos, com valor previsto de R$ 3 bilhões a serem repassados </span></span>aos entes federados, que auxiliarão na fiscalização da política pública.</p>
<p><span style="font-weight: 400">— Durante esse período, será repassado o valor de R$ 1,5 bilhão para os estados e a outra metade para os municípios. A prestação de contas será julgada a partir do fazer cultural e não como se fosse o mesmo que fazer uma ponte. Não dá para ser dessa forma — salientou.</span></p>
<p><b>Danos ao patrimônio</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) questionou as ações do ministério quanto a conservação e a restauração de patrimônios históricos, diante da restrição orçamentária. Izalci lembrou do incêncio no Museu Nacional no Rio de Janeiro e do abandono do Teatro Nacional em Brasília, que está há quase dez anos parado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O senador Esperidião Amin (PP-SC) compartilhou a atuação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em Santa Catarina (SC).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">— O Iphan de Santa Catarina teve a prudência de desenvolver o maior número possível de projetos. Eu nunca passei um ano sem destinar algum recurso para o Iphan e, se possível, mais do que um, ajudando a valorizar a memória arquitetônica e histórica do estado — disse o senador, respondendo a crítica da senadora Teresa Leitão (PT-PE) à gestão do Iphan no governo passado.</span></p>
<p><b>Falecimento de Rita Lee</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A notícia da morte da cantora Rita Lee, aos 75 anos, comoveu a ministra durante a sua apresentação. Os senadores fizeram um minuto de silêncio em homenagem à cantora e ao ex-deputado federal, David Miranda, que faleceu na terça-feira (9).</span></p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/09/ministra-da-cultura-defende-regulamentar-streaming-e-direitos-autorais-na-internet#49194933-553f-4b46-ab46-e3db021641f8" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Pacheco propõe projeto para regulamentar Inteligência Artificial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 May 2023 17:16:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Waldemir Barreto/Agência Senado &#8211; 30.06.2022 Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, durante sessão O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), protocolou na noite de ontem (5) um projeto de lei para estabelecer um marco regulatório sobre o uso da tecnologia de inteligência artificial (IA) no país. O texto foi elaborado por juristas e professores especialistas em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3w/4b/cn/3w4bcn5cv774rjyf28slhf8jz.jpg" width="906" height="509" alt="Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, durante sessão" title="Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, durante sessão"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Waldemir Barreto/Agência Senado &#8211; 30.06.2022</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, durante sessão</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O presidente do <strong>Senado, Rodrigo Pacheco</strong> (PSD-MG), protocolou na noite de ontem (5) um projeto de lei para estabelecer um marco regulatório sobre o uso da tecnologia de <strong>inteligência artificial</strong> (IA) no país. O texto foi elaborado por juristas e professores especialistas em direito civil e digital.</p>
<div>
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</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Um dos principais pontos do texto é a previsão de responsabilização do fornecedor ou operador do sistema de inteligência artificial, na medida de sua participação em eventual dano causado. No caso de IAs cuja aplicação envolva alto risco, essa responsabilidade será objetiva, isto é: independerá da comprovação de culpa ou dolo (intenção consciente).</p>
<p>No caso de sistema com risco abaixo de alto, o fornecedor ou operador do sistema terá sua culpa presumida, cabendo a ele comprovar que não é culpado, ficando a vítima do dano dispensada de provar tal culpa.</p>
<p>O texto não prevê sanções penais, mas traz descrito quais seriam as obrigações da autoridade competente por fiscalizar o cumprimento das regras, dentre as quais está aplicar sanção administrativa em caso de infração às regras, incluindo multa de até R$ 50 milhões para pessoas física e de até 2% do faturamento no caso de pessoa jurídica.</p>
<h2>Gradação de risco</h2>
<p>Todo o projeto é baseado na ideia de gradação de riscos na aplicação da IA &#8211; de baixo e moderado a alto e extremo. Nesses dois últimos casos, são estabelecidas regras mais rígidas de governança para utilização da tecnologia, incluindo a elaboração de mecanismos de intervenção humana e desativação.</p>
<p>Além do uso em veículos autônomos e da operação de infraestrutura estratégica – como sistema de transmissão de energia –, entre as atividades de alto risco na aplicação de IA, o texto coloca o recrutamento e a avaliação de empregados, a avaliação de critérios para acesso a serviços públicos e privados e avaliação de crédito, aplicações na área de saúde e sistema biométricos de identificação.</p>
<p>O entendimento é o de que, nesses casos, o uso de sistemas de IA possa acarretar discriminação direta, indireta, ilegal ou abusiva, em decorrência de informações pessoais como cor da pele, orientação sexual ou origem geográfica.</p>
<p> <em>“Além de adotar definições sobre discriminação direta e indireta – incorporando, assim, definições da Convenção Interamericana contra o Racismo, promulgada em 2022 –, o texto tem como ponto de atenção grupos (hiper) vulneráveis tanto para a qualificação do que venha a ser um sistema de alto risco como para o reforço de determinados direitos”, diz a justificativa do projeto.</em> </p>
<p>O texto coloca limites para a utilização de sistemas de IA na segurança pública para identificação biométrica em espaços públicos, por exemplo, como as câmeras de reconhecimento facial. Nesse caso, a utilização da tecnologia é considerada de risco extremo e só será permitida mediante aprovação de lei federal específica e de autorização judicial em três casos:</p>
<ol>
<li> <span style="font-size: 14px" data-mce-style="font-size: 14px;">Busca de suspeitos de crimes com pena máxima superior a dois anos de prisão;</span> </li>
<li> <span style="font-size: 14px" data-mce-style="font-size: 14px;">Busca de vítimas de crimes e desaparecidas; e</span> </li>
<li> <span style="font-size: 14px" data-mce-style="font-size: 14px;">Crimes em flagrante.</span> </li>
</ol>
<p>A íntegra do projeto de lei, que substitui outras três iniciativas anteriores, pode ser acessada no portal do Senado Federal.</p>
<h2>Elaboração</h2>
<p>O texto foi elaborado por uma comissão de 17 pessoas, entre advogados, professores de direito e de tecnologia, bem como um perito criminal da Polícia Federal e um consultor legislativo, além do apoio de diversos servidores. Os trabalhos foram coordenados pelo ministro Ricardo Villas Bôas Cuevas, do Superior Tribunal de Justiça (STJ).</p>
<p>Ao longo de 2022, o grupo promoveu quatro audiências públicas e um seminário internacional, além de 12 painéis temáticos, e disse ter ouvido mais de 60 especialistas de diversas áreas sobre os diferentes aspectos do tema. Também foi encomendado estudo sobre as regulamentações em 30 países que já adotam algum tipo de regra. O texto agora deve seguir para análise pelas comissões temáticas do Senado.</p>
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<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://ultimosegundo.ig.com.br/ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-05-05/pacheco-propoe-projeto-para-regulamentar-inteligencia-artificial.html#6f05ba21-14ea-4580-8ae9-5115752bc315" rel="noopener">Política Nacional</a></p>
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		<title>Pacheco propõe lei para regulamentar inteligência artificial no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 May 2023 14:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[artificial]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[inteligencia]]></category>
		<category><![CDATA[pacheco]]></category>
		<category><![CDATA[regulamentar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lula Marques/ Agência Brasil &#8211; 23/03/2023 Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, apresenta projeto de lei O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), apresentou nesta semana um projeto de lei para regulamentar sistemas de inteligência artificial no Brasil. O texto incorpora ideias e propostas de uma comissão de juristas e outros três projetos que já tramitavam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/29/tv/0b/29tv0bm9yzv39mnk12urzkq56.jpg" width="906" height="509" alt="Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, apresenta projeto de lei" title="Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, apresenta projeto de lei"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Lula Marques/ Agência Brasil &#8211; 23/03/2023</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, apresenta projeto de lei</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), apresentou nesta semana um projeto de lei para regulamentar sistemas de inteligência artificial no Brasil. O texto incorpora ideias e propostas de uma comissão de juristas e outros três projetos que já tramitavam no Senado e na Câmara sobre o mesmo tema.  </p>
<p>A comissão de juristas avaliou esses projetos, estudou o tema e realizou mais de 70 audiências públicas, enviando um relatório final ao Senado, cujas ideias foram incorporadas na proposta de Pacheco.</p>
<p>O texto prevê tanto regulamentar esses sistemas para proteger os usuários quanto para garantir que haja concorrência justa na indústria.</p>
<p>&#8220;De um lado, estabelece direitos para proteção a pessoa diariamente impactada por sistemas de inteligência artificial, desde a recomendação de conteúdo e direcionamento de publicidade na internet até a sua análise de elegibilidade para tomada de crédito e para determinadas políticas públicas. De outro lado, de um arranjo institucional de fiscalização e supervisão, cria condições de previsibilidade acerca da sua interpretação e, em última análise, segurança jurídica para inovação e o desenvolvimento tecnológico&#8221;, diz trecho do projeto de lei.  </p>
<div>
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</ul>
</aside>
</div>
<p class="">O projeto prevê multa de até R$ 50 milhões para empresas que violarem as regras impostas, punição que será enquadrada na Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Dentre as regras, estão:  </p>
<ul>
<li>a proibição de empresas de explorar a vulnerabilidade de consumidores, como deficientes e idosos;</li>
<li>a proibição do governo de avaliar o comportamento de usuários em redes sociais para definir se as pessoas terão direito a políticas públicas;</li>
<li>o direito dos usuários de serem informados sobre como as inteligências artificiais tomam decisões;</li>
<li>a obrigação de empresas corrigirem viéses descriminatórios em sistemas de inteligência artificial. </li>
</ul>
<p>O texto passará por uma comissão técnica no Senado antes de ir a votação. Se aprovado na Casa, ele segue para a Câmara dos Deputados e, depois, para sanção presidencial.  </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://tecnologia.ig.com.br/2023-05-05/pacheco-propoe-lei-regulamentar-inteligencia-artificial-brasil.html#f0616d05-c22b-4441-829e-10f88c099c14" rel="noopener">Tecnologia</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>MP prorroga prazo para regulamentar programas de alimentação do trabalhador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 May 2023 19:16:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[alimenta]]></category>
		<category><![CDATA[prazo]]></category>
		<category><![CDATA[programas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Editada pelo governo federal no dia 1º de maio, a Medida Provisória (MP) 1.173/2023 prorroga em um ano o prazo para regulamentação, pelo Poder Executivo, dos programas de alimentação do trabalhador. A MP, assinada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU). Em 2022, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Editada pelo governo federal no dia 1º de maio, a Medida Provisória (MP) <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/157180" rel="noopener" target="_blank">1.173/2023</a> prorroga em um ano o prazo para regulamentação, pelo Poder Executivo, dos programas de alimentação do trabalhador. A MP, assinada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, foi publicada em edição extra do <em>Diário Oficial da União</em> (DOU).</p>
<p>Em 2022, o Congresso Nacional aprovou a <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2022-09-02;14442" rel="noopener" target="_blank">Lei 14.442</a>, determinado que o auxílio-alimentação (ou vale-refeição) destina-se exclusivamente para pagamento em restaurantes e similares ou de gêneros alimentícios comprados no comércio. Aquela norma deu prazo para regulamentação da regra até 1º de maio de 2023.</p>
<p>Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, não houve tempo hábil para isso, em razão da complexidade do tema. Entre outros itens, a regulamentação deverá tratar da portabilidade e da operacionalização dos programas de alimentação do trabalhador. Hoje opcionais, os programas envolvem incentivo fiscal a empresas.</p>
<h3><strong>Tramitação</strong></h3>
<p>A MP 1173/23 já está em vigor, mas terá de ser analisada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado num prazo de 60 dias prorrogáveis por igual período.</p>
<p><em>Com informações da Agência Câmara de Notícias</em></p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/02/mp-prorroga-prazo-para-regulamentar-programas-de-alimentacao-do-trabalhador#baaf8884-8878-4ef5-8774-104b1cb562c2" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Lula cria grupo para regulamentar trabalho de entregadores por app</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 May 2023 17:16:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[entregadores]]></category>
		<category><![CDATA[grupo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Marcelo Camargo/Agência Brasil &#8211; 18/01/2023 Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ministro do Trabalho, Luiz Marinho O presidente Luiz Inácio Lula da Silva instituiu nesta segunda-feira (1º), Dia do Trabalhador, um grupo de trabalho para elaborar uma proposta de regulamentação das atividades de entregadores e motoristas por aplicativos. O grupo será composto por 15 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/f4/k9/f7/f4k9f7jo4n76wh60w8yzv4rrw.jpg" width="906" height="509" alt="Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ministro do Trabalho, Luiz Marinho" title="Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ministro do Trabalho, Luiz Marinho"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Marcelo Camargo/Agência Brasil &#8211; 18/01/2023</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ministro do Trabalho, Luiz Marinho</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva instituiu nesta segunda-feira (1º), Dia do Trabalhador, um grupo de trabalho para elaborar uma proposta de regulamentação das atividades de entregadores e motoristas por aplicativos.  </p>
<p>O grupo será composto por 15 representantes do governno federal &#8211; dentre eles, membros da Casa Civil e dos ministérios da Fazenda e do Trabalho e Emprego -, 15 representantes dos trabalhadores, através de sindicatos e coletivos, e 15 representantes dos empregadores, por meio de associações patronais.</p>
<p> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGBrasilEconomico" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/iGBrasilEconomico">canal do Brasil Econômico no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  <a href="https://t.me/portalig" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG</a> </strong>  </p>
<p>O Ministério do Trabalho e Emprego vai coordenar as negociações, que devem durar 150 dias. Depois disso, o grupo deve entregar propostas de ato normativo para regulamentar as atividades de entregadores e motoristas por aplicativos.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
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<ul>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-05-01/nova-tabela-imposto-renda.html" title="Como fica a nova tabela do Imposto de Renda após anúncio de Lula?" target="_self" rel="noopener">Como fica a nova tabela do Imposto de Renda após anúncio de Lula?</a> </li>
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</ul>
</aside>
</div>
<p class="">A pauta dos entregadores é uma das principais da gestão do ministro Luiz Marinho no comando da pasta do Trabalho e Emprego. A ideia é fazer com que os trabalhadores tenham acesso a direitos básicos, hoje negados a eles por não serem considerados funcionários das plataformas para as quais atuam.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-05-01/lula-cria-grupo-regulamentar-trabalho-entregadores-aplicativo.html#61d83e33-a103-4e2f-8533-713556dce122" rel="noopener">Economia</a></p>
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		<title>ALMT aprova lei que vai regulamentar destinação de recursos para shows e eventos culturais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Apr 2023 18:15:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[culturais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta semana foi aprovado, por unanimidade, o Projeto de Lei 1072/2023, nos moldes do substitutivo integral nº. 1, que estabelece o limite e as regras sobre a destinação de recursos públicos para a realização de show e eventos culturais. O texto foi construído a partir de uma comissão liderada pelo Poder Legislativo em conjunto com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="template-border-midia">
<p>Esta semana foi aprovado, por unanimidade, o <a target="_blank" rel="noopener noreferrer" href="https://www.al.mt.gov.br/proposicao/?tipoPropositura=1&#038;palavraChave=&#038;numeroPropositura=1072&#038;ano=2023&#038;autor=&#038;dataPublicacaoInicio=&#038;dataPublicacaoFim=&#038;buscaTextual=&#038;search=">Projeto de Lei 1072/2023,</a> nos moldes do substitutivo integral nº. 1, que estabelece o limite e as regras sobre a destinação de recursos públicos para a realização de show e eventos culturais. O texto foi construído a partir de uma comissão liderada pelo Poder Legislativo em conjunto com o governo estadual, representantes da classe artísticas, produtores culturais, prefeitos e Associação Mato-Grossense dos Municípios (AMM).</p>
<p>O projeto de lei tem autoria das Lideranças Partidárias, mas a formatação foi liderada pelo deputado estadual Beto Dois a Um (PSB), que é músico e já foi secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer. De acordo com o parlamentar, o presidente da ALMT, deputado Eduardo Botelho (União), pediu para que conduzisse o processo junto ao Poder Executivo e ao setor artístico.</p>
<p>“Criamos uma comissão, ouvimos prefeitos, AMM, deputados, representantes do segmento e encontramos um bom termo que garantisse a valorização dos artistas locais, limitasse os gastos com shows nacionais, deixando a cadeia produtiva de shows e eventos abastecida. Os recursos vão ficar dentro do estado e ainda asseguramos um direito constitucional que é o acesso à cultura para toda população de Mato Grosso”, explicou o parlamentar.</p>
<p>De acordo com o texto aprovado, o limite de recursos públicos para realização de eventos será de R$ 600 mil, sendo até 50% dos recursos para shows e, deste valor, 30% para artistas locais. A contrapartida dos municípios deverá ser de 10%. As regras valem tanto para recursos diretos do governo estadual ou pagos por meio de emendas parlamentares.</p>
<p>O produtor Albanir Silva, da empresa Bana Produções, explica que a iniciativa é de extrema importância, uma vez que garante o fomento ao o setor de entretenimento e cultura, que continuará trabalhando, gerando emprego e renda no estado. “Outro ponto positivo foi a valorização dos artistas regionais, que terão seu espaço reconhecido e garantido por meio de uma lei. Nós que estamos há 20 anos no mercado, pela primeira vez vamos ter leis e valores definidos, assim vamos nos adaptar e continuar fazendo a roda do setor girar”, declarou. </p>
<p>Albanir Silva também destacou a importância do projeto priorizar parte dos recursos para viabilização de estruturas como som, palco, iluminação, geradores. “Assim, as prefeituras, os sindicatos e as associações darão o mesmo tratamento para artistas nacionais e regionais”, afirmou Silva.</p>
<p>O primeiro projeto de lei sobre o assunto foi encaminhado pelo Poder Executivo e limitava os gastos com eventos e shows a R$ 200 mil. Foi então que a ALMT criou uma comissão para discutir com todos os elos da cadeia, incluindo gestores públicos, para chegar a um valor compatível com o mercado.</p>
</p>
</div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.al.mt.gov.br/midia/texto/almt-aprova-lei-que-vai-regulamentar-destinacao-de-recursos-para-shows-e-eventos-culturais/visualizar#a1f0f5f2-19c9-4051-8682-c3ae56b2a664" rel="noopener">ALMT &#8211; MT</a></p>
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		<title>Confúcio Moura: regulamentar canabidiol democratizará acesso ao remédio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Mar 2023 21:48:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por falta de uma legislação específica, todas as decisões recentes sobre o uso terapêutico de canabidiol (CBD) têm sido efetuadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Por essa razão, o senador Confúcio Moura (MDB-RO) defendeu em pronunciamento nesta segunda-feira (13) que o Congresso Nacional legisle sobre o tema, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="line-height: 150%;margin: 12pt 0cm;text-align: left">Por falta de uma legislação específica, todas as decisões recentes sobre o uso terapêutico de canabidiol (CBD) têm sido efetuadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Por essa razão, o senador Confúcio Moura (MDB-RO) defendeu em pronunciamento nesta segunda-feira (13) que o Congresso Nacional legisle sobre o tema, de modo a garantir que todos tenham acesso ao medicamento, sobretudo a população menos favorecida economicamente.  </p>
<p style="line-height: 150%;margin: 12pt 0cm;text-align: left">— Os debates sobre o assunto têm sido tratados na esfera do Judiciário e do Ministério Público, e não onde deveriam acontecer, ou seja, aqui no Senado ou na Câmara dos Deputados, para que os canabidioides sejam liberados para os pobres e para os ricos. Hoje, as pessoas com menor poder aquisitivo não conseguem adquirir o produto por diversos fatores, mais restritos à questão econômica — afirmou o senador.</p>
<p style="line-height: 150%;margin: 12pt 0cm;text-align: left">Para o parlamentar, criar ordenamento jurídico sobre o assunto irá democratizar o acesso ao medicamento, que tem beneficiado apenas os que possuem dinheiro, pois cada frasco desse importado varia de US$ 150 a US$ 200, podendo chegar até a R$ 2,5 mil os de maior concentração, dependendo da dosagem. O Confúcio Moura ressaltou, ainda, os excelentes resultados comprovados do medicamento no tratamento de casos graves de epilepsia, dores crônicas, esclerose múltipla e outras doenças, assim como também no alívio dos efeitos colaterais da quimioterapia.</p>
<p style="line-height: 150%;margin: 12pt 0cm;text-align: left"><strong>Magistério</strong></p>
<p style="line-height: 150%;margin: 12pt 0cm;text-align: left">Confúcio Moura defendeu também que o Ministério da Educação restabeleça as chamadas escolas normais dentro do ensino médio, ou seja, institua uma espécie de “residência” para os professores em formação, o que significaria conciliar a teoria com a prática na formação dos professores brasileiros.</p>
<p style="line-height: 150%;margin: 12pt 0cm;text-align: left">— As nossas normalistas eram excelentes professoras. Elas sabiam dar aulas, conheciam não só a parte teórica, como também a parte prática do enfrentamento de uma sala de aula. Uma pena que essas normalistas não existam mais — lamentou Confúcio Moura.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/03/13/confucio-moura-regulamentar-canabidiol-democratizara-acesso-ao-remedio#1a84390c-7b3a-4a56-bfc5-b4dc79b5e880" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<item>
		<title>Guaracy quer regulamentar voto em trânsito para caminhoneiros e tripulantes de embarcações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2022 03:40:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[caminhoneiros]]></category>
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		<category><![CDATA[guaracy]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em pronunciamento em Plenário nesta terça-feira (8), Guaracy Silveira (Avante-TO) destacou que apresentou um projeto (PL 2.696/2022) que regula o voto de caminhoneiros, aeronautas, tripulantes de embarcações e navios. Segundo o senador, o projeto tem como objetivo diminuir o índice de abstenção e garantir o direito ao voto a mais de 3,5 milhões de trabalhadores. — O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em pronunciamento em Plenário nesta terça-feira (8), Guaracy Silveira (Avante-TO) destacou que apresentou um projeto (<a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/154995" target="_blank" title="" rel="noopener">PL 2.696/2022</a>) que regula o voto de caminhoneiros, aeronautas, tripulantes de embarcações e navios. Segundo o senador, o projeto tem como objetivo diminuir o índice de abstenção e garantir o direito ao voto a mais de 3,5 milhões de trabalhadores.</p>
<p>— O nosso projeto visa a que a Justiça Eleitoral promova um meio para que todos os nossos irmãos caminhoneiros, que os trabalhadores do volante que transportam o progresso do Brasil, possam votar onde estiverem no dia da eleição — disse.</p>
<p>Ele ressaltou que são muitos os trabalhadores que não conseguem exercer o direito de voto, já que não sabem onde vão estar no dia das eleições. Ele também observou que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai ter que se modernizar para possibilitar isso aos trabalhadores, de votar onde estiverem. “Não é lícito ou não é justo que tanta gente seja privada do seu direito de voto”, disse.</p>
<p>— Nós entendemos bem que eles desejam votar, mas, hoje, o regulamento, diz que a pessoa tem que se inscrever onde vai votar. Só Deus sabe onde estaremos daqui a um dia! Como é que um caminhoneiro, um piloto, um navegador vão saber onde estarão? Então, tem que ser de modo que, onde ele estiver, ele possa exercer o sagrado direito de voto. E são de três milhões e meio a quatro milhões de pessoas que têm esse direito cerceado, obstruído. Então, este Senado e a Justiça Eleitoral simplesmente vão fazer um ato de justiça dando a eles o direito de votar — afirmou.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/11/08/guaracy-quer-regulamentar-voto-em-transito-para-caminhoneiros-e-tripulantes-de-embarcacoes#7b0b2322-7fc7-4e70-8a61-beeeaf3b8f12" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/guaracy-quer-regulamentar-voto-em-transito-para-caminhoneiros-e-tripulantes-de-embarcacoes/">Guaracy quer regulamentar voto em trânsito para caminhoneiros e tripulantes de embarcações</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<title>Projeto propõe regulamentar atividade de armazenamento de dióxido de carbono</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2022 13:40:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[armazenamento]]></category>
		<category><![CDATA[atividade]]></category>
		<category><![CDATA[carbono]]></category>
		<category><![CDATA[dioxido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Disciplinar o armazenamento de dióxido de carbono, em reservatórios geológicos ou temporários, e seu posterior reaproveitamento é o objetivo do Projeto de Lei (PL) 1.425/2022, do senador Jean Paul Prates (PT-SE).  O texto foi apresentado em 31 de maio no Senado e aguarda designação de relator.  A proposta dispõe sobre a atividade econômica de armazenamento de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Disciplinar o armazenamento de dióxido de carbono, em reservatórios geológicos ou temporários, e seu posterior reaproveitamento é o objetivo do Projeto de Lei (PL) <a class="external-link" href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/153342" target="_self" title="" rel="noopener">1.425/2022</a>, do senador Jean Paul Prates (PT-SE). </p>
<p>O texto foi apresentado em 31 de maio no Senado e aguarda designação de relator. </p>
<p>A proposta dispõe sobre a atividade econômica de armazenamento de CO2 de interesse público, como forma de redução de emissões de gases causadores de efeito estufa, e posterior reaproveitamento, visando à descarbonização da economia. </p>
<p>O objetivo do parlamentar é contribuir para o cumprimento das metas nacionais de redução de emissões de gases; incentivar a adoção de tecnologias de captura, transporte, armazenamento permanente de CO2 em reservatórios geológicos; e fomentar a exploração de fontes energéticas com emissões de carbono reduzidas, ou negativas na avaliação do ciclo de vida. </p>
<p>O projeto diz que a injeção e armazenamento permanente de CO2 deve ocorrer em formação geológica localizada nas bacias sedimentares do território nacional, na zona econômica exclusiva ou na plataforma continental sob jurisdição do Brasil. Já o armazenamento não-permanente de CO2, para fins de comercialização e reuso será realizado em reservatórios acima da superfície que atendam especificações mínimas aptas a garantir a segurança do conteúdo contra vazamentos, conforme regulamentação técnica e licenciamento ambiental. </p>
<p>Ainda conforme o texto, as atividades de armazenamento permanente serão exercidas mediante simples Termo de Outorga Qualificada do Poder Executivo ara exploração de reservatórios geológicos em bloco de armazenamento. </p>
<h3><strong>Segurança jurídica</strong></h3>
<p>Ao apresentar a proposição, o senador destacou que, entre as diversas estratégias disponíveis para viabilizar a descarbonização da economia, está a utilização de mecanismos de sequestro geológico de carbono, ou CCS (sigla do original em inglês Carbon Capture and Storage). </p>
<p>&#8220;No plano global, a atividade de CCS tem sido apontada como elemento estratégico em diversas projeções de cenários de transição que visam a atingir metas de emissões líquidas de zero CO2 até 2050, conforme relatórios da Agência Internacional de Energia (AIE) e do Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC)&#8221;.</p>
<p>Segundo Jean Paul, um dos diferenciais desse processo está relacionado ao fato de o sistema de captura poder ser integrado a diferentes tipos de infraestrutura estacionária, em que se ocorre a emissão para atmosfera de grande quantidade de dióxido de carbono, tais como usinas termelétricas por fonte fóssil, plantas de produção de fertilizantes nitrogenados, unidades de processamento de gás natural, polos petroquímicos, siderúrgicos, cimenteiros e refinarias de petróleo. </p>
<p>Ele acrescenta que o sistema pode ser usado tantos em polos, projetos ou zonas industriais já estabelecidas, quanto em projetos novos, desde que capazes de serem adequados à nova realidade de uma economia de baixo carbono.</p>
<p>&#8220;Sabemos que para a concretização desse novo mercado, é necessário que haja estabilidade legal, regulatória e institucional para permitir que os agentes envolvidos se comprometam no longo prazo. Digo isso por perceber que, mesmo sendo meritórias, essas tecnologias de baixo carbono, no Brasil, estão longe de um cenário de implantação em larga escala, especialmente para o sequestro geológico de carbono. Atualmente, apenas alguns campos na região do pré-sal conseguem desenvolver a atividade de CCS, muito mais por conta de restrições no licenciamento ambiental do que pelo caminho do incentivo&#8221;, alertou. </p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/08/16/projeto-propoe-regulamentar-atividade-de-armazenamento-de-dioxido-de-carbono#fc7f326e-a1ae-4d07-90fc-e2baa34c74eb" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Campeão no FIFA 22, Brasil pode regulamentar e-sports</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Aug 2022 21:40:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[campe]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">No último sábado (30), o Brasil venceu a Polônia na final da FIFAe Nations Cup 2022, a Copa do Mundo de FIFA 22, e ganhou o título mundial inédito na competição. A eSeleção Brasileira foi composta por três jogadores e um técnico. O jogo eletrônico de simulação de futebol assim como outras modalidades esportivas que utilizam a tecnologia de computador poderão ser regulamentados num projeto de lei do Senado <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/131177" target="_blank" rel="noopener">(PLS 383/2017).</a></p>
<p><audio preload="auto" src="https://www12.senado.leg.br/radio/@@audio/757a0691-ec00-4011-aa3b-80d4c15cd037?download"></audio></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2022/08/campeao-no-fifa-22-brasil-pode-regulamentar-e-sports#6fa8e8cf-3a10-4f66-81d0-8f9d7f065810" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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