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	<title>Arquivos propinas - FATO MT</title>
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		<title>PF diz ao STF que não existem provas de propinas a Renan Calheiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2023 02:45:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agência Brasil Senador Renan Calheiros A Polícia Federal enviou nesta quarta-feira (22) um relatório para o ministro Edson Fachin , do Supremo Tribunal Federal , sobre um suposto esquema em contratos da Transpetro, subsidiária da Petrobras , envolvendo o senador Renan Calheiros . Segundo o órgão, não há nenhuma prova de que o parlamentar tenha [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/a7/e0/bs/a7e0bsu7n8y98pkeyh8z2pcow.jpg" width="906" height="509" alt="Senador Renan Calheiros" title="Senador Renan Calheiros"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Agência Brasil</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Senador Renan Calheiros</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p class="">A <strong>Polícia Federal</strong> enviou nesta quarta-feira (22) um relatório para o ministro <strong>Edson Fachin</strong> , do <strong>Supremo Tribunal Federal</strong> , sobre um suposto esquema em contratos da Transpetro, subsidiária da <strong>Petrobras</strong> , envolvendo o senador <strong>Renan Calheiros</strong> . Segundo o órgão, não há nenhuma prova de que o parlamentar tenha recebido propina no episódio.</p>
<p>O inquérito investigou possíveis irregularidades envolvendo o Estaleiro Rio Tietê. Calheiros é investigado por suposto crime de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.</p>
<p>“Após analisadas as provas materiais e ouvidos os supostos envolvidos, não se observou a existência de elementos que pudessem corroborar a hipótese criminal objeto da presente investigação”, disse a delegada Lorena Lima Nascimento.</p>
<p>“Os colaboradores ouvidos apresentaram versões, em parte, concordantes com os fatos, mas não foram aptas a trazerem aos autos ou a produzirem a partir delas, elementos de prova capazes de corroborá-las”, acrescentou.</p>
<p>Segundo o MPF (Ministério Público Federal), de 2008 a 2010, o senador teria pedido propina para o então presidente da Transpetro, Sérgio Machado, copmo doações eleitorais para aliados políticos.</p>
<p>O valor da suposta propina teria sido de R$ 150 mil. O dinheiro teria sido pago pela empresa NM Serviços para o Diretório Estadual do MDB em Alagoas, em setembro de 2010.</p>
<p>“Em que pese a existência de versões convergentes dos colaboradores de que os pagamentos espúrios solicitados por SERGIO MACHADO tinham como destinatários, dentre outros políticos, o Senador Renan Calheiros, não se chegou a um liame direto de sua participação na cadeia de pagamentos espúrios”, argumentou a delegada, no relatório.</p>
<p>“Ouvidos nos autos outros colaboradores –José Sergio de Oliveira Machado, Paulo Roberto Costa, Suiz Fernando Nave Maramaldo e Felipe Rocha Parente, nenhum deles trouxe para as investigações elementos de prova que ultrapassassem as suas respectivas versões, com vistas a corroborar o suposto esquema de corrupção que teria como destinatário o parlamentar José Renan Vasconcelos Calheiros”, relatou.</p>
<p>“O rastreamento do caminho do dinheiro em espécie pereceu no tempo, tanto em razão do longo lapso temporal, como em razão de não se vislumbrar um liame direto de que os valores entregues supostamente por Wilson Quintella Filho, ou por terceiros designados sob as orientações de Sergio Machado, tinham como destinatário final o parlamentar investigado”, completou.</p>
<div>
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<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
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		<title>PF investiga esquema de cobrança de propinas em arrendamento de terras em reserva indígena</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Mar 2022 12:45:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[arrendamento]]></category>
		<category><![CDATA[cobran]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/REC-html40/loose.dtd"><br />
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<div id="infocoweb_cabecalho" class="infocoweb_cabecalho"></div>
<div id="infocoweb_corpo" class="infocoweb_corpo">
<div>
<p style="text-align: justify"><b>Barra do Gar&ccedil;as/MT</b> &ndash; A Pol&iacute;cia Federal deflagrou hoje (31/3) a segunda fase da Opera&ccedil;&atilde;o Res Capta, em Confresa/MT, para dar prosseguimento &agrave; investiga&ccedil;&atilde;o de esquema de cobran&ccedil;a de propina, por parte de servidores da FUNAI. Policiais federais deram cumprimento a dois &nbsp;mandados de busca e apreens&atilde;o, sendo um na sede de uma empresa suspeita de ter atuado decisivamente na camuflagem do suposto recebimento de propinas por servidores da FUNAI, de Ribeir&atilde;o Cascalheira/MT, e o outro, na resid&ecirc;ncia da pessoa respons&aacute;vel pela referida empresa.</p>
<p style="text-align: justify">Atrav&eacute;s da an&aacute;lise preliminar do material apreendido na 1&ordf; fase da &ldquo;Opera&ccedil;&atilde;o Res Capta&rdquo;, em paralelo com as diversas oitivas realizadas, apurou-se que as pessoas que arrendavam ilegalmente terra na Reserva Ind&iacute;gena Mar&atilde;iwats&eacute;d&eacute; estavam sendo obrigadas a pagar 10% do valor do arrendamento, de forma antecipada, a servidores da FUNAI de Ribeir&atilde;o Cascalheira/MT, por supostos servi&ccedil;os de medi&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea.</p>
<p style="text-align: justify">De acordo com o que foi apurado, essas pessoas pagariam, ainda, ap&oacute;s a finaliza&ccedil;&atilde;o das supostas medi&ccedil;&otilde;es, R$ 5 por hectare medido, o que poderia totalizar aproximadamente R$ 825 mil, considerando a extens&atilde;o da Terra Ind&iacute;gena. &nbsp;Atrav&eacute;s da deflagra&ccedil;&atilde;o da 1&ordf; fase da Opera&ccedil;&atilde;o, interrompeu-se a continuidade delitiva.</p>
<p style="text-align: justify">Segundo o teor dos interrogat&oacute;rios prestados na Pol&iacute;cia Federal, em Barra do Gar&ccedil;as/MT, os servidores alegaram aos arrendat&aacute;rios que a medi&ccedil;&otilde;es seriam imprescind&iacute;veis para formalizar um suposto Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) no Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal. Esse TAC, que nunca existiu, permitiria aos arrendat&aacute;rios explorar economicamente a Terra Ind&iacute;gena Mar&atilde;iwats&eacute;d&eacute; por at&eacute; 15 anos.</p>
<p style="text-align: justify">A empresa contratada por um dos servidores da FUNAI, que foi preso na 1&ordf; fase da Opera&ccedil;&atilde;o, &eacute; suspeita de ter papel preponderante no esquema, pois era respons&aacute;vel pela execu&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os desnecess&aacute;rios. &nbsp;Suspeita-se tamb&eacute;m que as supostas medi&ccedil;&otilde;es serviriam para camuflar a natureza il&iacute;cita dos pagamentos.</p>
<p align="right"><b>Comunica&ccedil;&atilde;o Social da Pol&iacute;cia Federal em Mato Grosso</b></p>
<p align="right">Contato: (65) 99284-8987<br /> E-mail: cs.srmt@pf.gov.br</p>
</div>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/noticias/2022/03/pf-investiga-esquema-de-cobranca-de-propinas-em-arrendamento-de-terras-em-reserva-indigena#263" rel="noopener">Pol&iacute;cia Federal</a></div>
</div>
<p><script src="https://gestor.infocoweb.com.br/analytics_content.js?a=263&amp;b=1105505&amp;c=6663602"></script></body></html></p>
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