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	<title>Arquivos permanente - FATO MT</title>
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	<description>A notícia de Fato!</description>
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	<title>Arquivos permanente - FATO MT</title>
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		<title>CE cria subcomissão permanente para fiscalizar as políticas de alfabetização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2023 17:45:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) aprovou, nesta terça-feira (30), proposta de Cid Gomes (PDT-CE) para que seja criada uma subcomissão permanente para fiscalizar as políticas de alfabetização. Cabe agora aos partidos indicar os representantes da subcomissão, que será formada por 5 senadores titulares e 5 suplentes, para que ela possa ser instalada. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) aprovou, nesta terça-feira (30), proposta de Cid Gomes (PDT-CE) para que seja criada uma subcomissão permanente para fiscalizar as políticas de alfabetização. Cabe agora aos partidos indicar os representantes da subcomissão, que será formada por 5 senadores titulares e 5 suplentes, para que ela possa ser instalada.</p>
<p>Cid Gomes afirmou que, por volta dos 7 ou 8 anos de idade, as crianças já devem dominar as habilidades fundamentais de leitura e escrita. Ele citou como sucesso de política nessa área o Programa Alfabetização na Idade Certa (PAIC), criado em 2007 pelo governo do Ceará quando Cid foi governador. O PAIC teve como parceiro o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e contou com apoio do governo federal. O foco do PAIC foi alfabetizar todos os alunos da rede pública cearense até os 7 anos de idade. Para Cid, os recentes resultados dos estudantes cearenses em exames nacionais mostram a importância de uma boa política de alfabetização na idade certa.</p>
<p>— O sucesso se reflete em diferentes indicadores, como o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). Em 2019, nos anos iniciais do Ensino Fundamental, a rede pública cearense obteve Ideb de 6,3 – superior à projeção de 4,8 feita pelo governo federal (&#8230;). O êxito cearense contribuiu para que o governo federal criasse o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC) &#8211; destacou Cid.</p>
<p>O senador lembrou que a pandemia de covid-19 impactou profundamente o ciclo da alfabetização no Brasil, como comprovou o resultado do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB) 2021. Cid também citou levantamento do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (INEP), que avaliou como &#8220;preocupantes&#8221; os resultados dos testes de proficiência aplicados a alunos do 2º ano do Ensino Fundamental em 2021, pois mais que dobrou o número de crianças com nível de proficiência abaixo do esperado em alfabetização.</p>
<p>— Trata-se de um grave prejuízo para a trajetória individual dos alunos e para o Brasil. Por isso o Parlamento deve estar permanentemente atento ao compromisso nacional com a alfabetização na idade certa &#8211; concluiu o senador.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/30/ce-cria-subcomissao-permanente-para-fiscalizar-as-politicas-de-alfabetizacao#251d268d-cbda-4e67-8a7c-9e7193880b85" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Laudo que diagnostica autismo deve ser permanente, aprova CDH</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 19:45:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[aprova]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Direitos Humanos (CDH) aprovou nesta quarta-feira (17) o projeto do senador Romário (PL-RJ) que determina que os laudos diagnosticando o Transtorno do Espectro Autista (TEA) em uma pessoa tenham validade permanente (PL 3.749/2020). O senador explica na justificativa que, não raro, famílias são oneradas desnecessariamente ao obterem laudos do TEA, em relação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Direitos Humanos (CDH) aprovou nesta quarta-feira (17) o projeto do senador Romário (PL-RJ) que determina que os laudos diagnosticando o Transtorno do Espectro Autista (TEA) em uma pessoa tenham validade permanente (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/143375" rel="noopener" target="_blank">PL 3.749/2020</a>). O senador explica na justificativa que, não raro, famílias são oneradas desnecessariamente ao obterem laudos do TEA, em relação a algum familiar, com validade predeterminada. Isso as obriga a obterem novos laudos quando a validade anterior se esgota. &#8220;O que é injustificável&#8221;, reforça Romário, pois o autismo é uma condição constitutiva permanente do indivíduo.</p>
<p>O relatório pela aprovação do PL 3749/2020 foi feito pela senadora Zenaide Maia (PSD-RN) e apresentado por Eliziane Gama (PSD-MA), como r<span>elatora Ad hoc</span>. Reforça que o caráter permanente da condição do indivíduo com autismo é algo &#8220;amplamente demonstrado pela Ciência&#8221;.</p>
<p>— O fato é que a amorosa atividade diária de familiares e demais responsáveis não deve ser sobrecarregada com exigências pouco razoáveis e que não aproveitam os avanços científicos. A caracterização do transtorno do espectro autista como uma condição permanente de vida é uma conclusão científica, amplamente demonstrada nos dias de hoje<span>—</span> ressaltou Eliziane, ao ler o relatório de Zenaide.</p>
<p>A análise dessa proposta segue agora à Comissão de Assuntos Sociais (CAS).</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/17/laudo-que-diagnostica-autismo-deve-ser-permanente-aprova-cdh#f9ffdc5b-fce2-4000-a54d-129248324e46" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>11ª reunião da Comissão Permanente de Constituição, Justiça e Redação deliberam 10 processos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Apr 2023 15:45:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A 11ª reunião da Comissão Permanente de Constituição, Justiça e Redação &#8211; CCJR foi realizada nesta quarta-feira (26) e deliberou 10 processos que constavam na pauta.&#038;nbsp Entre os processos analisados, o de número 12753/2022 – projeto de Lei de autoria do vereador Mário Nadaf (PV), que altera a lei n° 5090, de 22 de abril [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">A 11ª reunião da Comissão Permanente de Constituição, Justiça e Redação &#8211; CCJR foi realizada nesta quarta-feira (26) e deliberou 10 processos que constavam na pauta.&#038;nbsp</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">Entre os processos analisados, o de número 12753/2022 – projeto de Lei de autoria do vereador Mário Nadaf (PV), que altera a lei n° 5090, de 22 de abril de 2022 e dá outras providências teve como relator, o vereador Renivaldo Nascimento (PSDB) e teve o parecer rejeitado e o voto foi acompanhado pelos demais membros.&#038;nbsp</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">A justificativa com parecer do setor jurídico da Casa de Leis é que somente o Executivo pode fazer esta propositura e mudança de nomenclatura proposta (permissionário para autorizado).&#038;nbsp</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">Na reunião desta quarta-feira, participou o vice-presidente da Comissão vereador Renivaldo Nascimento e o membro titular, vereador Lilo Pinheiro (PDT).&#038;nbsp</div>
<div style="text-align: justify"><b><br /></b></div>
<div style="text-align: justify"><b>Confira a deliberação dos processos baixos:&#038;nbsp</b></div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">1) Processo nº 20328/2023 &#8211; PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO DE AUTORIA DO VEREADOR KÁSSIO COELHO QUE: CONCEDE O TÍTULO DE CIDADÃO CUIABANO AO SENHOR IRÊNIO AMARO DA SILVA. (Aprovado)</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">2)&#038;nbsp Processo nº 20329/2023 &#8211; PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO DE AUTORIA DO VEREADOR KÁSSIO COELHO QUE: CONCEDE O TÍTULO DE CIDADÃO CUIABANO AO SENHOR JOEL BELCHO PINTO. (Aprovado)</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">3) Processo nº 20348/2023 &#8211; PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO DE AUTORIA DO VEREADOR RODRIGO ARRUDA E SÁ QUE: CONCEDE O TÍTULO DE CIDADÃO CUIABANO AO SENHOR “DESEMBARGADOR AGUIMAR MARTINS PEIXOTO”. (Aprovado)</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">&#038;nbsp4) Processo nº 12753/2022 &#8211; PROJETO DE LEI DE AUTORIA DO VEREADOR PROF. MÁRIO NADAF QUE: ALTERA A LEI N° 5090, DE 22 DE ABRIL DE 2022 E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. (Rejeitado)</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">5) Processo nº 20511/2023 &#8211; PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO DE AUTORIA DO VEREADOR LILO PINHEIRO QUE: CONCEDE TÍTULO HONORÍFICO ORDEM DO MÉRITO LEGISLATIVO &#8220;ESPORTISTA JOAQUIM FRANCISCO DE ASSIS&#8221; A SENHORA ELAIR DIAS PINTO BRITO(DONA JUJU).&#038;nbsp (Aprovado)</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">6) Processo nº 19859/2023 &#8211; PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO SUBSTITUTIVO DE AUTORIA DO VEREADOR PROF. MÁRIO NADAF QUE: CONCEDE TÍTULO ORDEM DO MÉRITO LEGISLATIVO CUIABANO AO SENHOR HÉLIO MARCELO PESENTI SANDRIN. (Aprovado c/ emenda)</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">7) Processo nº 20213/2023 &#8211; PROJETO DE LEI DE AUTORIA DO VEREADOR PROF. MÁRIO NADAF QUE: ESTADO DE MATO GROSSO CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ COORDENADORIA DE COMISSÕES PERMANENTES&#038;nbsp DECLARA DE UTILIDADE PÚBLICA MUNICIPAL A ASSOCIAÇÃO “COMISSÃO DA LAVAGEM DAS ESCADARIAS DO ROSÁRIO E DE SÃO BENEDITO”. (Encaminhado para saneamento)</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">8) Processo nº 20766/2023 &#8211; PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO DE AUTORIA DO VEREADOR PROF. MÁRIO NADAF QUE: CONCEDE TÍTULO HONORÍFICO DE CIDADÃ ANA MARIA DO COUTO À SENHORA REGINA LÚCIA BORGES ARAÚJO. (Aprovado)</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">9) Processo nº 20452/2023 &#8211; PROJETO DE LEI DE AUTORIA DO VEREADOR FELLIPE CORRÊA QUE: INSTITUI O DIA DO PAU-RODADO NO MUNICÍPIO DE CUIABÁ. (Aprovado c/ emenda)</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">10) Processo nº 19401/2023 &#8211; PROJETO DE EMENDA À LEI ORGÂNICA DE AUTORIA DO VEREADOR FELLIPE CORRÊA QUE: MODIFICA O § 3º DO ART. 12 DA LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DE CUIABÁ. (Aprovado c/ emenda)</div>
<div></div>
<p> SECOM &#8211; Câmara Municipal de Cuiabá </p>
<div style="float:left;padding-top:20px">				     	</div>
<div style="width:670px;height:27px;float:left">                    </div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.camaracuiaba.mt.gov.br/noticia.php?id=13453#3835ef0c-13fc-4c40-a283-c5d83e325422" rel="noopener">Câmara de Cuiabá &#8211; MT</a></p>
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		<title>Luta por direitos das domésticas é permanente, dizem debatedores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Apr 2023 17:15:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[debatedores]]></category>
		<category><![CDATA[direitos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os dez anos de promulgação da Emenda das Domésticas, completados em 2 de abril, foram marcados por uma audiência pública na Comissão de Direitos Humanos (CDH), nesta segunda-feira (17), sobre os direitos da categoria. A Emenda Constitucional 72 fixou a remuneração dos trabalhadores domésticos de acordo com o salário mínimo, assegurou direitos como salário-maternidade, auxílio- [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os dez anos de promulgação da Emenda das Domésticas, completados em 2 de abril, foram marcados por uma audiência pública na Comissão de Direitos Humanos (CDH), nesta segunda-feira (17), sobre os direitos da categoria. A Emenda Constitucional 72 fixou a remuneração dos trabalhadores domésticos de acordo com o salário mínimo, assegurou direitos como salário-maternidade, auxílio- doença, auxílio-acidente, aposentadoria, pensão por morte e seguro-desemprego. Além disso, fixou a jornada de trabalho em oito horas por dia e a obrigatoriedade do recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), por meio da <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei.complementar:2015-06-01;150" rel="noopener" target="_blank">Lei Complementar 150, de 2015</a>, que também regulamentou a emenda. O presidente do colegiado e autor do requerimento para a reunião, senador Paulo Paim (PT-RS), ressaltou que a luta pelos direitos das domésticas deve ser permanente. </p>
<p>— Vem de longe [a luta], vem de outros tempos, da época da escravidão, da casa grande; mas a busca por respeito sempre esteve viva no dia a dia, na resistência coletiva. Temos muito por fazer e estamos no caminho do avanço. Oxalá, um dia possamos dizer que no Brasil não há mais trabalho escravo ou análogo à escravidão — disse o senador. </p>
<h3><strong>Informalidade</strong></h3>
<p>Paim observou que, na década, segundo dados do IBGE, o número de empregados domésticos diminuiu no país, ao passo que um crescimento de diaristas foi registrado, representando aumento da informalidade.</p>
<p>— Aumentou o número de diaristas: Três em cada quatro trabalham sem carteira assinada; 92% das vagas de trabalho doméstico são de mulheres, sendo 65% negras. Hoje há quase 6 milhões de trabalhadores domésticos no Brasil. Em 2013 havia 1,9 milhão com carteira assinada; 2022 fechou com 1,5 milhão de pessoas registradas. Os trabalhadores informais somavam 4 milhões. De 2013 até o ano passado, eram 4,3 milhões sem carteira assinada. A renda média da categoria também estagnou, de R$1.055 para R$1.052, em 2022. </p>
<p>Presidente do Instituto Doméstica Legal, Mario Avelino disse que o único direito que empregados domésticos ainda não alcançaram, em comparação ao trabalhador de uma empresa, se refere ao abono do PIS. Para o debatedor, o aumento da informalidade no trabalho doméstico registrado pelo IBGE não foi motivado pela PEC das Domésticas, nem resultado da Lei Complementar 150, que regulamentou a medida. Segundo Avelino, a norma beneficiou empregados e empregadores porque possibilitou, respectivamente, direitos e segurança jurídica. O convidado avaliou que os dados de informalidade são retrato da crise econômica registrada no Brasil entre 2016 a 2019, e que o quadro teria sido agravado pela pandemia de covid-19 que afetou o mundo. </p>
<p>— Só em 2020, o emprego doméstico perdeu 1,7 milhão de postos de trabalho entre formais e informais. Graças a Deus, com a vacinação, houve recuperação e hoje há um déficit, comparado ao [cenário] pré-pandemia, em 2019, de 500 mil postos de trabalho. Não foi a lei, não foi a PEC. A PEC é justa, deu direito, dignidade ao trabalhador e estímulo — disse, lembrando que o único direito que empregados domésticos ainda não alcançaram, em comparação ao trabalhador de uma empresa, se refere ao abono do PIS. </p>
<h3><strong>Fiscalização </strong></h3>
<p>A auditora fiscal do Trabalho Marina Cunha Sampaio confirmou que o trabalho doméstico no Brasil ainda é marcado por características como informalidade, baixa remuneração, vulnerabilidade e altos riscos, inclusive de assédio. A convidada defendeu a ampliação de uma campanha em defesa dos trabalhadores domésticos que busca uma mudança de postura social, por parte dos empregadores, e a informação dos trabalhadores quanto a seus direitos. </p>
<p>— Em abril, estamos começando um operativo nacional de fiscalização no Brasil todo, com a participação de auditores fiscais de todas as regiões. Trata-se de uma iniciativa inédita na inspeção do trabalho que, a meu ver, vai contribuir para a promoção de um trabalho doméstico decente, digno, e com garantia mínima de direitos sociais, já que a categoria ainda vive uma exclusão jurídico-civilizatória — disse Marina Sampaio.</p>
<p>Representante do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho, Teresinha de Lisieux Rodrigues denunciou que há um desaparelhamento no órgão e pediu a realização de concurso público para recomposição do quadro de pessoal. Segundo ela, apesar de a fiscalização sistemática ser essencial para o combate ao trabalho doméstico irregular, essa atuação tem sido ineficiente no Brasil, devido ao pequeno contingente e às dificuldades de atuação. </p>
<p>— Quando entrei, em 1996, éramos 3,2 mil e poucos auditores fiscais, hoje somos menos de 2 mil. Então, como se combate? Como se faz valer o direito, e não só das domésticas, com uma estrutura dessas? Tem sido um esforço pessoal: a gente &#8216;compra&#8217; aquela causa, já que temos recebido muitas denúncias de trabalho análogo à escravidão, e quando somos mal recebidos, [o caso] torna-se questão de medo e coragem, o que é terrível. A gente não tem sequer colete à prova de balas e conta com apenas dois carros que, para a gente conseguir, é preciso pedir com muita antecedência — relatou. </p>
<h3><strong>Trabalhadoras</strong></h3>
<p>A deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ) avaliou que, passados quase 35 anos desde a Constituinte, e mesmo após dez anos da promulgação da Emenda Constitucional 72, essa conscientização social ainda não é totalmente realidade. A deputada lembrou que, durante a constituinte, dizia-se não caber na Constituição essa previsão de direitos, mas declarou sempre ter defendido a regulação das relações de trabalho. Benedita disse que brigou muito pela aprovação da então PEC das Domésticas no Congresso e assinalou que, atualmente, as mulheres, por exemplo, continuam buscando a manutenção de suas conquistas. </p>
<p>— Ainda hoje no Brasil, encontramos trabalhos similares ao [regime] escravo. Não era admissível, num momento constitucional como aquele, a falta de espaço para esses trabalhadores. Havia uma discussão onde alegava-se, por exemplo, que a licença-maternidade não podia ser dada, que empregadores não eram empresa e, por conseguinte, não poderiam cumprir com os direitos. Buscamos, então, um equilíbrio. Enquanto estivermos precisando desses serviços, precisamos tratar [os profissionais domésticos] com os mesmos direitos dos demais trabalhadores. Somos seres humanos e temos o direito de um bem-viver. </p>
<h3><strong>Resistência</strong></h3>
<p>Relator da proposta que deu origem à Emenda Constitucional 72 , o ex-senador Romero Jucá defendeu o fortalecimento de órgãos como a Auditoria Fiscal do Trabalho e também sugeriu aos senadores a elaboração de uma campanha de comunicação que ajude a esclarecer a sociedade quanto às conquistas e contribua para a superação de desafios ainda enfrentados pela categoria. Ao rememorar o trabalho pela aprovação PEC das Domésticas, ele registrou a importância da audiência pública da CDH e mencionou a parceria de parlamentares como Paulo Paim e Benedita da Silva em favor do que considerou pautas importantes do país. </p>
<p>— Foi difícil construir [o texto] porque houve grande resistência e a gente tinha nuances como a do governo, dos empregadores, dos sindicatos. Dediquei-me muito para uma construção equilibrada, dentro da realidade que existia, mas é uma luta que precisa continuar. Não é fácil, mas vale a pena, porque avanços precisam chegar. </p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/04/17/luta-por-direitos-das-domesticas-e-permanente-dizem-debatedores#615027e7-d5e1-43a5-876d-8197e97a4c76" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>É preciso ação permanente do Estado nas terras ianomâmis, conclui comissão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Apr 2023 20:15:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[comiss]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A comissão do Senado que analisa a crise humanitária vivida pelo povo ianomâmi apresentará ao governo uma estratégia de ações permanentes para evitar que o quadro trágico volte a se repetir nas terras indígenas. O foco do relatório final foi apresentado nesta sexta-feira (14) pelo presidente do grupo, senador Chico Rodrigues (PSB-RR), durante a última [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A comissão do Senado que analisa a crise humanitária vivida pelo povo ianomâmi apresentará ao governo uma estratégia de ações permanentes para evitar que o quadro trágico volte a se repetir nas terras indígenas. O foco do relatório final foi apresentado nesta sexta-feira (14) pelo presidente do grupo, senador Chico Rodrigues (PSB-RR), durante a última audiência pública do colegiado, realizada em Boa Vista. A comissão ouviu diversas autoridades e representantes dos ianomâmis em Roraima, não só na audiência, mas durante toda a semana, em diligência externa. Na manhã desta sexta, os senadores também se reuniram com o governador do estado, Antonio Denarium, e outras autoridades.</p>
<p>O foco do relatório final, que será elaborado pelo senador Dr. Hiran (PP-RR), também foi apoiado pelo senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR). Ele afirmou que a crise envolvendo os ianomâmis e a invasão de garimpeiros ilegais na região já dura mais de 50 anos. Segundo o parlamentar, as ações pontuais das forças estatais dirimem em alguns momentos os conflitos de interesses envolvendo indígenas e invasores, mas assim que as ações são desmobilizadas, os garimpeiros ilegais voltam a ocupar diversas áreas das terras indígenas. Por isso a presença estatal deve ser permanente, não apenas na fiscalização e repressão aos invasores, mas também na saúde e assistência social, alertou Mecias.</p>
<h3><strong>Visita às terras</strong></h3>
<p>Chico Rodrigues esclareceu que a comissão não visitou o território ianomâmi durante a diligência externa, porque optou por acatar sugestão do Ministério da Saúde. A pasta sugeriu que a visita somente ocorresse após o dia 20 de abril, então a comissão optou por focar em ouvir o máximo dos atores envolvidos, incluindo os próprios indígenas, em vez da visita <em>in loco</em> ao território. Alguns dos senadores da comissão, como Astronauta Marcos Pontes (PL-SP), deixaram claro que pretendem ir pessoalmente às terras ianomâmi assim que for possível.</p>
<p>No Plenário do Senado, nesta quinta-feira (13), a senadora Damares Alves (Republicanos-DF), que também faz parte da comissão, reclamou que os senadores não puderam visitar os territórios devido à &#8220;influência de ONGs de extrema esquerda&#8221; na Funai. Ela relatou que quando foi ministra na gestão Jair Bolsonaro, sempre que manifestou interesse em ir lá, foi &#8220;desaconselhada&#8221; a ir, devido à ação dessas ONGs. Damares ainda afirmou que autoridades da Noruega e outros estrangeiros adentram o território, o que estaria sendo dificultado às autoridades brasileiras e aos senadores.</p>
<p>Ainda durante a reunião desta sexta-feira, Chico Rodrigues informou que o relatório deve recomendar que parte dos equipamentos apreendidos nas ações de repressão seja utilizada para assistência social e de saúde aos indígenas.</p>
<h3><strong>Tragédia humanitária</strong></h3>
<p>Na audiência desta sexta-feira, Mateus Sanumá, da Associação Ipassali, disse que a vinda de muitos indígenas venezuelanos nos últimos anos contribuiu para a piora dos quadros de fome e precariedade de saúde nos territórios ianomâmi brasileiros. Ele também pediu ao Senado que tenha uma ação mais efetiva, ouvindo todas as associações que representam povos originários.</p>
<p>Já Diego Milleo, superintendente do Ibama em Roraima, informou que pelo menos 120 toneladas de mercúrio foram despejadas nos rios que cortam o território ianomâmi nos últimos anos, o que comprometeu gravemente a pesca e causou tragédias ambientais que também foram cruciais no agravamento da fome crônica dos povos da região.</p>
<p>Outro participante, Leonardo Covezzi, da Funai, pediu apoio do Parlamento no reforço orçamentário do órgão. Covezzi alerta que a penúria orçamentária que atingiu a Funai a partir de 2016 tem criado sérias dificuldades para as atividades da fundação. Leandro Lacerda, que assumiu a coordenadoria do distrito sanitário ianomâmi em fevereiro, confirmou que o quadro que presenciou foi de &#8220;desmonte e total ausência de estrutura&#8221;. O procurador da República Alisson Marugal responsabilizou a omissão estatal nos últimos anos pela crise humanitária que se abateu sobre os ianomâmis.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/04/14/e-preciso-acao-permanente-do-estado-nas-terras-ianomamis-conclui-comissao#8efb1e14-9ccd-44bc-88ce-af369a7eca6d" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Judiciário de Mato Grosso realiza campanha permanente &#8220;adote um copo descartável&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Mar 2023 00:10:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[adote]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sempre é tempo de conscientização. Para incentivar práticas sustentáveis no Poder Judiciário, o Núcleo Socioambiental do Tribunal de Justiça reforça a importância da utilização do mínimo possível de materiais que possam ser descartados. A campanha permanente “Adote um copo descartável enquanto estiver nas dependências do Judiciário”, com a afixação de cartazes ilustrativos na sede do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://www.urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2023/03/17/31b5db488e1dcec2b422f4b99393433a.jpg" width="300" height="199" align="left" alt="">Sempre é tempo de conscientização. Para incentivar práticas sustentáveis no Poder Judiciário, o Núcleo Socioambiental do Tribunal de Justiça reforça a importância da utilização do mínimo possível de materiais que possam ser descartados. A campanha permanente “Adote um copo descartável enquanto estiver nas dependências do Judiciário”, com a afixação de cartazes ilustrativos na sede do Palácio da Justiça, é uma forma de incentivar, principalmente os visitantes a contribuir com o meio ambiente.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Cada copo demora mais de 200 anos para se decompor na natureza. Com esse grande impacto ambiental a intenção é sensibilizar as pessoas que frequentam a sede do Judiciário na Capital, seja a trabalho ou durante eventos, a colaborarem com a campanha.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A iniciativa vai conscientizar também servidores e servidoras a utilizarem copos ou canecas ao participarem de eventos, capacitações na Escola dos Servidores, bem como no horário de trabalho.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Além da economia com os gastos na aquisição de copos plásticos, a campanha tem objetivo, principalmente de contribuir com o futuro do planeta.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Já é rotina nos setores do Tribunal de Justiça e nas comarcas a utilização de copos e canecas próprios, sendo os copos descartáveis destinados somente para visitantes. Daí a importância da conscientização por meio dessa campanha. </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Agenda 2030 &#8211; Em 2015 os países que integram as Nações Unidas adotaram a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável como uma nova política global onde foram estabelecidos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) com 169 metas que devem ser cumpridas até 2030, por meio de iniciativas que envolvem organizações, governo, sociedade e empresas.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Uma das ações da Agenda 2030 relacionada a consumo é o<a href="https://brasil.un.org/pt-br/sdgs/12"> ODS 12,</a> que visa assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis. </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O Poder Judiciário Brasileiro é pioneiro, no mundo, na institucionalização da Agenda 2030.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A Agenda 2030 entrou na pauta do Judiciário em 2019, quando o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aderiu à causa de forma pioneira entre os Judiciários. No ano seguinte, os ODS foram inseridos na Estratégia Nacional do Poder Judiciário 2021-2026.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Desde então, foi intensificada a incorporação da Agenda 2030 nas normas que regulamentam a gestão dos tribunais.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição: imagem 1: fotografia de dois copos de plásticos.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Dani Cunha</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">imprensa@tjmt.jus.br</span></em></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/73914#b6d272ef-9002-4ebb-bb34-f07039fbdaef" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT</a></p>
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		<title>Senado aprova validade indefinida de laudos de deficiência permanente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 02:48:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[aprova]]></category>
		<category><![CDATA[deficiencia]]></category>
		<category><![CDATA[indefinida]]></category>
		<category><![CDATA[laudos]]></category>
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		<category><![CDATA[validade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Senado aprovou nesta terça-feira (14) a validade indeterminada para laudos que atestem deficiência permanente. O PL 3.660/2021 busca facilitar a vida de pessoas com deficiência irreversível, que muitas vezes enfrentam a exigência de laudos recentes para ter acesso a políticas públicas. O projeto, da senadora Zenaide Maia (Pros-RN), foi aprovado com mudanças feitas pela [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado aprovou nesta terça-feira (14) a validade indeterminada para laudos que atestem deficiência permanente. O <span><a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/150340">PL 3.660/2021</a></span> busca facilitar a vida de pessoas com deficiência irreversível, que muitas vezes enfrentam a exigência de laudos recentes para ter acesso a políticas públicas. O projeto, da senadora Zenaide Maia (Pros-RN), foi aprovado com mudanças feitas pela relatora, senadora Jussara Lima (PSD-PI), e segue para a Câmara dos Deputados.</p>
<p>O texto altera o <span><a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2015-07-06;13146">Estatuto da Pessoa com Deficiência</a></span>  (Lei 13.146/2015) para deixar claro que esses documentos terão validade indeterminada. Atualmente, segundo o estatuto, a forma de avaliação é de responsabilidade do Poder Executivo. O que ocorre é que muitas vezes pessoas com uma deficiência precisam enfrentar longas filas para ter acesso a novos laudos de uma situação que não vai mudar.</p>
<p>— São casos de deficiência irreversível, não havendo necessidade de fazer essas pessoas a cada ano provarem que continuam com a deficiência. É uma maneira de desburocratizar e tirar essas pessoas da fila da perícia — disse Zenaide em Plenário.</p>
<p>O laudo é peça fundamental para que a pessoa com deficiência tenha acesso a direitos e garantias, como benefícios, busca de emprego e isenção para compra de veículos ou serviços, por exemplo. A necessidade de renovação constante, na prática, pode funcionar como uma barreira no acesso dessas pessoas aos seus direitos.</p>
<p>Leis locais de estados e municípios já determinaram que laudos para pessoas com deficiência permanente não precisam ser renovados. É o caso da cidade de São Paulo e dos estados de Sergipe e Rio de Janeiro. A inclusão dessa regra em uma lei de alcance nacional pode facilitar a vida de pessoas com deficiência em todo o país</p>
<p>— Não deve a União andar na contramão da história, mas seguir os bons exemplos das suas unidades federativas — disse a relatora.</p>
<p><strong>Mudanças                   </strong></p>
<p>Jussara Lima aceitou uma mudança proposta pelo senador Carlos Viana (Podemos-MG). A emenda inclui do texto a expressão “para todos os efeitos legais” na parte que fala da validade indeterminada do laudo, para garantir que não haja a exclusão do direito em alguns casos.</p>
<p>A senadora Mara Gabrilli (PSD-SP) havia proposto uma emenda para  substituir no texto o termo “laudo” por “avaliação biopsicossocial”. Esse tipo de avaliação leva em conta não apenas questões clínicas, mas todo o ambiente social em torno da pessoa com deficiência (para avaliar o atendimento a ser dado a elas). A emenda acabou sendo rejeitada porque esse tipo de avaliação, já previsto no Estatuto, ainda não é uma realidade em várias partes do país.</p>
<p>— Eu não quero que o Brasil tenha uma visão da pessoa com deficiência de que ela não pode melhorar e exercer cidadania. A gente quer continuar aprimorando a Lei Brasileira de Inclusão. Será preciso que trabalhar muito para que não haja somente laudos médicos, para que uma visão médica não diga quem é a pessoa e que a gente consiga fazer essa avaliação biopsicossocial no Brasil inteiro — disse a senadora.</p>
<p>Para o senador Flávio Arns (PSB-PR), enquanto não houver, na prática, a avaliação biopsicossocial, a pessoa deve poder atestar por outros meios que essa deficiência existe e que é permanente.</p>
<p>— Sou totalmente a favor disso, inclusive como pai de uma pessoa com deficiência. É um sacrifício levar o filho em cadeira de rodas para fazer uma perícia, ficar lá 3 horas, 4 horas, quando a situação é permanente. Vamos ter sensibilidade com as famílias e com as pessoas — pediu o senador.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/03/14/senado-aprova-validade-indefinida-de-laudos-de-deficiencia-permanente#3145dff7-c309-41ec-978a-6f06596b5f58" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Após catástrofe ambiental pantaneira, atenção ao bioma é permanente na Comissão de Meio Ambiente  da ALMT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 00:17:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[catastrofe]]></category>
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		<category><![CDATA[pantaneira]]></category>
		<category><![CDATA[permanente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Convidado pela Comissão de Meio Ambiente e Recursos Hídricos da ALMT, o tenente-coronel BM Marco Aurélio Aires da Silva – comandante do Batalhão Especial Ambiental (BEA) do Corpo de Bombeiros Militar – explanou sobre o planejamento para prevenção e combate a incêndios florestais no Pantanal Foto: Ronaldo Mazza A Comissão de Meio Ambiente e Recursos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="template-border-midia">
<figure data-template-type="imagem" data-template-align-horizontal="left" data-template-align-vertical="top">         <img decoding="async" src="https://storage.al.mt.gov.br/api/v1/download/image/560120?width=420px&#038;quality=80">         </p>
<div class="font-autor-foto">
<p>                                     Convidado pela Comissão de Meio Ambiente e Recursos Hídricos da ALMT, o tenente-coronel BM Marco Aurélio Aires da Silva – comandante do Batalhão Especial Ambiental (BEA) do Corpo de Bombeiros Militar – explanou sobre o planejamento para prevenção e combate a incêndios florestais no Pantanal                             </p>
<p>                 <i>Foto:                     Ronaldo Mazza</i>             </p>
</p>
</div>
</figure>
<p style="text-align:justify">A Comissão de Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Assembleia Legislativa de Mato Grosso realizou na tarde de terça-feira (14/3) a primeira reunião ordinária do período legislativo, pautada pela preocupação dos deputados com o bioma pantaneiro, que renasce das cinzas após a devastação de proporções apocalípticas, desastre ainda vivos na memória. </p>
<p style="text-align:justify">“Jamais o Estado de Mato Grosso poderá permitir que a catástrofe ambiental de três anos atrás venha a se repetir por falta de previsão institucional para a tragédia anunciada”, sentenciou o presidente da comissão, deputado Carlos Avallone (PSDB) &#8211; que conduziu a reunião, acompanhado pelos pares, Juca do Guaraná Filho (MDB) e Wilson Santos (PSD). </p>
<p style="text-align:justify">Ele apontou a inércia governamental não apenas nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, mas também do governo federal. “Não poderíamos ter sido surpreendidos, porque havia estudos climatológicos que apontavam estiagem severa, cenário antecipado dos incêndios gigantescos que flagelaram o Pantanal em 2020”, completou Avallone. </p>
<p style="text-align:justify"><strong>PRONTIDÃO </strong></p>
<p style="text-align:justify">Convidado pela Comissão de Meio Ambiente e Recursos Hídricos da ALMT, o tenente-coronel BM Marco Aurélio Aires da Silva – comandante do Batalhão Especial Ambiental (BEA) do Corpo de Bombeiros Militar – explanou sobre o planejamento para prevenção e combate a incêndios florestais no Pantanal.  </p>
<p style="text-align:justify">“Estamos de prontidão com efetivo, recursos operacionais e equipamentos providos pelo governo estadual; a Assembleia Legislativa desempenha papel fundamental nesse esforço e, além de aprovar as matérias orçamentárias para proteção ambiental, também aprovou importantes alterações na legislação específica sobre o bioma pantaneiro, especialmente quanto ao uso controlado do fogo, com técnica e critério, como ferramenta preventiva às grandes queimadas”, reconheceu Aires.  </p>
<p style="text-align:justify"><strong>PROJETOS DE LEI </strong></p>
<p style="text-align:justify">Embora a atenção institucional ao Pantanal mato-grossense tenha sido tema principal da reunião, os parlamentares também discutiram cinco projetos de lei – dos quais três tiveram parecer favorável da comissão e seguem para primeira votação em plenário. Outro projeto de lei foi retirado de pauta a pedido do autor e o último teve parecer que apontou “prejudicialidade” da matéria. </p>
<p style="text-align:justify">Aprovados à unanimidade pela comissão o PL 907/2020, proposto pelo deputado Elizeu Nascimento (PL) – altera a lei disciplinadora da Política Estadual de Resíduos Sólidos, e insere a previsão e desenvolvimento de programas visando estimular o descarte adequado de material perfuro-cortante -; o PL 419/2021, apresentado pelo Eduardo Botelho (União) – trata da implantação de logística reversa no estado – e o PL 674/2021, apresentado pelo então deputado Alan Kardec, cujo objeto é a instituição de campanha permanente com o fim de conscientização sobre uso da água. </p>
</p>
</div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.al.mt.gov.br/midia/texto/apos-catastrofe-ambiental-pantaneira-atencao-ao-bioma-e-permanente-na-comissao-de-meio-ambiente-da-almt/visualizar#a62d5dd1-ede8-4119-983f-ec9b51093032" rel="noopener">ALMT</a></p>
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		<title>Desembargador e juíza são reconduzidos como membros do Núcleo Permanente de Solução de Conflitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2023 00:15:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[conflitos]]></category>
		<category><![CDATA[desembargador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O desembargador Mário Roberto Kono de Oliveira e a juíza Cristiane Padim da Silva foram reconduzidos como presidente e coordenadora, respectivamente, do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos e Cidadania (Nupemec) para o biênio 2023/2024. A recondução foi aprovada por unanimidade pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.   [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O desembargador Mário Roberto Kono de Oliveira e a juíza Cristiane Padim da Silva foram reconduzidos como presidente e coordenadora, respectivamente, do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos e Cidadania (Nupemec) para o biênio 2023/2024. A recondução foi aprovada por unanimidade pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O desembargador e a juíza atuaram nos cargos nos últimos dois anos com trabalho voltado à expansão e fortalecimento da cultura da pacificação social.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O Nupemec fomenta a busca de soluções para os conflitos mediante a construção de acordos para contribuir para a efetiva pacificação de conflitos.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Além disso, o Nupemec avança na formação e capacitação de conciliadores(as) e mediadores(as), incluindo mediação escolar, bem como na gestão dos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs).</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Dani Cunha</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">imprensa@tjmt.jus.br</span></em></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/73579#3a55a5c4-6e5c-4087-b74a-93702c78d537" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT</a></p>
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		<title>Pecuarista deve suspender ação em possível área de proteção ambiental permanente em Chapada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Nov 2022 14:16:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[chapada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) determinou a suspensão de atividades que possam prejudicar ou retirar vegetação de área suspeita de ser de preservação ambiental permanente em Chapada dos Guimarães. A decisão da Segunda Câmara de Direito Privado ocorreu na sessão do dia 16 de novembro e processo foi relatado pela desembargadora Marilsen [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) determinou a suspensão de atividades que possam prejudicar ou retirar vegetação de área suspeita de ser de preservação ambiental permanente em Chapada dos Guimarães. A decisão da Segunda Câmara de Direito Privado ocorreu na sessão do dia 16 de novembro e processo foi relatado pela desembargadora Marilsen Andrade Addario.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Uma empresa do setor da pecuária entrou com recurso no TJMT contra decisão que concedeu tutela de urgência determinando que pare de realizar qualquer modificação na vegetação que compõe a área do Lote 29 da Quadra 15. A pena para desobediência é de multa diária de R$ 1.000,00 até o limite de R$ 20.000,00 e a averbação da existência da demanda na matrícula do imóvel.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Uma associação procurou a Justiça informando que empresa pecuária estaria efetuando a limpeza do local com tratores, colocando em risco nascente e área de proteção e conservação ambiental, requereu, em tutela de urgência, que a demandada fosse impedida de efetuar qualquer modificação na vegetação. Em liminar, foi determinado que a empresa suspenda qualquer modificação na vegetação.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">No entanto, a pecuária recorreu ao Tribunal de Justiça buscando mudar a decisão. Ao apreciar os autos, em caráter sumário, a relatora identificou que não é possível concluir, com a segurança necessária, que que Lote 29 da quadra 15, está fora da área de preservação permanente. Isso porque ao avaliar um dos mapas existentes no processo de Licenciamento Ambiental da Secretaria de Estado e Meio Ambiente (SEMA-MT), observou que o referido lote se encontra na área do mapa com vegetação densa, possivelmente nativa.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Assim, concluiu que “eventual desmate de vegetação nativa de área de preservação permanente trará prejuízos ambientais irreversíveis, ao passo que a licença pode ser renovada. Portanto, afigura-se prudente a manutenção das decisões recorridas até a instrução processual, quando as dúvidas sobre a existência ou não de área de preservação permanente nos lotes 29 e 30 poderão ser sanadas, inclusive por meio de perícia judicial. Ante o exposto, nego provimento ao recurso”.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Número do processo: 1018113-36.2022.8.11.0000</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Andhressa Barboza</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">imprensa@tjmt.jus.br</span></em></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/71301#b161e9f8-9eea-44cd-be13-799bf26ae24f" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/pecuarista-deve-suspender-acao-em-possivel-area-de-protecao-ambiental-permanente-em-chapada/">Pecuarista deve suspender ação em possível área de proteção ambiental permanente em Chapada</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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