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	<title>Arquivos parto - FATO MT</title>
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	<lastBuildDate>Thu, 25 May 2023 18:16:44 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos parto - FATO MT</title>
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		<title>Mercado de Trabalho, assistência psicológica no parto e ato contra intolerância religiosa foram os assuntos da Tribuna Livre na Câmara de Cuiabá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2023 18:16:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Tribuna Livre realizada durante Sessão Ordinária, na Câmara de Cuiabá recebeu na manha desta quinta-feira (25), o estudante Guilherme Candido da Silva Vasconcelos, psicóloga Fabiane Espínola e o Baba Georg de Odé.&#038;nbsp O primeiro a usar a Tribuna foi o estudante, Guilherme Candido da Silva Vasconcelos, que falou sobre, o impacto da pandemia no [&#8230;]</p>
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<div style="text-align: justify">A Tribuna Livre realizada durante Sessão Ordinária, na Câmara de Cuiabá recebeu na manha desta quinta-feira (25), o estudante Guilherme Candido da Silva Vasconcelos, psicóloga Fabiane Espínola e o Baba Georg de Odé.&#038;nbsp</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">O primeiro a usar a Tribuna foi o estudante, Guilherme Candido da Silva Vasconcelos, que falou sobre, o impacto da pandemia no mercado de trabalho dos jovens.&#038;nbsp</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">O jovem foi convidado da vereadora Edna Sampaio (PT).</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">O segundo a fazer uso do espaço foi à psicóloga, Fabiane Espínola, que alertou a população e as autoridades sobre a importância da assistência psicológica no parto. Ela foi convidada da vereadora Michelly Alencar (UB).&#038;nbsp</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">O terceiro e última, fazendo parte do art. 125, foi o Baba Georg de Odé que falou sobre a intolerância religiosa e agradeceu ao vereador Sargento Vidal, o qual realizou nesta manhã, um evento contra a intolerância em todos os sentidos, mas principalmente com relação à religião de tradição africana/afrodescendente.&#038;nbsp</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">Obs.: as tribunas podem ser assistidas na íntegra em: https://www.youtube.com/watch?v=NL1hQYAuRUY&#038;amplist=PLJm3WidrWQZHkuxH2ALo-NEDax5voabKR</div>
<div style="text-align: justify"></div>
<p> SECOM &#8211; Câmara Municipal de Cuiabá </p>
<div style="float:left;padding-top:20px">				     	</div>
<div style="width:670px;height:27px;float:left">                    </div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.camaracuiaba.mt.gov.br/noticia.php?id=13669#ac38abe1-25c8-4d5c-8b49-e0f4f5098856" rel="noopener">Câmara de Cuiabá &#8211; MT</a></p>
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		<title>Viih Tube e a culpa materna no pós-parto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2023 21:45:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[culpa]]></category>
		<category><![CDATA[materna]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução/Instagram Viih Tube fala sobre sentimento de culpa no pós-parto Na segunda-feira (22), após um mês do nascimento da filha, Lua, a influenciadora publicou um resumo dos primeiros 30 dias. A ex-BBB confessou que sentiu muita culpa e medo de ser uma mãe ruim. Segundo a influenciadora, os primeiros 15 dias foram desesperadores e desafiadores. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="gd6 noticiaFloat">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative"> <span> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ez/9z/qu/ez9zqu1ugq14byd8xpbk4pxhq.jpg" alt="viih tube"> </span><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Reprodução/Instagram</cite> </p>
<p>Viih Tube fala sobre sentimento de culpa no pós-parto </p>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Na segunda-feira (22), após um mês do nascimento da filha, Lua, a influenciadora publicou um resumo dos primeiros 30 dias. A ex-BBB confessou que sentiu muita culpa e medo de ser uma mãe ruim.</p>
<p class="">Segundo a influenciadora, os primeiros 15 dias foram desesperadores e desafiadores. &#8220;Em alguns momentos, nos primeiros 15 dias, eu parei e pensei: &#8216;Meu Deus, acho que não nasci pra ser mãe'&#8221;, revelou. &#8220;O amor pelo bebê é enorme. Veio um sentimento de luta pela vida, você não vai mais ser sozinha, você tem alguém que depende de você”.</p>
<p>Marília Scabora, psicóloga obstétrica e fundadora da Comunidade Tribo Mãe, diz que é fundamental trabalhar o aspecto psicológico da mulher durante a gravidez e de manter esse cuidado após o parto para garantir o bem-estar tanto da mãe quanto do bebê. A gravidez é uma fase de grandes mudanças físicas, hormonais e emocionais na vida de uma mulher, e é essencial reconhecer e cuidar dos aspectos psicológicos envolvidos nesse processo e que é único para cada mulher.</p>
<p>&#8220;Durante a gravidez, as mulheres podem experimentar uma ampla gama de emoções, incluindo alegria, ansiedade, medo, estresse e tristeza. O cuidado com o aspecto psicológico é importante porque o estado emocional da mãe afeta a qualidade de vida dela, como ela vive essa experiência e pode afetar diretamente o desenvolvimento do bebê. Estudos mostram que altos níveis de estresse e ansiedade na mãe durante a gestação podem estar associados a complicações obstétricas, partos prematuros, baixo peso ao nascer e até mesmo problemas de desenvolvimento na criança&#8221;, diz a especialista.</p>
<p>Além disso, trabalhar o psicológico da mulher durante a gravidez pode ajudar a promover um vínculo saudável entre mãe e bebê. &#8220;O período gestacional é uma oportunidade para a mãe estabelecer uma conexão emocional com o feto em desenvolvimento, o que pode influenciar positivamente o relacionamento mãe-filho após o nascimento. Cuidar do bem-estar emocional da mulher durante a gravidez pode contribuir para uma transição mais suave para a maternidade e fortalecer a capacidade da mãe de cuidar do seu filho. E, novamente, esse processo é único para cada mulher, viver essa fase com menos ou mais dificuldade de adaptação, não faz de ninguém menos ou mais mãe. Dependendo do estilo de vida que essa mulher leva antes de se tornar mãe, mais ou menos adaptações a vida dela terá que passar para comportar os novos cuidados e responsabilidades que uma criança trás e é importante que a mulher se sinta acolhida nas suas necessidades específicas.&#8221;</p>
<p class="">Após o parto, o cuidado com o aspecto psicológico continua sendo crucial. A chegada de um bebê traz consigo uma série de desafios e ajustes na vida da mãe, incluindo mudanças nos padrões de sono, alterações hormonais, demandas físicas e emocionais do cuidado com o recém-nascido, entre outros fatores. Esse período pós-parto, conhecido como puerpério, pode ser emocionalmente intenso e desafiador para muitas mulheres.</p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/95/t1/sr/95t1sr2k7zqq8hhqqg1fc7u7k.jpg" width="906" height="509" alt="Viih Tube e Eliezer com a filha Lua" title="Viih Tube e Eliezer com a filha Lua"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Reprodução/Instagram</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Viih Tube e Eliezer com a filha Lua</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p>&#8220;Investir no cuidado psicológico nesse momento ajuda a mulher a lidar com as mudanças, a enfrentar possíveis sintomas de depressão pós-parto, a promover uma recuperação física e emocional mais rápida, traçar diferentes estratégias de adaptação que leve em consideração o estilo de vida que faz mais sentido para ela e a fortalecer os laços familiares. O apoio psicológico adequado pode proporcionar um ambiente favorável para o desenvolvimento saudável do bebê, pois uma mãe emocionalmente estável e bem-cuidada é capaz de oferecer uma interação afetiva e atenciosa com seu filho&#8221;, diz Marília .</p>
<p>Existem várias formas de trabalhar o aspecto psicológico durante a gravidez e após o parto. O suporte emocional por meio de terapia individual, em grupo ou com o parceiro pode ser benéfico. Além disso, a educação sobre os aspectos emocionais da gravidez e da maternidade, o estabelecimento de uma rede de apoio social e a prática de técnicas de relaxamento, como exercícios de respiração e meditação, podem ser recursos úteis para promover o bem-estar psicológico da mulher nesse período.</p>
<p>&#8220;Em resumo, trabalhar o aspecto psicológico da mulher durante a gravidez e após o parto é de extrema importância para garantir o bem-estar tanto da mãe quanto do bebê. Isso envolve reconhecer e cuidar das emoções e dos desafios que surgem nessa fase, e que é diferente para cada mulher, promovendo um ambiente emocionalmente saudável. Muitas mulheres se tornam mães, sem antes terem passado por um processo de terapia, seja para cuidar de traumas passados ou para autoconhecimento, então muito desse conteúdo reprimido acaba aflorando nesse momento de vulnerabilidade psíquica. Ter um acompanhamento profissional especializado, irá auxiliar essa mulher a cuidar de si, ressignificar sua própria história e curar essas feridas que reaparecem&#8221;, recomenda.</p>
<p>Ao investir no cuidado psicológico, é possível reduzir os níveis de estresse e ansiedade da gestante, prevenir complicações obstétricas, fortalecer o vínculo entre mãe e bebê e facilitar a transição para a maternidade. Além disso, o cuidado contínuo após o parto ajuda a mãe a enfrentar os desafios da maternidade que mudam com frequência conforme o bebê vai crescendo, é um processo trabalhoso, que exige muita criatividade, conhecimento e resiliência e que pode ser vivido com muito mais leveza quando se tem um acompanhamento especializado. </p>
<p>É importante ressaltar que cada mulher tem experiências únicas e pode enfrentar desafios psicológicos diferentes durante a gravidez e a maternidade. Portanto, é essencial que haja um ambiente de apoio adequado, com profissionais de saúde, familiares e amigos capacitados a oferecer suporte emocional, compreensão e empatia.</p>
<p>&#8220;Em última análise, quando a mulher recebe o cuidado psicológico necessário durante a gravidez e após o parto, ela tem maior probabilidade de vivenciar essa fase de forma mais saudável e gratificante, o que contribui para o seu bem-estar geral e para o desenvolvimento saudável do bebê&#8221;, finaliza Marília.   </p>
<div class="Noticia_Embed"> <span class="componente-embed-noticia"> </p>
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned="data-instgrm-captioned" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/CsjLn1ONGIz/?utm_source=ig_embed&#038;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style="background: #FFF;border: 0;border-radius: 3px;margin: 1px;max-width: 540px;min-width: 326px;padding: 0;width: calc(100% - 2px)">
<div style="padding: 16px"> <a href="https://www.instagram.com/reel/CsjLn1ONGIz/?utm_source=ig_embed&#038;utm_campaign=loading" style="background: #FFFFFF;line-height: 0;padding: 0 0;text-align: center;text-decoration: none;width: 100%" target="_blank" rel="noopener"> </p>
<div style="flex-direction: row;align-items: center">
<div style="flex-direction: column;flex-grow: 1;justify-content: center">   </div>
</p>
</div>
<div style="height: 50px;margin: 0 auto 12px;width: 50px">          </div>
<div style="padding-top: 8px">
<div style="color: #3897f0;font-family: Arial,sans-serif;font-size: 14px;font-style: normal;font-weight: 550;line-height: 18px">Ver essa foto no Instagram</div>
</p>
</div>
<div style="flex-direction: row;margin-bottom: 14px;align-items: center">
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<div style="margin-left: 8px">   </div>
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</p>
</div>
<div style="flex-direction: column;flex-grow: 1;justify-content: center;margin-bottom: 24px">   </div>
<p> </a> </p>
<p style="color: #c9c8cd;font-family: Arial,sans-serif;font-size: 14px;line-height: 17px;margin-bottom: 0;margin-top: 8px;overflow: hidden;padding: 8px 0 7px;text-align: center"> <a href="https://www.instagram.com/reel/CsjLn1ONGIz/?utm_source=ig_embed&#038;utm_campaign=loading" style="color: #c9c8cd;font-family: Arial,sans-serif;font-size: 14px;font-style: normal;font-weight: normal;line-height: 17px;text-decoration: none" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Viih Tube (@viihtube)</a>  </p>
</p>
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</blockquote>
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<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2023-05-24/viih-tube-e-a-culpa-materna-no-pos-parto.html#4d177383-00d7-4c95-8d64-84644d5e73a0" rel="noopener">Mulher</a></p>
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		<title>Pós-parto: o que é puerpério e quanto tempo ele dura?</title>
		<link>https://fatomt.com.br/pos-parto-o-que-e-puerperio-e-quanto-tempo-ele-dura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2023 10:15:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FreePik Período é marcado pela recuperação física e emocional que ocorre após o parto. Quem nunca ouviu, de mães ou avós, sobre o famoso ‘resguardo’ depois do nascimento de um bebê? Esse período, conhecido pelos médicos como puerpério, representa o tempo em que o corpo da mulher se recupera das mudanças da gravidez. Entre no [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1j/s8/un/1js8untm8eohug94lg5cilgxk.jpg" width="906" height="509" alt="Período é marcado pela recuperação física e emocional que ocorre após o parto." title="Período é marcado pela recuperação física e emocional que ocorre após o parto."> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>FreePik</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Período é marcado pela recuperação física e emocional que ocorre após o parto.</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p class="">Quem nunca ouviu, de mães ou avós, sobre o famoso ‘resguardo’ depois do nascimento de um bebê? Esse período, conhecido pelos médicos como puerpério, representa o tempo em que o corpo da mulher se recupera das mudanças da gravidez.</p>
<p> <strong>Entre no canal do  <a href="https://t.me/iGDelas" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais!</strong> </p>
<p>Durante os nove meses de gestação, o corpo feminino passa por drásticas transformações, como o aumento dos seios, ganho de peso, expansão do útero e mudanças hormonais. Consequentemente, leva um certo tempo para que ele retorne ao estado pré-gravidez.</p>
<h3>Etapas</h3>
<p>O puerpério se inicia logo após o parto e dura, na maioria dos casos, até a 6ª semana de pós parto (45-42º dia).</p>
<p>Ele também se divide em três etapas: do 1º ao 10º dia, o puerpério imediato; do 10º ao 45º dia, puerpério tardio; e depois do 45º dia, o puerpério remoto, que tem duração variável &#8211; para algumas mulheres, os quarenta e cinco dias são tempo suficiente para a recuperação, enquanto para outras, o corpo demora mais para se readaptar.</p>
<p>Durante essas semanas, o útero se contrai e retorna ao seu tamanho normal, a produção de leite materno é estabelecida e os níveis hormonais se ajustam ao valor regular. Essas mudanças podem causar sintomas como cólicas, sangramento vaginal, sudorese noturna, inchaço e dor nos seios.</p>
<p>Logo após o nascimento do bebê, também é comum ouvir mulheres relatarem a sensação de &#8220;órgãos soltos”. De acordo com a médica ginecologista e obstetra Juliana Schablatura Vera, isso é completamente normal, “devido à reorganização dos órgãos após a liberação de espaço no abdome e à flacidez dos músculos”, atesta.</p>
<p>“Também é normal sentir cólicas durante a amamentação, devido a liberação da ocitocina que ajuda a fazer o útero voltar ao seu tamanho normal”, conta a médica.</p>
<h3>  Saúde mental</h3>
<p>A saúde emocional também é abalada pela chegada de um bebê. Depois do nascimento, a mulher passa por uma queda hormonal significativa, o que pode abalar as emoções da genitora.  </p>
<p>Entre as principais mudanças emocionais, Schablatura enumera a ansiedade sobre a saúde do bebê, o cansaço devido à nova rotina, a frustração pelas mudanças físicas e a pressão trazida pela ‘maternidade perfeita’.  “É comum e esperada a falta de desejo sexual, e o Blues Puerperal, que é um sentimento de tristeza, ansiedade, irritabilidade e cansaço”, reforça a especialista.</p>
<p>A médica ainda reforça que 40% das mulheres podem desenvolver esse quadro de baby blues, que se inicia 2-3 dias após o parto e que consiste em sintomas depressivos leves, geralmente autolimitados, mas que podem ser um fator de risco para o desenvolvimento de depressão pós parto. Nesses dias, é comum que essas mulheres sofram com choro fácil, fragilidade emocional e estresse.</p>
<p>“Logo após o parto há uma queda significativa dos hormônios estrogênio e progesterona, e isso pode aumentar os níveis de uma enzima chamada monoamina oxidase que degrada alguns neurotransmissores no cérebro, podendo levar aos sintomas depressivos”, diz.</p>
<p>Em entrevista ao iG Delas, a psicóloga especialista em Perinatalidade Júlia Weiss reflete que o ambiente em que a mãe está inserida é uma das variáveis fundamentais para a experiência de puerpério que ela terá.</p>
<p>“A rede de apoio é um dos elementos desse ambiente e que pode funcionar tanto como protetor da saúde mental da puérpera ou, outras vezes, acaba mais atrapalhando do que ajudando”, conta. </p>
<p>Essa rede de apoio deve oferecer um espaço seguro para a puérpera expressar suas emoções, compartilhar suas preocupações e receber encorajamento e apoio &#8211; tudo o que puder ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade.</p>
<p>Outro elemento importante dessa experiência para Weiss é a figura do psicólogo e do psiquiatra. Quando a mãe sente que precisa de ajuda, a psicoterapia pode ser uma boa aliada para a melhora da saúde mental no puerpério.</p>
<p>“A psicoterapia individual é uma das formas que a mãe pode receber apoio psicológico no puerpério. É importante que a(o) psicóloga(o) escolhido seja alguém sensível às particularidades das vivências do puerpério. Para isso, a psicoterapeuta deve levar em consideração que o puerpério é um evento biopsicossocial e não subestimar a magnitude da transformação vivida por aquela mulher.”</p>
<p>Ela ressalta que em algumas situações pode ser necessário o uso de medicamentos e é essencial que a família encontre um médico psiquiatra que esteja capacitado para acolher e medicar a genitora. </p>
<h3>O que a mãe deve evitar?</h3>
<p>Em tempos de grandes mudanças, existem cuidados fixos que são necessários para a recuperação completa do corpo físico e da saúde mental das mães. </p>
<p>É importante evitar atividades que exijam muito esforço físico. O corpo precisa de tempo para se recuperar do parto, portanto, levantar objetos pesados, praticar exercícios intensos ou realizar tarefas domésticas devem ser evitados.</p>
<p>A médica Juliana conta que pequenas caminhadas são incentivadas o quanto antes, como forma de prevenir trombose e normalizar a função do intestino. Segundo ela, não há um consenso de quanto tempo é necessário ficarem afastadas de atividade física moderada, como academia, mas é razoável que as mães retornem entre 30 a 60 dias.</p>
<p>Quando se trata de alimentação, a recomendação é a ingestão de alimentos nutritivos, como proteínas magras, frutas e verduras. Uma dieta balanceada e saudável fornece os nutrientes necessários para a recuperação do corpo.</p>
<p>Os médicos também recomendam que o casal volte a praticar relações sexuais somente 40 dias depois do parto, mas algumas mulheres podem necessitar de mais tempo do que isso.</p>
<p>Para Schablatura, o sexo é possível desde que o períneo esteja cicatrizado, o que leva cerca de duas semanas, caso haja contracepção e a mulher tenha vontade: “no entanto, a maioria das mulheres não estará pronta para retomar a vida sexual por diversos motivos, e é necessário respeitar esse processo.”</p>
<p>Não se pode esquecer de manter consultas de acompanhamento com o médico ou profissional de saúde. Essas consultas são importantes para verificar a recuperação pós-parto, discutir questões de saúde e tirar quaisquer dúvidas ou preocupações.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/filhos/2023-05-22/puerperio-o-que-e.html#d91a18e8-2945-423e-8671-421661f7892d" rel="noopener">Mulher</a></p>
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		<title>Depressão pós-parto será tema de audiência pública na CAS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 May 2023 00:45:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[audiencia]]></category>
		<category><![CDATA[depress]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou nesta quarta-feira (17) a promoção de audiência pública, em data a ser definida, para discutir medidas que promovam a conscientização da população sobre a situação de mulheres que sofrem com depressão pós-parto. Uma das ações a serem debatidas é a instituição de um Dia da Conscientização e Combate [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou nesta quarta-feira (17) a promoção de audiência pública, em data a ser definida, para discutir medidas que promovam a conscientização da população sobre a situação de mulheres que sofrem com depressão pós-parto. Uma das ações a serem debatidas é a instituição de um Dia da Conscientização e Combate à Depressão Pós-Parto.</p>
<p>A audiência foi requerida (RQS 43/2023 &#8211; CAS) pela senadora Leila Barros (PDT-DF), que apontou estudo recente da Fiocruz mostrando que 25% das mães têm diagnóstico de depressão pós-parto. Grande parte não chega procurar ajuda médica para ser diagnosticada e, por consequência, tratada.</p>
<p>Uma condição comum que acomete as mães no puerpério é o <em>babyblues</em>, que se manifesta nos primeiros dias após o parto, ocasionando o sentimento de tristeza. Diferentemente, a depressão pós-parto é um transtorno caracterizado por profunda tristeza e requer um cuidado maior, com tratamento adequado.</p>
<p>A depressão pós-parto pode, ainda, promover falta de interesse por atividades diárias, insônia, cansaço extremo, ansiedade, sentimento de culpa e falta de conexão com o bebê, entre outros sintomas.</p>
<p>— Portanto, faz-se urgente debater medidas para facilitar a busca de tratamento pelas mulheres e para conscientizar a população para que as mães tenham suporte e passem por menos momentos de pressão, comuns ocasionadores do transtorno — defendeu a senadora.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/17/depressao-pos-parto-sera-tema-de-audiencia-publica-na-cas#17ef4d94-1a04-44af-838f-f9f8e58ded65" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Veja a importância do cuidado com a saúde mental após o parto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2023 18:15:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado]]></category>
		<category><![CDATA[importancia]]></category>
		<category><![CDATA[mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Redação EdiCase Veja a importância do cuidado com a saúde mental após o parto De acordo com a pesquisa realizada em 2020, pelo Instituto Fiocruz, sobre as principais questões de saúde mental no parto, cerca de 10% das mulheres grávidas e 13% das puérperas (período após o parto até que o organismo da mulher volte [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/22/ua/j2/22uaj26tkr46x94c0dqmnk4le.jpg" loading="lazy" width="652" height="408" alt="Veja a importância do cuidado com a saúde mental após o parto" title="Veja a importância do cuidado com a saúde mental após o parto"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Redação EdiCase</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Veja a importância do cuidado com a saúde mental após o parto</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p>De acordo com a pesquisa realizada em 2020, pelo Instituto Fiocruz, sobre as principais questões de saúde mental no parto, cerca de 10% das mulheres grávidas e 13% das puérperas (período após o parto até que o organismo da mulher volte às condições normais) sofrem de problemas de saúde mental. Dentre eles, a depressão se destaca.</p>
<p>Além disso, a ferramenta de medicina baseada em evidências DynaMed aponta que a depressão pós-parto é um episódio que pode ocorrer em até 12 meses após o parto, com uma incidência de 6,5% a 20% entre as mulheres que deram à luz. Recomenda-se que todas as mulheres sejam rastreadas quanto à questão em até 2 meses após o parto. </p>
<h2>Cuidados emocionais durante a gestação e o pós-parto</h2>
<p>Segundo Samanta Perez Santos, psicóloga que atende mulheres gestantes e mulheres no puerpério e membro da Doctoralia, plataforma de saúde, os cuidados emocionais no pós-parto precisam ser iniciados com antecedência, desde a gestação. Isso porque a chegada de um novo filho traz mudanças emocionais, físicas, estruturais, sociais e de papéis na vida da mulher e na <strong> <a href="https://portaledicase.com/neurociencia-explica-a-diferenca-entre-o-amor-de-mae-e-de-pai/" target="_blank" rel="noopener">vida da família</a> </strong> . </p>
<p>A profissional completa que a mulher que está gestante e no pós-parto precisa se sentir segura em vários âmbitos, como ter uma rede confiável para a realização do seu parto, saber que vai passar por um processo de parto seguro, sem situações de violências. Além disso, é crucial alguém de confiança ao seu lado no <strong> <a href="https://portaledicase.com/veja-como-diminuir-o-estresse-durante-a-gravidez/" target="_blank" rel="noopener">momento do parto</a> </strong> e durante o puerpério. </p>
<h2>Importância da rede de apoio </h2>
<p>Outro aspecto importante para a saúde mental dessa mulher é a segurança material, como ter os recursos financeiros e acesso à saúde. Além disso, a genitora necessita também de um ambiente no qual as pessoas se coloquem como uma rede de apoio funcional, como alguém que faça a paternagem, bem como de um grupo de pessoas que acolham suas demandas. Ainda, é importante que não haja violências domésticas e relações conflitantes familiares. </p>
<p>“Precisamos compreender que <strong> <a href="https://portaledicase.com/8-mitos-e-verdades-sobre-gravidez/" target="_blank" rel="noopener">a maternidade</a> </strong> está cheia de tabus e cobranças intensas acerca do papel que as mulheres são cobradas para desempenhar com excelência e de forma instintiva e solitária”, afirma Samanta. As mulheres podem ter capacidades de exercer os papéis de cuidados, mas não é por isso que precisam fazer isso sozinhas. A rede de apoio precisa também exercer esse papel. </p>
<h2>Manter a rotina requer ajuda</h2>
<p>Acreditar que vai ser tudo automático e instintivo pode gerar culpabilização principalmente quando há desafios e dificuldades, como entender e atender às demandas <strong> <a href="https://portaledicase.com/refluxo-gastroesofagico-em-bebes-veja-como-evitar/" target="_blank" rel="noopener">do bebê</a> </strong> , amamentação etc. “O papel materno e atender às demandas do bebê é um aprendizado constante que vai sendo construído na rotina. Haverá momentos de insegurança e em que poderão emergir sentimentos de incapacidade perante uma rotina extenuante, com várias privações de sono e alimentares”, completa a psicóloga.</p>
<p>Segundo a especialista, entre falhas e tentativas, às vezes é necessário recorrer a algumas ajudas importantes; por exemplo, uma consultoria de amamentação que é ofertada nos bancos de leite, principalmente em situações de dor durante a amamentação. </p>
<p>Por vezes, as mulheres ficam em situações constrangedoras e/ou de sofrimento por não encontrarem possibilidades de pedir e receber auxílio e apoio, assim como por acreditarem que, para ser mulher e mãe, é preciso aguentar ficar no lugar de padecimento. Há a crença, também, de que a genitora “deveria” saber atender às demandas com prontidão e excelência e não ter <strong> <a href="https://portaledicase.com/dicas-para-reduzir-o-uso-de-telas-do-seu-filho/" target="_blank" rel="noopener">dificuldades com seu filho.</a> </strong> </p>
<h2>Fortalecendo o emocional</h2>
<p>Outra possibilidade para fortalecer o emocional nessa fase é estimular o autoconhecimento, a realização do pré-natal e a participação de grupos de mulheres que ajudam a fortalecer e criar novos vínculos e estratégias necessárias. É importante ressaltar que todos os fatores citados podem prevenir adoecimentos emocionais, como a depressão pós-parto. </p>
<h2>Evitando o adoecimento </h2>
<p>Os adoecimentos emocionais durante a gestação e no puerpério não são apenas causados por fatores hormonais e biológicos. A psicóloga Dra. Alessandra Arrais aponta que, quanto maiores esses fatores de proteção citados acima estiverem presentes na vida da mulher, as chances de <strong> <a href="https://portaledicase.com/como-iniciar-a-introducao-alimentar-do-bebe/" target="_blank" rel="noopener">adoecimentos</a> </strong> diminuem. </p>
<p>“É preciso escutar as mulheres, apoiá-las e não silenciá-las. Caso você esteja se sentindo sozinha, sentindo tristeza, ansiedade, ou conheça uma mulher que precisa de ajuda, busque apoio e orientações”, aponta Samanta.</p>
<h2>Formas de tratamento</h2>
<p>A Dra. Alessandra Arrais menciona que esse período é muito delicado, pois, em alguns casos raros, a mãe pode desenvolver até mesmo a psicose puerperal: ela perde a subordinação à realidade, com delírios e alucinações. Nesse contexto, pode haver necessidade de <strong> <a href="https://portaledicase.com/veja-como-a-maternidade-pode-afetar-a-saude-mental-das-mulheres/" target="_blank" rel="noopener">internação psiquiátrica</a> </strong> . </p>
<p>Em paralelo, é ideal que as mamães tenham orientação sobre os medicamentos que podem tomar, visto que há certas restrições. Geralmente, os antidepressivos e os estabilizadores de humor podem ser consumidos; já quanto aos calmantes e aos antipsicóticos, pode haver restrições durante a lactação.</p>
<p>“É importante que elas se cuidem muito neste período e busquem ajuda, pois os riscos de sofrimento e prejuízos para ela e para a criança são enormes. É altamente recomendável cuidar da saúde mental da mãe”, finaliza Dr. Fernando Fernandes, médico psiquiatra do Programa de Transtornos do Humor do Instituto de Psiquiatria da USP e parceiro da Medictalks, plataforma digital de acesso gratuito com conteúdos feitos por médicos.</p>
<p> <em>Por Luiza Fidelis</em> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-05-08/veja-a-importancia-do-cuidado-com-a-saude-mental-apos-o-parto.html#b0de8429-129b-4745-b263-bdd56832f040" rel="noopener">Saúde</a></p>
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		<title>Ginecologista e obstetra fala sobre os benefícios do taping pós-parto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 May 2023 10:46:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[beneficios]]></category>
		<category><![CDATA[ginecologista]]></category>
		<category><![CDATA[obstetra]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Divulgação O taping é uma bandagem elástica linfática e contensiva Uma das grandes preocupações das mamães que dão à luz é fazer o corpo voltar rapidamente à forma anterior. Embora isso seja difícil, afinal, uma gestação causa mudanças significativas no corpo da mulher, é possível sim desinchar e ter uma recuperação relativamente rápida, mesmo quando [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5a/xd/bh/5axdbhvqc650tprcjpmxenawn.jpg" width="906" height="509" alt="O taping é uma bandagem elástica linfática e contensiva" title="O taping é uma bandagem elástica linfática e contensiva"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">O taping é uma bandagem elástica linfática e contensiva</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Uma das grandes preocupações das mamães que dão à luz é fazer o corpo voltar rapidamente à forma anterior. Embora isso seja difícil, afinal, uma gestação causa mudanças significativas no corpo da mulher, é possível sim desinchar e ter uma recuperação relativamente rápida, mesmo quando o parto é cesárea.</p>
<p class=""> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGDelas" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">canal do iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais! </strong> </p>
<p>“Antigamente, logo depois do parto, recomendava-se o uso de cintas cirúrgicas, que ajudavam a reduzir o inchaço e proporcionavam mais segurança para a mulher se movimentar, diminuindo a sensação de barriga solta”, afirma Dra. Ana Gabriela Puel, ginecologista, obstetra e membro da AMCR (Associação Mulher, Ciência e Reprodução Humana do Brasil). Hoje, porém, os estudos mostram que a cinta cirúrgica atrasa o retorno do tônus da musculatura abdominal e um novo procedimento está trazendo resultados muito melhores, com mais conforto: o taping pós-parto.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/filhos/2023-05-01/voce-nao-sera-menos-mae-se-escolher-o-parto-cesarea.html" title="Você não será menos mãe se escolher o parto cesárea" target="_self" rel="noopener">Você não será menos mãe se escolher o parto cesárea</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/comportamento/2023-05-01/menstruacao-pos-parto.html" title="A primeira menstruação pós-parto: o que esperar e como se preparar?" target="_self" rel="noopener">A primeira menstruação pós-parto: o que esperar e como se preparar?</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Conforme a médica explica, o taping é uma bandagem elástica linfática e contensiva que traz inúmeras vantagens para as pacientes no pós-parto por ativar a musculatura e reduzir o inchaço corporal, além de auxiliar na cicatrização. “Recomenda-se utilizá-lo imediatamente depois do parto, sempre com a orientação e o suporte de um fisioterapeuta especializado”, diz Dra. Ana Gabriela. </p>
<p>A remoção do taping é feita pelo fisioterapeuta para garantir toda a segurança da recuperação pós parto. “Trata-se de um trabalho multidisciplinar que visa o bem estar da mulher. Afinal, quando a recuperação é rápida e sem intercorrências, ela consegue até mesmo cuidar melhor do seu bebê”, conclui Dra. Ana Gabriela.  </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/alimentacao-e-bem-estar/2023-05-02/taping-pos-parto.html#e9ff6c95-737a-4019-a06a-e2e1a16f6ec7" rel="noopener">Mulher</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/ginecologista-e-obstetra-fala-sobre-os-beneficios-do-taping-pos-parto/">Ginecologista e obstetra fala sobre os benefícios do taping pós-parto</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<item>
		<title>Você não será menos mãe se escolher o parto cesárea</title>
		<link>https://fatomt.com.br/voce-nao-sera-menos-mae-se-escolher-o-parto-cesarea/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 May 2023 10:46:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[cesarea]]></category>
		<category><![CDATA[escolher]]></category>
		<category><![CDATA[menos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pexels/Letticia Massari iG Delas conta qual via de parto é mais indicada pelos especialistas, explica riscos da cesariana e cita situações em que ela se faz necessária &#8220;As pessoas olham torto quando eu falo que fiz uma cesárea&#8221;, diz a analista de marketing Maria Júlia Mistretta, de 21 anos. Ela é mãe de Joaquim, que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/eg/0q/kn/eg0qkneamnkwcfbcara9apdgz.jpg" width="906" height="509" alt="iG Delas conta qual via de parto é mais indicada pelos especialistas, explica riscos da cesariana e cita situações em que ela se faz necessária" title="iG Delas conta qual via de parto é mais indicada pelos especialistas, explica riscos da cesariana e cita situações em que ela se faz necessária"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Pexels/Letticia Massari</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">iG Delas conta qual via de parto é mais indicada pelos especialistas, explica riscos da cesariana e cita situações em que ela se faz necessária</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">&#8220;As pessoas olham torto quando eu falo que fiz uma cesárea&#8221;, diz a analista de marketing Maria Júlia Mistretta, de 21 anos. Ela é mãe de Joaquim, que completou um ano neste mês. Na gravidez, ela se preparou para o parto normal. Contratou doula, estudou sobre o assunto e fez até fisioterapia pélvica. &#8220;Mas mesmo querendo muito o parto normal, eu tinha na minha cabeça que quem iria escolher a via de parto, quem iria escolher a melhor forma de nascer, seria o Joaquim. Então, eu deixei na mão de Deus mesmo. Se o meu filho quisesse vir por cesárea, por mim estaria tudo bem&#8221;, conta ela.  </p>
<p> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGDelas" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">canal do iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais!</strong> </p>
<p>Maria Júlia ficou 20 horas em trabalho de parto, chegou a 8 cm de dilatação. &#8220;Só que eu não estava aguentando mais, o meu colo do útero estava bem grosso e ainda ia demorar muito tempo para chegar aos 10 cm&#8221;, afirma. Por isso, ela optou por passar por uma cesárea de emergência, uma cesárea não planejada.  </p>
<p>&#8220;Eu não fiquei chateada de ter passado pela cesárea. Para mim, foi a melhor coisa que aconteceu, porque a gente já estava há muito tempo tentando o parto normal e não estava conseguindo. Então, eu fiquei aliviada. A cesárea não é um bicho de sete cabeças, como todo mundo pensa que é. Para mim, foi bem tranquilo. O pós também foi tranquilo&#8221;, finaliza.</p>
<h3>O que dizem os especialistas</h3>
<p>Há 30 anos, a comunidade internacional de saúde tem considerado que a taxa ideal de cesáreas seria entre 10% e 15% do total de partos. Essa recomendação surgiu de uma declaração feita por um grupo de especialistas em saúde reprodutiva durante uma reunião promovida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1985, no Brasil. O grupo de especialistas se baseou em uma revisão dos poucos dados disponíveis na época, provenientes principalmente de países no norte da Europa, que mostravam ótimos resultados maternos e perinatais com essas taxas de cesárea.  </p>
<p>&#8220;Quando realizadas por motivos médicos, as cesáreas podem efetivamente reduzir a mortalidade e a morbidade materna e perinatal. Porém, não existem evidências de que fazer cesáreas em mulheres ou bebês que não necessitem dessa cirurgia traga benefícios. Assim como qualquer cirurgia, uma cesárea acarreta riscos imediatos e a longo prazo&#8221;, diz o relatório &#8220;Declaração da OMS sobre Taxas de Cesáreas&#8221; (2015). Esses riscos podem se estender muitos anos depois de o parto ter ocorrido e afetar a saúde da mulher e do seu filho, podendo também comprometer futuras gestações, de acordo com o documento.</p>
<p>Nos últimos anos, autoridades governamentais e médicos têm se preocupado com o aumento no número de partos cesáreos e suas possíveis consequências negativas sobre a saúde da mãe e do bebê. Um novo relatório da organização aponta que o número de cesáreas continua crescendo mundialmente, respondendo agora por mais de um em cada cinco (21%) partos. Este percentual deve continuar subindo na próxima década, com quase um terço (29%) de todos os partos ocorrendo por cesariana até 2030, revela a pesquisa.</p>
<p>No Brasil, os números são alarmantes. Dos 287.166 partos realizados por planos de saúde em 2019, 84,76% foram por cesariana, segundo o Painel de Indicadores de Atenção Materna e Neonatal, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Em 2018, um estudo publicado na revista científica <em>Lancet</em> comparou a taxa de cesáreas em diferentes países. O Brasil ficou atrás apenas da República Dominicana. As cesáreas, realizadas tanto pelos serviços privados como pelos públicos, representavam 55,5% do total de partos no país.</p>
<p>Para a ANS, este é um dado que aponta para um cenário preocupante. O painel mostra que 56,71% das cesáreas foram realizadas antes do início do trabalho de parto. Dessas, 37,29% ocorreram em mulheres com idade gestacional entre 37 e 38 semanas.</p>
<p>&#8220;Segundo resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM), uma cirurgia cesariana antes do início do trabalho de parto deveria acontecer apenas depois das 39 semanas de gestação&#8221;, disse a agência em nota. &#8220;Bebês nascidos abaixo de 39 semanas têm mais chances de apresentar incapacidade de manutenção da temperatura corporal, imaturidade pulmonar e maior dificuldade de sucção do leite materno&#8221;, afirmou ainda.</p>
<h3>O custo também é um fator importante</h3>
<p>Os riscos de uma cesariana são maiores em mulheres com acesso limitado a cuidados obstétricos adequados. &#8220;Recursos financeiros são necessários para melhorar o acesso aos cuidados maternos e neonatais para todos que necessitam, e as cesáreas representam um gasto adicional significativo para sistemas de saúde que já estão sobrecarregados e, muitas vezes, enfraquecidos&#8221;, cita a declaração da OMS.</p>
<p>A cesárea pode, sim, causar complicações significativas e até permanentes, como sequelas ou morte, especialmente em locais sem infraestrutura e/ou sem capacidade de realizar cirurgias de forma segura e de tratar complicações pós-operatórias. Para a organização, deveria ser realizada apenas quando for necessária, do ponto de vista médico, em vez de buscar atingir uma taxa específica.  </p>
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<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
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<li> <a href="https://delas.ig.com.br/filhos/2023-01-19/parto-cesarea-cresce-no-brasil.html" title="Cesáreas crescem no Brasil: médicos alertam riscos" target="_self" rel="noopener">Cesáreas crescem no Brasil: médicos alertam riscos</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/filhos/2023-04-21/viih-tube-relato-de-parto.html" title="Viih Tube: 'Eu queria muito ter parto normal, mas a minha rota mudou'" target="_self" rel="noopener">Viih Tube: &#8216;Eu queria muito ter parto normal, mas a minha rota mudou&#8217;</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/filhos/2023-03-21/cesarea--parto-.html" title="Parto normal após cesárea não aumenta riscos para mãe e bebê" target="_self" rel="noopener">Parto normal após cesárea não aumenta riscos para mãe e bebê</a> </li>
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<p class="">A associação entre taxas de cesáreas e mortalidade poderia ser explicada por fatores socioeconômicos, concluiu a entidade. Porém, nota-se que, quando as taxas de cesáreas de uma população são menores do que 10%, a mortalidade materna e neonatal diminui conforme a taxa de cesárea aumenta. E quando as taxas populacionais de cesáreas ultrapassam os 10% e chegam até 30%, não se observa nenhum efeito sobre a mortalidade. </p>
<p>&#8220;Os dados populacionais atualmente disponíveis não permitem avaliar a relação entre taxas de cesáreas acima de 30% e mortalidade materna e neonatal&#8221;. A OMS, então, aponta para a necessidade de um sistema de classificação universal para poder avaliar, monitorar e comparar taxas de cesáreas ao longo do tempo em um mesmo hospital e entre diferentes hospitais, cidades ou regiões.</p>
<h3>Qual via de parto é a mais indicada?</h3>
<p>Existem algumas situações em que a cesariana se faz necessária, por exemplo, quando as contrações estão mais altas do que o normal sem que haja uma evolução do trabalho de parto, o que é chamado de &#8220;distocia funcional&#8221;. O bebê também deve estar preferencialmente cefálico, isto é, com a cabeça para baixo. Ou ainda, a paciente pode ter que fazer cesárea porque já tem cesarianas anteriores. É o que explica Carlos Moraes, ginecologista e obstetra pela Santa Casa/SP e membro da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO).  </p>
<p>&#8220;O parto vaginal [normal] é um parto mais fisiológico. Cerca de 70% dos pré-natais que a gente faz nos consultórios, são pré-natais de baixo risco. Se está tudo bem com a mãe e o bebê, então por que não tentar o parto vaginal, que é mais fisiológico, a recuperação é mais rápida, tem um grau de satisfação maior? De uma maneira geral, a opção pelo parto vaginal tem sido preferencial. E eventualmente, quando a paciente não tem indicação de parto normal, a gente faz a cesariana&#8221;, completa ele.  </p>
<h3>Dois partos, duas cesáreas por motivos diferentes</h3>
<p>A empresária Maria Berecine dos Santos Fonseca, de 53 anos, é mãe de Bruna, 29, e Lucas, 21. Desde a primeira gestação, ela queria que o parto fosse normal. Entretanto, depois de horas em trabalho de parto, com contrações, foi necessário fazer uma cesárea de emergência. A bebê não estava na posição ideal, mas sim &#8220;embaixo da costela&#8221;.</p>
<p>&#8220;Na cesárea, eu passei muito mal. Eu vomitava muito. E, na hora de puxarem a Bruna, descolaram a bacia dela. A Bruna até hoje tem problema na bacia&#8221;, comenta Berenice. &#8220;No pós, eu passei muito mal também. Eu sentia bastante dor de cabeça. Então, no segundo filho, eu não queria cesárea de jeito nenhum&#8221;. </p>
<p>Na gravidez do caçula, o médico dizia que tudo estava certo para o parto normal. Mas faltando uma semana para completar as 40 semanas de gestação, a empresária começou a sentir cólicas, e o bebê a se mexer muito. No dia seguinte, foi ao hospital e fez um ultrassom: descobriu que precisaria passar por mais uma cesária de urgência. Lucas estava enrolado no cordão umbilical.  </p>
<p>&#8220;Quando eu soube que teria que fazer outra cesárea, eu chorei muito. Mas o médico dizia: &#8216;Vai ser tranquilo! É que realmente a gente não tem como esperar mais, senão ele vai se sufocar&#8217;. No ultrassom, dava para ver um monte de volta no pescocinho dele e, em uma, ele colocou o bracinho e apertou muito. Eu nem voltei para casa, internei ali mesmo. Mas, dessa vez, a cesárea foi tranquila&#8221;, confessou Berenice dos Santos, que ainda admitiu que a cirurgia foi realizada em hospital diferente do primeiro parto.</p>
<p>Mas, ao contrário dela, algumas pacientes podem não querer o parto normal. São vários motivos: questões culturais, comodidade, medo&#8230; &#8220;Nós sempre explicamos prós e contras de cada tipo de parto. Pelo tempo de recuperação e por ser um parto mais fisiológico, nós sempre incentivamos o parto normal. Mas se a paciente faz a decisão pela cesariana eletiva, essa vontade também tem que ser respeitada. Essa é uma prática reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina já há alguns anos&#8221;, finaliza o médico Carlos Moraes.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/filhos/2023-05-01/voce-nao-sera-menos-mae-se-escolher-o-parto-cesarea.html#ec6f9363-bba0-4c48-a655-6b79705a3f49" rel="noopener">Mulher</a></p>
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		<title>A primeira menstruação pós-parto: o que esperar e como se preparar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 May 2023 10:46:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[esperar]]></category>
		<category><![CDATA[menstrua]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução/Instagram Viih Tube compartilha seus momentos pós-parto Recentemente, nesta terça-feira (25/04), a influenciadora Viih Tube utilizou suas redes sociais para mostrar aos seus seguidores como está seu corpo após o parto da filha recém-nascida, Lua. A ex-BBB aproveitou para falar sobre a relação com seu próprio corpo no puerpério, que consiste no período pós-parto de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5i/tu/64/5itu64fhrge5y9se2ktz003hb.jpg" width="906" height="509" alt="Viih Tube compartilha seus momentos pós-parto" title="Viih Tube compartilha seus momentos pós-parto"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Reprodução/Instagram</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Viih Tube compartilha seus momentos pós-parto</div>
</figcaption></figure>
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<p class="">Recentemente, nesta terça-feira (25/04), a influenciadora Viih Tube utilizou suas redes sociais para mostrar aos seus seguidores como está seu corpo após o parto da filha recém-nascida, Lua. A ex-BBB aproveitou para falar sobre a relação com seu próprio corpo no puerpério, que consiste no período pós-parto de readaptação do organismo materno após o nascimento do bebê. Durante este momento, as taxas hormonais sofrem quedas consideráveis e há algo que gera dúvidas em muitas mulheres: a primeira menstruação pós-parto.</p>
<p class=""> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGDelas" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">canal do iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais!</strong> </p>
<p>Cada vez mais mulheres estão buscando informações sobre o que esperar da primeira menstruação pós-parto. Trata-se de um período de mudanças e adaptações para o corpo feminino, onde é importante que as mulheres se sintam preparadas e informadas. Saiba que é comum é mais normal do que se imagina não menstruar no pós-parto ou surgirem pequenos sangramentos de escape por algumas semanas. durante a gravidez, é comum que as mulheres se acostumem a não sangrar. Além disso, com a retomada do ciclo menstrual e das quedas hormonais, o corpo da mulher recém mamãe pode produzir corrimentos vaginais à medida que seu corpo libera fluidos, chamados de “lóquio”, que refletem o deslocamento final da placenta e que costumavam servir para proteger o bebê.</p>
<p>“A primeira menstruação varia de mulher para mulher, mas geralmente ocorre em algum momento entre seis e doze semanas após o nascimento do bebê. No entanto, vale ressaltar que a amamentação pode afetar o retorno da menstruação e pode levar mais tempo para algumas mulheres, uma vez que o ato de amamentar provoca picos do hormônio prolactina, que pode inibir a ovulação e, consequentemente, atrasar a primeira menstruação. Caso a mulher amamente todos os dias até ao menos 6 meses após o parto, a recém mamãe não menstrua neste primeiro momento”, comenta a ginecologista Roberta Grabert.</p>
<p>É fundamental que as mulheres estejam preparadas emocionalmente para o retorno da menstruação, especialmente se elas estiverem amamentando. Tanto a intensidade, quanto a duração do período menstrual pós-parto podem aumentar, em relação ao padrão menstrual a qual a mulher estava habituada antes de engravidar. Após a gestação, o útero tende a se tornar maior do que era anteriormente e, consequentemente, o fluxo menstrual passa a ser mais intenso e prolongado. O uso de uma calcinha absorvente é fundamental para evitar vazamentos e manchas de sangue nas roupas, proporcionando maior conforto e segurança para a recém mamãe, que se preocupa em cuidar de si mesma e de seu bebê. </p>
<p>A calcinha absorvente com abertura lateral da Herself &#8211; femtech que nasceu para atender todas as mulheres diante das suas necessidades menstruais por meio de produtos tecnológicos &#8211; foi pensada para aquelas que buscam por uma calcinha com boa capacidade de absorção e que desejam mais facilidade na troca de roupa. A calcinha possui velcros dos dois lados, abrindo completamente e permitindo ajustes na largura da peça, ideal para este momento em que o corpo começa a se adaptar ao seu estado normal.</p>
<p> <strong>Acompanhe também perfil geral do <a href="https://t.me/portalig" data-mce-href="https://t.me/portalig">Portal iG no Telegram</a> !</strong> </p>
<p>O uso de uma peça chave como a calcinha absorvente da Herself é indicado para o período pós-parto, onde é possível haver cólicas e outros sintomas semelhantes aos experimentados durante o período menstrual normal. As mamães devem estar atentas a quaisquer sinais de sintomas irregulares, como fluxo excessivo, dores intensas ou outros sintomas anormais. É comum que haja sentimentos contraditórios em relação ao ciclo menstrual, como alívio por ter voltado à normalidade, mas também tristeza pelo fim do período de amamentação exclusiva. Torna-se crucial que as mulheres sejam gentis consigo mesmas e tenham um bom suporte emocional e médico durante este período.</p>
<div class="Noticia_Embed"> <span class="componente-embed-noticia"> </p>
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned="data-instgrm-captioned" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/Crdjhc6L0cD/?utm_source=ig_embed&#038;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style="background: #FFF;border: 0;border-radius: 3px;margin: 1px;max-width: 540px;min-width: 326px;padding: 0;width: calc(100% - 2px)">
<div style="padding: 16px"> <a href="https://www.instagram.com/reel/Crdjhc6L0cD/?utm_source=ig_embed&#038;utm_campaign=loading" style="background: #FFFFFF;line-height: 0;padding: 0 0;text-align: center;text-decoration: none;width: 100%" target="_blank" rel="noopener"> </p>
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<div style="color: #3897f0;font-family: Arial,sans-serif;font-size: 14px;font-style: normal;font-weight: 550;line-height: 18px">Ver essa foto no Instagram</div>
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<p style="color: #c9c8cd;font-family: Arial,sans-serif;font-size: 14px;line-height: 17px;margin-bottom: 0;margin-top: 8px;overflow: hidden;padding: 8px 0 7px;text-align: center"> <a href="https://www.instagram.com/reel/Crdjhc6L0cD/?utm_source=ig_embed&#038;utm_campaign=loading" style="color: #c9c8cd;font-family: Arial,sans-serif;font-size: 14px;font-style: normal;font-weight: normal;line-height: 17px;text-decoration: none" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Viih Tube (@viihtube)</a> </p>
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<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2023-05-01/menstruacao-pos-parto.html#ec9afe2d-540c-4cc4-9f58-d4adfecf2436" rel="noopener">Mulher</a></p>
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		<item>
		<title>Viih Tube mostra como ficou corpo após o parto: “Chegamos num nível de intimidade!”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Apr 2023 20:30:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[chegamos]]></category>
		<category><![CDATA[corpo]]></category>
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		<category><![CDATA[intimidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na manhã desta terça-feira (25), a influenciadora digital, Viih Tube, usou suas redes sociais para mostrar aos seguidores como está seu corpo após o parto da sua filha, a pequena, Lua Di Felice, fruto do seu relacionamento com o ex-BBB, Eliezer Neto. “Chegamos num nível de intimidade que vocês me veem de fralda. Meu corpo dia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="elementor-widget-container">
<p>Na manhã desta terça-feira (25), a influenciadora digital, Viih Tube, usou suas redes sociais para mostrar aos seguidores como está seu corpo após o parto da sua filha, a pequena, Lua Di Felice, fruto do seu relacionamento com o ex-BBB, Eliezer Neto.</p>
<p>“Chegamos num nível de intimidade que vocês me veem de fralda. Meu corpo dia após dia no pós-parto pra vocês! E é isso aí, toda mamãe passa por isso, como foi com você?”, disse a influenciadora na legenda do vídeo.</p>
<p>Viih Tube tem atualizado seus seguidores sobre todos os momentos da sua primeira maternidade e não esconde nenhum detalhe das mudanças do seu corpo. Ela fez um resumão para mostrar como o corpo está voltando. Confira:</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF;border: 0;border-radius: 3px;margin: 1px;max-width: 540px;min-width: 326px;padding: 0;width: calc(100% - 2px)" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/Crdjhc6L0cD/?utm_source=ig_embed&#038;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
<div style="padding: 16px">
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</p>
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<div style="padding-top: 8px">
<div style="color: #3897f0;font-family: Arial,sans-serif;font-size: 14px;font-style: normal;font-weight: 550;line-height: 18px">Ver essa foto no Instagram</div>
</p>
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<p style="color: #c9c8cd;font-family: Arial,sans-serif;font-size: 14px;line-height: 17px;margin-bottom: 0;margin-top: 8px;overflow: hidden;padding: 8px 0 7px;text-align: center"><a style="color: #c9c8cd;font-family: Arial,sans-serif;font-size: 14px;font-style: normal;font-weight: normal;line-height: 17px;text-decoration: none" href="https://www.instagram.com/reel/Crdjhc6L0cD/?utm_source=ig_embed&#038;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Viih Tube (@viihtube)</a></p>
</p>
</div>
</blockquote>
</div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.topfamosos.com.br/viih-tube-mostra-como-ficou-o-corpo-apos-o-parto-chegamos-num-nivel-de-intimidade/#87fa63ab-29bc-48c0-af97-84a4e5fc82d8" rel="noopener">TOP FAMOSOS</a></p>
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		<item>
		<title>Viih Tube exibe fotos raras de seu parto e agradece equipe: “Quero só agradecer!”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Apr 2023 15:15:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[agradece]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>
		<category><![CDATA[exibe]]></category>
		<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (20), Viih Tube veio através de seu Instagram compartilhar mais registros do dia que deu à luz a sua primeira filha, Lua e agradecer a equipe envolvida. “Hoje eu quero só agradecer, esses primeiros dias são tão difíceis, e se não fosse a minha equipe dos sonhos, não seria a mesma coisa”, escreveu a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/viih-tube-exibe-fotos-raras-de-seu-parto-e-agradece-equipe-quero-so-agradecer/">Viih Tube exibe fotos raras de seu parto e agradece equipe: “Quero só agradecer!”</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="elementor-widget-container">
<p>Nesta quinta-feira (20), Viih Tube veio através de seu Instagram compartilhar mais registros do dia que deu à luz a sua primeira filha, Lua e agradecer a equipe envolvida.</p>
<p>“Hoje eu quero só agradecer, esses primeiros dias são tão difíceis, e se não fosse a minha equipe dos sonhos, não seria a mesma coisa”, escreveu a ex-BBB na legenda da publicação.</p>
<div style="clear:both;margin-top:0em;margin-bottom:1em"><a href="https://www.topfamosos.com.br/viih-tube-revela-situacao-inusitada-durante-amamentacao-da-filha-nao-tem-coragem/" target="_blank" class="IRPP_ruby" rel="noopener"><!-- INLINE RELATED POSTS 1/3 //--></p>
<div class="centered-text-area">
<div class="centered-text">
<div class="IRPP_ruby-content">
<div class="postTitle" style="float:left">Viih Tube revela situação inusitada durante amamentação da filha: &#8220;Não tem coragem!&#8221;</div>
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</div>
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<p></a></div>
<p>Logo em seguida, ela agradeceu as enfermeiras, a maternidade, o obstetra, a doula, a pediatra, a fisioterapeuta e também a fotógrafa. “Obrigada a cada um de vocês, e principalmente obrigada por trabalharem com amor, serei eternamente grata”, disse Viih Tube. Confira a publicação completa:</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF;border: 0;border-radius: 3px;margin: 1px;max-width: 540px;min-width: 326px;padding: 0;width: calc(100% - 2px)" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/CrQ_WSTuhPV/?utm_source=ig_embed&#038;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
<div style="padding: 16px">
<div style="flex-direction: row;align-items: center">
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</p>
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<div style="padding-top: 8px">
<div style="color: #3897f0;font-family: Arial,sans-serif;font-size: 14px;font-style: normal;font-weight: 550;line-height: 18px">Ver essa foto no Instagram</div>
</p>
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<div style="flex-direction: row;margin-bottom: 14px;align-items: center">
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</p>
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<div style="flex-direction: column;flex-grow: 1;justify-content: center;margin-bottom: 24px">   </div>
<p style="color: #c9c8cd;font-family: Arial,sans-serif;font-size: 14px;line-height: 17px;margin-bottom: 0;margin-top: 8px;overflow: hidden;padding: 8px 0 7px;text-align: center"><a style="color: #c9c8cd;font-family: Arial,sans-serif;font-size: 14px;font-style: normal;font-weight: normal;line-height: 17px;text-decoration: none" href="https://www.instagram.com/p/CrQ_WSTuhPV/?utm_source=ig_embed&#038;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Viih Tube (@viihtube)</a></p>
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<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.topfamosos.com.br/viih-tube-exibe-fotos-raras-de-seu-parto-e-agradece-equipe-quero-so-agradecer/#619640c7-1f2c-4199-aa81-05caf46ac0f4" rel="noopener">TOP FAMOSOS</a></p>
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