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	<title>Arquivos paralimpica - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos paralimpica - FATO MT</title>
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		<title>Centro de Referência oferece iniciação esportiva paralímpica em Várzea Grande</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Apr 2023 15:47:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há quase um mês, o Centro de Referência Paralímpico de Várzea Grande está promovendo a inclusão e o desenvolvimento das crianças e jovens com deficiência por meio do esporte. O programa de iniciação esportiva paralímpica, que teve início no dia 20 de março, conta com suporte financeiro da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">Há quase um mês, o Centro de Referência Paralímpico de Várzea Grande está promovendo a inclusão e o desenvolvimento das crianças e jovens com deficiência por meio do esporte.  O programa de iniciação esportiva paralímpica, que teve início no dia 20 de março, conta com suporte financeiro da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).</div>
<p> O Centro atende atualmente cerca de 90 crianças e jovens, na faixa etária de 08 a 17 anos, com deficiência física, deficiência intelectual leve, paralisia cerebral, deficiência visual total e baixa visão. O atendimento envolve práticas das modalidades paralímpicas de goalball, atletismo, judô, badminton, bocha e natação.<source></source><source></source><img decoding="async" alt="" src="https://www.secom.mt.gov.br/documents/362998/34471814/centro+paral%C3%ADmpico+vg.jpeg/984f6b74-3d93-fbd5-9d47-8b7194e38107?t=1681508114920+&#038;imageThumbnail=3"></p>
<p> “Logo no cadastro, realizamos com os pais uma anamnese de avaliação clínica e nível de vivência esportiva. A partir da análise, dividimos as crianças nas diferentes práticas esportivas de acordo com o perfil e nível aptidão física”, explica o coordenador do Centro de Referência Paralímpico de Várzea Grande, Altemir Trapp. </p>
<p> As atividades ocorrem segunda a sexta-feira, das 08h às 11h e das 14h às 17h, na quadra do Ginásio do Fiotão e, no caso da natação, no Metha Clube, que fica em frente à Prefeitura da Várzea Grande. As inscrições para novos participantes seguem abertas a moradores de Várzea Grande e municípios vizinhos.</p>
<p> Para o secretário da Secel, Jefferson Carvalho Neves, o esporte é uma ferramenta que pode transformar a vida dos jovens com deficiência. </p>
<p> “Somos gratos à Prefeitura de Várzea Grande por buscar usar tão bem essa ferramenta, com atendimento de crianças e jovens em sete modalidades paralímpicas, contando com pessoas capacitadas e com muita vontade de fazer acontecer. É uma iniciativa que o Governo de Mato Grosso e a Secel sentem muito orgulho em serem parceiros”, destacou.<br /><source></source><source></source><img decoding="async" alt="" src="https://www.secom.mt.gov.br/documents/362998/34471814/centro+ref+paralimpico+vg+%281%29.jpeg/42562440-cfc1-ccd1-bb95-655ab60bcb84?t=1681508401273+&#038;imageThumbnail=3"></p>
<p> <strong>A iniciativa</strong></p>
<p> O Centro de Referência é uma iniciativa do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) que visa aproveitar espaços esportivos em todos os estados do país para oferecer modalidades do esporte paralímpico desde a iniciação até o alto rendimento.</p>
<p> Com a perspectiva de propiciar e incentivar pessoas com deficiência a praticar os esportes paralímpicos, o projeto envolve metodologias de atendimento adequadas, que respeitem a idade cronológica e biológica, além das limitações da deficiência.</p>
<p> A contribuição da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer para a criação e manutenção do Centro de Referência Paralímpico foi feito por meio de convênio com a Prefeitura Municipal de Várzea Grande. Além deste, que é o segundo do Estado, o outro centro paralímpico fica em Cáceres, no campus da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat).<source></source><source></source><img decoding="async" alt="" src="https://www.secom.mt.gov.br/documents/362998/34471814/centro+ref+paralimpico+vg+%282%29.jpeg/fd7af3af-94a6-68bf-af4f-037aa7acc130?t=1681508471371+&#038;imageThumbnail=3"></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.secom.mt.gov.br/web/sec/-/centro-de-refer%C3%AAncia-oferece-inicia%C3%A7%C3%A3o-esportiva-paral%C3%ADmpica-em-v%C3%A1rzea-grande#6b7b5fe2-49eb-4cfa-9c1d-c23811a46d88" rel="noopener">Governo MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>Senado aprova a criação da Semana da Educação Olímpica e Paralímpica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Mar 2023 00:15:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Plenário aprovou nesta terça-feira (28), em votação simbólica, o projeto de lei que inclui no calendário escolar das instituições públicas a Semana da Educação Olímpica e Paralímpica. O PL 5.015/2019 retorna à apreciação da Câmara dos Deputados. O projeto foi aprovado com a emenda do relator, senador Confúcio Moura (MDB-RO), estabelecendo que a semana [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Plenário aprovou nesta terça-feira (28), em votação simbólica, o projeto de lei que inclui no calendário escolar das instituições públicas a Semana da Educação Olímpica e Paralímpica. O <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/138712" rel="noopener" target="_blank">PL 5.015/2019</a> retorna à apreciação da Câmara dos Deputados.</p>
<p>O projeto foi aprovado com a emenda do relator, senador Confúcio Moura (MDB-RO), estabelecendo que a semana comemorativa tenha por referência a data de 23 de junho: Dia Olímpico Internacional. A Semana será realizada anualmente, em período a ser determinado pelo estabelecimento escolar ou respectivo sistema de ensino.</p>
<p>O texto incluiu ainda adequação redacional proposta pela senadora Mara Gabrilli (PSD-SP) e pelo senador Flávio Arns (PSB-PR). O objetivo foi contemplar as pessoas com deficiência, com a inclusão do termo “paralímpica” na proposição (<a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=549767" rel="noopener" target="_blank">PL 4.129/2012</a>, na origem).</p>
<p>De autoria do ex-deputado federal João Arruda, o projeto estabelece que a semana comemorativa terá caráter multicultural e deverá ser desenvolvida interdisciplinarmente em cada unidade de ensino, de acordo com o projeto pedagógico. </p>
<p>Na justificativa do projeto, os autores lembram o princípio 1 da Carta Olímpica, conjunto de regras e guias para a organização dos Jogos Olímpicos. O princípio “reforça a tese de que associando o esporte com a cultura, a educação, e promoção da saúde e o meio ambiente, o olimpismo estimula o desenvolvimento de um estilo de vida calcado na alegria do esforço, no valor educativo do bom exemplo e no respeito aos princípios fundamentais universais”.</p>
<p>O relator, Confúcio Moura, votou pela aprovação da matéria. Para ele, “é inegável que a escola apresenta ambiente ideal para a promoção do olimpismo”. O projeto havia sido aprovado na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), em fevereiro de 2020.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/03/28/senado-aprova-a-criacao-da-semana-da-educacao-olimpica-e-paralimpica#64291031-b0a5-4291-a89f-26079a6b5baa" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Promessa da natação paralímpica quer seguir legado de Daniel Dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Mar 2023 13:15:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2006, um ano depois de Samuel Oliveira nascer, Daniel Dias disputou o primeiro Campeonato Mundial de natação paralímpica da carreira. Em Durban (África do Sul), Daniel conquistou cinco medalhas, sendo três douradas. Surgia, ali, o maior nome do paradesporto brasileiro até hoje, com 28 pódios em Paralimpíadas, 14 deles no topo. Dezessete anos depois, é justamente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2006, um ano depois de Samuel Oliveira nascer, Daniel Dias disputou o primeiro Campeonato Mundial de natação paralímpica da carreira. Em Durban (África do Sul), Daniel conquistou cinco medalhas, sendo três douradas. Surgia, ali, o maior nome do paradesporto brasileiro até hoje, com 28 pódios em Paralimpíadas, 14 deles no topo. Dezessete anos depois, é justamente Samuel &#8211; ou Samuka, como é chamado &#8211; quem mostra credenciais para ser o sucessor natural do multicampeão das piscinas, que se aposentou após os Jogos de Tóquio (Japão), em 2021.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1518417&#038;o=node" style="width:1px;height:1px"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1518417&#038;o=node" style="width:1px;height:1px"></p>
<p>As semelhanças impressionam. Os dois são da mesma classe, a S5, que é intermediária entre as dez que são voltadas a nadadores com deficiência físico-motora &#8211; quanto menor o número, maior o grau de comprometimento. A precocidade também chama atenção. Em 2022, com 16 anos, Samuel estreou em Mundiais e voltou do Complexo de Piscinas Olímpicas de Funchal (Portugal) com as mesmas cinco medalhas que Daniel obteve em Durban, Por coincidência, três ouros e duas pratas.</p>
<p>O feito mais recente de Samuka (atualmente com 17 anos e que completa 18 em agosto) foi quebrar o recorde dos 100 metros (m) nado borboleta, durante a etapa de Sheffield (Reino Unido) do circuito mundial de natação paralímpica. O tempo do último domingo (19) foi um segundo e 35 centésimos mais veloz que a marca anterior, já que durava dez anos. O antigo dono? Daniel Dias.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;É uma responsabilidade muito grande ser comparado a ele. É um grande atleta e medalhista. É muito bom, apesar de tão jovem. Tenho certeza que vou continuar o legado que ele deixou&#8221;, disse Samuel, que teve os braços amputados aos nove anos, após sofrer uma descarga elétrica de 13 mil volts, quando tentava pegar uma pipa no alto de uma árvore utilizando uma barra de ferro. </p>
</blockquote>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="pt" xml:lang="pt">Samuel de Oliveira bate recorde de Daniel Dias no World Series de natação da Inglaterra: <a href="https://t.co/e3B6YJEfpI">https://t.co/e3B6YJEfpI</a> <a href="https://t.co/qLNj6FAPnv">pic.twitter.com/qLNj6FAPnv</a></p>
<p> — Comitê Paralímpico Brasileiro (@cpboficial) <a href="https://twitter.com/cpboficial/status/1637557447618441216?ref_src=twsrc%5Etfw">March 19, 2023</a></p>
</blockquote>
<p>Não foi a primeira vez que Samuka tomou para si uma marca do multicampeão das piscinas. Em 2021, durante a seletiva para formaçao da seleção brasileira que iria para Tóquio, o jovem cravou 33s57 nos 50 m borboleta, cravando o novo recorde das Américas da prova e melhorando o tempo que o ídolo havia registrado sete anos antes. O detalhe é que Daniel também esteve na piscina do Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, que recebeu aquele evento.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Fiquei felizão, sem acreditar na hora. Foi uma experiência muito boa nadar ao lado dele. Ainda sou novo, um adolescente. Se conseguir seguir o caminho dele, sei que posso ir longe&#8221;, comentou o jovem, que tinha 15 anos na ocasião.</p>
</blockquote>
<p>A marca, em tese, classificaria Samuel para representar o Brasil em Tóquio. O problema é que ele deveria ter participado, também, de ao menos um de quatro torneios específicos durante o ciclo &#8211; o que não aconteceu. O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) tentou viabilizar uma exceção para o nadador junto ao Comitê Paralímpico Internacional (IPC, sigla em inglês), alegando o impacto da pandemia da covid-19, que dificultou a presença dos atletas em eventos no exterior, mas não teve jeito.</p>
<p>A frustração pelo sonho adiado deu lugar à ação. Samuka decidiu se mudar de São Paulo para Uberlândia (MG), passando a integrar a equipe paralímpica do Praia Clube. Um dos parceiros de agremiação é o primo Tiago Oliveira &#8211; que o tentou ajudar a tirar a pipa da árvore e também foi atingido pela descarga elétrica, precisando amputar os braços. Os dois, inclusive, foram juntos ao pódio da prova dos 200 m nado medley do Mundial de Funchal (Samuel conquistou a prata e Tiago foi bronze).</p>
<p>Além do primo, Samuel nada com outros atletas experientes em competições pela seleção brasileira, como os campeões paralímpicos Talisson Glock e Gabriel Bandeira e Andrey Garbe, bronze nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016. Ao lado principalmente deste último, que perdeu a perna direita devido à trombose e à meningite bacteriana, Samuka passou a gravar vídeos, publicados nas redes sociais, tratando as respectivas deficiências físicas de forma bem-humorada.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;[Queremos] mostrar às pessoas que têm deficiência que não somos coitados. Uma maneira de se divertir, distrair, mostrar do que você é capaz. É engraçado e gratificante saber que nossos vídeos chegam a tantos lugares. Antes de perder os braços, eu não conhecia nenhuma outra [pessoa com] deficiência. Somente cadeirantes. Então, é importante mostrar ao público que não somos somente deficientes, mostrar nossa rotina e como lidamos com a deficiência&#8221;, destacou o atleta, que aprendeu a nadar durante a reabilitação, na Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), em São Paulo.</p>
</blockquote>
<h2>Expectativas</h2>
<p>As comparações e expectativas em torno de Samuel também são reconhecidas &#8211; com a devida cautela &#8211; por quem trabalha diretamente  com ele. Caso do técnico Alexandre Vieira, que treina o nadador no Praia Clube desde o começo de 2022 e integra a comissão técnica da seleção brasileira há cerca de 12 anos, convivendo com o próprio Daniel Dias no período.</p>
<p>&#8220;A gente nunca colocou para o Samuel que ele substituiria o Daniel. Até porque acho difícil ter outro Daniel, que era fora da curva. Eles são muito parecidos no potencial. Acredito que a maturidade do Daniel fez toda a diferença e o Samuka está se encaminhando para isso. Trabalhamos muito esse lado de saber das expectativas, o que é real, o que não, mas principalmente entender que ele precisa ser o Samuel, não outro Daniel&#8221;, analisou Alexandre, que realiza, com o pupilo, um trabalho que leva em conta o tipo de deficiência física do atleta. &#8220;Em Uberlândia, temos 23 atletas [paralímpicos], então são 23 treinos diferentes. Como não tem os braços, o Samuel precisa ficar bom não somente nas pernas, mas nos fundamentos. Acho que isso foi o ponto fundamental para ele ter evoluído as marcas&#8221;, completou o treinador.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=320835:cheio_8colunas --></p>
<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block zoom-on-hover-sm shadow-hover w-100">             <img data-echo="https://imagens.ebc.com.br/oO3iWYpZKi7qhMUpxYtpLVU2DS4=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/samuel_oliveira_mundial_funchal_2022_nat_paralimpica.jpg?itok=GU2H1d_B" alt="Mundial de Natação Madeira 2022, no Complexo de Piscinas de Funchal, na Ilha da Madeira, Portugal. Foto: Ale Cabral/CPB." title="Ale Cabral/CPB/Direitos Reservados" class="flex-fill img-cover">         <img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/oO3iWYpZKi7qhMUpxYtpLVU2DS4=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/samuel_oliveira_mundial_funchal_2022_nat_paralimpica.jpg?itok=GU2H1d_B" alt="Mundial de Natação Madeira 2022, no Complexo de Piscinas de Funchal, na Ilha da Madeira, Portugal. Foto: Ale Cabral/CPB." title="Ale Cabral/CPB/Direitos Reservados" class="flex-fill img-cover">     </div>
<p>  <!-- END scald=320835 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta"><!--copyright=320835-->No ano passado, Samuel Oliveira estreou em Mundiais, na edição da Ilha da Madeira (Portugal) e faturou cinco medalhas, mesmo total que Daniel Dias amealhou na edição de Durban (África do Sul) em 2006  &#8211; <strong>Ale Cabral/CPB/Direitos Reservados</strong><!--END copyright=320835--></div>
</p>
</div>
</div>
<p>Nesta temporada, Samuel será colocado à prova em duas competições fundamentais: o Mundial de Manchester (Reino Unido), de 31 de julho a 6 de agosto; e os Jogos Parapan-Americanos de Santiago (Chile), entre 17 e 26 de novembro. Na primeira delas, ele já pode, inclusive, garantir vaga na Paralimpíada de Paris (França), em 2024. A expectativa, porém, é que a edição deste ano seja mais competitiva que a de Portugal, que foi impactada pela ausência, principalmente, dos nadadores chineses, que vêm dominando a categoria de Samuka nos últimos eventos.</p>
<p>&#8220;O Samuel tem noção de que, no Mundial [de Portugal], os principais concorrentes não estavam presentes. Ele faz um acompanhamento com nosso psicólogo, que o está preparando para qualquer resultado, seja positivo ou não tão positivo. O grande X não é nem [enfrentar] os chineses, mas mostrar ao Samuel que ele precisa ser melhor que ele mesmo. E as medalhas são consequência&#8221;, projetou Alexandre.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Não será fácil. Estamos treinando estratégias para ganhar as provas e bater recordes. Tenho certeza que não é a primeira vez que vou surpreender. Não conheço [os chineses] pessoalmente, assisti algumas provas. [No Mundial], eles podem aguardar um Samuel que nunca viram, podem ter certeza&#8221;, concluiu Samuka. </p>
</blockquote>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2023-03/promessa-da-natacao-paralimpica-quer-seguir-legado-de-daniel-dias#d66806f1-2034-4c1b-9245-73dfa8130efb" rel="noopener">EBC ESPORTES</a></p>
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		<title>Natação paralímpica: Brasil encerra World Series com 19 medalhas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Mar 2023 23:30:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil encerrou a sua participação no World Series de natação paralímpica de Sheffield (Inglaterra) com o total de 19 medalhas e o estabelecimento de cinco novos recordes mundiais. No último domingo (19), oportunidade na qual a competição foi encerrada, a equipe brasileira teve como destaques os ouros de Carol Santiago, nos 50 metros livre [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil encerrou a sua participação no World Series de natação paralímpica de Sheffield (Inglaterra) com o total de 19 medalhas e o estabelecimento de cinco novos recordes mundiais. No último domingo (19), oportunidade na qual a competição foi encerrada, a equipe brasileira teve como destaques os ouros de Carol Santiago, nos 50 metros livre na classe S12 (baixa visão), e de Alan Kleber Basílio, nos 50 metros livre da classe S4 (comprometimentos físico-motores).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1517615&#038;o=node" style="width:1px;height:1px"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1517615&#038;o=node" style="width:1px;height:1px"></p>
<p>Já nos 100 metros borboleta classe S5 (comprometimentos físico-motores) Samuel de Oliveira brilhou nas eliminatórias. Ao cumprir a distância em 1min16s44 ele bateu o recorde mundial da prova, que pertencia ao compatriota Daniel Dias desde 2013. Na final o brasileiro ficou com o bronze com o tempo de 1min17s39.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="pt" xml:lang="pt">Samuel de Oliveira bate recorde de Daniel Dias no World Series de natação da Inglaterra: <a href="https://t.co/e3B6YJEfpI">https://t.co/e3B6YJEfpI</a> <a href="https://t.co/qLNj6FAPnv">pic.twitter.com/qLNj6FAPnv</a></p>
<p> — Comitê Paralímpico Brasileiro (@cpboficial) <a href="https://twitter.com/cpboficial/status/1637557447618441216?ref_src=twsrc%5Etfw">March 19, 2023</a></p>
</blockquote>
<p>A quarta medalha brasileira neste domingo veio com Cecília Araújo, prata nos 50 metros livre da classe S8 (comprometimentos físico-motores). Com isso, o Brasil somou o total de sete ouros, sete pratas e cinco bronzes no World Series.</p>
<p>“A seleção brasileira teve uma participação muito boa e assertiva, com excelentes resultados. Muitos atletas nadaram bem. Além disso, foi um teste para competições mais longas. Tivemos um programa extenso de provas e nos planejamos de maneira multidisciplinar”, declarou o técnico-chefe da seleção brasileira de natação paralímpica, Leonardo Tomasello, em entrevista à assessoria do Comitê Paralímpico Brasileiro.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2023-03/natacao-paralimpica-brasil-encerra-world-series-com-19-medalhas#315744e5-ef4f-42c3-ba8c-a04b57f03c24" rel="noopener">EBC Esportes</a></p>
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		<title>Natação paralímpica: Carol Santiago bate recorde mundial na Inglaterra</title>
		<link>https://fatomt.com.br/natacao-paralimpica-carol-santiago-bate-recorde-mundial-na-inglaterra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Mar 2023 23:10:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[carol]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A brasileira Carol Santiago quebrou um recorde mundial e conquistou três medalhas (uma de ouro e duas de prata) no segundo dia de disputas do World Series de natação paralímpica de Sheffield (Inglaterra) nesta sexta-feira (17). Logo nas classificatórias dos 50 metros peito feminino da classe S12 (baixa visão) a pernambucana completou a prova em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A brasileira Carol Santiago quebrou um recorde mundial e conquistou três medalhas (uma de ouro e duas de prata) no segundo dia de disputas do World Series de natação paralímpica de Sheffield (Inglaterra) nesta sexta-feira (17).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1517162&#038;o=node" style="width:1px;height:1px"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1517162&#038;o=node" style="width:1px;height:1px"></p>
<p>Logo nas classificatórias dos 50 metros peito feminino da classe S12 (baixa visão) a pernambucana completou a prova em 33s60, quebrando o recorde mundial que pertencia, desde outubro de 2020, à alemã Elena Krawzow. Depois Carol Santiago completou a final em 33s99 para ficar com o ouro. A mineira Patrícia dos Santos, da classe S4 (comprometimentos físico-motores), ficou com a prata ao finalizar a distância em 59s15. As disputas no World Series são multiclasses e as premiações são feitas de acordo com o Índice Técnico de Competição (ITC).</p>
<p>Além da medalha dourada nos 50 metros peito, Carol também garantiu duas pratas: uma nos 100 metros peito (1min15s94) e outra nos 50 metros costas (32s13).</p>
<p>Nesta sexta o Brasil também subiu ao pódio com Gabriel Araújo, da classe S2 (comprometimentos físico-motores severos), com uma prata nos 50 metros costas e um bronze nos 100 metros costas. A sétima medalha brasileira no dia foi de João Pedro Brutos, da classe S14 (deficiência intelectual), nos 100 metros peito. O World Series de natação paralímpica de Sheffield continua a ser disputado até o próximo domingo (19).</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2023-03/natacao-paralimpica-carol-santiago-bate-recorde-mundial-na-inglaterra#cd87c4d5-eba0-4671-9fbf-4b73701aeabe" rel="noopener">EBC Esportes</a></p>
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		<title>Natação paralímpica: Gabriel Araújo bate recorde mundial na Inglaterra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Mar 2023 23:12:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[araujo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O campeão paralímpico brasileiro Gabriel Araújo, o Gabrielzinho, comemorou em grande estilo, nesta quinta-feira (16), seu aniversário de 21 anos, ao quebrar seu próprio recorde mundial nos 150 medley, da classe S2 (comprometimentos físico-motores severos), no primeiro dia de disputas da World Séries, em Sheffield (Inglaterra). O nadador mineiro faturou a medalha de ouro ao concluir a prova em 3min23s83, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O campeão paralímpico brasileiro Gabriel Araújo, o Gabrielzinho, comemorou em grande estilo, nesta quinta-feira (16), seu aniversário de 21 anos, ao quebrar seu próprio recorde mundial nos 150 medley, da classe S2 (comprometimentos físico-motores severos), no primeiro dia de disputas da World Séries, em Sheffield (Inglaterra). O nadador mineiro faturou a medalha de ouro ao concluir a prova em 3min23s83, baixando em mais de 23 segundos a marca obtida por ele em abril do ano passado, em São Paulo.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1516909&#038;o=node" style="width:1px;height:1px"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1516909&#038;o=node" style="width:1px;height:1px"></p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="en" xml:lang="en">What a day for Gabrielzinho (<a href="https://twitter.com/g_geraldo_?ref_src=twsrc%5Etfw">@g_geraldo_</a> ) 🤩</p>
<p> &#8211; Turning 21 today 🥳🎈🫶🏼<br /> &#8211; 🥇 in the men’s 150m medley<br /> &#8211; world record* in the 150m medley SM2 by clocking 3:23.83</p>
<p> Let’s celebrate! 🕺🏻🤪</p>
<p> *subjected to be ratified by WPS<a href="https://twitter.com/hashtag/ParaSwimming?src=hash&#038;ref_src=twsrc%5Etfw">#ParaSwimming</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/GreatBritain2023?src=hash&#038;ref_src=twsrc%5Etfw">#GreatBritain2023</a> <a href="https://t.co/VNtlhGnHFv">pic.twitter.com/VNtlhGnHFv</a></p>
<p> — #ParaSwimming (@Para_swimming) <a href="https://twitter.com/Para_swimming/status/1636461644074065922?ref_src=twsrc%5Etfw">March 16, 2023</a></p>
</blockquote>
<p>O dia também foi dourado para Carol Santiago, campeã mundial e paralímpica. A pernambucana venceu a prova dos 100 metros livre, classe S12 (baixa visão), com o tempo de 59s84. O Brasil subiu ao pódio outras duas vezes nesta quinta (16). O paulista Gabriel Bandeira conquistou a prata nos 100m livre, classe S14 (deficiência intelectual) e a mineira Patrícia Santos arrematou a segunda prata do dia nos 150m medley, na classe S4 (comprometimentos físico-motores severos).</p>
<p>A delegação brasileira conta com 20 atletas na World Séries, que prossegue até domingo  (19).</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="en" xml:lang="en">🏊🏼‍♀️ Women&#8217;s 100m freestyle 🏊🏻</p>
<p> 🥇Maria Carolina Santiago (S12) 🇧🇷 is the winner in the women&#8217;s race.</p>
<p> 🥈 Yuyan Jiang (S6) 🇨🇳<br /> 🥉 Liesette Bruinsma (S11) 🇳🇱</p>
<p> 📺 Watch live &#038; live results: <a href="https://t.co/Vv9mZ5ohdV">https://t.co/Vv9mZ5ohdV</a><a href="https://twitter.com/hashtag/ParaSwimming?src=hash&#038;ref_src=twsrc%5Etfw">#ParaSwimming</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/Paralympics?src=hash&#038;ref_src=twsrc%5Etfw">#Paralympics</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/GreatBritain2023?src=hash&#038;ref_src=twsrc%5Etfw">#GreatBritain2023</a> <a href="https://t.co/oN9BPWRECB">pic.twitter.com/oN9BPWRECB</a></p>
<p> — #ParaSwimming (@Para_swimming) <a href="https://twitter.com/Para_swimming/status/1636440585232891936?ref_src=twsrc%5Etfw">March 16, 2023</a></p>
</blockquote>
<p><strong>Resultados dos brasileiros nesta quinta (16)</strong><br /> Carol Santiago (S12) &#8211; ouro nos 100m livre &#8211; 59s84<br /> Cecília Araújo (S8) &#8211; sexto lugar nos 100m livre &#8211; 1min06s95<br /> Ana Karolina Soares (S14) &#8211; 14º lugar nos 100m livre &#8211; 1min01s13<br /> Gabriel Bandeira (S14) &#8211; prata nos 100m livre &#8211; 52s12<br /> Talisson Glock (S6) &#8211; oitavo lugar nos 100m livre &#8211;  1min06s77<br /> Daniel Mendes (S6) &#8211; 11º lugar nos 100m livre &#8211; 1min07s77<br /> Alan Kleber Basílio (S4) &#8211; 14º lugar nos 100m livre &#8211; 1min25s82<br /> Phelipe Rodrigues (S10) &#8211; 16º lugar nos 100 m livre &#8211; 54s56<br /> Carol Santiago (S12) &#8211; sétimo lugar nos 200m medley &#8211; 2min32s36<br /> João Pedro Brutos (S14) &#8211; oitavo lugar nos 200m medley &#8211; 2min16s09<br /> Samuel de Oliveira (S5) &#8211; 12º lugar nos 200m medley &#8211; 3min02s19<br /> Patrícia dos Santos (S4) &#8211;  prata nos 150m medley &#8211; 2min58s52<br /> Lídia da Vieira da Cruz (S4) &#8211; oitavo lugar 150m medley &#8211;  3min25s33<br /> Gabriel Araújo (S2) &#8211; ouro nos 150m medley &#8211; 3min23s83 (recorde mundial)<br /> Alan Kleber Basílio (S4) &#8211; quarto lugar nos 150m medley &#8211; 3min00s61</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2023-03/natacao-paralimpica-gabriel-araujo-bate-recorde-mundial-na-inglaterra#cff9f728-1ccc-46bb-837a-6fd6759ed080" rel="noopener">EBC Esportes</a></p>
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		<title>Natação paralímpica: Brasil encerra etapa do World Series em primeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Mar 2023 23:17:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[encerra]]></category>
		<category><![CDATA[etapa]]></category>
		<category><![CDATA[paralimpica]]></category>
		<category><![CDATA[primeiro]]></category>
		<category><![CDATA[series]]></category>
		<category><![CDATA[world]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A deleção brasileira encerrou a etapa do World Series de Lignano (Itália) de natação paralímpica na primeira posição do quadro de medalhas após a conquista de mais dois ouros neste domingo (12). Com isto o Brasil encerrou a competição com 13 pódios (nove dourados e quatro prateados). Brasil fica em 1º lugar no World Series [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A deleção brasileira encerrou a etapa do World Series de Lignano (Itália) de natação paralímpica na primeira posição do quadro de medalhas após a conquista de mais dois ouros neste domingo (12). Com isto o Brasil encerrou a competição com 13 pódios (nove dourados e quatro prateados).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1515761&#038;o=node" style="width:1px;height:1px"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1515761&#038;o=node" style="width:1px;height:1px"></p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="pt" xml:lang="pt">Brasil fica em 1º lugar no World Series de natação na Itália após mais 2 medalhas de ouro no último dia: <a href="https://t.co/xJHE2GMktO">https://t.co/xJHE2GMktO</a><a href="https://twitter.com/hashtag/LoteriasCaixa?src=hash&#038;ref_src=twsrc%5Etfw">#LoteriasCaixa</a> <a href="https://t.co/QXdXX5eV15">pic.twitter.com/QXdXX5eV15</a></p>
<p> — Comitê Paralímpico Brasileiro (@cpboficial) <a href="https://twitter.com/cpboficial/status/1634998199718121472?ref_src=twsrc%5Etfw">March 12, 2023</a></p>
</blockquote>
<p>O primeiro ouro do Brasil neste domingo foi alcançado por Gabriel Araújo nos 50 metros costas da classe S2 (comprometimentos físico-motores severos). O mineiro encerrou a prova em 54s82, para encerrar sua participação na competição com cinco primeiros lugares, além de bater o recorde mundial nos 50 metros borboleta e o recorde das Américas nos 50 metros livre.</p>
<p>A outra conquista brasileira veio com Gabriel Bandeira, na prova dos 100 metros borboleta da classe S14 (para atletas com deficiência intelectual).</p>
<p>Agora, a seleção brasileira de natação paralímpica viaja à Inglaterra, onde disputa a etapa de Sheffield entre os dias 16 e 19 de março.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2023-03/natacao-paralimpica-brasil-encerra-etapa-do-world-series-em-primeiro#9e7c55c2-d144-4615-9294-596a64c3a589" rel="noopener">EBC Esportes</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/natacao-paralimpica-brasil-encerra-etapa-do-world-series-em-primeiro/">Natação paralímpica: Brasil encerra etapa do World Series em primeiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<item>
		<title>Natação paralímpica: Gabriel Araújo conquista dois ouros na Itália</title>
		<link>https://fatomt.com.br/natacao-paralimpica-gabriel-araujo-conquista-dois-ouros-na-italia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2023 23:45:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[araujo]]></category>
		<category><![CDATA[conquista]]></category>
		<category><![CDATA[gabriel]]></category>
		<category><![CDATA[italia]]></category>
		<category><![CDATA[ouros]]></category>
		<category><![CDATA[paralimpica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A delegação brasileira iniciou bem a disputa da World Series de natação paralímpica de Lignano (Itália) conquistando quatro medalhas (três ouros e uma prata) nesta quinta-feira (9). O grande destaque foi Gabriel Araújo, da classe S2 (comprometimentos físico-motores severos), que venceu duas provas. Seleção Brasileira de natação paralímpica estreia com quatro medalhas em World Series [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/natacao-paralimpica-gabriel-araujo-conquista-dois-ouros-na-italia/">Natação paralímpica: Gabriel Araújo conquista dois ouros na Itália</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A delegação brasileira iniciou bem a disputa da World Series de natação paralímpica de Lignano (Itália) conquistando quatro medalhas (três ouros e uma prata) nesta quinta-feira (9). O grande destaque foi Gabriel Araújo, da classe S2 (comprometimentos físico-motores severos), que venceu duas provas.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1515323&#038;o=node" style="width:1px;height:1px"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1515323&#038;o=node" style="width:1px;height:1px"></p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="pt" xml:lang="pt">Seleção Brasileira de natação paralímpica estreia com quatro medalhas em World Series na Itália: <a href="https://t.co/kBG93P6LaT">https://t.co/kBG93P6LaT</a><a href="https://twitter.com/hashtag/LoteriasCaixa?src=hash&#038;ref_src=twsrc%5Etfw">#LoteriasCaixa</a> <a href="https://t.co/li1WEJa64A">pic.twitter.com/li1WEJa64A</a></p>
<p> — Comitê Paralímpico Brasileiro (@cpboficial) <a href="https://twitter.com/cpboficial/status/1633919542073098240?ref_src=twsrc%5Etfw">March 9, 2023</a></p>
</blockquote>
<p>O mineiro de 20 anos garantiu um ouro na prova dos 150 metros estilo medley com o tempo de 3min42s28 e triunfou nos 100 metros estilo livre em 1min56s96, tempo com o qual bateu o recorde das Américas.</p>
<p>A terceira medalha dourada do Brasil nesta quinta foi garantida por Cecília de Araújo, na prova dos 100 metros livre classe S8 (comprometimentos físico-motores moderados), na qual conseguiu o tempo de 1min8s76. A quarta medalha brasileira foi a prata de João Pedro Brutos nos 100 metros peito classe SB14 (deficiência intelectual).</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2023-03/natacao-paralimpica-gabriel-araujo-conquista-dois-ouros-na-italia#4b97c295-d6c8-44a4-9e8e-374a83902077" rel="noopener">EBC Esportes</a></p>
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		<title>Coluna &#8211; A importância e os desafios da classificação paralímpica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2023 10:45:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[classifica]]></category>
		<category><![CDATA[coluna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos assuntos mais importantes, delicados e polêmicos do paradesporto é a classificação. Trata-se do processo que determina a classe do atleta na modalidade que pratica, conforme o tipo e (ou) grau da deficiência, para que as disputas transcorram da forma mais justa possível. A entrada do jovem, ou mesmo do adulto, no movimento paralímpico [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos assuntos mais importantes, delicados e polêmicos do paradesporto é a classificação. Trata-se do processo que determina a classe do atleta na modalidade que pratica, conforme o tipo e (ou) grau da deficiência, para que as disputas transcorram da forma mais justa possível. A entrada do jovem, ou mesmo do adulto, no movimento paralímpico e a perspectiva de uma carreira profissional dependem de uma categorização correta.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1512042&#038;o=node" style="width:1px;height:1px"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1512042&#038;o=node" style="width:1px;height:1px"></p>
<p>Na semana passada, o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) lançou o primeiro <a href="https://www.cpb.org.br/upload/link/25750e490faf4dffbaa6f985928e35d6.pdf" target="_blank" rel="noopener">Código Nacional de Classificação Esportiva Paralímpica</a>. O material se baseia nas regras e políticas estabelecidas pelo Comitê Paralímpico Internacional (IPC, sigla em inglês). A ideia é que o documento norteie esse processo em competições organizadas ou chanceladas pelo CPB ou de associações e confederações paradesportivas do país.</p>
<p>“[O código] tem dois grandes objetivos. O primeiro é traduzir o código internacional, levar essa informação a todos os envolvidos no esporte paralímpico. A gente sempre sentiu [que havia] essa barreira da língua inglesa, que o pessoal não conseguia se aprofundar. O segundo é trazer algumas situações específicas para a realidade nacional”, disse o coordenador de Classificação do CPB, João Paulo Casteleti, à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<p>“Em 2019, tivemos uma mudança no livro de regras da natação e os atletas tiveram de ser reclassificados internacionalmente. Mas temos, em nível nacional, um universo que não vai às competições internacionais, então não podíamos fazer o ajuste das classificações. Esses atletas acabavam competindo em uma regra desatualizada. A gente podia ter, por exemplo, uma piora no quadro clínico do atleta, que o impedia de atingir índices ou marcas para ser convocado, sem conseguir ajustar a classe dele. Agora, conseguimos fazer esse ajuste, em nível nacional, até que ele alcance resultados e possa ter uma classificação internacional”, completou.</p>
<p>O movimento paralímpico contempla modalidades cujos atletas têm comprometimentos visuais, intelectuais ou físico-motores. Esta última categoria engloba, segundo o Código Nacional, deficiências causadas por danos ao sistema nervoso, amputações, má formações, déficit de força muscular e de amplitude de movimento, baixa estatura e diferença de comprimento dos membros.</p>
<p>Os atletas são submetidos a avaliações clínicas, técnicas e de desempenho nos eventos &#8211; no caso dos visuais há somente avaliação clínica. Os status de classe são: confirmado, nova (se ainda não houve classificação), revisão (ou seja, terá de ser classificado novamente antes do próximo torneio ou em data pré-estabelecida pela banca de classificadores) ou observação em competição (na qual o esportista alocado em determinada categoria é analisado para saber se a performance é condizente com a verificação anterior).</p>
<p>Conforme o código publicado pelo CPB, atletas com status nova ou nacionalmente em revisão poderão ser classificados durante eventos regionais ou nacionais. Em casos excepcionais, há possibilidade de aqueles em revisão internacional serem convidados a participar do processo, para orientação sobre a próxima classificação a que serão submetidos fora do país.</p>
<p>As modalidades, porém, nem sempre têm o mesmo sistema de classificação. No atletismo, por exemplo, os atletas competem contra adversários com patologias iguais ou parecidas. Ou seja: velocistas com amputação em uma perna e aqueles com deficiência nos dois membros inferiores são alocados em categorias diferentes. Na natação, por sua vez, a distribuição pelas 14 classes (três visuais, uma intelectual e dez físico-motoras) se baseia no grau de comprometimento.</p>
<p>“O sistema do atletismo é de perfil de classe. O da natação é de pontuação. Independente do tipo de deficiência, você subtrai as pontuações relacionadas a cada movimento articular. Por isso, acaba tendo diferentes tipos de deficiência [em uma mesma classe]. Uma opinião minha é que a natação evoluiu muito tecnicamente e o número de classes, hoje, não é suficiente para se manter uma equidade aproximada durante a competição”, analisou Casteleti.</p>
<p>Um dos grandes desafios (quiçá, o maior) do processo é que ele seja o mais objetivo possível &#8211; o que não é fácil, considerando que as análises técnicas e durante competição, invariavelmente, podem ser influenciadas pela perspectiva do avaliador. Para minimizar a subjetividade, os classificadores não trabalham sozinhos nas bancas, mas em dupla ou trio, tendo ainda um chefe de classificação, que pode ser acionado se não houver consenso.</p>
<p>“A gente utiliza os números como forma de subsidiar [a análise], mas [a classificação] não é uma área exata. Ela está sujeita, sim, a equívocos. Costumo dizer que os classificadores estão ali para ajudar. Se não houvesse a classificação, com certeza a competição seria muito mais injusta. Lógico, existem sistemas que podem ser ajustados. O esporte paralímpico é muito recente”, destacou o coordenador do CPB, antes de exemplificar.</p>
<p>“Até 2008, competiam, na mesma classe [do atletismo], atletas com comprometimento nos membros inferiores usuários ou não de prótese. Mesmo atletas com sequela congênita, tornozelo bloqueado ou déficit de força, ganhavam dos usuários de prótese, porque elas não eram específicas para corrida, não havia essa tecnologia. Com a evolução da prótese, nem atletas olímpicos querem competir com os paralímpicos de prótese. Isso foi sendo ajustado e criadas mais classes. Por isso, o código internacional traz, de uns tempos para cá, que a grande proposta é de uma classificação baseada em evidências científicas para justificar aquelas regras. A gente sabe que é um trabalho a longo prazo”, concluiu Casteleti.</p>
<p>Padronizar a classificação nacional ao que prega o código do IPC é fundamental para se minimizar, o quanto antes, eventuais distorções de classe que podem comprometer a carreira dos atletas paralímpicos. Significa, também, possibilitar uma adaptação mais imediata a mudanças que venham a ser adotadas no livro de regras internacional e aprimorar o planejamento de esportistas, treinadores e dirigentes brasileiros.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2023-02/coluna-importancia-e-os-desafios-da-classificacao-paralimpica#06c345a5-305e-4291-b56f-09c9c69b1f62" rel="noopener">EBC Esportes</a></p>
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		<title>Brasil tem bom início no Mundial de Bocha Paralímpica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2022 01:15:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[bocha]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Começou nesta terça-feira (6) o Campeonato Mundial de bocha paralímpica. E o Brasil teve uma boa participação na principal competição da modalidade do ciclo Paris 2024, que reúne mais de 170 atletas de 40 países e que é realizada no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro. O destaque [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Começou nesta terça-feira (6) o Campeonato Mundial de bocha paralímpica. E o Brasil teve uma boa participação na principal competição da modalidade do ciclo Paris 2024, que reúne mais de 170 atletas de 40 países e que é realizada no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1497126&#038;o=node" style="width:1px;height:1px"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1497126&#038;o=node" style="width:1px;height:1px"></p>
<p>O destaque da seleção brasileira foi Evelyn Oliveira, que, na classe BC3 (para atletas com deficiências severas e que podem usar o instrumento auxiliar calha e ter auxílio de outra pessoa), superou a sul-africana Elanza Jordaan por 18 a 0.</p>
<p>“Fiquei muito feliz de ter iniciado o Mundial após uma jornada tão longa. Não tem nada mais gratificante do que ter uma estreia como essa, com uma vitória consistente, com tranquilidade nas quatro parciais. Estou feliz com o resultado e espero manter o desempenho no restante do campeonato”, declarou a paulista à assessoria de imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="pt" xml:lang="pt">Evelyn Oliveira vence por 18 a 0 em estreia no Mundial da bocha no Rio; Brasil tem sete vitórias no primeiro dia de competição: <a href="https://t.co/aTzcz89pig">https://t.co/aTzcz89pig</a> <a href="https://t.co/dmru4W98Zn">pic.twitter.com/dmru4W98Zn</a></p>
<p> — Comitê Paralímpico Brasileiro (@cpboficial) <a href="https://twitter.com/cpboficial/status/1600266915351363586?ref_src=twsrc%5Etfw">December 6, 2022</a></p>
</blockquote>
<p>Os dois medalhistas de bronze nos Jogos de 2020 (Tóquio) José Carlos Chagas e Maciel Santos também estrearam no Mundial com placares elásticos.</p>
<p>José Carlos bateu o japonês Takumi Nakamura por 11 a 1 na classe BC1 (para atletas que podem jogar com as mãos ou com os pés e que contam com a opção de um auxiliar). Já o cearense Maciel estreou em sua sétima participação em mundiais vencendo o sul-coreano Minkyu Kwak por 8 a 1 pela classe BC2 (para atletas que não recebem assistência). Ainda pelo masculino, mas pela classe BC3, o mineiro Mateus Carvalho venceu o egípcio Abdelrahman Saad por 9 a 0.</p>
<p>Já no feminino as pernambucanas Andreza Vitória e Evani Calado derrotaram, respectivamente, Yushae Andrade, de Bermudas, por 5 a 2 pela BC1, e a japonesa Keiko Tanaka, por 4 a 2 pela BC3. Pela classe BC4 (para atletas com deficiências severas, mas que não recebem assistência), a paulista Josi Silva bateu a chilena Norma Concha por 8 a 0.</p>
<p>O único empate brasileiro do dia veio com Eliseu dos Santos, que ficou no 2 a 2 com o tailandês Ritthikrai Somsanuk na classe BC4. O paranaense também perdeu de 8 a 1 para o israelense Gershon Haimov por 8 a 1.</p>
<p>Outras derrotas do Brasil nesta terça vieram com a pernambucana Letícia Karoline, de 3 a 2 para a argentina Ailen Flores na classe BC1, e com o paulista Antônio Leme, de 7 a 1 para o atleta de Hong Kong Tak Wah Tse na classe BC3.</p>
<p>O Mundial de bocha será disputado até a próxima terça-feira (13). O evento é transmitido, ao vivo, pelo <a href="https://www.youtube.com/@ANDEnarede">canal da Associação Nacional de Desportos para Deficientes (Ande) no YouTube</a>.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2022-12/brasil-tem-bom-inicio-no-mundial-de-bocha-paralimpica#5bc5dc6f-2e60-446a-b692-c5fc461a97f2" rel="noopener">EBC Esportes</a></p>
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