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	<title>Arquivos pandemia - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos pandemia - FATO MT</title>
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		<title>&#8216;Gripe aviária pode desencadear pandemia igual à da Covid&#8217;, diz médica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 14:17:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[aviaria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução / TV Brasil &#8211; 23.05.2023 Instituto Butantan disse ter começado a desenvolver vacina contra o vírus Os casos registrados de gripe aviária têm colocado o mundo em alerta em relação à doença. O vírus, de acordo com a infectologista do Hospital Sírio-Libanês Mirian Dal Ben, é motivo de preocupação, já que, caso ele consiga [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/gripe-aviaria-pode-desencadear-pandemia-igual-a-da-covid-diz-medica/">&#8216;Gripe aviária pode desencadear pandemia igual à da Covid&#8217;, diz médica</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/89/yk/be/89ykbe9gbz1q5zdtalmonrsm1.jpg" width="906" height="509" alt="Instituto Butantan disse ter começado a desenvolver vacina contra o vírus" title="Instituto Butantan disse ter começado a desenvolver vacina contra o vírus"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Reprodução / TV Brasil &#8211; 23.05.2023</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Instituto Butantan disse ter começado a desenvolver vacina contra o vírus</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p>Os casos registrados de <strong>gripe aviária</strong> têm colocado o mundo em alerta em relação à doença. O vírus, de acordo com a infectologista do Hospital Sírio-Libanês Mirian Dal Ben, é motivo de preocupação, já que, caso ele consiga adquirir mutações e passar a infectar seres humanos com facilidade, &#8220;pode desencadear uma pandemia igual à da Covid&#8221;.</p>
<p>&#8220;Sabemos que essa transmissão de ave para ave é fácil de acontecer, mas de ave para ser humano e, eventualmente, de ser humano para ser humano, não é tão comum. Porém, se a gente tem um número de <strong>aves</strong> muito grande e o <strong>vírus</strong> tem muita replicação, a probabilidade vai aumentando&#8221;, explica a infectologista.</p>
<p>Hoje, o Brasil tem 13 casos confirmados de <strong>influenza</strong> aviária em seis espécies de aves silvestres, mas nenhum constatado em humanos. Foram identificadas aves contaminadas em três estados:</p>
<ul>
<li>Espírito Santo (9): nos municípios de Marataízes, Cariacica, Vitória, Nova Venécia, Linhares, Itapemirim, Serra e Piúma;</li>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2023-05-28/gripe-aviaria-terceiro-caso-rio-de-janeiro.html" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/2023-05-28/gripe-aviaria-terceiro-caso-rio-de-janeiro.html">Rio de Janeiro (3):</a>  São João da Barra, Cabo Frio e Ilha do Governador;</li>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2023-05-30/gripe-aviaria-rs-primeiro-caso-ave-silvestre.html" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/2023-05-30/gripe-aviaria-rs-primeiro-caso-ave-silvestre.html">Rio Grande do Sul (1).</a> </li>
</ul>
<p>No continente americano, até o momento, só há registros de três pessoas infectadas, conforme dados da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS): sendo uma nos  <a href="https://saude.ig.com.br/coronavirus/2023-03-04/oms-cobra-dos-eua-informacoes-sobre-origem-da-covid-19.html" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/coronavirus/2023-03-04/oms-cobra-dos-eua-informacoes-sobre-origem-da-covid-19.html">Estados Unidos</a> (em abril de 2022); uma no  <a href="https://saude.ig.com.br/2022-12-01/equador-declara-emergencia-sanitaria-surto-gripe-aviaria.html" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/2022-12-01/equador-declara-emergencia-sanitaria-surto-gripe-aviaria.html">Equador</a> (em janeiro de 2023); e outra no  <a href="https://saude.ig.com.br/2022-01-04/chile-zoologico-aplica-vacina-contra-covid-19-em-animais.html" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/2022-01-04/chile-zoologico-aplica-vacina-contra-covid-19-em-animais.html">Chile</a> (em março de 2023).</p>
<p>Os dois primeiros se recuperaram, mas não há dados sobre o caso do Chile.</p>
<h2>  </h2>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/21/3i/61/213i61e5v65mnkxsaiwp4zokd.jpg" width="906" height="509" alt="Casos de gripe aviária não foram identificados em seres humanos no Brasil" title="Casos de gripe aviária não foram identificados em seres humanos no Brasil"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Reprodução / TV Brasil &#8211; 23.05.2023</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Casos de gripe aviária não foram identificados em seres humanos no Brasil</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2023-05-30/gripe-aviaria-rs-primeiro-caso-ave-silvestre.html" title="Gripe aviária: RS registra primeiro caso em ave silvestre" target="_self" rel="noopener">Gripe aviária: RS registra primeiro caso em ave silvestre</a> </li>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2023-05-28/gripe-aviaria-terceiro-caso-rio-de-janeiro.html" title="Gripe aviária: terceiro caso é registrado no Rio de Janeiro" target="_self" rel="noopener">Gripe aviária: terceiro caso é registrado no Rio de Janeiro</a> </li>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2023-05-22/gripe-aviaria-brasil-riscos.html" title="Dois estados registram casos de gripe aviária; veja quais os riscos" target="_self" rel="noopener">Dois estados registram casos de gripe aviária; veja quais os riscos</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<h2>Ministério da Saúde acompanha casos</h2>
<p>Em nota, o <a href="https://saude.ig.com.br/2023-05-24/ministerio-saude-analisa-4-casos-suspeitos-gripe-aviaria.html" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/2023-05-24/ministerio-saude-analisa-4-casos-suspeitos-gripe-aviaria.html">Ministério da Saúde disse monitorar os casos da doença </a> em <strong>aves silvestres</strong> no Brasil, registrados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), e as  <a href="https://saude.ig.com.br/2023-05-24/ministerio-saude-analisa-4-casos-suspeitos-gripe-aviaria.html" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/2023-05-24/ministerio-saude-analisa-4-casos-suspeitos-gripe-aviaria.html">notificações de contato de seres humanos com aves contaminadas,</a> além dos casos já em investigação.</p>
<p>No comunicado, a Saúde reforçou que, segundo o que foi observado no mundo, o vírus &#8220;não infecta humanos com facilidade e, quando isso ocorre, geralmente a transmissão de pessoa para pessoa não é sustentada.&#8221;</p>
<p>Na última semana, o Mapa declarou estado de <strong>emergência zoossanitária</strong>  em todo o país devido aos casos detectados em aves em território nacional. A medida foi tomada para evitar o alastramento da doença. Ainda conforme a pasta, a decisão possibilita a mobilização de verbas da União e a articulação com outros ministérios, organizações governamentais nas três instâncias e não governamentais.</p>
<h2>Vai ter vacina contra a H5N1?</h2>
<p>Ao <em> <strong>iG</strong> </em> , o  <a href="https://saude.ig.com.br/2022-12-16/vacina-contra-a-dengue-do-butantan-tem-eficacia-de-79-6-.html" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/2022-12-16/vacina-contra-a-dengue-do-butantan-tem-eficacia-de-79-6-.html">Instituto Butantan</a> informou já ter iniciado o processo de desenvolvimento da <strong>vacina</strong> contra a gripe aviária devido ao &#8220;potencial de causar uma nova pandemia&#8221;. No momento, os testes estão sendo realizados com cepas vacinais cedidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e o primeiro lote piloto já está pronto para testes pré-clínicos.</p>
<p>O órgão afirmou que pretende usar a fábrica da Influenza para desenvolver o novo imunizante.</p>
<p>&#8220;O Butantan atua para preparar o país no enfrentamento de potenciais pandemias, como atuou no desenvolvimento e disponibilização de vacinas para Covid-19 nos últimos anos. A gripe aviária tem o potencial de causar nova pandemia, daí a mobilização da instituição, que se iniciou em janeiro deste ano&#8221;, disse o instituto.</p>
<p>Entre no  <strong> <a href="https://t.me/iGUltimoSegundo" data-mce-href="https://t.me/iGUltimoSegundo">canal do Último Segundo no Telegram</a> </strong> e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo.  Siga também o  <a href="https://t.me/portalig" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG.</a> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/2023-05-31/gripe-aviaria-pode-desencadear-pandemia-igual-covid-diz-infectologista.html#0d0186bb-1e90-4fee-a830-8148acb3a73f" rel="noopener">Saúde</a></p>
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			</item>
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		<title>Morte materna teve alta na pandemia e ainda preocupa órgãos de saúde</title>
		<link>https://fatomt.com.br/morte-materna-teve-alta-na-pandemia-e-ainda-preocupa-orgaos-de-saude/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 May 2023 16:01:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ainda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução Atraso da vacina contra a Covid-19 no Brasil impulsionou aumento de mortes maternas Durante a gravidez, muitos medos assombram a gestante. A felicidade de gerar uma vida vem acompanhada com a responsabilidade, que cresce junto com a barriga, e o medo de alguma intercorrência na gestação e até mesmo da morte. Para quem esteve [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/62/gv/yc/62gvycbxwsm63ckavz6u4mwlv.jpg" width="906" height="509" alt="Atraso da vacina contra a Covid-19 no Brasil impulsionou aumento de mortes maternas" title="Atraso da vacina contra a Covid-19 no Brasil impulsionou aumento de mortes maternas"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Reprodução</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Atraso da vacina contra a Covid-19 no Brasil impulsionou aumento de mortes maternas</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Durante a gravidez, muitos medos assombram a gestante. A felicidade de gerar uma vida vem acompanhada com a responsabilidade, que cresce junto com a barriga, e o medo de alguma intercorrência na gestação e até mesmo da morte. Para quem esteve grávida durante a pandemia, este medo aumentou por conta da ameaça do coronavírus, principalmente para quem tinha ou desenvolveu alguma comorbidade na gravidez.</p>
<p class="">Este domingo (28) é o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna. A Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta que a mortalidade materna é inaceitavelmente alta no mundo. Cerca de 287 mil mulheres morreram durante a gravidez, o parto e no puerpério em 2020. Quase 95% de todas as mortes maternas ocorreram em países de baixa e média renda, e a maioria poderia ter sido evitada.</p>
<p class="">Entre os países da América Latina e do Caribe, a mortalidade materna aumentou em 15% entre 2016 e 2020, com 8.400 mortes de mulheres a cada ano. Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), &#8220;um retrocesso de 20 anos na saúde materna na região&#8221;, após uma redução de 16,4% entre 1990 e 2015.</p>
<p class="">A meta é menos de 30 mortes maternas por 100 mil nascidos vivos. Hoje são 68 mortes por 100 mil nascidos vivos. A OMS define óbito materno como a morte de uma mulher, ocorrida durante a gestação, parto ou dentro de um período de 42 dias após o término da gestação, por qualquer causa relacionada com a gravidez, não incluídas causas acidentais ou incidentais.</p>
<p class="">Dados do Painel de Monitoramento da Mortalidade Materna, do Ministério da Saúde, mostram que em 2020, 71.879 mulheres morreram durante a gravidez, o parto ou puerpério no Brasil. Em 2022, dados preliminares mostram que foram 66.862 mortes maternas.</p>
<p class="">Estudo do Observatório Covid-19 Fiocruz revela que, em 2020, houve alta de óbitos maternos em 40%, quando comparado com números dos anos anteriores. Mesmo considerando a expectativa de aumento das mortes em geral em decorrência da pandemia de Covid-19, ainda assim houve um excesso de 14%.</p>
<p class="">A pesquisa, que estimou o aumento de mortes maternas causadas direta e indiretamente pela Covid-19 no Brasil no ano de 2020, foi publicada no começo deste ano na revista cientifica BMC Pregnancy and Childbirth. O estudo identificou as características clínicas e manejo clínico das mulheres grávidas e puérperas atendidas por Covid-19.</p>
<p class="">As chances de hospitalização de gestantes com diagnóstico da doença foram 337% maiores. Para as internações em UTI, as chances foram 73% maiores e o uso de suporte ventilatório invasivo 64% acima em relação aos demais pacientes com covid-19, que morreram em 2020.</p>
<p class="">A Agência Brasil conversou com mulheres que estiveram grávidas nos três anos da pandemia.</p>
<h3 class="">&#8220;Não tive com quem dividir a alegria de estar grávida&#8221;</h3>
<p class="">A psicóloga Ana Caroline Saldanha Martins, de São Paulo, 37 anos, contou que o primeiro desafio foi o distanciamento. &#8220;Fiquei grávida bem em 2020. O primeiro desafio de estar grávida na pandemia foi estar longe da família, não tive com quem dividir essa alegria. Trabalhava em um residencial para idosos, então as pessoas tinham muito receio de chegar perto de uma mulher grávida na pandemia, de passar alguma coisa. Não tive isso das pessoas pegarem minha barriga e fazerem carinho&#8221;.</p>
<p class="">Além de manter-se longe de parentes e amigos, ela teve que lidar com a diabetes gestacional. &#8220;Fiz a dieta corretamente, mas a glicose não baixava. Então tive que tomar medicação, mas não cheguei a precisar de insulina&#8221;. </p>
<p class="">Havia outros medos também. &#8220;O medo era generalizado. A diabetes me dava mais medo de afetar o neném. Eu descobri também que existem vários medos normais na gestação. A gente tem muito mais medo de morrer e existe um risco muito grande. E meu pai morreu quando eu tinha oito anos, eu falava que não queria isso para minha filha. O medo era uma constante&#8221;.</p>
<p class=""> O ano virou e apesar da vacina contra a Covid-19 ter chegado, em 2021, ainda não estava acessível para as grávidas. &#8220;Como trabalhava em uma instituição para idosos, lá nós fomos os primeiros a serem vacinados no Brasil. Mas, a minha chefe, uma médica, não queria deixar eu vacinar porque ainda não sabia bem os efeitos da vacina em grávidas. Tive que pedir uma autorização da minha médica, depois procurar o posto de saúde com o meu crachá [da instituição]. Fui uma das primeiras a ser vacinadas contra a Covid-19 estando grávida&#8221;. Em 14 de julho de 2021, nasceu Maria Fernanda, filha da Ana Caroline.</p>
<h3 class="">Demora para conseguir vacinar</h3>
<p class="">Já a gerente de produto Julia Resende, 33 anos, do Rio de Janeiro, engravidou em janeiro de 2021. O Joseph nasceu em 8 de outubro daquele ano. Ela conta que a gravidez foi tranquila, mas ficou assustada quando o marido testou positivo para a Covid-19. </p>
<p class="">&#8220;Quando engravidei, a Covid-19 ainda estava em um período bem ruim no Brasil. No começo foi bem tenso, a gente morava em São Paulo na época e fiquei bem presa em casa. Meu marido foi para uma reunião presencial, onde todo mundo se testou, mas ele pegou Covid-19. Ficamos bem chateados&#8221;.</p>
<p class="">Ela se isolou em uma acomodação para evitar a contaminação. &#8220;Foi uma situação bem chata, ele demorou bastante para testar negativo e na época também não tinha acesso a teste rápido&#8221;. Em seguida chegou a vacina para as grávidas.</p>
<p class="">&#8220;Liberaram a vacina para as grávidas, mas foi muito confuso. Primeiro, São Paulo liberou, depois tirou, mas como eu sou do Rio e lá tinha liberado, peguei um voo para lá, apesar de estar morrendo de medo, coloquei uma máscara N95 e fui vacinar lá&#8221;.</p>
<p class=""> Como a família do marido é dos Estados Unidos, Julia foi ao país para tomar a segunda dose. &#8220;No Brasil ainda estava demorando uns 40 dias entre as doses. Lá [Estados Unidos], já podia tomar em duas semanas, então eu e meu marido vacinamos lá&#8221;. O final da gestação foi menos tenso, conta. &#8220;Foi melhorando, mas eu diria que os primeiros seis meses da gestação a gente se isolou bastante e correu bastante atrás da vacina. Mas, tinha muito medo de morrer no parto&#8221;.</p>
<h3 class="">&#8220;Tive medo de pegar covid e morrer&#8221;</h3>
<p class="">Já Débora Watanabe, 35 anos, analista de planejamento financeiro em São Paulo, ficou grávida entre fevereiro e outubro de 2022. &#8220;Estava bem assistida, mas tive alguns sangramentos e diabetes gestacional, o que caracterizou como de alto risco. Quando soube da diabetes foi um choque, mas me mantive tranquila com as orientações da obstetra e da nutricionista, levei à risca as recomendações e consegui me manter saudável, esse tipo de acompanhamento é essencial&#8221;.</p>
<p class=""> Mas, ainda assim, ela ficou preocupada. &#8220;Tive bastante medo de pegar Covid-19 ou gripe durante a gestação, mas já tinha tomado as vacinas antes, e durante a gestação também tomei. Fiquei mais confiante, usei máscara durante todo período, álcool gel e distanciamento. Mas, tive medo de morrer e de acontecer algo com o Gabriel&#8221;. Com o pré-natal em dia, Gabriel nasceu saudável em 30 de outubro de 2022. </p>
<h3 class="">Comorbidades</h3>
<p class="">A obstetra e ginecologista Larissa Flosi viveu os dois lados da moeda. &#8220;Fui gestante no pico da pandemia. Descobri que estava grávida em fevereiro [de 2020] e em março fechou tudo. A gravidez inteira passei em casa, só acompanhando as notícias e sem trabalhar, me afastei um pouco da prática para não pegar Covid-19. A gente tinha muito medo do que de fato essa doença podia causar&#8221;, conta a médica que atua na Theia, clínica de saúde que combina atendimentos virtuais e presenciais.</p>
<p class="">A especialista relembra porque a Covid-19 tem relevância no contexto da gestação. &#8220;Além da gestante já ter uma imunidade mais baixa, ela tem algumas alterações fisiológicas da respiração, das funções pulmonares e cardiológicas que fazem com que ela fique mais suscetível a pegar doenças que possam acometer os pulmões, como a Covid-19&#8221;.</p>
<p class="">Na prática clínica, ela recorda as comorbidades mais comuns nas gestantes no período crítico da pandemia. &#8220;A Covid-19 também tem uma gama de sintomas e de acometimentos vasculares. Essas repercussões vasculares também podem afetar a placenta e observamos isso na prática. Além dos casos de sedentarismo, hipertensão e diabetes gestacional. Uma mulher com gestação de alto risco e com Covid-19 era mais problemático ainda&#8221;.</p>
<h3 class="">Vacina e queda de internações</h3>
<p class="">Na opinião da obstetra, o atraso da vacina contra a Covid-19 para as grávidas pode ter piorado a situação. &#8220;Não tenho nenhuma dúvida de que o atraso da vacina piorou a situação das gestantes, até porque teve uma segunda onda que foi muito intensa, em março de 2021, quando teoricamente já teríamos acesso à vacina&#8221;, disse.</p>
<p class="">No entanto, quando observado a segurança e eficácia da vacina nas gestantes, as internações diminuíram, observou a obstetra. &#8220;Inicialmente havia um certo receio em relação a como a vacina ia se comportar para gestantes, mas depois que começou a vacinar as gestantes, foi brutal a queda de internações e de desfechos graves de casos de Covid-19&#8221;.</p>
<p class=""> Para ela, o atraso piorou a situação das gestantes socialmente vulneráveis. &#8220;Pensando em um cenário de privilégios, em que uma gestante pode se isolar, é muito diferente em um cenário de privação: essa mulher não tem acesso a uma teleconsulta, então o pré-natal também foi muito prejudicado tanto pelo atraso das vacinas, quanto pela pandemia em si. Temos estudos de que a aderência ao pré-natal nesse momento caiu muito, então é relevante pensar que se tivesse gestantes vacinadas mais precocemente com certeza teria um impacto positivo nesses desfechos&#8221;, ressalta.</p>
<div>
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</div>
<h3 class="">Vulnerabilidade  </h3>
<p class="">O estudo da Fiocruz mostra que as gestantes mais vulneráveis foram as mais afetadas. As chances de uma mulher negra, residente da zona rural e internada fora do município de residência estarem entre os óbitos maternos foram 44%, 61% e 28% maiores em comparação ao grupo controle. Ao longo de 2020, o país registrou 549 mortes maternas por Covid-19, principalmente em gestantes no segundo e terceiro trimestre.</p>
<p class="">&#8220;O excesso de óbitos teve a Covid-19 não apenas como causa direta, mas inflacionou o número de mortes de mulheres que não conseguem acesso ao pré-natal e condições adequadas de realização do seu parto no país&#8221;, pondera o principal investigador do estudo, Raphael Mendonça Guimarães, pesquisador da Fiocruz.</p>
<p class="">O estudo utilizou dados do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) para óbitos por covid-19 nos anos de 2020 e 2021, e comparou com dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade no ano de 2020 (quando já havia pandemia) e nos cinco anos anteriores, para estimar o número esperado de mortes maternas no país.</p>
<p class="">Este cenário compromete o desafio de alcançar os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) até 2030. &#8220;O atraso do início da vacinação entre as grávidas e puérperas pode ter sido decisivo na maior penalização destas mulheres&#8221;, disse Guimarães.</p>
<h3>Pré-natal</h3>
<p class="">O acompanhamento médico durante os nove meses de gravidez é fundamental para melhorar e evitar problemas para a mãe e a criança e pode diminuir a mortalidade materna. &#8220;O pré-natal tem uma importância absoluta, avaliamos o histórico da mulher, qual é o cenário em que ela está inserida, quais são as medicações que usa. A gente faz um exame físico completo, ouve os sintomas, as queixas e a partir traça um plano que pode incluir medicações para profilaxia de algumas doenças. É importante que o pré-natal seja transdisciplinar, que a gestante tenha contato com as enfermeiras obstetras ou obstetrizes, nutricionista, psicólogo, fisioterapeuta, tudo isso melhora o desfecho da gestação&#8221;, explica a obstetra Larissa Flosi.</p>
<p class="">Embora a Covid-19 não seja mais emergência em saúde pública de importância internacional, o coronavírus ainda circula e a vacinação continua sendo fundamental, principalmente para as grávidas, ressalta a obstetra.</p>
<p class="">&#8220;É importante que as gestantes se protejam contra a Covid-19: usar máscara em lugares de muita aglomeração, evitar contato com pessoas doentes e se vacinar. A vacinação ajuda a reduzir a mortalidade materna. Isso também faz parte das políticas públicas, incentivar a vacinação. Para as mulheres, indico buscar um pré-natal de qualidade onde você seja ouvida e ajude-a realmente a assumir esse papel de protagonista. O pré-natal é essencial para que a gente tenha bons desfechos&#8221;, orienta a médica.</p>
<h3>Rede Cegonha</h3>
<p class="">O Ministério da Saúde implementa, em parceria com os estados e municípios, ações para o enfrentamento à mortalidade materna e infantil com o objetivo de reduzir as mortes evitáveis. Uma das principais estratégias, segundo a pasta, é a Rede Cegonha, criada em 2011 e desenvolvida para assegurar às mulheres o direito ao planejamento da gravidez e a atenção humanizada no período da gestação, parto e puerpério e às crianças o direito ao nascimento seguro e ao crescimento e desenvolvimento saudáveis.</p>
<p class="">A pasta também atua no fortalecimento das redes de serviços de atenção ao parto e, neste ano, em alusão ao mês de enfrentamento à mortalidade materna, o Ministério também aderiu aos 10 passos do Cuidado obstétrico para Redução da Morbimortalidade Materna, além de já seguir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que tem, entre as metas, a redução da mortalidade materna no Brasil até 2030.</p>
<p class="">Na capital paulista, o programa Mãe Paulistana, conduzido pela Secretaria Municipal da Saúde, atendeu mais de 500 mil mulheres nos últimos seis anos e realiza atualmente o acompanhamento de 51 mil gestantes na capital.Entre as diretrizes do Mãe Paulistana estão a captação precoce da gestante (até a 12ª semana de gravidez), garantia de sete ou mais consultas de pré-natal e realização de exames laboratoriais e ultrassonografia. </p>
<p class="">As consultas (mensais, quinzenais e semanais, de acordo com o período da gestação) permitem não apenas a detecção precoce de eventuais problemas na saúde da mulher, como hipertensão, mas também a transmissão vertical (na gestão, parto ou amamentação) de doenças como HIV/Aids, sífilis e hepatite B.</p>
<p class="">O programa ainda promove a qualificação da rede para redução da mortalidade materna e infantil; estímulo ao parto normal humanizado, com visita antecipada à maternidade de referência para o parto, grade de parto acessível; agendamento pela maternidade e garantia da consulta da puérpera e da primeira consulta do recém-nascido; bolsa e enxoval para o recém-nascido e estímulo ao aleitamento materno.</p>
<p class="">Para ingressar no programa Mãe Paulistana, a mulher com suspeita de gravidez deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima à sua residência, trabalho ou escola e realizar o teste de gravidez. Se confirmada a gestação, são pedidos alguns exames e feito o cadastro no programa. Todo o atendimento é feito mediante a apresentação do cartão SUS, obtido na própria UBS mediante a apresentação do RG e comprovante de residência.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/2023-05-28/morte-materna-alta-pandemia.html#32ce27e0-bb5b-4afd-8640-da31e569b452" rel="noopener">Saúde</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/morte-materna-teve-alta-na-pandemia-e-ainda-preocupa-orgaos-de-saude/">Morte materna teve alta na pandemia e ainda preocupa órgãos de saúde</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<title>&#8216;Senado Remoto&#8217;: livro retrata ação do Legislativo durante a pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2023 21:45:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[durante]]></category>
		<category><![CDATA[legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Tudo começou numa sexta-feira 13”. É com essa frase que o livro Senado Remoto: a ação do Legislativo na pandemia de covid-19 inicia o relato de um período desafiador para a humanidade contado pelo ponto de vista de uma instituição que nunca parou de trabalhar durante a crise sanitária: o Senado. Naquela sexta-feira de março [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Tudo começou numa sexta-feira 13”. É com essa frase que o livro <em>Senado Remoto: a ação do Legislativo na pandemia de covid-19</em> inicia o relato de um período desafiador para a humanidade contado pelo ponto de vista de uma instituição que nunca parou de trabalhar durante a crise sanitária: o Senado. Naquela sexta-feira de março de 2020, quando o Brasil já registrava os primeiros casos de covid-19 e a adoção do isolamento social era iminente, a Casa começou a planejar uma forma de continuar funcionando. </p>
<p>O livro reúne uma série de reportagens feitas pela <strong>Agência Senado</strong> sobre o Sistema de Deliberação Remota (SDR), a solução construída em tempo recorde pela instituição para seguir trabalhando em plena pandemia. Por meio do sistema, o Senado pôde analisar, elaborar e aprovar medidas urgentes e essenciais para o enfrentamento da covid-19 no Brasil.</p>
<p>Os textos contam a história da criação do Sistema de Deliberação Remota e as adaptações tecnológicas, políticas e administrativas da Casa para cumprir os seus deveres no cotidiano imposto pela pandemia. Foram 14 reportagens especiais sobre  o tema. A publicação pode ser encontrada em formato impresso, na Biblioteca do Senado, e também está disponível para <em>download</em> gratuito na <a href="https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/608711" rel="noopener" target="_blank">página da Biblioteca Digital</a>.</p>
<p>A diretora da <strong>Agência Senado</strong>, Paola Lima, explica que a importância histórica desse material e dos eventos narrados foi o que levou à ideia de reuni-los em uma só publicação.</p>
<p>— O livro é, ao mesmo tempo, registro histórico e tributo à capacidade de inovação institucional do Senado frente a desafios severos e imprevisíveis e aos 25 anos de espírito público e excelência jornalística que a <strong>Agência Senado</strong><a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/exposicao-25anos" rel="noopener" target="_blank"> completou em 2022</a>. Nesse período de dificuldades, toda a nossa equipe estava muito comprometida com o trabalho, mesmo sendo tudo novo e meio assustador naquele momento. Ainda assim, ninguém se furtou a cumprir seu papel de servidor e prestar o melhor serviço possível à população.</p>
<p>A diretora da Secretaria de Comunicação do Senado, Érica Ceolin, lembrou o esforço da equipe para que todo o trabalho que estava sendo feito pelo Senado durante a pandemia pudesse chegar aos cidadãos. Para ela, os veículos de comunicação da Casa reforçaram o papel constitucional de dar publicidade aos atos públicos e, por esse meio, os brasileiros puderam exercer o controle social, conferindo a eficiência e legitimidade das medidas de socorro aprovadas pelos senadores. O livro, disse a diretora, é o registro histórico de todo esse trabalho.</p>
<p>— O livro vai ficar como um registro histórico porque traz a memória do que aconteceu, com os personagens que fizeram acontecer e com a linguagem fácil do jornalismo. Vai ser fácil para todo mundo acompanhar, para todo mundo que quiser. Muito mais fácil do que um livro técnico, porque é jornalismo em um livro.</p>
<h3><strong>Reportagens</strong></h3>
<p>A primeira reportagem do livro foi publicada em março de 2021, um ano após a decretação da pandemia e a restrição da circulação de pessoas nas dependências do Senado. “O dia em que o Senado (não) parou” dá início a essa série de relatos, que também traz reportagens sobre a criação de um plenário virtual em tempo recorde, a primeira sessão remota e o registro e cobertura das sessões, que mantiveram o Senado acessível à população.</p>
<p>A obra inclui, ainda, os meios encontrados pelo Senado para manter a atividade legislativa em alta, a adaptação do processo legislativo pelos servidores, o protagonismo do Senado na relação com o Executivo e a mudança no rito de apreciação das medidas provisórias. A maior participação popular por meio virtual e os bastidores da atuação dos servidores do Senado em várias áreas também são tema do livro.</p>
<p>Responsável pela maior parte das reportagens e criador da série que deu origem ao livro, o jornalista Guilherme Oliveira, da <strong>Agência Senado,</strong> explicou que a ideia de fazer as reportagens veio do fato de que o trabalho feito pelo Congresso para aprovar projetos de enfrentamento da pandemia estava sendo contado pela imprensa externa, mas não havia o registro de como foi o processo interno de reinvenção que permitiu essa atuação. E essa história só poderia ser contada por quem acompanhou esse processo, inédito e único, de dentro, e por quem fez parte dele, como é o caso da <strong>Agência</strong>.</p>
<p>— A história de como o Congresso enfrentou a pandemia internamente, digamos assim, para fazer essa atividade legislativa poder existir, essa era uma história nossa, somente nossa, ninguém mais podia contar. E eu pensei que ela não podia deixar de ser contada. Essa foi a principal motivação do projeto. Nós queríamos mostrar o que os servidores estavam fazendo para viabilizar que os senadores pudessem fazer o que estava sendo mostrado ao público.</p>
<p>Algumas reportagens não fizeram parte da série sobre o SDR e foram feitas especialmente para o livro. Um dos textos mostra como essas inovações apontam para o futuro do Legislativo. Há, ainda, reportagem do jornalista Ricardo Westin, também da <strong>Agência Senado</strong>, que mostra como eram as votações no Senado do tempo do Império até os dias atuais, passando pelas adaptações nos trabalhos legislativos durante a Assembleia Nacional Constituinte de 1987–1988.</p>
<p>Na visão de Guilherme Oliveira, o SDR, tema da série, muito mais do que o sistema eletrônico que permitiu as votações, é todo o processo que o Senado teve que enfrentar, todas as adaptações que teve que fazer para se reinventar durante a adversidade e funcionar à distância sem perder a essência do que é ser um Parlamento.</p>
<h3><strong>Tempo recorde</strong></h3>
<p>Para o secretário-geral da Mesa do Senado, Gustavo Sabóia, o pioneirismo tecnológico que sempre foi característico do Senado foi colocado à prova na pandemia, e a Secretaria Especial de Informática do Senado Federal (Prodasen) deu uma resposta imediata, com a criação do sistema que permitiu as votações remotas. O ato da comissão diretora que instituiu o sistema foi publicado em 17 de março de 2020, apenas seis dias após a Organização Mundial da Saúde (OMS) ter reconhecido o status de pandemia.</p>
<p>&#8220;Graças a esse esforço concentrado, o Senado Federal poderá eternamente orgulhar-se de ter sido o primeiro parlamento do mundo a realizar uma sessão deliberativa de forma inteiramente remota. (&#8230;) O livro, portanto, destina-se a resguardar a memória institucional desse momento histórico para o Senado Federal. Todo o sucesso do Sistema de Deliberação Remota se deve à inventividade e ao esforço incansável do corpo funcional desta Casa&#8221;, diz Sabóia no prefácio da obra.</p>
<p>A diretora-geral da Casa, Ilana Trombka, lembrou que a ferramenta de sessões remotas, hoje reconhecida internacionalmente, foi cedida gratuitamente a outras casas legislativas dentro e fora do Brasil. Ela também lembrou o trabalho de todos os setores do Senado que tiveram que se adaptar em razão da pandemia, inclusive os profissionais de saúde.</p>
<p>&#8220;O Senado que permitiu o desenvolvimento do SDR e a adoção das demais medidas durante a crise sanitária é resultado de uma fórmula de gestão que atribui as orientações necessárias ao conjunto dos colaboradores, permitindo que cada um dê o seu melhor e tudo funcione de forma dinâmica. Digo, com convicção, que levantamos uma estrutura robusta com rapidez admirável. Fomos pegos de surpresa com a crise sanitária, mas tínhamos recursos que nos permitiram reagir&#8221;, explica a diretora na apresentação do livro.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/26/senado-remoto-livro-retrata-acao-do-legislativo-durante-a-pandemia#c135017b-382c-405f-a9de-9c67bb389737" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Hospital Estadual Santa Casa foi referência na pandemia e desde 2022 já realizou 5.600 cirurgias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2023 23:16:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[desde]]></category>
		<category><![CDATA[estadual]]></category>
		<category><![CDATA[hospital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Hospital Estadual Santa Casa, unidade mantida pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) em Cuiabá, atuou como uma importante referência no atendimento de pacientes com Covid-19, atendendo mais de 127 mil pacientes infectados pelo coronavírus, e após esse período retomou a realização de cirurgias. Desde 15 de junho do ano passado, mais de 5,6 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">O Hospital Estadual Santa Casa, unidade mantida pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) em Cuiabá, atuou como uma importante referência no atendimento de pacientes com Covid-19, atendendo mais de 127 mil pacientes infectados pelo coronavírus, e após esse período retomou a realização de cirurgias. Desde 15 de junho do ano passado, mais de 5,6 mil cirurgias eletivas e de urgência foram realizadas.</p>
<p> No auge da pandemia, a unidade chegou a manter 80 leitos de UTI Covid-19 para adultos e, neste período realizou apenas as cirurgias de urgência e emergência e manteve os atendimentos oncológicos e nefrológicos em locais completamente isolados da área Covid-19. A realização de cirurgias eletivas estava suspensa pelo Ministério da Saúde.</p>
<p> No dia 15 de junho de 2022, o Hospital Estadual Santa Casa retomou, em parte, a normalidade do fluxo de atendimento e restabeleceu a oferta de cirurgias eletivas. Desde então, a unidade já realizou mais de 120.246 atendimentos ambulatoriais, 6.402 internações, 3.003 cirurgias eletivas e 2.663 cirurgias de urgência.</p>
<p> &#8220;A SES não mede esforços para ampliar a oferta de serviços nos hospitais e unidades administradas pelo Estado. O Hospital Estadual Santa Casa presta atendimentos de extrema importância para a rede e exerce uma função primordial, sobretudo, no atendimento às demandas pediátricas e de alta complexidade&#8221;, declarou o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo. </p>
<p> Para a diretora do hospital, Patrícia Neves, o período pandêmico foi desafiador para toda a equipe multidisciplinar. “Foi o momento mais difícil da vida de muitos profissionais de saúde, mas especialmente para aqueles que estavam na linha de frente do combate. Tenho profundo respeito por cada um dos trabalhadores que não puderam se isolar e viveram todos os segundos da angústia que foi a pandemia da Covid-19 para salvar vidas”, disse.</p>
<p> Atualmente, o hospital oferece Pronto Atendimento Pediátrico 24 horas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), ala que realizou mais de 34 mil atendimentos entre junho de 2022 e maio de 2023. Neste período, ainda foram realizadas 56 internações na UTI pediátrica e 97 na UTI Neonatal. </p>
<p> A unidade também realizou 96 internações em UTI adulto e 445 internações na UTI cardiológica, que passou a receber pacientes em setembro de 2022.</p>
<p> Somente na área da oncologia cirúrgica, desde julho de 2022, foram realizados 9.524 procedimentos; já na oncologia clínica, foram realizados 2.220 atendimentos. Na área de nefrologia, a unidade realizou 5.410 atendimentos. </p>
<p> “O Hospital Estadual Santa Casa oferta um serviço de ponta a atende a muitas especialidades na alta complexidade, como cardiologia, neurologia, nefrologia, oncologia, pneumologia, urologia, entre outras. Nossa equipe trabalha para ofertar o melhor tratamento aos usuários do SUS”, concluiu a diretora.</p>
</div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.secom.mt.gov.br/w/hospital-estadual-santa-casa-foi-refer%C3%AAncia-na-pandemia-e-desde-2022-j%C3%A1-realizou-5.600-cirurgias#cf124a7c-2a0d-4e73-940a-553ddbe2bddd" rel="noopener">Governo MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>Primeira comissão mista de MP após pandemia será instalada no dia 11</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 19:45:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[comiss]]></category>
		<category><![CDATA[instalada]]></category>
		<category><![CDATA[mista]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Está marcada para 11 de abril a instalação da primeira comissão mista para análise de medida provisória após três anos de tramitação simplificada por conta da pandemia. A comissão é a da MP 1.154/2023, que reestruturou o novo governo e detalhou a estrutura dos 31 ministérios e dos 6 órgãos com status de ministérios que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Está marcada para 11 de abril a instalação da primeira comissão mista para análise de medida provisória após três anos de tramitação simplificada por conta da pandemia. A comissão é a da <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/155651" rel="noopener" target="_blank">MP 1.154/2023</a>, que reestruturou o novo governo e detalhou a estrutura dos 31 ministérios e dos 6 órgãos com status de ministérios que integram a Presidência da República. A reunião de instalação do colegiado, agendada para as 14h30, também deve ter a eleição de presidente e vice-presidente.</p>
<p>Dos 37 órgãos mencionados na medida provisória, 13 já existiam na gestão anterior, 19 foram criados por desmembramento de pastas, 2 foram renomeados e 3 foram criados. O destaque é  para os Ministérios da Igualdade Racial e dos Povos Indígenas, concebidos sem vinculação com estruturas anteriores.</p>
<p>A MP 1.154/2023 prevê, ainda, o funcionamento de sete órgãos de assessoramento ao presidente da República. Entre eles, estão os Conselhos de Governo, de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, de Política Energética, de Parcerias de Investimentos e de Segurança Alimentar e Nutricional. O texto também prevê os dois órgãos de consulta do Poder Executivo, que são os Conselhos da República e de Defesa Nacional.</p>
<p>A medida provisória já teve o prazo prorrogado e precisa ser votada pela comissão e pelos Plenários da Câmara e do senado até o dia 1° de junho, ou perderá a validade.</p>
<h3><strong>Rito constitucional</strong></h3>
<p>De acordo com a Constituição, cada medida provisória precisa ser apreciada por uma comissão mista de deputados e senadores antes de passar pelos Plenários da Câmara e do Senado. Desde a pandemia, no entanto, as MPs vinham sendo analisadas diretamente nos Plenários das duas Casas.</p>
<p>Em março, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, acatou questão de ordem apresentada pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL), líder do bloco da Maioria, e oficializou o retorno do funcionamento das comissões mistas para análise prévia das MPs.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/04/03/primeira-comissao-mista-de-mp-apos-pandemia-sera-instalada-no-dia-11#5cd63cf2-6baf-4334-96af-d510eb396306" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/primeira-comissao-mista-de-mp-apos-pandemia-sera-instalada-no-dia-11/">Primeira comissão mista de MP após pandemia será instalada no dia 11</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<item>
		<title>Pandemia: Brasil atinge marca de 700 mil mortes por Covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Mar 2023 19:45:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[atinge]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
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		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pixabay Covid-19 matou mais de 700 mil pessoas no Brasil O Brasil atingiu, nesta terça-feira (28), a marca de 700 mil mortes causadas pela Covid-19 desde o início da pandemia, em 2020. A informação foi confirmada com base em dados divulgados pelo Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde). A plataforma do conselho mostra que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/40/3q/55/403q55ticqvt857686dp5tsit.jpg" width="906" height="509" alt="Covid-19 matou mais de 700 mil pessoas no Brasil" title="Covid-19 matou mais de 700 mil pessoas no Brasil"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Pixabay</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Covid-19 matou mais de 700 mil pessoas no Brasil</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p class="">O Brasil atingiu, nesta terça-feira (28), a marca de 700 mil mortes causadas pela  <a title="SP amplia vacina bivalente da Covid-19 a público elegível" href="https://saude.ig.com.br/2023-03-21/sp-ampliara-vacina-bivalente-da-covid-19-a-publico-elegivel--saiba.html" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/2023-03-21/sp-ampliara-vacina-bivalente-da-covid-19-a-publico-elegivel--saiba.html">Covid-19</a> desde o início da pandemia, em 2020. A informação foi confirmada com base em dados divulgados pelo Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde). </p>
<p>A plataforma do conselho mostra que o país chegou à marca de 700.239 mortes em decorrência da efemeridade. O Brasil já registrou 37.258.663 casos da doença em três anos de pandemia. </p>
<p>Confira o número de casos e óbitos de Covid-19 registrados em cada ano:</p>
<ul>
<li>2020: 7.716.405 casos e 195.725 mortes;</li>
<li>2021: 14.573.707 casos e 423.379 mortes;</li>
<li>2022: 14.041.169 casos e 74.779 mortes;</li>
<li>2023: 927.382 casos e 6.386 mortes.</li>
</ul>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2023-03-25/casos-de-dengue-e-chikungunya-aumentam-de-forma-alarmante-em-2023.html" title="Casos de dengue e chikungunya aumentam de forma alarmante em 2023" target="_blank" rel="noopener">Casos de dengue e chikungunya aumentam de forma alarmante em 2023</a> </li>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2023-03-26/brasil-esta-abaixo-da-meta-de-vacinacao-contra-hpv--diz-estudo.html" title="Brasil está abaixo da meta de vacinação contra HPV, diz estudo" target="_blank" rel="noopener">Brasil está abaixo da meta de vacinação contra HPV, diz estudo</a> </li>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2023-03-25/ans-suspende-comercializacao-de-32-planos-de-saude.html" title="ANS suspende comercialização de 32 planos de saúde" target="_blank" rel="noopener">ANS suspende comercialização de 32 planos de saúde</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p class="">A primeira morte por Covid foi registrada no país no dia 12 de março de 2022. A paulistana Rosana Urbano morreu um dia após ser internada em um hospital municipal da zona leste de São Paulo.</p>
<p>Já a primeira infecção datou o dia 25 de fevereiro de 2020, e foi um homem atendido no Hospital Israelita Albert Einstein que tinha voltado da Itália. A vítima permanece anônima até hoje. </p>
<p> <strong>Leia mais:  <a title="Tuberculose: Brasil registra 78 mil casos da doença em 2022" href="https://saude.ig.com.br/2023-03-24/brasil-registra-78-mil-casos-tuberculose-2022.html" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/2023-03-24/brasil-registra-78-mil-casos-tuberculose-2022.html">Brasil registra 78 mil casos de tuberculose em 2022</a> </strong>  </p>
<p>A pior semana epimiológica registrada pelo Conass foi entre os dias 4 e 10 de abril de 2021 quando, na ocasião, 21.141 brasileiros morreram por conta da Covid-19. </p>
<p>Em relação aos estados com maior número de mortes causadas pela doença, São Paulo lidera (179.388 óbitos), sendo seguido por Rio de Janeiro (77.020) e Minas Gerais (66.043). </p>
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<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/coronavirus/2023-03-28/brasil-marca-700-mil-mortes-covid-19.html#1f360617-c018-45fd-973b-d0ab1ece5263" rel="noopener">Saúde</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Geração Z impulsiona turismo brasileiro no pós-pandemia, diz Google</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Mar 2023 01:15:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[impulsiona]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução/Youtube Joyce Kitamura 20.10.2022 Costa do Sauipe, litoral norte do estado da Bahia O turismo do pós-pandemia no Brasil está em ritmo de expansão com a entrada de novos viajantes. Passadas as restrições dos últimos anos, grupos de pessoas que, até 2020, não tinham o hábito de viajar agora estão mais dispostos a fazer as [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3i/0x/gs/3i0xgsdne36qbfczhbld7gdcn.jpg" width="906" height="509" alt="Costa do Sauipe, litoral norte do estado da Bahia" title="Costa do Sauipe, litoral norte do estado da Bahia"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Reprodução/Youtube Joyce Kitamura 20.10.2022</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Costa do Sauipe, litoral norte do estado da Bahia</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O turismo do pós-pandemia no Brasil está em ritmo de expansão com a entrada de novos viajantes. Passadas as restrições dos últimos anos, grupos de pessoas que, até 2020, não tinham o hábito de viajar agora estão mais dispostos a fazer as malas: a pesquisa encomendada pelo Google à Offerwise mostra que o número de pessoas que querem viajar cresceu 10% em relação ao período pré-pandemia. Além disso, o perfil do novo viajante é de pessoas das <a href="https://turismo.ig.com.br/2023-02-08/como-os-hoteis-podem-ser-mais-atraentes-para-a-geracao-z.html" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://turismo.ig.com.br/2023-02-08/como-os-hoteis-podem-ser-mais-atraentes-para-a-geracao-z.html">gerações Z </a> e Baby Boomers, das classes C, D e E e, em sua maioria, moradoras das regiões <a href="https://turismo.ig.com.br/destinos-internacionais/2021-11-22/maior-rota-turistica-do-brasil.html" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://turismo.ig.com.br/destinos-internacionais/2021-11-22/maior-rota-turistica-do-brasil.html">Centro-Oeste</a> , Nordeste e Norte.</p>
<p>O estudo entrevistou mil brasileiros com idade a partir de 18 anos, que são viajantes habituais ou pretendem viajar neste ano. Além disso, a análise apresentada também recebeu o complemento de insights coletados a partir das pesquisas feitas por brasileiros Busca do Google no Brasil.</p>
<p>O aumento do interesse em viagens é puxado por brasileiros que, há três anos, não tinham o hábito de viajar, mas alimentaram essa vontade durante a pandemia e, neste ano, planejam pegar a estrada (+14%). </p>
<p>A maior parte desse público é composta pela Geração Z (28%), que corresponde aos nascidos da segunda metade da década de 1990 até 2010, faixa etária que representa uma fração bem menor entre o grupo de viajantes habituais (15%). Os maiores de 65 — representados principalmente pela geração dos Baby Boomers — também se destacam: 7% dos novos viajantes são dessa faixa etária que, por outro lado, representa apenas 3% dos turistas recorrentes.</p>
<p>No recorte socioeconômico, o estudo revela a importância das classes C, D e E no reaquecimento do turismo brasileiro. Quatro em cada cinco novos viajantes (82%) pertencem a esses grupos. Entre os viajantes recorrentes, as pessoas com esse perfil socioeconômico compõem menos da metade (41%). Boa parte dos novos turistas são moradores das regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte.</p>
<h3>Menos mochileiros, mais viagens em família</h3>
<p>Ao mesmo tempo em que um público de novos viajantes desponta no pós-pandemia, o número de mochileiros habituais que projetam viajar neste ano caiu 4% comparado a 2019. Essa queda, porém, é compensada por uma maior disposição entre os remanescentes desse grupo: 79% dos que pretendem viajar querem fazer com mais frequência do que antes da pandemia. A frequência das viagens em família também deve crescer, em especial aquelas compostas por crianças de até 12 anos.  </p>
<p>“As viagens terrestres são a bola da vez”, afirma Débora Bonazzi, head de negócios para o segmento de Viagens do Google Brasil.</p>
<p>Comparando os destinos de maior desejo pré e pós-pandemia, o estudo aponta uma tendência de interesse pelo  <a href="https://turismo.ig.com.br/destinos-nacionais/2022-11-21/booking-melhores-praias-brasil.html" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://turismo.ig.com.br/destinos-nacionais/2022-11-21/booking-melhores-praias-brasil.html">Nordeste brasileiro</a> (crescimento de 9 p.p. em relação a 2019), resorts e hotéis fazendas (+ 6 p.p.), cidades brasileiras com ecoturismo (+4 p.p.), países da Europa (+4 p.p.) e Ásia, África ou Oceania (+ 3 p.p.).</p>
<p>&#8220;A perda de poder aquisitivo e o aumento de custos fez com que alguns viajantes habituais pré-pandemia deixassem de viajar daqui pra frente”, afirma Aline Prado, líder de insights para o segmento de Viagens no Google Brasil. “Por outro lado, a vontade de explorar novos lugares após o confinamento imposto pela pandemia criou uma nova oportunidade para empresas do setor, com uma demanda superior aos níveis pré-pandemia.&#8221;</p>
<h3>Buscas por hospedagem disparam</h3>
<p>O Google também apresentou outras tendências do turismo com base em dados da Busca no Brasil. Os insights mostram, por exemplo, que o brasileiro saiu da pandemia mais preocupado com a hospedagem. O número de consultas por hotéis no Google quase dobrou (+97%) no Brasil no período de janeiro e fevereiro de 2022 em relação ao mesmo período de 2019.</p>
<p>Neste contexto, as buscas apontam tendências como o maior cuidado com a localização (as pesquisas por &#8216;bem localizado&#8217; já cresceram 238% neste ano em relação a 2022) e decisões mais impulsivas (consultas por &#8216;hotéis perto de mim&#8217; cresceram 412% no mesmo período). Na contramão, o interesse por aluguéis de alta temporada e Airbnb estão menores do que em 2019.</p>
<p>A análise dos dados de Busca revela ainda que o brasileiro está à procura de viagens mais curtas e em distâncias menores. Nos primeiros meses de 2023, as consultas por viagens de 3 dias cresceram 130% em relação ao mesmo período de 2022. No mesmo período, também cresceram 156% as buscas por rotas de até 250 km — por outro lado, rotas com mais de 3.500 km caíram 77%.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://turismo.ig.com.br/2023-03-27/jovem-deixa-emprego-para-viajar-mundo-tirando-selfie-dos-pes.html" title="Jovem deixa emprego para viajar mundo tirando ‘selfie dos pés’" target="_blank" rel="noopener">Jovem deixa emprego para viajar mundo tirando ‘selfie dos pés’</a> </li>
<li> <a href="https://turismo.ig.com.br/destinos-nacionais/2023-03-27/mis-sp-exposicao-inedita-tina-turner.html" title="MIS realiza exposição inédita de Tina Turner" target="_blank" rel="noopener">MIS realiza exposição inédita de Tina Turner</a> </li>
<li> <a href="https://turismo.ig.com.br/destinos-internacionais/2023-03-27/aeroporto-em-cingapura-e-eleito-o-melhor-do-mundo--veja-como-ele-e.html" title="Aeroporto em Cingapura é eleito o melhor do mundo; veja como ele é" target="_blank" rel="noopener">Aeroporto em Cingapura é eleito o melhor do mundo; veja como ele é</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Distâncias curtas levam a uma maior procura por transportes terrestres. Isso é comprovado pelo aumento das pesquisas por viagens de ônibus (+26%) e aluguéis de carros (+44%), na comparação com 2019. Por outro lado, as pesquisas por passagens aéreas, apesar de registrarem queda de 3% no período analisado, estão chegando aos mesmos patamares do período pré-pandemia pela primeira vez.</p>
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<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://turismo.ig.com.br/destinos-nacionais/2023-03-27/geracao-z-impulsiona-turismo-brasileiro-pos-pandemia-google.html#4b888614-fb2a-499a-828d-7676bbfa1bbd" rel="noopener">Turismo</a></p>
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		<item>
		<title>Volume de passageiros em janeiro é 13,2% maior do que no mesmo período pré-pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Mar 2023 16:16:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[maior]]></category>
		<category><![CDATA[mesmo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em janeiro deste ano, 358,2 mil passageiros voaram em Mato Grosso, um índice 13,2% maior do que em janeiro de 2019, no pré-pandemia, quando 316.492 embarcaram e desembarcaram em solo mato-grossense. Os dados são do Observatório de Desenvolvimento do Estado de Mato Grosso, com base nas informações da Secretaria Nacional de Aviação Civil. ; Em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">Em janeiro deste ano, 358,2 mil passageiros voaram em Mato Grosso, um índice 13,2% maior do que em janeiro de 2019, no pré-pandemia, quando 316.492 embarcaram e desembarcaram em solo mato-grossense. Os dados são do Observatório de Desenvolvimento do Estado de Mato Grosso, com base nas informações da Secretaria Nacional de Aviação Civil.  ;</p>
<p> Em relação ao ano passado, houve crescimento de 15,3% nos embarques e 16,6% nos desembarques no Estado. Em janeiro de 2023, 168.824 passageiros embarcaram e outros 189.444 desembarcaram.</p>
<p> Conforme as informações do Boletim do Turismo no Estado, o fluxo de passageiros nos aeroportos é considerado um indicador importante para traçar estratégias de acesso aos destinos e atrativos turísticos do estado, já que é uma das principais formas de entrada de turistas estrangeiros e de outros estados do país à Mato Grosso. ;</p>
<p> Os embarques e desembarques no ano de 2022 foram 43,4% a mais do que em 2021. No ano passado, 3.397.289 passageiros voaram aqui no Estado, contra um total de 2.369.668 em 2021, apontando uma recuperação para o setor. ;</p>
<p> O Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, é a principal porta de entrada com 86% dos embarques e desembarques. Em 2022, passaram 2,9 milhões de passageiros, um aumento de 40,5% no fluxo do aeroporto em relação a 2021 (2.097.763). ;</p>
<p> Nos demais aeroportos, em Sinop o fluxo de 2022 também superou em 75,5% o ano anterior, com 304.945 embarques e desembarques. O aeroporto de Rondonópolis finalizou 2022 com 42,2 mil passageiros, 32,2% a mais que o fluxo de 2021. Em Alta Floresta os embarques e desembarques foram de 54,7 mil passageiros, resultado superior em 10,1% em comparação a 2021. Já em Sorriso, o fluxo total foi de 48.735 passageiros, 195,6% de aumento em relação à 2021.</p>
<p> Para o secretário adjunto de Turismo de Mato Grosso, Jefferson Moreno, os dados apenas consolidam a recuperação do setor no pós-pandemia com mais pessoas viajando, mesmo com as passagens aéreas mais caras do que eram antes da covid-19.</p>
<p> “Esperamos que ao longo de 2023 possamos superar a quantidade de passageiros que voaram por Mato Grosso em 2022. Algumas políticas que tem sido discutidas pelo Governo Federal para reduzir o preço das passagens, permitir que mais pessoas viagem, traz reflexos com aumento na taxa de ocupação hoteleira, movimentação de bares e restaurantes e o comércio em geral”. ;</p>
<p> Jefferson destaca também que a Medida Provisória 1.138/2022 aprovada pelo Senado Federal, e que reduziu para 6% o imposto que atinge transações internacionais intermediadas por agências de viagem e demais operadoras de turismo brasileiras, vai ajudar as agências de turismo. ;<br /> A alíquota em vigor desde 2020 era de 25% e agora é de 6%, desde 1º de janeiro de 2023. ;</p>
<p> “Com isso, pacotes turísticos, reserva de voos, hotéis, passeios e cruzeiros marítimos podem ficar mais baratos para o consumidor, fomentando ainda o consumo e mais pessoas viajando”, avalia.</p>
</div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.secom.mt.gov.br/web/sedec/-/volume-de-passageiros-em-janeiro-%C3%A9-13-2-maior-do-que-no-pr%C3%A9-pandemia#f50caf52-63d1-4ab9-998a-0c51b1903e45" rel="noopener">Governo MT &#8211; MT</a></p>
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]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>STF arquiva acusações contra Bolsonaro sobre condução da pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Mar 2023 20:47:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[acusa]]></category>
		<category><![CDATA[arquiva]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[condu]]></category>
		<category><![CDATA[contra]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[sobre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Isac Nóbrega/PR &#8211; 01/11/2022 Bolsonaro era acusado por crise de epidemia e infração sanitária O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli arquivou o inquérito em que investigava a condução do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na pandemia de Covid-19. A decisão atende um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), que afirmou não haver provas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/c8/8m/ka/c88mkaxc8kabd0tmvfn5gjd90.jpg" width="906" height="509" alt="Bolsonaro era acusado por crise de epidemia e infração sanitária " title="Bolsonaro era acusado por crise de epidemia e infração sanitária "> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Isac Nóbrega/PR &#8211; 01/11/2022</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Bolsonaro era acusado por crise de epidemia e infração sanitária </div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli arquivou o inquérito em que investigava a condução do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na pandemia de Covid-19. A decisão atende um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), que afirmou não haver provas de ação criminosa de Bolsonaro.</p>
<p>O ex-presidente era acusado de infração sanitária preventiva e crime de epidemia. As acusações partiram das investigações feitas pela CPI da Covid no Senado. Toffoli seguiu o entendimento da PGR e disse que o STF tem competência apenas de apurar crimes comuns do presidente da República.</p>
<p>&#8220;Em hipóteses como a presente, portanto, em respeito ao sistema acusatório e, notadamente, à titularidade da atribuição de representar por abertura de inquérito &#8211; exclusiva da PGR, na compreensão até hoje adotada por esta Corte, em casos que tais &#8211; não há como o Judiciário substituir a atividade ministerial exercendo juízo valorativo sobre fatos alegadamente criminosos, atribuição exclusiva do Parquet, reitera-se&#8221;, afirma o ministro.</p>
<p>&#8220;Se, dos fatos narrados e suas eventuais provas, apresentados, agora, à autoridade a quem compete investigar e representar por abertura de inquérito perante esta Suprema Corte, não visualizou a Procuradoria-Geral da República substrato mínimo para tais medidas, deve-se acolher seu parecer pelo arquivamento&#8221;, completa.</p>
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<p class="">Na decisão, o ministro do STF ressaltou que a PGR entendeu que as ações de Bolsonaro, como não usar máscara, são comportamentos políticos em consonância atualmente. O ex-presidente, entretanto, defendeu tratamentos ineficazes e colocou em xeque a vacinação contra a doença no Brasil.</p>
<p>Até o momento, os principais membros da CPI da Covid não se pronunciaram sobre a decisão de Toffoli. A comissão foi comandada pelo senador Omar Aziz (PSD-AM) e relatada por Renan Calheiros (MDB-AL).</p>
<p>Entre os protagonistas da CPI ainda estão Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Eliziane Gama (PSD-MA), Simone Tebet (atual ministra do Planejamento), Luiz Carlos Heinz (Progressistas-RS) e Marcos Rogério (PL-RO).  </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-03-02/stf-arquiva-inquerito-bolsonaro-acoes-pandemia-covid-19.html#c97731b6-c6ad-478f-a0de-1f6449f79a1a" rel="noopener">IG Política</a></p>
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		<title>Minimizar impactos da pandemia deve seguir como prioridade na CE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 18:15:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[impactos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Responsável pela análise de propostas para educação, cultura, ensino e desportos, a Comissão de Educação (CE) é uma das 15 comissões permanentes do Senado Federal. Formada por 27 senadores e 27 suplentes, seus membros também cuidam de projetos que tratem de instituições educativas e culturais, diretrizes e bases da educação nacional e salário-educação, diversão e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Responsável pela análise de propostas para educação, cultura, ensino e desportos, a Comissão de Educação (CE) é uma das 15 comissões permanentes do Senado Federal. Formada por 27 senadores e 27 suplentes, seus membros também cuidam de projetos que tratem de instituições educativas e culturais, diretrizes e bases da educação nacional e salário-educação, diversão e espetáculos públicos, criações artísticas, datas comemorativas e homenagens cívicas.</p>
<p>Após a definição do presidente e vice-presidente que comandarão os trabalhos no biênio 2023-2024, a CE iniciará as atividades com pelo menos nove projetos que podem ser incluídos na pauta de votações, número que deve aumentar significativamente ao fim do prazo de desarquivamento das propostas da última legislatura, de 60 dias após o início da atual legislatura, e do levantamento feio pela Secretaria Geral da Mesa (SGM) ainda em andamento.</p>
<p>Entre eles estão o <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/135496" target="_blank" title="" rel="noopener">PL 1.237/2019</a>, da senadora Mara Gabrili (PSD-SP), que trata da instalação de comissão de negociação do valor total anual das anuidades ou das semestralidades escolares. O <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/135330" target="_blank" title="" rel="noopener">PL 864/2019</a>, do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), que propõe modificações na relação de emprego entre os árbitros e as federações e o <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/135326" target="_blank" title="" rel="noopener">PL 867/2019</a>, do senador Alessandro Vieira (PSDB-SE), que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional para inserir novos conteúdos nos currículos dos ensinos fundamental e médio.</p>
<p>No último biênio a comissão foi presidida pelo senador Marcelo Castro (MDB-PI). O colegiado aprovou mais de 200 proposições e realizou 38 audiências públicas.</p>
<p>— Não creio que seja exagerado dizer que este colegiado é um dos fóruns mais importantes do Parlamento, dada a relevância das matérias que por aqui passam necessariamente. Não é de hoje que as comissões assumiram um papel central no trabalho do Legislativo, e aqui neste fórum é que os debates legislativos em torno das questões da educação, da cultura e do esporte ganham substância — afirmou Castro em mensagem lida na última reunião da CE em 2022, destacando a importância do trabalho realizado pela comissão no processo legislativo e na manutenção do acesso democrático à educação.</p>
<h3><b>Impactos da pandemia</b></h3>
<p>Responsável por áreas que foram severamente afetadas durante a pandemia, a Comissão de Educação segue com o desafio de acompanhar, fiscalizar e propor medidas para mitigar os efeitos da covid-19.</p>
<p>No final de 2022, a CE entregou relatório da <a class="external-link" href="http://legis.senado.leg.br/comissoes/comissao?codcol=2462" target="_blank" title="" rel="noopener">Subcomissão Temporária para Acompanhamento da Educação na Pandemia</a>. Instalada em setembro de 2021, a subcomissão — que funciona no âmbito da CE — promoveu 20 audiências públicas até novembro de 2022, com a participação de representantes do governo e de instituições públicas e privadas ligadas à educação, além de professores, economistas, trabalhadores e membros de entidades organizadas da sociedade civil responsáveis por contribuições ao documento final. </p>
<p>Uma das 30 sugestões é a orientação para que os ministérios da Educação e da Economia recomponham o orçamento da educação básica, que sofreu cortes nos últimos anos. O documento também recomenda o apoio a programas que possibilitem a melhoria na infraestrutura e na conectividade das escolas, além da aprovação de projetos de lei pelo Congresso Nacional — como o<a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/139285" target="_blank" rel="noopener"> PLP 235/2019</a>, que cria o Sistema Nacional de Educação (SNE).</p>
<p>— O relatório pode ser, para o novo governo, uma agenda estratégica para o futuro. Uma proposta, um subsídio. Nosso desafio no ano que vem será o de fazer o acompanhamento de tudo isso — disse o senador Flávio Arns (Podemos-PR), presidente da subcomissão, na entrega do documento.</p>
<p>Também passam pela CE alterações significativas que impactam na educação brasileira. É o caso, por exemplo, da regulamentação da prática da educação domiciliar, ou homeschooling. Considerado polêmico, o <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/153194" target="_blank" rel="noopener">PL 1.338/2022</a>, já aprovado na Câmara dos Deputados, altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (<a class="external-link" href="http://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:1996-12-20;9394" target="_blank" title="" rel="noopener">Lei 9.394, de 1996</a>) e o Estatuto da Criança e do Adolescente (<a class="external-link" href="http://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:1990-07-13;8069" target="_blank" title="" rel="noopener">Lei 8.069 de 1990</a>). A comissão já discutiu esse assunto em série de <a title="" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/06/23/educacao-domiciliar-ce-faz-1a-de-6-audiencias-sobre-homeschooling" class="internal-link" target="_blank" rel="noopener">seis audiências</a> públicas no ano passado e deve votar a proposta em 2023.</p>
<h3><b>Cultura e esporte</b></h3>
<p>A comissão também desempenha papel fundamental para propor e debater projetos de relevância na área. Vale destacar a aprovação das Leis Paulo Gustavo (<a href="http://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei.complementar:2022-07-08;195" target="_blank" rel="noopener">Lei Complementar 195, de 2022</a>) e Aldir Blanc (<a class="external-link" href="http://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2020-06-29;14017" target="_blank" title="" rel="noopener">Lei 14.017, de 2020</a>) durante a pandemia. A primeira prevê repasse de recursos federais a estados, Distrito Federal e municípios para fomento de atividades e produtos culturais, como forma de atenuar os efeitos econômicos e sociais da pandemia de covid-19, e a segunda foi um auxílio financeiro ao setor cultural feito pela União no auge da covid-19.</p>
<p>No esporte, cabe à comissão discutir propostas que promovam e valorizem a atividade e seus profissionais, instituições e atletas. Uma delas é a Lei Geral do Esporte (<a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/128465" target="_self" rel="noopener">PLS 68/2017</a>), aprovada na CE e que foi alterada pela Câmara dos Deputados, e agora retorna para análise dos senadores.</p>
<p>O texto atualiza a <a class="external-link" href="http://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:1998-03-24;9615" target="_blank" title="" rel="noopener">Lei Pelé</a> concentrando num único diploma todas as normas que buscam regulamentar a prática desportiva no país, a partir do <a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/135456" target="_self" rel="noopener">PL 1.153/2019</a>, de autoria do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB). Ao projeto foram apensadas nove propostas que tramitavam na Casa sobre o tema. Entre elas, o <a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/128465">PLS 68/2017</a>, aprovado pelo Senado e que teve como relatora a senadora Leila Barros (PDT-DF). </p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/02/13/minimizar-impactos-da-pandemia-deve-seguir-como-prioridade-na-ce#11fc4d3d-e91d-4ba2-b90c-61acebf04672" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/minimizar-impactos-da-pandemia-deve-seguir-como-prioridade-na-ce/">Minimizar impactos da pandemia deve seguir como prioridade na CE</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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